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M.A.O. - Especial Cabo Valdes

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EL CASO DEL CABO VALDES

01/01/2012
M.A.O. MIS ARCHIVO OVNIS
LETAYUYETARELKI



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CHILE

1977 ABRIL 25
EL OVNI DE PAMPA
LLUSCUMA


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CASO: ARMANDO VALDES CABO
1er TIPO: Se observan dos luces. (LN)
2do TIPO: Una luz se posa en tierra.
4to TIPO: El Cabo Valds desaparece dentro de la luz.
3er TIPO: Contacto con seres desconocidos dentro de la luz.

PAIS: CHILE
FECHA: 1977 ABRIL 25 LUNES, MADRUGADA
LUGAR 1: CAMPAMENTO DE CABALLARES, PAMPA LLUSCUMA
LUGAR 2: PUTRE, ARICA.
TESTIGOS: UNA DOTACON DEL EJERCITO CHILENO, COMPUESTA POR:
01.- CABO : VALDES GARRIDO ARMANDO .
02.- SOLDADO: Reyes Juan,
03.- SOLDADO: Riquelme Valle Germn,
04.- SOLDADO: Robles Riera Ivn,
05.- SOLDADO: Rojas Bell Humberto,
06.- SOLDADO: Rojas Surez Julio E.
07.- SOLDADO: Rosales Pedro, y
08.- SOLDADO: Salinas Ral.
Pertenecientes al Regimiento de Caballera Huamachuco (frontera norte)


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ARTICULOS O INFORMACION SIN FECHAS


Caso cabo Valds
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Se denomina el Caso Valds o Caso del Cabo Valds al ms famoso incidente con ovnis
ocurrido en Chile. Aconteci de la madrugada del da 25 de abril de 1977 en la zona de
Pampa Lluscuma (Primera Regin de Chile) a 5 kilmetros de la localidad de Putre.
Consisti en la supuesta abduccin de Armando Valds Garrido cabo de una patrulla del
Ejrcito de Chile. El caso tuvo una gran repercusin en la comunidad ufolgica como en la
prensa de la poca.[1] [2] A pesar de que por dcadas ha sido considerado un caso
emblemtico de abduccin en Chile, hoy en da existen versiones de que en realidad la
supuesta abduccin del cabo fue solo una broma y otra de que el caso sigue teniendo su
importancia ufolgica y [Link]
1 Perfil
2 Historia
3 Cuestionamientos
4 Versin que explica la falsedad de la abduccin
5 Versin que defiende la veracidad de la abduccin
6 Referencias
7 Enlaces externos

[editar] Perfil

Armando Valds Garrido naci el 24 de diciembre de 1954 en Santiago de Chile. En 1973
Se present al servicio militar e ingres en 1974. Fue trasladado a Putre, donde se licenci
como instructor, el acontecimiento ocurri cuando l tena 23 aos de edad.

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[editar] Historia

Segn los relatos repetidos a travs de la prensa y pginas de ufologa, los hechos
acontecieron a las 3:45 de la madrugada cuando una patrulla perteneciente al regimiento
Huamachuco, integrada por los soldados: Humberto Rojas Bell, Ivn Robles Riera, Germn
Riquelme Valle, Ral Salinas, Pedro Rosales, Juan Reyes, y Julio E. Rojas Surez, al
mando del cabo Armando Valds (algunas fuentes ufolgica han llegado a afirmar la
participacin de unos militares e ingenieros israeles, que participaban en unas maniobras
estratgicas[3] ) tras compartir al calor de una fogata vieron una luz que descenda y se
posaba entre las colinas, a unos 500 metros. El cabo como lder se intern en la
luminosidad y habra desaparecido. Segn los testimonios regres 15 minutos despus y se
desvaneci. Cuando recuper la conciencia dijo: Ustedes no saben quines somos ni de
dnde venimos, pero les aseguro que pronto volveremos, tras lo cual volvi a desmayarse.
Sus compaeros sealaron que tras la experiencia, su rostro mostraba una barba de varios
das, aunque Valds supuestamente se haba afeitado un momento antes de su desaparicin.
Adems su reloj digital se haba parado y el marcador de la fecha sealaba cinco das ms
tarde, como si para Valds hubiera transcurrido una semana en vez de unos pocos minutos.
[editar] Cuestionamientos

Durante aos la historia no tuvo investigacin seria ni cuestionamientos. Recordemos que
ocurri durante el rgimen militar que gobernaba Chile en esa poca y aparte de implicar
personal militar de gran credibilidad, aconteca en un momento de posible conflicto
limtrofe. Sin embargo tras la retirada de los militares comenzaron los primeros
cuestionamientos:
Nunca fue una patrulla: En realidad era un grupo de soldados que cuidaban los caballos del
ejrcito. La prensa y el ejrcito le denominaron patrulla por el problema limtrofe.[4]
Nunca se estudi ni fotografi el reloj en cuestin.
Existan contradicciones entre los diferentes versiones dadas por prensa ufolgica.

Tras veinte aos se logr determinar que "el cabo Valds nunca fue abducido". El propio
cabo Valds ha confesado la verdad de lo que sucedi.

Existen dos versiones acerca de lo sucedido esa noche, ambas concuerdan con la aparicin
de una luz extraa, pero discrepan en cuanto a la abduccin.
[editar] Versin que explica la falsedad de la abduccin
Si bien vieron una luz su desaparicin se debi cuando fue a orinar, aunque asust a sus
hombres en su regreso.
Su barba no se la haba afeitado lo que implicaba una falta administrativa.
Frente a la repercusin y fama, tuvo miedo por las consecuencias que sufrira en el ejrcito,
si deca la verdad y prefiri apoyar las exageraciones que los uflogos creaban.[5]
[editar] Versin que defiende la veracidad de la abduccin


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A pesar de que existe una entrevista (que data de inicios del 2009) en las que el propio cabo
Valds asegura que no existi ninguna abduccin, que fue una broma o histrionismo fruto
del estress, y que en realidad solo se haba ido a orinar durante los 15 minutos de su
desaparicin.[6] En otra entrevista hecha al cabo por el periodista Iker Jimnez Valds
parece contradecir su confesin y retornar a su versin original, pero solo debido a que la
entrevista recin fue emitida a mediados de ese ao.[7]
[editar] Referencias
[1]
[2]
[Link], Abducciones
Otro clsico de la Ovniloga Mundial, El caso del cabo Armando Valds
Nunca fui abducido
[Link]
[Link]
[editar] Enlaces externos
Caso Valds Hoy (ufolgico)
La noche de los centinelas de Patricio Abusleme
Expediente Caso Valds
Obtenido de
[Link]
Categoras:
Encuentros ovni
Engaos












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LA ESTRELLA DE ARICA 1977


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JUEVES, 19 DE MAYO DE 1977


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02 0CTUBRE DE 1983


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JULIO DE 1984


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POSTERIOR A SEPTIEMBRE DE 1990


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MAYO DEL 1994


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NOVIEMBRE DEL 1995


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SEPTIEMBRE DEL 1998


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MAYO DEL 1999 AO 2 N01


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JUNIO DEL 1999 AO 2 N02


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JULIO DEL 1999 AO 2 N03


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2000


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ENERO DE 2000 R-041 N311 KARMA-7



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VALDES
CONTAMINADO
Durante su intervencin televisiva del pasado 16 de junio de 1999
(ver Karma-7. N????, el cabo Valds aadi a su relato algunos
sospechosos elementos hasta entonces desconocidos.

MILENARISMO
Es el momento. Es el ao de fin de Milenio. Pudiera ocurrir algo
grande.

HOMBRES DE NEGRO
Me he encontrado con los famosos hombres de negro, he vivido
esa experiencia con dos personas que me visitaron en mi
oficina

SIMBOLOS UMMITAS
Para m la letra H fue siempre un enigma (). Yo me preguntaba
por qu y en mi billetera coloque H plateada (). Seria el nombre
del planeta.

La prensa espaola se hizo eco de los elementos contaminantes
que postulaban las nuevas declaraciones del Cabo Valds.


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MAYO DEL 2002


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06 DE FEBRERO DE 2007
6 de febrero de 2007
Militares chilenos revelarn imgenes de supuestos Ovnis
El Mercurio
Por: Patricio Gonzlez

Estudio de capitn de Ejrcito confirma encuentros con objetos no
identificados.

Relatos, fotografas e incluso videos que revelan numerosos contactos que han
tenido militares chilenos con supuestos objetos voladores no identificados (ovnis)
sern revelados a partir de hoy en el seminario "Ovnis, Archivo Oficial", como se
denominar la X Jornada Internacional de Ufologa de Via del Mar, que organiza
la Agrupacin de Investigaciones Ovniolgicas de Chile (Aion).

En ellas participar el capitn de la V Divisin de Ejrcito Rodrigo Bravo, quien -
con autorizacin de la Comandancia en Jefe- expondr a ttulo personal su tesis
"Observaciones de fenmenos areos no identificados por parte de la Aviacin
Militar Civil", trabajo netamente personal que realiz para obtener su licencia de
piloto y donde hizo un catastro de las experiencias de miembros de las Fuerzas
Armadas con este fenmeno.

Segn explic Rodrigo Fuenzalida, director de Aion-Chile, este trabajo, aunque no
representa al Ejrcito, s constituye un documento histrico relevante porque
confirma la existencia de un fenmeno desde un punto de vista militar, sector qu
se caracteriza por ser prolijo en sus reportes y disponer de tecnologa avanzada
para respaldar sus observaciones.


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Casos concretos

"El capitn Bravo realiz su tesis desde un punto de vista de la importancia que
tienen los ovnis en el vuelo, como fenmeno. De paso, relata encuentros como el
que tuvieron tres helicpteros cerca de La Unin, donde divisaron un ovni posado
en tierra, o lo ocurrido en 2000 con un Citation del Ejrcito, cuando cinco personas
fueron perseguidas por un objeto luminoso que no apareca en los radares",
agreg Fuenzalida.

En el seminario tambin se difundir un video captado durante un ejercicio de la
Escuadra Nacional.

Fuenzalida neg la posibilidad de que las [Link]. chilenas, por ser un tema ajeno a
sus intereses, realicen estudios "secretos" sobre el tema, aunque dijo suponer que
deben disponer de relatos bien detallados sobre hechos inexplicables y que no
han sido revelados a la opinin pblica hasta ahora.

En la ocasin tambin participarn el suboficial FACh Pablo Henrquez, quien se
referir a los avistamientos de "Alta Relevancia" dentro de la FACh, y el suboficial
en retiro del Ejrcito Armando Valds.

Junto a los militares chilenos participarn los expertos brasileos Ademar Gevaerd
-quien revelar la "Operacin Plato: La investigacin ms secreta de la Fuerza
Area del Brasil", un estudio sobre ovnis realizado en su pas y que reuni
centenares de testimonios- y Rafael Cury, que se referir a los casos oficialmente
reconocidos por su pas en materia de objetos voladores no identificados.

El encuentro de ufologa terminar maana mircoles.

Cabo Valds

En la jornada se rendir un reconocimiento al suboficial en retiro del Ejrcito de
Chile Armando Valds, quien tiene una de las ms importantes experiencias con
este fenmeno, y cuyo caso "El cabo Valds" fue el primero que dio a conocer la
ufologa nacional en el mundo.

Valds relatar los hechos ocurridos el 25 de abril de 1977, cuando habra sido
abducido por supuestos extraterrestres.

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ABRIL DE 2007


MONOGRFICO
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RAUL SALINAS VAZQUEZ
LA OTRA VERSIN DEL CASO DEL CABO VALDES.
III

El caso del cabo Valds hoy en da Comienza la controversia RAL
Salinas Vsquez la otra versin del caso del cabo Valds.
Algunas entrevistas y declaraciones.



El da 16 de Junio de 1999 por fin Armando Valds Garrido, ms
conocido como "el cabo Valds" dio su visin de los hechos ocurrido
en la Pampa de Lluscuma en un ya lejano 25 de Abril de 1977
cuando se encontraba en unas caballerizas acompaado de siete
soldados realizando labores propias del Ejrcito.
Sus declaraciones efectuadas a la Televisin Nacional de Chile, en el
programa del periodista Pedro Carcuro, llamado de P a P, causaron
una gran expectacin entre la comunidad ufolgica del pas andino,
aunque no se puede obviar ciertos matices de marketing comercial
en su disertacin lo que nos hace pensar que detrs de todo este
caso an existen detalles por dilucidar.

Hasta ahora todas las declaraciones sobre este caso eran
unilaterales. Todas ellas, provenan de las pocas veces que Armando
Valds habl con la prensa y algn periodista especializado sobre el
tema. Pero, uno de sus subordinados Ral Salinas Vzquez, quiso
dar su versin propia de los hechos, ya que dice estar en desacuerdo
en ciertas apreciaciones de su jefe militar de aquellos aos.

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Aunque esto no es nuevo en la ufologa de tener diferentes
apreciaciones sobre una misma observacin en los testimonios de las
personas afectadas, tampoco se debe dejar de decir que detrs de
todas estas actitudes personales, existen unos intereses econmicos
donde juegan protagonismos y otras vertientes an sin determinar,
pero que seguramente con el tiempo irn aflorando.

Lo cierto es que el Cabo Valds, ha dejado el Ejrcito de Chile y su
presentacin antes las cmaras de la TV nos ofrecieron todo un aviso
propagandstico sobre su prximo libro. Obra eternamente
anunciada, y que seguramente nos hablara de las desgracias con que
nos encontraremos al principio de este nuevo Milenio y las
correspondientes profecas apocalpticas. Todo esto, por deduccin
lgica de las conocidas inclinaciones msticas y religiosos donde se
encuentra involucrado el Cabo Valds actualmente.

Valds adems agreg en sus declaraciones ante la pantalla, que a
pesar de saber que tena "una inteligencia" delante de l, aquella
noche en Lluscuma tambin tuvo la percepcin de que esos seres no
eran buenos. Tambin menciono haber recibido en dos
oportunidades visitas de "hombres de negros", y que estas entidades

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le haban hablado de un signo muy especial, al cual el siempre sinti
especial curiosidad, nos referimos a la letra H, adquiriendo sus
declaraciones gran controversia y unos pormenores insospechados
que han dado mucho que hablar y sobretodo de estudiar a futuro.

Dentro de todo este contexto, Ral Salinas Vzquez, subordinado del
Cabo Valds en aquellos aos, tambin nos quiso dar su versin y es
as como la ofrecemos.




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QUIN ES RAUL SALINAS VAZQUEZ?



En el ao 1974, este joven chileno, como tantos otros acudieron al
llamado del Servicio Militar Obligatorio que existe en Chile. Fue
destinado a la Escuela de Caballera de Quillota donde prontamente
lo destinaron al Norte de Chile, para ser exacto en la I Regin, a la
localidad de Putre. Es en este lugar donde el destino lo llevara a
participar de este extrao caso que ocurri en pleno desierto y donde
hasta hoy el nico protagonista haya sido Armando Valds Garrido.


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Hoy en da Salinas tiene 47 aos. En el ao 1999 estaba en paro,
separado hace unos meses y viva normalmente con su madre y
algn sobrino en la populosa Villa San Jos en la comuna de San
Miguel.

Quin esto escribe, tomo contacto con este testigo excepcional del
famoso caso del Cabo Valds, cuando fue invitado la noche del 9 de
Agosto de 1999 al programa "Saludando la Noche" del prestigioso
periodista Patricio Varela, que se emite en Radio Nacional de Chile
para todo el territorio nacional chileno. Compartieron mesa el doctor
psiquiatra Mario Dussuel y quien escribe. El programa se hizo corto
ante las preguntas formuladas por los comensales, frente nuestro
haba un Ral Salinas escueto y corto de palabras, pero que notaba
una predisposicin total a contestar lo que fuera. Este programa
sirvi como enlace para poder entrevistarme a solas durante varias
horas con Ral Salinas, quien se mostr siempre dispuesto a
colaborar ampliamente.

Efectivamente, el da 16 de Septiembre se llev a cabo un encuentro
a solas de Ral Salinas con este corresponsal con el nico
compromiso de hablar claro y no dejar ninguna pregunta sin
respuesta. Debo decir que el testigo cumpli ampliamente su
palabra, y a pasar que en muchos pasajes de nuestra conversacin
fueron duros y busque los matices econmicos que podran mover a
este testimonio, Salinas no me eludi el tema y creo haber captado
una honestidad digna de elogio en sus declaraciones.
VERSION DE RAUL SALINAS DE LOS HECHOS DEL 25 DE ABRIL
DE 1977
Siempre basndose en las declaraciones casi textualmente de Ral
Salinas, este dice haberse ofrecido para la primera ronda de
vigilancia. Comienza sus recuerdos con un extrao pjaro que
denomina un bho quien lo estaba molestando continuamente
momentos antes que el Cabo Valds lo llamar a tomarse un caf
caliente para aminorar el fro de la noche. Curiosamente dice haber
tenido un pensamiento en aquellos momentos como de "que algo
malo va a pasar" (lo que demuestra quizs un aspecto supersticioso
del testigo) al relacionar el bho con un mal presentimiento.
Salinas recuerda que fue Juan Reyes, otro conscripto, quien aviso

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gritando al Cabo Valds Mi Cabo, un Ovni... mire mi Cabo un
ovni. (segn Valds fue el soldado Rosales quien le di el aviso)

Lo observado por Salinas es lo mismo que Valdsuna estrella que
cae, la cual adquiere volumen como un cometa, y va dejando chispas
de fuego en su cada y que cae en unos cerros cercanos que estn
situados a unos 3 kilmetros de distancia.
El silencio es total entre los animales y Salinas dice haber sentido un
escalofri cuando volvi a mirar el cerro ya que las luces de colores
verdes y amarillo se acercaban deslizndose por la loma del cerro.
Luego advirti una gran neblina, casi a 500 metros de donde ellos
estaban, la neblina se detuvo (luego que el Cabo Valds diera la
orden de tapar la fogata que tena la tropa para calentarse) Es en

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esos momentos cuando Salinas dice ver salir de la neblina una gran
nave, de aspecto totalmente slida, con una dimensin comparable
al Estadio Nacional de Chile y logra advertir algunas extraas
sombras que se desplazaban en su interior. La nave emita unos
bellos colores y Salinas advierte que su cuerpo est pegado como
con cemento al suelo, le cuesta mucho moverse y nota a su
alrededor mucho pnico. Segn Salinas, el Cabo Valds dio la orden
de colocarse "hombro con hombro" a todos sus hombres, y mientras
algunos lloraban y otros rezaban miraban con gran temor lo que
tenan delante de ellos

En este punto hay que mencionar ante la pregunta de quien escribe
Porqu no utilizaron las armas de reglamento? La respuesta de
Salinas fue tajante al respecto: NO TENIAMOS NINGUN TIPO DE
ARMAS y al ser consultado por algn aparato de radio para
comunicarse con sus bases militares en Putre, contest que tampoco
tenan ningn aparato de comunicacin, lo cual hace ms extrao
este caso, ya que la zona donde estaban estos militares es de gran
vigilancia fronteriza, ya que son tierras limtrofes con Per y Bolivia y
sea por contrabando o por asuntos de estrategia militar resulta muy
extrao que no hubieran armas en la patrulla.
Segn la investigacin del periodista Patricio Abusleme, "s llevaban
armas y estas eran entre uno y tres fusiles del tipo SIG", incluso
aade, un conscripto hizo el intento de disparar al aire, pero su fusil
se trab. Por qu razn siguen diciendo, tanto Valds como Salinas
que no tenan armas? Qu hay detrs de esta discrepancia? Un
secreto militar? La zona no es para estar desarmados, segn los
detalles explicados en el prrafo anterior.

Siempre segn Salinas, a eso de las 3,00 de la madrugada
ocurrieron varios hechos inexplicables que con el tiempo los ha
interpretado con ms certeza. El miedo existente en los militares
desapareci extraamente y la temperatura subi a un grado tal que
de estar abrigados para noches bajo cero de temperatura se vieron
de pronto vistiendo solo sus camisetas militares, en esos momentos
Salinas dice haber pensado: "Hasta aqu lleg mi vida". A
continuacin entra en la tropa una relajacin total y Salinas recuerda
verlos a todos con sus cabezas entre las piernas dormitando; l est
a unos dos o tres metros del grupo en una esquina de la cuadra de
caballos y logra distinguir al Cabo Valds arriba de una pirca (pared
de adobe) de unos cuatro metros de altura. El tambin siente sueo

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y cae en un sopor viendo a la nave que emita luces como rayos. Sus
recuerdos le traen a ir viajando por un tnel lleno de luz con
sombras a su alrededor.

A unos 15 minutos de lo descrito anteriormente Salinas dice que
despertaron todos los de la patrulla y en ese momento se dieron
cuenta que el Cabo Valds no estaba entre ellos. Deciden salir a
buscarlo rpidamente, se aproximan a la pirca y sienten ruidos al
otro lado del muro, cuando se aprontan a bordear el muro una
especie de mueco sale de tras del muro y cae a unos pocos metros
de ellos. El mueco es el cuerpo del Cabo Valds, dada la forma que
cae (de lado) "es casi un milagro que no se quebrara un hueso"
aade Salinas, y es en esos momentos cuando Valds con una risa
casi siniestra pregunta por su madre casi al borde de la
desesperacin, adems emite la frase "Ustedes jams sabrn
quienes somos ni de dnde venimos". A continuacin aprecian a
Valds con una tupida barba, lo cual Salinas lo encuentra
inmediatamente extrao, ya que ha sido l mismo quien prepar
todos los utensilios para que el Cabo se afeitara, pues es tradicin
del Ejrcito que la milicia vaya impecable en su presentacin, y el
Cabo recuerda perfectamente que Valds cumpli con este requisito.

Salinas recuerda que el Cabo Valds llama desesperadamente a su
madre y es tal su insistencia que un conscripto le golpeo fuertemente
para que volviera a la realidad. Valds queda bastante K.O. por esta
accin de su subordinado, pero al parecer fue efectiva en ese
momento tan especial. Tambin recuerda una pregunta del cabo
Valds cuando vuelve a la realidad Vieron lo que yo vi?

Salinas dice haberse mantenido un poco apartado del grupo, como
por instinto de resguardarse su espalda, o quizs para tener ms
visin de los hechos. Es aqu cuando Ral Salinas incorpora una
visin totalmente foranea a su relato y que dej bastante
descolocado a algunos investigadores, incluido quien escribe,
lgicamente.

Ral Salinas dice que en esos momentos en la parte extrema de la
pirca, divisa un ser muy extrao. Lo describe como mitad humano y
de la cintura para abajo, aspecto animal. No describe su cara, ya que
dice no haberla visto pues que tena una especie de casco que le
cubra su cabeza. Si diviso en su cintura un objeto, transparente, que

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emita luces y que le pareci una arma




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Esta observacin de Salinas, toma unas dimensiones ya totalmente
fuera de los acontecimientos que ocurrieron en Putre, pues hasta all
llegan sus recuerdos ms vivos con respectos a los acontecimientos
de aquella madrugada tan agitada entre sus compaeros de Ejrcito.
En nuestra conversacin menciona que no supo ms del asunto pues
bajaron a Putre. Al da siguiente, menciona recordar que se habla de
un metal encontrado en el lugar de los hechos, lo cual para l es
falso y no recuerda nada al respecto. No sabe nada del reloj, objeto
de tanta controversia. Dice que eran ocho los componentes de la
patrulla en Lluscuma.
Llama la atencin algunos pequeos detalles. Por ejemplo, Valds
relata una nave posada en tierra, independiente de la nave de la
neblina Hubo dos naves en Lluscuma? Salinas nunca menciona esto
ltimo. Existen unas claras imprecisiones, que pueden explicarse
dentro del caos del momento y la excitacin nerviosa de los
componentes de la patrulla. Un acontecimiento crucial, es el del reloj
que de alguna manera demostrara un traslado o desplazamiento en
el tiempo. Este hecho no es identificado por Salinas, o no lo recuerda
como algo especial. Esto indica que de alguna forma este asunto
puede haber sido aadido, pues en Putre cuando la situacin era otra
y los rumores ya comenzaban a correr irremediablemente... El
famoso reloj ha trado de cabeza a muchos investigadores. Se ha
dicho de todo, desde que nunca se quiso mostrar para evitar
promocionar su marca comercialmente, hasta que jams existi.
Pero dejaremos este asunto para ms adelante, cuando analicemos
este detalle ms concretamente.
Cmo conclusin de esta tercera entrega se puede decir que nuestro
interrogado Ral Salinas, aporta algunos detalles curiosos y que le
dan unas dimensiones totalmente diferentes al caso del cabo Valds.
Ms an, cuando al terminar nuestra larga charla en el despacho del
Doctor Dussuel, me pareci un tipo sincero, aunque nunca perdiendo
la perspectiva por nuestra parte, que detrs de este asunto existe un
alto porcentaje de competencia oculta entre estas dos personas. Nos
referimos a Armando Valds Garrido y su subalterno en aquel ao
1977, Ral Salinas Vzquez.

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RAL SALINAS Y SUS AMISTADES EXTRATERRESTRES



Por de pronto, Salinas Vzquez nos aporta una fantstica versin de
su vida a los aos de ocurridos los hechos, donde se nota claramente
que en todo este tiempo transcurrido, ha sufrido una verdadera
intoxicacin de matices relacionados con la ufologa, ya sea por
iniciativa propia, como de la incuestionable participacin de otros
personajes de Chile, que le han estructurado una historia en su
mente y que l ha ido adaptando como mejor ha podido. Suponemos
que todo esto, con el nico fin de enfrentar este desplazamiento
meditico que ha tenido de parte del cabo Valds.
Pero vamos a los hechos y seguiremos con Ral Salinas Vzquez:

Cabe sealar que es difcil hablar sobre una persona que a primera
vista te resulta simptico, humilde y el prototipo del chileno
sacrificado en este nuevo Chile, estructurado sobre una salvaje
economa de mercado, ultra-capitalista, donde todas las personas
van corriendo y no existe mucho tiempo para ciertas cosas del
espritu.
Repito que, Salinas me pareci honesto y un sacrificado chileno ms
en la lucha por buscarse la vida. Esto no impide que personalmente
haya captado ciertas angustias internas en este personaje, y tambin
ciertas frustraciones que trata por todos los medios de encajar en
una historia diferente a la del cabo Valds, y que solo el tiempo
sabr si esto le rendir fruto.

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En nuestra larga conversacin, en el despacho del Doctor Mario
Dussuel, psiquiatra chileno, y que es uno de los pocos profesionales
que trata este tipo de personas que provienen del tema Ovni, Salinas
mostraba insistentemente un grueso cuaderno donde se poda
apreciar una serie de mensajes provenientes - siempre segn Salinas
- de personas que estaban en contacto mental con l desde hace un
tiempo. La psicografa entraba en accin. Mtodo de escritura
automtica empleado para contacto con entidades supuestamente
extraterrestres y otras entidades etreas, que es usado por muchas
personas que buscan este puente de comunicacin. Luego sabramos
de donde cogi todos estos elementos Ral Salinas, ya que este era
solo uno de los matices que adquiri en su ambular mundano, entre
personas que dicen tener contacto con entidades superiores,
creyentes fanatizados de los Ovnis y ms de algn "uflogo"
despreocupado que colabor en este contagio. Si le agregamos los
aos que han pasado desde los acontecimientos ocurridos en Pampa
de Lluscuma, el lector podr formarse una idea en qu situacin est
la mente de esta persona respecto a la deduccin crtica y racional
de sus interpretaciones hoy en da.


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Entre estos personajes que dicen contactar con Salinas, existe uno
que se destaca por sobre todos los otros. Su nombre es Amalia y
generalmente su presencia se hace efectiva entre las 0,3 y 0,6 de la
madrugada. Su descripcin es la de una atractiva persona de sexo
femenino, incluso se podra describir como sensual y bonitos rasgos.
Fsico agraciado, y se distingue sobre su pecho izquierdo una letra H
en relieve Otro elemento aadir a su contagio?





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Segn avanzaba nuestra conversacin, no pude menos que apreciar
un entusiasmo embriagador que al parecer causa este personaje en
Ral Salinas, ya que ha ido adquiriendo un verdadero protagonismo
en su vida. Su relato adquiere caractersticas realmente fantstica y
de entusiasmo cuando habla sobre Amalia. Este sensual personaje,
lo ha llevado en una nave de nuevo a Putre, donde le hizo dibujar
una letra H en el suelo, y aade Salinas enfticamente, que logr
distinguir debajo de la nave la ya famosa letra H con los extremos de
color rojo relucientes.








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En este punto de la conversacin, la pregunta lgica era si este
personaje femenino era real o es solo un producto de la imaginacin
de Salinas. A esta consulta directa, Salinas respondi que esta
presencia siempre le ha ocurrido cuando est durmiendo, pero l
est convencido de que la presencia de Amalia es totalmente real.
Adems agrega que Amalia no se presenta sin avisar, sino que viene
cuando l realmente la necesita o piensa en ella. En este punto,
advierto una interpretacin onrica llevada a la realidad extrema,
pero slo es una opinin ms dentro de lo que estamos tratando de
encontrar en este episodio







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Salinas, agrega haber viajado a muchos lugares con esta amiga, la
cual le ha mostrado una infinidad de mundos diferentes, y ha tenido
la oportunidad de ver muchas naves voladoras iguales a las que se
usan ellos dos. Ms an, dice que los seres que van dentro de estas
naves son de varios tipos, y que ha logrado observar de cerca
aquellos que vio la noche del 25 de Abril de 1977 en Pampa de
Lluscuma, aludiendo a los que describi anteriormente como de
mitad humano y la mitad animal.



Consultado de inmediato en relacin con estos increbles seres,
Salinas nos expresa, que los ha visto dentro de las naves sin el
casco, y su descripcin es de que poseen un rostro agradable, pelo
corto, rubios, ojos verdes, estatura de unos 1,70 metros, y slo le
inquietaba mirarlo debajo de su cintura, pues la parte inferior del
cuerpo era semejante a la de los canguros terrestres



En este prrafo debo aadir algunos detalles que menciona Salinas.
Dice tener estas visitas de los 21 aos. Aade tener dos marcas en
su cuerpo, una detrs de su cuello y otra en uno de sus antebrazos.
Agrega que no tena idea del tema Ovni cuando se desplaz a
cumplir con su servicio Militar Obligatorio al Norte de Chile.
Consultado sobre la letra H y como adquiri su conocimiento, dice
que Amalia le hablo de esta letra y tambin de la palabra ummita,
aunque concreta que l tena una curiosa inclinacin por esta letra
desde los 21 aos aproximadamente. Luego a lo largo de la
conversacin sale a luz un profesor de una universidad chilena, quien
realiza una interpretacin de las palabras de Amalia y someti a
Salinas a un intensivo tratamiento de msico-terapia. Salinas
menciona que "gracias a esta persona sabe mucho ms cosas sobre
lo que le dice Amalia". Luego hablaremos de este curioso profesor
universitario, l cual se merece un apartado aparte y donde se
conjugan una serie de factores que dan ctedra como un ser humano
culto e instruido no est exento de dar pasos en falsos, ms an,
cuando no se dispone de la informacin necesaria en este otro lado
del mundo en referencia al controvertido tema UMMO.

