R EAt
PRIVILEGIO.
P N LA VILLA DE MADRID A VEINTE Y CINCO
JL-
PETICION.
DE FEBRERO DE MIL SETECIENTOS Y CINQUENTA Y SIETE , ANTE EL SEOR DON J U A N CURIEL , CAVALLERO D E EL]
Orden de Calatrava, Miniftrb del Confejo, como Juez Particular, y Privativo de las Imprefsiones del R e y n o , fe prefent la Peticin figuiente.
.
.
.
.
M . P . S. Pedro de Rueda Oflbrio, en nombre de Don Jofeph Herrando, primer Violn de la Real Capilla de la Encarnacin de efta Corte: Digo, que mi Parte
tiene compuefto un Libro, intitulado: A r t e , y puntual explicacin del modo de tocar el Violin con perfeccin , y facilidad, fiendo muy til para qualquiera que apren*
d a , afs i Aficionado , como Profeflbr, aprovechandofe los Macftros de la enfeanza de fus Dicipulos, con mas brevedad , y defeanfo, el que con licencia de fu Mageftad fe ha imprenWn Pars, y ha permitido fu introd^
y venta en eftos Reynos;por lo que fupKcoaV. Alteza fe firva mandar fe me d Certificacin para
fu defpacho, con infercion de la Real Orden de fu Mageftad , para que no tenga embarazo alguno en cftos Reynos, con prohibicin, de que perfora alguna los pueda
tener , vender , ni introducir en Efpaa fin permito de mi Parte, en que recibir merced , &c. Pedro de Rueda Oflorio.
Y vifta efta Peticin por dicho Seor D o n j u n Curiel ,por Decreto, que provey el mifmo da veinte y cinco de efte mes, mand , que mediante la
Orden de fu Mageftad , fe diefe la $arte de Don Jofeph Herrando la Certificacin que pedia con fu infercion la que fe pufeTe al principio de cada Obra,
en cuyo cumplimiento, Don Jofeph Antonio de Yarza, Secretatio del Rey nueftro Seor , y fu Efcribano de Cmara mas antiguo , y de Govierno de el
Confejo; Certifico , que por el Iluftrifsimo Seor Obifpo de Cartagena , Governador de l , en Pape) de diez y fete de efte dicho mes fe remiti al Confejo
la Orden de fu Mageftad, que en l fe inferta, y fu tenor dice afsi:
1
Por el Seor Marqus del Campo de Villar fe me n comunicado la refohicion de fu Mageftad del tenor figuiente.
EAL
I L U S T R I S S I M O S E O R , E L R E Y SE H A S E R V I D O O E C O N C E D E R S U R E A L ' P E R M I S O A D O N J O S E P H
[Link],PARA
QUE PUEDA E N T R A R , Y
E X PE N D E R E N E S T O S R E Y N O S U N L I B R O D E M U S C A ,
O U E HA E S C R I T O , I N 1 1 T U L A D O : A R T E D E T O C A R EL V I O L I N , A B I E R T O E N L A M I N A E N P A R S , P R E CEDIENDO ANTES QUE S E D I S T R I B U Y A N ,
EL Q U E P A S S E N P O R L A C E N S U R A D E L C O N S E J O ;
LO
Q U E P R E V E N G O A V. S E O R I A I L U S T R I S S I M A D E S U R E A L O R D E N , A F I N D E Q J / E E X P I D A L A S
CORRESPONDIENTES A SU CUMPLIMIENTO. DIOS G U A R D E A [Link] I L U S T R I S S I M A M U C H O S
AOS
C O M O D E S E O . B U E N R E T I R O Q U I N C E DE F E B R E R O DE M I L S E T E C I E N T O S Y C I N Q U E N T A Y S I E T E .
El Marqus del Campo de Villar'
Lo que prevengo V . md fin de que lo haga prefente al Confejo , para que lo tenga entendido. Dios guarde V . md. muchos aos. Madrid diez y
fete de Febrero de mil fetecientos y cinquenta y fiete. "Z. Diego, Obifpo de Cartagena. "Z. A Don Jofeph Antonio de Yarza.
