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Prototipo de Semáforo Inteligente

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I

ESCUELA POLITCNICA
NACIONAL




ESCUELA DE FORMACIN DE TECNLOGOS





ELABORACIN E IMPLEMENTACIN DE UNA MAQUETA
PROTOTIPO DE SEMFORO INTELIGENTE PARA LA
INTERSECCIN DE DOS AVENIDAS




PROYECTO PREVIO A LA OBTENCIN DEL TTULO DE TECNLOGO EN
ELECTRNICA Y TELECOMUNICACIONES





WALTER LVARO ROMERO GUZMN
[email protected]

DIRECTOR: ING. ALCVAR COSTALES
[email protected]

Quito, Abril 2013
II






DECLARACIN


Yo, WALTER LVARO ROMERO GUZMN, declaro bajo juramento que el
trabajo aqu descrito es de mi autora; que no ha sido previamente presentado
para ningn grado o calificacin profesional; y, que he consultado las referencias
bibliogrficas que se incluyen en este documento.
A travs de la presente declaracin cedemos nuestros derechos de propiedad
intelectual correspondientes a este trabajo, a la Escuela Politcnica Nacional,
segn lo establecido por la ley de Propiedad Intelectual, por su Reglamento y por
la normatividad institucional vigente.





WALTER LVARO
ROMERO GUZMN


III






CERTIFICACIN


Certifico que el presente trabajo fue desarrollado por WALTER LVARO
ROMERO GUZMN, bajo mi supervisin.









Ing. Alcvar Costales
DIRECTOR DE PROYECTO


IV






AGRADECIMIENTO


Deseo brindar mi agradecimiento prioritario y sincero a mi Dios por ayudarme a
culminar una etapa de mi vida, ya que sin su voluntad nada podra haber sido
posible. Agradezco a mi madre Esthela por su amor y fortaleza, a mi querida
Vernica quien ha estado a mi lado constantemente.

Finalmente doy mi gratitud fraterna a mis abuelos Rosa y Alfredo, a todos
aquellos buenos amigos, familiares, y dems personas que sirvieron para
culminar este proyecto.


Walter Romero






V







DEDICATORIA

Dedico el presente trabajo a las mis queridos familiares que le dan sentido a mi
vida, Esthela Romero, mi madre; mis queridos abuelos, Rosa Guzmn y Alfredo
Romero, ya que atraves de su inmenso amor y fortaleza puedo cumplir mis
metas.
Para mi querida Vernica, quien me ha brindo su inmenso amor y sobre todo su
invalorable apoyo para hacer esto una realidad.



Walter Romero






VI



NDICE
CAPITULO I ....................................................................................................................... 1
MARCO TERICO ............................................................................................................ 1
1.1. MARCO DE REFERENCIA .................................................................................. 1
1.2. SISTEMA DE SEMAFORIZACIN ..................................................................... 3
1.2.1. INTRODUCCIN ............................................................................................. 3
1.2.2. DEFINICIN ..................................................................................................... 5
1.2.2.1. Generalidades ............................................................................................. 6
1.2.3. DESCRIPCIN ................................................................................................. 7
1.2.3.1. Elementos que componen un semforo ...................................................... 9
1.2.3.1.1. Cabeza ................................................................................................... 9
1.2.3.1.2. Soportes ................................................................................................. 9
1.2.3.1.3. Cara ....................................................................................................... 9
1.2.3.1.4. Lente ...................................................................................................... 9
1.2.3.1.5. Unidad de Control ................................................................................. 9
1.2.3.1.6. Detectores .............................................................................................. 9
1.2.3.2. Caractersticas .......................................................................................... 10
1.2.3.3. Ubicacin de los semforos ...................................................................... 15
1.2.3.3.1. Fase, ciclo y despeje ......................................................................... 17
1.2.3.3.2. Determinacin de las fases .................................................................. 17
1.2.3.3.3. Reparto de tiempos .............................................................................. 19
1.2.3.3.3.1. Duracin del tiempo amarillo ......................................................... 19
1.2.3.3.3.2. Longitud del ciclo ........................................................................... 20
1.2.4. EFECTOS DE LOS SEMFOROS EN EL TRFICO .................................. 20
1.2.4.1 Semforo inteligente................................................................................... 22
1.2.5. FUNCION DE LOS SEMFOROS ................................................................ 22
1.2.6. CLASIFICACION DE LOS SEMFOROS ................................................... 23
1.2.6.1. Semforos para el control de trnsito de vehculos ................................... 23
1.2.6.1.1. Indicaciones por medio de una seal luminosa simple ....................... 24
1.2.6.1.2. Indicaciones por medio de una seal luminosa con flecha direccional
............................................................................................................................. 25
1.2.6.2. Semforos para paso peatonales ............................................................... 25
1.2.6.3. Semforos especiales ................................................................................ 27
1.2.6.3.1. Semforos especiales intermitentes o de destello ................................ 27
1.2.6.3.2. Semforos especiales para regular el uso de canales ......................... 28
1.3. TECNOLOGA INFRARROJA ........................................................................... 29
1.3.1. GENERALIDADES ........................................................................................ 29
1.3.2. TIPOS DE TRANSMISIN CON TECNOLOGA INFRARROJA .............. 32
1.3.2.1. Punto a punto .......................................................................................... 32
1.3.2.2. Cuasi-difuso ............................................................................................ 32
VII



1.3.2.3. Difuso ..................................................................................................... 33
1.3.3. SENSOR .......................................................................................................... 34
1.3.3.1. Clasificacin de sensores......................................................................... 35
1.3.3.1.1.Sensores de posicin.....35
1.3.3.1.1.1 Sensores por barrera....36
1.3.3.1.1.2 Sensores por reflexin..........36
1.3.3.1.2.Sensores de contacto.......36
1.3.3.1.3 Sensores por ultrasonidos ..................................................................... 37
1.3.3.1.4. Sensores de movimiento ........................................................................ 38
1.3.3.1.4.1 Sensores de movimiento por deslizamiento ..................................... 38
1.3.3.1.5. Sensores de velocidad ............................................................................ 38
1.3.3.1.6. Sensores de aceleracin .......................................................................... 39
1.4. TECNOLOGA LED ............................................................................................. 41
1.4.1. GENERALIDADES ......................................................................................... 41
1.4.2. LEDs ................................................................................................................. 43
1.4.3. BENEFICIOS DE LA LUZ LED ..................................................................... 44
1.4.4 COMPOSICIN QUMICA DE LOS LEDS ................................................... 45
1.4.5. EFICIENCIA Y VIDA TIL ........................................................................... 46
1.4.6 LEDS EN EL TRANSITO ................................................................................ 47
1.5. MICROCONTROLADOR ................................................................................... 47
1.5.1. FAMILIA 805X, 80186 INTEL .................................................................... 50
1.5.2. FAMILIA 68HC11 MOTOROLA ................................................................ 51
1.5.3. PIC16C - MICROCHIP ................................................................................... 52
1.6. MICROCONTROLADOR PIC16FXXX ............................................................. 52
1.6.1.DESCRIPCIN DE LOS PINES ..................................................................... 54
1.6.1.1. Porta: RA0-RA5 .......................................................................................... 54
1.6.1.2. Portb: RB0-RB7 .......................................................................................... 54
1.6.1.3. Portc: RC0-RC7 .......................................................................................... 55
1.6.1.4. Temporizador TMR0 ................................................................................... 56
1.6.1.5. Temporizador TMR1 ................................................................................... 56
1.6.1.6. Conversor A/D ............................................................................................ 57
1.6.1.7. Puerto de comunicacin serie sncrono ....................................................... 57
1.6.1.8. Usart ............................................................................................................ 58
1.6.1.9. Organizacin de la memoria........................................................................ 58
1.6.1.10. Memoria de datos ...................................................................................... 59
1.6.1.10.1. Registros especiales ........................................................................... 59
1.6.1.10.2. Registros de uso general.................................................................... 59
1.6.1.11. Registro Option .......................................................................................... 61
CAPTULO II .................................................................................................................... 62
DESARROLLO DE HARDWARE Y SOFTWARE DEL PROYECTO ..................... 62
2.1 SOFTWARE DE DISEO ...................................................................................... 62
2.1.1 EL SIMULADOR ISIS DE PROTEUS ............................................................ 64
VIII



2.1.2 EL SIMULADOR ARES DE PROTEUS ......................................................... 65
2.2 DISEO CIRCUITAL ............................................................................................... 66
2.2.1 CIRCUITO ELECTRNICO RECEPCIN ..................................................... 67
2.2.2 CIRCUITO ELECTRNICO DE TRANSMISIN .......................................... 67
2.2.3 CIRCUITO ELECTRNICO DE CONTROL .................................................. 68
2.2.4 LISTA DE MATERIALES ELECTRNICOS UTILIZADOS ........................ 69
2.3 CONSTRUCCION ..................................................................................................... 70
2.3.1 SELECCIN DE MATERIALES ...................................................................... 74
2.4 SOFTWARE DE PROGRAMACION ....................................................................... 78
2.4.1 MICROCODE ..................................................................................................... 79
2.4.1.1 Listado de instrucciones generales ................................................................ 81
2.4.2 ICPROG .............................................................................................................. 83
2.5. PROGRAMACIN MICROCONTROLADORES ................................................ 84
2.5.1 LOGICA DE FUNCIONAMIENTO...........84
2.5.1.1 Transmisor de seales ................................................................................... 85
2.5.1.1.1 Cdigo del programa de transmisin de seales ..................................... 85
2.5.1.2 Sistema de control .......................................................................................... 86
2.5.1.2.1 Cdigo del programa del sistema de control ............................................ 88
2.6 ANLISIS DE LA PROBLEMTICA ................................................................... 114
2.6.1 DATOS DE CIRCULACIN VEHICULAR ................................................... 121
2.6.2 PLANO DE LA INTERSECCIN ESCOGIDA .............................................. 124
2.7. MAQUETA DE PRUEBAS ...................................................................................... 125
2.7.1 MAQUETA ....................................................................................................... 125
2.8 PRUEBAS DE FUNCIONAMIENTO ..................................................................... 130
2.8.1 ANALISIS DE RESULTADOS136
CAPITULO III ................................................................................................................ 137
CONCLUSIONES ........................................................................................................... 137
RECOMENDACIONES ................................................................................................. 138
BIBLIOGRAFA ............................................................................................................. 139
ANEXOS .......................................................................................................................... 140
ANEXO A ......................................................................................................................... 141
ANEXO B ......................................................................................................................... 146
ANEXO C ......................................................................................................................... 152
ANEXO D ......................................................................................................................... 158
ANEXO E .......................................................................................................................... 161
ANEXO F .......................................................................................................................... 165
ANEXO G ......................................................................................................................... 169
ANEXO H ......................................................................................................................... 191
IX




RESUMEN
En el presente proyecto se elabor una maqueta prototipo de semforo inteligente
mediante el uso de la tecnologa de luz infrarroja, tomando como referencia para
la construccin de la misma la interseccin de las avenidas Naciones Unidas y
Amazonas.
El proyecto consta de sensores infrarrojos ubicados en las avenidas del prototipo,
los cuales envan seales de estado al microcontrolador principal, ste a su vez
conjuntamente con el circuito de emisin dotado de un segundo microcontrolador,
responden a las condiciones de trfico que se presenten, encendiendo los
semforos y mostrando en un display de cristal lquido la codificacin para cada
situacin vehicular Adicionalmente el prototipo tambin funciona en modo
temporizado.
En el captulo 1. Se indica las bases tericas necesarias para la comprensin del
prototipo. Fundamentalmente se hace referencia al sistema de semaforizacin, a
la tecnologa infrarroja y tecnologa led, se describe la familia de
microcontroladores, de forma particular la familia 16FXXX.

En el captulo 2. Se muestra el proyecto propiamente dicho, indicando software de
diseo, software de programacin, anlisis de la problemtica, y maqueta de
pruebas

En el captulo 3.Se presenta las conclusiones y recomendaciones sobre el
proyecto.

Finalmente en la seccin de anexos encontramos los datasheet de los principales
elementos usados en el proyecto, as como tambin la simbologa de
semaforizacin, imgenes de la codificacin completa del prototipo y modelo del
semforo elaborado.



X




ANTECEDENTES

La historia del semforo est marcada por una evolucin constante originada por
las necesidades del hombre como muchos otros inventos e instrumentos. La
invencin del dispositivo mecnico que controla el trfico y permite el paso de los
peatones se debe al ingeniero britnico J.P. Knight, quien tuvo la idea de crear un
aparato que permitiese controlar el trfico de 1868 en el Reino Unido.

Los semforos se han convertido en un elemento tan comn en nuestro da a da
que resulta una obviedad decir que son los dispositivos encargados de permitir el
paso de los vehculos y peatones, a travs de un sistema de colores que se toma
como estndar:
x Rojo - impide la circulacin.
x mbar - precaucin por paso intermedio del verde al rojo.
x Verde - permite la circulacin.
Este sistema de colores se hered del ferrocarril, que a su vez lo haba tomado
del mundo martimo.
El siguiente proyecto muestra una idea para mejorar la calidad de vida de las
personas, evitando el estrs por el trfico, y por consecuencia los diferentes
accidentes de trnsito.
Los semforos inteligentes son dispositivos que disponen de funciones
especficas para mejorar el trfico vehicular, permitiendo un mejor flujo de
vehculos en las avenidas y carreteras, reduciendo la contaminacin.
Se busca realizar un circuito que permita, que un semforo cambie de estado de
acuerdo a la cantidad de vehculos que detecten los sensores.

1



CAPITULO I
MARCO TERICO

1.1. MARCO DE REFERENCIA
Los pases en vas de desarrollo se enfrentan hoy a grandes retos planteados por
su transicin al desarrollo econmico y de ndole tan diversa como las
transformaciones socioeconmicas, la enseanza, la sanidad o el medio
ambiente. Sin embargo, se sigue haciendo caso omiso del transporte urbano. A
medida que la poblacin crece y se incrementa su motorizacin, se va planteando
el desafo de implantar sistemas de transporte eficaces en las ciudades de los
pases en desarrollo. En situaciones ya de por s difciles, la marginacin
socioeconmica, la contaminacin acstica y atmosfrica, los embotellamientos y
accidentes de trfico, amenazan el desarrollo econmico y la calidad de vida
urbana en los pases en desarrollo.

Durante mucho tiempo se ha ignorado la movilidad, el ir a pie o la bicicleta, en
aras de los coches. Sin embargo, la movilidad vehicular vuelve a formar parte de
una serie de polticas de transporte precursoras impulsadas en Amrica Latina,
Asia y frica. Es de desear que esta tendencia se generalice para que la mayora
de la poblacin tenga acceso a una movilidad segura y asequible. Para alcanzar
tal objetivo, las autoridades tienen que dar prioridad a un sistema de transporte
acorde con el desarrollo sostenible. Pese a que en esencia la funcin de los
medios de transporte es idntica en pases en desarrollo y pases desarrollados,
los retos que plantea el transporte urbano en unos y otros son sensiblemente
distintos.

Se prev un crecimiento exponencial de la poblacin mundial en los pases en
desarrollo, fundamentalmente concentrado en las reas urbanas. A mayor
crecimiento poblacional, mayor demanda de transporte. Por ende, las ciudades en
vas de desarrollo se vern enfrentadas a un incremento de tal demanda, para lo
cual no bastarn las instalaciones e infraestructuras existentes ni las polticas, ,
2



centradas en el uso del vehculo. Durante este ltimo siglo, la presin
demogrfica, el mayor nmero de actividades econmicas en las reas urbanas y
una planificacin urbanstica deficiente, desembocaron en ciudades e incluso
aglomeraciones urbanas desarrolladas anrquicamente. Esta problemtica se
sigue existiendo, ya que se prev un crecimiento de poblacin y actividades an
mayor. La mayora de transformaciones ocurren en las reas con menor densidad
poblacional adyacentes a las metropolitanas, cuya expansin es constante.

El espacio pblico es todo aquel mbito del trmino municipal que configura la
ciudad. Son las calles, las plazas, los parques y los jardines. En nuestra cultura es
el espacio donde tradicionalmente han tenido lugar las relaciones humanas. En el
transcurso de la historia el espacio pblico se ha visto sometido a modificaciones
en su uso. Las calles se han visto invadidas por una gran cantidad de vehculos
que ocuparon el espacio de los peatones. Este hecho ha generado en muchas
ocasiones la inaccesibilidad al espacio pblico. Es por lo tanto necesario
establecer un equilibrio entre el peatn y el vehculo potenciando al primero y
hallando medidas alternativas para el segundo.

Cada vez ms, la mayora de las ciudades de hoy en da se enfrentan a la
necesidad de manejar las redes de carreteras puesto que las infraestructuras
existentes no pueden ser simplemente expandidas a voluntad. Las ciudades con
gran nmero de habitantes tienen que enfrentarse a enormes flujos de trfico.

Un paliativo adoptado por las administraciones de ste tipo de ciudades es querer
conseguir que los ciudadanos utilicen cada vez ms el autobs y otras opciones
de transporte masivo dependiendo de cada ciudad. Las inversiones son enormes
en ste tipo de ciudades, tratando de conseguir que las carreteras estn lo ms
despejadas posibles.

Todas las ciudades disponen actualmente de una infraestructura de trfico.
Normalmente a travs de los aos se vienen produciendo diversas inversiones y
expansiones, utilizando una gama de diferentes soluciones. El desafo consiste en
3



llevar a cabo un desarrollo gradual y de forma homognea de manera que se
pueda manejar el actual volumen de trfico y al del futuro.

En bsqueda de soluciones dependiendo de cada administracin en distintas
ciudades se han ido implementando soluciones momentneas como: el carril
extra. No siempre es posible construir nuevas carreteras o hacer ms anchas las
existentes. Pero, qu se puede hacer cuando en las horas punta de trfico ni
siquiera resultan de ayuda los ms modernos sistemas de ingeniera? En algunas
ciudades con mucho flujo vehicular se ha adoptado una solucin creativa a este
problema: el carril de hora punta. En carreteras particularmente sobrecargadas,
las seales de trfico variable convierten el carril de emergencia en un carril
adicional en momentos puntuales en funcin del volumen del trfico.

El creciente problema de trfico vehicular en las ciudades, y el sistema de
trasporte en general, no funciona de la mejor manera, este trabajo plantea y
argumenta el uso de una nueva tecnologa de semaforizacin, por razones
simples como la falta de sincronizacin de los semforos tradicionales, o el
funcionamiento bajo los mismos tiempos durante todo el da entre otras; adems,
el mal uso de las vas por parte de los ciudadanos, dada la constante indisciplina
entre vehculos pblicos, particulares livianos y de carga.

1.2. SISTEMA DE SEMAFORIZACIN

1.2.1. INTRODUCCIN
Al crecer las ciudades, tambin se incrementa el uso del automvil, aumentando
los problemas de trnsito, principalmente en los puntos de convergencia vial. El
problema suele solucionarse con un sealamiento adecuado, como son los
semforos, que permiten el paso sucesivo de los vehculos, en un intervalo de
tiempo dado, para cada acceso.


4



En un principio se llam semforo a una torre destinada a transmitir seales a
distancia, especialmente desde la costa a los barcos. No se puede determinar con
exactitud cundo comenz su aplicacin a los problemas de circulacin de
vehculos.

Las primeras seales de trnsito del tipo semforo fueron colocadas en Londres,
1968, con lmparas de gas rojo y verde, para el uso nocturno. El primer semforo
en Amrica apareci en Cleveland, en 1914 y el primer semforo rojo, mbar, y
verde se us en Nueva York, en 1919.

La problemtica de trnsito inici en grandes ciudades como Chicago, en 1910.
Noventa aos despus, en el ao 2000, ciudades como Monterrey, donde se
iniciaron las primeras investigaciones para mitigar los problemas de trnsito.

La semaforizacin de vas urbanas es una actividad fundamental para que el
trfico urbano funcione con las menores demoras posibles.

Cuando la intensidad de trfico en una interseccin es mayor a la admisible con
una regulacin de preferencia de paso, es pertinente dar paso a la regulacin con
semforos para confrontar la situacin con un mejor nivel de seguridad y
eficiencia.

La semaforizacin de una interseccin se puede producir por cuatro criterios para
la instalacin de semforos, como son: la intensidad mnima horaria durante ms
de 8 horas, la intensidad mnima horaria para demoras, el trfico de peatones o el
nmero de accidentes reportados en dicha interseccin o sector.
Los tipos de control que se pueden establecer en un semforo son los siguientes:

x Tiempos fijos. Aquella regulacin en la que el reparto de ciclo es constante.
x Tiempos variables. Regulacin de los semforos donde el reparto de ciclo
depende de las horas del da.
5



x Tiempos variables por detectores descentralizados. Regulacin semafrica
donde el reparto de ciclo se realiza en funcin de la intensidad que se
detecta.
x Regulacin dinmica en tiempo real. Regulacin de los semforos que se
realiza en tiempo real desde un puesto de la sala de control de trfico
1
.

1.2.2. DEFINICIN
Desde hace siglos, se llamaba semforos a las torres de seales que se
extendan por todo el territorio, a travs de seales pticas (luces en la noche,
banderas de colores en el da) las que comunicaban las noticias importantes.

Tambin se conoca como semforos a las estaciones desde las que se trasmitan
las seales del telgrafo ptico establecido en las costas y en los puertos, cuyo
objeto era dar a conocer las llegadas y las maniobras de los buques que venan
de alta mar o navegaban a la vista.

El semforo consista en un elevado mstil en el cual las vigas efectuaban las
seales por medio de travesaos expresados con bolas o bien con banderas y si
era de noche, con linternas. Por lo general, los semforos estaban en
comunicacin con las estaciones telegrficas cercanas. Actualmente un semforo
se puede considerar un dispositivo mecnico o elctrico que regula el trfico de
vehculos y peatones en las intersecciones de caminos. Actualmente la Real
Academia Espaola define al semforo como: Aparato elctrico de seales
luminosas para regular la circulacin
2


Los semforos son considerados dispositivos de seales que se encuentran
colocados en todas las intersecciones de las calles o en la mayora de ellas, as
como tambin se los coloca en los pasos de los peatones y en algunos otros

1
EcuRed. Semforo. http://www.ecured.cu/index.php/Sem%C3%A1foro
2
Iluminacin led. Semforos led. http://www.iluminacionled.ws/tipos/semaforos-led.html
6



espacios. La finalidad de los semforos en general es la de llevar a cabo una
regulacin del trfico de los autos, camiones, y otros vehculos de circulacin,
incluido el transito propio de todos y cada uno de los peatones. Con el paso del
tiempo el trmino semforo se ha venido empleando para este tipo de
dispositivos, no siempre fue as y el trmino se diversific hasta que se emple de
manera ms fija a los dispositivos previamente mencionados.