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La impresin lograda de las palabras del interrogado, respecto a este
personaje femenino, es que Salinas cree totalmente en la existencia
de Amalia, y en la proteccin que esta le brinda. Hay que mencionar
que en una parte de la conversacin y siempre en relacin con
Amalia, Salinas se expresa de la siguiente manera (textual):
"Amalia me est apurando cada da ms a que abandone este
mundo"



Salinas, insiste en que le queda poco tiempo en este mundo, ya que
haba hecho un juramento con este ser femenino y que estaba
dispuesto a entregarse a ellos, pues se siente muy bien junto a
estos. Se nota una verdadera admiracin y casi adoracin hacia
Amalia, y la describe como una verdadera reina quien le muestra
mundos diferentes

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Si nos detenemos un momento, luego de toda esta resea de datos
casi de ciencia-ficcin que nos ofrece el subalterno del Cabo Valds,
creemos que debemos reflexionar un tiempo, tomar aire, y eso es lo
que ha realizado este humilde investigador, el cual sac sus
conclusiones luego de un par de meses de esta conversacin con
Ral Salinas.
No puedo negar que al trmino de la conversacin con el amigo
Salinas, no saba la frmula adecuada para continuar este
interrogatorio. Quizs optando por las pautas ordinarias de cuando
nos enfrentamos a un testigo del FOVNI, o simplemente hablarle en
forma diferente, personal, fuera de convencionalismo, con el corazn
en la mano. Yo pensaba que mi "tocayo" Ral, estaba en una
encrucijada difcil de digerir, y que podra desequilibrar su mente, y
porque no decirlo tambin su vida completa. Por experiencia,
acostumbro a no dar consejos cuando estoy metido en una
investigacin, pero algo me deca que esta vez tena que hablar de
otra forma con este sujeto.
En mi mente pasaban los episodios de la ciudad catalana de Terrassa
(Barcelona) donde los amigos Juan Turu Valles y Jos Flix Rodrguez
Montero aparecieron decapitados en la va del tren en el apeadero de
Torrebonica de dicha localidad. Estos hechos ocurrieron el 19 de
Junio de 1972. Una nota se encontr en uno de los bolsillos de los
suicidas, deca escuetamente. "Los extraterrestres nos llaman"
aparecan las siglas W.K.T.S. y dos smbolos de infinito.
Tambin la Orden del Templo Solar instaurada en el ao 1984 en
Canarias y que su lder Luc Juret, se haba suicidado en Suiza y otros
adeptos a su secta en Qubec (Canad)
Mi mente tambin record, que en Marzo de 1997, al alucinado
Marshall Applewhite lder de la secta Heaven's Gate, en una lujosa
mansin de San Diego en California no se le ocurri otra cosa que su
espritu, y el de varios de sus seguidores viajara hasta un supuesto
Ovni que iba escondido tras el cometa Hale Bopp. En fin, mi mente
pensaba todo esto cuando estaba delante de Ral Salinas Vzquez


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NOTA FINAL:

A finales de Abril de 2007, ha sido imposible localizar nuevamente a
Ral Salinas con la informacin que poseemos.
Segn fuentes cercanas a esta persona, un cuadro sictico que se
apreciaba a finales de los 90 fue en aumento, confirmando la
impresin de nuestra despedida descrita anteriormente.
Slo esperamos sinceramente que haya encontrado el camino
adecuado en su vida.


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Martes, 12 de Junio del ao 2007



OVNIS (ABDUCCIN en PUTRE)
EL CASO VALDES
Visite - Sucesos Paranormales e inexplicables ChileRegin MetropolitanaSantiago
Annimo Martes 12 de Junio del ao 2007 / 9:08
Abduccin en Putre (Caso Valds)


El 25 de Abril de 1977, ocho soldados que se encontraban patrullando la
zona de Pampa Lluscuma (a 5 km. de Putre), junto al Cabo ARMANDO
VALDES GARRIDO, el protagonista de este hecho, divisaron una luz muy
potente. Como l mismo dira a la televisin a los pocos das del hecho:
"La luz estuvo all toda la noche. Nadie saba de qu se trataba. Hasta
que empez a descender. Pero al fin, cuando descenda de la montaa,
lentamente nos parecieron dos luces. Una siguiendo a la otra, desde
muy cerca".

Valds increp hacia la luz, pidindole que se identificara, avanz y
penetr en una extraa niebla para desaparecer completamente. "De los
quince minutos, no recuerdo nada. Los conscriptos dicen que al entrar
en la niebla me esfum, yo saba que estaba entrando en la niebla, pero

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no recuerdo ms. Les aseguro que quiero recordar porque necesito
saber qu sucedi. Lo nico que guardo en mi mente es haber tenido un
sueo profundo, haber cado en el fondo de un abismo y en lo dems mi
cerebro est vaco. Quiero saber qu pas!".

"Cuando reaparec, tras quince minutos, los muchachos oyeron mis
gritos detrs de donde ellos estaban cuando me esfum. Era una zona
oscura, all reaparec, donde no llegaba la luz que emiti el objeto. Yo
deca: Muchachos... muchachos... socorro!. Dos llegaron justo en el
momento en que perda el conocimiento, yo no recuerdo ninguna cosa,
ms tarde, despert, pero ya no estaba en aquel lugar, sino en la
enfermera".

"Quiero saber qu me pas durante esos quince minutos, tengo que
averiguarlo, no voy a poder vivir con esa incgnita".

Entre los fenmenos ocurridos en los quince minutos que dur la
abduccin, se destaca:

- El calendario del reloj digital se adelant algunos das.
- A Valds, le creci la barba algunos milmetros.

Entrevista en 1999

El da Mircoles 16 de junio de 1999, el nombrado cabo Armando
Valds, conocido personaje de la ovniloga chilena, rompi su silencio
despus de 22 aos de ocurrido el incidente ms extraordinario sobre
abducciones en Chile, en una entrevista otorgada a televisin nacional
(programa "De Pe a P")

-Opinin Dir. AIFOC (Hctor Mndez):

"Salta a la vista que el seor Armando Valds es un personaje sencillo y
a la vez muy enigmtico en lo que se refiere a su vivencia, sin embargo
not tonos muy inconclusos en gran parte de sus respuestas, por lo cual
creo, personalmente que debe apoyarse en profesionales que le ayuden
a comprender lo que realmente le ocurri en todas sus dimensiones. La
interrogante del caso Valds no termina con esta suerte de entrevista
prediseada, sino que se aviva an ms, haciendo que contine siendo
uno de los casos ms misteriosos y apasionantes en Chile y porque no,
en el mundo."

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Algunas de sus respuestas:

-Valds: "El fenmeno que viv... no me dio una buena sensacin..."
-Pedro Carcuro: "Entonces Ud. cree que stos seres son malos?"
-Valds: "Si fueran buenos no habra sentido pnico, angustia y todo lo
dems..."
-Pedro Carcuro: "Ud. tiene temor por el futuro de la humanidad?"
-Valds: "Correcto, tengo muy claro lo que va a pasar en el futuro..."
-Pedro Carcuro: Tiene miedo de una invasin extraterrestre Suboficial
Valds?"
-Valds: (silencio...) "Estoy trabajando en eso para poder entregar ese
mensaje Pedro..."
-Valds: "Pudiera ser..."
-Pedro Carcuro: "Ud. tiene miedo?"
-Valds: "No Pedro, extraamente no, porque en estos 22 aos he
aprendido como defenderme de los que no son buenos."


Contacto con extraos seres en Angol


28.02.2001.- En el mirador Las Pias, tres personas observaron un haz
de luz del cual emergieron extraterrestres que se arrastraban.

El cielo estrellado y la luna menguante invitaban a recorrer los senderos
que rodean a Angol, en la Novena Regin. El 16 de febrero pasado,
Ingrid Sperberg, y dos amigos llegaron hasta el mirador Las Pias, a un
kilmetro de la ciudad, para disfrutar la vista. Lo que ellos vivieron
moviliza ahora a uflogos de las agrupaciones Ovnivisin y Geo, quienes
viajarn a Angol, un sitio calificado de "zona caliente" por la gran
cantidad de reportes de avistamientos de ovnis.

Ingrid es tcnico forestal, su amigo Patricio Vallejos es analista de
sistemas y vive en la Serena. Ese 16 de febrero haba llegado a la
ciudad para visitar a la joven. La tercera testigo del avistamiento es
Mara Cristina Seplveda.

Los tres deambularon en automvil por Angol para que Patricio,
sordomudo, conociera la ciudad hasta que llegaron al mirador. "Nos
estacionamos a unos 300 metros de un portn de fierro", cuenta Ingrid.

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Se bajaron del auto, pero de pronto, en un sitio lleno de arbustos muy
pequeos, a unos 150 metros, vieron una enorme luz muy blanca, muy
brillante, que se elev en forma vertical. Ingrid relata, va telefnica,
que "unos instantes despus el haz de luz se abri como un abanico
grande, de colores en degrad, que iban desde un anaranjado, amarillo,
rojo y finalmente de un color violeta... Esta cosa comenz a moverse
horizontalmente".

El temor a lo desconocido hizo que Ingrid se metiera al auto mientras
sus amigos estaban de pie, asombrados por lo que vean.

"Entonces el haz de luz se cerr y qued de un color blanco violceo, se
movi hacia la derecha y, en instantes, se transform en una esfera, de
unos dos metros de dimetro que desapareci detrs de los cerros",
recuerda Ingrid.

La esfera se esfum y casi instantneamente se escuch un sonido
metlico. "En esos momentos miramos hacia el portn de fierro y vimos
dos figuras de un metro y 20 centmetros de altura, aproximadamente.
Pensamos que eran unos nios, pero a medida que avanzaban, nos
dimos cuenta de que eran como una masa oscura, que no tenan ni
manos ni pies... eran como sombras que se arrastraban", cuenta Ingrid.

Las "sombras" se detuvieron detrs del portn y en ese instante, "el ser
de la izquierda atraves el portn, gir a la derecha y volvi a cruzar el
fierro", rememora la joven, quien todava siente en sus odos el sonido
de unos metales que se golpean.

Mara Cristina no acepta hablar telefnicamente del tema. Ella declar al
diario Austral de Temuco que de las criaturas emanaba un lenguaje
ininteligible, un ruido que escucha hasta ahora.

Oleadas Desde Angol, el uflogo Ral Gajardo explica que este caso es
"el ms extraordinario que he visto en los 35 aos que investigo el
tema. Desde hace tres aos tenemos oleadas de ovnis en que estos
objetos suben verticalmente hasta unos mil 500 metros, despus
descienden y desaparecen con direccin sur". Agrega que las oleadas
ocurren entre octubre y marzo.

Cristin Riffo, de Ovnivisin, acota que slo el ao pasado se registraron

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ms de 700 avistamientos en el pas y que en Angol hubo 60 reportes.
Agrega que a veces las fallas tectnicas producen descargas de gas
ionizado que liberan una energa que produce "luces telricas".


JUEVES, 29 DE NOVIENBRE DE 2007


ABDUCCIONES ALIENIGENAS? - El Caso del Cabo
Valds
Ovnis, Ufo, Abducciones, Aliengenas, extraterrestres, Avistamientos, Contactados,
encuentros cercanos,
Etiquetas: Abducciones ExtraterrestresChileRegin MetropolitanaSantiago
Publicado por Annimo J ueves 29 de Noviembre del ao 2007 / 1:59
La historia del Cabo Valds

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Uno de los casos ms emblemticos de abduccin

Chile se conoce en el mundo de la ufologa mundial por el caso
del Cabo Valds. La experiencia de esta patrulla militar que
realizaba labores de vigilancia en la Pampa de Lluscuma en pleno
altiplano chileno fue ampliamente difundida por el mundo entero
y an hoy es resea de muchos investigadores como uno de los
casos ms genuinos de abduccin.
Es importante para las futuras generaciones hacer ciertas
matizaciones en este caso. Luego de la aparicin del ex cabo
Valds en los medios de comunicacin se comienzan a
deslumbrar otros caminos, donde ms que la experiencia misma
del militar entran a jugar otros intereses totalmente ajenos al
caso mismo, las pasiones humanas y mundanas de quienes lo
rodean dan giros sorprendentes a los acontecimientos primarios,
donde la responsabilidad de todos incluido los uflogos, hacen
que una vez ms, una experiencia personal que pareca genuina,
inalterable, se desvirtu de la realidad y entren a jugar otros
matices totalmente diferentes a los acontecimientos que
supuestamente ocurrieron primeramente.

BREVE RESUMEN DEL CASO DEL CABO VALDES

La patrulla militar que fue protagonista de los hechos de la
madrugada del da 25 de Abril de 1977 es: Armando Valds
Garrido, Humberto Rojas Bell, Ivn Robles Riera, Germn
Riquelme Valle, Ral Salinas, Pedro Rosales, Juan Reyes, y Julio
E. Rojas Surez.
Se debe hacer notar que los nombres de los componentes de la
patrulla difieren mucho segn la fuente de la publicacin.
Mientras el periodista Juan Jorge Faundes habla de solo siete
soldados, Jorge E. Anfruns, escribe que son ocho, y el
investigador argentino Antonio Las Heras, nico uflogo que

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lleg a tener contacto con el caso a los das de suceder los
acontecimientos nos habla de un componente de la patrulla
llamado Julio Rato, mientras elude el nombre de Julio E. Rojas
Surez. A este respecto podemos decir que este personaje
llamado Julio Rato tambin aparece en algunas publicaciones de
peridicos de la poca, omitiendo el nombre de Julio E. Rojas
Surez, o algn otro componente de la patrulla indistintamente.

Las discrepancias comienzan ya en este primer detalle. Antonio
Las Heras lleg invitado por Canal 13 de TV a los pocos das de
los sucesos de Pampa de Lluscuma, l investigador argentino ha
comentado ms de una vez que el ambiente que se viva en
aquellos das en Santiago, tanto sea a nivel calle, como en los
propios medios de difusin era realmente efervescente. Incluso
el ambiente periodstico trataba cada cual agregar algo de su
propia cosecha. No es de extraar que en ese ambiente se
perdiera a la verdadera identidad de cada individuo de la
patrulla.

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El nico periodista que logro hablar con Armando Valds Garrido
al da despus de la experiencia de la patrulla fue Pablo
Honorato de Canal 13 de Televisin y cuyas impresiones
daremos ms adelante dentro de otro contexto de esta historia.
Luego Valds desaparecera de la vida pblica durante ms de
veinte aos.
La experiencia en si de la patrulla militar se puede abreviar de la
siguiente manera. Aquella noche del Domingo 24 de Abril la
patrulla militar formada por ocho integrantes de las Fuerzas del
Ejrcito de Chile estaban al mando del cabo Valds Garrido. El
campamento estaba a unos 300 kilmetros de la ciudad de Arica,
la localidad ms cercana era Putre. La noche era muy fra, quince
grados bajo cero. Los militares estaban alrededor de una fogata,
cuando se acerco corriendo el soldado Pedro Rosales que hacia
labores de vigilancia diciendo: Mi cabo... hay una luz que se
esta desplazando del cielo, viene bajando...
Los militares comprueban que esta luz esta bajando por el cerro
y se les acerca cada vez ms. La luz es muy potente, de un color
blanquecino, intenso que lo ilumina todo. El pnico comienza
apoderarse de los componentes de la patrulla. Valds ordena
tapar la fogata y a la vez que se formen en actitud de
encadenados de los brazos.
Se habla de dos luces que se ubican delante de los cerros por
donde haba cado el primer objeto. Los movimientos son
descritos como espectaculares y otros que su majestuosidad era
apreciada considerablemente, de aspecto ovaladas y con luces
rojas pequeas que destellaban como balizas. El objeto principal
se acerca considerablemente al lugar de la patrulla y su luz lo
ilumina todo. Algunos componentes de la patrulla comienzan a
rezar y a otros el pnico les hace llorar. Ral Salinas en
conversacin con este corresponsal habla de un real descalabro
inicial, pero luego recuerda ver a todos sus compaeros
paralizados. Aqu es cuando el Cabo Valds se aproxima a la luz
adelantndose unos 15 metros y pide que se identifique aquello
tan extrao. Una niebla lo hace perderse de vista de la patrulla y
aqu existe un periodo de tiempo clave para todos los
componentes militares de esta patrulla.

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Atenindonos a las palabras de Ral Salinas el Cabo desapareci
de la vista de la patrulla y ellos de pronto se vieron como
saliendo de una extraa somnolencia. La primera accin fue
buscar al cabo Valds desesperadamente, al termino de 15
minutos sintieron como caer un fardo o un bulto del otro lado de
la pirca o quizs viniera de arriba. Era el Cabo Valds
totalmente en trance segn sus compaeros, usando una
entonacin extraa y que no era propia de sus caractersticas
vocales. Balbucea frases inconexas y habla de su madre en
forma desesperada... aqu es donde emite segn sus compaeros
la famoso frase: Ustedes no saben quines somos, ni de donde
venimos, pronto volveremos La desesperacin es mxima en la
patrulla al ver a su superior en aquel estado, ms an cuando
detectan al militar con barba crecida estando recin afeitado
aquella noche. Segn palabras de Ral Salinas a este
corresponsal uno de los soldados que trata de calmarlo
sujetndole los brazos contra el suelo le aplica un fuerte golpe
en su rostro para que vuelva en s. En este punto hay que
mencionar el detalle del reloj del Cabo Valds que se encontraba
adelantado y detenido a cinco das posteriores de los hechos
ocurridos, es decir que en vez de marcar 25 sealaba el da 30.
Este detalle ampliamente divulgado por la prensa se ha
convertido en un punto de la controversia ms reciente ya que
Ral Salinas declara ya en el ao 1999 a este corresponsal que
este reloj no era del Cabo sino de uno de los compaeros de la
patrulla y que le reloj no se tomo en cuenta hasta el da
siguiente y que no estaba adelantado sino al revs estaba
atrasado y marcaba el da 20, lo cual hace este episodio ms
complejo y difcil al tratar de entender que hay detrs de todo
esto. El famoso reloj desapareci como por arte de magia al da
siguiente.
Estos son los detalles en forma resumida de lo que
supuestamente paso aquella noche en este campamento militar.
Sobre estos hechos iremos trabajando y desmenuzando detalles
concretos en apartados ms adelante para lograr estructurar los
hechos ms o menos coherente y los cambios y detalles que han
ido agregndose a medidas que ha pasado el tiempo, ms an
ahora cuando las opiniones de los protagonistas hay que
tomarlas con pinzas y con mucha cautela. Intentaremos buscar

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los caminos ms coherentes a una posible verdad de los hechos
o que se oculta realmente detrs de todo esto.
QU PASOS DIO EL CABO VALDES UNA VEZ PASADA LAS
INTENSAS HORAS DE AQUELLA MADRUGADA DEL DIA 25 DE
ABRIL DE 1977?
El Cabo Valds el da 25 de Abril de 1977 a las seis de la maana
aproximadamente baja a la localidad de Putre y se dirigi a la
casa del encargado de la escuela de esta pequea localidad, el
nombre del profesor que lo atiende es Pedro Araneda. Este
maestro, curioso y elemento esencial social en una localidad tan
apartada es el primer civil que ve y escucha la experiencia del
militar.
Valds solicita a Pedro Araneda que lo acompae a Lluscuma
para calmar a su gente. Su estado es muy nervioso y habla
atropelladamente y en forma alterada. Rehusa volver a caballo y
prefiere hacer el camino a pie. Antes de subir a Lluscuma
concurren al cuartel de Putre donde los atiende un carabinero
(polica chileno) de graduacin cabo y de apellido Flores, quien
se muestra muy confuso ante el relato del Cabo Valds.
Subiendo a Lluscuma el profesor Araneda nota un enorme
cansancio en Valds y ante la insistencia que monte a caballo,
Valds sigue rehusando las invitaciones. Durante el trayecto de
ambos a Lluscuma el cabo Valds repite su experiencia al
profesor Araneda, y le dice que segn relato de la gente de la
patrulla haba desaparecido un tiempo y que no recordaba
nada de ese lapso.
La ambulancia solicitada en Putre llega justamente con Araneda
y el Cabo Valds ante la patrulla. Los integrantes comienzan a
explicarse atropelladamente y con gran nerviosismo ante los
recin llegados. Araneda nota una lucidez total en los militares
pese al haber pasado toda la noche sin dormir. Araneda
comienza a realizar la primera grabacin en cinta magnetofnica
de la experiencia.
El profesor luego de escuchar y preguntar al respecto de lo que
haba pasado aquella noche, solicita una reconstruccin de los

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hechos y conjuntamente con el Cabo Flores (que era asistente
tcnico sanitario de carabineros) que tambin lo acompaaba,
pide ir al lugar de los acontecimientos.
El cerro esta a unos mil metros del sitio donde encuentran,
cuando se acercan al lugar sienten enormes ganas de vomitar y
la descomposicin de varios militares de la patrulla es evidente.
Araneda indica salir del sector ante la eventual presencia de
radioactividad, por lo menos, eso es lo que piensa en esos
momentos.
Llega una patrulla de revelo, que una vez informada de la
situacin se distribuye por las quebradas vecinas en una
rigurosa inspeccin del terreno que rodeaba al cerro de los
acontecimientos de la noche anterior. Mientras tanto en las
caballerizas el Cabo Valds segua en un estado de nerviosismo
continuo repitiendo su experiencia al profesor Araneda,
igualmente que los integrantes de su patrulla.
SE ENCUENTRA UN TROZO DE METAL
Al volver las patrullas de inspeccin de los alrededores traen un
trozo de metal parecido a una asta de motor, totalmente inusual
en una zona tan desabitada como Lluscuma. Araneda a los aos
despus de la experiencia relat el hallazgo de este trozo de
metal, al principio call ya que encontr oportuno hacerlo en
aquellos momentos mismos del suceso, dado el alto grado de
excitacin que exista en todos los estamentos y personas que
iban relacionndose con la experiencia vivida por Valds y su
patrulla militar.
Segn Araneda este trozo de metal estuvo largo tiempo
guardado. Posteriormente se entreg a personal del peridico La
Estrella de Arica, con intenciones de hacerlo analizar. De esta
misin se encargaron los peiodistas Luis Daroch y Luis Maturana.
Daroch inform que nadie en la ciudad de Arica pudo determinar
si perteneca a un motor convencional. El material al ser
analizado resulta ser aluminio y no representaba ningn signo
de xido y al parecer su quebradura haba sido reciente dado el
estado del sitio de la rotura.

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Como dato anecdtico aunque siempre diciendo que en una
investigacin todo detalle cuenta, el periodista Luis Daroch
durante mucho tiempo se sinti perseguido y la pieza de metal
recogida en la Pampa de Lluscuma la llevaba en su coche
envuelta en un plstico. Este periodista muri en el ao 1985
vctima de un cncer de pncreas. El trozo de metal no fue
encontrado jams y la nica persona que saba de su existencia
era Daroch y un reducido nmero de personas, entre ellos, el
periodista Maturana y el profesor Araneda. Queda aqu ese dato
poco mencionado al tratar este caso. Existi realmente este
trozo de metal en esta historia? Veremos los que nos dicen los
protagonistas ms adelante.
EL CABO VALDES SIGUE ALTERADO
El cabo Valds es bajado de Lluscuma en la ambulancia en un
estado de alteracin notable. Cae nuevamente en un estado de
inconsciencia y comienza a delirar. Grita y expresa frases como:
No me hagan dao...La luz, no me lleven..
Araneda pide permiso para invitar a la patrulla a su casa y volver
a comentar los hechos una vez pasada las horas, alrededor de
una taza de caf y en plan familiar junto a su esposa. La peticin
es autorizada ya que posiblemente Araneda es una de las
personas ms respetables de la zona, y toda una institucin
social dentro del pequeo poblado..
Una vez en casa de Araneda, el Cabo Valds duerme y se
despierta ms descansado. En esos momentos Araneda nota la
barba crecida de Valds quien reconoce tenerla como de una
semana sin rasurarse. En la conversacin llega imprevistamente
la luz, (la energa elctrica en Putre llegaba en esos aos solo a
ciertas horas del da) Al tener los interruptores activados la luz
inunda la habitacin sorpresivamente y el Cabo Valds
nuevamente entra en un estado de alteracin total, comienza a
gritar:....la luz...la luz.... la luz...otra vez...la luz.
Araneda describe al cabo Valds aterrorizado y mirando
fijamente al televisor que estaba encendido por la accin de la
llegada repentina de la energa elctrica.

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OTROS DETALLES POCOS EXPLICADOS DE ESTE CASO
Araneda segn su propio relato grabado, logra sacar a luz una
serie de detalles que luego en la gran avalancha de noticias nos
son tomados en cuenta y se pierden en el olvido y en el paso del
tiempo. Las investigaciones posteriores han determinado que el
personal de la patrulla militar estaba acompaado de caballos
propios para realizar su misin de vigilancia, y exista la
presencia de un perro de nombre Huamachuco. Estos animales
ante el fenmeno de la luz que baja del cerro y su presencia ante
la patrulla militar tienen un curioso comportamiento.
Permanecen quietos mirando la luz, casi estticos, cosa inusual
en este tipo de animales. Las orejas se mantenan hacia delante
y los caballos soltaron todos sus esfnteres.
La descripcin del comportamiento de estos animales es
importante ya que estn estrechamente relacionadas con el
comportamiento de la patrulla militar y algunos matices nunca
han sido bien definidos y los analizaremos ms adelante.
En conversaciones posteriores con Ral Salinas este no recuerda
un perro en el campamento y menos denominado con este
nombre, lo que hace pensar que la prensa de aquellos aos
confundi nombres y los autores de la informacin escrita
transcribieron datos agregando de su propia cosecha elementos
extraos al caso mismo.
INVESTIGACIONES POSTERIORES
La investigacin en terreno es la que da a luz una serie de pautas
a seguir en la ufologa. Cuando ocurrieron estos hechos en Chile
no haba ninguna organizacin dedicada al estudio del fenmeno
Ovni, solo algn grupsculo de tipo contactista y con una visin
totalmente mstica del fenmeno deambulaba por el territorio
chileno. Los hechos relatados conmocionaron la sociedad chilena
y la televisin en sus programas de mas audiencia trat el tema
de la patrulla militar del Cabo Valds. Uno de estos programas
fue Sbados Gigantes del presentador nacional Don Francisco,
programa que posee el record Guiness en estos momentos por
llevar ms de 40 aos en candelero interrumpidamente, incluso
ahora se emite en ediciones americanas y para todo Centro

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Amrica. El programa en mencin recurri a investigadores
argentinos para conversar con ms juicios sobre lo que
realmente haba pasado a la patrulla militar, para tal efecto viajo
el investigador Antonio Las Heras quien recogi varios detalles
importantes y que condenso en su libro Ovnis, los
extraterrestres entre nosotros.
Haciendo una recopilacin de datos e impresiones tanto sea de
este investigador argentino, como posteriormente las
investigaciones de Jorge E. Anfruns investigador chileno que
tambin se ha preocupado extensamente de este caso y las
propias de este autor que ha estado en varias oportunidades en
el lugar de los hechos, es obligado hacerse las siguientes
preguntas:
1 Al ser Lluscuma una zona fronteriza con Bolivia, es imposible
que haya habido una sola patrulla militar en misin de vigilancia.
Las relaciones entre Chile y Bolivia son frgiles lo que nos hace
pensar que pueden haber ms personas relacionadas con el
caso.
2 Es posible que una patrulla militar en misin de vigilancia no
lleve un equipo de comunicacin con su base?
No existen noticias respecto a este punto. Aunque pensamos que
se us este equipo, no aparecen registrado en ningn lado. Si
existieron comunicaciones o instrucciones con superiores se han
reservado sigilosamente y no han trascendido a la opinin
pblica.
3 En el posterior traslado del Cabo Valds al Hospital de Arica
es registrado una serie de individuos de habla y aspecto
americanos que interrogan al cabo Valds. A pesar que no existe
un informe de su estado fsico y mental, es lgico que el
acontecimiento atrae al personal de Servicios Especiales
Extranjeros (posteriormente hablaremos de la opinin oficial de
psiquiatras militar de la poca)
4 Se habla del efecto electromagntico de los Ovnis. Esto
explicara que los aparatos de comunicacin no funcionaran
correctamente pero las armas de fuego que llevaban los

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militares? En este punto hay que decir que existen testimonios
de gente de la localidad de Putre que vieron bajar el armamento
de la patrulla con los caones retorcidos a igual que las
municiones aplastadas como si un enorme peso hubiera pasado
encina. Esta idea anterior ha sido mantenida por muchos
investigadores y autores de libros y periodistas relacionados con
este caso, pero este punto es trascendental en las discrepancias
al termino de los aos, cuando el integrante de la patrulla militar
Ral Salinas expreso en ms de una oportunidad a quien escribe
que no haba armas en el campamento, algo increble y de difcil
comprensin para cualquier personal militar en una zona tan
conflictiva no solo por las fronteras cercanas sino por el
contrabando que motiva este lugar.
5 La patrulla constaba de ocho hombres incluido el cabo
Valds, pero en todas las fotos oficiales aparecen cinco. Por qu
razn? Segn los hechos oficiales solo una persona
desapareci en la luz. El fenmeno al parecer fue muy selectivo,
pero cabe pensar que a lo mejor existen dos personas ms
afectadas que han tratado de ocultar deliberadamente.
6 Algunas explicaciones extra-oficiales han expresado que
nunca se dejo fotografiar el reloj del cabo Valds, por asuntos de
tipo comercial. El reloj llevara una marca de fbrica y seria una
publicidad aadida por todo el mundo si hubiera resultado ileso,
o todo lo contrario, igualmente se hubiera utilizado con fines
comerciales de ser inverso. Sea de una forma u otra, del reloj se
sabe que era digital y nunca se mostr a la prensa abiertamente,
lo que s es cierto es nunca ms se supo del famoso aparato del
tiempo.
7 Por qu el cabo Valds fue el nico integrante de la patrulla
que desfil el da de las Fuerzas Armadas, el 19 de Septiembre
de 1977, delante de las autoridades militares?
Se tiene en conocimiento que los otros integrantes de la patrulla
fueron pasados a retiro rpidamente.
8 Por qu si el Ejrcito acept un informe mdico que hablaba
de paranoia en el Cabo Valds sigui perteneciendo a la
Institucin castrense e incluso ascendido en su grado militar?