Y haviendofe publicado en el Confejo efta Real Orden , acord el enmplimiento de lo que fu Mageftad fe firve mandar ; y para que confte, y que efta Cer^
tficacion fe ponga al principio de cada Libro lo firm en Madrid veinte y feis de Febrero de mil fetecientos cinquenta y fiete.
t
[Link]
Antenlo de Tariaj
O PREVENCIN
DEL A UTOR
R A L A
A L O S L E C T O R E S>
PERFECTA
I N T E L I G E N C I A D E |A O B R A . ,
En el Numero 3. Penltimo rengln, el j, es los
'
Numero 8 . La primer efpiracion, y primera de fegundo Compas,erj mal anota3as<
Numero 9 . ultimo rengln la primer letra es C
Numero 1 2 . Adonde dice u , es/e.
Numero 1 4 . tercer rengln, la ultima 0 , haHefer i .
Numero 2 4 , que dice: los figuientes paflb, han de fer paffos.
En el Minu, ultimo rengln, unelaml, del baxo, es fol.
En el 2 8 . Seas notas, que hay 2 , 33, el de arriba, es r . y en las novenas notas 1'
mefino.
En el 2 9 . Quarto rengln, el eguudo 4 . es , y el tercero jes 2 . y en dicho tf quine*
rengln , el quinto 2 . es 1 . y en el fexto, el primer 1 . es 0
Numero 1 7 . donde dice eftacados ,lee eftacadas.
LY en el Tiple, numero 2 4 . fin del Minu unfefut, es elami.
Numero }Ot9^'pP>^MlliiS
)^^^4$^^P^^^hU
E x S. D" PllANCISCO
R
POJNCJE
J3E L E O ^ Sl>t
STOEA JDE L A CERDA LE JVC STER y CAUDENAS, MAJSEL MANRRIQUE :DE LARA,DL QUE X>E
T
A r c o s de M a c p a e d a ^ N a ^ ? r a , M a r q u e s de Z a l l a r a . j r / l c h c , S e o r d e la, C a s a dcYilla
G a r c a .Conde de B a v l e n de C a l a r e s de T r i b i i i o ^ de V a l e n c i a d c D J u a n , Seor de Marclieaia y de
las Quatro V i l l a s de Ta S e r r a n a de V i l l a l u e i i g a . l a s de R o t a , y C k i p i o n a . d e R i a z a , R i q fro,y
de l a Tliara. de Maixdiemi .Seor de O c o n , y de La CaSa.^y M a y o r a z g o s de los Manueles,Barn de
Apc, P l a n e s y- P a t r a i x . A d e l a n t a d o M a y o r del R c y n o de G r a d a da M c a l d e M a y o r Perpetuo d l a
cCiudad de Sevilla ,y G e i i t i l d i o m b r e de C m a r a de S M . con Exercicxo . ^ ^ ^ g r ^ - - - .
r
SEOPL.
X A
G R A N
PRO n
CON
D E
V E .SE
A C O G E
LA
i ! p O C U E J 3 A n D E E S T E L l R I O ; MI OVIA G A C O JNF E E S A C R I F I C A . , S I P T B N D O M I C o E T E =
d a d la S u v a ; .Xi m e n o r Mecenas hallara a u defensa , m la Cvuel embidia otra Proteccxoai temiera
El aecfo es el que [Link] lleudo V K . m i dueo ,1o es tambin de el fruto clemis Obras .Este Peque ro Tratado . o "Arte de los Rudimentos, cen calos para tocar el Vio lm ( y en J O U dictamen el vnico )
l e t u e r t a n los A m i g o s a q u e le ( a q u e a L u z . - Y p o r e r V K . el mayor Protecctor de fus
roleoores , y lia v e r yo tenido la hourra de ponerle en fus m a n o s , m e O b l i g a a S o l i c i t a r c o n
( o d a s v e r a s fu P a t r o c i n i o . Acepte Y . . E . elle corto X)ceui peo de m i R e cono cimiento,por que antes
quiero parecer atrevido, que no i n g r a t o .d)ios G u a r d e la Persona de V E - m u c h o s aos, que defeo.y
be n i e n e f i e r . Madrid 2 T . d e Alud, de 176 () .