La terminologa seguir siendo la misma pero el concepto de semforo ha
cambiado y es por eso que hoy existen semforos de ndole mecnica o bien
elctrica que tienen una finalidad univoca: la de regular el trfico de los distintos
tipos de vehculos as como tambin de los peatones.
1.2.2.1. Generalidades
Los semforos operan mediante seales con tonalidades, a las cuales les
corresponde, sin excepcin, un determinado significado:
x En el caso de que se emita una luz verde, eso implica que hay luz verde
para avanzar.
x En el caso de que, la luz que se vea sea roja, se debe detener la marcha
del vehculo inmediatamente.
x En el medio actual, el amarillo, que es el paso intermedio del verde al rojo,
corresponde a un color que implica transicin. Dentro del amarillo tenemos
una subdivisin, tal es el caso del amarillo intermitente, en el cual estamos
aludiendo a una seal de precaucin, y en el caso del amarillo fijo, este
implica que hay que detenerse.

El motivo de la eleccin de los colores rojo y verde para la regulacin del trfico
viene del mundo del ferrocarril que a su vez los haba heredado del martimo.
Desde siglos atrs, los barcos tambin utilizaban un cdigo de colores para
sealar el derecho de paso, cdigo de colores que se sigue usando hoy en da,
incluso tambin, en los aviones.

7



1.2.3. DESCRIPCIN
Un semforo asigna de forma alternativa el derecho de paso a cada movimiento o
grupo de movimientos que confluyen en una interseccin.

La disposicin planteada para las intersecciones con semforos es distinta a la de
aqullas intersecciones que estn reguladas por seales. En estas ltimas, la
preferencia de unas calles sobre otras suele ser permanente, bien porque se
sigue la norma general de preferencia a la derecha o bien porque se indica con
seales adecuadas, y muchas veces mediante una disposicin fsica de la
interseccin que por s misma indica, cul es la va que tiene prioridad. Si hay
semforos lo que generalmente ocurre en las intersecciones con mayor intensidad
de trfico la preferencia es alternativa, con secuencias que pueden ser variables
en funcin de las condiciones del trfico. Algunos principios generales que se
aplican al proyecto de intersecciones, como por ejemplo el de la
perpendicularidad de las trayectorias que se cortan, no son aplicables si se
disponen semforos y por el contrario, otros, como el de disponer espacio
suficiente para el almacenamiento de vehculos que giran, suelen ser ms
importantes.

Por otra parte al proyectar las isletas y retranqueos es necesario prever el espacio
suficiente para la instalacin de los elementos semafricos. De todo ello se deriva
que el aspecto fsico de la planta de una interseccin vare al instalar semforos,
cambio que se puede observar en la
3
figura 1.1 y la figura 1.2 .Generalmente
resulta para este caso una canalizacin de los movimientos ms precisa, con
unas isletas de menores dimensiones y unas posibilidades de funcionamiento
ms flexibles.



3
Sealizacin Vial. Parte 5. Semaforizacin
Instituto Ecuatoriano de Normalizacin


8




Figura 1.1. Diseo no recomendado


Figura 1.2. Diseo recomendado

Las intersecciones con semforos generalmente se proyectan tratando de
alcanzar la mxima capacidad, por lo que interesa disponer de la mayor superficie
posible de calzada til: si no hay semforos, aun con un gran nmero de carriles
tiles no es posible llegar a intensidades prximas a la capacidad y el criterio que
suele dominar en el proyecto es el referente a la seguridad de la circulacin.

9



1.2.3.1. Elementos que componen un semforo
El semforo consta de una serie de elementos fsicos, como son la cabeza,
soportes cara, lente y visera. Sus definiciones y caractersticas se enumeran a
continuacin.
1.2.3.1.1. Cabeza.- Es la armadura que contiene las partes visibles del semforo.
Cada cabeza contiene un nmero determinado de caras orientadas en diversas
direcciones.
1.2.3.1.2. Soportes.- Son las estructuras que se usan para sujetar la cabeza del
semforo y tienen como funcin situar los elementos luminosos del semforo en
la posicin donde el conductor y el peatn tengan la mejor visibilidad y puedan
observar las indicaciones.
1.2.3.1.3. Cara.- Es el conjunto de unidades pticas (lente, reflector, lmpara o
bombillo y portalmparas) que estn orientadas en la misma direccin. En cada
cara del semforo existirn como mnimo dos, usualmente tres, o ms unidades
pticas para regular uno ms movimientos de la circulacin.
1.2.3.1.4. Lente.- Es la parte de la unidad ptica que por refraccin dirige la luz
proveniente de la lmpara y de su reflector en la direccin deseada.
1.2.3.1.5. Unidad de Control.- Es un mecanismo electromecnico o electrnico que
sirve para ordenar los cambios de luces en los semforos.
1.2.3.1.6. Detectores.- Son los dispositivos capaces de registrar y trasmitir los
cambios que se producen o los valores que se alcanzan en una determinada
caracterstica del trnsito.

Algunos elementos del soporte debern permitir ajustes angulares, verticales y
horizontales de las caras de los semforos. Por su ubicacin en la interseccin,
los soportes son de dos tipos, tal como se muestra en la figura 1.3
10





Figura 1.3. Semforo. - Elementos

1.2.3.2. Caractersticas
El semforo consta de una serie de elementos fsicos y funcionales cuya
terminologa y definicin fueron enunciadas anteriormente.
Generalmente en cada cara de un semforo, existen como mnimo dos, tres o
ms unidades pticas, que estn formadas por un emisor luminoso que puede ser
una bombilla incandescente o leds, un reflector cncavo para concentrar el haz
4

luminoso en una direccin determinada y un vidrio difusor circular, de color
denominado lente, cuyo dimetro es generalmente de 20 cm y excepcionalmente
de 30 cm cuando se pretende reforzar el efecto de la seal.

4
Propagacin de ondas electromagnticas.
http://catarina.udlap.mx/u_dl_a/tales/documentos/lem/vila_b_ca/capitulo1.pdf
11



A estos dimetros puede aadirse los semforos de 10 cm, llamados de
repeticin y que se colocan a la altura del conductor en las columnas o los
bculos.

Aunque no es imprescindible, se suele colocar una visera encima o alrededor de
cada una de las unidades pticas, con dos propsitos: el primero es el de evitar
que, a determinadas horas, los rayos del sol incidan sobre stas y den la
impresin de que estn iluminadas: el segundo, es el de impedir que la seal
emitida por el semforo sea vista desde otros lugares distintos a aqul hacia el
que est enfocada. Para ambos propsitos lo ms aconsejable es que la parte
interior de la visera est pintada de negro mate.

Los semforos se sustentan en columnas o en bculos. Las columnas son
soportes bien de acero galvanizado o de fundicin de hierro; las de acero son las
ms extendidas debido fundamentalmente a la diferencia de precio con las de
fundicin; stas ltimas se suelen instalar en climas hmedos, con ambientes
salinos (en ciudades o poblaciones costeras) debido a su mayor resistencia y
durabilidad ante condiciones atmosfricas agresivas.

Las columnas se fabrican en
dos alturas. 2,00 metros y 2,40 metros.

El otro soporte para sustentar los semforos son los bculos,(ver figura 1.4) ;
stos son siempre de acero galvanizado y estn constituidos por dos tramos
rectos unidos por un tramo curvo; su altura oscila entre los 4.5 y 6,0 metros y el
saliente sobre la vertical, denominado brazo, oscila desde 3,50 metros hasta 5,50
metros.
12




Figura 1.4.Semaforo con bculo
Se utilizan los bculos cuando es necesario que los semforos se vean a gran
distancia, caso de vas de gran velocidad, o bien en caso de que las columnas
puedan quedar poco visibles por el arbolado o por vehculos de grandes
dimensiones estacionados o simplemente detenidos delante de ellas. Con la
longitud del brazo se consigue ubicar la cabeza del semforo lo ms centrada
posible en el carril al que va dirigido, que es la posicin idnea que deben tener
los semforos areos.
Para lograr una mejor visibilidad de las luces de los semforos, se instalan unas
placas alrededor de las cabezas, denominadas pantallas de contraste (ver figura
1.5). Van pintadas en negro mate y con un borde blanco, con objeto de conseguir
contraste sobre el horizonte.







Figura 1.5. Semforo. - Pantalla.
13



Desde los orgenes de la sealizacin semafrica, los semforos han funcionado
mediante lmparas incandescentes. En la dcada de los 80 comenz a emplearse
la tecnologa LED (Light Emitting Diode). Tecnologa que ha experimentado una
enorme evolucin en los ltimos 10 aos.

Para controlar el funcionamiento de los semforos instalados en un cruce o en
dos o ms muy prximos, se utiliza un aparato denominado regulador, que sirve
para ordenar los cambios de luces a los semforos instalados en una
interseccin. Las rdenes dadas por el regulador pueden estar grabadas en
memoria o pueden ser recibidas desde una sala de control.

Se denomina detector a todo dispositivo que registra y transmite cualquier
informacin referente a determinada caracterstica o parmetro del trfico como
por ejemplo:
x Intensidad.
x Velocidad.
x Densidad.
x Ocupacin de la va.

Una clasificacin de los detectores se muestra en la figura 1.6, en dicha
clasificacin se mencionan los detectores de botn de presin y especiales,
adems tambin los de tipo vehicular los mismos que pueden ser intrucivos y no
intrucivos,


14




Figura 1.6. Clasificacin de los detectores.
Tradicionalmente se han utilizado las espiras insertadas en el pavimento,
fcilmente destruibles por los equipos de mantenimiento en campaas de fresado.
Estas espiras pueden ser sustituidas por equipos basados en visin artificial, que
proporcionan los parmetros anteriormente citados, pero cuyo mayor
inconveniente es un costo muy superior.

Se cree que los semforos son la solucin de todas las dificultades del trfico no
hay nada ms lejos de la realidad. En la mayora de los casos el semforo es un
mal menor que disminuye la libertad de movimiento del trfico pero que, en
momentos de gran intensidad, permite que las intersecciones no se atasquen y,
en general, aumenta el grado de seguridad. Entre los efectos producidos por los
semforos pueden contarse que reducen las posibilidades de choque en ngulo
recto, que suelen ser los ms peligrosos. Como contrapartida, aumentan
considerablemente la probabilidad de choques entre vehculos que circulan en la
misma direccin, accidente conocido por alcance.
15



Si estn bien, estudiados, los semforos, pueden proporcionar un movimiento
ms o menos continuo a una velocidad conveniente. Sobre este particular hay
que hacer constar que el buen o mal funcionamiento de los semforos a lo largo
de una va no depende exclusivamente de la perfeccin con que estn
estudiados, sino que en muchas ocasiones es causado por condiciones
geomtricas imposibles de variar.

Uno de los mayores inconvenientes que presentan los semforos es, quizs, el de
los molestos retrasos que se producen cuando bajan las intensidades de trfico,
sobre todo cuando se trata de semforos de tiempos fijos.


1.2.3.3. Ubicacin de los semforos
La cabeza del semforo puede estar situada sobre la va, o en los bordes de sta.
En el primer caso se cuelga del brazo de un bculo. Naturalmente la parte inferior
del semforo debe estar por encima de la altura mxima permitida a los vehculos
que circulen por la zona (ver figura 1.7). En algunos pases esta altura es de 6m
por lo que la altura libre deber ser de 5,0m como mnimo. Cuando el semforo
est colocado fuera de la calzada, lo normal es que est montado sobre una
columna, aunque puede estar adosado a otras columnas ya existentes como, por
ejemplo, las del alumbrado, aunque no es lo recomendable.

En cuanto a la situacin del semforo parece haberse llegado universalmente a la
conclusin de que el tipo ms sencillo, ms econmico y que ofrece al mismo
tiempo mejores condiciones de visibilidad es el suspendido
16




Figura 1.7. Semforo - Ubicacin.

Es aconsejable, que, si las condiciones de la interseccin lo permiten existan por
lo menos dos semforos para cada direccin, exhibiendo la misma luz. Las
ventajas de ello son evidentes, pues si un vehculo de grandes proporciones
impide la visin de uno de los semforos o si se funde una bombilla del mismo,
siempre queda otro visible. La necesidad de repetir el semforo crece con la
intensidad del trfico, la velocidad, la anchura de la calzada y la proporcin de
vehculos pesados.
Hay dos formas de disponer los semforos en una interseccin. La primera
consiste en que las caras de los semforos cuyas indicaciones deben obedecerse
se colocan una vez pasado el cruce, es decir, que entre el semforo y la lnea de
detencin queda toda la interseccin. La segunda consiste en situar el semforo
justamente antes de entrar en la interseccin.

17



1.2.3.3.1. Fase, ciclo, y despeje
Se llama ciclo al tiempo transcurrido desde el cambio de un grupo semafrico
hasta la repeticin de dicha situacin despus de realizarse una secuencia de
maniobra completa en los semforos conectados a un mismo regulador.

Se denomina fase a cada una de las divisiones del ciclo durante la cual la
configuracin de colores de todos los grupos semafricos permanece invariable.

El trmino despeje se refiere al tiempo necesario para que los vehculos que han
accedido a la interseccin por uno de los ramales o calles, salgan de la zona de
interseccin y la dejen totalmente libre para que entren en la misma los vehculos
de otros ramales sin que exista peligro de colisin de los mismos.

1.2.3.3.2. Determinacin de las fases
La determinacin de las fases, puede darse simultneamente, generalmente no
estn sujetos a reglas fijas, sino que dependern, en general, de las
caractersticas del trfico y del trazado de la interseccin. Sin embargo el nmero
de fases debe de ser el mnimo posible para poder aprovechar al mximo el uso
del tiempo, adems se debe permitir a cada fase el mximo nmero de
movimientos posibles. En la figura 1.8 se muestra las condiciones especficas
para la terminacin de una fase.
Como las fases de funcionamiento condicionan la situacin de los semforos,
el ciclo y la duracin de cada indicacin, es muy deseable que no se estudie la
ordenacin de una interseccin independientemente del funcionamiento de los
semforos.





18




Figura 1.8. Diagrama de flujo para la terminacin de una fase.
Los criterios que deben presidir el estudio de las fases son los siguientes:
x El nmero de fases debe ser lo menor posible. Con ello se reducen al
mnimo los tiempos perdidos en cada ciclo.
x El nmero de movimientos simultneos sin conflicto entre s debe ser
mximo.
19



x El recorrido dentro de la interseccin se procurar que sea lo ms corto
posible. As se logran unos tiempos de despeje ms cortos.
x Cuando un ciclo se divide en ms de dos fases es necesario considerar el
orden en que se producen, ya que ello influye en la seguridad y
rendimiento de la interseccin.

Cuando durante la fase de peatones, tanto el nmero de stos como el de
vehculos que tratan de salir de la interseccin no sea muy elevado, puede
permitirse el paso de ambos asignando la preferencia a los peatones. Si uno de
los dos movimientos es relativamente importante, hay que considerar unas fases
que los separen totalmente, ya que en caso contrario podra resultar peligroso
para los peatones o producirse colas que bloqueen la interseccin

1.2.3.3.3. Reparto de tiempos
Independientemente de lo que resulte de los clculos, la duracin del ciclo tiene
que estar forzosamente comprendida entre los lmites que fija la psicologa del
conductor. La prctica indica que ciclos menores de 35 segundos o mayores de
120 se acomodan difcilmente a la mentalidad del usuario de la va pblica.
En gran parte de los casos, la proximidad entre intersecciones obliga a que se
adopte una misma duracin de ciclo. Cuando las distancias entre intersecciones
son grandes, es posible elegir ciclos distintos, pues se produce una dispersin de
los vehculos que circulan agrupados.

1.2.3.3.3.1. Duracin del tiempo amarillo
La utilizacin de la luz amarilla entre la verde y la roja se debe a que no es posible
detener instantneamente un vehculo. Su finalidad es la de avisar al conductor
que va a aparecer la luz roja y que, por tanto, debe decidir si tiene tiempo para
pasar antes de que se encienda o si, por el contrario, no lo tiene y ha de frenar.
En muchos tratados de ingeniera de trfico se hace el clculo de la duracin del
amarillo basndose en los dos supuestos siguientes:
20



x El tiempo de amarillo ser igual o superior al requerido para frenar antes de
la lnea de detencin.
x Si se ha entrado en la interseccin, dar tiempo a atravesarla antes de que
se encienda la luz roja.
Para que en todo momento se cumplan ambos supuestos habr de tomarse
siempre el mayor de los valores que resulte de calcular el tiempo de amarillo con
ambos criterios.

1.2.3.3.3.2. Longitud del ciclo
Es el tiempo que dura una fase de luz verde, amarilla y roja.

1.2.4. EFECTOS DE LOS SEMFOROS EN EL TRFICO
En la mayora de los casos el semforo es un mal menor que disminuye la
libertad de movimiento del trfico pero que, en momentos de gran intensidad,
permite que las intersecciones no se atasquen y, en general, aumenta el grado de
seguridad.

Entre los efectos producidos por los semforos pueden contarse que reducen las
posibilidades de choque en ngulo recto, que suelen ser los ms peligrosos.

Los semforos, pueden proporcionar un movimiento ms o menos continuo a una
velocidad conveniente. Sobre este particular hay que hacer constar que el buen o
mal funcionamiento de los semforos a lo largo de una va no depende
exclusivamente de la perfeccin con que estn estudiados, sino que en muchas
ocasiones es causado por condiciones geomtricas imposibles de variar.

Uno de los mayores inconvenientes que presentan los semforos es, quizs, el de
los molestos retrasos que se producen cuando bajan las intensidades de trfico,
sobre todo cuando se trata de semforos de tiempos fijos.

21



La instalacin de semforos en vas preferentes supone una disminucin de la
prioridad de paso ya que sta queda limitada a unos ciertos intervalos de tiempo.
Por esta razn las instalaciones semafricas no deben efectuarse ms que
cuando contribuyan realmente a mejorar la fluidez y la seguridad del trfico. Caso
de no hacerse as, los semforos constituyen un entorpecimiento para la
circulacin en lugar de una ayuda para la misma.

Independientemente del problema individual de cada interseccin, existen
determinados ndices y criterios para analizar si en una ciudad el nmero de
intersecciones con semforos es razonable. Una cifra media en los Estados
Unidos es de una interseccin con semforos por cada 1.000 habitantes.

En las condiciones europeas de menor motorizacin y mayor densidad de las
ciudades esta cifra es excesiva. Se llega a la conclusin de que, adems del
nmero de habitantes, hay otros tres factores que deben considerarse: el grado
de motorizacin, la densidad y el tamao de la ciudad. Dentro de ciertos lmites se
precisar un mayor nmero de semforos por cada 1.000 habitantes cuanto
mayor sea la motorizacin y menor la densidad.

En la actualidad los semforos son sistemas temporizados para cambiar de un
estado a otro y siguen un patrn de secuencia fija, ya que carece de inteligencia
para tomar decisiones, esto representa una gran desventaja durante las horas
pico en importantes arterias viales ya que los cambios se realizan en tiempos no
adaptados a las condiciones del trfico, y mientras una interseccin vaca tiene
luz verde la arteria principal se detiene a esperar el cambio, agrupando los
vehculos hasta congestionar el canal. A partir de esto se puede observar que el
diseo actual de los semforos est incidiendo directamente en el
congestionamiento de las avenidas principales, y da origen a plantear un nuevo
semforo capaz de tomar decisiones ante una condicin de trfico dado.


22



1.2.4.1 Semforo inteligente
La idea parte de la problemtica que se ha presentado con respecto a la gran
cantidad de trfico en las calles y avenidas, debido a la falta de nuevas vas de
comunicacin y al incremento progresivo de los vehculos automotores, adems
de los problemas que traen consigo las largas colas: prdida de tiempo, grandes
gastos de energa, dificultad para desplazarse de un sitio a otro, entre otras
cosas.

Para ayudar a solventar lo expuesto se propone realizar un prototipo de semforo
inteligente, que de acuerdo al grado de congestin que presente algn canal de
una interseccin vial prolongue un poco ms el paso de los carros para as
descongestionar las principales arterias viales.

El desarrollo de modelos de semforos inteligentes ha sido una de las grandes
propuestas que se han planteado para disminuir el flujo de vehculos por las calles
de grandes ciudades, evitando as el congestionamiento vehicular.

Un semforo inteligente es aquel que es capaz de realizar una accin de acuerdo
a lo que est ocurriendo. Existen varios tipos de semforos inteligentes, algunos
trabajan con sensores, otros con visin artificial, con comunicacin almbrica o
inalmbrica dependiendo de las necesidades del usuario. Su funcin principal es
la de permitir el paso alternadamente a las corrientes de trnsito que cruzan,
permitiendo el uso ordenado y seguro del espacio.

1.2.5. FUNCION DE LOS SEMFOROS
El semforo es un artefacto til para el control y la seguridad, tanto de vehculos
como de peatones. Debido a la asignacin prefijada o determinada por el trnsito
mismo del derecho de va para los diferentes movimientos en intersecciones y en
otro sitio de calles y carreteras, el semforo ejerce una profunda influencia sobre
el flujo del trnsito. Entre las principales funciones de un semforo podemos
mencionar:

23



x Interrumpir peridicamente el trnsito en una corriente vehicular o peatonal
para permitir el paso de otra corriente vehicular.
x Regular la velocidad de los vehculos para mantener la circulacin continua
a una velocidad constante.
x Controlar la circulacin por canales.
x Eliminar o reducir el nmero y gravedad de algunos tipos de accidentes,
principalmente los que implican colisiones perpendiculares.
x Proporcionan un ordenamiento del trnsito.
1.2.6. CLASIFICACIN DE LOS SEMFOROS
La clasificacin de los semforos generalmente se basa en sus mecanismos de
operacin, segn esto se tiene la siguiente divisin:
x Semforos para el control de trnsito de vehculos.
x Semforos para paso peatonales.
x Semforos especiales.
1.2.6.1. Semforos para el control de trnsito de vehculos
Este tipo de semforos se utilizan para regular el trnsito por medio de
indicaciones luminosas (ver tabla 1.1 y 1.2), estableciendo de esta forma el
derecho al paso a los vehculos, a travs de una vialidad. La figura 1.9 nos indica
un ejemplo de los semforos de control vehicular.