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9 Qu paso con otros utensilios propios de una patrulla militar,
u objetos que acompaan a cualquier persona en un viaje?
Hebillas de cinturn, llaveros, monedas, tapaduras dentales,
anillos, identificacin militar, chapa del cuello militar, etc.
EXISTIO UNA CENSURA MILITAR SOBRE ESTE CASO?
No cabe duda que los estamentos militares se movieron
rpidamente y no solo las autoridades chilenas, sino que existi
un gran movimiento de Servicios de Inteligencias Americanos
(CIA) trabajando para ocultar y controlar los acontecimientos.
Adems con el paso del tiempo se ha podido determinar que las
informaciones fueron dirigidas y conducidas. Los peridicos y la
poblacin en general fue hbilmente inducida para lo que se
quera hacer saber y no lo que deberamos haber conocido.
El da 18 de Mayo de 1977 el Director del Diario La Estrella de
Arica recibi la Circular N 25 de la Gobernacin Provincial de
Arica, esta deca:
Me dirijo al Seor Director con el fin de informarle que se
complementa la circular N 21 de fecha 17 de Mayo en curso que
imparti instrucciones relacionadas con Ovnis en el sentido que
lo ordenado se fundamenta en le letra C del articulo 34 de la Ley
12.927
Lo que comunico a Usted. , para los fines pertinentes.
Firmado: Oscar Figueroa Marquez
Coronel de Ejrcito
Gobernador de la Provincia de Arica
La explicacin de esta nota es la prohibicin total de divulgar
noticias de carcter militar estableciendo la censura de prensa,
telegrfica y radiotelegrfica, que estime conveniente.



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SBADO, 01 DE DI CI EMBRE DE 2007


EL CASO DEL CABO ARMANDO VALDES GARRIDO (by Yarriot)
EL CASO DEL CABO ARMANDO VALDES GARRIDO



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"Los datos logrados sealan, que la noche del 25 de abril de 1977, Armando
Valds y su grupo al mando, estaban realizando una labor de vigilancia de las
caballerizas, entre los datos inditos, era que los militares estaban siendo
sometidos a su vez, a bastantes pruebas de resistencia a las inclemencias del
altiplano, deban soportar temperaturas hasta de diez grados bajo cero. Esta
preparacin era vital, a la hora de tener que enfrentar a un probable
enemigo, que en ese instante era muy real. Chile mantena una situacin de
conflictos limtrofes con Per, Bolivia y Argentina.
Los militares se haban guarnecido en un pequeo refugio improvisado en una
pesebrera. De guardia se encontraban Ral Salinas y Pedro Rosales. En medio
de la noche contemplan la cada de un cuerpo luminoso y candente, este
cuerpo se sita sobre unos cerros a unos mil quinientos metros de distancia.
Provocando una luminosidad permanente. En ese momento Salinas procede a
llamar a Valds con el objetivo de dar cuenta del suceso, Valds sale del
refugio y llama al resto de sus hombres, quienes despus de unos instantes,
son ordenados en posicin defensiva, alineados y preparados para todo lo que
pudiese venir. Es en ese momento y en medio de la expectacin del grupo, en
que la luz comienza a aproximarse, hasta unos cien metros de distancia.
Valds se separa del grupo y comienza a avanzar en direccin a la luz, se
detiene y seala "En nombre de Dios, identifquense", y desaparece ante la
visin de sus conscriptos. Los mismos permanecan atrincherarse hasta que al
no ver a su superior, decidieron comenzar la bsqueda. Empezaban a caminar
hacia la luz que todava permaneca en el rea, cuando misteriosamente y
desde unos tres metros de altura, Valds cae al suelo, en medio de los
militares. Estaba algo aturdido y de inmediato se levant mirando a cada uno
de sus hombres y diciendo "ustedes nunca sabrn quienes somos, ni de dnde
venimos, pero pronto volveremos", para caer nuevamente desplomado en el
suelo. De inmediato percibieron que su barba estaba crecida, como que no se
hubiese afeitado en unos pocos das, y su reloj adelantado en cinco das."












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La Patrulla




Armando Valds Garrido

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Cabe Sealar....que lo anterior fue la informacin preliminar...que se pudo
obtener...de entrevistas realizadas a Valds....en su momento...al poco
tiempo de lo ocurrido....Luego un manto de silencio se mont en los
miembros de la patrulla y Valds....por largo tiempo no se pudo saber de
ninguno de sus paraderos...Un fenmeno luminoso produjo como
consecuencia una experiencia que no slo ha causado un gran revuelo
mundial, sino que ha desarticulado psicolgicamente hasta hoy en da a sus
protagonistas.... Prueba de ello es la actitud que han asumido la totalidad de
los ex militares de cambiar continuamente sus nmeros telefnicos, evadir las
entrevistas y aun ms, algunos de los miembros de la escuadra quienes
quieren hoy confrontar a Valds, por que sealan que se ha guardado "muchas
cosas", como lo asevera Ivn Robles. Este ltimo ha confirmado otro detalle
aportado por Salinas, el hecho que todos se durmieron en un instante
mientras enfrentaban la luz, ahora cmo es posible que algo semejante
ocurriese en medio de todo ese despliegue? Algo ms aconteci con el resto
de los hombres?.

Otro dato es que en el ltimo tiempo se supo que Valds tena residencia en
una cuidad surea (no recuerdo el nombre)....profesa la fe Evanglica y
conduca un programa en Radio Genial....Tambin se coment que escribira
un libro relatando la experiencia....en conjunto con J.J. Bentez.....incluso a
ste ltimo, el ejrcito de Chile...le habra permitido el acceso a informacin
"confidencial" sobre el mencionado caso.....

Una ltima cosa......supe de otra versin que hablaba de 2 luces.....y no de
una como se menciona en un principio.....
PUBLI CADO POR GRUPOCCOO EN 16: 19
ETI QUETAS: UFOLOG A
2 C OME N T A R I OS :
Kioshi dijo...
Arto se ha dicho de este caso, pero reconozco que se hicieron varios
aportes, por lo menos cosas que yo desconoca, como el mensaje
"ustedes nunca sabrn quienes somos, ni de dnde venimos, pero
pronto volveremos"... y el dato sobre J.J. Bentez... se gradece el
aporte...

(Personalmente, tengo mi propia teora respecto a la relacin de las

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fuerzas armadas de los pases y los fenmenos OVNI...espero contar
algn da mi historia)
3 DE DI CI EMBRE DE 2007 13:32

davardo dijo...
Recuerdo sobre este mismo episodio que la CIA tambin mando un par
de agentes como periodistas a fin de interiorizarse de lo acontecido al
cabo Valds.

Hay que agregar que haba grandes tensiones entre Per y Chile en esa
poca y ese era el motivo de la presencia de tropas chilenas en ese
lugar.
16 DE NOVI EMBRE DE 2008


26 DE DICIEMBRE DE 2007

Madrugada del 25 Abril de 1977, Pampa Lluscuma (Primera Regin de
Chile) a tan solo 5 kilmetros de la localidad de Putre. Como todas las
noches se encontraba la patrulla...



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Tema: *El caso del Cabo Valds, el militar abducido en 1977* (leanl, es increible!)

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#1

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*El caso del Cabo Valds, el militar abducido en 1977* (leanlo, es
increible!)

Madrugada del 25 Abril de 1977, Pampa Lluscuma (Primera Regin de
Chile) a tan solo 5 kilmetros de la localidad de Putre.

Como todas las noches se encontraba la patrulla militar, formada por
ocho integrantes de las Fuerzas del Ejrcito de Chile, estando al mando
de estos el cabo Valds Garrido. Su misin, bien simple, vigilar las

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caballerizas.



CABO VALDS.


Valds y cinco de sus hombres cantaban y rean alrededor de una fogata
para combatir, como es habitual en la pre-cordillera andina, el intenso
fri de hasta 15 grados bajo cero.


Alguien mir el reloj. Eran las 3:45 cuando, de repente, llegaron
corriendo Pedro Rosales y Juan Reyes, que se encontraban realizando la
guardia, gritando muy nerviosos y asustados, Vengan, vengan a ver lo
que ocurre en el cerro! Hay una luz gigante!

Alertados por sus compaeros comprueban que esta luz efectivamente
est bajando por el cerro y se les acerca cada vez ms. Logran ver no
una, sino dos luces. Inmediatamente, el cabo Armando Valds, al mando
del grupo, ordena apagar la fogata.


Las luces eran muy potentes llegando a ser cegadoras Lo iluminaban
todo en esa noche sin luna, consiguiendo incluso influir fisiolgicamente
al perro de la patrulla y a los caballos, que se quedaron quietos como
estatuas.




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Los movimientos de las luces son descritos como espectaculares,
llegando a distinguir que una de ellas es de forma ovalada y con
pequeas luces rojas en su interior. Cada vez ms y ms se va acercando
a la patrulla. El pnico comienza apoderarse de los jvenes soldados.

Ante la cercana del objeto, Valds ordena a sus hombres que se
coloquen con los brazos agarrados haciendo as una cadena humana,
Si algo pasa, que nos pase a todos juntos!, les dijo. La patrulla
comienza a rezar y llorar pero sin moverse un pice; estaban paralizados.

Aqu es cuando Valds asumiendo el papel de lder y, cargndose de
valor, se aproxima a la luz adelantndose unos 15 metros pidiendo que
se identifiquen. Al no or contestacin, el cabo sigui andando un poco
ms y exclam -en nombre de Dios quines son ustedes...'




Una especie de extraa niebla envuelve la silueta del suboficial
hacindolo desaparecer de la vista de sus propios hombres. De pronto

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todos los componentes militares de esta patrulla se vieron como saliendo
de un extrao sueo y sintiendo somnolencia.

Aun as, su primera accin como grupo, fue la de buscar al cabo Valds.
Se organizaron en dos equipos y empezaron la bsqueda. sta fue
frentica pero sin conseguir resultado alguno. No encontraban su rastro,
pero el OVNI se mantena inmvil en el mismo lugar.

Al cabo de 15 minutos, sintieron como caer un fardo del otro lado o
quizs viniera de arriba... era l. De forma inexplicable, el militar
reaparece de la nada. Se encontraba en trance usando una rara
entonacin y balbuceando frases inconexas llegndosele solo a entender
" muchachos... ". En ese mismo momento cae desplomado en estado
inconsciente.




Los soldados lo levantaron y lo llevaron hasta los restos de la fogata para
intentar reanimarlo incluso con fuertes golpes. Al final, Valds, vuelve en
s y pronuncia una enigmtica frase que an hoy en da sigue grabada en

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la mente de sus hombres: Ustedes no saben quines somos, ni de
dnde venimos... pero volveremos.

Durante toda la noche el cabo permanece en estado de shock, rindose
sin sentido, recordando a su madre y diciendo un sin fin de frases de
difcil comprensin.

Los reclutas adems, se percatan que el militar tenia la barba crecida,
era totalmente inexplicable, ya que estaba recin afeitado aquella misma
noche y su reloj estaba adelantado 5 das (esto ltimo no fue correcto as
como comentan infinidad de crnicas, en realidad no estaba adelantado
sino al revs, estaba atrasado y marcaba el da 20 y ni siquiera era su
reloj sino de uno de sus compaeros y no se llegaron a dar cuenta de
este suceso hasta el da siguiente).

Esta es la historia de una de las abducciones que ms difusin e
investigacin han tenido, ya que est considerada entre los ms
impresionantes no solo de Chile, sino tambin del resto del planeta,
debido a la calidad de los implicados, lo extrao del suceso y porque se
cuenta con pruebas de ello.

Es tal la importancia del caso que fue incluso investigado por el Centro
Ovniolgico Nacional de Roma dndolo como el ms importante ejemplo
de distorsin temporal en la historia de los fenmenos extraterrestres.


Durante aos el cabo Valds fue perseguido por periodistas de todo el
mundo para hablar de lo que haba vivido esa madrugada del 25 Abril de
1977 y con cifras econmicas muy altas para que contase lo acontecido,
pero el callaba. El Ejrcito Chileno le prohibi dar cualquier tipo de
declaracin al respecto, llegando incluso a manos de la CIA que
intentaba ocultar y controlar los acontecimientos.

Fue mucho despus cuando Armando Valdez Garrido decidi contar su
abduccin a diferentes medios de comunicacin aportando nuevos datos
y experiencias posteriores que, segn l, haba continuado teniendo.


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El escritor espaol, Antonio Ribera est convencido que el cabo Valds
fue sacado de nuestro espacio normal y llevado a otro espacio y a otro
tiempo, lo ms extrao de todo es que tal vez se encuentre en lo cierto.

info

P.D: Si le intereso la historia del cabo, busquen en g00gle ms
informacin. El caso en conocido en todo el mundo y hay mucho para
leer.













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14 DE JULIO DE 2008



EL SI EMPRE RECORDADO CASO
DEL CABO VALDES
14 JULIO, 2008
Este extrao caso ocurri en Chile exactamente al norte de este pas en la
localidad de Putre a 200 km de la ciudad de Arica el 25 de Abril de 1977 a
unos soldados del Regimiento Rancagua que se encontraban patrullando
por dicha zona, siete soldados al mando del cabo Armando Valds.
El fro era intenso los soldados entonces decidieron prender una fogata para
calentarse , el cielo estaba completamente despejado y la oscuridad era total
a no ser por la fogata encendida , de pronto sobre las montaas apareci
una luz rojiza pensando que se trataba de personas que estaban pasando
contrabando ,el cabo Valds orden apagar la fogata y alistar las armas para
ir en busca de aquella extraa luz , el soldado Rosales que haba sido el
primero en observar la luminosidad explic la posicin de esta y todos
enrumbaron para el lugar.
Despus de caminar medio kilmetro, vieron como dos puntos rojos
rodeados de una especie de nube violcea bajaban lentamente por una
ladera deslizndose por el cerro resultando evidente que aquellas luces no
eran de personas como haban credo al principio. El cabo orden a su
patrulla detenerse y observaron como estas extraas luces se movan no
azar si no ordenadamente siguiendo un patrn inteligente.
Las luces se convirtieron en un solo objeto de color rojo violceo que baj y
se detuvo a unos 150 metros de la patrulla la que sigui caminando con algo

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de nerviosismo hasta la luz para ver de qu se trataba cuando estuvieron
aproximadamente a slo 50 metros observaron detenidamente de lo que se
trataba era un objeto ovalado que irradiaba una fuerte luz de color violeta y
rojo, fue entonces que el cabo Valds se acerc gritando a viva voz haca la
nave que se identificar los dems soldados estaban detrs alineados con
sus armas listas a disparar , el silencio y temor eran grandes .
El cabo Valds muy resuelto sigui avanzando temerariamente hacia la nave
hasta ingresar a esa extraa nube de color violeta que circundaba la nave
desapareciendo, de inmediato sus soldados quedaron horrorizados
llamndolo por su nombre y viendo que la nube o neblina era cada vez ms
densa lo buscaron por la zona pero Valds pareca haber sido tragado por la
tierra. Los soldados no saban que hacer era un lugar inspito y carecan
en ese momento de un radio para comunicarse con su base.
Pasaron como quince minutos cuando sorpresivamente oyeron una voz
que peda ayuda. En la oscuridad vieron a su cabo venir casi cayndose y
completamente extenuado a l cabo Valds Garrido el cual haba reaparecido
ms all del lugar dnde haba desaparecido en ese momento la nave
comenz a elevarse hasta convertirse en una pequea estrella brillante que
fue desapareciendo lentamente.
Mientras tanto el cabo Valds sufri un desmayo siendo auxiliado por sus
hombres, al prestarle ayuda los soldados observaron que el reloj de Valds
marcaban las 4.30 pero cosa rara el reloj que era de un modelo digital con
calendario marcaba la fecha 30 de Abril y otro dato curioso el rostro del cabo
tena una barba de cuatro o cinco das, (cabe sealar que el rostro del cabo
antes de desaparecer estaba completamente afeitado)
De regreso a su regimiento y despus de contar su increble historia el cabo
Valds fue examinado rigurosamente y tomndole pruebas tanto fsicas
como psicolgicas, el no recordaba nada slo la visin de la nave antes de
penetrar a la neblina de la misma, sus hombres tambin fueron interrogados
sobre el hecho y sometidos a pruebas solamente se les constat un
nerviosismo general.
Todo este suceso fue reservado por el ejrcito chileno confirmndose aos
despus que el cabo Valds y sus siete hombres fueron testigos de un
encuentro cercano con un Objeto volador no identificado.

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No cabe duda que Valds en esa fantstica experiencia ocurrida el 25 de
Abril pas a otra dimensin hacindole pasar cinco das como si fueran
cinco minutos. (Espacio Tiempo)
Este caso es una prueba irrefutable de contacto con naves extraterrestres y
es presentado en los Congresos Mundiales sobre Ovnis en el Mundo, el cabo
Valds ha salido en diferentes programas televisivos contando su historia
para beneplcito de los estudiosos de este tema.

Jueves, 19 de febrero de 2009

El Caso del cabo Valds

En 1977 desapareci por quince minutos despus de que una intensa luz
lo cubriera por completo, luego reapareci con una barba de cinco das.

El suceso ovni que se considera representativo del pas chileno es el
conocido como el caso del cabo Valds y en l se vio implicada una
patrulla del ejrcito que se encontraba de guardia.

El secretismo en que se vieron envueltos los hechos, tanto por los
militares como por los testigos (roto por el principal protagonista tras 22
aos de silencio), la extraeza de los mismos y ciertas implicaciones
religiosas han hecho que el inters por estos acontecimientos no haya

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decrecido en todo este tiempo y se sigan buscando las respuestas a tan
anmalos sucesos.

El cabo Valds estaba al mando de una patrulla del Regimiento de
Montaa Huamachuco, cerca de la localidad de Putre, situada a 149
kilmetros al este de la ciudad de Arica y a 2202 kilmetros al norte de
Santiago de Chile. Su misin era custodiar un sector de la zona
fronteriza estratgica con Per.


En la madrugada del 25 de abril de 1977, haca mucho fro, casi 15
bajo cero, estaban acampados a 3.500 metros de altura, alrededor de
una fogata bebiendo caf, cuando uno de sus hombres vio descender
una luz en Pampa de Lluscuma, en pleno desierto de la Primera Regin
de Chile. Valds lo primero que pens es que se trataba de un

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meteorito, orden apagar la fogata y marcharon hacia el objeto que
estaba a unos ochocientos metros. Cuando avanzaban descendi un
segundo objeto un poco ms lejos, detrs del cerro. Los soldados que lo
acompaaban tenan entre 18 y 19 aos y sus nombres eran, Julio E.
Rojas, Germn Riquelme, Ivn Robles, Pedro Rosales, Humberto Rojas,
Juan Reyes y Ral Salinas. Aproximadamente a las 3.50 horas, la
luminosidad aumentaba y disminua en intensidad, era de un color
blanquecino, tena unos 25 metros de dimetro y una altura como de
siete pisos con dos pequeas luces rojas que titilaban como balizas.
Alumbraba todos los alrededores como en pleno da a ms de quinientos
metros de distancia. Estaban todos atemorizados, y empezaron a rezar,
pero finalmente, Valds, asumiendo el papel de lder que le
corresponda, increp a la luz pidindole que se identificara. Y
probablemente venciendo un terror gigantesco, fue el nico que se
atrevi a acercarse al supuesto objeto. Lentamente, ingres a la niebla
que preceda a la luz, por espacio de unos 15 minutos segn sus
hombres.



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Segn cont Valds: "de los quince minutos en que desaparec, no
recuerdo nada. Los conscriptos dicen que al entrar en la niebla yo me
esfum. Yo saba que estaba entrando en la niebla. Pero no recuerdo
nada ms. Y le aseguro que quiero recordarLo nico que guardo en mi
mente es haber tenido un sueo profundo; haber cado en el fondo de
un abismo. En lo dems mi cerebro est vacoCuando reaparec, tras
quince minutos, los muchachos oyeron mis gritos de auxilio detrs de
donde ellos estaban cuando me esfum. En una zona oscura. All
reaparec. Donde no llegaba la luz que emiti el objeto. Segn contaron
sus hombres, Valds tena la mirada extraviada, parte de su chaqueta
rota, la barba muy crecida y alcanz a decir: Muchachos
muchachos, desmayndose en ese momento en brazos de dos de sus
compaeros. Su reloj digital marcaba 30 de abril de 1977. Haba
adelantado en el tiempo cinco das! Valds afirm que no recuerda que
pas dentro de la luz.

Los compaeros lo llevaron a cubierto, encendieron una fogata y cuando
Valds reaccion los miraba, se rea y llamaba a su madre. En ese
momento fue cuando dijo: Ustedes no saben de dnde venimos y
quines somos y volvi a caer inconsciente. Mientras ocurra eso, poco
a poco el objeto comenz a alejarse hacia las montaas.


Van al pueblo de Putre
Al despertar, Valds pregunt a sus hombres si haban visto lo mismo
que l, a lo que los soldados respondieron positivamente. Luego, la
patrulla se dirigi a caballo hasta el pueblo de Putre, que estaba a cinco
kilmetros. El primero en verlos es el profesor Pedro Araneda, maestro
de la pequea escuela de la localidad que graba en cinta magnetofnica
el nico documento original que se tiene del caso. Luego se dirigen al
cuartel de Putre donde los atiende el carabinero Antonio Flores. Araneda
pide la reconstruccin del hecho y vuelven al lugar. Cuando se acercan

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al mismo, sienten enormes ganas de vomitar y la descomposicin de
varios militares de la patrulla es evidente. El profesor Araneda sugiere
salir del sector ante lo que supone la eventual presencia de
radioactividad.

Poco despus, llega una patrulla de relevo, que una vez informada de la
situacin se distribuye por las quebradas vecinas en una rigurosa
inspeccin del terreno que rodeaba al cerro de los acontecimientos de la
noche anterior. Mientras tanto, en las caballerizas, el Cabo Valds
segua en un estado de nerviosismo continuo repitiendo su experiencia
al profesor Araneda, igualmente suceda con los integrantes de su
patrulla. El cabo Valds es bajado de Lluscuma en la ambulancia en un
estado de alteracin notable. Cae nuevamente en un estado de
inconsciencia y comienza a delirar palabras incoherentes como la luz!
la luz!.

Al volver las patrullas de inspeccin de los alrededores traen un trozo de
metal, algo totalmente inusual en una zona tan deshabitada como
Lluscuma. Araneda guard este trozo de metal durante un tiempo y
posteriormente se entreg a personal del peridico La Estrella de Arica,
con intenciones de hacerlo analizar. De esta misin se encargaron los
periodistas Luis Daroch y Luis Maturana. El material al ser analizado
resulta ser aluminio y no representaba ningn signo de xido y al
parecer su quebradura haba sido reciente dado el estado del sitio de la
rotura.

Como dato anecdtico, el periodista Luis Daroch durante mucho tiempo
se sinti perseguido y la pieza de metal recogida en la Pampa de
Lluscuma la llevaba en su coche envuelta en un plstico. Este periodista
muri en el ao 1985 vctima de un cncer de pncreas. El trozo de
metal no fue encontrado jams y las nicas personas que saban que
estaba en poder de Daroch eran, el periodista Maturana y el profesor
Araneda.

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Araneda segn su propio relato grabado, logra sacar a luz una serie de
detalles que luego se pierden en el olvido y en el paso del tiempo.
Cuando apareci la luz, la mascota que los acompaaba, un perro de
nombre Huamachuco, permaneci quieto mirando la luz, casi esttico,
en vez de ladrarle. Y respecto a los caballos, soltaron todos sus
esfnteres.

Mientras el cabo Valds es atendido en Hospital de Arica, a 148
kilmetros al oeste de Putre, aparecieron una serie de individuos de
habla y aspecto norteamericanos que interrogaron al suboficial.

Aunque el gobierno militar de ese entonces, al mando del General
Augusto Pinochet, intent censurar el caso, pero era tan extraordinario
que los peridicos de la poca igual hicieron eco de la situacin. As, por
ejemplo, el diario La Estrella de Arica puso prrafos de la entrevista del
profesor Araneda en la portada. Algo similar hicieron los peridicos El
Mercurio y La Tercera. El cabo Valds declar al corresponsal de France
Press en Chile de ese entonces, que haba sido sometido a mltiples
exmenes en el Hospital Militar de Santiago. Entre estos estn un
electroencefalograma, sesiones con psiclogos, mdicos y otros
especialistas. Tambin declar Valds que el Mayor Eduardo Arriagada
del Estado Mayor lo someti al detector de mentiras. El psiquiatra Rafael
Mndez, quien atendi al suboficial, afirm que ste haba sufrido un
brote psictico y que los soldados que lo acompaaban tuvieron una
"psicosis colectiva", con estas palabras tcnicas se intentaba tapar todo
lo sucedido.

El desaparecido investigador espaol Antonio Ribera, en su libro "
Secuestrado por extraterrestres ", afirm en cambio que Valds "Fue
sacado de nuestro espacio normal y llevado a otro espacio y otro
tiempo".


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Respecto a los compaeros del cabo Valds, el Ejrcito, despus de lo
acontecido los dispers por diferentes puntos de Chile y algunos de ellos
no se han vuelto a ver en todos estos aos.

Sobre las repercusiones personales que tuvo este hecho, Valds explic
que sencillamente le cambi su vida, lo que ha significado que dedique
gran parte de su tiempo a la bsqueda de la verdad del fenmeno que
protagoniz.
"Esto ha sido una lucha espiritual para m y constantemente me
pregunto por qu me sucedi".
Publicado por David Cheuquen en 15:10
:


MIERCOLES, 18 DE FEBRERO DE 2009


Cabo Valds: No fui Abducido

En 1977 el cabo Valds protagoniz uno de los casos ms sonados y extraos
De la historia de la ufologa. Hoy, tras abandonar el Ejrcito chileno y unirse a
La Iglesia evanglica, Valds cuenta una versin que ha ocultado durante tres
Dcadas.


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SBADO, 20 DE JUNI O DE 2009


El caso de abduccion del cabo Valdes


El cabo Valdes


Uno de los casos ms sorprendes, en la historia de la Ufologa Mundial es el
ocurrido en CHILE en el ao 1976, y que tiene como protagonista a un grupo
de soldados Chilenos,al mando del Cabo Valds. Cuando el grupo de se
encontraba de patrulla, el cabo Valds y cuatro de subalternos vieron un OVNI
que descenda a poca distancia de ellos, El cabo a pesar de sentir un gran
temor movido por una fuerza interna, se fue acercando al aparato; cuando ya
estaba muy cerca de la nave, desapareci repentina y misteriosamente de la
vista de sus subalternos.
A los quince minutos de ocurrido dicho incidente, el cabo apareci en otro
lugar contando una historia increble: aseguraba que haba estado durante
cuatro das en unos extraos parajes de otros planetas, donde tras un viaje
largo pero rapidsimo, lo haban llevado los tripulantes del OVNI.


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Naturalmente, sus subalternos no podan creer que esto fuera cierto, ya que
estaban seguros de que slo haban transcurrido 15 minutos desde su
desaparicin, y pensaban que era una alucinacin del cabo, fruto de la
excitacin tras la visin del objeto extrao y de todo lo que haba ocurrido.


Y aqu estamos ante uno de los tantos hechos del fenmeno OVNI, que
desafan nuestra lgica y nuestra imaginacin; si los relojes de los soldados
daban cuenta de que haban transcurrido slo 15 minutos, la crecida de la
barba del cabo y su propio reloj digital daban testimonio de que haban sido
en realidad cuatro das.
Aqu estamos frente uno de los "efectos fsicos", ms comn en los
testimonios de las personas abducidas. Esta distorsin del tiempo en el
fenmeno OVNI es una cosa muy difcil de entender pero por otra parte, es
algo que nos da ciertas claves para comprender el fenmeno en toda su

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trascendencia.
En su libro Secuestrado por extraterrestres el espaol Antonio Ribera dice:

"El cabo Valds fue sacado de nuestro espacio normal y llevado a otro espacio
y a otro tiempo".




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El Cabo Valds rompe el silencio

Eran las 20:40 horas y en los pasillos de Televisin Nacional de Chile (TVN)
todo era expectacin. Es que dentro de unos minutos se producira un
acontecimiento considerado por muchos como histrico y el ms esperado de
los ltimos tiempos. Despus de 22 aos de silencio, Armando Valds Garrido,
el mtico cabo Valds rompera su silencio y entregara datos desconocidos de
su abduccin ocurrida el 25 de abril de 1977 en Pampa Lluscuma, en pleno
desierto de la Primera Regin de Chile. Valds viaj a Santiago desde la
ciudad de Coihaique, junto a toda su familia. Slo cinco das antes haba
presentado su renuncia al Ejrcito. Ahora comienza para l una nueva vida
cargada de entrevistas, invitaciones y un nuevo acoso de los uflogos. Es el
precio que deber pagar por ser uno de los abducidos ms famosos del
mundo.


Armando Valds Garrido



La entrevista

Ante las cmaras de TVN y las preguntas de Pedro Carcuro, Valds explic por
qu, despus de 22 aos, en los que fue acosado por investigadores y
periodistas de todo el mundo, decidi contar su experiencia y dejar el
Ejrcito. "El dejar la institucin fue una decisin difcil que me cost mucho,
pero pienso que en beneficio de un mensaje que tengo, de algo que estoy
trabajando, era tiempo de que tomara esta decisin. Insisto, una decisin

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muy difcil." Y por qu rompe el silencio en este momento? Porque segn
Valds, "es el momento. Es el ao del fin de milenio. Pudiera ocurrir algo
grande y creo que sa es mi decisin".



Ms adelante el ex suboficial corrobor lo dicho por los hombres que en 1977
estaban a su cargo y explic, ayudado de un mapa, todo lo ocurrido aquel da.
"El servicio nuestro se origina en esta pesebrera en donde hay alrededor de
mil caballos. Era un ganado que era utilizado para fines militares. Yo me
ocupo de ellos, prendo fuego, de hecho son 20 grados bajo cero todos los das
del ao, por lo que es imposible guarecerse bajo techo. A las cuatro de la
madrugada, estbamos reunidos y el tema de esa noche era la pregunta del
soldado conscripto, es decir cundo me voy a ir? cundo me voy a licenciar?
As que estbamos hablando de estas cosas y cantando. Haba puesto dos
hombres a 20 metros... no los poda poner ms lejos porque la distancia en la
noche no permita verlos porque la noche aunque estaba estrellada estaba
muy oscura. No los vea pero los llamaba y ellos me contestaban. Si me
contestaban diferente era seal de que algo haba pasado. Estbamos en esto
cuando siento el grito de Pedro Rosales y l me dice: mi cabo viene bajando
una luz. Yo le ordeno a mis hombres reordenarse y salgo afuera pero mi
primera mirada fue hacia el camino de Putre que est en subida, pensando

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que vena algn vehculo, a vigilarnos, a controlarnos. Pero me dice no arriba
y mi mirada se dirige al camino internacional que va hacia Bolivia. Cuando me
acerco al soldado yo le digo: no veo nada, y l me dice es una estrella que
viene bajando. Ah me acerco y veo un objeto luminoso en velocidad, y le
digo que es imposible que sea una estrella, que es un aerolito que se viene
bajando y que se va a desintegrar en cualquier momento. Ya mis hombres
salen todos a mirar, pero este objeto se pierde detrs de un cerro y queda
mucha luz que sala detrs de los cerros. Eso me indic inmediatamente que
al otro lado haba algo posado."