A los P^cleVK . fu mas obediente v Re
Criado
odep ^Xcrraiid.o
T O D O S
A R T E S , Y
C I E N C I A S
SE
B U S C A
LA NATURALIDAD', Y C M V E N I E N C I A Y ASI
en est-e como t a n a p r e c i a , ble ,jr v s a d o de t a n t o s , fe d e v e r a
a c o i i o d a , a l o ra a s f c i l v b r e v e , en c i u o s u p u e fto el-,
Violm se t o m a e n l a m a n o LX(|uicrdu, SIL
en
l a Or quilla' cLe ella, entre eld e d o l\il^aa\^v elaldrec, cerca del
Remate 'del Violin, ele modo que la nuieca, (copele cuiai en el ^
ladeando a c i a el Cuerpo el [Link].v de ella forma fe bolyera l a
mano mi Violencia. n i incomodo.
Cordal lia de v bajo de ^
l a B a r b a , aftgumndole con ella, becbada la vifta un poco a l a >^
mano derecba, tomando el Arco en ella, p lcitos los a tro dedos^
fobre el, afirmndole con el Gordo, fe para do dos de la Kuez, ladeadas
las Cerdas a c i a el Puente,-y que a(oi mifmo citen a i g o a l ciiftan=
ca, no sentndolas del todo sobre las Cuerdas, por cpie el Arco fe ba
de llevar m m i u apretado, m u floxo, fmo en v n buen Equilibrio,
j>relfh"azo de efte fe lebanta naturabnente leparado el Codo del
Cuerpo como u n Jeme^V del Codo arriba epteto, por que el movum =
ento k a deierdefde el Codo en adelante con bltura en la mrreca/y
igualdad en el Arco,corno fe demueftra en la figura qne S i g u e , a
l a que fe m i r a r a con obfervacion,^ Cmdado^basta t o m a r fu igual
dad de modo que el que aprende guarde l a mifrna proporcin .
Modo de S a c a r el Tono
El/ modo de Sacar el Tono dicen.,cpie no se aprende y cpie no ay Reglas para, ello^y Te
eizpodian,,pues seyunalcwzzo Jas ai/y teiyo obsrvetelas;y es mwy^pfaczl el Cbns'eyuxrloy sedo eonsis.=
te en llevan corno esta dicho el jh^co dos dedos del doliente ribiienEaialibrto
rnjdierie,, nL^loaeo, siendo el pulso, amen le Gmeme, apretwzalo los dedos dclamano Yzamrda,,deytnodx) aue al levantarlos
aya en ellos Canales, haciendo estadio, hasia, aue el Tono s aleja, sin zumbido ,nLJReckuw'; y para lograrlo, es preciso evcentar este Estudio ai una Pieza sut Trastospp suiJLwz^pues el estar desocupada, iaze no
disimular los defectos al Ynftrumcntopy la obscuridad llama mas ella atencin del epie estudia; bien en-,
tendido aue esto sea de Capricho punido ya sepa edpuna coja d aue aprendc y echo esto con aplica-,
[Link] loyi^ara lo pie dicen se/pjracia, y no es sino estudio, pero para conseguirlo sera bueno aue desde
pie c empieza, se cbei~ce la JReqla de apretar lo dedo .
Modo de Templar el "Violin
f
m se templa en Quintas , tomando el Tono en A l a m i r r e ^ u e es la S egimda
.Cuerda, al aire,la P r j i n a en E l a m i j a Tercera en TDelafolrre , y la Quarta en(xeolrettr .
, P r i m e r o s R u d i m e n t o s ...
-/\-uncpie piidiera escusar eitos primeros Rudimentos,pues no habr auien los ignore si lia .