Figura 1.9. Semforo para control de trnsito.
24



Para su instalacin es necesario un estudio completo de las caractersticas de la
interseccin a semaforizar, para determinar si es adecuada o no la operacin de
estos dispositivos.
Entre las ventajas de este tipo de semforos tenemos:
x Disminuyen la frecuencia de accidentes, especialmente los que ocurren en
una trayectoria en ngulo recto.
x Mantienen la circulacin continua a cierta velocidad, en una ruta especfica.
x Permiten el paso de vehculos y peatones de forma ordenada.
Cuando este tipo de semforos estn mal proyectados pueden presentar algunos
problemas y/o desventajas como:
x Demoras excesivas en el trnsito.
x Inducen a los conductores a rutas menos convenientes.
x Incrementan la frecuencia de accidentes.
1.2.6.1.1. Indicaciones por medio de una seal luminosa simple
SEAL
LUMINOSA
INDICACIN DESCRIPCIN
Rojo fijo Alto Indica a quienes avanzan hacia el semforo
que deben detenerse a raya.
Rojo en destello Alto Indica que detenerse a la raya de Alto, o frente
al semforo en caso de que sta no existiera,
antes de ejecutar los movimientos indicados por
las flechas.
Amarillo o ambar
fijo
Transicin Advierte a quienes avanzan hacia el semforo
que est a punto de aparecer la luz roja de
ALTO, y que deben amenorar la velocidad o
detenerse.
Amarillo o ambar
en destello
Precaucin Advierte a quienes avanzan hacia el semforo
que pueden continuar son las debidas
precauciones.
Verde Fijo Siga Indica a quien avanza hacia el semforo, que
pueden seguir de frente o dar vuelta a la
derecha o a la izquierda, a menos que alguna
seal prohba dichos movimientos.
Verde en Destello Transicin Advierte que est por concluir el intervalo con
indicacin de SIGA y que por tanto, deben
tomar las debidas precauciones.
Tabla 1.1. Seales luminosas simples de semforos para control de trnsito.

25



1.2.6.1.2. Indicaciones por medio de una seal luminosa con flecha direccional
SEAL
LUMINOSA
INDICACIN DESCRIPCIN
Flecha hacia la
derecha, Rojo fijo.
Alto Indica que no estn permitidos los movimientos
que indican las flechas.
Flecha hacia la
izquierda, Rojo en
destello
Alto Indica que detenerse a la raya de Alto, o frente
al semforo en caso de que sta no existiera,
antes de ejecutar los movimientos indicados por
las flechas.
Flecha hacia
arriba, Amarillo o
ambar fijo
Transicin Advierte el intervalo del cual disponen, despus
de la terminacin de la Flecha Verde. Tambin
advierte que la flecha o luz roja de ALTO est a
punto de aparecer y que por lo tanto, deben
detenerse.
Flecha hacia la
derecha y a la
derecha, Amarillo o
ambar en destello
Precaucin Indica a quien avanza hacia un semforo, que
pueden ejecutar movimientos indicados por las
flechas, con las debidas precauciones.
Flecha hacia
arriba, Verde Fijo
Siga Indica a quien avanza hacia el semforo, que
pueden seguir de frente pero no deben dar la
vuelta ni a la derecha ni a la izquierda, sino que
deben ceder el paso a otros vehculos o
peatones que an se encuentran en el cruce.
Los peatones que caminan frente al semforo
pueden cruzar, salvo que un semforo para el
trnsito de peatones lo prohba.
Flecha hacia
arriba, Verde en
Destello
Transicin Advierte que est por concluir el intervalo con
indicacin de SIGA y que por tanto, deben
tomar las debidas precauciones puesto que
est por aparecer la seal simple o flecha con
luz amarilla o ambar fija, en la que deben
amenorar la velocidad o detenerse.
Tabla 1.2. Seales luminosas de flecha direccional para semforos vehiculares.
1.2.6.2. Semforos para paso peatonales
Este tipo de semforos se utilizan para regular el trnsito de personas en los
cruces peatonales de una vialidad, por medio de indicaciones luminosas. (ver
tabla 1.3).En la figura 1.10 se observa un ejemplo exacto acerca de este tipo de
semforos.
26




Figura 1.10. Semforos peatonales de hombre y mano
Para su instalacin, es necesario que cumpla:
x Que el semforo para el control de trnsito de vehculos se encuentre
instalado como consecuencia del volumen peatonal.
x Cuando un intervalo o fase exclusiva deba darse para el movimiento
peatonal, en una o ms direcciones.
x Cuando cualquier volumen de flujo peatonal requiera el uso de un intervalo
libre para peatones, con el fin de reducir los conflictos entre vehculos y
peatones, o cuando sea necesario ayudar a stos para que puedan cruzar
la calle con toda seguridad.
x Cuando los peatones crucen por una parte de la calle, desde o hacia una
zona de seguridad, durante un intervalo en el que no les est permitido
cruzar en otra parte de la calle.
x Cuando la circulacin de vehculos que dan vuelta demande una fase semi-
exclusiva de proteccin de peatones.
x Cuando el cruce de la vialidad sea demasiado amplio o complicado, o
cuando una vialidad sea tan ancha, que los semforos para vehculos no
sirvan adecuadamente para peatones.
x Cuando al incrementar los intervalos del ciclo, cause confusin a los
peatones que se guan exclusivamente por los semforos para vehculos.
Independientemente de los requisitos antes mencionados se debe contar con
estudio de trnsito que avale la instalacin de este tipo de semforos.
27



SEAL
LUMINOSA
INDICACIN DESCRIPCIN
Rojo fijo Alto Indica que los peatones no deben atravesar la
vialidad en direccin al semforo, mientras la
seal est encendida.
Verde en destello Transicin Advierte a los peatones que avanzan de frente
al semforo, que est a punto de aparecer la
seal luminosa que indica ALTO.
Verde Fijo Pase Indica que los peatones pueden a travesar la
vialidad en direccin al semforo.
Tabla 1.3. Seales luminosas de semforos peatonales.

Los semforos para el control de trnsito de peatones deben instalarse en
coordinacin con los semforos para el control de trnsito de vehculos. Cuando
estos ltimos estn operando en destello, los semforos para peatones deben
permanecer apagados.
1.2.6.3. Semforos especiales
Este tipo de semforos se clasifican en:
x Intermitentes o de destello.
x Para regular el uso de canales
.
1.2.6.3.1. Semforos especiales intermitentes o de destello
Un semforo especial intermitente o de destello es un tipo de semforo con una o
ms secciones de color amarillo o rojo que opera en modo de intermitencia.

Figura 1.11. Semforo especial intermitente

28



Este tipo de dispositivo se utiliza en lugares donde el trnsito o las condiciones
fsicas locales no justifican la operacin de un semforo para el control del trnsito
de vehculos y sirven adems, segn lo demuestra la experiencia, para llamar la
atencin de los conductores en ciertos sitios en los que exista peligro. (ver figura
1.11).
1.2.6.3.2. Semforos especiales para regular el uso de canales
Los semforos para regular el uso de canales son semforos especiales
colocados sobre la va que permiten o prohben el uso de determinados canales
de una va o que indican la inminente prohibicin de su uso. ( ver figura 1.12). Los
semforos para regular el uso de canales se distinguen por la colocacin de caras
especiales de semforos sobre determinado canal de una va y por su forma
diferente y los smbolos que se utilizan.

Figura 1.12. Semforo especial para el uso de canales

Los semforos para regular el uso de canales son normalmente utilizados en el
control de operacin reversible de los canales, aunque tambin se usan en
aplicaciones de canales no reversibles en autopistas.
Se debera realizar un estudio de trnsito para determinar si la operacin de un
canal reversible puede controlarse satisfactoriamente con seales fijas o si se
requiere del empleo de semforos especiales para regular el uso de canales.
Se deben utilizar semforos para regular el uso de canales si cualquiera de las
siguientes condiciones est presente:

29



x Ms de un canal se coloca reversible por sentido.
x Existen operaciones complejas o inusuales en la operacin de canales
reversibles.
x Se pueda demostrar que la experiencia de accidentes de trnsito durante la
operacin de canales reversibles con seales fijas puede corregirse
mediante la utilizacin de semforos especiales para regular el uso de
canales en aquellos perodos de transicin entre los patrones del pico y
fuera del pico.
x Un estudio de trnsito indique que se podra producir una operacin ms
segura y eficiente del sistema de canales reversibles mediante el empleo
de semforos especiales para regular el uso de canales.
Los semforos especiales para regular el uso de canales tambin se pueden
utilizar en operacin de canales reversibles en estaciones de peaje. Tambin se
pueden emplear aunque no se desee o se necesiten canales reversibles. Por
ejemplo, en los siguientes casos:

x En una autopista, si se desea mantener el trnsito fuera de ciertos canales
en determinadas horas para facilitar la convergencia del trnsito de una
rampa o de otra autopista.
x En una autopista, cerca de su tramo final, para indicar un canal que
termina.
x En una autopista, en un viaducto o en un tnel largo, para indicar que un
canal puede estar temporalmente bloqueado por un accidente, un vehculo
averiado o por actividades de mantenimiento.

1.3. TECNOLOGA INFRARROJA
1.3.1. GENERALIDADES
El infrarrojo es un tipo de luz que no se puede ver con la vista. Los ojos pueden
solamente ver lo que se conoce como luz visible. La luz infrarroja brinda
30



informacin especial que no se puede obtener de la luz visible. Muestra cunto
calor tiene alguna cosa y da informacin sobre la temperatura de un objeto.

Todas las cosas tienen algo de calor e irradian luz infrarroja. Incluso las cosas que
aparentemente son muy fras, como un cubo de hielo, irradian algo de calor. Los
objetos fros irradian menos calor que los objetos calientes. Entre ms caliente
sea algo ms es el calor irradiado y entre ms fro es algo menos es el calor
irradiado. Los objetos calientes brillan ms luminosamente en el infrarrojo porque
irradian ms calor y ms luz infrarroja. Los objetos fros irradian menos calor y luz
infrarroja, apareciendo menos brillantes en el infrarrojo. Cualquier cosa que tenga
una temperatura irradia calor o luz infrarroja. En las imgenes infrarrojas
mostradas en la figura 1.13, colores diferentes son usados para representar
diferentes temperaturas. Se puede encontrar cul temperatura es representada
por un color usando la escala color-temperatura a la derecha de las imgenes.
Las temperaturas estn en grados Fahrenheit.
.
Figura 1.13. Representacin del infrarrojo en escala color-temperatura
La radiacin infrarroja, o radiacin IR es un tipo de radiacin electromagntica y
trmica, de mayor longitud de onda que la luz visible, pero menor que las
microondas. Consecuentemente, tiene menor frecuencia que la luz visible y mayor
que las microondas. Su rango de longitudes de onda va desde unos 0,7 hasta los
1000 micrmetros. La radiacin infrarroja es emitida por cualquier cuerpo cuya
temperatura sea mayor que 0 Kelvin, es decir, 273,15 grados Celsius que
corresponde al cero absoluto.

31



Los infrarrojos son clasificados, de acuerdo a su longitud de onda, de este modo:
x infrarrojo cercano (de 800 nm a 2500 nm).
x infrarrojo medio (de 2.5 m a 50 m).
x infrarrojo lejano (de 50 m a 1000 m).
La materia, por su caracterizacin energtica emite radiacin. En general, la
longitud de onda de un cuerpo es inversamente proporcional a la temperatura de
ste. De esta forma la mayora de los objetos a temperaturas cotidianas tienen su
mximo de emisin en el infrarrojo. Los seres vivos, en especial los mamferos,
emiten una gran proporcin de radiacin en la parte del espectro infrarrojo, debido
a su calor corporal.

La potencia emitida en forma de calor por un cuerpo humano, se puede obtener a
partir de la superficie de su piel y de su temperatura corporal que es alrededor de
37C, es decir 310 K.

Esto est ntimamente relacionado con la llamada "sensacin trmica", segn la
cual podemos sentir fro o calor independientemente de la temperatura ambiental,
en funcin de la radiacin que recibimos (por ejemplo del Sol u otros cuerpos
calientes ms cercanos): Si recibimos ms calor del que emitimos, tendremos
calor, y si recibimos menos, tendremos fro. En ambos casos la temperatura de
nuestro cuerpo es constante (37C) y la del aire que nos rodea tambin. Por lo
tanto, la sensacin trmica en aire quieto, slo tiene que ver con la cantidad de
radiacin (por lo general infrarroja) que recibimos y su balance con la que
emitimos constantemente como cuerpos calientes que somos. Si en cambio hay
viento, la capa de aire en contacto con nuestra piel puede ser reemplazada por
aire a otra temperatura, lo que tambin altera el equilibrio trmico y modifica la
sensacin trmica.
Las ondas infrarrojas se usan mucho para la comunicacin de corto alcance. Por
ejemplo los controles remotos de los equipos utilizan comunicacin infrarroja.
Estos controles son direccionales, tienen el inconveniente de no atravesar los
objetos slidos. El hecho de que las ondas infrarrojas no atraviesen los slidos es
32



una ventaja. Por lo que un sistema infrarrojo no interferir en un sistema similar
adyacente al mismo. El principio de la comunicacin de datos es una tecnologa
que se ha estudiado desde los 70 s, Hewlett-Packard desarroll su calculadora
HP-41 que utilizaba un transmisor infrarrojo para enviar la informacin a una
impresora trmica porttil, actualmente esta tecnologa es la que utilizan los
controles remotos de las televisiones o aparatos elctricos que se usan en el
hogar.
1.3.2. TIPOS DE TRANSMISIN CON TECNOLOGA INFRARROJA
Las estaciones con tecnologa infrarroja pueden usar tres modos diferentes de
radiacin para intercambiar la energa ptica entre transmisores-receptores, as
tenemos: punto a punto, cuasi-difuso y difuso.

1.3.2.1. Punto a punto
En el modo punto a punto los patrones de radiacin del emisor y del receptor
deben de estar lo ms visibles posible entre ellos, para que su alineacin sea
correcta, como se muestra en la figura 1.14. Como resultado, el modo punto a
punto requiere una lnea de vista entre las dos estaciones a comunicarse. Este es
el modo que menor poder ptico consume

Figura 1.14. Tecnologa Infrarroja. - Punto a punto.
1.3.2.2. Cuasi-difuso
A diferencia del modo punto a punto, el modo cuasi-difuso es de emisin radial, es
decir que cuando una estacin emite una seal ptica, sta puede ser recibida
por todas las estaciones al mismo tiempo en la clula. (ver figura 1.15).
33




Figura 1.15. Tecnologa Infrarroja. - cuasi-difuso.
En el modo cuasidifuso las estaciones se comunican entre si, por medio de
superficies reflejantes. No es necesaria la lnea de vista entre dos estaciones,
pero si deben de estarlo con la superficie de reflexin. Adems es recomendable
que las estaciones estn cerca de la superficie de reflexin, esta puede ser pasiva
o activa. En las clulas basadas en reflexin pasiva, el reflector debe de tener
altas propiedades reflectivas y dispersivas, mientras que en las basadas en
reflexin activa se requiere de un dispositivo de salida reflexivo, conocido como
satlite, que amplifica la seal ptica. La reflexin pasiva requiere ms energa,
por parte de las estaciones, pero es ms flexible de usar. .
1.3.2.3. Difuso
En el modo difuso, el poder de salida de la seal ptica de una estacin, debe ser
suficiente para llenar completamente el total del sitio de aplicacin, mediante
mltiples reflexiones, en paredes y obstculos del lugar. (ver figura 1.16) .Por lo
tanto la lnea de vista no es necesaria y la estacin se puede orientar hacia
cualquier lado. El modo difuso es el ms flexible, en trminos de localizacin y
posicin de la estacin, sin embargo esta flexibilidad est a costa de excesivas
emisiones pticas.

34




Figura 1.16. Tecnologa Infrarroja. Difuso

1.3.3. SENSOR
Un sensor es un dispositivo capaz de detectar magnitudes fsicas o qumicas,
llamadas variables de instrumentacin, y transformarlas en variables elctricas.
Las variables de instrumentacin pueden ser por ejemplo: temperatura, intensidad
lumnica, distancia, aceleracin, inclinacin, desplazamiento, presin, fuerza,
torsin, humedad, movimiento, ph, etc. Una magnitud elctrica puede ser una
resistencia elctrica (como en una RTD)
5
, una capacidad elctrica (como en un
sensor de humedad), una Tensin elctrica, una corriente elctrica (como en un
fototransistor), etc.
Un sensor se diferencia de un transductor ya que el sensor est siempre en
contacto con la variable de instrumentacin con lo que puede decirse tambin que
es un dispositivo que aprovecha las propiedades de la variable, con el fin de
adaptar la seal que mide para que la pueda interpretar otro dispositivo. Como por
ejemplo el termmetro de mercurio que aprovecha la propiedad que posee el
mercurio de dilatarse o contraerse por la accin de la temperatura. Un sensor
tambin puede decirse que es un dispositivo que convierte una forma de energa
en otra. Las reas de aplicacin de los sensores son: Industria automotriz,
robtica, industria aeroespacial, medicina, industria de manufactura, etc.
6


5
ZAJIGUA/SENSORES. Qu es un sensor y cules son los tipos de sensores?
https://sites.google.com/site/zajiguasensores/tareas
6
Gonzle, Nalle. Qu es un sensor?. https://sites.google.com/site/sensoresnallelygonzalez/
35



Normalmente estos dispositivos se encuentran realizados mediante la utilizacin
de componentes pasivos (resistencias variables, PTC, NTC, LDR, etc... todos
aquellos componentes que varan su magnitud en funcin de alguna variable), y
tambin la utilizacin de componentes activos. Hasta aqu puntualizaremos que:
x Un sensor es todo tipo de dispositivo que, a partir de la energa del medio
donde se mida, da una seal de salida traducible que es funcin de la
variable de medida.
x No hay que confundir el trmino transductor con sensor, ya que el segundo
se refiere nicamente a los dispositivos que amplan nuestros sentidos
para permitirnos conocer el valor de determinadas magnitudes fsicas.
x Es comn en un sistema de medida y control, denominar como sensores a
los transductores de entrada de seal fsica o seal elctrica,

En base a lo explicado anteriormente concluimos que un sensor es un dispositivo
encargado de obtener una seal de respuesta y traducirla en magnitudes de
entrada. Se pueden dividir en varios tipos:

1.3.3.1. Clasificacin de sensores
1.3.3.1.1 Sensores de posicin
Su funcin es medir o detectar la posicin de un determinado objeto en el
espacio, dentro de este grupo, podemos encontrar los siguientes tipos de
sensores tambin conocidos como captadores.
La construccin de este tipo de sensores, se encuentra basada en el empleo de
una fuente de seal luminosa (lmparas, diodos LED, diodos lser etc...) y una
clula receptora de dicha seal, como pueden ser fotodiodos, fototransistores o
LDR, etc. (ver figura 1.17).



36









Figura 1.17. Sensores de posicin.
Este tipo de sensores, se encuentran basados en la emisin de luz, como se
indica en la figura 1.18 y la deteccin de esta emisin es realizada por los
fotodetectores.






Figura 1.18. Sensores de posicin Emisiones de luz.
Segn la forma en que se produzca esta emisin y deteccin de luz, este tipo de
captadores se dividen en: sensores por barrera, y sensores por reflexin.
1.3.3.1.1.1 Sensores por barrera.- Estos detectan la existencia de un objeto, porque
interfiere la recepcin de la seal luminosa.
1.3.3.1.1.2 Sensores por reflexin.- La seal luminosa es reflejada por el objeto, y
esta luz reflejada es captada por el captador fotoelctrico, lo que indica al sistema
la presencia de un objeto.
1.3.3.1.2. Sensores de contacto
Estos dispositivos, son los ms simples, ya que son interruptores que se activan o
desactivan si se encuentran en contacto con un objeto, por lo que de esta manera
se reconoce la presencia de un objeto en un determinado lugar. (ver figura 1.19)
37







Figura 1.19. Sensores de contacto.
Este tipo de sensores, estn basados en la existencia de un circuito el mismo que
genera una determinada oscilacin a una frecuencia prefijada, cuando en el
campo de deteccin del sensor no existe ningn objeto, el circuito mantiene su
oscilacin de un manera fija, pero cuando un objeto se encuentra dentro de la
zona de deteccin del mismo, la oscilacin deja de producirse, por lo que el objeto
es detectado.
Estos tipos de sensores son muy utilizados como detectores de presencia, ya que
al no tener partes mecnicas, su robustez al mismo tiempo que su vida til es
elevada.
1.3.3.1.3. Sensores por ultrasonidos
Este tipo de sensores, se basa en el mismo funcionamiento que los de tipo
fotoelctrico, se emite una seal de tipo ultrasnica, y esta seal es recibida por
un receptor (ver figura 1.20) .De la misma manera, dependiendo del camino que
realice la seal emitida se puede diferenciarlos entre los que son de barrera o los
de reflexin.








Figura 1.20. Sensores por ultrasonido.

38



1.3.3.1.4. Sensores de movimiento
Los sensores de movimiento se basan en la tecnologa de infrarrojos o las ondas
ultrasnicas para poder mapear o captar en tiempo real los movimientos que se
generan en un espacio determinado.
Este tipo de sensores es uno de los ms importantes. Dentro de este tipo de
sensores podemos encontrar:
1.3.3.1.4.1 Sensores de movimiento por deslizamiento.- Este tipo de sensores se utiliza
para indicar con que fuerza se ha de coger un objeto para que este no se rompa
al aplicarle una fuerza excesiva, o por el contrario que no se caiga. (ver figura
1.21)





Figura 1.21. Sensores de movimiento por desplazamiento.

1.3.3.1.5. Sensores de velocidad
Estos sensores pueden detectar la velocidad de un objeto tanto lineal como
angular, pero la aplicacin ms conocida de este tipo de sensores es la medicin
de la velocidad angular. (ver figura 1.22) .La forma ms popular de conocer la
velocidad de giro de un motor, es utilizar un dinamo tacomtrico acoplado al eje
del objeto que se desea saber su velocidad angular.