Aerolito

Efectivamente, la primera impresin del cabo Valds al ver la luz, fue que se
trataba de un aerolito desintegrndose en la atmsfera. "Dije voy a ver el
aerolito, voy a sacar un pedacito y lo voy a guardar. Yo pensaba, van a llegar
los cientficos, la gente... pero cuando estbamos en eso, un segundo hombre
me grita, mi cabo ac y aparece un segundo objeto. Los soldados me dicen
que baj, pero cuando yo lo vi ya estaba all. Entonces eran dos objetos. El
primero que llega, y el segundo que se posa frente a nosotros", relata Valds.

-Y ah fue usted a encontrarse con ese OVNI?

-"No, cuando quisimos movernos esta luminosidad, estos 25 metros de
dimetros, este objeto agranda su luminosidad y se avecina sobre nosotros.
500 metros a la redonda, se ilumina y nosotros podamos ver todos los
accidentes geogrficos del camino, hasta un palo en el camino se vea, lo que
es imposible."


La abduccin

Ms tarde en el programa se mostr el testimonio de dos de los soldados de
las patrullas, que relatan el momento en que Valds es tragado por la luz.
Muy emocionado Valds contina con su relato. "Es interesante aclarar que
aqu ocurren una serie de detalles que no han sido comentados por mis
hombres, lo que nunca he olvidado es que ellos dicen que nos tomamos de las
manos y rezamos, es que en un momento dado, como jefe de la patrulla
entend que lo que yo tena enfrente era algo con inteligencia. Pero yo le
pregunto a mi gente, qu es lo que estn viendo, y ellos me corroboran lo que
estbamos viendo", afirma Valds.


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-Usted parte al encuentro de la nave?

-"No, yo estoy tomado del brazo con ellos, llorando algunos, rezando el ave
Mara otros. Y yo siento que tengo que hacer algo porque tenamos un objeto
delante que nos estaba asustando, que nos transmite miedo y que nos tiene a
todos apabullados. Yo avanzo y grito en nombre de Dios identifiquensen
quines son, an haciendo el ridculo, porque yo saba que lo que estaba
delante era algo extrao."

-Sus compaeros lo ven desaparecer Qu siente usted don Armando?

-"Realmente es muy difcil. Son 22 aos de silencio, de buscar en mi interior,
buscar en estudios, en noches enteras buscando la respuesta a este
fenmeno, pero en el tiempo que me ocurre esto hay un momento de sueo,
de inactividad."

-Pero usted siente que traspasaba el umbral en ese momento?

-"Por eso cuando hablan ahora de abduccin, de levantada... yo siento que
paso... que paso el portal."

-Cunto tiempo estuvo en la nave espacial?

-"Si es que estuve, fueron 15 minutos para los soldados." Cabe destacar que
cuando el cabo Valds es abducido y traspasa ese umbral no presentaba vello
facial y cundo es encontrado tiene una barba ya crecida, lo que hace
sospechar en la prdida de tiempo, un tiempo faltante como en la mayora de
los casos.

-Usted traspasa el umbral Qu ve, qu siente?

-"Siento una risa tipo burla. Lo que yo quiero dar a entender que en esa cosa
que yo tena enfrente, tena una inteligencia sub humana. Una inteligencia no
humana, de otra parte, Extraterrestre."

-Vio alguna imagen o ser?

-"Estoy trabajando en regresin hipntica, porque quiero ser muy responsable
en confirmar, porque yo recib ciertas cosas telepticas, pero tengo que tener
la certeza de que lo que yo vi es real. He ido recordando da a da."

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-Haba contacto a travs de palabras?

-"No, todo era teleptico."

-Todo ese tiempo usted est viendo a sus hombres?

-"En todo momento yo vea a mis hombres. Por eso insisto en haber pasado
una barrera, es decir ubicarme en un lugar y estar viendo siempre a mis
hombres."

-Y sus compaeros permanecan inmviles o gritaban? Trataban de
acercarse a usted?

-"Ellos gritaban y trataban de ir hacia la luz"

El mensaje

Sin duda, uno de los momentos ms impactantes fue cuando Valds se refiri
al mensaje que habra recibido de los supuestos seres extraterrestres. Pese a
que no revela su contenido, argumentando que tiene que realizar un trabajo
de hipnosis, el ex suboficial asegura que se trata de algo muy importante para
la humanidad e incluso no descart una invasin extraterrestre.



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-"S, hay un mensaje. Siempre me pregunte los motivos de esto. Tengo muy
claro, bajo el orden universal, bajo la mano poderosa del creador, que todas
las cosas no ocurren porque s. Yo siempre supe que lo que me ocurri el 25
de abril de 1977 a las cuatro de la madrugada debera tener una motivacin
que no poda ser algo al azar. La percepcin que yo tuve no es buena. Si estos
seres fueran buenos yo no tendra que haber sentido pnico, angustia,
sobrecogimiento y todo lo que vino despus."

-Tiene miedo por el futuro de la humanidad entonces?

-"Correcto. Tengo muy claro lo que va a ocurrir a futuro."

-Tiene miedo de una invasin extraterrestre?

-"Estoy trabajando en eso para poder entregar el mensaje. Pudiera ser."
PUBLI CADO POR YESENNI A EN 4: 37 PM



23 DE JUNIO DE 2009


Expediente Cabo Valds
Iker Jimnez entrevist, tras un silencio de dcadas, a este alto mando del
ejrcito chileno que el 25 de abril de 1977 protagoniz uno de los casos
ms impresionantes de todos los tiempos.

23 Junio 2009.- Toda la prensa mundial se hizo eco de la visin de un supuesto ovni
sobre el sector militar de Putre y la posterior y traumtica desaparicin del entonces cabo
Armando Valds Garrido. Fue un suceso estudiado por diversos servicios de inteligencia
mundiales por su extraeza y cantidad de pruebas.

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Cuarto Milenio programa n 40 de la cuarta temporada (15 junio 2009)
Ustedes no saben quines somos ni de dnde venimos,
pero regresaremos
El Cabo Valds, portando sus armas reglamentarias, se adelant a su
patrulla de siete hombres tras dar el alto a una extraa luminosidad
ovalada posada en un cerro. Tras declaracin jurada ante las ms altas
instancias del Ejrcito Chileno, los siete hombres confirmaron que
Valds se aproxim poco a poco hasta internarse en la luminescencia
violcea que emita un objeto desconocido.

Una de ellas, reproducida por la prensa era:
En un instante, ni la luz ni el soldado se encontraban all. Durante media
hora los militares, en estado de shock, lo buscaron sin encontrarlo.
Transcurrido ese tiempo, el cabo pareci caer del aire a la espalda del
grupo. Incomprensiblemente llevaba barba crecida de cinco das, su
reloj, confiscado por el propio Ejrcito, se haba adelantado cinco das y

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en un estado de shock pronunci varias frases siniestras que asustaron
an ms al grupo destacado en una zona de conflicto dentro de la franja
entre Chile y Bolivia.
Ustedes no saben quines somos ni de dnde venimos, pero regresaremos. En ese instante de delirio
y de continua convulsin de su cuerpo, los soldados temieron por la vida
del Cabo Valds.
El propio Augusto Pinochet se interes por el caso y el expediente del
Caso Valds se mantuvo en secreto durante veintids aos. Transcurrido
este tiempo, el Ejrcito chileno, en un acto pionero en la poca, dio
permiso y luz verde para una nica declaracin del protagonista de los
hechos. Valds asegur entonces no recordar nada de ese tiempo
perdido en el que sus hombres le buscaron con angustia y
desesperacin tras verlo desaparecer delante de sus ojos.
Valds se ha mantenido en silencio durante todo este tiempo,
intentando descifrar su propia incgnita. Y ha considerado que es
momento de hablar.


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Iker Jimnez lo entrevist en Arica durante varias horas, en lo que
constituye un documento televisivo excepcional.
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[Link]

JUEVES, 25 DE JUNI O DE 2009

TESTIMONIOS: EL CASO DEL CABO ARMANDO VALDS

Imagen obtenida de Cuatro, Cuarto Milenio.
Particularmente siempre me he mostrado escptico con el tema ovni, sobre todo
por lo que muchos consideran que son los ovnis, es decir, naves espaciales
tripuladas por seres inteligentes de otros mundos, sin embargo, y manteniendo la

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libertad de ideas y la apertura de mentalidad que promovemos en este blog,
existen dentro de este fenmeno historias, casos y sobre todo testimonios, que
creo, merecen nuestra atencin y por supuesto, nuestro debate.

Siguiendo con la intencin de nuestro blog de conocer las opiniones y
comentarios de nuestros lectores, hoy quiero dejarles esta entrevista, realizada
por Iker Jimnez, conductor del programa Cuarto Milenio, al cabo chileno,
Armando Valds Garrido, quien en 1977 vivi una experiencia, hasta ahora
inexplicable con uno de estos objetos no identificados. El caso incluye la visin
de toda una patrulla militar de un gran objeto de luz y tambin la posible
abduccin de Valds.

Qu opinas sobre este testimonio? Le das validez a este testimonio? Qu
crees que le ocurri al cabo Valds? Qu explicacin puede haber detrs de
todo esto? Te invito a ver y escuchar la entrevista, y luego djanos tu
comentario y tu opinin.

09 DE SEPTIEMBRE DE 2009

Cual es la flor ms grande y pesada del mundo?
La Increble historia de Margaret Ann Bulkley
El mtico caso de la abduccin del cabo Valds
septiembre 9, 2009 por Pedro Guillermo
En toda conversacin el tema de los platillos voladores es una de los ms apasionados por
eso aqu les traigo uno jalado por las greas.


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La noche del 25 de abril de ao 1977 ocho soldados que se encontraban patrullando la zona
de la Pampa Lluscuma en pleno altiplano chileno, y, quien comandaba la patrulla era el
Cabo ARMANDO VALDES GARRI DO protagonista de este hecho, cuando de repente
como a las cuatro de la madrugada, divisaron una luz muy potente, pero muy potente.
Como l mismo dira a la televisin a los pocos das del hecho: La luz estuvo all toda la
noche. Nadie saba de qu se trataba. Hasta que empez a descenderPero al fin,
cuando descenda de la montaa, lentamente nos parecieron dos luces. Una siguiendo a
la otra, desde muy cerca.


5 de los ocho integrantes de la patrulla militar que vivi la extraordinaria experiencia de
presenciar el descenso de un OVNI y seguir sus movimientos por la Pampa de Lluscuma
durante varias horas.

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Valds increp hacia la luz, pidindole que se identificara, avanz y penetr en una extraa
niebla para desaparecer completamente. De los quince minutos, no recuerdo nada. Los
conscriptos dicen que al entrar en la niebla me esfum, yo saba que estaba entrando en
la niebla, pero no recuerdo ms. Les aseguro que quiero recordar porque necesito saber
qu sucedi. Lo nico que guardo en mi mente es haber tenido un sueo profundo,
haber cado en el fondo de un abismo y en lo dems mi cerebro est vaco. Quiero saber
qu pas!.
Cuando reaparec, tras quince minutos, los muchachos oyeron mis gritos detrs de
donde ellos estaban cuando me esfum. Era una zona oscura, all reaparec, donde no
llegaba la luz que emiti el objeto. Yo deca: Muchachos muchachos socorro! Dos
llegaron justo en el momento en que perda el conocimiento, yo no recuerdo ninguna
cosa, ms tarde, despert, pero ya no estaba en aquel lugar, sino en la enfermera.

Quiero saber qu me pas durante esos quince minutos, tengo que averiguarlo, no voy a
poder vivir con esa incgnita.

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Entre los fenmenos ocurridos en los quince minutos que dur la abduccin, se destaca:
- El calendario del reloj digital se adelant algunos das.
- A Valds, le creci la barba algunos milmetros.




















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10 DE SEPTIEMBRE DE 200


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MI RCOLES, 02 DE DI CI EMBRE DE 2009

Los 5 das y 15 minutos de Valds: Estuvo en el
microcosmos?
Que Valds hubiese "viajado" (en el OVNI de Putre) a una velocidad cercana a la
de la luz (o hubiese sido acelerado a esa velocidad) por alguna tecnologa
superior era contradictorio con la teora de la relatividad especial de Einstein y
as lo escrib en 1977 en Uds. Nunca Sabrn (Editorial del Pacfico, Santiago de
Chile): "Lo enigmtico del caso del cabo Valds es que ocurre exactamente lo
contrario" (p.12) Contradictorio porque el fenmeno habra sido inverso: 15
minutos para el viajero y cinco das para la patrulla que permaneci en Tierra.
Las cifras en ese caso habran sido: velocidad del sistema autnomo "ovni" =
99,99979% de la velocidad de la luz, es decir: 299.792,37 kilmetros por segundo.
Entonces especulo sobre una eventual desaceleracin del OVNI que hubiese
dejado a la tierra a una velocidad relativa equivalente a las proximidades de la
velocidad de la luz en relacin al objeto prximo al cero movimiento absoluto. Y
agrego con prudencia: "Pero esta suposicin no tiene actualmente ninguna base
donde apoyarse" (p. 13). Concluyo: "...el Ejrcito le cree al cabo Valds y su
patrulla. Y si es as quiere decir que el OVNI existi" (p. 13).
Con el tiempo, eso me indujo a inferir una hiptesis de operacin psicolgica del
Ejrcito en un momento particularmente difcil para la dictadura: meses antes
haba sido asesinado en Washington el ex canciller Orlando Letelier, la DINA
estaba en disolucin y la CNI en gestacin; por otro lado, los vientos de guerra
con Argentina estaban prximos al estallido, la poblacin necesitaba distraccin.
Admito que no lo pens cuando escrib el libro. Mucho despus le coment esta

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hiptesis a Diego Ziga en una entrevista para La Nave de los Locos (N 25 -
Noviembre 2003). Nada habra sacado que se me hubiera ocurrido sobre
calientito, en 1977, porque el libro pas por la censura de DINACOS (que
funcionaba en el edificio Diego Portales) y hubo que quitarle algunos prrafos
que no gustaron (qu deca la parte censurada? No recuerdo, as que nunca
sabrn...)
Francisco Javier Cuadra, ex director de DINACOS y ex Ministro Secretario General
de Gobierno de Pinochet admiti la manipulacin meditica respecto del paso
del cometa Halley (1985-1986)y lo confes en diciembre de 2008 al programa del
canal 13 "TV o no TV" que conduce Sergio Lagos: lo que sucedi a comienzos de
1986 fue que la agenda de cambios legislativos para la transicin se atras. Por
ende, el gobierno se qued sin agenda poltica y la econmica la estaba
trabajando el entonces ministro Bchi. Yo no tena tema para marzo y abril. Slo
tena la agenda de ciencia, con el Cometa Halley. Mand a buscar material a
Europa y con eso nos batimos en TVN. Y el tema prendi".
Si mand a buscar material a Europa, quiere decir que el gobierno invirti dinero
en el montaje.
Seis meses despus, el 15 de agosto de 2009, lo reiter en entrevista a Qu Pasa
:
Pregunta: "En 1986, el pas fue convulsionado desde el gobierno con el paso del
cometa Halley. Tuvo algo que ver el abogado Venegas con ese fenmeno
meditico creado desde La Moneda?" Francisco Javier Cuadra: "Eso es
responsabilidad ma. Por lo dems, el cometa Halley exista y lo que se hizo fue
una pauta comunicacional que privilegi ese dato, como se hace tambin en las
pautas comunicacionales de hoy da. Fue un hecho cierto, sobre el cual se puso
nfasis en atencin a que en la agenda poltica haba un retraso de la comisin
complementaria de la Constitucin. A m de verdad me da risa que haya sido
objeto de tesis doctorales, en circunstancias de que a diario los medios hacen
una eleccin de la informacin a la que dan nfasis."
El vidente de Villa Alemana, tambin habra sido un montaje.
Por qu el caso Valds no pudo serlo? Existan el mvil, la oportunidad y se

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dispona de los medios.
Sin embargo, se sostiene (esto hace parte del mito) que el reloj y los objetos
metlicos que portaban fueron escondidos? Llevados a USA? porque nunca
fueron mostrados y unos gringos al estilo hombres de negro se hicieron cargo de
Valds y sus hombres a las pocas horas. Los primeros testigos fueron un profesor
(Araneda) y un cabo de carabineros (Flores) cuyos testimonios en la poca
muestran a un Valds y a una patrulla, totalmente afectados, inclusive
psicomticamente por la experiencia vivida.
Resta en su favor el beneficio de la duda. La entrevista que realic a Valds en
1983 en su casa de Temuco, cuando el cabo perteneca a la dotacin del
Regimiento Tucapel de esa ciudad (en dictadura y autorizada por la jefatura
de Ejrcito a peticin del cabo dada una gestin al ms alto nivel del diario La
Tercera, del que yo era corresponsal en Temuco) no me entreg indicios en esa
lnea de investigacin. Y tampoco en lo que respecta al fenmeno mismo. Nada
que ya no se supiera.
Sin embargo, volviendo a la teora de la relatividad hay una frmula menos
publicitada que la paradoja de los gemelos de Einstein, que da visos de
credibilidad (fsica, si no tecnolgica y biolgicamente) al fenmeno ocurrido en
Pampa Lluscuma, Putre, en la madrugada del 25 de abril de 1977.
Antes de la frmula, los supuestos hechos claves, en sntesis: Valds desapareci
en direccin a "la luz" a las 04:15. Regres en estado de shock a las 04:30, hora
en que su reloj qued detenido marcando la fecha 30 de abril (5 das despus). El
rostro del cabo, antes rasurado, mostraba barba de varios das. Y antes de
quedarse profundamente dormido emiti, muy alterado, como controlado por
otra personalidad, un inquietante mensaje: "Ustedes nunca sabrn quienes somos
ni de dnde venimos, pero regresaremos".
La frmula fsica que explicara el fenmeno, es una frmula de la teora de la
relatividad general cuyo postulado fundamental es el principio de equivalencia,
que en resumen establece que los efectos producidos por un campo gravitacional
equivalen a los producidos por el movimiento acelerado. Es decir, el tiempo
transcurre ms lento en un campo gravitacional ms denso, de mayor masa y ms

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rpido en un campo gravitacional ms sutil, el ovni de Putre.
Aplicada la frmula (t' = t por Raz de 1 menos 2GM/cuadrado de C por r) para
que en la Tierra transcurran 15 minutos y en el "ovni" 5 das se requiere que ste
sea un sistema autnomo respecto del sistema Tierra con una masa de
0,0000000067 gramos. Es decir, una masa ms prxima al microcosmos que a
nuestro plano de existencia.
Hasta ah dejo por ahora esta reflexin...

POR JUAN JORGE FAUNDES M. A LAS 18: 06
1 C O M E N T A R I O S :
Zafnat_Panea ha dicho...
Es muy interesante su artculo caballero, en especial la asociacin que
hace del caso Valds con la teora de la relatividad, lo cual es un buen
acierto.
Pero la verdad es esta, pocas personas conocen en verdad que hay detrs
del fenmeno Ovni, hay mucha especulacin y mucha gente que se lucra
con este tema, pero son pocos los que tenemos un toque de la verdad y en
especial por haber experimentado este tipo de experiencias. En lo que se
refiere a mi he debido guardar silencio, ya que por increble que parezca o
no, hay fuerzas militares que velan porque esto no salga a la luz y tengo
una familia a la que debo proteger, por ello no me interesa la publicidad,
pero si desea saber algo de la verdad escrbame o contcteme con
absoluta reserva y prudencia.


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JUEVES, 04 DE FEBRERO DE 2010

-Caso ARMANDO VALDEZ-ABDUCIDO-CHILE-1977-





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Eran las 20:40 horas y en los pasillos de Televisin Nacional de Chile (TVN) todo era
expectacin. Es que dentro de unos minutos se producira un acontecimiento
considerado por muchos como histrico y el ms esperado de los ltimos tiempos.
Despus de 22 aos de silencio, Armando Valds Garrido, el mtico cabo Valds
rompera su silencio y entregara datos desconocidos de su abduccin ocurrida el 25
de abril de 1977 en Pampa Lluscuma, en pleno desierto de la Primera Regin de
Chile. Valds viaj a Santiago desde la ciudad de Coihaique, junto a toda su familia.
Slo cinco das antes haba presentado su renuncia al Ejrcito. Ahora comienza para
l una nueva vida cargada de entrevistas, invitaciones y un nuevo acoso de los
uflogos. Es el precio que deber pagar por ser uno de los abducidos ms famosos del
mundo.





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LA ENTREVISTA
Ante las cmaras de TVN y las preguntas de Pedro Carcuro, Valds explic por qu,
despus de 22 aos, en los que fue acosado por investigadores y periodistas de todo el
mundo, decidi contar su experiencia y dejar
el Ejrcito. "El dejar la institucin fue una
decisin difcil que me cost mucho, pero
pienso que en beneficio de un mensaje que
tengo, de algo que estoy trabajando, era
tiempo de que tomara esta decisin. Insisto,
una decisin muy difcil." Y por qu rompe
el silencio en este momento? Porque segn
Valds, "es el momento. Es el ao del fin de
milenio. Pudiera ocurrir algo grande y creo
que sa es mi decisin".
Ms adelante el ex suboficial corrobor lo
dicho por los hombres que en 1977 estaban a
su cargo y explic, ayudado de un mapa, todo
lo ocurrido aquel da. "El servicio nuestro se
origina en esta pesebrera en donde hay alrededor de mil caballos. Era un ganado que
era utilizado para fines militares. Yo me ocupo de ellos, prendo fuego, de hecho son 20
grados bajo cero todos los das del ao, por lo que es imposible guarecerse bajo techo.
A las cuatro de la madrugada, estbamos reunidos y el tema de esa noche era la
pregunta del soldado conscripto, es decir cundo me voy a ir? cundo me voy a
licenciar? As que estbamos hablando de estas cosas y cantando. Haba puesto dos
hombres a 20 metros... no los poda poner ms lejos porque la distancia en la noche no
permita verlos porque la noche aunque estaba estrellada estaba muy oscura. No los
vea pero los llamaba y ellos me contestaban. Si me contestaban diferente era seal de
que algo haba pasado. Estbamos en esto cuando siento el grito de Pedro Rosales y l
me dice: mi cabo viene bajando una luz. Yo le ordeno a mis hombres reordenarse y
salgo afuera pero mi primera mirada fue hacia el camino de Putre que est en subida,
pensando que vena algn vehculo, a vigilarnos, a controlarnos. Pero me dice no
arriba y mi mirada se dirige al camino internacional que va hacia Bolivia. Cuando me
acerco al soldado yo le digo: no veo nada, y l me dice es una estrella que viene
bajando. Ah me acerco y veo un objeto luminoso en velocidad, y le digo que es
imposible que sea una estrella, que es un aerolito que se viene bajando y que se va a
desintegrar en cualquier momento. Ya mis hombres salen todos a mirar, pero este
objeto se pierde detrs de un cerro y queda mucha luz que sala detrs de los cerros.
Eso me indic inmediatamente que al otro lado haba algo posado."

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AEROLITO
Efectivamente, la primera impresin del cabo Valds al ver la luz, fue que se trataba
de un aerolito desintegrndose en la atmsfera. "Dije voy a ver el aerolito, voy a sacar
un pedacito y lo voy a guardar. Yo pensaba, van a llegar los cientficos, la gente... pero
cuando estbamos en eso, un segundo hombre me grita, mi cabo ac y aparece un
segundo objeto. Los soldados me dicen que baj, pero cuando yo lo vi ya estaba all.
Entonces eran dos objetos. El primero que llega, y el segundo que se posa frente a
nosotros", relata Valds.
-Y ah fue usted a encontrarse con ese OVNI?
-"No, cuando quisimos movernos esta luminosidad, estos 25 metros de dimetros, este
objeto agranda su luminosidad y se avecina sobre nosotros. 500 metros a la redonda,
se ilumina y nosotros podamos ver todos los accidentes geogrficos del camino, hasta
un palo en el camino se vea, lo que es
imposible."


LA ABDUCCIN
Ms tarde en el programa se mostr el
testimonio de dos de los soldados de
las patrullas, que relatan el momento
en que Valds es tragado por la luz.
Muy emocionado Valds contina con
su relato. "Es interesante aclarar que
aqu ocurren una serie de detalles que
no han sido comentados por mis
hombres, lo que nunca he olvidado es
que ellos dicen que nos tomamos de las
manos y rezamos, es que en un
momento dado, como jefe de la patrulla entend que lo que yo tena enfrente era algo
con inteligencia. Pero yo le pregunto a mi gente, qu es lo que estn viendo, y ellos me
corroboran lo que estbamos viendo", afirma Valds.
-Usted parte al encuentro de la nave?
-"No, yo estoy tomado del brazo con ellos, llorando algunos, rezando el ave Mara
otros. Y yo siento que tengo que hacer algo porque tenamos un objeto delante que nos

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estaba asustando, que nos transmite miedo y que nos tiene a todos apabullados. Yo
avanzo y grito en nombre de Dios identifiquensen quines son, an haciendo el
ridculo, porque yo saba que lo que estaba delante era algo extrao."
-Sus compaeros lo ven desaparecer Qu siente usted don Armando?
-"Realmente es muy difcil. Son 22 aos de silencio, de buscar en mi interior, buscar
en estudios, en noches enteras buscando la respuesta a este fenmeno, pero en el
tiempo que me ocurre esto hay un momento de sueo, de inactividad."
-Pero usted siente que traspasaba el umbral en ese momento?
-"Por eso cuando hablan ahora de abduccin, de levantada... yo siento que paso... que
paso el portal."
-Cunto tiempo estuvo en la nave espacial?
-"Si es que estuve, fueron 15 minutos para los soldados." Cabe destacar que cuando el
cabo Valds es abducido y traspasa ese umbral no presentaba bello facial y cundo es
encontrado tiene una barba ya crecida, lo que hace sospechar en la prdida de tiempo,
un tiempo faltante como en la mayora de los casos.
-Usted traspasa el umbral Qu ve, qu siente?
-"Siento una risa tipo burla. Lo que yo quiero dar a entender que en esa cosa que yo
tena enfrente, tena una inteligencia sub humana. Una inteligencia no humana, de
otra parte, Extraterrestre."
-Vio alguna imagen o ser?
-"Estoy trabajando en regresin hipntica, porque quiero ser muy responsable en
confirmar, porque yo recib ciertas cosas telepticas, pero tengo que tener la certeza
de que lo que yo vi es real. He ido recordando da a da."
-Haba contacto a travs de palabras?
-"No, todo era teleptico."
-Todo ese tiempo usted est viendo a sus hombres?
-"En todo momento yo vea a mis hombres. Por eso insisto en haber pasado una
barrera, es decir ubicarme en un lugar y estar viendo siempre a mis hombres."

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-Y sus compaeros permanecan inmviles o gritaban? Trataban de acercarse a
usted?
-"Ellos gritaban y trataban de ir hacia la luz"





EL MENSAJE
Sin duda, uno de los momentos ms
impactantes fue cuando Valds se refiri
al mensaje que habra recibido de los
supuestos seres extraterrestres. Pese a que
no revela su contenido, argumentando que
tiene que realizar un trabajo de hipnosis,
el ex suboficial asegura que se trata de
algo muy importante para la humanidad e
incluso no descart una invasin extraterrestre.
-"S, hay un mensaje. Siempre me pregunte los motivos de esto. Tengo muy claro,
bajo el orden universal, bajo la mano poderosa del creador, que todas las cosas no
ocurren porque s. Yo siempre supe que lo que me ocurri el 25 de abril de 1977 a las
cuatro de la madrugada debera tener una motivacin que no poda ser algo al azar.
La percepcin que yo tuve no es buena. Si estos seres fueran buenos yo no tendra que
haber sentido pnico, angustia, sobrecogimiento y todo lo que vino despus."
-Tiene miedo por el futuro de la humanidad entonces?
-"Correcto. Tengo muy claro lo que va a ocurrir a futuro."
-Tiene miedo de una invasin extraterrestre?
-"Estoy trabajando en eso para poder entregar el mensaje. Pudiera ser."
Cristian Riffo M.

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17 DE FEBRERO DE 2010


Inicio > Abducciones > EL CASO DEL CABO VALDS Otra Aduccion mas?
EL CASO DEL CABO VALDS Otra Aduccion mas?
febrero 17, 2010 alzmenjor Deja un comentario Ir a los comentarios

EL CASO DEL CABO VALDS
En 1977 desapareci por quince minutos despus de que una intensa luz lo cubriera
por completo, luego reapareci con una barba de cinco das.
El cabo Valds estaba al mando de una patrulla del Regimiento de Montaa Huamachuco,
cerca de la localidad de Putre, situada a 149 kilmetros al este de la ciudad de Arica y a
2202 kilmetros al norte de Santiago de Chile. Su misin era custodiar un sector de la zona
fronteriza estratgica con Per.
En la madrugada del 25 de abril de 1977, haca mucho fro, casi 15 bajo cero, estaban
acampados a 3.500 metros de altura, alrededor de una fogata bebiendo caf, cuando uno de
sus hombres vio descender una luz en Pampa de Lluscuma, en pleno desierto de la Primera
Regin de Chile. Valds lo primero que pens es que se trataba de un meteorito, orden
apagar la fogata y marcharon hacia el objeto que estaba a unos ochocientos metros. Cuando
avanzaban descendi un segundo objeto un poco ms lejos, detrs del cerro. Los soldados
que lo acompaaban tenan entre 18 y 19 aos y sus nombres eran, Julio E. Rojas, Germn
Riquelme, Ivn Robles, Pedro Rosales, Humberto Rojas, Juan Reyes y Ral Salinas.
Aproximadamente a las 3.50 horas, la luminosidad aumentaba y disminua en intensidad,
era de un color blanquecino, tena unos 25 metros de dimetro y una altura como de siete
pisos con dos pequeas luces rojas que titilaban como balizas. Alumbraba todos los
alrededores como en pleno da a ms de quinientos metros de distancia. Estaban todos
atemorizados, y empezaron a rezar, pero finalmente, Valds, asumiendo el papel de lder
que le corresponda, increp a la luz pidindole que se identificara. Y probablemente
venciendo un terror gigantesco, fue el nico que se atrevi a acercarse al supuesto objeto.