de azerpro fes ion de ejta /acuitad, por aue deve ser- Sol/uta, no obstante no los omdo por ser muy z>ti: =
les,i/ a/J empiezo por las Tlqiiras de Canto de Ora ano, aue on O ello JNTaxima,LongoJE>reve, Semibreve,
M r urna, Seminima .Corcliea^y" Semicorchea, ,ai/ otras pie on Fufas y- [Link]*)Clax>e*> Generaleo
entres, Geolr e u 6; IfeFa u ty Ceblfau [Link] pmmera es para leo Toiine^^ la, .S^und^^g^a, . lo Urutru*
me/ztoj de Bajop/ laTercera para loe> aue cantan Tipleo, ai/ otras dos pie oh Ten r,y Contralto, y
una
una eparalo
;
Tenores /y otra para la, Vilela .Lo Liempcoiz
Compasillo,Comps mayor,
os
por Qua tro, Tres por Quatro,Tres por Oclio, Seis por Ocbo.D oce por Oclio, advirtiendo (pierio ai/
ma cpt&do timpo>,aiie orvPerfecto o Ymperfecto, Ioj pie e eephcaraixprobamente*
Como todo lo awnpto,
contiene ete [Link]
adelatxte
coto ma j?rvncvpaaneii¶
lo
Cavallei~c Aflcwizado
T r a t a d o ele C l a v e s
lA^re d e ^ V i o r m fe figura C o m o fe S i g u e
tj) (1- _L a d e Tiple , cpie irue
p a r a C a n t a r es ^H|L. i
|r [y la- de [Link] lrue j i a r a V i o l n , o Contrabajo es
f t a P j 3 3 L a d e e n o r T r r u e e n el B ai o auan^o se m u d a Clave; para no poner
P
R a y a s en los' S i g n o s cjue Salen friera de las c m c o P a u t a s y es e s t a . | K A IM_ . IIL
L a de C o n t r a l t o e s p a r a l a P i o l e t &y es eft a
^ L a s Tigur a s
' rev ,S emir
breve, Mnima-, Seminima , Corchea, Semicorcliea .Tu s a y S emiusa ,por cpie l a Maxisi -T
m a j r Longo no le v a n comunmente .
Hi^eve Semibreve. JJtinimasi Scmimmad
-Serni/luaJ
Coi
'nucorclxecui 11
4 0
Previ-.
Preveniendo que oiumdo eenciuvztren^yurado aouellopiaito uelo, <pi&ucedervcL lajpra
dica, hacen elvcdor
tralada,^yeReyla
delSiymo, otj& anpx^de*y &[Link]
rmi-
maart&^^^oi^ ;p^Gij3^^qp&'h^
t
General, cpi<6&dv& oiftmr .JElMr
Cornpp^
tro Sermruma entranenzcnCbmpa Ocho Cbrchea otro Cbmpa i lS. Semicorcheas otro Campad :3.2v
Fua otro Cbmpa/y 6^. SenufuAO otro Compa>, >&entiende? en el d& (bmpfusip cpie pfiqurgs oav G C C
siendo tiempo rpUal de quatro movimiento6 y no ay ma auedo Perfecto "Tmpi^^^^3^er/e(0
este,y elYmperjfecto 66 eldeTre por Quatro,jy e demuestra a&v-^-.Ay Proporcin
mayor y
menor,
pero epractican ma/ poco, o nada, porque, onlo do hempo dicho 'Ay Cornpa mayor,
quee
lo irjrio ,aiieel Compasillo /y e anotas aat ^ ^ (jj ^y entran las rnmnas Naa ai' Cornpa pero e
dttpUca iv Valor en
Brevedad de; its [Link]^cumpor^eljcis Semramntn&da^^
de Corchea/y
por (xm&eaiienatoda lo dema . Ay Do por Quatro, yuee este ^..enLaues e aSTrunm/en lamitac
deslo Nota,Reduciendo
lo Quatro piomrmmfo &d>y el(h^a^adas/n^kidy^pero elayre,
el del Compasillo; Ay tre ~por Ocho, quee l tpie- ^ue^-y
hy enca yueenel
e tiempo de trer/y &hu%& la mutua dz*
Cornpa dedo olo qu&hu
del tiempo de
rJ
tre j>or Quatro . Ay Seis por Ocho cpie ete ^y c camb^mipa
el de Doze por
corno
cLzdo ,y zreparaGiya y ay
Ocho y epinta oi ~$/y etee Campad de (pudro movrhruvtto y e p ara Pao tare l
to . ,Jy otro Cbmpae ,pero no lo ponyo jtor ue^ruo evfan^pniQ^ ekM^mM^^P^i^'
imperfecto y
a dos moimmento, puesotvlindar,y vn aLz/tr, bien en^m&^^ke^^d^o
zempo ateen del ales ^y3
demostrara a
enuiLyuesiyue
Wsma
la Fiyura, (pie entran/
El breve val& Q^XhmpaeSiElSemibrase vno ,DoJmzma xrtro > ^Semmtm aira,*. &Cbh&&ija^q^ lL Jfeimcarchea*) otra . .
K
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1', r , I f f f f '1111
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/. ei de Tres por Qu atro
vna/tnzmma. .Sembr.
Sembr. 6.