39











Figura 1.22. Sensores de velocidad.
Existen tambin otros tipos de sensores para controlar la velocidad, basados en el
corte de un haz luminoso a travs de un disco perforado sujetado al eje del motor,
dependiendo de la frecuencia con la que el disco corte el haz luminoso indicar la
velocidad del motor.
1.3.3.1.6. Sensores de aceleracin
Este tipo de sensores son fundamentales, ya que la informacin de la aceleracin
sufrida por un objeto o parte de un robot es de vital importancia, en vista de que
si se produjere una aceleracin en dicho objeto, este experimenta una fuerza que
tiende a colocar el objeto en movimiento. (ver figura 1.23).








Figura 1.23. Sensores de aceleracin.
40



Dependiendo el tipo de utilidad que se quiera desarrollar existen sensores con un
sin nmero de caractersticas aplicables al mbito que se desea implementar, es
por ello que a continuacin en la tabla 1.4 se detalla un resumen con la
clasificacin de los sensores ms conocidos aplicables eventualmente al tema
motivo de sta investigacin.
Magnitud Sensores Caracterstica
Posicin lineal o angular Potencimetro Analgica
Encoder Digital
Sensor Hall Digital
Desplazamiento y
deformacin
Transformador diferencial de variacin
lineal
Analgica
Galga extensiomtrica Analgica
Magnetoestrictivos A/D
Magnetorresistivos Analgica
Velocidad lineal y angular Dinamo tacomtrica Analgica
Encoder Digital
Detector inductivo Digital
Servo-inclinmetros A/D
Girscopo
Aceleracin Acelermetro Analgico
Servo-acelermetros
Fuerza y par (deformacin) Galga extensiomtrica Analgico
Triaxiales A/D
Presin Membranas Analgica
Piezoelctricos Analgica
Manmetros Digitales Digital
Caudal Turbina Analgica
Temperatura Termopar Analgica
Termistor NTC Analgica
Termistor PTC Analgica
[Bimetal - Termostato]] I/0
Sensores de presencia Inductivos I/0
Capacitivos I/0
pticos I/0 y Analgica
Sensores tctiles Matriz de contactos I/0
Piel artificial Analgica
Visin artificial Cmaras de video Digital
Cmaras CCDo CMOS Digital
Sensor de proximidad Sensor final de carrera


Tabla 1.4. Clasificacin de sensores






41



Magnitud Sensores Caracterstica
Sensor capacitivo Analgica
Sensor Inductivio Analgica
Sensor fotoelctrico Analgica
Sensor acstico (presin
sonora)
micrfono Analgica
Sensor de luz fotodiodo Analgica
Fotorresistencia Analgica
Fototransistor Analgica
Clula fotoelctrica Analgica
Sensores captura de
movimiento
Sensores inerciales
Tabla 1.4. Continuacin Clasificacin de sensores.
1.4. TECNOLOGA LED
1.4.1. GENERALIDADES
La iluminacin es uno de los usos ms bsicos de la energa en la humanidad.
Hoy, la iluminacin se traduce en un 19% del consumo de la electricidad mundial
(IEA 2006). La baja eficiencia (aprox. 5%) de las viejas tecnologas y el despilfarro
en iluminacin hacen evidente la necesidad de introducir mejoras en este sector.

La Iluminacin en Estado Slido (SSL, por sus siglas en ingls) emerge como una
tecnologa alternativa en iluminacin con una amplia variedad de aplicaciones.
Los Diodos Emisores de Luz (LEDs, por sus siglas en ingls) son la tecnologa
SSL de mayor disponibilidad en el mercado, ofrece una gran variedad de ventajas
sobre las otras tecnologas de iluminacin, desde la eficiencia, solidez y
longevidad hasta la capacidad de generar de manera directa una gran cantidad de
colores. Los LEDs actualmente disponibles ya estn reemplazando rpidamente a
otras fuentes de iluminacin como as tambin son hoy la tecnologa preferida
para luces decorativas y de diferentes aplicaciones. La potencia de los LEDs,
como fuente de iluminacin general (luz blanca), es actualmente una de sus
principales promesas de cara al futuro. En este documento se presenta la
tecnologa de la iluminacin con LED, centrndose en sus aplicaciones, ciclo de
vida y su capacidad para mejorar la eficiencia en la iluminacin.



42



Actualmente se utilizan diferentes tecnologas en iluminacin. La ms antigua, la
iluminacin incandescente, fue inventada originalmente a fines del 1800, y a
excepcin de las luces halgenas, el diseo de las lmparas prcticamente no ha
cambiado desde 1930.

La forma ms ineficiente de iluminacin elctrica, la luz incandescente, posee una
eficiencia de conversin elctrica energa-luz de slo el 5%. A pesar de esto, son
las que ms se utilizan, principalmente en el sector residencial. Consumen el 30%
de la energa elctrica usada para iluminacin mientras que slo producen un 7%
de luz efectiva.

Hoy se reconoce que es necesario ponerle un final al uso de las lmparas
incandescentes. Los grandes fabricantes de lmparas disminuyeron su
produccin (segn encuestas y reportajes del ao 2007) y los gobiernos de
diferentes pases ya presentaron iniciativas para retirar las lmparas de la venta.
Las lmparas fluorescentes, la alternativa actual de iluminacin de interior,
representan el 64% de la iluminacin generada elctricamente y representa el
45% del uso de energa elctrica para iluminacin. La eficiencia de la iluminacin
fluorescente vara segn el tipo de lmpara, aunque generalmente es de 5 y 8
veces mayor a las incandescentes. Todas las lmparas de Iluminacin eficiente
son el primer paso hacia una revolucin energtica en lo que tiene que ver a
fluorescentes, aunque en cantidades cada vez menores. La mayora de las
lmparas fluorescentes emiten luz ultravioleta debido a su modo de
funcionamiento.

Est claro que, a pesar de que existe una variedad de tecnologas en iluminacin
actualmente en uso, ninguna es perfecta. Muchas opciones tienen todava una
eficiencia baja, principalmente en iluminacin residencial e iluminacin
especializada. Muchos productos eficientes deben resignar otros factores como la
calidad del color y su toxicidad. Evidentemente existe la necesidad de otras
respuestas a la creciente demanda de luz artificial, como es el caso de los LEDs.

43



1.4.2. LEDs
Los LEDs son dispositivos en estado slido que generan luz de una manera
radicalmente diferente a otras fuentes de luz. Las lmparas incandescentes
simplemente calientan un filamento de metal (tungsteno) a miles de grados
Celsius debido a su resistencia al paso de la corriente elctrica. A esta
temperatura el filamento emite luz, luz que se ubica en el rea infrarroja del
espectro lumnico, de ah la ineficiencia de este tipo de lmparas.







Figura 1.24. Luminarias semafricas con leds.
Las lmparas fluorescentes generan luz al pasar corriente elctrica a travs de
vapor de mercurio, esta genera una excitacin que hace al vapor de mercurio
emitir luz ultravioleta (UV). La luz UV golpea el fsforo dentro de la lmpara que
hace que sta se vuelva fluorescente y produzca luz blanca visible. El proceso
requiere de un balasto (dispositivo electrnico) para controlar el flujo de
electricidad. En los LEDs, un bajo voltaje de corriente continua (CC) circula a
travs de dos capas de material semiconductor. Esto resulta en la generacin de
fotones de luz de un reducido rango de frecuencias. El color de la luz depende del
material semiconductor utilizado y del tipo de dopante (impurezas) que se le
agregue. El semiconductor se aloja en una caja epoxi que adems funciona como
un sistema ptico (lente), que enfoca la luz producida. (ver figura 1.24) .Para uso
con la red de suministro elctrico, se necesitan controladores electrnicos y
conversores de voltaje. El nivel de innovacin tecnolgica y de ingeniera
involucrada en los LEDs modernos es mucho mayor que en las fuentes
convencionales de luz.
44



Al ser semiconductores modernos, los LEDs se producen en instalaciones
similares a las plantas de la industria electrnica y no en fbricas tradicionales de
luminarias. La fabricacin se basa en procesos de produccin y herramientas
desarrolladas por la industria electrnica (microchips), la produccin se lleva a
cabo en ambientes limpios. La produccin del semiconductor depende de materia
prima ultra pura
1.4.3. BENEFICIOS DE LA LUZ LED
La iluminacin por LED promete una variedad de beneficios sobre otras fuentes
de luz, entre las que podemos mencionar:
x Mayor eficiencia.- Potencialmente superior a todas las fuentes comunes
de luz.
x Mayor longevidad.- Con beneficios que incluyen bajos costos de
mantenimiento.
x Mayor control de distribucin de la luz.- Los LEDs emite luz en una
direccin que luego puede esparcirse (mejor que otras fuentes de las
cuales la luz se emite hacia todas direcciones y debe ser reflejada hacia la
direccin deseada).
x Mayor control cromtico (color).- Gran variedad de colores posibles con
variedad de LEDs.
x Respuesta y control ms rpidos.- Los LEDs no necesitan calentarse y
se pueden atenuar completamente.
x Durabilidad superior.- Al ser dispositivos en estado slido, los LEDs son
rgidos, sin componentes frgiles.
x Gran variedad de temperaturas de operacin.- Los LEDs funcionan de
manera muy eficiente a bajas temperaturas, a diferencia de las lmparas
fluorescentes.
x Baja generacin de calor.- Los productos son ms fros que las
alternativas.

45



x Sin Mercurio.- An no se ha identificado un riesgo toxicolgico equivalente
con respecto a las unidades fluorescentes de iluminacin.
x Sin emisiones UV en los LEDs blancos.- Beneficios potenciales en la
salud versus la iluminacin fluorescente, para algunas personas.
x Imitacin de la Luz de Da.- Se especula que la iluminacin LED
eventualmente imitar la luz natural del da permitindole a la luz artificial
acercarse ms a los ritmos circadianos. Esto adems podra ayudar a
prevenir trastornos afectivos estacionales (TAE) y fomentar la productividad
en las oficinas durante el da.

1.4.4 COMPOSICIN QUMICA DE LOS LEDS
Los LEDs se producen a partir de una variedad de qumicos semiconductores.
Los diodos consisten de dos capas de cristal, cada una formada por dos de tres
elementos. Las combinaciones ms comunes incluyen InGaAlP (Indio Galio
Aluminio Fosfuro), AlGaAs (Arseniuro de galio y aluminio), AlGaP (Fosfuro de
aluminio y galio), GaN (Nitruro de Indio y Galio), con una variedad de otros
combinaciones que se utilizan para aplicaciones especiales. Estas capas crecen
principalmente en un zafiro de un solo cristal o en un sustrato de carburo de
silicio. Las investigaciones han progresado con la finalidad de superar los
desafos tcnicos asociados con el uso de otros materiales de sustrato de bajo
costo (Semiconductor International 2007). Una variedad de otras capas, dopantes
y materiales (como cables muy finos) normalmente se incluyen en la construccin
final del diodo.

Para obtener luz blanca de un nico LED, se usa un fsforo combinado con un
LED azul o UV. Hay una gran variedad de fsforos disponibles. Comnmente,
estos son compuestos de tierras raras o metales de transicin. El fsforo
generalmente est incrustado en la cubierta epoxy que encapsula al
semiconductor, protegindola y actuando como un sistema primario de ptica
(lente) para la emisin de luz.

46



Los LEDs no contienen mercurio. Una gran variedad de elementos y compuestos
se utilizan en la construccin del LED, la cubierta dura externa y la naturaleza de
estado slido del dispositivo deberan proteger al usuario de cualquier tipo de
amenaza toxicolgica durante su uso. Como en cualquier otra faceta de la
tecnologa de los semiconductores, el proceso que involucra a la generacin de
luz por semiconductor ocurre a escala atmica (cuntica). Por ello la investigacin
a nano-escala es esencial para mejorar estos dispositivos. En algunos casos esto
slo involucra la consideracin de caractersticas estructurales a nano-escala. En
otros, sin embargo, se conciben productos discretos a nano escala (Allsopp et al
2007 & Jia 2007).

1.4.5. EFICIENCIA Y VIDA TIL
Una prediccin de eficiencia muy citada que se puede esperar que alcancen los
LEDs es de al menos 150 lm/W (lumens/watt). Esto es casi el doble de las LFC
7
,
una y media de las LFL
8
y casi diez veces las lmparas incandescentes. Esta cifra
la manejan varias fuentes independientes y es mucho menor a la que en teora
puede alcanzar el LED que es de 200 lm/W.
La eficiencia energtica total de un sistema de iluminacin puede ser juzgada en
trminos de energa lumnica til entregada por unidad de energa elctrica
consumida. La eficiencia de un sistema LED depende de la provisin de energa y
de la electrnica (colectivamente, llamados drivers).
Medir la eficiencia, comparar productos y evaluar las ltimas investigaciones
puede ser un desafo. La velocidad del progreso tecnolgico en iluminacin con
LEDs deriv en productos que llegaron al mercado antes que finalicen los
estndares universalmente aceptados para medir las eficiencias. Algunas
iniciativas, como es el programa del Departamento de Energa de los Estados
Unidos de Evaluacin e Informe de Productos LED (CALIPER, por su acrnimo
en ingls) ayudan a tratar este asunto.

7
Green peace. LED: Diodos Emisores de Luz Informacin de la Tecnologa.
http://www.greenpeace.org/argentina/Global/argentina/report/2008/4/leds.pdf
8 Green peace. LED: Diodos Emisores de Luz Informacin de la Tecnologa.
http://www.greenpeace.org/argentina/Global/argentina/report/2008/4/leds.pdf
47



Sin duda, a medida que la industria LED avance, este problema se resolver
rpidamente.
Los LEDs fallan de una forma diferente a las otras fuentes de luz. En lugar de
detenerse de manera simple y abrupta, los LEDs reducen su intensidad de
manera gradual en el tiempo. La llamada depreciacin de lumen resultante en
una reduccin del 30 o 50% en potencia de luz, es considerada comnmente
como una falla. Aunque tales diferencias parecen grandes, el ojo humano no
responde linealmente a los cambios en la intensidad de la luz, entonces son
aceptables en trminos de rendimiento. Se espera que la vida de los dispositivos
LED alcance las 50.000 horas. En este perodo de vida y en perodos superiores,
las fallas pueden surgir por la provisin de energa, ms no por la falla del mismo
led. An existen algunas dudas acerca del proceso utilizado para evaluar la vida
til de los productos LEDs, dado que 50.000 horas equivalen a 5.7 aos, mucho
ms tiempo del que ha transcurrido desde que se han desarrollado algunos de los
productos disponibles actualmente.
1.4.6 LEDS EN EL TRANSITO
Los LEDs se utilizan de manera exitosa tanto en semforos como en seales
peatonales. En los Estados Unidos se estima que todas las seales de trnsito
que utilizan LED requieren el 11% de la energa que utilizan las seales
incandescentes convencionales. El marcado aument en la longevidad de los
LEDs los hacen ms atractivos para estas aplicaciones ya que el cambio de las
lmparas de los semforos ocasiona interrupciones y cuesta importantes sumas
de dinero. La tecnologa del LED se est volviendo econmicamente viable con
las primeras grandes instalaciones en desarrollo (LEDs Magazine 2007c). As
como ofrecen ventajas de longevidad y eficiencia, los LEDs se pueden atenuar
completamente y pueden ser diseados para producir luz direccional, reduciendo
as de manera potencial una de las principales fuentes de contaminacin lumnica
del cielo nocturno.
1.5. MICROCONTROLADOR
Los microcontroladores son computadores digitales integrados en un chip que
cuentan con un microprocesador o unidad de procesamiento central (CPU), una
48



memoria para almacenar el programa, una memoria para almacenar datos y
puertos de entrada salida. A diferencia de los microprocesadores de propsito
general, como los que se usan en los computadores PC, los microcontroladores
son unidades autosuficientes y ms econmicas.
El funcionamiento de los microcontroladores est determinado por el programa
almacenado en su memoria. Este puede escribirse en distintos lenguajes de
programacin. Adems, la mayora de los microcontroladores actuales pueden
reprogramarse repetidas veces. Por las caractersticas mencionadas y su alta
flexibilidad, los microcontroladores son ampliamente utilizados como el cerebro de
una gran variedad de sistemas embebidos
9
que controlan mquinas,
componentes de sistemas complejos, como aplicaciones industriales de
automatizacin y robtica, equipos mdicos, sistemas aeroespaciales, e incluso
dispositivos de la vida diaria como automviles, hornos de microondas, telfonos
y televisores.
Frecuentemente se emplea la notacin C o las siglas MCU (por microcontroller
unit) para referirse a los microcontroladores.
Entre las principales caractersticas de los microcontroladores tenemos:
x Unidad de Procesamiento Central (CPU): Tpicamente de 8 bits, pero
tambin las hay de 4, 32 y hasta 64 bits con arquitectura Harvard, con
memoria/bus de datos separada de la memoria/bus de instrucciones de
programa, o arquitectura de von Neumann, tambin llamada arquitectura
Princeton, con memoria/bus de datos y memoria/bus de programa
compartidas.
x Memoria de Programa: Es una memoria ROM (Read-Only Memory),
EPROM (Electrically Programable ROM), EEPROM (Electrically
Erasable/Programable ROM) o Flash que almacena el cdigo del programa
que tpicamente puede ser de 1 kilobyte o varios megabytes.
x Memoria de Datos: Es una memoria RAM (Random Access Memory) que
puede ser de 1, 2 4, 8, 16, 32 kilobytes.

9
TORRES TORRITI, Miguel. Tutorial Microcontroladores Pic.
http://web.ing.puc.cl/~mtorrest/downloads/pic/tutorial_pic.pdf
49



x Generador del Reloj: Usualmente un cristal de cuarzo de frecuencias que
genera una seal oscilatoria de entre 1 a 40 MHz, o tambin resonadores o
circuitos RC.
x Interfaz de Entrada/Salida: Puertos paralelos, seriales (UARTs, Universal
Asynchronous Receiver/Transmitter),I2C(Inter-Integrated Circuit), Interfaces
de Perifricos Seriales (SPIs, Serial Peripheral Interfaces), Red de rea de
Controladores (CAN, Controller Area Network), USB (Universal Serial Bus).
La alta integracin de subsistemas que componen un C reduce el nmero de
chips, la cantidad de pistas y espacio que se requeriran en un circuito impreso si
se implementase un sistema equivalente usando chips separados.
Los microcontroladores ofrecen una amplia gama de aplicaciones y slo algunas
se exploran normalmente. Se puede programar una tarea especfica para que
haga el microcontrolador y cargar un programa en l con las instrucciones
apropiadas.
Dentro de cada familia de dispositivos, se encontrar normalmente una seleccin
de varios microcontroladores dependiendo de los dispositivos internos que tenga
disponibles, y la capacidad de memoria de programa y datos.
Los microcontroladores tambin se especifican por la cantidad de bits que pueden
procesar por unidad de tiempo. Un nmero alto de bits indica que se trata de un
dispositivo rpido y de altas prestaciones. Los microcontroladores de 8 bits son
muy populares y se emplean en proyectos simples, sin embargo se encuentran
arquitecturas que manejan hasta 32 bits, para aplicaciones ms complejas.
El consumo de potencia es otra especificacin que se debe tener en cuenta,
sobre todo para sistemas alimentados por bateras. Los Chips normalmente son
fabricados con tecnologa CMOS debido al consumo bajo que ofrece. Algunos de
estos dispositivos CMOS tienen disponible un estado de espera o modo "sleep",
como los computadores cuando se suspenden, el cual limita el consumo de
corriente en unos cuantos microamperios cuando los circuitos se encuentran
inactivos. Usando este modo de funcionamiento, el consumo de potencia puede
ser reducido cuando se da espera a la entrada de datos durante la ejecucin de
un programa.
50



1.5.1. FAMILIA 805X, 80186 INTEL
Los microcontroladores de la serie 8051, son la segunda generacin despus del
8048. Este dispositivo es muy poderoso y fcil para programar. Tiene arquitectura
Harvard, es decir, que la memoria de datos y programa se encuentran por
separado en su estructura (ver figura 1.25). La memoria del programa es de 64K y
la memoria de datos es de 128 bytes y 256 bytes para los 8052. Hay disponible
gran cantidad de software de desarrollo para los microcontroladores de esta
familia que puede ser encontrado en Internet.
Figura 1.25. Arquitectura del Microcontrolador 80186.

La tercera generacin de estos microcontroladores son los de la familia 80C196,
los cuales manejan palabras de 16 bits. Entre las principales caractersticas de
estos dispositivos se pueden enumerar las siguientes: efectan operaciones de
multiplicacin y divisin el hardware multiplica y divide, 6 modos de
51



direccionamiento, Sistema de E/S de alta velocidad, Conversor A/D, mdulo de
comunicacin serial, 8 fuentes de interrupcin, generador de PWM, Watchdog
Timer.

Existe tambin el microcontrolador 80386 EX, el cual tiene toda la potencialidad
de un procesador 80386 pero con dispositivos adicionales que lo convierten en un
microcontrolador muy potente y verstil. Este dispositivo tiene puerto serial,
modos de ahorro de energa, contadores y temporizadores, memoria DRAM y
fuentes de interrupcin.

1.5.2. FAMILIA 68HC11 MOTOROLA
El 68HC11 es un microcontrolador de 8 bits como se observa en la figura 1.26.
Este microcontrolador tiene bus de direcciones interno de 16 bits con un juego de
instrucciones similar al de sus predecesores de las familias 6801, 6805 y 6809. La
arquitectura de estos microcontroladores es Von-Newman, es decir, que las
direcciones y los datos comparten el mismo espacio en memoria.







Figura 1.26. Microcontrolador 68HC11.

Dependiendo de la variedad, los 68HC11 tienen EEPROM incorporada, RAM,
entradas y salidas digitales, temporizadores, conversor A/D, generador de PWM,
contadores de pulsos, puerto de comunicaciones seriales sincrnicos y
asincrnicos, entre otras funciones.
52



1.5.3. PIC16C - MICROCHIP
Los microcontroladores de Microchip fueron los primeros dispositivos RISC. RISC
significa que el dispositivo tiene un nmero reducido de instrucciones, lo cual
implica simplicidad en su arquitectura y bajo costo. (ver figura 1.27). Aunque
estos microcontroladores tienen pocas instrucciones (33 para el PIC16CXX) en la
actualidad son muy utilizados por su facilidad de programacin y costo reducido.
Estos dispositivos son de arquitectura Harvard, por lo cual tienen buses de datos
y direcciones separadas.