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Lentamente, ingres a la niebla que preceda a la luz, por espacio de unos 15 minutos segn
sus hombres.
Segn cont Valds: de los quince minutos en que desaparec, no recuerdo nada. Los
conscriptos dicen que al entrar en la niebla yo me esfum. Yo saba que estaba entrando
en la niebla. Pero no recuerdo nada ms. Y le aseguro que quiero recordarLo nico
que guardo en mi mente es haber tenido un sueo profundo; haber cado en el fondo de
un abismo. En lo dems mi cerebro est vacoCuando reaparec, tras quince minutos,
los muchachos oyeron mis gritos de auxilio detrs de donde ellos estaban cuando me
esfum. En una zona oscura. All reaparec. Donde no llegaba la luz que emiti el
objeto. Segn contaron sus hombres, Valds tena la mirada extraviada, parte de su
chaqueta rota, la barba muy crecida y alcanz a decir: Muchachos muchachos,
desmayndose en ese momento en brazos de dos de sus compaeros. Su reloj digital
marcaba 30 de abril de 1977. Haba adelantado en el tiempo cinco das! Valds afirm que
no recuerda que pas dentro de la luz.
Los compaeros lo llevaron a cubierto, encendieron una fogata y cuando Valds reaccion
los miraba, se rea y llamaba a su madre. En ese momento fue cuando dijo: Ustedes no
saben de dnde venimos y quines somos y volvi a caer inconsciente. Mientras ocurra
eso, poco a poco el objeto comenz a alejarse hacia las montaas.
Van al pueblo de Putre
Al despertar, Valds pregunt a sus hombres si haban visto lo mismo que l, a lo que los
soldados respondieron positivamente. Luego, la patrulla se dirigi a caballo hasta el pueblo
de Putre, que estaba a cinco kilmetros. El primero en verlos es el profesor Pedro Araneda,
maestro de la pequea escuela de la localidad que graba en cinta magnetofnica el nico
documento original que se tiene del caso. Luego se dirigen al cuartel de Putre donde los
atiende el carabinero Antonio Flores. Araneda pide la reconstruccin del hecho y vuelven al
lugar. Cuando se acercan al mismo, sienten enormes ganas de vomitar y la descomposicin
de varios militares de la patrulla es evidente. El profesor Araneda sugiere salir del sector
ante lo que supone la eventual presencia de radioactividad.
Poco despus, llega una patrulla de relevo, que una vez informada de la situacin se
distribuye por las quebradas vecinas en una rigurosa inspeccin del terreno que rodeaba al
cerro de los acontecimientos de la noche anterior. Mientras tanto, en las caballerizas, el
Cabo Valds segua en un estado de nerviosismo continuo repitiendo su experiencia al
profesor Araneda, igualmente suceda con los integrantes de su patrulla. El cabo Valds es
bajado de Lluscuma en la ambulancia en un estado de alteracin notable. Cae nuevamente
en un estado de inconsciencia y comienza a delirar palabras incoherentes como la luz! la
luz!.

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Al volver las patrullas de inspeccin de los alrededores traen un trozo de metal, algo
totalmente inusual en una zona tan deshabitada como Lluscuma. Araneda guard este trozo
de metal durante un tiempo y posteriormente se entreg a personal del peridico La Estrella
de Arica, con intenciones de hacerlo analizar. De esta misin se encargaron los periodistas
Luis Daroch y Luis Maturana. El material al ser analizado resulta ser aluminio y no
representaba ningn signo de xido y al parecer su quebradura haba sido reciente dado el
estado del sitio de la rotura.
Como dato anecdtico, el periodista Luis Daroch durante mucho tiempo se sinti
perseguido y la pieza de metal recogida en la Pampa de Lluscuma la llevaba en su coche
envuelta en un plstico. Este periodista muri en el ao 1985 vctima de un cncer de
pncreas. El trozo de metal no fue encontrado jams y las nicas personas que saban que
estaba en poder de Daroch eran, el periodista Maturana y el profesor Araneda.
Araneda segn su propio relato grabado, logra sacar a luz una serie de detalles que luego se
pierden en el olvido y en el paso del tiempo. Cuando apareci la luz, la mascota que los
acompaaba, un perro de nombre Huamachuco, permaneci quieto mirando la luz, casi
esttico, en vez de ladrarle. Y respecto a los caballos, soltaron todos sus esfnteres.
Mientras el cabo Valds es atendido en Hospital de Arica, a 148 kilmetros al oeste de
Putre, aparecieron una serie de individuos de habla y aspecto norteamericanos que
interrogaron al suboficial.
Aunque el gobierno militar de ese entonces, al mando del General Augusto Pinochet,
intent censurar el caso, pero era tan extraordinario que los peridicos de la poca igual
hicieron eco de la situacin. As, por ejemplo, el diario La Estrella de Arica puso prrafos
de la entrevista del profesor Araneda en la portada. Algo similar hicieron los peridicos El
Mercurio y La Tercera. El cabo Valds declar al corresponsal de France Press en Chile
de ese entonces, que haba sido sometido a mltiples exmenes en el Hospital Militar de
Santiago. Entre estos estn un electroencefalograma, sesiones con psiclogos, mdicos y
otros especialistas. Tambin declar Valds que el Mayor Eduardo Arriagada del Estado
Mayor lo someti al detector de mentiras. El psiquiatra Rafael Mndez, quien atendi al
suboficial, afirm que ste haba sufrido un brote psictico y que los soldados que lo
acompaaban tuvieron una psicosis colectiva, con estas palabras tcnicas se intentaba
tapar todo lo sucedido.
El desaparecido investigador espaol Antonio Ribera, en su libro Secuestrado por
extraterrestres , afirm en cambio que Valds Fue sacado de nuestro espacio normal y
llevado a otro espacio y otro tiempo.
Respecto a los compaeros del cabo Valds, el Ejrcito, despus de lo acontecido los
dispers por diferentes puntos de Chile y algunos de ellos no se han vuelto a ver en todos
estos aos.

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Sobre las repercusiones personales que tuvo este hecho, Valds explic que sencillamente
le cambi su vida, lo que ha significado que dedique gran parte de su tiempo a la bsqueda
de la verdad del fenmeno que protagoniz.
Esto ha sido una lucha espiritual para m y constantemente me pregunto por qu me
sucedi.

3 DE DI CI EMBRE DE 20 09 11: 35

MIERCOLES, 12 DE MAYO 2010

El Cabo Valds nunca fue abducido
Publicado por Bayo el mircoles, 12 de mayo de 2010
Etiquetas: Charlatanes, Extraterrestres, Bayo 1


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Los escpticos basan sus creencias en evidencias y esperan que quienes hagan
afirmaciones extraordinarias den pruebas extraordinarias. Seguramente, los
escpticos chilenos esperaban algo por el estilo cuando Armando Valds Garrido
(el Cabo Valds, como es conocido mundialmente) dijo el 25 de abril de 1977 que
haba sido abducido por extraterrestres y las pruebas nunca llegaron. Al principio
no dijo exactamente eso no "recordaba" lo que le haba sucedido, pero con el
tiempo, las "regresiones hipnticas" y las entrevistas lo record todo. Se supone
que alrededor de las 4 de la maana, una patrulla militar que realizaba labores de
vigilancia al mando de este cabo observ que una "luz" muy potente bajaba desde
las sombras alturas de Pampa Lluscuma, en pleno altiplano chileno.
Inmediatamente despus, el cabo se aproxim a esta luz y, ante la mirada atnita
de algunos militares, "desapareci". Su ausencia dur 15 minutos, para luego
retornar en trance y emitiendo extraas palabras, muy difciles de entender. Desde
este momento, comienza la historia del caso chileno ms conocido en la historia
de la ufologa mundial.

Al principio, el Cabo Valds no recordaba lo que le haba ocurrido, pero a medida
que se hizo ms popular su historia ms recordaba. Ya en 1999 22 aos
despus de lo acontecido, en el programa de televisin De P a P, deca:
"Siento una risa tipo burla. Lo que yo quiero dar a entender que en esa cosa que
yo tena enfrente, tena una inteligencia sub humana. Una inteligencia no humana,
de otra parte, extraterrestre".


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Lo ms notable de todo no es que la prueba de su "abduccin" siempre haya sido
su propio testimonio siempre las pruebas de los abducidos son sus propios
testimonios, sino que lo que realmente es notable es que la gente le haya
credo, que se haya hecho tan popular y que los medios de comunicacin lo hayan
difundido sin ningn anlisis crtico. Lo mnimo que deberan que hacer los
medios, ahora, es rectificar masivamente la tremenda equivocacin que
cometieron y, ojal, con el mismo ruido con que lo difundieron. Y digo esto
porque a pesar de que el Cabo Valds dijo que todo era mentira en el ao 2008,
en la revista Ms All n 234 (pginas 64, 65, 66 y 67), los medios de
comunicacin chilenos todava no dicen nada. No creo que disminuyan los cientos
de pginas webs que siguen tratando este caso como que "podra" haber ocurrido,
pero deberan hacerlo de todas formas.

Lamentablemente y a pesar de lo vivido, el Cabo Valds nunca entendi lo fcil
que puede ser engaar a las personas y lo til que es el escepticismo para no
creer en esos engaos: aos despus del acontecimiento que invent se uni a
una iglesia evanglica. Ahora, podemos encontrarnos con afirmaciones suyas tan
o ms irracionales que la que lo hizo famoso: "Satans slo tiene la facultad de ver
el pasado, pero no el presente. Una teora es que lo visto esa noche fue la accin
de Satans, para que yo me dedique a contar el cuento por el mundo. Me haga
famoso, me llene de dinero y haga creer a la gente que esta fue una experiencia
real de extraterrestres. Lo que Satans no saba era que el amor de Dios me iba a
cautivar y que no le seguira el juego".

A continuacin, dejo un fragmento del programa de televisin De P a P del ao
1999, donde queda en evidencia la desfachatez del Cabo Valds y lo lamentable
que puede llegar a ser la televisin (el video me dio vergenza ajena, ms an
cuando el Cabo Valds destaca lo "escptico" que fue en una ocasin):




LUNES, 22 DE AGOSTO DE 2010


ltima modificacin: lunes, 22 agosto 2011 (Hora de Barcelona, Espaa)

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Abducciones.

Secuestran a los seres humanos, los estudian, les implantan extraos
objetos... Sus objetivos son incomprensibles y sus vctimas se
reparten por todo el mundo: China, Rusia, Estados Unidos, Chile o
Brasil.

En 1995 en Kadima (Israel), una mujer de 40 aos se despert a
causa de unos ruidos procedentes del saln de su casa. Camin de
puntillas hasta la puerta de la habitacin y vio una extraa criatura.
Su apariencia era humana, pero meda ms de dos metros de altura,
iba enfundada en un mono plateado y se desplazaba flotando en el
aire. Su rostro, de pequea nariz y ojos muy grandes, era
anormalmente redondo. El ser atraves la pared de la casa y se
dirigi haca el jardn. Ms tarde, la testigo comprob que sobre el
csped haba un crculo de casi cinco metros de dimetro que contena
una sustancia roja y un puado de piedras transparentes. La primera
fue identificada como cadmio y lo segundo como cristales de silicio en
estado puro.

Este es uno de los mltiples casos que se conocen de los visitantes de
habitacin.

En 1995 hubo una intensa oleada ovni en Israel. Incluso la polica fue
testigo de la aparicin de naves y de humanoides gigantes, de entre
2,10 y 2,70 metros de altura. A veces aparecan envueltos en una
especie de niebla y vestidos con una ropa de apariencia metlica.
Dejaron numerosas huellas y el ejrcito israel investig los hechos,
pensando que pudiera tratarse de terroristas, ha declarado el uflogo
israel Barry Chamish.
Alguna de las pisadas de estos seres tenan una profundidad de hasta


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35 centmetros, equivalente a la presin de una tonelada.
Curiosamente, casi todas las apariciones se produjeron los sbados por
la noche.

En 1996 se grabaron 15 vdeos de OVNIs. El ms espectacular,
grabado en Hamata Raial, muestra un objeto volador con aperturas
semejantes a ventanas.

El tiempo perdido

Segn Budd Hopkins, uno de los ms reconocidos expertos en
abducciones, los casos de secuestros de humanos por EBEs (Entidad
Biolgica Extraterrestre) se producen cada vez en mayor nmero. De
la encuesta que el realiz entre 6.000 estadounidenses, Hopkins
dedujo que exista un porcentaje de un 2% de supuestos abducidos.
Extrapolando los datos, se llegara a la cifra de cinco o seis millones
de abducidos slo en Estados Unidos. Este experto cree que los EBEs
vienen a la Tierra en busca de material gentico humano con el fin de
restaurar su raza agonizante.

En su libro Witnessed, Hopkins recoge las investigaciones que realiz
sobre ms de 200 abducciones de los ltimos 20 aos. Uno de los
casos ms espectaculares es el de Linda Cortile, ocurrido en pleno
centro de Manhattann, Nueva York. Lo ms sorprendente de este
secuestro es la existencia de varios testigos que, en el momento del
suceso aparentemente estaban incomunicados entre s, ya que en la
mayora de los casos el abducido se encuentra solo en el lugar de los
hechos. Hubo unos 20 testigos, e incluso una mujer me escribi
dicindome que su coche se par sobre el puente de Brooklyn en la
noche del 30 de noviembre de 1989, mientras observaba un ovni de
color rojo-anaranjado que arroj un haz de luz azul y blanco sobre el
edificio donde viva la abducida Linda Cortile. Luego vio lo que pareca
ser cuatro bolas difusas flotando hacia el ovni. Una de ellas era
Linda, dijo Hopkins.
Un mismo esquema de los hechos se repite casi siempre: aparece una

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luz fantasmal junto a una carretera o en plena ciudad, el motor de los
vehculos se para y aparecen criaturas semejantes a seres humanos
pero de pequeo tamao y gran cabeza que le hacen a la vctima
exmenes fsicos y manipulaciones quirrgicas semejantes a biopsias
que frecuentemente dejan una cicatriz... En ocasiones introducen
pequeos objetos en la cabeza o en otras partes del cuerpo de la
vctima... Estos son algunos de los puntos comunes en las experiencias
vividas por abducidos y que Hopkins defiende que se trata de hechos
reales y no de alucinaciones.

Un trmino frecuentemente utilizado por la ufologa, especialmente
despus de los estudios de Hopkins, es el missing time, el tiempo
perdido. Se suele recurrir a la hipnosis para que los testigos puedan
recuperar ese tiempo perdido, pero se plantean muchas dudas acerca
de la eficacia de este mtodo. Muchas veces la hipnosis hace
despertar al sujeto unas ilusiones que responden a deseos personales,
ya sean conscientes o inconscientes, afirman muchos psiquiatras y
psiclogos.
El caso Valds

Uno de los casos ms conocidos mundialmente es el famoso incidente
protagonizado por el cabo Armando Valds Garrido, ocurrido en la
madrugada del 25 de abril de 1977 en una zona situada al noreste de
Arica, en el norte de Chile. Desgraciadamente, por orden de los
militares Valds fue sometido a un tratamiento de electroshock, ya
que no responda a la medicacin que normalmente se les suministra a
los supuestos psicticos, dijo Mario Dussuel psiquiatra y miembro de
AION (Agrupacin de Investigaciones Ovniolgicas de Chile). Ese
tratamiento borr de la mente del protagonista unos hechos que
podran haber sido recuperados con hipnosis.
El caso de cabo Valds cont con siete testigos, unos militares e
ingenieros israeles, que participaban en unas maniobras estratgicas
en Pampa Lluscuma. Todos vieron una luz que descendi y se pos
entre las colinas, a unos 500 metros de ellos. El cabo se intern en la
luminosidad y desapareci. Regreso 15 minutos despus y se

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desvaneci. Cuando recuper la conciencia dijo: Ustedes no saben
quines somos ni de dnde venimos, pero les aseguro que pronto
volveremos, tras lo cual volvi a desmayarse.
Un detalle sealado por sus compaeros es que, tras la experiencia, su
rostro mostraba una barba de varios das, aunque Valdes estaba
afeitado en el momento de su desaparicin. Su reloj digital se haba
parado y el marcador de la fecha sealaba cinco das ms tarde, como
si para Valds hubiera transcurrido una semana en vez de unos pocos
minutos.

Extraccin de implantes

Derrel Sims, es quizs el mayor especialista mundial en implantes.
Director de la publicacin Houston UFO Network, Sims ha trabajado
con el Dr. Roger Leir, fundador de la Foundation for Alien-Human
Research, una organizacin que ha encontrado en los ltimos aos ms
de 30 implantes en los cuerpos de abducidos. Ambos investigadores
han anestesiado por medio de la hipnosis a varias de estas personas y
han logrado extraerles diversos tipos de implantes.

Los recelos que los dems investigadores podan tener se esfumaron
ante la documentacin cientfica y visual aportada por Sims en su
ponencia y tambin en charlas privadas con ellos. Cartas e informes
cientficos de las ms importantes universidades y centros de
investigacin de Estados Unidos y de pases europeos respaldan una
teora que para algunos puede parecer descabellada: unas entidades no
humanas estn implantando en seres humanos objetos que no son
producto de nuestra tecnologa.

Uno de los mtodos desarrollados por Sims y Leir para detectar
posibles implantes consiste en iluminar con luz ultravioleta el cuerpo
del supuesto abducido. Han comprobado que las marcas indelebles
ocasionadas por el contacto fsico con los EBEs y las cicatrices
dejadas por una operacin de implante se ven fosforescentes bajo la
luz ultravioleta. No conozco la causa, pero hasta un 31% de los

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abducidos sufren alergia a la procana, un tipo de protena. Un
abducido acudi al oftalmlogo y ste quiso suministrarle procana en
gotas para dilatarle la pupila, a pesar de las advertencias del
paciente. El hombre entr en coma, explic Sims.
Otra caracterstica comn a los abducidos es el sndrome post-
traumtico de estrs, muy parecido al que manifiestan los soldados
que van a la guerra. Muchos experimentan recuerdos de su abduccin
en forma de flash, es decir, de imgenes caticas que pasan por su
mente a gran velocidad.

Experimentos con ADN

Algunos de los implantes extrados por Sims y Leir se hallaban bajo la
piel de sus pacientes. No haba una respuesta inflamatoria a dichos
implantes, algo totalmente anormal puesto que se trata de un cuerpo
extrao en el organismo. El tejido que los envuelve es de tipo nervioso
y el ncleo del implante es a veces metlico y fuertemente magntico;
en otras ocasiones se trata de materiales de origen meteortico.
Algunos estn ligados a un nervio principal e incluso recubiertos por
una membrana negra y fuerte que, segn los anlisis, est compuesta
por hemosiderina, una especie de protena de la sangre, explica
Sims.
Cmo explicar esa ausencia de rechazo de cuerpos extraos? Sims
tiene una teora: Quizs el material biolgico que recubre el cuerpo
principal del implante contenga ADN del mismo abducido. Los EBEs
pueden haber extrado material gentico del paciente y haberlo
sometido a un caldo de cultivo para fabricar la capa que recubra el
implante, de forma que no exista rechazo, razona el investigador.
Una sociedad demasiado perfecta

La sociedad de los EBEs sera muy aburrida para nosotros, sin
diversiones, sin msica, sin arte... sin alegra en suma. As lo piensa
David Jacobs, uno de los ms prestigiosos estudiosos de abducciones
de Estados Unidos. Sus afirmaciones se basan en su teora de la
sociedad teleptica integrada por nuestros visitantes

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extraterrestres. En el 95% de las abducciones, la comunicacin entre
el secuestrado y los EBEs se lleva a cabo por medio de telepata,
expone Jacobs.
Una sociedad teleptica supondra la supresin de la privacidad del
individuo, pues todos o casi todos se enteraran de lo que pasa por la
mente de los dems. A raz de ello, las cualidades personales
mermaran, habra ms uniformidad en el comportamiento del individuo
y menos satisfaccin personal. Se puede constatar que los actos de
los EBEs secuestradores son fros, sin pasin. Parecen estar
concentrados solamente en el anlisis clnico de los secuestrados. A
veces intentan eliminar el dolor del paciente, pero no sabemos si lo
hacen por compasin o para evitar que el estrs producido al abducido
perjudique el resultado de sus experimentos.
El comportamiento de los Ebes es comparado por Jacobs al de ciertos
insectos de vida colectiva, como las abejas o las hormigas. Es
probable que entre ellos el grupo sea ms importante que el individuo,
afirma. Tal vez el bien y el mal, como nosotros los entendemos, no
existan para los EBEs. Muy rara vez, segn demuestran las
experiencias de los abducidos, estas criaturas manifiestan sus
sentimientos. Al faltar una expresin de individualidad, est tambin
ausente el sentido del amor hacia s mismos y hacia los dems. Sus
rostros son inexpresivos y no emplean una gestualidad facial o corporal
como nosotros,
La irona, el sarcasmo o las variaciones del tono de la voz, en
consecuencia, no existen en la sociedad teleptica. Pueden
irritarse, pero no enojarse profundamente. Es posible que tengan
relaciones sexuales con el abducido, pero nunca expresan amor; slo
es un acto mecnico de carcter reproductivo. Queda claro que esta
sociedad aliengena est orientada hacia el trabajo y el grupo.
Has sido abducido?

El tiempo desaparecido

Una brecha en la memoria poda significar que una persona ha sido
raptada, y fue obligada por sus raptores extraterrestres a olvidar la

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experiencia.

Terror irracional

Se dice que el pnico asalta a los secuestrados cada vez que se
acercan a determinados lugares, ven un helicptero que se cierne
sobre ellos o se encuentran en otras situaciones que recuerdan el
trauma reprimido. Pueden reaccionar con ansiedad a pelculas, crnicas
periodsticas y libros que traten de los ovnis y de encuentros con
EBEs.

Desordenes nocturnos

Los supuestos secuestrados pueden tener dificultad para conciliar el
sueo, y es frecuente que solo logren un sueo muy ligero. Muchos
suean con naves espaciales o extraas criaturas; algunos
inexplicablemente, se despiertan noche tras noche a la misma hora
intempestiva.

Hemorragias

Al despertar, algunos se encuentran con sangre en sus almohadas;
podra ser un efecto residual de la implantacin o la eliminacin
quirrgica del aparato de rastreo colocadas por los EBEs en las
narices u odos.
Los secuestrados descubren tambin enigmticas marcas en su cuerpo.
Pueden ser pinchazos, heridas punzantes o raspones.




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DOMINGO, 19 DE DICIEMBRE DE 2010


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Domingo 19 de diciembre de 2010

Al cabo Valds lo raptaron los ovnis o
fue a hacer pip?
Libro busca explicar qu fue lo que realmente pas en Putre en 1977, el caso
ufolgico ms clebre de Chile.



Fuente: Las ltimas Noticias

Cuando era nio, el periodista Patricio Abusleme lea muchos libros sobre ovnis.
Muchos. En uno de ellos se top con las aventuras de un cabo del Ejrcito de
Chile y sus siete conscriptos, quienes la madrugada del 25 de abril de 1977

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cuidaban caballos en las cercanas de Putre cuando quedaron frente a frente con
una luz que pareca bajar por un cerro. Se trataba del ultrafamoso caso Valds.
Todos los libros sobre ovnis y esas cosas cuentan bsicamente la misma historia.
En ella el cabo Armando Valds se acerca a la luz y desaparece, ante el pasmo de
sus subalternos. Al rato regresa con barba, su reloj adelantado en cinco das y
hablando incoherencias. Los conscriptos se asustan y llenos de pnico relatan
todo(con el sol ya iluminando el da) a un artesano aficionado a los ovnis. La
noticia se filtra a un diario y se esparce como una horrenda mancha.
Consecuencia lgica de todo ello es que Valds gana cierta fama, da entrevistas
en la televisin y acumula portadas.
Obsesionado con ese relato, Abusleme decidi en 2002 iniciar una investigacin
que lo llevara a entrevistar a buena parte de los protagonistas del episodio. Fruto
de dicho esfuerzo lanz hace unos das el libro La noche de los centinelas
([Link]), donde en 291 pginas desvela varios misterios y
da a conocer la ltima versin que tiene el ahora suboficial (r) Armando Valds
para explicar su curiosa experiencia.
El caso Valds es probablemente el caso ovni ms clebre de Chile y caus gran
revuelo periodstico en 1977, pero nunca se haba realizado una investigacin en
profundidad, dice Abusleme. El 2002 le una entrevista que dio Valds y decid
tratar de localizarlo a l y a los siete ex conscriptos que vivieron la experiencia
para tratar de averiguar qu diablos ocurri aquella noche en el altiplano, afirma
el escritor. En su investigacin, Abusleme se top con varias sorpresas.

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Sorpresa 1: Pinochet
La idea del periodista era intentar desentraar el misterio de la luz, de la barba y
del reloj, as como tambin algunos otros mitos que se tejieron, como por ejemplo
que el Ejrcito haba investigado a Valds, que el general Augusto Pinochet haba
intervenido directamente en el asunto y que el mismo Pinochet le haba entregado
un legajo de documentos al novelista espaol Juan Jos Bentez.
Como algunos pensaban que el Ejrcito haba investigado esto por rdenes
directas de Pinochet, quise consultarle al aludido. Le envi una carta en mayo de
2004. l me respondi dentro del mismo mes, excusndose de recibirme debido a
problemas de salud. Dos aos despus falleci, recuerda el periodista.
-Y es verdad que el Ejrcito le facilit documentacin a Juan Jos Bentez?
-S, y me sent desilusionado, porque yo solicit esa misma documentacin, pero
me fue negada. Quizs la haban destruido o tal vez le entregaron la nica copia
existente a Bentez. En todo caso, gracias al mismo Valds pude entrar en
posesin de una copia del legendario dossier, que es un informe psiquitrico sobre
el entonces cabo elaborado por el Hospital Militar de Santiago, que se entrega por
primera vez al pblico en La noche de los centinelas.

-Qu rol jug Pinochet en este caso?
-Como Valds fue trasladado al Hospital Militar, algunos uflogos crean que

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Pinochet manej personalmente el caso desde el comienzo y que Valds haba
sido examinado por rdenes directas suyas. Durante mi investigacin descubr
que eso era falso. Valds fue llamado y examinado por rdenes de un joven
capitn, que era el jefe del servicio de psiquiatra del Hospital Militar.

Sorpresa dos
En 1977, Valds deca no recordar mucho de lo que haba sucedido. Sus
soldados, en cambio, afirmaban que el cabo haba caminado hacia la luz y
desaparecido durante 15 minutos, para volver con barba y el reloj adelantado.
Valds hoy, en el libro de Abusleme, desmiente eso. Su versin actual es que todo
fue una broma que l quiso jugarles a los conscriptos. De hecho, dice que
aprovech la instancia para orinar (ver recuadro) . Antonio Flores tambin era
cabo en 1977 y estuvo en Putre cuando ocurri el fenmeno. l discrepa de
Valds.
Me sorprenden las declaraciones actuales de mi amigo. Nunca se me pas por la
mente que todo fuera una broma. Cuando Valds lleg ese da a pedirme ayuda,
l estaba mal. No recordaba nada, por eso pienso que a travs de los aos se fue
convenciendo de que su actual explicacin resuelve de una vez por todas el
misterio. Yo puedo decirle que todos estaban como locos y que haban vivido una
experiencia que no concuerda con la actual explicacin de la broma, dice Flores.
Abusleme piensa que el cambio de versin responde a motivaciones religiosas.
Valds est muy involucrado en su congregacin evanglica y afirma que, como

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cristiano, se siente en la obligacin de contar la verdad. Cuando me confi su
versin actual, en la que explica en trminos convencionales los elementos ms
impactantes de la historia (segn l, el reloj estaba malo desde antes y la barba no
se la haba afeitado en varios das), yo la tom por autntica. Pero en los relatos
de otros testigos slo encontr declaraciones que refutaban a Valds. Creo que l
est cambiando su versin ahora para adecuar su inslita vivencia de 1977 con
sus creencias religiosas, apunta el reportero.

-Al grano, seor Abusleme: Fue Valds secuestrado por aliengenas?
-Durante la mayor parte de mi investigacin fui de la opinin de que el caso no
involucraba secuestro alguno. Sin embargo, cuando estaba redactando la versin
final del libro me abrcon renuencia a esa posibilidad, pues me enter de que el
suboficial Valds fue sometido a regresiones hipnticas a fines de los noventa y
que en esas sesiones habra relatado una historia que apunta en esa direccin.
-Lo secuestraron, malditos.
-Igual no podemos decir que se trat de aliengenas. Me parece muy precipitado
ponerle nombre a algo que no sabemos qu es. Lamento que la sigla ovni se
asocie automticamente a astronave extraterrestre. El origen de esas luces
podra ser terrenal, como alguna aeronave extranjera, prototipo o avin no
tripulado, por ejemplo.
-Entonces?

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-A partir de los datos que logr recabar durante la investigacin, mis conclusiones
preliminares apuntan a que en la madrugada del lunes 25 de abril de 1977 ocho
jvenes militares chilenos vivieron una experiencia inusual, real y aterradora. Los
soldados fueron asediados por unas luces que eran dirigidas por algo inteligente.
El 25 de abril de 1977 ocho jvenes militares vivieron una experiencia real y
aterradora, dice Abusleme.


BAJADO EL 10 DE SEPTIEMBRE DE 2011


"LA NOCHE DE LOS CENTINELAS" ENTREVISTA A SU CREADOR PATRICIO ABUSLEME
Entrevistas
Patricio Abusleme Hoffman Nacido en Santiago el 7
de octubre de 1976, Periodista de la Pontificia
Universidad Catlica de Chile e investigador de
fenmenos Ovni nos trae su ms reciente obra La
noche de los centinelas un excelente trabajo
periodstico que nos trae de vuelta un caso ocurrido
hace algunos aos atrs en el norte de Chile, la
supuesta abduccin del cabo del Ejercito Armando
Valds, el cual se conoci en esa poca como El
Caso Valds y que de apoco perdi fuerza para
quedar en el anonimato. Para los que nunca
escucharon del caso les presentamos un extracto del
libro


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Mi cabo, mi cabo! Venga a ver la luz que viene bajando! fue el grito de
alerta con que uno de los dos centinelas que hacan la ronda de vigilancia
alrededor de las caballerizas llam al cabo Valds. El aludido se incorpor
rpidamente y dirigi sus pasos hacia el patio interior de las pesebreras, seguido
de los dems soldados. Ah, al alzar la mirada al cielo, todos pudieron
contemplar la cada de dos estrellas que a medida que descendan
aumentaban de tamao e intensidad. Una de las luces cay ms all de unos
cerros cercanos, detrs de los cuales qued visible un potente resplandor,
mientras que la otra se situ en los faldeos de una loma, a unos cientos de
metros enfrente del grupo de militares.