6- Corcha
Corcha '. \1 Semicorc/ieas
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EL tiempo de D o s p o r Quatro .
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Pwiul4os/Prrafos ,j/ Corm7asesdeesperas~(j^
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para el J avar, can las Membres ele sos puntas ,y Nameros de las dedos que? isehan deponer en ella, siendo 1
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adelanta con, el.
, aliando se [Link]
atrasa, el dedo medio punto,ypuardando la misma Reala del Sustenido, siempre aue, paseypor donde- seySientes>
F/L Beauadro es elSufinentel^j^^
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, ^/^^9^, <^<?2^7^. /:^y^?yz^3^y elPunfo pue los henne?
en su Samdo natural, boanendo tajnbten^ el L^eao
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M T 2 g 4 if U
\ j o s Espiraciones corvadas:
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adelM
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La del de> de^emzmrna: Lafdeltres de, Cbrdtea La del Quatro desenticbrchea ; La del d&Fus ; la del Seis
Ks'
deyaerra0ia^y
etas son para toda^jjenero deempoa / paru Callar lo Notas, au& ST^jficarv;!/ amhierb enJ>
todos aa/res .
XyOS Para/os
&
se figuran, assi
jj^pj^j* - ^ ^^
$
Sirven, para j^epetzr dos veses los Cornpaes ,ornas,pero
si
sucede s& anota, encuna el Nimiero a^ Ims qii& se ha d d^r .
LOS Calderones son estos
<D ^ JJ-J[y son, para
dque, acabe el que toca/ V
.,
Suspender, o hazerjuial,
6 Caprudw, ayiairdand,
luOS[Guwnes se demuestran, assv ^ * \
J \y Sirven, para, quando aaiba, vna/pauta, deMusicaj)"
sealar elpunto que sipue en/la Otra/.
, . ./-'
LAS Meduzcumes son, estas ^ ^\\ ^ || |y sonpara/ meduzr Sonatas Conciertos, Oberturas,MmueteoTruJ,
f
JDcueranuentos a dos Vwluws, V dems cosas de Msica .
i_y assv meato -F 2 3 ~ y sirven,para Callar el tiempo, qu& y~jyuran,.
LOS. Compases de espera, se motan,
i
LOS purudllos sonestos^ g r*^- *Zfep^y^zredpara,
detener la Nota vna, mitad mas AM$&lor ipie9
ueue, como sz es Jimmu/, vale tref Semilunios, dos que/ ella/ tiene/y vna/ que/ la/ aumenta elpittdlo ,y
Sidycossdame/e los dems Puntosque
demostrado .
que/ SIRVEN,para/ dar MAS exprpfsion,
LAS Apoyaturas, son/vnos Suynos Cincos, como estos ^kz^ ^ | jj f pE|'<
y adorno ailo que [Link]/yar
JlAS
l&tanga/v, syuvestd
el Punto,
dondeseJhxznD.
Escalas son las Siguientes en tocias Claves
a,
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[Link]} C. IXE.F. G. [Link].
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o.i.i.o. O. 2.2-3..
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B Contralto.^ j J J | ^ f [ f | 1 T m
JDe Tenor
G.A.B.C. D E . I ^ J i L
F-E.n.C.
BA.G.F.
E.D.C.B.
A.
G.
i 3C
[Link].C,
D.E.F.G,
A .B. ^
^ A.
G.F.E.D.
C.B-A.G.
E l t a Virma Clave , espara aguando alen con Exceso los Signos ole las Cinco Pautas ahorrase
de poner Rayas . Quando vse vea encima de las Notas vna P. cpiere decir Piano,y ay v n a T .
ef forte .
[Link] del Govierno .
del A r c o .
~hjN Comps de cpiatro t i e m p o s , los S e m i b r e v e s se deven h a z er v n o el Arco abajo
;
i ^ o t r o a r r i b a . M a s c l a r o , u n a Nota tirado a z i a l a d e r e c h a o t r a a l a ^ c j u i e r ^
oaJ3r03reman(lqte con Snavidad^pomencloupi^^
encima de
:1d-^^^.0s:J6lls L e t r a s ,fimut>iar0^) ara l a que e echa abjov^la A p a r a l a que
v a arrro,feg:un Signre ."
/
A
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A.