Figura 1.27. Microcontrolador PIC16C.
Los beneficios que tiene este dispositivo frente a los dems es su sencillez, lo
cual permite fabricarlo en chips muy pequeos, con la ventaja adicional de
consumir muy poca energa. Estos dispositivos son muy populares y
generalmente se encuentran en aplicaciones en revistas de electrnica e Internet.
Actualmente existen varias familias de este microcontrolador entre las cuales se
pueden destacar la PIC16C5X, PIC16CXX, y la PIC17CXX, que tambin se
pueden conseguir con memoria Flash en las familias PIC16FXXX
1.6. MICROCONTROLADOR PIC16FXXX
Es la gama ms variada y completa de los PIC. Abarca modelos con encapsulado
desde 18 pines hasta 68 pines, cubriendo varias opciones que integran
abundantes perifricos.


53



El miembro de esta familia ms conocido es el 16F84, constituido de 1.75KB de
programa, 68B de RAM, 1 timer de 8 bits, entre otras caractersticas. Tambin son
muy utilizados en muchas aplicaciones los 16F866 y los 16F877.

En esta gama de microcontroladores se aaden nuevas prestaciones a las que
posean los de la llamada gama baja, hacindoles ms adecuados en las
aplicaciones complejas. Admiten interrupciones, poseen comparadores de
magnitudes analgicas, convertidores A/D, puertos serie y diversos
temporizadores.

El repertorio de instrucciones es de 35, de 14 bits cada una y compatible con el de
la gama baja. Sus distintos modelos contienen todos los recursos que se precisan
en las aplicaciones de los microcontroladores de 8 bits. Tambin dispone de
interrupciones y una Pila de 8 niveles que permite el anidamiento de subrutinas.
En la figura 1.28 se presentan las principales caractersticas de los modelos de
esta familia.

El microcontrolador de esta familia se encuentra diseado para que en su
memoria de programa se almacenen todas la instrucciones del programa de
control .Como ste siempre es el mismo estar grabado de forma permanente.

El temporizador que hay en esta gama tiene un circuito oscilador que puede
trabajar asncronamente y que puede incrementarse aunque el microcontrolador
se halle en el modo de reposo (sleep), posibilitando la implementacin de un
reloj en tiempo real.
Las lneas de E/S presentan una carga pull-up activada por software.

54




Figura 1.28. Microcontrolador pic16fxxx.
1.6.1. DESCRIPCIN DE LOS PINES

1.6.1.1. Porta: RA0-RA5:
x Los terminales RA0-RA3 y RA5 son bidireccionales y manejan seales TTL
RA0 RA3 TTL. Pueden configurarse como entradas analgicas.
x El terminal RA4 como entrada es Schmitt Trigger y cmo salida es colector
abierto. Este terminal puede configurarse como clock de entrada para el
clock contador TMR0.
1.6.1.2. Portb: RB0-RB7:
x Los terminales RB0-RB7 son bidireccionales y manejan seales TTL.
x Por software se pueden activar las resistencias de pull-up internas, que
evitan up
55



x El uso de resistencias externas en caso de que los terminales se utilicen
como entrada (esto permite, en algunos casos, reducir el nmero de
componentes externos necesarios).
x RB0 se puede utilizar como entrada de pulsos para la interrupcin externa.
x RB4-RB7 se pueden utilizar para la interrupcin por cambio de estado.

1.6.1.3. Portc: RC0-RC7:
x Los terminales RC0-RC7 son bidireccionales y manejan seales TTL.
x Se utilizan en los mdulos de PWM, comparadores y transmisin serial.

Para que un PIC procese instrucciones, necesita un reloj cuyos impulsos
determinen la velocidad de trabajo. El oscilador que genera esos impulsos esta
implementado dentro del circuito integrado, pero para regular, seleccionar y
estabilizar la frecuencia de trabajo hay que colocar externamente cierta circuitera
entre los pines OSC1/CLKIN y OSC2/CLKOUT.

La frecuencia de reloj principal determina el ciclo de instruccin (tiempo que tarda
una instruccin en ejecutarse). En los PICs, un ciclo de instruccin emplea cuatro
periodos de oscilacin del reloj principal. Segn los componentes externos que se
coloquen se configuran cuatro tipos de osciladores:

x Tipo RC: Es un oscilador de bajo costo y poca estabilidad. Solo precisa una
resistencia y un capacitor externos.
x Tipo HS: Es un oscilador de alta velocidad y muy estable funciona en
frecuencias comprendidas entre 4 y 20MHz. Utiliza un cristal de cuarzo o
un resonador cermico.
x Tipo XT: Tambin emplea el cristal de cuarzo o el resonador cermico.
Trabaja en frecuencias medias, comprendidas entre 100KHz y 4MHz.

56



x Tipo LP: Empleado en aplicaciones de bajo consumo, lo que conlleva una
frecuencia pequea. A ms velocidad, mas consumo. Usa cristal o
resonador, y las frecuencias de trabajo oscilan entre 35 y 200KHz.

Cuando el microcontrolador funciona en modo reposo (sleep) la potencia
necesaria es menor de 3mA.
El temporizador perro guardin (watchdog) es independiente del reloj principal
(posee su propio oscilador), por lo tanto en el modo en bajo consumo puede
seguir funcionando. Cuando llegue al valor mximo FFh, se produce el
desbordamiento del perro guardin, se iniciara tomando el valor 00h y provocara
un reset. El tiempo tpico es de 18ms, pero utilizando un divisor de frecuencia
(programable por software) se pueden alcanzar 2.3 segundos de tiempo real. La
utilizacin del perro guardin permite controlar los posibles cuelgues del
programa, esto es si durante el programa hemos previsto poner a cero el perro
guardin para evitar que se genere un reset, en el momento que por un fallo no
previsto el programa se quede en un bucle sin fin, al no poder poner a cero el
perro guardin, este generara un reset sacando al programa del bucle.

1.6.1.4. Temporizador TMR0:
Puede usarse como contador o temporizador de 8 bits,

1.6.1.5. Temporizador TMR1:
De los tres temporizadores disponibles en los PIC16X ste es el nico que tiene
un tamao de 16 bits y que acta como un Temporizador/Contador. Para manejar
16 bits es preciso concatenar dos registros de 8 bits: TMR1H:TMR1L, que son los
encargados de guardar la cuenta en cada instante. Dicho valor evoluciona desde
0000H hasta FFFFH y al regresar nuevamente al valor 0000H se acciona la
sealizacin TMRlF, y si se desea se puede provocar la peticin de una
interrupcin. El valor existente en TMR1H:TMR1L puede ser ledo o escrito y los
pulsos de reloj que originan la cuenta ascendente pueden provenir del exterior o
de la frecuencia de funcionamiento del microcontrolador.
57



1.6.1.6. Conversor A/D:
Los PIC16F disponen de un conversor A/D de 10 bits de resolucin y 5 canales de
entrada. A travs de una entrada seleccionada se aplica la seal analgica a un
condensador de captura y mantenimiento, luego dicho valor se introduce al
conversor, que usando la tcnica de aproximaciones sucesivas proporciona un
resultado digital equivalente de 10 bits. La tensin de referencia puede
implementarse con la tensin interna de alimentacin del PIC o bien con una
externa introducida por las patas RA3/AN3/VREF+ y RA2/AN2/VREF.

1.6.1.7. Puerto de comunicacin serie sncrono:
Este mdulo, llamado MSSP, integrado en los PIC16F87X proporciona un
excelente medio de comunicacin con otros microcontroladores o perifricos que
trabajan en serie.
Tiene dos alternativas de trabajo:
x SPI (Serial Peripheral Interface).
x I2C (Inter-Integrated Circuit).
La comunicacin en modo SPI la utilizan principalmente las memorias RAM y
EEPROM y utiliza tres lneas. En el modo I2C slo se emplean dos lneas y se
usa en la comunicacin de circuitos integrados diversos. Bsicamente el mdulo
MSSP est basado en dos registros: el SSPSR, que es un registro de
desplazamiento que transforma la informacin serie en paralelo y viceversa, y el
registro SSPBUF, que acta como buffer de la informacin que se recibe o se
transmite en serie. En transmisin, el byte que se desea enviar se carga en el
SSPBUF y automticamente se traspasa a SSPSR, donde se va desplazando bit
a bit, sacndolo al exterior al ritmo de los pulsos de reloj. En recepcin, los bits
van entrando al ritmo del reloj por una pata del PIC y se van desplazando en el
SSPSR hasta que lo llenan, en cuyo momento se traspasa la informacin al
SSPEUF.
En el modo SPI se utilizan tres lneas del PIC, mientras que en el modo I2C slo
se emplean dos lneas para la comunicacin del PIC maestro con los circuitos
integrados que funcionan como esclavos en dicho microcontrolador.
58



1.6.1.8. Usart:
El Usart soporta la comunicacin serie sncrona y asncrona. Puede funcionar
como un sistema de comunicacin bidireccional asncrona o full dplex,
adaptndose a multitud de perifricos que transfieren informacin de esta manera.
Tambin puede trabajar en modo unidireccional o half duplex.
x SERIE ASNCRONA (Full dplex, bidireccional).
x SERIE SNCRONA-MAESTRO (Half duplex, unidireccional).
x SERIE SNCRONA-ESCLAVO (Half duplex, unidireccional).
En el primero, las transferencias de informacin se realizan sobre dos lneas TX y
RX, saliendo y entrando los bits por dichas lneas al ritmo de la frecuencia
controlada internamente por el USART En el modo sncrono la comunicacin se
realiza sobre dos lneas, la DT, que traslada los bits en ambos sentidos a la
frecuencia de los pulsos de reloj que salen por la lnea CK desde el maestro.

1.6.1.9. Organizacin de la memoria.
Hay 2 bloques de memoria en el PIC16FXXX.
La memoria de programa y la memoria de datos, cada bloque tiene su propio bus
(arquitectura Hardvard). La memoria de datos est divida en:
x Memoria de uso general.
x Registros especiales.
x Memoria EEPROM.

PIC16FXXX dispone de una memoria de programa de 4096 posiciones (0000H a
03FFH) de 14 bits cada una. La memoria est dividida en 4 pginas.
x El contador de programa (PC) es el registro que contiene, en todo
momento, la direccin de la prxima instruccin a ejecutarse. Este registro,
de 13 bits, es capaz de direccionar hasta 8192 posiciones de memoria
(ms que suficiente para las 4096 del PIC16F873).
59



x Stack de 8 niveles. Son 8 registros de 13 bits en los que el
microcontrolador va almacenando las direcciones de retorno de las
diferentes subrutinas.
x La posicin 0000H de la memoria es el denominado Vector de Reset. Esta
es la direccin de memoria que se carga en PC cuando el
microcontrolador, estando alimentado, sale del estado de reset
(MCLR=5Vcc). En esta direccin se debe almacenar un GOTO al inicio del
programa.
x La direccin 0004H es el denominado Vector de interrupcin. Cuando el
sistema de interrupciones se encuentra habilitado y se produce un evento,
en PC se carga automticamente esta direccin. En ella debe comenzar la
rutina de atencin a las interrupciones.
La memoria de programa propiamente dicha se divide en dos pginas (0005-07FF
y 0800-0FFF).
1.6.1.10. Memoria de datos
La memoria de datos es del tipo RAM. Est compuesta por registros de 8 bits y
dividida en 2 reas:
1.6.1.10.1. Registros especiales
Cada uno tiene una funcin especfica. Los registros especiales estn repartidos
en los 4 bancos, as por ejemplo tenemos los Tris, Timmers, puertas de
entrada/salida digitales, etc.
1.6.1.10.2. Registros de uso general
Son los registros que le permiten al usuario almacenar valores temporalmente
(variables) durante la ejecucin del programa.
La memoria est dividida en 4 bancos:
x Banco 0: 000H-07FH
x Banco 1: 080H-0FFH
x Banco 2: 100H-17FH
x Banco 3: 180H-1FFH
60



Como se indica en la figura 1.29 cada banco se compone de 256 registros de 8
bits cada uno. Los primeros 20 registros se reservan para los registros especiales,
los restantes se utilizan para uso general. No todos los registros estn
implementados fsicamente. El banco se debe seleccionar por software. Para ello
se utilizan los bits RP0 y RP1 del registro STATUS.

Figura 1.29. Microcontrolador. - Bancos de datos.

61



1.6.1.11. Registro Option
Su funcin principal es controlar el TMR0 y el divisor de frecuencia, ocupa la
posicin 81H de la memoria de datos (direccin 1 del banco 1).
x RBPU Activa o desactiva las resistencias pull-up de la puerta B.
x INTEDG Indica cual es el flanco activo (ascendente o descendente) de la
interrupcin externa.
x TOCS Tipo de reloj para el TMR0, funciona como temporizador.
x PSA Asignacin del divisor de frecuencias 0 a TMR0 y 1 a WDT, es decir
indica el valor con el que acta el divisor de frecuencias.














62



CAPTULO II
DESARROLLO DE HARDWARE Y SOFTWARE
DEL PROYECTO
2.1 SOFTWARE DE DISEO
Un simulador de circuitos electrnicos es una herramienta de software utilizada en
el campo de la electrnica, ayuda a crear circuito que se desee ensamblar,
ayudando a entender mejor el mecanismo, y ubicar las fallas dentro del mismo de
manera ms fcil y sencilla.

El diseo de estos programas de software llevan varios aos siendo desarrollados
y mejorado sus caractersticas, Uno de los primeros simuladores creados fue
SPICE, desarrollado por Donald Pederson. El funcionamiento de este programa
se basa en lnea de cdigo las cuales no son tan fciles de utilizar al momento de
disear todo un circuito complejo y el usuario debe de tener un conocimiento
correcto sobre cmo utilizar esos comandos. Sin embargo, SPICE es fundamental
para otros programas con mayor interactividad con el usuario. Existen muchos
otros programas en el mercado que realizan la misma funcin, con diferentes
grados de complejidad y de funcionalidad.

Proteus es un programa para simular circuitos electrnicos complejos integrando
inclusive desarrollos realizados con microcontroladores de varios tipos, es una
herramienta de alto desempeo con unas capacidades grficas impresionantes.
Presenta una filosofa de trabajo mediante el arrastre de sus componentes de una
barra e incrustndolos en la aplicacin. En la figura 2.1 se muestra la imagen del
programa Proteus, al momento de ejecutarlo.
63




Figura 2.1. Imagen principal del programa Proteus.
Los simuladores de circuitos cuentan con mltiples herramientas que te permiten
realizar casi cualquier circuito, se pueden colocar circuitera bsica como
resistencias, condensadores, fuentes de voltaje, leds, tambin se pueden usar
semiconductores como compuertas AND, OR, XOR, XAND y circuitera ms
compleja como un TIMER, Flip Flop, Buffer y Unidades Aritmtica y lgica.

Utilizar un simulador de circuitos permite al hacer pruebas sin correr el riesgo de
daar algn circuito, si eso llegase a ocurrir, implicara mayor gasto de material
semiconductor.
Cuando un circuito trabaje correctamente en el simulador, ser ms fcil armarlo
en una tabla de prototipo o protoboard, y se puede tener la seguridad de que el
circuito funcionar correctamente. Con el simulador se puede hallar de manera
ms fcil los errores y problemas que surgen a la hora de ensamblar los circuitos
elctricos, con algunas herramientas que los programas ya cuentan como por
ejemplo: multmetros, generadores de voltaje u osciloscopios.
Algunos programas cuentan con diferentes vistas al circuito que se est armando.
Se puede observar como si se estuviese conectando en un protoboard, o como un
diagrama de conexiones. Tambin se puede ver como una placa de circuitos la
cual se puede mandar a fabricar con alguna compaa y as obtendr un trabajo
final funcionando.
El uso de la simulacin por ordenador es una herramienta imprescindible hoy en
da, al ser la forma ms sencilla y rpida de comprobar el funcionamiento de un
circuito. Adems, no necesita ningn tipo de material adicional para el montaje del
mismo o medida de los resultados.
64



2.1.1 EL SIMULADOR ISIS DE PROTEUS
El simulador ISIS de Proteus es un poderoso paquete de software, desarrollado
por la compaa labcenter electronics, que se ha posicionado desde hace ms de
10 aos, como una de las herramientas ms tiles para la simulacin de los
microcontroladores PICMicro. La figura 2.2 muestra el icono del software. Dicho
paquete permite la simulacin de las familias de los PICMicro ms populares tales
como la: 12F, 16F, 18F. Adems de los PIC, el ISIS puede simular una gran
variedad de dispositivos digitales y analgicos, entre los dispositivos digitales es
posible simular displays de siete segmentos, de caracteres, y grficos. ISIS puede
simular sensores de temperatura, humedad, presin, y luminosidad, entre otros.
El simulador permite, simular actuadores como: motores dc, servo motores, luces
incandescentes entre otros. Es posible simular perifricos de entrada y salida
como teclados, y puertos fsicos del ordenador como: RS232, y USB. Este
simulador cuenta con una amplia variedad de instrumentos de medicin como
voltmetros, ampermetros, osciloscopios, y analizadores de seal. En conclusin
ests y otras caractersticas hacen del ISIS de Proteus, una herramienta ideal
para el diseo y estudio de los PICMicro.

Figura 2.2. cono de la herramienta de Proteus ISIS.
Proteus ha revolucionado el concepto de simulacin de circuitos electrnicos al
pasar de las tpicas presentaciones grficas y textuales de informacin pre-
procesada (al estilo PSPICE) a la simulacin interactiva muchas veces en tiempo
real.

El uso y trabajo bajo el torno de ISIS demanda una amplia cantidad de
herramientas y opciones que se deben conocer.
A continuacin se mostrar el entorno para hacer la simulacin en ISIS. Como
medida se debe identificar la paleta de dispositivos, que est a la izquierda de la
65



pantalla, en est paleta el desarrollador debe identificar el botn P, para mayor
claridad observe la figura 2.3 en donde se muestra el entorno de trabajo de ISIS:

Figura 2.3. Proteus. - Entorno de trabajo.
2.1.2 EL SIMULADOR ARES DE PROTEUS
Software de Edicin y Ruteo Avanzado, ARES, por sus siglas en ingls
Advanced Routing and Editing Software es la herramienta de enrutado, ubicacin
y edicin de componentes, se utiliza para la fabricacin de placas de circuito
impreso, permitiendo editar generalmente, las capas superficial (Top Copper), y
de soldadura (Bottom Copper).En la figura 2.4 muestra el icono del software Ares.
Es una herramienta para la elaboracin de placas de circuito impreso con
posicionador automtico de elementos y generacin automtica de pistas, que
permite el uso de hasta 16 capas. Mediante la figura 2.5 se muestra el rea de
trabajo de Ares de Proteus.
66



Puede ser utilizada de manera manual o dejar que el propio programa trace el
ruteado, una vez colocados los componentes trazar automticamente las pistas
realizando varias optimizando el resultado.

Figura 2.4. cono de la herramienta de Proteus ARES.
Figura 2.5. Ares. - rea de trabajo.
2.2 DISEO CIRCUITAL
Para el diseo de los circuitos electrnicos se utiliz la herramienta de software
llamada Proteus, El primer paso para la realizacin de los diagramas, en el
presente proyecto se lo realiz con la mencionada herramienta ISIS. Mediante
ISIS se pudo elaborar los diagramas esquemticos de los diferentes circuitos
como son el circuito de recepcin, transmisin y control.

67



2.2.1 CIRCUITO ELECTRNICO RECEPCIN
En el diagrama electrnico de la figura 2.6, se muestra el circuito bsico de
recepcin de la seal infrarroja, utilizando el sensor TSOP 1838, el cual se
emplea frecuentemente para recibir seales infrarrojas de mandos a distancia,
cuya cualidad especial es la recepcin de las seales incluso en presencia de
fuentes de luz intensas. El sensor est conectado al microcontrolador 16F877A,
permitiendo ejecutar diferentes instrucciones en funcin de las necesidades del
diseo.

Figura 2.6. Diagrama del Circuito de Recepcin Infrarrojo.

2.2.2 CIRCUITO ELECTRNICO DE TRANSMISIN

El circuito encargado de emitir las seales infrarrojas se muestra en la figura 2.7,
cuyo programa tiene un generador con frecuencia de 38 KHz, para que as estas
seales sean compatibles con el dispositivo receptor, este circuito funciona de la
siguiente manera: cuando el botn est activado, genera un tren de pulsos con
una frecuencia de 38 KHz (un pulso alto y uno bajo de 26 microsegundos), pero si
el botn est apagado, desactiva todos los pines que antes estaban oscilando.

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Figura 2.7. Diagrama del Circuito de Transmisin Infrarrojo.
2.2.3 CIRCUITO ELECTRNICO DE CONTROL
El circuito de control mostrado en la figura 2.8 est constituido por el
microcontrolador 16F877A como el elemento principal encargado de ejecutar
diferentes rdenes, en donde el cdigo del programa est desarrollado para la
semaforizacin inteligente, y controla la secuencia de luces de los cuatro
semforos, cada uno en sentido de los cuatro puntos cardinales. El
microcontrolador cuenta con un circuito oscilador con un cristal de 8 MHz para
generar la frecuencia de operacin necesaria para controlar los tiempos de
secuencia en las luces de los semforos.
En el display LCD se despliega informacin del diseador, este tiene una
configuracin de 4 bits programada para su correcto funcionamiento.
Dentro de este diseo se necesita tener un circuito de alimentacin el cual utiliza
una corriente alterna de 120 voltios, y pueda transformar a corriente continua para
69



proveer de un voltaje de 5 voltios a los dispositivos electrnicos utilizados.
Primero se necesita un transformador de 120 v AC a 12 v AC con una frecuencia
de 60 Hz con corriente de 2 A para que soporte la carga de todos los dispositivos
que se desee proveer de energa, seguido por un puente de Diodos que
transforme la seal alterna a directa y un filtro que estabilice esta seal constituido
por un capacitor de 2200 uF. Adicionalmente, se coloca un circuito integrado que
tiene la funcin de regular el voltaje a 5 voltios con corriente pico de 1 amperio.

Figura 2.8. Diagrama del Circuito de Control.

2.2.4 LISTA DE MATERIALES ELECTRNICOS UTILIZADOS

En la tabla 2.1, se detallan los materiales utilizados para la implementacin de las
placas electrnicas del prototipo de semaforizacin inteligente.