Y ahora nos enorgullecemos presentar una pequea entrevista Cinestres a
Patricio que esperamos les guste

Entrevista Cinestres a Patricio Abusleme "La noche de los Centinelas"
Hola, Patricio muchas gracias por tu tiempo y por tu disposicin a la entrevista
Cinestres.
Segn indica tu biografa, tu pasin por la ufologa, los misterios y lo paranormal
se remonta desde que eras pequeo.
P: Esta pasin contribuy a que optaras por estudiar Periodismo?
R: S. Desde temprana edad desarroll un gusto por las narraciones y la
literatura y desde ese punto de vista mis opciones de carrera eran algo limitadas.
Despus de salir de la enseanza media entr a estudiar Derecho, que era como
la carrera mejor mirada entre las alternativas para los humanistas, pero
aguant un ao, porque no me gustaba. Al ao siguiente entr a estudiar

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Periodismo, con el objetivo de especializarme por mi cuenta en ufologa,
siguiendo ejemplos que uno ve en otros pases, como Javier Sierra en Espaa o
el fallecido John Keel en Estados Unidos.
Segu mi vocacin, pero por supuesto que ese tipo de pensamiento fue muy
ingenuo de mi parte. Dedicarse a la ufologa, como quera hacerlo yo cuando era
ms joven, no es nada fcil especialmente en Chile, donde por tamao y
cantidad de habitantes el mercado de potenciales interesados en libros y revistas
sobre OVNIs es bastante reducido y ser periodista en estos tiempos, con un
mercado saturado y sueldos exiguos, tampoco.
Cuando era nio quera estudiar Arqueologa, porque hasta ahora me intriga la
relacin de los pueblos antiguos con sus dioses y creo que hay cosas que la
arqueologa oficial ha examinado en forma simplista. La otra alternativa habra
sido estudiar Letras Pero acab titulndome como periodista, para bien o para
mal.
P: El tema de la ufologa es un tema un
tanto controversial ya que hay muchos
escpticos que pueden cuestionar
dichos trabajos no temes a que se
pueda cuestionar tu labor como
periodista tratando este tema en si?
R: Claro que s, pero ese es un riesgo
que viene incluido con esta actividad;
son gajes del oficio. Y la ufologa en
general y mi libro en particular son
altamente controversiales y
cuestionables. La idea es presentar esto
a nivel pblico y esperar a que, ojal,
genere algn tipo de debate o
intercambio de ideas. Yo ms que nadie
estoy interesado en que mi trabajo sea
revisado con espritu crtico y, ojal,
alguien consiga explicar en forma
convencional los aspectos del caso del
cabo Valds que para m siguen siendo un misterio.
P: Cmo supiste de este caso en particular y que fue lo que te llamo tanto la
atencin como para que terminara convertido en un libro?
R: Del caso OVNI protagonizado por el cabo Armando Valds y los siete

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soldados conscriptos en Pampa Lluscuma, cerca de Putre, supe por primera vez
cuando era adolescente y le el libro un captulo dedicado al incidente en
Secuestrados por extraterrestres, del desaparecido autor cataln Antonio Ribera
y Jord.
La espectacularidad del caso radica en que durante un pavoroso encuentro
cercano con un OVNI, el cabo Valds estuvo desaparecido de la vista de sus
soldados durante 15 minutos, pero al volver presentaba una barba de varios das
y el calendario de su reloj digital estaba adelantado cinco das. El militar tambin
pareca estar en un estado alterado de conciencia y en esas circunstancias
pronunci una frase que hel la sangre de sus subalternos: Ustedes nunca
sabrn quines somos, ni de dnde venimos, pero volveremos ac de nuevo,
dijo de una forma como si estuviera hablando otra entidad sirvindose de l.
Todos esos elementos fueron suficientes para que me interesara por investigar
en profundidad este caso, que al mismo tiempo que era referido como quizs el
incidente OVNI ms clebre ocurrido en Chile (al menos, el ms conocido en el
extranjero), era uno de los que menos se saba, porque nunca nadie lo haba
investigado en profundidad.
A m me pareca increble que ningn uflogo ni agrupacin ufolgica se hubiera
dado a la tarea de indagar sobre el caso OVNI chileno ms clebre de todos los
tiempos; era como si todos se contentaran con hablar del caso sin que jams se
tratara de levantar esa aura de misterio que lo envolva.
Cuando yo comenc a investigar el caso en 2002, lo hice con el secreto anhelo
de poder explicarlo en trminos convencionales y desmentir algunos elementos.
Por ejemplo, yo pensaba que la frase que pronunci Valds en realidad haba
sido un aadido sensacionalista de los peridicos que informaron el hecho en
1977. Me equivoqu; los ex conscriptos confirman ese y otros detalles. Sin
embargo, pude desmentir otros elementos, como, por ejemplo, que el general
Augusto Pinochet haya manejado personalmente la informacin sobre el caso,
pero al fin y al cabo logr rescatar una historia imposible en forma ntegra y
pormenorizada, que est a disposicin de todos los interesados en conocerla en
La noche de los centinelas.

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P: El cabo Valds mencion unos aos
atrs que cuando se encontrara en
condiciones publicara un libro con todo
lo sucedido has tenido contacto con el
cabo Valds? Por qu crees que
nunca ha querido contar su historia
abiertamente?
R: Entr en contacto con el suboficial
(R) Valds en agosto de 2002 y no slo
lo conoc, sino que viaj junto a l a
Arica y al lugar de los hechos en Pampa
Lluscuma, cerca de Putre. Ah me
entreg su versin sobre lo que
realmente habra sucedido aquella
noche: aunque reconoce que es cierto
que esas luces extraas descendieron
sobre unos cerros cercanos y los
asustaron mucho, me cont que cuando
se alej de sus soldados en realidad se
fue a orinar y que cuando volvi junto a
ellos, los conscriptos se asustaron y ah
el supuesto estado alterado de Valds se debi a una suerte de broma no
premeditada que se le escap de las manos.
l pudo haber contado esto pblicamente en 1999, cuando fue invitado al set del
programa de televisin De P a P, conducido por Pedro Carcuro, pero prefiri
responder con evasivas y callar su verdad pese a los millones de pesos que le
pagaron para ir a ese programa porque quera revelar todo en un libro que
publicara a fines de 1999. Han pasado ms de 10 aos y hasta ahora no ha
publicado esa obra, que tengo la impresin que se refiere ms a conceptos
religiosos que a lo que pas en Pampa Lluscuma en 1977.
Por algn motivo, l estaba empecinado en contar su versin en A la sombra de
la verdad, que es el ttulo que llevara su libro. Yo espero que en algn momento
se resuelva a entregar su versin pblicamente, ya sea a travs de su libro o de
alguna otra forma. Ojal que la publicacin de mi libro lo incentive de algn modo
a pronunciarse.
P: Cmo crees que habra tratado la prensa el caso si hubiera ocurrido hace
unos das atrs por ejemplo? Y segn eso crees que lo pudieran nombrar como
una conspiracin?, ya que tanto se est hablando de este tema ltimamente

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R: Si el caso hubiera ocurrido en la actualidad, con las tecnologas de la
informacin que existen ahora, me imagino que sabramos muchos ms detalles
sobre lo sucedido y el hecho habra causado an mayor revuelo meditico que el
que caus en 1977.
Conspiracin? No s. Cuando esto ocurri hace ms de 30 aos y produjo
impacto meditico, en un momento el Ejrcito que en esa poca tambin era el
Gobierno trat de impedir nuevas divulgaciones sobre el caso. Eso ha llevado
a algunos a pensar que hubo alguna conspiracin o encubrimiento oficial
Durante mi investigacin descubr que eso en realidad fue para impedir la
divulgacin de informacin estratgica a potenciales enemigos de Chile cuando
casi se cumpla el centenario de la Guerra del Pacfico y que no tuvo nada que
ver con tratar de esconder informacin relativa al avistamiento OVNI. De hecho,
el Ejrcito casi no le dio importancia al caso OVNI en s.
Pero supongo que siempre va a haber gente que ver conspiraciones donde no
las hay.
P: Qu expectativas tienes del libro?
R: Que los que han estado interesados durante aos en conocer los pormenores
sobre este caso se animen a adquirir un ejemplar y conocer aspectos hasta
ahora desconocidos sobre esta historia. Nada ms que eso.
Cuando comenc a investigar este caso y escrib el libro, no lo hice para m ni
para el suboficial (R) Valds, sino para los cientos de lectores e interesados en la
temtica OVNI que han estado intrigados durante aos a raz de este caso y
que estoy seguro que van a enriquecerse a partir de la lectura de La noche de
los centinelas.
Y, dado que soy un apasionado por la ufologa, yo quera hacer mi aporte a esta
temtica en Chile, y creo haberlo logrado con la publicacin de este libro.

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P: Has tenido alguna experiencia con Ovnis o con algn fenmeno
inexplicable?
R: No, nunca he tenido la suerte (o la desdicha?) de experimentar en carne
propia un episodio OVNI o paranormal, pero me encantara tener la oportunidad
de vivir algo as algn da Y, ojal, obtener algn registro de esa experiencia.
P: Como medio hace poco tiempo tuvimos una experiencia nica fotografiando y
grabando en video un objeto que no pudimos identificar al centro de Santiago y
que pronto daremos a conocer en un artculo consideras que hay entidades o
personas que puedan tratar seriamente este tema y quienes serian los ms
confiables segn tu?
R: Con el correr de los aos me he dado cuenta que ms que grupos de
investigacin OVNI, existen estudiosos e individuos particulares que manejan
herramientas de anlisis grfico y que pueden ayudar en ese tipo de
investigaciones. A vuelo de pjaro, se vienen a mi mente los nombres de los
analistas Mario Valds, Marcelo Moya y Eugenio Fourt.
Tengo la impresin de que el Comit de Estudio de Fenmenos Areos
Anmalos (CEFAA), la entidad oficial encargada de estudiar reportes de OVNIs
por parte de pilotos areos y que depende de la Direccin General de
Aeronutica Civil (DGAC), tambin sera una instancia que podra contribuir en
dicho anlisis.

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P: Personalmente me intrigaba mucho el fenmeno del cabo Valds, el cual un
par de veces fue tratado en unas series de ufologa aos atrs en Televisin
Nacional y Canal 4, sabemos que hay muchos casos extraos y sobrenaturales
como por ejemplo la Isla Friendship o El tronco de fuego que cay en Angol
Seguirs por esta senda en alguna otra aventura literaria?
R: Qu curioso que me pregunten eso; efectivamente, cuando estaba
investigando el caso del cabo Valds tena en mente hacer algo parecido
posteriormente con otro caso chileno vinculado de algn modo a la ufologa, que
tambin ha causado un gran impacto meditico y que nunca se ha investigado
en profundidad, en mi opinin.
Sin embargo, despus del esfuerzo que signific cerrar la investigacin del caso
del cabo Valds, escribir el libro y luego publicarlo por mi cuenta, me temo que
no voy a volver al ruedo, al menos en el corto a mediano plazo.
Cuando comenc a investigar el caso de Pampa Lluscuma, en abril de 2002, yo
era un adulto joven soltero, sin compromisos y con un empleo de medio tiempo
que me permita dedicarme a estos menesteres. Desde entonces, mi vida ha
cambiado (para mejor), dado que ahora estoy casado, tengo un hijo recin
nacido y un empleo que consume la mayor parte de mi tiempo.
Sin embargo, no descarto tratar de volver a hacer algo parecido en el futuro,
siempre y cuando las condiciones lo permitan (que me gane la lotera o que
algn mecenas o editorial me paguen un sueldo por dedicarme a la
investigacin). Si de m dependiera, lo hara con el mayor de los gustos, dado
que esto es mi pasin.


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Bueno Patricio, Muchas gracias y esperamos saber pronto ms de ti.

Y para los que quieren saber ms de este interesante caso
Deben visitar [Link]
Compra directa del libro aqui

Cinestres










Comentarios

+1 #3 misterioso 08-03-2011 13:10
seguramente no estamos solos en el universo !!!!!! eso es seguro !!!!.... ahora a
comprar el libro ... felicitaciones por la entrevista !!!!!!!
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+2 #2 patricia 08-03-2011 13:04
mmmm interesante entrevista, les entrego un dat ... en [Link] hay una nota de
12 avistamientos supuestos de ovnis que no tienen explicacion logica de un total
de 183 en chile que justamente como indica pato en su entrevista fueron
investigados por Comit de Estudio de Fenmenos Areos Anmalos (CEFAA) la
entidad oficial encargada de estudiar reportes de OVNIs por parte de pilotos
areos y que depende de la Direccin General de Aeronutica Civil (DGAC)
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+1 #1 Mariela Andrade 07-03-2011 23:06

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Me parece muy interesante este tema y que lo toquen en su sitio, dan muchas
ganas de continuar con la historia as que juntare mis lukitas para comprarme el
libro... saludos a Pato y Cinestres
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12 DE NOVIEMBRE DE 2011
Caso de abduccin: La Historia del Cabo Valds
Filed Under: Misterios y Enigmas, Ovnis y Extraterrestres, Sin categora by
ContactoParanormal Deja un comentario
12 noviembre, 2011

Eran las 20:40 horas y en los pasillos de Televisin Nacional de Chile (TVN) todo era
expectacin. Es que dentro de unos minutos se producira un acontecimiento considerado
por muchos como histrico y el ms esperado de los ltimos tiempos. Despus de 22 aos
de silencio, Armando Valds Garrido, el mtico cabo Valds rompera su silencio y
entregara datos desconocidos de su abduccin ocurrida el 25 de abril de 1977 en Pampa
Lluscuma, en pleno desierto de la Primera Regin de Chile. Valds viaj a Santiago desde
la ciudad de Coihaique, junto a toda su familia. Slo cinco das antes haba presentado su
renuncia al Ejrcito. Ahora comienza para l una nueva vida cargada de entrevistas,
invitaciones y un nuevo acoso de los uflogos. Es el precio que deber pagar por ser uno de
los abducidos ms famosos del mundo.

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Cabo Valds.
LA ENTREVISTA
Ante las cmaras de TVN y las preguntas de Pedro Carcuro, Valds explic por qu,
despus de 22 aos, en los que fue acosado por investigadores y periodistas de todo el
mundo, decidi contar su experiencia y dejar el Ejrcito. El dejar la institucin fue una
decisin difcil que me cost mucho, pero pienso que en beneficio de un mensaje que
tengo, de algo que estoy trabajando, era tiempo de que tomara esta decisin. Insisto, una
decisin muy difcil. Y por qu rompe el silencio en este momento? Porque segn
Valds, es el momento. Es el ao del fin de milenio. Pudiera ocurrir algo grande y creo
que sa es mi decisin.
Ms adelante el ex suboficial corrobor lo dicho por los hombres que en 1977 estaban a su
cargo y explic, ayudado de un mapa, todo lo ocurrido aquel da. El servicio nuestro se
origina en esta pesebrera en donde hay alrededor de mil caballos. Era un ganado que era
utilizado para fines militares. Yo me ocupo de ellos, prendo fuego, de hecho son 20 grados
bajo cero todos los das del ao, por lo que es imposible guarecerse bajo techo. A las cuatro
de la madrugada, estbamos reunidos y el tema de esa noche era la pregunta del soldado
conscripto, es decir cundo me voy a ir? cundo me voy a licenciar? As que estbamos
hablando de estas cosas y cantando. Haba puesto dos hombres a 20 metros no los poda
poner ms lejos porque la distancia en la noche no permita verlos porque la noche aunque
estaba estrellada estaba muy oscura. No los vea pero los llamaba y ellos me contestaban. Si
me contestaban diferente era seal de que algo haba pasado. Estbamos en esto cuando
siento el grito de Pedro Rosales y l me dice: mi cabo viene bajando una luz. Yo le ordeno
a mis hombres reordenarse y salgo afuera pero mi primera mirada fue hacia el camino de
Putre que est en subida, pensando que vena algn vehculo, a vigilarnos, a controlarnos.

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Pero me dice no arriba y mi mirada se dirige al camino internacional que va hacia Bolivia.
Cuando me acerco al soldado yo le digo: no veo nada, y l me dice es una estrella que viene
bajando. Ah me acerco y veo un objeto luminoso en velocidad, y le digo que es imposible
que sea una estrella, que es un aerolito que se viene bajando y que se va a desintegrar en
cualquier momento. Ya mis hombres salen todos a mirar, pero este objeto se pierde detrs
de un cerro y queda mucha luz que sala detrs de los cerros. Eso me indic
inmediatamente que al otro lado haba algo posado.
AEROLITO
Efectivamente, la primera impresin del cabo Valds al ver la luz, fue que se trataba de un
aerolito desintegrndose en la atmsfera. Dije voy a ver el aerolito, voy a sacar un
pedacito y lo voy a guardar. Yo pensaba, van a llegar los cientficos, la gente pero
cuando estbamos en eso, un segundo hombre me grita, mi cabo ac y aparece un segundo
objeto. Los soldados me dicen que baj, pero cuando yo lo vi ya estaba all. Entonces eran
dos objetos. El primero que llega, y el segundo que se posa frente a nosotros, relata
Valds.
-Y ah fue usted a encontrarse con ese OVNI?
-No, cuando quisimos movernos esta luminosidad, estos 25 metros de dimetros, este
objeto agranda su luminosidad y se avecina sobre nosotros. 500 metros a la redonda, se
ilumina y nosotros podamos ver todos los accidentes geogrficos del camino, hasta un palo
en el camino se vea, lo que es imposible.
LA ABDUCCIN

Ral Salinas, integrante de la patrulla.
Ms tarde en el programa se mostr el testimonio de dos de los soldados de las patrullas,
que relatan el momento en que Valds es tragado por la luz. Muy emocionado Valds

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contina con su relato. Es interesante aclarar que aqu ocurren una serie de detalles que no
han sido comentados por mis hombres, lo que nunca he olvidado es que ellos dicen que nos
tomamos de las manos y rezamos, es que en un momento dado, como jefe de la patrulla
entend que lo que yo tena enfrente era algo con inteligencia. Pero yo le pregunto a mi
gente, qu es lo que estn viendo, y ellos me corroboran lo que estbamos viendo, afirma
Valds.
-Usted parte al encuentro de la nave?
-No, yo estoy tomado del brazo con ellos, llorando algunos, rezando el ave Mara otros. Y
yo siento que tengo que hacer algo porque tenamos un objeto delante que nos estaba
asustando, que nos transmite miedo y que nos tiene a todos apabullados. Yo avanzo y grito
en nombre de Dios identifquensen quines son, an haciendo el ridculo, porque yo saba
que lo que estaba delante era algo extrao.
-Sus compaeros lo ven desaparecer Qu siente usted don Armando?
-Realmente es muy difcil. Son 22 aos de silencio, de buscar en mi interior, buscar en
estudios, en noches enteras buscando la respuesta a este fenmeno, pero en el tiempo que
me ocurre esto hay un momento de sueo, de inactividad.
-Pero usted siente que traspasaba el umbral en ese momento?
-Por eso cuando hablan ahora de abduccin, de levantada yo siento que paso que paso
el portal.
-Cunto tiempo estuvo en la nave espacial?
-Si es que estuve, fueron 15 minutos para los soldados. Cabe destacar que cuando el cabo
Valds es abducido y traspasa ese umbral no presentaba vello facial y cundo es encontrado
tiene una barba ya crecida, lo que hace sospechar en la prdida de tiempo, un tiempo
faltante como en la mayora de los casos.
-Usted traspasa el umbral Qu ve, qu siente?
-Siento una risa tipo burla. Lo que yo quiero dar a entender que en esa cosa que yo tena
enfrente, tena una inteligencia sub humana. Una inteligencia no humana, de otra parte,
Extraterrestre.
-Vio alguna imagen o ser?

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-Estoy trabajando en regresin hipntica, porque quiero ser muy responsable en confirmar,
porque yo recib ciertas cosas telepticas, pero tengo que tener la certeza de que lo que yo
vi es real. He ido recordando da a da.
-Haba contacto a travs de palabras?
-No, todo era teleptico.
-Todo ese tiempo usted est viendo a sus hombres?
-En todo momento yo vea a mis hombres. Por eso insisto en haber pasado una barrera, es
decir ubicarme en un lugar y estar viendo siempre a mis hombres.
-Y sus compaeros permanecan inmviles o gritaban? Trataban de acercarse a usted?
-Ellos gritaban y trataban de ir hacia la luz
EL MENSAJE
Sin duda, uno de los momentos ms impactantes fue cuando Valds se refiri al mensaje
que habra recibido de los supuestos seres extraterrestres. Pese a que no revela su
contenido, argumentando que tiene que realizar un trabajo de hipnosis, el ex suboficial
asegura que se trata de algo muy importante para la humanidad e incluso no descart una
invasin extraterrestre.
-S, hay un mensaje. Siempre me pregunte los motivos de esto. Tengo muy claro, bajo el
orden universal, bajo la mano poderosa del creador, que todas las cosas no ocurren porque
s. Yo siempre supe que lo que me ocurri el 25 de abril de 1977 a las cuatro de la
madrugada debera tener una motivacin que no poda ser algo al azar. La percepcin que
yo tuve no es buena. Si estos seres fueran buenos yo no tendra que haber sentido pnico,
angustia, sobrecogimiento y todo lo que vino despus.
-Tiene miedo por el futuro de la humanidad entonces?
-Correcto. Tengo muy claro lo que va a ocurrir a futuro.
-Tiene miedo de una invasin extraterrestre?
-Estoy trabajando en eso para poder entregar el mensaje. Pudiera ser.




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VIERNES, 10 DE FEBRERO DE 2012



10/02/2012 [Link]
Abducciones famosas
Caso del Cabo Valds: Entrevista al
protagonista de una de las abducciones
ms famosas del mundo
En esta oportunidad vamos a comentarles de uno de los casos ms famosos de
abducciones de personas por parte de entes o seres extraterrestres.
Este hecho ocurri el 25 de abril de 1977 en la Pampa de Lluscuma en el altiplano
chileno, donde una patrulla de ocho militares al mando del Cabo Armando Valds
Garrido fueron testigos de un acontecimiento inesperado.
En el siguiente vdeo veremos la entrevista que le hace el investigador espaol
Iker Jimenez a Armando Valds en el ao 2009, en el que contar con lujo de
detalles y toda su verdad sobre lo que pas esa noche de misterio guardado por
muchos aos.

Son cuatro partes de este vdeo en la que en una de ellas se menciona frases
para sus compaeros como "Ustedes nunca sabrn quienes somos ni de
donde vinimos, pero volveremos", la cual el Cabo Valds solo explica que se
trata de un ente superior que lo utiliz y lo traslado a otra dimensin. Escuchen
como lo define l con sus palabras.

Sin duda, se trata de un caso muy interesante y misterioso, que a pesar de los
aos todava mantiene vigencia entre todas las personas creyentes del fenmeno
OVNI y la evidencia extraterrestre.

ltima parte de la entrevista al Cabo Valds por parte de Iker Jimnez. Esperamos
sus opiniones sobre este misterioso caso que les deja [Link] a todos sus
fieles seguidores.


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LUNES, 12 DE MARZO DE 2012




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El caso del Cabo Valds (25/04/1977):
La patrulla militar que fue protagonista de los hechos de la madrugada del da 25 de
Abril de 1977 es: Armando Valds Garrido, Humberto Rojas Bell, Ivn Robles Riera,
Germn Riquelme Valle, Ral Salinas, Pedro Rosales, Juan Reyes, y Julio E. Rojas
Surez. Se debe hacer notar que los nombres de los componentes de la patrulla
difieren mucho segn la fuente de la publicacin. Mientras el periodista Juan Jorge
Faundes habla de solo siete soldados, Jorge E. Anfruns, escribe que son ocho, y el
investigador argentino Antonio Las Heras, nico uflogo que lleg a tener contacto con
el caso a los das de suceder los acontecimientos nos habla de un componente de la
patrulla llamado Julio Rato, mientras elude el nombre de Julio E. Rojas Surez. A este
respecto podemos decir que este personaje llamado Julio Rato tambin aparece en
algunas publicaciones de peridicos de la poca, omitiendo el nombre de Julio E. Rojas
Surez, o algn otro componente de la patrulla indistintamente. Las discrepancias
comienzan ya en este primer detalle. Antonio Las Heras lleg invitado por Canal 13 de
TV a los pocos das de los sucesos de Pampa de Lluscuma, l investigador argentino ha
comentado ms de una vez que el ambiente que se viva en aquellos das en Santiago,
tanto sea a nivel calle, como en los propios medios de difusin era realmente
efervescente. Incluso el ambiente periodstico trataba cada cual agregar algo de su
propia cosecha. No es de extraar que en ese ambiente se perdiera a la verdadera
identidad de cada individuo de la patrulla. El nico periodista que logro hablar con
Armando Valds Garrido al da despus de la experiencia de la patrulla fue Pablo
Honorato de Canal 13 de Televisin y cuyas impresiones daremos ms adelante dentro
de otro contexto de esta historia. Luego Valds desaparecera de la vida pblica
durante ms de veinte aos.
Los hechos:
La experiencia en si de la patrulla militar se puede abreviar de la siguiente manera:
Aquella noche del Domingo, 24 de Abril de 1977 la patrulla militar formada por ocho
integrantes de las Fuerzas del Ejrcito de Chile estaban al mando del cabo Valds
Garrido. El campamento estaba a unos 300 kilmetros de la ciudad de Arica, la
localidad ms cercana era Putre. La noche era muy fra, quince grados bajo cero. Los
militares estaban alrededor de una fogata, cuando se acerco corriendo el soldado
Pedro Rosales que hacia labores de vigilancia diciendo: Mi cabo... hay una luz que se
est desplazando del cielo, viene bajando... Los militares comprueban que esta luz
est bajando por el cerro y se les acerca cada vez ms. La luz es muy potente, de un
color blanquecino, intenso que lo ilumina todo. El pnico comienza apoderarse de los
componentes de la patrulla. Valds ordena tapar la fogata y a la vez que se formen en
actitud de encadenados de los brazos. Se habla de dos luces que se ubican delante de
los cerros por donde haba cado el primer objeto. Los movimientos son descritos como
espectaculares y otros que su majestuosidad era apreciada considerablemente, de
aspecto ovaladas y con luces rojas pequeas que destellaban como balizas. El objeto
principal se acerca considerablemente al lugar de la patrulla y su luz lo ilumina todo.
Algunos componentes de la patrulla comienzan a rezar y a otros el pnico les hace
llorar. Ral Salinas en conversacin con este corresponsal habla de un real descalabro
inicial, pero luego recuerda ver a todos sus compaeros paralizados. Aqu es cuando el
Cabo Valds se aproxima a la luz adelantndose unos 15 metros y pide que se
identifique aquello tan extrao. Una niebla lo hace perderse de vista de la patrulla y
aqu existe un periodo de tiempo clave para todos los componentes militares de esta
patrulla. Atenindonos a las palabras de Ral Salinas el Cabo desapareci de la vista
de la patrulla y ellos de pronto se vieron como saliendo de una extraa somnolencia.
La primera accin fue buscar al cabo Valds desesperadamente, al trmino de 15
minutos sintieron como caer un fardo o un bulto del otro lado de la pirca o quizs

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viniera de arriba. Era el Cabo Valds totalmente en trance segn sus compaeros,
usando una entonacin extraa y que no era propia de sus caractersticas vocales.
Balbucea frases inconexas y habla de su madre en forma desesperada... aqu es donde
emite segn sus compaeros la famoso frase: Ustedes no saben quines somos, ni
de dnde venimos, pronto volveremos.