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-4
3Z
32;
E n l a s M n i m a s se obferbar l a mifma R e g l a /como fe vera en l a Es cala Siguiente
O. A .
O. A .
O. A .
O. A .
O. A .
O. A .
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O. A .
3
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En, las Semzmmas o
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p 1
O. A .
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Esta, Leccin sise qiaere tocar sm lijados, se pwzde,pero se lia de observar, que despus deIa^emzmma^9
las dos suficientes Corcheas se/vujan estacados, bohiendo el A?^co aba/'o, pero es mejor que seanjSuekas
las 'araaras , / l as Co7"cheas ,j/ Semicorcheas que haya l io odas de quatro en quatro, i/ en los Tresil
los, vna Nota abajo, y dos amba, biett entendido, pie siempre enpmnetpio de Comps. ha de vemr
el Arco abacco, en todos e/npos .y Aa^es .
Co nip as dedos por Quatro, y^ entra vna Jtiinw^a en Cada vno, se sigue la egla,, oue
luc e/L
las S'emzmmas del a^'^t^^p^dlo, sajwns& demuestra eon s%^^dos, tptMino, se aaisie^'earlujado
sepuede ha&er Sitekfa-- oi^pandola Io/o del mismo modo, pie en la antecedente Leccin,!/ su/iu? parS*
xempl la de dos por Quatro .
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E/n l a Leccin cjuengue vna N o t a abajo ^ las dems a r r i b a , c o n efta Oberu&tiori fe
Fpuede
tocar picada
apuntndose
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l a s Semifufas se obferuara lo irufino vrias aba]o l Arco,y otra arriba
14
L O S Semicopados en efte Comps .leguiie explica, atencliendo ala C K y a l a A . como fe Siguie .
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E n la Leccin. S i g u i e n t e ele dos por Quatro los vSemicopacLos fe nacen igualmente, pero
Con Atencin a l a s Letras .
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S x g u e n L e c c i o n e s de todo genero de Trefillosy f i g u r a s l i g a d a s .Regla. General
p a r a t i e m p o i g u a l de Q u a t r o , y de Dos y se h a c e n . o l>i en L i g a das, o p i c a d a s ,
o eftacados los dos v l t i r n o s P u n t o s fempre a r r i u a , m e n o s en l a s l i g a d a s de
t r e s en t r e s oue fe n a c e n l a p r i m e r a S u e l t a , y l a s dos l i g a d a s
Otra
liavwndo Semicorcheas Ligadas de Quavrt e/i Quatro, as 2? nos se Jzaxjerv 060/0.7/ las otras arriba,
1/ sl ay Una, Seminima. 1/ Quatro Semicorcheas; lo Seminima ala/o .1/ luelta el Arco abalo las- Sem
corcheas si estn ligadas; v si esz/i sueltas. como e sigue el Arco , 1/ siag vna Semicorchea suelta?,
y tres hi/adas. la Suelta ala/o ;pg las ligadas amia y si estaii al Rcbes .giiahgcnlc el Arco, como demzi esra elExemplar sigiaetite .
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\jO mismo se practica enFuss ,1/ Se/ru/usas,y
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ai todos tiempos . Siempi e pue lioya (pialauiera Ge/m
ro de Aspiracin, ardes de la Mota, la Espiracin, se supone aba/o el Arco ,j/ laJVta, arriba, en este tiempo,
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y en/os dems, lo queje eocptzcaros adelantes, 1/ lo mismo en Corcheas,,yMisa*j/ SemicorcAasy
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e n c o n t r a d o , l i a c i e n d o i m a Nota, aba/jo/v"-otra a r r i b a , y asi p a r a cpxe n o s u c e d a , si a y tres Seminimas
e h a c e u n a a b a p ^ r dos arriba e f t a c a d a s , como se-figura en el I / x e m p l o S i g u i e n t e
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L e c c i o n e s sifieran de tres por Ocho fe v f a r a la m i f i x i a R l e g l a , y e n
todos los Compases de tresy 7io obstante lo dicJio en los pafiaDos evemplares,y Lecciones,enlas Sipiaentes ,seJ>
obsen?aran las expr^adas Reylas pitar dando la dla .ylaA y sipor estar ya adelantado el que aprenda?