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Lista de Materiales Cantidad
Diodos LED de 5mm y 7mm 14
Diodo Infrarrojo emisor 12
Receptor TSOP 1838 12
Capacitores varios valores 18
Resistencias varios valores 60
Espadines de conexin 60
Microcontrolador 16F877 1
Microcontrolador 16F628 1
Puente Rectificador de diodos 1
Regulador de voltaje 7805 3
Cristal 8 MHz 1
Cristal 4 MHz 1
Pulsador 1
Interruptor 3
Buzzer 1
Potencimetro de baquelita 1
Transistor 2n3904 1
Pantalla LCD 1

Tabla 2.1. Lista de materiales electrnicos.
2.3 CONSTRUCCION

Una vez que se ha realizado el diseo en Isis y que se ha comprobado con las
respectivas simulaciones que funciona correctamente, se procede a realizar el
diseo de la placa electrnica mediante la herramienta de Proteus Ares. Para
realizar este procedimiento se importa el diagrama de ISIS y con cuidado se
coloca los elementos en el espacio de trabajo, para que de esta manera se realice
la conexin de las pistas por donde va a circular la corriente elctrica. Al realizar
71



la distribucin de materiales se debe tomar en cuenta el tamao real de los
mismos para no tener problema al soldaros en la placa electrnica.
En la figura 2.9 se observa el diagrama del circuito transmisor donde se
encuentran distribuidos los materiales electrnicos para generar las seales
infrarrojas de 38KHz.

Figura 2.9. Esquema de las pistas del circuito emisor en Ares.
En la figura 2.10 tenemos el diagrama del circuito receptor que es l va a recibir
las seales infrarrojas.

Figura 2.10. Esquema de las pistas del circuito receptor en Ares.
En la figura 2.11 se puede observar el diagrama de pistas del circuito principal del
sistema de semaforizacin. Hay que tomar en cuenta la que los elementos en
esta placa deben estar correctamente distribuidos para no tener posteriores
problemas al momento de implementarlos en la placa.
72




Figura 2.11. Esquema de las pistas del circuito de control en Ares.

El siguiente procedimiento es pasar estos diagramas esquemticos de las pistas a
una baquelita en la cual se va quemar con cido y como resultado obtener las
pistas de cobre listas para colocar los elementos fsicos tal como se dise
previamente.

En las figuras 2.12, 2.13 y 2.14 se observa los diagramas diseados impresos en
un papel fotogrfico para traspasar a la baquelita.
73




Figura 2.12. Pistas circuito control

Figura 2.13. Pistas Circuito de emisin.

74




Figura 2.14. Pistas circuito recepcin.

2.3.1 SELECCIN DE MATERIALES

Ya que es un proyecto piloto en el que se desea tener resultados apegados a la
realidad y que adems sean fiables, se debe adquirir materiales de buena calidad
y acorde a las necesidades fsicas que se desea presentar en la maqueta que se
va a construir. A continuacin se va a mostrar las imgenes de los principales
elementos activos del sistema de semaforizacin.

En las figuras 2.15 y 2.16, se puede observar los Diodos LED que van a ser
utilizados para representar las luces del semforo.


Figura 2.15. Diodo LED color rojo de 7mm
75




Figura 2.16. Diodos LED verde y amarillo de 5mm.

En la figura 2.17, se observa el Diodo emisor de luz infrarroja que va a ser el
elemento que enve la seal lumnica del circuito transmisor, estos elementos van
a ser colocados para realizar el censado del trnsito en las avenidas de la
interseccin seleccionada para hacer las pruebas de funcionamiento.


Figura 2.17. Diodo emisor Luz Infrarroja.

El sensor infrarrojo presentado en la figura 2.18 es el que se encarga de recibir
las seales lumnicas para de esta manera activar el sistema de semaforizacin
controlado por el microcontrolador.
76




Figura 2.18. Sensor infrarrojo TSOP 1838.


Una vez que se tienen listos los materiales y las baquelitas con las pistas
correctamente quemadas, se procede a soldar correctamente los elementos,
obteniendo como resultado las placas electrnicas listas para sus pruebas de
funcionamiento e implementacin en la maqueta, Ver figuras 2.19, 2.20 y 2.21.



Figura 2.19. Placa electrnica para el elemento receptor.
77




Figura 2.20. Placa electrnica circuito transmisor.


Figura 2.21. Placa electrnica circuito de control.


78



2.4 SOFTWARE DE PROGRAMACION

El lenguaje nativo de los microcontroladores es el ASM, y en el caso de la familia
16F solo posee 35 instrucciones. Pero el ASM es un lenguaje que est mucho
ms cerca del hardware que del programador. Entre ellos se encuentran varios
dialectos. Como el proceso de escribir un cdigo ejecutable era
considerablemente arduo, en consecuencia fue creado el primer lenguaje de
programacin denominado ensamblador (ASM). Siguiendo la sintaxis bsica del
ensamblador, era ms fcil escribir y comprender el cdigo. Las instrucciones en
ensamblador consisten en las abreviaturas con significado y a cada instruccin
corresponde una localidad de memoria. Un programa denominado ensamblador
compila (traduce) las instrucciones del lenguaje ensamblador a cdigo mquina
(cdigo binario).

Este programa compila instruccin a instruccin sin optimizacin. Como permite
controlar en detalle todos los procesos puestos en marcha dentro del chip, este
lenguaje de programacin todava sigue siendo popular.

Un microcontrolador ejecuta un programa cargado en la memoria Flash. Esto se
denomina el cdigo ejecutable y est compuesto por una serie de ceros y unos,
aparentemente sin significado. Dependiendo de la arquitectura del
microcontrolador, el cdigo binario est compuesto por palabras de 12, 14 o 16
bits de anchura. Cada palabra se interpreta por la CPU como una instruccin a
ser ejecutada durante el funcionamiento del microcontrolador.

Todas las instrucciones que el microcontrolador puede reconocer y ejecutar se les
denominan colectivamente Conjunto de instrucciones. Como es ms fcil trabajar
con el sistema de numeracin hexadecimal, el cdigo ejecutable se representa
con frecuencia como una serie de los nmeros hexadecimales denominada
cdigo Hex. En los microcontroladores PIC con las palabras de programa de 14
bits de anchura, el conjunto de instrucciones tiene 35 instrucciones diferentes.
Gracias a la miniaturizacin que permite incorporar cada vez ms memoria dentro
79



de un microcontrolador sin aumentar prcticamente su costo, han surgido
compiladores de lenguajes de alto nivel.

Los lenguajes de programacin de alto nivel (Basic, Pascal, C etc.) fueron
creados con el propsito de superar las desventajas del ensamblador. En
lenguajes de programacin de alto nivel varias instrucciones en ensamblador se
sustituyen por una sentencia. El programador ya no tiene que conocer el conjunto
de instrucciones o caractersticas del hardware del microcontrolador utilizado. Ya
no es posible conocer exactamente cmo se ejecuta cada sentencia, de todas
formas ya no importa. Aunque siempre se puede insertar en el programa una
secuencia escrita en ensamblador.

Para la programacin en Lenguaje Basic, existe una gran variedad de
posibilidades en el mercado, y entre las cuales hemos elegido para esta primera
edicin, el Ambiente Integrado de Desarrollo Microcode Studio (IDE) de
microEngineering Labs, es un Ambiente Integrado de Desarrollo de MECANIQUE,
diseado especialmente para microEngineering Labs, Inc.

2.4.1 MICROCODE

Microcode es un editor de texto como el bloc de notas de Windows, el programa
est hecho principalmente para la programacin de los microcontroladores.
En la figura 2.22, se tiene la interfaz y las partes del entorno de programacin.

80




Figura 2.22. Partes del entorno de programacin Microcode Studio.
Microcode al momento de realizar un programa nos da varios archivos con los
cuales vamos a utilizar el archivo con extensin HEX, el mismo que ayudara para
poderle abrir con el ICPROG y as poder grabar en el PIC.

El Microcode Studio ayuda de una manera sencilla el crear programas y con la
ayuda del compilador se puede identificar si existe algn error en el cdigo,
tambin soporta sentencias en Assambler.

El editor principal proporciona la sintaxis completa de resaltar el cdigo con
ayuda contextual sugerencias de palabras clave sensibles y la sintaxis. El
explorador de cdigo le permite saltar automticamente para incluir los archivos,
define constantes, variables, los alias y los modificadores, los smbolos y las
etiquetas, que estn contenidos dentro de su cdigo fuente. Corte completo,
copiar y pegar, deshacer y se proporciona, junto con las caractersticas de
bsqueda y reemplazo.
10



10
MicroCode Studio 4 + PicBasic Pro 2.60. http://identi.info/downloads/88752435/MicroCode-Studio-4-_-
PicBasic-Pro-2_60.html
81



2.4.1.1 Listado de instrucciones generales
Entre las instrucciones ms usados a la hora de programar con Microcode
podemos listar las siguientes:
x FOR...NEXT: Bucle que se utiliza para hacer operaciones en forma
repetitiva.
Sintaxis:
For variable = inicio to final
Instrucciones...
Next {variable}
{step {-} incremento}
La instruccin For...Next se encarga de hacer repeticiones de
instrucciones que permanecen dentro del lazo For... Next.
El parmetro Step afecta el incremento segn el valor asignado despus
de esta palabra. Si este parmetro es omitido, el incremento es en una
unidad.
x END: Fin del programa realizado.
x STOP: Fin del programa realizado.
x CLEAR: Coloca a cero a todas las variables utilizadas.
x GOTO : Vaya a.. Salto en la ejecucin en la lnea de cdigo escrito.
Sintaxis:
GOTO etiqueta
La instruccin Goto contina la ejecucin de un programa a partir de la
etiqueta especificada. Esta instruccin no tiene retorno.
x HIGH: Saca 1 lgico por un pin determinado.
Sintaxis:
HIGH pin
La instruccin High pone en uno lgico el pin especificado, el cual
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configura automticamente como salida.
x INPUT: Convierte un pin en entrada.
Sintaxis:
INPUT PIN
Designa un pin especfico como entrada.
x IF-THEN-ELSE-ENDIF: Realiza operaciones en forma condicional.
Sintaxis:
If expresin 1 {AND / OR expresin 2} Then etiqueta
Con la instruccin If Them podemos seleccionar uno, dos o ms
posibles comportamientos de programa, tomando decisiones en una
estructura de programacin sencilla y la cual ser considerada casi en la
totalidad de los programas.
x LCDOUT: Visualizacin de datos en un LCD.
Sintaxis:
LCDout comando, dato
La instruccin Lcdout enva datos especficos a una pantalla LCD
Alfanumrica para que puedan ser mostrados en la misma.
x LOW: Saca un 0 lgico en un pin determinado.
Sintaxis:
LOW pin
La instruccin LOW coloca en cero lgicos un pin especfico.
x OUTPUT: Transforma un pin en salida.
x PAUSE: Detiene el programa por 1 milisegundo.
Sintaxis:
PAUSE periodo

83



La instruccin Pause realiza una pausa en el programa por un periodo
definido en milisegundos. Esta instruccin no pone al microcontrolador en
modo de bajo consumo de energa.
x PAUSEUS: Detiene el programa con un microsegundo.
Sintaxis:
PAUSEUS periodo
La instruccin PauseUs realiza una pausa en el programa por un
periodo definido en microsegundos. Esta instruccin no pone al
microcontrolador en modo de bajo consumo de energa.
x RESUME : Continua el programa ejecutando despus de una interrupcin

2.4.2 ICPROG

Es un programa que permite pasar del cdigo que se realiz en el Micro Studio
code al Icprog para que ste lo cambie a un lenguaje legible, y as pueda ser
ingresado al microprocesador para su ejecucin en el circuito.

Al momento de abrir el ICPROG se puede visualizar una ventana, en la que se
pueda escoger el tipo de PIC que se desea trabajar y revisar si el PIC est vaco o
necesita ser borrado, existe tambin opciones con las que podemos trabajar con
un reloj externo o si vamos a trabajar con el reloj interno de PIC, todos estos
elementos se encuentra ubicados en el rea de trabajo mostrado en la figura 2.23.
Para grabar el cdigo en el Microcontrolador se debe tomar en consideracin,
que el PIC est colocado correctamente, ya que en la mayora de los casos son
pequeos detalles que pueden ser graves al momento de grabar en el PIC,
existen ocasiones que el Microcontrolador est daado por una mala utilizacin al
momento de colocarlo en el quemador de PIC, ya que estos Microcontroladores
trabajan con la tecnologa CMOS.
84




Figura 2.23. ICPROG. - rea de trabajo

2.5. PROGRAMACIN MICROCONTROLADORES

El programa para el control de la semaforizacin se lo realiz en el Software
Microcode, el cual tiene un entorno de desarrollo integrado (IDE), facilitando la
programacin de los microcontroladores PIC.
En cada placa electrnica se utiliza un microcontrolador programado con un
cdigo especfico que acta de manera diferente de acuerdo a las necesidades
planteadas del problema para solucionar la problemtica del trnsito.

2.5.1 LGICA DE FUNCIONAMIENTO
El sistema maneja cdigos diferentes para el funcionamiento en modo inteligente,
cada cdigo representa una situacin vehicular diferente en la interseccin,
siendo los casos ms extremos cuando la interseccin se encuentre
congestionada o totalmente habilitada.
85



Para el caso en el que se encuentre totalmente congestionada el sistema
selecciona automticamente el sistema tradicional de temporizacin.
A continuacin se detalla la explicacin de los cdigos desarrollados para el
funcionamiento del sistema.

2.5.1.1 Transmisor de seales
En la placa que genera la seal infrarroja se utiliza el microcontrolador 16F628 en
el que se graba el cdigo con el siguiente funcionamiento:
Este programa tiene un interruptor para activar o desactivar el transmisor, si no
est activado este elemento de control el microcontrolador no enva las seales
infrarrojas. La frecuencia de emisin de luz de estos dispositivos lumnicos es de
38 KHz. Teniendo un tiempo de 13 us activados y 13 us desactivados.
Al presionar el pulsador el microcontrolador se resetea, con lo cual se enciende y
se apaga 3 veces el diodo LED de este circuito por un momento, luego de esto
regresa a su funcionamiento normal de emisin de luz infrarroja en la frecuencia
fijada en el programa del microcontrolador.

2.5.1.1.1 Cdigo del programa de transmisin de seales

En el siguiente cdigo desarrollado se puede visualizar de mejor manera la lgica
de la programacin.
Cmcon=7
Define osc 8 oscilador externo de 8 mhz
Led var porta.4 porta.4 se llamar porta.4
Botn var porta.5 boton en porta.5
X var byte
X = 0
For x = 1 to 3
High led
Pause 300
86



Low led
Pause 300
next
Main:
If boton = 0 then
High led
High porta.0 : high porta.1 : high porta.2 : high porta.3 : high portb.0 : high
portb.0 : high portb.1 : high portb.2 : high portb.3 : high portb.4 : high
portb.5 : high portb.6 : high portb.7
Pause 13 us
Low porta.0 : low porta.1 : low porta.2 : low porta.3 : low portb.0 : low
portb.1 : low portb.2 : low portb.3 : low portb.4 : low portb.5 : low portb.6 :
low portb.7
Pause 13 us
Else
Low led
Low porta.0 : low porta.1 : low porta.2 : low porta.3 : low portb.0 : low
portb.1 : low portb.2 : low portb.3 : low portb.4 : low portb.5 : low portb.5 :
low portb.6 : low portb.7 : low portb.7
End if
Goto main
End

2.5.1.2 Sistema de control

Este sistema funciona con el microcontrolador 16F877A con lo cual se tienen 4
puertos que se pueden utilizar para operar con los elementos necesario para este
proyecto. En el circuito existe un interruptor de control de operacin del sistema el
cual determina su funcionamiento inteligente o temporizado.

87



Adems, se tiene un display LCD con 2 filas de 16 caracteres para desplegar la
informacin del funcionamiento, el cual se encuentra configurado en estado de 4
bits. Una vez que se inicia el sistema se muestra un mensaje de presentacin, y
adems el estado de cada sensor, si el valor es 1 quiere decir que existe
presencia vehicular, o si el valor es 0 no existe presencia vehicular. Estas
condiciones se indican en las figuras 2.24 y 2.25.

Figura 2.24. Sensor norte 1 en valor cero

Figura 2.25. Sensor norte 1 en valor uno
Si est desactivado el interruptor el modo de funcionamiento es el inteligente, con
lo cual lee las entradas de los sensores receptores de la seal infrarroja.
Dependiendo el comportamiento de estos designa los estados en que deben estar
las luces de los semforos en las diferentes direcciones. Se encuentran
88



asignados 3 sensores para cada direccin de los 4 puntos cardinales, teniendo
como consecuencia del comportamiento de los sensores en 21 estados en los
cuales nos va a determinar mayor afluencia en determinado sentido para agilizar
la circulacin vehicular. En cada estado de funcionamiento se despliega un
mensaje en la pantalla LCD indicando el cdigo utilizado para ese
comportamiento de semaforizacin inteligente (Anexo G).

2.5.1.2.1 Cdigo del programa del sistema de control

A continuacin se muestra el cdigo desarrollado para que todo el sistema de
semaforizacin funcione adecuadamente, en cual se podr entender mejor la
lgica de la programacin y los tiempos tomados para cada secuencia de
funcionamiento.
'semforo inteligente
adcon1 = 7 'convierto el puerto a en digital
define osc 4

'===== defino las entradas y asigno las mismas =====
sn1 var porta.0 'sensor norte 1
sn2 var porta.1 'sensor norte 2
sn3 var porta.2 'sensor norte 3
so1 var porta.3 'sensor oeste 1
so2 var porta.4 'sensor oeste 2
so3 var porta.5 'sensor oeste 3
ss2 var porte.0 'sensor sur 1
ss3 var porte.1 'sensor sur 2
ss1 var porte.2 'sensor sur 3
se1 var portc.0 'sensor este 1
se2 var portc.1 'sensor este 2
se3 var portc.2 'sensor este 3
toggler var portc.3 'cambiador de estado inteligente-temporizado

89




'==== defino las salidas y les asigno ====
bip var portb.0 'bip portb.0
led var portb.1 'led portb.1
vn var portd.7 'verde norte portd.7
an var portd.6 'amarillo norte portd.6
rn var portd.5 'rojo norte portd.5
vo var portd.4 'verde oeste portd.4
ao var portc.7 'amarillo oeste portc.7
ro var portc.6 'rojo oeste portc.6
vs var portc.5 'verde sur portc.5
as var portc.4 'amarillo sur portc.4
rs var portd.3 'rojo sur d.3
ve var portd.2 'verde este portd.2
ae var portd.1 'amarillo este portd.1
re Var portd.0 'rojo este portd.0

'==== defino variables internas auxiliares y las encero ====
x var byte
y var byte
x = 0
Y = 0

'==== asigno salidas para enviar datos a la pantalla lcd ====
define lcd_dreg portb 'inicio del paralelo
define lcd_dbit 4 'con el b.4
define lcd_rsreg portb 'rs en el b.2
define lcd_rsbit 2
define lcd_ereg portb 'e en el b.3
define lcd_ebit 3



90




==== creacin de variables tiempo ====

tiempo1 var byte
tiempo2 var byte
tiempo3 var byte
tiempo4 var byte
tiempo5 var byte
tiempo6 var byte
tiempo7 var byte
tiempo1 = 56
tiempo2 = 48
tiempo3 = 40
tiempo4 = 32
tiempo5 = 24
tiempo6 = 16
tiempo7 = 8
pause 500
lcdout $fe,1,"Maq. Prototipo"
lcdout $fe,$c0,"Sem. Inteligente"
pause 500
lcdout $fe,1," Walter Romero"
lcdout $fe,$c0," ESFOT-E/T"
high bip : high led
pause 2000
low bip : low led
if sn1 = 0 then
lcdout $fe,1,"sn1 en 0"
else
lcdout $fe,1,"sn1 en 1"
endif
pause 1000
if sn2 = 0 then
91



lcdout $fe,1,"sn2 en 0"
else
lcdout $fe,1,"sn2 en 1"
endif
pause 1000
if sn3 = 0 then
lcdout $fe,1,"sn3 en 0"
else
lcdout $fe,1,"sn3 en 1"
endif
pause 1000
if so1 = 0 then
lcdout $fe,1,"so1 en 0"
else
lcdout $fe,1,"so1 en 1"
endif
pause 1000
if so2 = 0 then
lcdout $fe,1,"so2 en 0"
else
lcdout $fe,1,"so2 en 1"
endif
pause 1000
if so3 = 0 then
lcdout $fe,1,"so3 en 0"
else
lcdout $fe,1,"so3 en 1"
endif
pause 1000
if se1 = 0 then
lcdout $fe,1,"se1 en 0"
else
lcdout $fe,1,"se1 en 1"
92



endif
pause 1000
if se2 = 0 then
lcdout $fe,1,"se2 en 0"
else
lcdout $fe,1,"se2 en 1"
endif
pause 1000
if se3 = 0 then
lcdout $fe,1,"se3 en 0"
else
lcdout $fe,1,"se3 en 1"
endif
pause 1000
if ss1 = 0 then
lcdout $fe,1,"ss1 en 0"
else
lcdout $fe,1,"ss1 en 1"
endif
pause 1000
if ss2 = 0 then
lcdout $fe,1,"ss2 en 0"
else
lcdout $fe,1,"ss2 en 1"
endif
pause 1000
if ss3 = 0 then
lcdout $fe,1,"ss3 en 0"
else
lcdout $fe,1,"ss3 en 1"
endif
pause 1000
for x = 1 to 3
93



low vn : high an : low rn 'amarillo norte
low vo : high ao : low ro 'rojo oeste
low vs : high as : Low rs 'amarillo sur
low ve : high ae : low re 'rojo este
pause 1000
low an : low ao : low as : low ae
pause 1000
next
x = 0
low vn : low an : high rn 'amarillo norte
low vo : low ao : high ro 'rojo oeste
low vs : low as : high rs 'amarillo sur
low ve : low ae : high re 'rojo este
pause 1000
low rn : low ro : low rs : low re
'==== inicio de programa principal ====
main:
high bip
pause 5
low bip
if toggler = 0 then
goto inteligente '0 voltios en el toggler, selector conectado
else
goto cero '5 voltios en el toggler, selector desconectado
endif
goto main
'===subrutinas===
inteligente:
lcdout $fe,1,"Inteligente"
'cero
if sn1=1 and sn2=1 and sn3=1 and so1=1 and so2=1 and so3=1 and ss1=1 and
ss2=1 and ss3=1 and se1=1 and se2=1 and se3=1 then
goto cero
94



endif

'uno
if sn1=1 and sn2=1 and sn3=0 and so1=1 and so2=1 and so3=1 and ss1=1 and
ss2=1 and ss3=1 and se1=1 and se2=1 and se3=1 then
goto uno
endif