La desesperacin es mxima en la patrulla al ver a su superior en aquel estado, ms
an cuando detectan al militar con barba crecida estando recin afeitado aquella
noche. Segn palabras de Ral Salinas a este corresponsal uno de los soldados que
trata de calmarlo sujetndole los brazos contra el suelo le aplica un fuerte golpe en su
rostro para que vuelva en s. En este punto hay que mencionar el detalle del reloj del
Cabo Valds que se encontraba adelantado y detenido a cinco das posteriores de los
hechos ocurridos, es decir que en vez de marcar 25 sealaba el da 30. Este detalle
ampliamente divulgado por la prensa se ha convertido en un punto de la controversia
ms reciente ya que Ral Salinas declara ya en el ao 1999 a este corresponsal que
este reloj no era del Cabo sino de uno de los compaeros de la patrulla y que le reloj
no se tomo en cuenta hasta el da siguiente y que no estaba adelantado sino al revs
estaba atrasado y marcaba el da 20, lo cual hace este episodio ms complejo y
difcil al tratar de entender que hay detrs de todo esto. El famoso reloj desapareci
como por arte de magia al da siguiente. Estos son los detalles en forma resumida de
lo que supuestamente paso aquella noche en este campamento militar. Sobre estos
hechos iremos trabajando y desmenuzando detalles concretos en apartados ms
adelante para lograr estructurar los hechos ms o menos coherente y los cambios y
detalles que han ido agregndose a medidas que ha pasado el tiempo, ms an ahora
cuando las opiniones de los protagonistas hay que tomarlas con pinzas y con mucha
cautela. Intentaremos buscar los caminos ms coherentes a una posible verdad de los
hechos o que se oculta realmente detrs de todo esto.
Qu pasos dio el Cabo Valds una vez pasadas las intensas horas de aquella
madrugada del 25 de Abril de 1977??
El Cabo Valds el da 25 de Abril de 1977 a las seis de la maana aproximadamente
baja a la localidad de Putre y se dirigi a la casa del encargado de la escuela de esta
pequea localidad, el nombre del profesor que lo atiende es Pedro Araneda. Este
maestro, curioso y elemento esencial social en una localidad tan apartada es el primer

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civil que ve y escucha la experiencia del militar. Valds solicita a Pedro Araneda que lo
acompae a Lluscuma para calmar a su gente. Su estado es muy nervioso y habla
atropelladamente y en forma alterada. Rehusa volver a caballo y prefiere hacer el
camino a pie. Antes de subir a Lluscuma concurren al cuartel de Putre donde los
atiende un carabinero (polica chileno) de graduacin cabo y de apellido Flores, quien
se muestra muy confuso ante el relato del Cabo Valds. Subiendo a Lluscuma el
profesor Araneda nota un enorme cansancio en Valds y ante la insistencia que monte
a caballo, Valds sigue rehusando las invitaciones. Durante el trayecto de ambos a
Lluscuma el cabo Valds repite su experiencia al profesor Araneda, y le dice que segn
relato de la gente de la patrulla haba desaparecido un tiempo y que no recordaba
nada de ese lapso. La ambulancia solicitada en Putre llega justamente con Araneda y
el Cabo Valds ante la patrulla. Los integrantes comienzan a explicarse
atropelladamente y con gran nerviosismo ante los recin llegados. Araneda nota una
lucidez total en los militares pese al haber pasado toda la noche sin dormir. Araneda
comienza a realizar la primera grabacin en cinta magnetofnica de la experiencia. El
profesor luego de escuchar y preguntar al respecto de lo que haba pasado aquella
noche, solicita una reconstruccin de los hechos y conjuntamente con el Cabo Flores
(que era asistente tcnico sanitario de carabineros) que tambin lo acompaaba, pide
ir al lugar de los acontecimientos. El cerro est a unos mil metros del sitio donde
encuentran, cuando se acercan al lugar sienten enormes ganas de vomitar y la
descomposicin de varios militares de la patrulla es evidente. Araneda indica salir del
sector ante la eventual presencia de radioactividad, por lo menos, eso es lo que piensa
en esos momentos. Llega una patrulla de revelo, que una vez informada de la situacin
se distribuye por las quebradas vecinas en una rigurosa inspeccin del terreno que
rodeaba al cerro de los acontecimientos de la noche anterior. Mientras tanto en las
caballerizas el Cabo Valds segua en un estado de nerviosismo continuo repitiendo su
experiencia al profesor Araneda, igualmente que los integrantes de su patrulla.
Se encuentra un trozo de metal:
Al volver las patrullas de inspeccin de los alrededores traen un trozo de metal
parecido a una asta de motor, totalmente inusual en una zona tan desabitada como
Lluscuma. Araneda a los aos despus de la experiencia relat el hallazgo de este
trozo de metal, al principio call ya que encontr oportuno hacerlo en aquellos
momentos mismos del suceso, dado el alto grado de excitacin que exista en todos
los estamentos y personas que iban relacionndose con la experiencia vivida por
Valds y su patrulla militar. Segn Araneda este trozo de metal estuvo largo tiempo
guardado. Posteriormente se entreg a personal del peridico La Estrella de Arica, con
intenciones de hacerlo analizar. De esta misin se encargaron los peiodistas Luis
Daroch y Luis Maturana. Daroch inform que nadie en la ciudad de Arica pudo
determinar si perteneca a un motor convencional. El material al ser analizado resulta
ser aluminio y no representaba ningn signo de xido y al parecer su quebradura
haba sido reciente dado el estado del sitio de la rotura. Como dato anecdtico aunque
siempre diciendo que en una investigacin todo detalle cuenta, el periodista Luis
Daroch durante mucho tiempo se sinti perseguido y la pieza de metal recogida en la
Pampa de Lluscuma la llevaba en su coche envuelta en un plstico. Este periodista
muri en el ao 1985 vctima de un cncer de pncreas. El trozo de metal no fue
encontrado jams y la nica persona que saba de su existencia era Daroch y un
reducido nmero de personas, entre ellos, el periodista Maturana y el profesor
Araneda. Queda aqu ese dato poco mencionado al tratar este caso. Existi realmente
este trozo de metal en esta historia? Veremos los que nos dicen los protagonistas ms
adelante.
El Cabo Valds sigue alterado:

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El cabo Valds es bajado de Lluscuma en la ambulancia en un estado de alteracin
notable. Cae nuevamente en un estado de inconsciencia y comienza a delirar. Grita y
expresa frases como: No me hagan dao...La luz, no me lleven.. Araneda pide permiso
para invitar a la patrulla a su casa y volver a comentar los hechos una vez pasada las
horas, alrededor de una taza de caf y en plan familiar junto a su esposa. La peticin
es autorizada ya que posiblemente Araneda es una de las personas ms respetables de
la zona, y toda una institucin social dentro del pequeo poblado.. Una vez en casa de
Araneda, el Cabo Valds duerme y se despierta ms descansado. En esos momentos
Araneda nota la barba crecida de Valds quien reconoce tenerla como de una semana
sin rasurarse. En la conversacin llega imprevistamente la luz, (la energa elctrica en
Putre llegaba en esos aos solo a ciertas horas del da) Al tener los interruptores
activados la luz inunda la habitacin sorpresivamente y el Cabo Valds nuevamente
entra en un estado de alteracin total, comienza a gritar:....la luz...la luz.... la luz...otra
vez...la luz. Araneda describe al cabo Valds aterrorizado y mirando fijamente al
televisor que estaba encendido por la accin de la llegada repentina de la energa
elctrica.
Otros detalles poco explicados de este caso:
Araneda segn su propio relato grabado, logra sacar a luz una serie de detalles que
luego en la gran avalancha de noticias nos son tomados en cuenta y se pierden en el
olvido y en el paso del tiempo. Las investigaciones posteriores han determinado que el
personal de la patrulla militar estaba acompaado de caballos propios para realizar su
misin de vigilancia, y exista la presencia de un perro de nombre Huamachuco. Estos
animales ante el fenmeno de la luz que baja del cerro y su presencia ante la patrulla
militar tienen un curioso comportamiento. Permanecen quietos mirando la luz, casi
estticos, cosa inusual en este tipo de animales. Las orejas se mantenan hacia delante
y los caballos soltaron todos sus esfnteres. La descripcin del comportamiento de
estos animales es importante ya que estn estrechamente relacionadas con el
comportamiento de la patrulla militar y algunos matices nunca han sido bien definidos
y los analizaremos ms adelante. En conversaciones posteriores con Ral Salinas este
no recuerda un perro en el campamento y menos denominado con este nombre, lo que
hace pensar que la prensa de aquellos aos confundi nombres y los autores de la
informacin escrita transcribieron datos agregando de su propia cosecha elementos
extraos al caso mismo.
Investigaciones posteriores:
La investigacin en terreno es la que da a luz una serie de pautas a seguir en la
ufologa. Cuando ocurrieron estos hechos en Chile no haba ninguna organizacin
dedicada al estudio del fenmeno Ovni, solo algn grupsculo de tipo contactista y con
una visin totalmente mstica del fenmeno deambulaba por el territorio chileno. Los
hechos relatados conmocionaron la sociedad chilena y la televisin en sus programas
de ms audiencia trat el tema de la patrulla militar del Cabo Valds. Uno de estos
programas fue Sbados Gigantes del presentador nacional Don Francisco, programa
que posee el record Guiness en estos momentos por llevar ms de 40 aos en
candelero interrumpidamente, incluso ahora se emite en ediciones americanas y para
todo Centro Amrica. El programa en mencin recurri a investigadores argentinos
para conversar con ms juicios sobre lo que realmente haba pasado a la patrulla
militar, para tal efecto viajo el investigador Antonio Las Heras quien recogi varios
detalles importantes y que condenso en su libro Ovnis, los extraterrestres entre
nosotros. Haciendo una recopilacin de datos e impresiones tanto sea de este
investigador argentino, como posteriormente las investigaciones de Jorge E. Anfruns
investigador chileno que tambin se ha preocupado extensamente de este caso y las

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propias de este autor que ha estado en varias oportunidades en el lugar de los hechos,
es obligado hacerse las siguientes preguntas: 1 Al ser Lluscuma una zona fronteriza
con Bolivia, es imposible que haya habido una sola patrulla militar en misin de
vigilancia. Las relaciones entre Chile y Bolivia son frgiles lo que nos hace pensar que
pueden haber ms personas relacionadas con el caso. 2 Es posible que una patrulla
militar en misin de vigilancia no lleve un equipo de comunicacin con su base? No
existen noticias respecto a este punto. Aunque pensamos que se us este equipo, no
aparecen registrados en ningn lado. Si existieron comunicaciones o instrucciones con
superiores se han reservado sigilosamente y no han trascendido a la opinin pblica.
3 En el posterior traslado del Cabo Valds al Hospital de Arica es registrado una serie
de individuos de habla y aspecto americanos que interrogan al cabo Valds. A pesar
que no existe un informe de su estado fsico y mental, es lgico que el acontecimiento
atrae al personal de Servicios Especiales Extranjeros (posteriormente hablaremos de
la opinin oficial de psiquiatras militar de la poca) 4 Se habla del efecto
electromagntico de los Ovnis. Esto explicara que los aparatos de comunicacin no
funcionaran correctamente pero las armas de fuego que llevaban los militares? En
este punto hay que decir que existen testimonios de gente de la localidad de Putre que
vieron bajar el armamento de la patrulla con los caones retorcidos a igual que las
municiones aplastadas como si un enorme peso hubiera pasado encina. Esta idea
anterior ha sido mantenida por muchos investigadores y autores de libros y
periodistas relacionados con este caso, pero este punto es trascendental en las
discrepancias al termino de los aos, cuando el integrante de la patrulla militar Ral
Salinas expreso en ms de una oportunidad a quien escribe que no haba armas en el
campamento, algo increble y de difcil comprensin para cualquier personal militar en
una zona tan conflictiva no solo por las fronteras cercanas sino por el contrabando que
motiva este lugar. 5 La patrulla constaba de ocho hombres incluido el cabo Valds,
pero en todas las fotos oficiales aparecen cinco. Por qu razn? Segn los hechos
oficiales solo una persona desapareci en la luz. El fenmeno al parecer fue muy
selectivo, pero cabe pensar que a lo mejor existen dos personas ms afectadas que
han tratado de ocultar deliberadamente. 6 Algunas explicaciones extra-oficiales han
expresado que nunca se dejo fotografiar el reloj del cabo Valds, por asuntos de tipo
comercial. El reloj llevara una marca de fbrica y seria una publicidad aadida por
todo el mundo si hubiera resultado ileso, o todo lo contrario, igualmente se hubiera
utilizado con fines comerciales de ser inverso. Sea de una forma u otra, del reloj se
sabe que era digital y nunca se mostr a la prensa abiertamente, lo que s es cierto es
nunca ms se supo del famoso aparato del tiempo. 7 Por qu el cabo Valds fue el
nico integrante de la patrulla que desfil el da de las Fuerzas Armadas, el 19 de
Septiembre de 1977, delante de las autoridades militares? Se tiene en conocimiento
que los otros integrantes de la patrulla fueron pasados a retiro rpidamente. 8 Por
qu si el Ejrcito acept un informe mdico que hablaba de paranoia en el Cabo Valds
sigui perteneciendo a la Institucin castrense e incluso ascendido en su grado
militar? 9 Qu paso con otros utensilios propios de una patrulla militar, u objetos
que acompaan a cualquier persona en un viaje? Hebillas de cinturn, llaveros,
monedas, tapaduras dentales, anillos, identificacin militar, chapa del cuello militar,
etc.
Existi una censura militar sobre este caso?:
No cabe duda que los estamentos militares se movieron rpidamente y no solo las
autoridades chilenas, sino que existi un gran movimiento de Servicios de
Inteligencias Americanos (CIA) trabajando para ocultar y controlar los
acontecimientos. Adems con el paso del tiempo se ha podido determinar que las
informaciones fueron dirigidas y conducidas. Los peridicos y la poblacin en general
fue hbilmente inducida para lo que se quera hacer saber y no lo que deberamos

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haber conocido. El da 18 de Mayo de 1977 el Director del Diario La Estrella de Arica
recibi la Circular N 25 de la Gobernacin Provincial de Arica, esta deca: Me dirijo al
Seor Director con el fin de informarle que se complementa la circular N 21 de fecha
17 de Mayo en curso que imparti instrucciones relacionadas con Ovnis en el sentido
que lo ordenado se fundamenta en le letra C del artculo 34 de la Ley 12.927 Lo que
comunico a Usted. , para los fines pertinentes. Firmado: Oscar Figueroa Marquez
Coronel de Ejrcito Gobernador de la Provincia de Arica La explicacin de esta nota es
la prohibicin total de divulgar noticias de carcter militar estableciendo la censura de
prensa, telegrfica y radiotelegrfica, que estime conveniente
Porqu este silencio tan largo del Cabo Valds?
A estas alturas es muy difcil imaginar las causas de este silencio. Ms an, cuando la
situacin chilena de aquellos aos era totalmente a la defensiva sobre muchos
aspectos de la vida social, poltica e internacional del propio pas. Se barajaron muchas
hiptesis al respecto, quizs la ms recurrida fue que seguramente Armando Valds
Garrido estaba bajo juramento militar. Hiptesis lgica ya que muchas personas que
adquieren algn grado en el Ejrcito de Chile y han tenido acceso a informacin
confidencial su juramento es vitalicio de por vida con el estricto Ejrcito chileno.
Tambin se tomo en cuanta la hiptesis que Valds estuviera controlado de alguna
forma por entidades relacionadas con el encuentro de Putre. Tomando en cuenta que
con fecha 11 de Febrero de 1980, en Baha Penco cerca de Lirqun, a las 23,00 horas
un Ovni sobrevol el Regimiento de Concepcin, donde precisamente se encontraba el
esquiv cabo Valds de aquellos aos. Muchos investigadores dejaron volar su
imaginacin y pensaron que el Valds estaba protegiendo a un elemento que puede
ser un correo mvil entre supuestas entidades extraterrestres y las Fuerzas
Armadas. Tambin se recurri a la explicacin de tipo mstico dado que el cabo Valds
estuvo relacionado con una Iglesia de tipo Evanglico en el Sur de Chile. Analizando
los aspectos sociolgicos de Chile en aquellos momentos no se puede dejar pasar por
alto la gran cantidad de sectas que florecieron en aquellos aos y al parecer Valds
inmerso en una crisis mstica entro en una Iglesia durante aos y en ese lugar puede
haber echado races los mensajes catastrficos a apocalpticos que luego transmiti en
su aparicin pblica en la TV de Chile.
Armando Valds Garrido y la prensa:
Durante aos el cabo Valds fue perseguido por periodistas de todo el mundo para
hablar de su experiencia. Las cifras que sonaban como precio a sus declaraciones eran
astronmicas pero nunca se confirmaron estas gestiones, quedando solo en la
especulacin y rumores. La entrevista ms conocida al cabo Valds fue realizada en el
ao 1983 por Juan Jorge Faundes, un periodista no especializado en la temtica Ovni,
el cual incluy en forma rpida y un poco chapucera unas cuantas hojas en su libro:
Ustedes Nunca Sabrn. Sin querer ser crtico con Faundes, la verdad sea dicha este
libro no pasara a los anales de la ufologa histrica como obra imprescindible, pero si
se debe reconocer que tiene el acierto y el valor de llevar algunos detalles de esa
entrevista al esquivo militar chileno. La entrevista completa apareci publicada en el
Suplemento Dominical de La Tercera de La Hora bajo un titulo que deca: He estado
huyendo todo el tiempo. Segn Faundes luego de una larga pesquisa logro encontrar
al cabo Valds quien no pudo hablar de inmediato con el periodista ya que necesitaba
un permiso especial del ejrcito y de un nivel muy alto cuando Faundes le pregunt
Qu nivel?, Valds le respondi: El Presidente de la Repblica. La entrevista se realiz
en las escalinatas de acceso a la guardia del regimiento de Infantera de Montaa N 8
Tucapel. El periodista Faundes traa una fotocopia de la carta que le enviar a Buen
Domingo el Teniente General Julio Canessa, Vice Comandante en Jefe del Ejrcito, la

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carta deca: Cumplo con dar respuesta a su peticin de autorizar al cabo segundo del
Ejrcito, Armando Valds Garrido para que sea entrevistado por ese diario, con
relacin a su participacin como testigo de una experiencia extraterrestre ocurrida el
ao 1977 en la localidad de Putre La carta aada ms abajo: No hay restriccin por
parte de la Institucin para que el Cabo Valds de a conocer su experiencia. Sin
embargo, este clase del Ejrcito ha manifestado su deseo de no ser entrevistado
Consultado por Faundes porque razn no quera hacer declaraciones a la prensa, luego
de todas las gestiones que haba realizado su diario, incluso hablando con el
presidente de la Republica (en aquellos aos era Augusto Pinochet) el Cabo contest:
Han estado ocurriendo cosas, fenmenos en el cielo, las apariciones de la Virgen a
ese nio en Villa Alemana....Hay que esperar un poco pero ya hablar... La
contestacin del Cabo Valds demuestra que su camino al misticismo estaba en
marcha, ya que comienza a preocuparse por situaciones donde la Virgen Mara y
fenmenos en el cielo de aquellos momentos eran muy acusados. En este punto
debemos mencionar que la alusin a las apariciones de Villa Alemana donde el
protagonista es un joven de nombre Miguel Angel Poblete y que fue segn el criterio
de quien escribe estas lneas, una manipulacin ms de las autoridades de Chile para
distraer la atencin de la poblacin de otros problemas ms graves sociales que
existan en el pas en esos momentos. Este joven dio a luz aos ms tarde un grotesco
episodio con su protagonismo de las visiones marianas, con graves problemas de
personalidad y casi secuestrado por entidades religiosas radicales tuvo que ser
recluido en un convento en la zona de Quilpu donde su evolucin de sexo fue menos
notoria. En resumen cuando este investigador que escribe trato de encontrarlo
recluido en un monasterio de Quilpu se encontr que este joven estaba en un
convento de monjas casi al borde de ser el primer transexual mstico de Chile... La
frase que resume toda este ancdota es la que esgrimi quien me acompaa en aquel
viaje, el investigador de la localidad de San Felipe ya fallecido, Rogelio Faras quien
exclam con ese humor chileno con races inglesas... Qu vengan los Ovnis y lo vean
al chico
Fuente: Ral Nez (Coordinador SEIP Chile)
. . .
Audio, con la investigacin de "Iker Jimnez" desde su programa "Milenio 3" :
( Descargar )
. . .
El caso del Cabo Valds 22 aos despus:
Eran las 20:40 horas y en los pasillos de Televisin Nacional de Chile (TVN) todo era
expectacin. Es que dentro de unos minutos se producira un acontecimiento
considerado por muchos como histrico y el ms esperado de los ltimos tiempos.
Despus de 22 aos de silencio, Armando Valds Garrido, el mtico cabo Valds
rompera su silencio y entregara datos desconocidos de su abduccin ocurrida el 25
de abril de 1977 en Pampa Lluscuma, en pleno desierto de la Primera Regin de Chile.
Valds viaj a Santiago desde la ciudad de Coihaique, junto a toda su familia. Slo
cinco das antes haba presentado su renuncia al Ejrcito. Ahora comienza para l una
nueva vida cargada de entrevistas, invitaciones y un nuevo acoso de los uflogos. Es el
precio que deber pagar por ser uno de los abducidos ms famosos del mundo.

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La entrevista:
Ante las cmaras de TVN y las preguntas de Pedro Carcuro, Valds explic por qu,
despus de 22 aos, en los que fue acosado por investigadores y periodistas de todo el
mundo, decidi contar su experiencia y dejar el Ejrcito. "El dejar la institucin fue
una decisin difcil que me cost mucho, pero pienso que en beneficio de un mensaje
que tengo, de algo que estoy trabajando, era tiempo de que tomara esta decisin.
Insisto, una decisin muy difcil." Y por qu rompe el silencio en este momento?
Porque segn Valds, "es el momento. Es el ao del fin de milenio. Pudiera ocurrir algo
grande y creo que sa es mi decisin". Ms adelante el ex suboficial corrobor lo dicho
por los hombres que en 1977 estaban a su cargo y explic, ayudado de un mapa, todo
lo ocurrido aquel da. "El servicio nuestro se origina en esta pesebrera en donde hay
alrededor de mil caballos. Era un ganado que era utilizado para fines militares. Yo me
ocupo de ellos, prendo fuego, de hecho son 20 grados bajo cero todos los das del ao,
por lo que es imposible guarecerse bajo techo. A las cuatro de la madrugada,
estbamos reunidos y el tema de esa noche era la pregunta del soldado conscripto, es
decir cundo me voy a ir? Cundo me voy a licenciar? As que estbamos hablando
de estas cosas y cantando. Haba puesto dos hombres a 20 metros... no los poda
poner ms lejos porque la distancia en la noche no permita verlos porque la noche
aunque estaba estrellada estaba muy oscura. No los vea pero los llamaba y ellos me
contestaban. Si me contestaban diferente era seal de que algo haba pasado.
Estbamos en esto cuando siento el grito de Pedro Rosales y l me dice: mi cabo viene
bajando una luz. Yo le ordeno a mis hombres reordenarse y salgo afuera pero mi
primera mirada fue hacia el camino de Putre que est en subida, pensando que vena
algn vehculo, a vigilarnos, a controlarnos. Pero me dice no arriba y mi mirada se
dirige al camino internacional que va hacia Bolivia. Cuando me acerco al soldado yo le
digo: no veo nada, y l me dice es una estrella que viene bajando. Ah me acerco y veo
un objeto luminoso en velocidad, y le digo que es imposible que sea una estrella, que
es un aerolito que se viene bajando y que se va a desintegrar en cualquier momento.
Ya mis hombres salen todos a mirar, pero este objeto se pierde detrs de un cerro y
queda mucha luz que sala detrs de los cerros. Eso me indic inmediatamente que al
otro lado haba algo posado."
Aerolito:
Efectivamente, la primera impresin del cabo Valds al ver la luz, fue que se trataba de
un aerolito desintegrndose en la atmsfera. "Dije voy a ver el aerolito, voy a sacar un
pedacito y lo voy a guardar. Yo pensaba, van a llegar los cientficos, la gente... pero
cuando estbamos en eso, un segundo hombre me grita, mi cabo ac y aparece un
segundo objeto. Los soldados me dicen que baj, pero cuando yo lo vi ya estaba all.
Entonces eran dos objetos. El primero que llega, y el segundo que se posa frente a
nosotros", relata Valds.-Y ah fue usted a encontrarse con ese OVNI?
-"No, cuando quisimos movernos esta luminosidad, estos 25 metros de dimetros, este
objeto agranda su luminosidad y se avecina sobre nosotros. 500 metros a la redonda,
se ilumina y nosotros podamos ver todos los accidentes geogrficos del camino, hasta
un palo en el camino se vea, lo que es imposible."

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La abduccin:
Ms tarde en el programa se mostr el testimonio de
dos de los soldados de las patrullas, que relatan el
momento en que Valds es tragado por la luz. Muy
emocionado Valds contina con su relato. "Es
interesante aclarar que aqu ocurren una serie de
detalles que no han sido comentados por mis hombres,
lo que nunca he olvidado es que ellos dicen que nos
tomamos de las manos y rezamos, es que en un
momento dado, como jefe de la patrulla entend que lo
que yo tena enfrente era algo con inteligencia. Pero yo
le pregunto a mi gente, qu es lo que estn viendo, y
ellos me corroboran lo que estbamos viendo", afirma
Valds.-Usted parte al encuentro de la nave?
-"No, yo estoy tomado del brazo con ellos, llorando
algunos, rezando el ave Mara otros. Y yo siento que
tengo que hacer algo porque tenamos un objeto
delante que nos estaba asustando, que nos transmite
miedo y que nos tiene a todos apabullados. Yo avanzo y
grito en nombre de Dios identifiquensen quines son,
an haciendo el ridculo, porque yo saba que lo que
estaba delante era algo extrao."
-Sus compaeros lo ven desaparecer Qu siente usted don Armando?-"Realmente es
muy difcil. Son 22 aos de silencio, de buscar en mi interior, buscar en estudios, en
noches enteras buscando la respuesta a este fenmeno, pero en el tiempo que me
ocurre esto hay un momento de sueo, de inactividad."-Pero usted siente que
traspasaba el umbral en ese momento?-"Por eso cuando hablan ahora de abduccin,
de levantada... yo siento que paso... que paso el portal."-Cunto tiempo estuvo en la
nave espacial?-"Si es que estuve, fueron 15 minutos para los soldados." Cabe destacar
que cuando el cabo Valds es abducido y traspasa ese umbral no presentaba vello
facial y cundo es encontrado tiene una barba ya crecida, lo que hace sospechar en la
prdida de tiempo, un tiempo faltante como en la mayora de los casos.-Usted traspasa
el umbral Qu ve, qu siente?-"Siento una risa tipo burla. Lo que yo quiero dar a
entender que en esa cosa que yo tena enfrente, tena una inteligencia sub humana.
Una inteligencia no humana, de otra parte, Extraterrestre."-Vio alguna imagen o ser?-
"Estoy trabajando en regresin hipntica, porque quiero ser muy responsable en
confirmar, porque yo recib ciertas cosas telepticas, pero tengo que tener la certeza
de que lo que yo vi es real. He ido recordando da a da."-Haba contacto a travs de
palabras?-"No, todo era teleptico."-Todo ese tiempo usted est viendo a sus
hombres?-"En todo momento yo vea a mis hombres. Por eso insisto en haber pasado
una barrera, es decir ubicarme en un lugar y estar viendo siempre a mis hombres."-Y
sus compaeros permanecan inmviles o gritaban? Trataban de acercarse a usted?-
"Ellos gritaban y trataban de ir hacia la luz"
El mensaje:
Sin duda, uno de los momentos ms impactantes fue cuando Valds se refiri al
mensaje que habra recibido de los supuestos seres extraterrestres. Pese a que no
revela su contenido, argumentando que tiene que realizar un trabajo de hipnosis, el ex

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suboficial asegura que se trata de algo muy importante para la humanidad e incluso no
descart una invasin extraterrestre.-"S, hay un mensaje. Siempre me pregunte los
motivos de esto. Tengo muy claro, bajo el orden universal, bajo la mano poderosa del
creador, que todas las cosas no ocurren porque s. Yo siempre supe que lo que me
ocurri el 25 de abril de 1977 a las cuatro de la madrugada debera tener una
motivacin que no poda ser algo al azar. La percepcin que yo tuve no es buena. Si
estos seres fueran buenos yo no tendra que haber sentido pnico, angustia,
sobrecogimiento y todo lo que vino despus."-Tiene miedo por el futuro de la
humanidad entonces?-"Correcto. Tengo muy claro lo que va a ocurrir a futuro."-Tiene
miedo de una invasin extraterrestre?-"Estoy trabajando en eso para poder entregar
el mensaje. Pudiera ser."
Cristian Riffo M.
Periodista.
Director Ovnivisin Chile.
Fuente: Canal Incognito






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Artculos, trabajos o material sin fecha.
Bajados entre el 02 de Febrero y Julio de 2012



BAJADA EL JUEVES, 14 DE JUNIO DE 2012


El caso del Cabo Valdz (o.v.n.i)



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Valds y cinco de sus hombres cantaban y rean alrededor de una fogata para
combatir, como es habitual en la precordillera andina, el intenso fri de hasta 15
grados bajo cero.

Alguien mir el reloj. Eran las 3:45 cuando, de repente, llegaron corriendo Pedro
Rosales y Juan Reyes, que se encontraban realizando la guardia, gritando muy
nerviosos y asustados, Vengan, vengan a ver lo que ocurre en el cerro! Hay
una luz gigante!
Alertados por sus compaeros comprueban que esta luz efectivamente est
bajando por el cerro y se les acerca cada vez ms. Logran ver no una, sino dos
luces. Inmediatamente, el cabo Armando Valds, al mando del grupo, ordena
apagar la fogata.

Las luces eran muy potentes llegando a ser cegadoras Lo iluminaban todo en esa
noche sin luna, consiguiendo incluso influir fisiolgicamente al perro de la patrulla
y a los caballos, que se quedaron quietos como estatuas.

Los movimientos de las luces son descritos como espectaculares, llegando a
distinguir que una de ellas es de forma ovalada y con pequeas luces rojas en su
interior. Cada vez ms y ms se va acercando a la patrulla. El pnico comienza
apoderarse de los jvenes soldados.
Ante la cercana del objeto, Valds ordena a sus hombres que se coloquen con los
brazos agarrados haciendo as una cadena humana, Si algo pasa, que nos pase
a todos juntos!, les dijo. La patrulla comienza a rezar y llorar pero sin moverse un
pice; estaban paralizados.
Aqu es cuando Valds asumiendo el papel de lder y, cargndose de valor, se
aproxima a la luz adelantndose unos 15 metros pidiendo que se identifiquen. Al
no or contestacin, el cabo sigui andando un poco ms y exclam -en nombre
de Dios quines son ustedes...'
Una especie de extraa niebla envuelve la silueta del suboficial hacindolo
desaparecer de la vista de sus propios hombres. De pronto todos los componentes
militares de esta patrulla se vieron como saliendo de un extrao sueo y sintiendo
somnolencia.
Aun as, su primera accin como grupo, fue la de buscar al cabo Valds. Se
organizaron en dos equipos y empezaron la bsqueda. sta fue frentica pero sin
conseguir resultado alguno. No encontraban su rastro, pero el OVNI se mantena
inmvil en el mismo lugar.
Al cabo de 15 minutos, sintieron como caer un fardo del otro lado o quizs viniera
de arriba... era l. De forma inexplicable, el militar reaparece de la nada. Se

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encontraba en trance usando una rara entonacin y balbuceando frases inconexas
llegndosele solo a entender " muchachos... ". En ese mismo momento cae
desplomado en estado inconsciente.
Los soldados lo levantaron y lo llevaron hasta los restos de la fogata para intentar
reanimarlo incluso con fuertes golpes. Al final, Valds, vuelve en s y pronuncia
una enigmtica frase que an hoy en da sigue grabada en la mente de sus
hombres: Ustedes no saben quines somos, ni de dnde venimos... pero
volveremos.
Durante toda la noche el cabo permanece en estado de shock, rindose sin
sentido, recordando a su madre y diciendo un sin fin de frases de difcil
comprensin.
Los reclutas adems, se percatan que el militar tenia la barba crecida, era
totalmente inexplicable, ya que estaba recin afeitado aquella misma noche y su
reloj estaba adelantado 5 das (esto ltimo no fue correcto as como comentan
infinidad de crnicas, en realidad no estaba adelantado sino al revs, estaba
atrasado y marcaba el da 20 y ni siquiera era su reloj sino de uno de sus
compaeros y no se llegaron a dar cuenta de este suceso hasta el da siguiente).
Esta es la historia de una de las abducciones que ms difusin e investigacin han
tenido, ya que est considerada entre los ms impresionantes no solo de Chile,
sino tambin del resto del planeta, debido a la calidad de los implicados, lo extrao
del suceso y porque se cuenta con pruebas de ello.
Es tal la importancia del caso que fue incluso investigado por el Centro
Ovniolgico Nacional de Roma dndolo como el ms importante ejemplo de
distorsin temporal en la historia de los fenmenos extraterrestres.
Durante aos el cabo Valds fue perseguido por periodistas de todo el mundo
para hablar de lo que haba vivido esa madrugada del 25 Abril de 1977 y con cifras
econmicas muy altas para que contase lo acontecido, pero el callaba. El
Ejrcito Chileno le prohibi dar cualquier tipo de
declaracin al respecto, llegando incluso a manos de
la CIA que intentaba ocultar y controlar los
acontecimientos.
Fue mucho despus cuando Armando Valdez Garrido decidi contar su abduccin
a diferentes medios de comunicacin aportando nuevos datos y experiencias
posteriores que, segn l, haba continuado teniendo.
El escritor espaol, Antonio Ribera est convencido que el cabo Valds fue
sacado de nuestro espacio normal y llevado a otro espacio y a otro tiempo, lo ms
extrao de todo es que tal vez se encuentre en lo cierto.