assv por afieion, como por Obhyaaon.y quisiere bazar alaiaiPrimar a Glosa, quando toque d sola seayuar =
danda siempre las Realas del Arca,pues dicen que en sabiendo, lo mismo tiene aun lado .pie d otro.y no w e
parece, que es esta buena Reyla,por que aunque se hay a la Glo$a , Primor, que se quima, siempre ha de se?*
bajo de las dichas JReplasAaeiendo que el Arco enprincipio de Chopas venya ahajo, pues se puede hacei^
con cidado, tenindole de que alprzneipna, medio, oju de Comps, se ligium, pupuen, estaquen, d suelten las
Notas, que alAonador le parezcan mas Competentesparaloyrai* el^Jin. pues aunque vn Pntor tire on
Raspo de, su hcwdidad que suspende ,yparezca que aspillera de b?s hmites de sus Reylas^w es asi, pie y
siempre ralaPmcelada.y
Aaze el primor* ,yiuarla7idolas .
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la Cuerda se avecuta
elpruncr dedo batindole con igualdad
/A? muy la/yo p/e/i los demos , sentando sobre la Cuerda el dedo antecedente d el que haze
citrino
ap/ntad>, para qiiele deviper y brille a el del trino .corno se Aanz visible con la practica no pasando dlwZjer vn punto hasta que se sepa otro la que se observara tambieiv en los
Terceras.
En las Jlutaeones de man /y media mano se vera la rnai/or naturalidad pyara no andar cada iris tanta movindola, dandd motibo dliacer in/initos y estos, que se pueden aveiusar ,j/se demostraran
los Pasos, con el modo deLyoviervi de amano con facilidad ,y'composturapor
pie esta es pm
d todo Aficionado o Prpfcssar de Viobny
por su Rudeza malas vicios /a tornade, quisiere
auitarlos-o< emmeridaelosse pondra destudiar delante devyi Espe/[Link]
que de este modo vera]
en el .el desyavieryo de Cuerpo,j/ tratara de la Emrnieruia-. Presumindose, qrue en los Siqientes Pat\
"parapoder
cntender-'las. Seporienenctma las
de los [Link] que se devoranliazer
; ? las Escalas, corri
Pasas Ganosas - siendo
para
l Estudio y mteleqibles a/si
{paria Amelonados>, como I^roje/hores * ,
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QUANDO se miiehelwMano delaReyular
postura que tiene eix los Rasos de prunei a dicew
: bajarla, y cuando se buelve cl supuesto sul irla su Lupar/y es todo muy al Cnb-ario curando cori re*
pflecswn, laposturn del Yiolin,pues mene a dar su Diapason eri la mano, aue esta mas abajo pie el
Cordai, \f es atoa, la Cabeza deijbnador y moviendo la mano de lo naturai del liistrumento, sube ozia
laSuyay
la Voz tambin, y bolvienda d su Repidar, baja,, asu luqar y assijmsnio el tono ,provodo
esta que mover Iwnxano de su Centra se llamara sub ir,y .polverina, el'.sera vejar ,I/OS queSipuew
son disantos modos d&Aipyqws ,ypiuendo el methodo, del prtnier Ccmps las auab^o primeras
(dArc^yyh^ adas^y las otras cjuatro arribas picadas de una arqueada.
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Explicacin jr Conocimiento de todos
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Tonos
\.tono 5? menor.
Tercera, es o* menor.
Swue el5. Tono
Naaa~ales:
PiuUo alto. Lo mismo es I . tono punto
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Punto baio.
o mismo es tercer tono punto bai o
Mste o. tono medio punto beyo ta/n
aue r' tono natural .
bien se puede apuntur asi
Lo misino es tercer tono medio panto
alto me ^"J^S punto bajo .
Meato pur,
to alto
Jledwpiuu
to bajo- \p~ ^J
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2 . tono es 5? menorK
Lo mismo es 2 . tono punto
alto, que sptimo nairal
Quarto tono natural
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Medio
punta
Lo mismo es 2. tono medu?
punto bayo, que tercer tono
punto alto.
Quinto tono es
mayor
Serto tono es tercera mayor
o mismo es tono punto alto <7e
octqbo tono natural
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Sptimo Tono es 5 ,'Menor
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Lo mismo es 7? tono punto bajo aue.
Segundo tono Natural.
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Octabo Tono es 5 Major*
Lo Mismo es . tono punto bajo eme 6
torio medio punto sepiceda