'dos
if sn1=1 and sn2=1 and sn3=0 and so1=1 and so2=1 and so3=0 and ss1=1 and
ss2=1 and ss3=1 and se1=1 and se2=1 and se3=1 then
goto dos
endif

'tres
if sn1=1 and sn2=1 and sn3=0 and so1=1 and so2=1 and so3=0 and ss1=1 and
ss2=1 and ss3=0 and se1=1 and se2=1 and se3=1 then
goto tres
endif

'cuatro
if sn1=1 and sn2=1 and sn3=0 and So1=1 and so2=1 and so3=0 and ss1=1 and
ss2=1 and ss3=0 and se1=1 and ss2=1 and ss3=0 then
goto cuatro
endif

'cinco:
if sn1=1 and sn2=0 and sn3=0 and so1=1 and so2=1 and so3=0 and ss1=1 and
ss2=1 and ss3=0 and se1=1 and se2=1 and se3=0 then
goto cinco
endif


95




'seis:
if sn1=1 and sn2=0 and sn2=0 and so1=1 and so2=0 and so3=0 and ss1=1 and
ss2=1 and ss3=0 and se1=1 and se2=1 and se3=0 then
goto seis
endif

'siete:
if sn1=1 and sn2=0 and sn3=0 and so1=1 and so2=0 and so3=0 and ss1=1 and
ss2=0 and ss3=0 and se1=1 and se2=1 and se3=0 then
goto siete
endif

'ocho:
if sn1=1 and sn2=0 and sn3=0 and so1=1 and so2=0 and so3=0 and ss1=1 and
ss2=0 and ss3=0 and se1=1 and se2=0 and se3=0 then
goto ocho
endif

'nueve:
if sn1=0 and sn2=0 and sn3=0 and so1=1 and so2=0 and so3=0 and ss1=1 and
ss2=0 and ss3=0 and se1=1 and se2=0 and se3=0 then
goto nueve
endif

'diez:
if sn1=0 and sn2=0 and sn3=0 and so1=0 and so2=0 and so3=0 and ss1=1 and
ss2=0 and ss3=0 and se1=1 and se2=0 and se3=0 then
goto diez
endif

'once
96



if sn1=0 and sn2=0 and sn3=0 and so1=0 and so2=0 and so3=0 and ss1=0 and
ss2=0 and ss3=0 and se1=1 and se2=0 and se3=0 then
goto once
endif

'doce
if sn1=0 and sn2=0 and sn3=0 and so1=0 and so2=0 and so3=0 and ss1=0 and
ss2=0 and ss3=0 and se1=0 and se2=0 and se3=0 then
goto doce
endif

'trece
if sn1=1 and sn2=1 and sn3=1 and so1=0 and so2=0 and so3=0 and ss1=1 and
ss2=1 and ss3=1 and se1=0 and se2=0 and se3=0 then
goto trece
endif

'catorce
if sn1=0 and sn2=0 and sn3=0 and so1=1 and so2=1 and so3=1 and ss1=0 and
ss2=0 and ss3=0 and se1=1 and se2=1 and se3=1 then
goto catorce
endif

'quince
if sn1=1 and sn2=1 and sn3=1 and so1=1 and so2=0 and so3=0 and ss1=1 and
ss2=1 and ss3=1 and se1=1 and se2=0 and se3=0 then
goto quince
endif

'dieciseis:
if sn1=1 and sn2=0 and sn3=0 and so1=1 and so2=1 and so3=1 and ss1=1 and
ss2=0 and ss3=0 and se1=1 and se2=1 and se3=1 then
goto dieciseis
97



endif

'diecisiete
if sn1=1 and sn2=1 and sn3=1 and so1=0 and so2=0 and so3=0 and ss1=1 and
ss2=1 and ss3=1 and se1=1 and se2=0 and se3=0 then
goto diecisiete
endif

'dieciocho:
if sn1=1 and sn2=1 and sn3=1 and so1=1 and so2=0 and so3=0 and ss1=1 and
ss2=1 and ss3=1 and se1=0 and se2=0 and se3=0 then
goto dieciocho
endif

'diecinueve
if sn1=1 and sn2=0 and sn3=0 and so1=1 and so2=1 and so3=1 and ss1=0 and
ss2=0 and ss3=0 and se1=1 and se2=1 and se3=1 then
goto diecinueve
endif

'veinte
if sn1=0 and sn2=0 and sn3=0 and so1=1 and so2=1 and so3=1 and ss1=1 and
ss2=0 and ss3=0 and se1=1 and se2=1 and se3=1 then
goto veinte
endif
goto main

cero: 'encienden:
lcdout $fe,1,"Embotellamiento"
lcdout $fe,$c0,"Temporizado"
gosub vnrovsre
FOR X = 1 TO tiempo1 'espera 55 segundos
pause 1000
98



next
x = 0
gosub anroasre
for x = 1 to 5 'espera 5 segundos
pause 1000
next
x = 0
gosub rnvorsve
for x = 1 to tiempo1 'espera 55 segundos
pause 1000
next
x = 0
gosub rnaorsae
for x = 1 to 5 'espera 5 segundos
pause 1000
next
x = 0
goto main

uno:
' lcdout $fe,1,"Inteligente"
lcdout $fe,$c0," codigo 01"
gosub vnrovsre
FOR X = 1 TO tiempo2 'espera 55 segundos
pause 1000
next
x = 0
gosub anroasre
for x = 1 to 5 'espera 5 segundos
pause 1000
next
x = 0
gosub rnvorsve
99



for x = 1 to tiempo1 'espera 55 segundos
pause 1000
next
x = 0
gosub rnaorsae
for x = 1 to 5 'espera 5 segundos
pause 1000
next
x = 0
goto main

dos:
' lcdout $fe,1,"Inteligente"
lcdout $fe,$c0," codigo 02"
gosub vnrovsre
FOR X = 1 TO tiempo2 'espera 55 segundos
pause 1000
next
x = 0
gosub anroasre
for x = 1 to 5 'espera 5 segundos
pause 1000
next
x = 0
gosub rnvorsve
for x = 1 to tiempo2 'espera 55 segundos
pause 1000
next
x = 0
gosub rnaorsae
for x = 1 to 5 'espera 5 segundos
pause 1000
next
100



x = 0
goto main

tres:
' lcdout $fe,1,"Inteligente"
lcdout $fe,$c0," codigo 03"
gosub vnrovsre
FOR X = 1 TO tiempo2 'espera 55 segundos
pause 1000
next
x = 0
gosub anroasre
for x = 1 to 5 'espera 5 segundos
pause 1000
next
x = 0
gosub rnvorsve
for x = 1 to tiempo1 'espera 55 segundos
pause 1000
next
x = 0
gosub rnaorsae
for x = 1 to 5 'espera 5 segundos
pause 1000
next
x = 0
goto main

cuatro:
' lcdout $fe,1,"Inteligente"
lcdout $fe,$c0," codigo 04"
gosub vnrovsre
FOR X = 1 TO tiempo3
101



pause 1000
next
x = 0
gosub anroasre
for x = 1 to 5 'espera 5 segundos
pause 1000
next
x = 0
gosub rnvorsve
for x = 1 to tiempo3 'espera 25 segundos
pause 1000
next
x = 0
gosub rnaorsae
for x = 1 to 5 'espera 5 segundos
pause 1000
next
x = 0
goto main

cinco:
' lcdout $fe,1,"Inteligente"
lcdout $fe,$c0," codigo 05"
gosub vnrovsre
FOR X = 1 TO tiempo4
pause 1000
next
x = 0
gosub anroasre
for x = 1 to 5 'espera 5 segundos
pause 1000
next
x = 0
102



gosub rnvorsve
for x = 1 to tiempo3 'espera 25 segundos
pause 1000
next
x = 0
gosub rnaorsae
for x = 1 to 5 'espera 5 segundos
pause 1000
next
x = 0
goto main

seis:
' lcdout $fe,1,"Inteligente"
lcdout $fe,$c0," codigo 06"
gosub vnrovsre
FOR X = 1 TO tiempo4
pause 1000
next
x = 0
gosub anroasre
for x = 1 to 5 'espera 5 segundos
pause 1000
next
x = 0
gosub rnvorsve
for x = 1 to tiempo4 'espera 25 segundos
pause 1000
next
x = 0
gosub rnaorsae
for x = 1 to 5 'espera 5 segundos
pause 1000
103



next
x = 0
goto main
siete:
' lcdout $fe,1,"Inteligente"
lcdout $fe,$c0," codigo 07"
gosub vnrovsre
FOR X = 1 TO tiempo5
pause 1000
next
x = 0
gosub anroasre
for x = 1 to 5 'espera 5 segundos
pause 1000
next
x = 0
gosub rnvorsve
for x = 1 to tiempo4 'espera 25 segundos
pause 1000
next
x = 0
gosub rnaorsae
for x = 1 to 5 'espera 5 segundos
pause 1000
next
x = 0
goto main

ocho:
' lcdout $fe,1,"Inteligente"
lcdout $fe,$c0," codigo 08"
gosub vnrovsre
FOR X = 1 TO tiempo5 'espera 25 segundos
104



pause 1000
next
x = 0
gosub anroasre
for x = 1 to 5 'espera 5 segundos
pause 1000
next
x = 0
GOSUB rnvorsve
for x = 1 to tiempo5 'espera 25 segundos
pause 1000
next
x = 0
gosub rnaorsae
for x = 1 to 5 'espera 5 segundos
pause 1000
next
x = 0
goto main

nueve:
' lcdout $fe,1,"Inteligente"
lcdout $fe,$c0," codigo 09"
gosub vnrovsre
FOR X = 1 TO tiempo6 'espera 25 segundos
pause 1000
next
x = 0
gosub anroasre
for x = 1 to 5 'espera 5 segundos
pause 1000
next
x = 0
105



GOSUB rnvorsve
for x = 1 to tiempo5 'espera 25 segundos
pause 1000
next
x = 0
gosub rnaorsae
for x = 1 to 5 'espera 5 segundos
pause 1000
next
x = 0
goto main

diez:
' lcdout $fe,1,"Inteligente"
lcdout $fe,$c0," codigo 10"
gosub vnrovsre
FOR X = 1 TO tiempo6 'espera 25 segundos
pause 1000
next
x = 0
gosub anroasre
for x = 1 to 5 'espera 5 segundos
pause 1000
next
x = 0
GOSUB rnvorsve
for x = 1 to tiempo6 'espera 25 segundos
pause 1000
next
x = 0
gosub rnaorsae
for x = 1 to 5 'espera 5 segundos
pause 1000
106



next
x = 0
goto main

once:
' lcdout $fe,1,"Inteligente"
lcdout $fe,$c0," codigo 11"
gosub vnrovsre
FOR X = 1 TO tiempo6 'espera 25 segundos
pause 1000
next
x = 0
gosub anroasre
for x = 1 to 5 'espera 5 segundos
pause 1000
next
x = 0
GOSUB rnvorsve
for x = 1 to tiempo6 'espera 25 segundos
pause 1000
next
x = 0
gosub rnaorsae
for x = 1 to 5 'espera 5 segundos
pause 1000
next
x = 0
goto main

doce:
' lcdout $fe,1,"Inteligente"
lcdout $fe,$c0," codigo 12"
gosub vnrovsre
107



FOR X = 1 TO tiempo7 'espera 25 segundos
pause 1000
next
x = 0
gosub anroasre
for x = 1 to 5 'espera 5 segundos
pause 1000
next
x = 0
GOSUB rnvorsve
for x = 1 to tiempo7 'espera 25 segundos
pause 1000
next
x = 0
gosub rnaorsae
for x = 1 to 5 'espera 5 segundos
pause 1000
next
x = 0
goto main

trece:
' lcdout $fe,1,"Inteligente"
lcdout $fe,$c0," codigo 13"
gosub vnrovsre
FOR X = 1 TO tiempo1
pause 1000
next
x = 0
gosub anroasre
for x = 1 to 5 'espera 5 segundos
pause 1000
next
108



x = 0
GOSUB rnvorsve
for x = 1 to tiempo7
pause 1000
next
x = 0
gosub rnaorsae
for x = 1 to 5 'espera 5 segundos
pause 1000
next
x = 0
goto main

catorce:
' lcdout $fe,1,"Inteligente"
lcdout $fe,$c0," codigo 14"
gosub vnrovsre
FOR X = 1 TO tiempo7
pause 1000
next
x = 0
gosub anroasre
for x = 1 to 5 'espera 5 segundos
pause 1000
next
x = 0
GOSUB rnvorsve
for x = 1 to tiempo1
pause 1000
next
x = 0
gosub rnaorsae
for x = 1 to 5 'espera 5 segundos
109



pause 1000
next
x = 0
goto main

quince:
' lcdout $fe,1,"Inteligente"
lcdout $fe,$c0," codigo 15"
gosub vnrovsre
FOR X = 1 TO tiempo7
pause 1000
next
x = 0
gosub anroasre
for x = 1 to 5 'espera 5 segundos
pause 1000
next
x = 0
GOSUB rnvorsve
for x = 1 to tiempo5
pause 1000
next
x = 0
gosub rnaorsae
for x = 1 to 5 'espera 5 segundos
pause 1000
next
x = 0
goto main

dieciseis:
' lcdout $fe,1,"Inteligente"
lcdout $fe,$c0," codigo 16"
110



gosub vnrovsre
FOR X = 1 TO tiempo5
pause 1000
next
x = 0
gosub anroasre
for x = 1 to 5 'espera 5 segundos
pause 1000
next
x = 0
GOSUB rnvorsve
for x = 1 to tiempo1
pause 1000
next
x = 0
gosub rnaorsae
for x = 1 to 5 'espera 5 segundos
pause 1000
next
x = 0
goto main

diecisiete:
' lcdout $fe,1,"Inteligente"
lcdout $fe,$c0," codigo 17"
gosub vnrovsre
FOR X = 1 TO tiempo1
pause 1000
next
x = 0
gosub anroasre
for x = 1 to 5 'espera 5 segundos
pause 1000
111



next
x = 0
GOSUB rnvorsve
for x = 1 to tiempo6
pause 1000
next
x = 0
gosub rnaorsae
for x = 1 to 5 'espera 5 segundos
pause 1000
next
x = 0
goto main

dieciocho:
' lcdout $fe,1,"Inteligente"
lcdout $fe,$c0," codigo 18"
gosub vnrovsre
FOR X = 1 TO tiempo1
pause 1000
next
x = 0
gosub anroasre
for x = 1 to 5 'espera 5 segundos
pause 1000
next
x = 0
GOSUB rnvorsve
for x = 1 to tiempo6
pause 1000
next
x = 0
gosub rnaorsae
112



for x = 1 to 5 'espera 5 segundos
pause 1000
next
x = 0
goto main

diecinueve:
' lcdout $fe,1,"Inteligente"
lcdout $fe,$c0," codigo 19"
gosub vnrovsre
FOR X = 1 TO tiempo6
pause 1000
next
x = 0
gosub anroasre
for x = 1 to 5 'espera 5 segundos
pause 1000
next
x = 0
GOSUB rnvorsve
for x = 1 to tiempo1
pause 1000
next
x = 0
gosub rnaorsae
for x = 1 to 5 'espera 5 segundos
pause 1000
next
x = 0
goto main

veinte:
' lcdout $fe,1,"Inteligente"
113



lcdout $fe,$c0," codigo 20"
gosub vnrovsre
FOR X = 1 TO tiempo6
pause 1000
next
x = 0
gosub anroasre
for x = 1 to 5 'espera 5 segundos
pause 1000
next
x = 0
GOSUB rnvorsve
for x = 1 to tiempo1
pause 1000
next
x = 0
gosub rnaorsae
for x = 1 to 5 'espera 5 segundos
pause 1000
next
x = 0
goto main

'==== encendido y apagado de luces ===='
vnrovsre:
high vn : low an : low rn 'verde norte
low vo : low ao : high ro 'rojo oeste
high vs : low as : low rs 'verde sur
low ve : low ae : high re 'rojo este
return
anroasre:
low vn : high an : low rn 'amarillo norte
low vo : low ao : high ro 'rojo oeste
114



low vs : high as : Low rs 'amarillo sur
low ve : low ae : high re 'rojo este
return
rnvorsve:
low vn : low an : high rn 'rojo norte
high vo : low ao : low ro 'verde oeste
low vs : low as : high rs 'rojo sur
high ve : low ae : low re 'verde este
return
rnaorsae:
low vn : low an : high rn 'rojo norte
low vo : high ao : low ro 'amarillo oeste
low vs : low as : high rs 'rojo sur
low ve : high ae : low re 'amarillo este
return
end
2.6 ANLISIS DE LA PROBLEMTICA

Para realizar un correcto diseo del sistema prototipo de semaforizacin se debe
analizar un sector en donde exista mucha afluencia de trfico en la mayor parte
del da y que se pueda dar una solucin al problema de congestionamiento y de
esta manera optimizar la circulacin vehicular.

Un sector donde hay mucha afluencia de personas y vehculos, y que el trfico
causa mucha demora a las personas que se dirigen a sus trabajos o lugares de
estudio, es el sector de la interseccin de la avenida Naciones Unidas y avenida
Ro Amazonas. En este sector est rodeado por 4 centros comerciales (Unicornio,
Caracol, CCI y CCNU), adems existen entidades del sector pblico y privado
ubicados en edificios aledaos, a donde las personas se dirigen a trabajar o a
realizar sus gestiones diarias. En la Figura 2.26 se puede observar la sealizacin
vertical de la interseccin entre estas avenidas donde se va a analizar el trfico
existente durante el da del trfico.

115




Figura 2.26. Sealizacin de la interseccin de las calles.
En la figura 2.27 se puede observar la sealizacin puesta en la avenida
Naciones Unidas que es en sentido Este y Oeste.

Figura 2.27. Sealizacin avenida Amazonas.
116



En la figura 2.28 se observa la sealizacin vertical de la avenida Amazonas que
es en sentido Norte y Sur.


Figura 2.28. Sealizacin Avenida Ro Amazonas.


A continuacin se va a realizar un anlisis del trnsito mediante fotos tomadas en
la interseccin de las avenidas Amazonas y Naciones Unidas. En la figura 2.29
tomada a las 10 de la maana se puede apreciar el flujo de vehculos en las
direcciones Norte y Sur, y la espera de otros vehculos en la avenida Naciones
Unidas.
117




Figura 2.29. Vista del trfico en sentido Norte Sur en la av. Amazonas.


En la figura 2.30 tomada a las 10:05 am, se muestra la concurrencia de vehculos
en sentido Este y Oeste en la avenida Naciones Unidas, y la espera de otros en la
avenida Naciones unidas.

En la figura 2.31 tomada a las 10:30 am, se observa que la afluencia de vehculos
con afluencia en la avenida Amazonas no baja, y de la misma manera existe una
cola de espera para transitar en la avenida Naciones Unidas.
118




Figura 2.30. Vista del trfico en sentido Este Oeste en la Av. NN.UU.

Figura 2.31. Vista del trfico en las Av. Amazonas y NN.UU. sentido Norte-Sur.
En la figura 2.32 tomada a las 10:45 am, se observa el flujo de vehculos en la
avenida Naciones Unidas y la espera con el semforo en rojo en la avenida
119



amazonas. Segundos despus fue tomada otra imagen del trfico a la espera por
transitar en la avenida Amazonas sentido Norte-Sur, presentada en la figura 2.33.

Figura 2.32. Vista del trfico en las avenidas Amazonas y NN.UU. sentido Norte-
Sur.

Figura 2.33. Vista embotellamiento en la av. Amazonas sentido Norte-Sur.
En la figura 2.34 y 2.35 se puede visualizar el embotellamiento producido tanto en
la Av. Amazonas como en la Av. Naciones Unidas
120




Figura 2.34. Vista embotellamiento en la av. Amazonas sentido Norte-Sur.

Figura 2.35. Vista embotellamiento en la Av. NN.UU. sentido Este-Oeste.



121



2.6.1 DATOS DE CIRCULACIN VEHICULAR

Con datos estadsticos obtenidos en la Direccin de movilidad del distrito
metropolitano de Quito, Unidad de Ingeniera de Trnsito, se puede analizar la
cantidad de vehculos que circulan durante el da en ambas avenidas. En la tabla
2.2 se puede observar las fechas de inicio y fin del estudio realizado.
Tabla 2.2. Fechas y horas de inicio y fin del estudio en el primer sitio.

Las caractersticas del estudio y el sector especfico donde se realiz el estudio se
puede observar en la tabla 2.3. La cantidad de vehculos que transitaron en este
periodo de 8 das con la frecuencia especificada se puede ver en la tabla 2.4.
Barrio Iaquito
Conteos
realizados
Av. Naciones Unidas entre Av. Amazonas y Nez de
Vela
Arch original Contador Unicorn Niop 12989
Mtodo de
conteo
Cada 15 minutos, cada dos ejes un vehculo
Tabla 2.3. Caractersticas y ubicacin del estudio de trfico.

# Total de vehculos de la
direccin 1
185.281 vehculos
# Total de vehculos de la
direccin 2
178.742 vehculos
Suma total : 364.023 vehculos
Tabla 2.4. Cantidad de vehculos que circularon durante este estudio en la NNUU.
Fecha Inicio : Mircoles 30 de Julio del
2010
Hora Inicio: 0:01
Fecha final : Jueves 5 de Agosto del 2010 Hora final: 11:30
122



Para el segundo anlisis de trfico en la avenida Amazonas, se observa en la
tabla 2.5 las caractersticas, y en la segunda tabla 2.6 se puede ver la cantidad de
vehculos y su total en el periodo de 8 das en se hizo este anlisis.
Barrio Iaquito
Conteos
realizados
Av. Amazonas entre Av. Naciones Unidas y Japn
Arch original Contador Unicorn Niop 12989
Mtodo de
conteo
Cada 15 minutos, cada dos ejes un vehculo
Tabla 2.5. Fechas y horas de inicio y fin del estudio en el segundo sitio.

# Total de vehculos de la
direccin 1 129.142 vehculos
# Total de vehculos de la
direccin 2 125.200 vehculos
Suma total : 254.342 vehculos
Tabla 2.6. Cantidad de vehculos que circularon durante este estudio en la Av.
Amazonas

En los sistemas de semaforizacin comunes controlados por tiempos fijos para el
paso de vehculos en todos los sentidos de una interseccin, se tienen muchos
problemas de embotellamiento y largas colas de vehculos que esperan
demasiado tiempo para circular. Con los datos presentados en las tablas
anteriores se puede ver que el total de vehculos que transitaron por la avenida
Amazonas fue 254.342 vehculos y en la avenida Naciones Unidas fue un total de
364.023 vehculos, por lo que se llega a la conclusin de que se necesita de un
sistema inteligente que controle los tiempos de acuerdo al flujo vehicular en cada
una de las direcciones, de esta manera se agilitar el flujo del trfico.

123



La cantidad de vehculos que pasa por la interseccin fue tomada en el ao 2010,
por lo que para el 2012 se tendr un valor mucho mayor ya que el ndice de
crecimiento vehicular por ao es del 4.5% en la ciudad de Quito, por lo que para
el ao 2013 una cantidad mucho mayor a la examinada. En la tabla 2.7 se
muestran los valores estadsticos del incremento vehicular hasta el ao 2013.

Aos 2010 2011 2012 2013
Total de vehculos Av.
NN.UU.
364.023 16381,035 32762,07 49143,105
Total de vehculos Av.
Amazonas
254.342 11445,39 22890,78 34336,17
Tabla 2.7. Estadsticas aproximadas de la cantidad de vehculos entre el 2010 y
2013.
Este crecimiento inminente ha llevado y llevar a grandes congestiones
vehiculares, que hoy por hoy son uno de los problemas ms grandes de la capital
del pas.

Sin embargo, hay que considerar que a partir del ao 2010 se inici el sistema
llamado Pico y Placa, que fue adoptado desde el da lunes 03 de mayo del 2010.
Con el siguiente horario de restriccin:

x En la maana, de 07h00 a 09h30
x En la tarde y noche, de 16h00 a 19h30.

Aplicndose de la siguiente manera de acuerdo al ltimo dgito de la placa
vehicular:

x Los lunes no pueden transitar en las horas pico sealadas los vehculos
cuyas placas terminen en 1 y 2.
x Los martes no pueden transitar en las horas pico sealadas los vehculos
cuyas placas terminen en 3 y 4.
124



x Los mircoles no pueden transitar en las horas pico sealadas los
vehculos cuyas placas terminen en 5 y 6.
x Los jueves no pueden transitar en las horas pico sealadas los vehculos
cuyas placas terminen en 7 y 8.
x Los viernes no pueden transitar en las horas pico sealadas los vehculos
cuyas placas terminen en 9 y 0.

Cada vehculo tiene restriccin de circular solamente un da a la semana y solo 6
horas en ese da. En el resto de horas que no son pico, todos los autos pueden
circular sin restriccin, al igual que los fines de semana y feriados. La medida no
busca impedir el uso del auto, sino racionalizar su uso. La medida se aplica a
todos los vehculos particulares y oficiales: autos, camionetas, todoterrenos,
incluyendo las motocicletas.

Con estas caractersticas la problemtica se puede solucionar con un sistema que
ayude a controlar mejor los tiempos de acuerdo al flujo del trfico durante el da y
dependiendo el da de la semana. Se plantea implementar un diseo de un
sistema que tenga la capacidad de detectar el flujo vehicular a travs de una serie
de sensores detectores de luz infrarroja colocados a una distancia considerable,
en cada calle se plantea colocar 3 sensores detectores infrarrojos dando un total
de 12 dispositivos. Para esto se necesita un diseo tanto de hardware como
software que adquiera la informacin de los sensores y proporcione tiempos
adecuados para el manejo de las luces de los semforos.

2.6.2 PLANO DE LA INTERSECCIN ESCOGIDA

Para el presente proyecto se plante realizar pruebas de funcionamiento del
sistema de semaforizacin, para lo cual se eligi una interseccin donde tena un
gran flujo de trfico, y se pueda simular un ambiente similar para solucionar el
problema de embotellamiento, con esto se podr realizar las pruebas necesarias y
comprobar su ptimo funcionamiento.

125



Para realizar la maqueta de esta interseccin se tom como referencia los
11
planos proporcionados por el Departamento de Semaforizacin de la Secretara
de Movilidad y Obras Pblicas, que se puede observar en la figura 2.36, con el
propsito de fabricarlo a escala 1:500 y que las pruebas sean ms similares a la
realidad.

Figura 2. 36. Planos de la interseccin entre las avenidas Amazonas y NNUU.

2.7. MAQUETA DE PRUEBAS
2.7.1 MAQUETA
La maqueta construida con los planos previamente analizados se muestra en la
figura 2.37, esta maqueta se construy con caractersticas similares a la realidad,
con los semforos colocados de la misma manera y con edificios y construcciones

11
Plano de la interseccin Av. NNUU y Av. Amazonas.
Empresa Metropolitana de Movilidad y Obras Pblicas , Quito
126



semejantes a las que existen hoy en da. Con esto se podr hacer las pruebas de
funcionamiento del sistema de semaforizacin inteligente ms apegadas a lo real.
En la figura 2.38, se observa una vista frontal de la maqueta vista en sentido Sur-
Norte en la avenida Amazonas.

Figura 2.37. Vista superior maqueta de las avenidas Amazonas y NN.UU.

Figura 2.38. Vista frontal maqueta de pruebas.

127



En las figuras 2.39 y 2.40, se puede observar las imgenes de los dispositivos
electrnicos implementados en las calles de la maqueta, los que estn
encargados de censar el paso de vehculos y enviar los datos al microcontrolador,
encargado de controlar el sistema completo.

Figura 2.39. Emisor seal infrarroja implementado en la maqueta.

Figura 2.40. Receptor seal infrarroja implementado en la maqueta.

Ambos dispositivos, emisor y receptor deben estar colocados frente con frente
como est representado en la figura 2.41, caso contrario la seal no se podr
recibir correctamente y el sistema dar otros resultados.
128




Figura 2.41. Implementacin del dispositivo sensor de trfico vehicular en la calle.
En las figuras 2.42 y 2.43, se observa la posicin de los sensores implementados
en las avenidas Amazonas y Naciones Unidas, en cada una de las calles se tiene
3 de estos dispositivos colocados antes del semforo, a distancias similares como
se puede apreciar en la figura 2.42.

Figura 2.42. Posicin de los sensores en la avenida NN.UU.

129




Figura 2.43. Posicin de los sensores en la avenida Ro Amazonas.


Figura 2.44. Vista lateral de los semforos en la interseccin.

En la figura 2.44 y 2.45, se tiene la imagen de la posicin de los semforos en
cada uno de los sentidos en la interseccin de las avenidas NN.UU. y Amazonas.
130




Figura 2.45. Semforos colocados en la interseccin de las avenidas.

Con la construccin de la maqueta con la arquitectura similar se procede a
realizar pruebas de funcionamiento del sistema de semaforizacin inteligente.

2.8 PRUEBAS DE FUNCIONAMIENTO

Como parte del desarrollo final del presente proyecto se realizaron pruebas de
funcionamiento, simulando el trfico para probar el programa y circuito electrnico
diseado previamente, con lo cual se podr saber si el sistema prototipo de
semaforizacin inteligente cumple con el objetivo planteado, minimizando los
tiempos de recorrido de los usuarios. De esta manera se puede tener un prototipo
para ser implementado posteriormente en la ciudad y as beneficiarnos de los
resultados obtenidos de este proyecto. Adems, los futuros trabajos pueden tomar
como punto de partida este proyecto y desarrollar mejoras o alternativas a otras
necesidades de la ciudad.

En las pruebas de funcionamiento se procedi a comprobar las funciones del
sistema de semaforizacin, en el modo inteligente y en el modo temporizado. Este
tipo de modo puede ser cambiado con el switch de control o automticamente, y
visualizado en el display LCD, como se puede ver en la figura 2.46 y 2.47.
131



Adems, se comprob el funcionamiento de los sensores de luz infrarroja, los
cuales fueron colocados antes de cada semforo. En la figura 2.48, se puede
observar el destello de una luz, la cual solo se puede visualizar por medio del
lente de una cmara fotogrfica, y comprobar su funcionamiento, ya que el ojo
humano no distingue la luz a esa frecuencia.


Figura 2.46. Semforo en modo temporizado interseccin congestionada


Figura 2.47. Semforo en modo Inteligente cdigo 12 interseccin despejada

132




Figura 2.48. Emisor de luz infrarroja en funcionamiento.

En la maqueta construida se observa el funcionamiento inicial de los semforos,
como se muestra en la figura 2.49 y en la figura 2.50 mediante la secuencia de
encendido de arranque del prototipo.

Figura 2.49. Inicio de secuencia de encendido luz amarilla.
133




Figura 2.50. Inicio de secuencia de encendido luz roja.
Con la luz verde en la av. NNUU (ver figura 2.51) y las luces en rojo en la av.
Amazonas. Si est en el modo temporizado este cambiar a luz amarilla (ver
figura 2.52), y pasados ciertos segundos a luz roja (ver figura 2.53). En cambio s
est en el modo inteligente, depender de las condiciones del trfico para que
cambie de color el semforo, agilitando el trnsito de los vehculos.

Figura 2.51. Semforo en verde av. NNUU
134




Figura 2.52. Cambio de verde a Amarillo, av. NNU

Figura 2.53. Cambio de Amarillo a rojo, av NNUU

Al igual que en la anterior avenida en las figuras 2.54, 2.55 y 2.56, se puede
observar las secuencias de las luces de semaforizacin.
135




Figura 2.54. Semforo verde av. Amazonas

Figura 2.55. Cambio de verde a Amarillo av. Amazonas.
136




Figura 2.56. Cambio de rojo a Amarillo, av. Amazonas.
De acuerdo al comportamiento del trfico las seales emitidas por los sensores
enviarn al microcontrolador y este se encargar de sincronizar la secuencia de
encendido de las luces de los semforos conforme a lo programado, en cada uno
de los semforos, haciendo que el trfico sea fluido y no haya embotellamientos.
La otra forma de funcionamiento es por tiempos, que es otra alternativa de la
semaforizacin que se puede dar en el caso de que se congestione las dos
avenidas pasando automticamente a la semaforizacin temporizada o
tradicional.
2.8.1 ANLISIS DE RESULTADOS
Con las pruebas de funcionamiento realizadas en el sistema modelo se pudo
visualizar las facilidades de circulacin vehicular que se presentan sobre todo en
las horas crticas y en condiciones de trfico bastante comunes.
Los tiempos observados para el modo temporizado tienen mayor duracin en
relacin a los tiempos en modo inteligente, esto demuestra la diferencia que
existe entre los dos sistemas, indicndonos que el sistema temporizado no
responde en funcin a las condiciones vehiculares exigidas en el momento, sino
que presenta una lgica estacionaria en cada diferente situacin vehicular.
137



CAPITULO III
CONCLUSIONES
x La elaboracin de la maqueta prototipo nos demostr la diferencia que
existe entre las aplicaciones tradicionales frente a las aplicaciones
contemporneas, permitindonos ver que la nica finalidad de estas
nuevas propuestas es ayudarnos a mejorar la calidad de vida.

x El sistema de semaforizacin temporizado, es el ms aplicado en todo el
mundo, pero probablemente no es el ms eficiente que hoy en da existe.
Con el presente proyecto se trat de mejorar lo ya existente, por medio de
programas computacionales, sensores, entre otros aditamentos
electrnicos para mejorar el rendimiento de este dispositivo de gran
importancia.

x En el prototipo de semforo desarrollado, se observ el consumo de
energa que se producira con el uso de lmparas incandescentes, que en
la actualidad la mayora de semforos estn constituidos, Por tal motivo se
us la tecnologa led ,esto significa bajar los consumos energticos por
lente desde un 80 % hasta un 90 %,

x El proyecto demostr la aplicacin de la luz no visible al ojo humano, cmo
es la luz infrarroja, Esta tecnologa esta implementada mediante el uso de
sensores infrarrojos.

x La interseccin seleccionada permite observar una afluencia vehicular
considerable, ayudndonos a realizar pruebas en el prototipo muy similares
a las que se tiene en una ciudad en crecimiento.

x El modelo de semforo escogido, ayud a comprender la funcionalidad que
tiene cada lente, en base al lugar en el cual el dispositivo va hacer
instalado.
138



RECOMENDACIONES
x La aplicacin debe estar alimentado de la red elctrica, y a su vez soportar
condiciones de uso real, como voltaje de la red y temporizaciones. Es por
ello que se recomienda escoger un microcontrolador que tenga bajo
consumo y bajo voltaje de funcionamiento debido a los requerimientos
bsicos del proyecto.

x A la hora de establecer las conexiones entre los circuitos, las conexiones
deben de ser lo ms cortas posibles, a fin de evitar problemas de ruido en
el circuito. En lo posible deben de estar aislados, para evitar cortocircuitos
por contactos con otros cables.

x Al montar las componentes y dispositivos hay que tener cuidado con las
polaridades, por ejemplo de condensadores, y valores de pines de los
integrados, as como rangos de operacin. El orden en el armado es
sumamente importante, doblando correctamente pines y conectores.

x No tirar de los cables si se requiere desconectar los aparatos y/o
dispositivos.

x No tocar nunca a una persona que est bajo tensin elctrica, y asegurarse
de no estar cargados de esttica, puesto que esto podra quemar
elementos del circuito, como sensores y microcontroladores.

x Para el caso en que se averi un dispositivo semafrico, se recomienda
cambiar todo el elemento, para evitar la realizacin de todo el cableado que
contiene y darle flexibilidad.

x Si el circuito no funciona correctamente, como primera instancia hay que
revisar las alimentaciones, revisar que los cables de interconexin no estn
sueltos o haciendo mal contacto.

139



BIBLIOGRAFA
[1] EcuRed. Semforo. http://www.ecured.cu/index.php/Sem%C3%A1foro
[2] Educar chile. Propagacin de la luz.
http://www.educarchile.cl/Portal.Base/Web/VerContenido.aspx?ID=133071
[3] Green peace. LED: Diodos Emisores de Luz Informacin de la Tecnologa.
http://www.greenpeace.org/argentina/Global/argentina/report/2008/4/leds.p
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[4] Gonzles, Nalle. Qu es un sensor?
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[6] Mecanique. MicroCode studio. www.mecanique.co.uk
[7] MicroCode Studio 4 + PicBasic Pro 2.60.
http://identi.info/downloads/88752435/MicroCode-Studio-4-_-PicBasic-Pro-
2_60.html
[8] Propagacin de ondas electromagnticas.
http://catarina.udlap.mx/u_dl_a/tales/documentos/lem/vila_b_ca/capitulo1.p
df Todoroms. http://www.todoroms.com/international-ebooks
[9] TORRES TORRITI, Miguel. Tutorial Microcontroladores Pic.
http://web.ing.puc.cl/~mtorrest/downloads/pic/tutorial_pic.pdf
[10] ZAJIGUA/SENSORES. Qu es un sensor y cules son los tipos de
sensores? https://sites.google.com/site/zajiguasensores/tareas.
[11] EMMOP, Empresa Metropolitana de Movilidad y Obras Pblicas; Manual
de dispositivos para control de trnsito.
[12] INEN, Instituto Ecuatoriano de Normalizacin; Sealizacin Vial, Parte 5
Semaforizacin


140










ANEXOS
ANEXO A: DATOS TCNICOS DE LED INFRAROJO
ANEXO B: DATOS TCNICOS DEL MICROCONTROLADOR 16F628
ANEXO C: DATOS TCNICOS DEL MICROCONTROLADOR 16F877
ANEXO D: DATOS TCNICOS DEL REGULADOR 7805
ANEXO E: DATOS TCNICOS DE TSOP 1838
ANEXO F: CODIGOS Y SIMBOLOGIA DE SEMAFOROS
ANEXO G: CODIGOS COMPLETOS DE FUNCIONAMIENTO
ANEXO H: MODELO DEL SEMAFORO INTELIGENTE.










141










ANEXO A
DATOS TCNICOS DE LED INFRAROJO










142




143




144




145















146















ANEXO B
DATOS TCNICOS DEL MICRO CONTROLADOR16F628











147




148




149




150




151













152














ANEXO C
DATOS TCNICOS DEL MICROCONTROLADOR 16F877













153














154




155




156





157













158











ANEXO D
DATOS TCNICOS DEL REGULADOR 7805










159





160









161










ANEXO E
DATOS TCNICOS DE TSOP 1838












162





163




164





165









ANEXO F
CODIGOS Y SIMBOLOGIA DE SEMAFOROS
















166





167





168





169













ANEXO G
CODIGOS COMPLETOS DE FUNCIONAMIENTO














170



NORTE: SUR:
SENSOR NORTE 1=SN1 SENSOR SUR 1= SS1
SENSOR NORTE 2=SN2 SENSOR SUR 2= SS2
SENSOR NORTE 3=SN3 SENSOR SUR 3= SS3

OESTE: ESTE:
SENSOR OESTE 1=SO1 SENSOR ESTE 1= SE1
SENSOR OESTE 2=SO2 SENSOR ESTE 2= SE2
SENSOR OESTE 3=SO3 SENSOR ESTE 3= SE3

CODIGO 0:
Estado de los sensores:
SN1=1 SO1=1 SE1=1 SS1=1
SN2=1 SO2=1 SE2=1 SS2=1
SN3=1 SO3=1 SE3=1 SS3=1




171



CODIGO 01:
Estado de los sensores:
SN1=1 SO1=1 SE1=1 SS1=1
SN2=1 SO2=1 SE2=1 SS2=1
SN3=0 SO3=1 SE3=1 SS3=1








172



CODIGO 02:
Estado de los sensores:
SN1=1 SO1=1 SE1=1 SS1=1
SN2=1 SO2=1 SE2=1 SS2=1
SN3=0 SO3=0 SE3=1 SS3=1









173



CODIGO 03:
Estado de los sensores:
SN1=1 SO1=1 SE1=1 SS1=1
SN2=1 SO2=1 SE2=1 SS2=1
SN3=0 SO3=0 SE3=1 SS3=0








174



CODIGO 04:
Estado de los sensores:
SN1=1 SO1=1 SE1=1 SS1=1
SN2=1 SO2=1 SE2=1 SS2=1
SN3=0 SO3=0 SE3=0 SS3=0








175



CODIGO 05:
Estado de los sensores:
SN1=1 SO1=1 SE1=1 SS1=1
SN2=0 SO2=1 SE2=1 SS2=1
SN3=0 SO3=0 SE3=0 SS3=0








176



CODIGO 06:
Estado de los sensores:
SN1=1 SO1=1 SE1=1 SS1=1
SN2=0 SO2=0 SE2=1 SS2=1
SN3=0 SO3=0 SE3=0 SS3=0








177



CODIGO 07:
Estado de los sensores:
SN1=1 SO1=1 SE1=1 SS1=1
SN2=0 SO2=0 SE2=1 SS2=0
SN3=0 SO3=0 SE3=0 SS3=0








178



CODIGO 08:
Estado de los sensores:
SN1=1 SO1=1 SE1=1 SS1=1
SN2=0 SO2=0 SE2=0 SS2=0
SN3=0 SO3=0 SE3=0 SS3=0








179



CODIGO 09:
Estado de los sensores:
SN1=0 SO1=1 SE1=1 SS1=1
SN2=0 SO2=0 SE2=0 SS2=0
SN3=0 SO3=0 SE3=0 SS3=0








180



CODIGO 10:
Estado de los sensores:
SN1=0 SO1=0 SE1=1 SS1=1
SN2=0 SO2=0 SE2=0 SS2=0
SN3=0 SO3=0 SE3=0 SS3=0








181



CODIGO 11:
Estado de los sensores:
SN1=0 SO1=0 SE1=1 SS1=0
SN2=0 SO2=0 SE2=0 SS2=0
SN3=0 SO3=0 SE3=0 SS3=0








182



CODIGO 12:
Estado de los sensores:
SN1=0 SO1=0 SE1=0 SS1=0
SN2=0 SO2=0 SE2=0 SS2=0
SN3=0 SO3=0 SE3=0 SS3=0








183



CODIGO 13:
Estado de los sensores:
SN1=1 SO1=0 SE1=0 SS1=1
SN2=1 SO2=0 SE2=0 SS2=1
SN3=1 SO3=0 SE3=0 SS3=1








184



CODIGO 14:
Estado de los sensores:
SN1=0 SO1=1 SE1=1 SS1=0
SN2=0 SO2=1 SE2=1 SS2=0
SN3=0 SO3=1 SE3=1 SS3=0








185



CODIGO 15:
Estado de los sensores:
SN1=1 SO1=1 SE1=1 SS1=1
SN2=1 SO2=0 SE2=0 SS2=1
SN3=1 SO3=0 SE3=0 SS3=1









186



CODIGO 16:
Estado de los sensores:
SN1=1 SO1=1 SE1=1 SS1=1
SN2=0 SO2=1 SE2=1 SS2=0
SN3=0 SO3=1 SE3=1 SS3=0







187



CODIGO 17:
Estado de los sensores:
SN1=1 SO1=0 SE1=1 SS1=1
SN2=1 SO2=0 SE2=0 SS2=1
SN3=1 SO3=0 SE3=0 SS3=1








188



CODIGO 18:
Estado de los sensores:
SN1=1 SO1=1 SE1=0 SS1=1
SN2=1 SO2=0 SE2=0 SS2=1
SN3=1 SO3=0 SE3=0 SS3=1








189



CODIGO 19:
Estado de los sensores:
SN1=1 SO1=1 SE1=1 SS1=0
SN2=0 SO2=1 SE2=1 SS2=0
SN3=0 SO3=1 SE3=1 SS3=0









190



CODIGO 20:
Estado de los sensores:
SN1=0 SO1=1 SE1=1 SS1=1
SN2=0 SO2=1 SE2=1 SS2=0
SN3=0 SO3=1 SE3=1 SS3=0









191









ANEXO H
MODELO DEL SEMAFORO INTELIGENTE



















192




Figura 1 anexo H: Vista lateral derecha


Figura 2 anexo H: Vista lateral izquierda

193




Figura 3 anexo H: Vista anterior


Figura 4 anexo H: Vista posterior

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