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LA ENTREVISTA AL CABO VALDEZ

]
LA ENTREVISTA

Ante las cmaras de TVN y las preguntas de Pedro Carcuro, Valds explic por
qu, despus de 22 aos, en los que fue acosado por investigadores y periodistas
de todo el mundo, decidi contar su experiencia y dejar el Ejrcito. "El dejar la
institucin fue una decisin difcil que me cost mucho, pero pienso que en
beneficio de un mensaje que tengo, de algo que estoy trabajando, era tiempo de
que tomara esta decisin. Insisto, una decisin muy difcil." Y por qu rompe el
silencio en este momento? Porque segn Valds, "es el momento. Es el ao del
fin de milenio. Pudiera ocurrir algo grande y creo que sa es mi decisin".



Ms adelante el ex suboficial corrobor lo dicho por los hombres que en 1977
estaban a su cargo y explic, ayudado de un mapa, todo lo ocurrido aquel da. "El
servicio nuestro se origina en esta pesebrera en donde hay alrededor de mil
caballos. Era un ganado que era utilizado para fines militares. Yo me ocupo de
ellos, prendo fuego, de hecho son 20 grados bajo cero todos los das del ao, por
lo que es imposible guarecerse bajo techo. A las cuatro de la madrugada,
estbamos reunidos y el tema de esa noche era la pregunta del soldado
conscripto, es decir cundo me voy a ir? Cundo me voy a licenciar? As que
estbamos hablando de estas cosas y cantando. Haba puesto dos hombres a 20
metros... no los poda poner ms lejos porque la distancia en la noche no permita
verlos porque la noche aunque estaba estrellada estaba muy oscura. No los vea
pero los llamaba y ellos me contestaban. Si me contestaban diferente era seal de
que algo haba pasado. Estbamos en esto cuando siento el grito de Pedro
Rosales y l me dice: mi cabo viene bajando una luz. Yo le ordeno a mis hombres
reordenarse y salgo afuera pero mi primera mirada fue hacia el camino de Putre
que est en subida, pensando que vena algn vehculo, a vigilarnos, a
controlarnos. Pero me dice no arriba y mi mirada se dirige al camino internacional
que va hacia Bolivia. Cuando me acerco al soldado yo le digo: no veo nada, y l
me dice es una estrella que viene bajando. Ah me acerco y veo un objeto

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luminoso en velocidad, y le digo que es imposible que sea una estrella, que es un
aerolito que se viene bajando y que se va a desintegrar en cualquier momento. Ya
mis hombres salen todos a mirar, pero este objeto se pierde detrs de un cerro y
queda mucha luz que sala detrs de los cerros. Eso me indic inmediatamente
que al otro lado haba algo posado."



AEROLITO

Efectivamente, la primera impresin del cabo Valds al ver la luz, fue que se
trataba de un aerolito desintegrndose en la atmsfera. "Dije voy a ver el aerolito,
voy a sacar un pedacito y lo voy a guardar. Yo pensaba, van a llegar los
cientficos, la gente... pero cuando estbamos en eso, un segundo hombre me
grita, mi cabo ac y aparece un segundo objeto. Los soldados me dicen que baj,
pero cuando yo lo vi ya estaba all. Entonces eran dos objetos. El primero que
llega, y el segundo que se posa frente a nosotros", relata Valds.



-Y ah fue usted a encontrarse con ese OVNI?
-"No, cuando quisimos movernos esta luminosidad, estos 25 metros de dimetros,
este objeto agranda su luminosidad y se avecina sobre nosotros. 500 metros a la
redonda, se ilumina y nosotros podamos ver todos los accidentes geogrficos del
camino, hasta un palo en el camino se vea, lo que es imposible."



LA ABDUCCIN

Ms tarde en el programa se mostr el testimonio de dos de los soldados de las
patrullas, que relatan el momento en que Valds es tragado por la luz. Muy
emocionado Valds contina con su relato. "Es interesante aclarar que aqu
ocurren una serie de detalles que no han sido comentados por mis hombres, lo
que nunca he olvidado es que ellos dicen que nos tomamos de las manos y
rezamos, es que en un momento dado, como jefe de la patrulla entend que lo que
yo tena enfrente era algo con inteligencia. Pero yo le pregunto a mi gente, qu es
lo que estn viendo, y ellos me corroboran lo que estbamos viendo", afirma
Valds.



-Usted parte al encuentro de la nave?
-"No, yo estoy tomado del brazo con ellos, llorando algunos, rezando el ave Mara
otros. Y yo siento que tengo que hacer algo porque tenamos un objeto delante

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que nos estaba asustando, que nos transmite miedo y que nos tiene a todos
apabullados. Yo avanzo y grito en nombre de Dios identifiquensen quines son,
an haciendo el ridculo, porque yo saba que lo que estaba delante era algo
extrao."



-Sus compaeros lo ven desaparecer Qu siente usted don Armando?
-"Realmente es muy difcil. Son 22 aos de silencio, de buscar en mi interior,
buscar en estudios, en noches enteras buscando la respuesta a este fenmeno,
pero en el tiempo que me ocurre esto hay un momento de sueo, de inactividad."



-Pero usted siente que traspasaba el umbral en ese momento?
-"Por eso cuando hablan ahora de abduccin, de levantada... yo siento que paso...
que paso el portal."



-Cunto tiempo estuvo en la nave espacial?
-"Si es que estuve, fueron 15 minutos para los soldados." Cabe destacar que
cuando el cabo Valds es abducido y traspasa ese umbral no presentaba vello
facial y cundo es encontrado tiene una barba ya crecida, lo que hace sospechar
en la prdida de tiempo, un tiempo faltante como en la mayora de los casos.



-Usted traspasa el umbral Qu ve, qu siente?
-"Siento una risa tipo burla. Lo que yo quiero dar a entender que en esa cosa que
yo tena enfrente, tena una inteligencia sub humana. Una inteligencia no humana,
de otra parte, Extraterrestre."



-Vio alguna imagen o ser?
-"Estoy trabajando en regresin hipntica, porque quiero ser muy responsable en
confirmar, porque yo recib ciertas cosas telepticas, pero tengo que tener la
certeza de que lo que yo vi es real. He ido recordando da a da."



-Haba contacto a travs de palabras?

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-"No, todo era teleptico."



-Todo ese tiempo usted est viendo a sus hombres?
-"En todo momento yo vea a mis hombres. Por eso insisto en haber pasado una
barrera, es decir ubicarme en un lugar y estar viendo siempre a mis hombres."



-Y sus compaeros permanecan inmviles o gritaban? Trataban de acercarse
a usted?
-"Ellos gritaban y trataban de ir hacia la luz"



EL MENSAJE

Sin duda, uno de los momentos ms impactantes fue cuando Valds se refiri al
mensaje que habra recibido de los supuestos seres extraterrestres. Pese a que
no revela su contenido, argumentando que tiene que realizar un trabajo de
hipnosis, el ex suboficial asegura que se trata de algo muy importante para la
humanidad e incluso no descart una invasin extraterrestre.

-"S, hay un mensaje. Siempre me pregunte los motivos de esto. Tengo muy claro,
bajo el orden universal, bajo la mano poderosa del creador, que todas las cosas
no ocurren porque s. Yo siempre supe que lo que me ocurri el 25 de abril de
1977 a las cuatro de la madrugada debera tener una motivacin que no poda ser
algo al azar. La percepcin que yo tuve no es buena. Si estos seres fueran buenos
yo no tendra que haber sentido pnico, angustia, sobrecogimiento y todo lo que
vino despus."



-Tiene miedo por el futuro de la humanidad entonces?
-"Correcto. Tengo muy claro lo que va a ocurrir a futuro."



-Tiene miedo de una invasin extraterrestre?
-"Estoy trabajando en eso para poder entregar el mensaje. Pudiera ser."



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BAJADO EL JUEVES, 14 DE JUNIO DE 2012




Al cabo Valds lo raptaron los ovnis o fue a hacer
pip?

El libro "La noche de los centinelas" busca explicar qu pas esa
madrugada de 1977

Cuando era nio, el periodista Patricio Abusleme lea muchos libros sobre ovnis.
Muchos. En uno de ellos se top con las aventuras de un cabo del Ejrcito de Chile
y sus siete conscriptos, quienes la madrugada del 25 de abril de 1977 cuidaban
caballos en las cercanas de Putre cuando quedaron frente a frente con una luz que
pareca bajar por un cerro. Se trataba del ultra famoso caso Valds.

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Todos los libros sobre ovnis y esas cosas cuentan bsicamente la misma historia.
En ella el cabo Armando Valds se acerca a la luz y desaparece, ante el pasmo de
sus subalternos. Al rato regresa con barba, su reloj adelantado en cinco das y
hablando incoherencias. Los conscriptos se asustan y llenos de pnico relatan
todo(con el sol ya iluminando el da) a un artesano aficionado a los ovnis. La
noticia se filtra a un diario y se esparce como una horrenda mancha. Consecuencia
lgica de todo ello es que Valds gana cierta fama, da entrevistas en la televisin y
acumula portadas.
Obsesionado con ese relato, Abusleme decidi en 2002 iniciar una investigacin
que lo llevara a entrevistar a buena parte de los protagonistas del episodio. Fruto
de dicho esfuerzo lanz hace unos das el libro La noche de los centinelas
([Link] ), donde en 291 pginas desvela varios misterios y
da a conocer la ltima versin que tiene el ahora suboficial (r) Armando Valds
para explicar su curiosa experiencia.
El caso Valds es probablemente el caso ovni ms clebre de Chile y caus gran
revuelo periodstico en 1977, pero nunca se haba realizado una investigacin en
profundidad, dice Abusleme. El 2002 le una entrevista que dio Valds y decid
tratar de localizarlo a l y a los siete ex conscriptos que vivieron la experiencia
para tratar de averiguar qu diablos ocurri aquella noche en el altiplano, afirma
el escritor. En su investigacin, Abusleme se top con varias sorpresas.
Sorpresa 1: Pinochet
La idea del periodista era intentar desentraar el misterio de la luz, de la barba y
del reloj, as como tambin algunos otros mitos que se tejieron, como por ejemplo
que el Ejrcito haba investigado a Valds, que el general Augusto Pinochet haba
intervenido directamente en el asunto y que el mismo Pinochet le haba entregado
un legajo de documentos al novelista espaol Juan Jos Bentez.
Como algunos pensaban que el Ejrcito haba investigado esto por rdenes
directas de Pinochet, quise consultarle al aludido. Le envi una carta en mayo de
2004. l me respondi dentro del mismo mes, excusndose de recibirme debido a
problemas de salud. Dos aos despus falleci, recuerda el periodista.
-Y es verdad que el Ejrcito le facilit documentacin a Juan Jos
Bentez?
-S, y me sent desilusionado, porque yo solicit esa misma documentacin, pero
me fue negada. Quizs la haban destruido o tal vez le entregaron la nica copia
existente a Bentez. En todo caso, gracias al mismo Valds pude entrar en
posesin de una copia del legendario dossier, que es un informe psiquitrico sobre
el entonces cabo elaborado por el Hospital Militar de Santiago, que se entrega por
primera vez al pblico en La noche de los centinelas.

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-Qu rol jug Pinochet en este caso?
-Como Valds fue trasladado al Hospital Militar, algunos uflogos crean que
Pinochet manej personalmente el caso desde el comienzo y que Valds haba sido
examinado por rdenes directas suyas. Durante mi investigacin descubr que eso
era falso. Valds fue llamado y examinado por rdenes de un joven capitn, que
era el jefe del servicio de psiquiatra del Hospital Militar.
Sorpresa dos
En 1977, Valds deca no recordar mucho de lo que haba sucedido. Sus soldados,
en cambio, afirmaban que el cabo haba caminado hacia la luz y desaparecido
durante 15 minutos, para volver con barba y el reloj adelantado. Valds hoy, en el
libro de Abusleme, desmiente eso. Su versin actual es que todo fue una broma
que l quiso jugarles a los conscriptos. De hecho, dice que aprovech la instancia
para orinar (ver recuadro) . Antonio Flores tambin era cabo en 1977 y estuvo en
Putre cuando ocurri el fenmeno. l discrepa de Valds.
Me sorprenden las declaraciones actuales de mi amigo. Nunca se me pas por la
mente que todo fuera una broma. Cuando Valds lleg ese da a pedirme ayuda, l
estaba mal. No recordaba nada, por eso pienso que a travs de los aos se fue
convenciendo de que su actual explicacin resuelve de una vez por todas el
misterio. Yo puedo decirle que todos estaban como locos y que haban vivido una
experiencia que no concuerda con la actual explicacin de la broma, dice Flores.
Abusleme piensa que el cambio de versin responde a motivaciones religiosas.
Valds est muy involucrado en su congregacin evanglica y afirma que, como
cristiano, se siente en la obligacin de contar la verdad. Cuando me confi su
versin actual, en la que explica en trminos convencionales los elementos ms
impactantes de la historia (segn l, el reloj estaba malo desde antes y la barba
no se la haba afeitado en varios das), yo la tom por autntica. Pero en los
relatos de otros testigos slo encontr declaraciones que refutaban a Valds. Creo
que l est cambiando su versin ahora para adecuar su inslita vivencia de 1977
con sus creencias religiosas, apunta el reportero.
-Al grano, seor Abusleme: Fue Valds secuestrado por aliengenas?
-Durante la mayor parte de mi investigacin fui de la opinin de que el caso no
involucraba secuestro alguno. Sin embargo, cuando estaba redactando la versin
final del libro me abrcon renuencia a esa posibilidad, pues me enter de que el
suboficial Valds fue sometido a regresiones hipnticas a fines de los noventa y
que en esas sesiones habra relatado una historia que apunta en esa direccin.
-Lo secuestraron, malditos.

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-Igual no podemos decir que se trat de aliengenas. Me parece muy precipitado
ponerle nombre a algo que no sabemos qu es. Lamento que la sigla ovni se
asocie automticamente a astronave extraterrestre. El origen de esas luces
podra ser terrenal, como alguna aeronave extranjera, prototipo o avin no
tripulado, por ejemplo.
-Entonces?
-A partir de los datos que logr recabar durante la investigacin, mis conclusiones
preliminares apuntan a que en la madrugada del lunes 25 de abril de 1977 ocho
jvenes militares chilenos vivieron una experiencia inusual, real y aterradora. Los
soldados fueron asediados por unas luces que eran dirigidas por algo inteligente.
El 25 de abril de 1977 ocho jvenes militares vivieron una experiencia real y
aterradora, dice Abusleme.














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BAJADO EL JUEVES, 14 DE JUNIO DE 2012



Cabo Valds, viaje temporal?
Grupo
Elron



ARMANDO VALDS GARRIDO
No tiene ningn recuerdo de lo sucedido, pero sin embargo escribir un libro
sobre su "experiencia" (?).




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El caso del Cabo Valds [1]
Eran las 20:40 horas y en los pasillos de Televisin Nacional de Chile (TVN) todo era
expectacin. Es que dentro de unos minutos se producira un acontecimiento
considerado por muchos como histrico y el ms esperado de los ltimos tiempos.
Despus de 22 aos de silencio, Armando Valds Garrido, el mtico cabo Valds
rompera su silencio y entregara datos desconocidos de su abduccin ocurrida el 25
de abril de 1977 en Pampa Lluscuma, en pleno desierto de la Primera Regin de
Chile. Valds viaj a Santiago desde la ciudad de Coihaique, junto a toda su familia.
Slo cinco das antes haba presentado su renuncia al Ejrcito. Ahora comienza para
l una nueva vida cargada de entrevistas, invitaciones y un nuevo acoso de los
uflogos. Es el precio que deber pagar por ser uno de los abducidos ms famosos del
mundo.
LA ENTREVISTA
Ante las cmaras de TVN y las preguntas de Pedro Carcuro, Valds explic por qu,
despus de 22 aos, en los que fue acosado por investigadores y periodistas de todo el
mundo, decidi contar su experiencia y dejar el Ejrcito. "El dejar la institucin fue
una decisin difcil que me cost mucho, pero pienso que en beneficio de un mensaje
que tengo, de algo que estoy trabajando, era tiempo de que tomara esta decisin.
Insisto, una decisin muy difcil." Y por qu rompe el silencio en este momento?
Porque segn Valds, "es el momento. Es el ao del fin de milenio. Pudiera ocurrir
algo grande y creo que sa es mi decisin".
Ms adelante el ex suboficial corrobor lo dicho por los hombres que en 1977 estaban
a su cargo y explic, ayudado de un mapa, todo lo ocurrido aquel da. "El servicio
nuestro se origina en esta pesebrera en donde hay alrededor de mil caballos. Era un
ganado que era utilizado para fines militares. Yo me ocupo de ellos, prendo fuego, de
hecho son 20 grados bajo cero todos los das del ao, por lo que es imposible
guarecerse bajo techo. A las cuatro de la madrugada, estbamos reunidos y el tema de
esa noche era la pregunta del soldado conscripto, es decir cundo me voy a ir?
cundo me voy a licenciar? As que estbamos hablando de estas cosas y cantando.
Haba puesto dos hombres a 20 metros... no los poda poner ms lejos porque la
distancia en la noche no permita verlos porque la noche aunque estaba estrellada
estaba muy oscura. No los vea pero los llamaba y ellos me contestaban. Si me
contestaban diferente era seal de que algo haba pasado. Estbamos en esto cuando
siento el grito de Pedro Rosales y l me dice: mi cabo viene bajando una luz. Yo le
ordeno a mis hombres reordenarse y salgo afuera pero mi primera mirada fue hacia
el camino de Putre que est en subida, pensando que vena algn vehculo, a
vigilarnos, a controlarnos. Pero me dice no arriba y mi mirada se dirige al camino
internacional que va hacia Bolivia. Cuando me acerco al soldado yo le digo: no veo

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nada, y l me dice es una estrella que viene bajando. Ah me acerco y veo un objeto
luminoso en velocidad, y le digo que es imposible que sea una estrella, que es un
aerolito que se viene bajando y que se va a desintegrar en cualquier momento. Ya mis
hombres salen todos a mirar, pero este objeto se pierde detrs de un cerro y queda
mucha luz que sala detrs de los cerros. Eso me indic inmediatamente que al otro
lado haba algo posado."
AEROLITO
Efectivamente, la primera impresin del cabo Valds al ver la luz, fue que se trataba
de un aerolito desintegrndose en la atmsfera. "Dije voy a ver el aerolito, voy a sacar
un pedacito y lo voy a guardar. Yo pensaba, van a llegar los cientficos, la gente... pero
cuando estbamos en eso, un segundo hombre me grita, mi cabo ac y aparece un
segundo objeto. Los soldados me dicen que baj, pero cuando yo lo vi ya estaba all.
Entonces eran dos objetos. El primero que llega, y el segundo que se posa frente a
nosotros", relata Valds.
-Y ah fue usted a encontrarse con ese OVNI?
-"No, cuando quisimos movernos esta luminosidad, estos 25 metros de dimetros, este
objeto agranda su luminosidad y se avecina sobre nosotros. 500 metros a la redonda,
se ilumina y nosotros podamos ver todos los accidentes geogrficos del camino, hasta
un palo en el camino se vea, lo que es imposible."
LA ABDUCCIN
Ms tarde en el programa se mostr el testimonio de dos de los soldados de las
patrullas, que relatan el momento en que Valds es tragado por la luz. Muy
emocionado Valds contina con su relato. "Es interesante aclarar que aqu ocurren
una serie de detalles que no han sido comentados por mis hombres, lo que nunca he
olvidado es que ellos dicen que nos tomamos de las manos y rezamos, es que en un
momento dado, como jefe de la patrulla entend que lo que yo tena enfrente era algo
con inteligencia. Pero yo le pregunto a mi gente, qu es lo que estn viendo, y ellos me
corroboran lo que estbamos viendo", afirma Valds.
-Usted parte al encuentro de la nave?
-"No, yo estoy tomado del brazo con ellos, llorando algunos, rezando el ave Mara
otros. Y yo siento que tengo que hacer algo porque tenamos un objeto delante que nos
estaba asustando, que nos transmite miedo y que nos tiene a todos apabullados. Yo
avanzo y grito en nombre de Dios identifiquensen quines son, an haciendo el

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ridculo, porque yo saba que lo que estaba delante era algo extrao."
-Sus compaeros lo ven desaparecer Qu siente usted don Armando?
-"Realmente es muy difcil. Son 22 aos de silencio, de buscar en mi interior, buscar
en estudios, en noches enteras buscando la respuesta a este fenmeno, pero en el
tiempo que me ocurre esto hay un momento de sueo, de inactividad."
-Pero usted siente que traspasaba el umbral en ese momento?
-"Por eso cuando hablan ahora de abduccin, de levantada... yo siento que paso... que
paso el portal."
-Cunto tiempo estuvo en la nave espacial?
-"Si es que estuve, fueron 15 minutos para los soldados." Cabe destacar que cuando el
cabo Valds es abducido y traspasa ese umbral no presentaba vello facial y cundo es
encontrado tiene una barba ya crecida, lo que hace sospechar en la prdida de tiempo,
un tiempo faltante como en la mayora de los casos.
-Usted traspasa el umbral Qu ve, qu siente?
-"Siento una risa tipo burla. Lo que yo quiero dar a entender que en esa cosa que yo
tena enfrente, tena una inteligencia sub humana. Una inteligencia no humana, de
otra parte, Extraterrestre."
-Vio alguna imagen o ser?
-"Estoy trabajando en regresin hipntica, porque quiero ser muy responsable en
confirmar, porque yo recib ciertas cosas telepticas, pero tengo que tener la certeza
de que lo que yo vi es real. He ido recordando da a da."
-Haba contacto a travs de palabras?
-"No, todo era teleptico."
-Todo ese tiempo usted est viendo a sus hombres?
-"En todo momento yo vea a mis hombres. Por eso insisto en haber pasado una
barrera, es decir ubicarme en un lugar y estar viendo siempre a mis hombres."
-Y sus compaeros permanecan inmviles o gritaban? Trataban de acercarse a

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usted?
-"Ellos gritaban y trataban de ir hacia la luz"
EL MENSAJE
Sin duda, uno de los momentos ms impactantes fue cuando Valds se refiri al
mensaje que habra recibido de los supuestos seres extraterrestres. Pese a que no
revela su contenido, argumentando que tiene que realizar un trabajo de hipnosis, el ex
suboficial asegura que se trata de algo muy importante para la humanidad e incluso
no descart una invasin extraterrestre.
-"S, hay un mensaje. Siempre me pregunte los motivos de esto. Tengo muy claro,
bajo el orden universal, bajo la mano poderosa del creador, que todas las cosas no
ocurren porque s. Yo siempre supe que lo que me ocurri el 25 de abril de 1977 a las
cuatro de la madrugada debera tener una motivacin que no poda ser algo al azar.
La percepcin que yo tuve no es buena. Si estos seres fueran buenos yo no tendra que
haber sentido pnico, angustia, sobrecogimiento y todo lo que vino despus."
-Tiene miedo por el futuro de la humanidad entonces?
-"Correcto. Tengo muy claro lo que va a ocurrir a futuro."
-Tiene miedo de una invasin extraterrestre?
-"Estoy trabajando en eso para poder entregar el mensaje. Pudiera ser."
[1] Cristian Riffo M. (periodista, director Ovnivisin Chile). MysteryPlanet.



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ABDUCCIN Y EXPERIMENTACIN
EXTRATERRESTRE DE RUTINA
La verdad sobre el viaje temporal del cabo Valds.
Estimado profesor Velmont: Me he dado cuenta revisando la pgina y en todos los libros de
Enigmas develados que no se ha tratado un caso famossimo que ocurri en el norte de
Chile respecto de un cabo de ejrcito, el cabo Valds, que desapareci por un corto lapso y
al volver a aparecer le haba crecido la barba como de muchos das, lo cual era algo
imposible. El cabo nunca habl del tema, ni aun ahora cuando ya est en retiro, pero en mi
pas es todo un enigma lo que ocurri con l.
Lo nico que se sabe es que fue abducido, porque se vio una luz dirigida al cabo, pero lo
que ocurri con l dentro de la nave y su testimonio nunca ha salido a la luz. Espero que me
informe sobre lo sucedido. Saludos.
Marcelo C.
RESPUESTA
Apreciado Marcelo: En el caso que me planteas en realidad no hay nada extrao, porque se
trat de una abduccin extraterrestre, una ms de las muchas que se practican
permanentemente en nuestro planeta, tanto de seres humanos como de animales.
Lo infrecuente de este caso es que se trat de una abduccin desde una nave espacial
preparada para viajes temporales.
Por supuesto que las abducciones (terrestres o extraterrestres, cabe aclarar) acarrean
karma por cuanto violan el libre albedro de las personas, incluso aunque no le hagan
ningn dao fsico al "Conejillo de Indias" (dao mental lo producen siempre porque la
experiencia queda grabada como engrama de consecuencias impredecibles).
Este asunto lo consult con el Maestro Ron Hubbard en la sesin celebrada el 4/5/2004.
Interlocutor: . Uno de los consultantes me pregunt sobre lo que pudo haberle ocurrido al
cabo Valds, que desapareci de pronto a la vista de todos y cuando volvi a los pocos
minutos tena una barba tupida. Qu le sucedi en realidad a esta persona?
Ron Hubbard: Fue abducido y trasladado en el tiempo.
Interlocutor: Por extraterrestres de este tiempo o del futuro?
Ron Hubbard: Por extraterrestres de este tiempo y fue trasladado al pasado.

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Interlocutor: A ver si entiendo. Lo abdujeron, lo trasladaron a la nave y despus al pasado?
Ron Hubbard: As es.
Interlocutor: En estado inconsciente?
Ron Hubbard: En estado inconsciente, as es, y le hicieron determinadas pruebas y lo
trasladaron al pasado.
Interlocutor: Cuntos das al pasado?
Ron Hubbard: Exactamente 18 das.
Interlocutor: O sea que la barba que el tena al regresar era precisamente una barba de 18
das?
Ron Hubbard: Exacto.
Interlocutor: No entiendo bien la idea. No sera lgico que todo su organismo, incluso la
barba, volviera al mismo estado que se encontraba al momento de ser abducido?
Ron Hubbard: No, en absoluto. Suponte que t ests en el da de hoy y yo tuviera una
mquina del tiempo y te trasladara 18 das al pasado y te dejo lejos de tu casa. Digo lejos
porque si t volvieras a tu casa te encontraras contigo mismo, es decir, con el Horacio de
hace 18 das.
Interlocutor: Obviamente.
Ron Hubbard: Cuando pasan los 18 das, pues tendras una barba de 18 das!
Interlocutor: A ver si estoy entendiendo: abducen al cabo Valds, experimentan con l, lo
trasladan en el tiempo hacia el pasado, luego lo traen de vuelta depositndolo en el mismo
lugar de donde fue abducido y resulta que tiene una barba muy crecida. Realmente no lo
comprendo bien porque algo me est faltando.
Ron Hubbard: El dato que te falta es que lo abducen y que hacen pruebas con l mientras
toda la nave con sus tripulantes se trasladan 18 das al pasado.
Interlocutor: La misma nave se traslada el pasado?
Ron Hubbard: S, porque se trataba de una nave espacial que tena la tecnologa necesaria
para viajar en el tiempo.
Interlocutor: Cules son los experimentos que hacen con el cabo?
Ron Hubbard: Le inducen cosas en su decodificador para ver cmo reacciona, le colocan

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aparatos de mediciones en el cuerpo.
Interlocutor: Y la alimentacin mientras tanto?
Ron Hubbard: Lo alimentan a travs de tubos.
Interlocutor: Entonces el viaje al pasado no tiene nada que ver con los experimentos que
hacen con l?
Ron Hubbard: No, en absoluto, porque es toda la nave que se traslada al pasado, no
solamente el cabo Valds. En este momento estoy consultando con otros espritus aqu
presentes. Quienes lo abdujeron son extraterrestres que andan con el tiempo justo, viajan a
planetas muy lejanos, estamos hablando de ms de 1000 aos luz, y entonces como sus
misiones tienen que ser cortas, para aprovechar el tiempo retroceden hacia el pasado. Por
ejemplo, llegan hoy, retroceden un mes, durante todo ese mes cumplen la misin, y cuando
terminan estn en el da de hoy sin haber perdido nada de tiempo.
Interlocutor: Apenas puedo creer algo tan fantstico.
Ron Hubbard: Te cuesta creerlo porque en la Tierra no hay nada parecido, porque si lo
hubiera te resultara algo rutinario.
Interlocutor: Bueno, voy a recapitular a ver si lo entend todo bien. Abducen al cabo Valds
hasta la nave y mientras hacen experimentos con l la nave retrocede 18 das al pasado, y
transcurridos esos 18 das lo devuelven a tierra. Para el cabo han transcurrido apenas unos
minutos.
Ron Hubbard: Para el cabo han transcurrido 18 das. Han transcurrido pocos minutos
solamente desde el punto de vista psicolgico, porque durante toda la abduccin estuvo
prcticamente inconsciente.
Interlocutor: Lo que no entiendo es que este cabo dice que va a escribir un libro. Cmo lo
va a escribir si no sabe lo qu le sucedi?
Ron Hubbard: Lo escribir, pero inventar todo. Ser un libro totalmente comercial, como
han hecho muchos fabulando sobre hechos que nunca existieron.
Interlocutor: Naturalmente que lo "ayudarn" los espritus del Error.
Ron Hubbard: No lo dudes ni un instante.
Buenos, estos han sido los dilogos. Espero que este asunto haya quedado aclarado.
Bienvenido al Club. Un fuerte abrazo.
Horacio Velmont.


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EL CASO DEL CABO VALDS

Era la madrugada del 25 de abril de 1977 en pampa Lluscuma a 5 Km de Putre,
Chile, la temperatura llegaba a 15 grados bajo cero y los miembros de la patrulla
militar conversaban en torno a una fogata que haban encendido para combatir el
fro de la noche, mientras que en una pendiente cercana montaban guardia los
soldados Pedro Gonzles y Juan Reyes, difcilmente podran imaginar que
estaban a punto de ser los protagonistas de una noticia mundial. En ese preciso
instante, dos luces bajaban del cielo, una de las cuales se deposit al lado del
cerro dejando ver el fuerte resplandor Junto a la fogata el cabo Armando Valds
y cinco de sus hombres cantaban y rean. La vigilia en medio De la noche estaba
muy animada, alguien mir el reloj, faltaban un cuarto para las cuatro cuando
lleg corriendo el cabo Goazles vengan a ver lo que pasa en el cerro, hay una

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luz gigante. La fra noche del altiplano reciba una visita inesperada, mientras la
patrulla corra hacia el punto de guardia, otra luz baj directamente a ellos, el
cerro se ilumin, pero los alrededores continuaban a oscuras, no haba luna;
apaguen la fogata! grit el cabo Valds. El Ovni se apost entre los cerros a unos
500 mts. de distancia, era un cuerpo ovalado que despeda una luz violeta en los
extremos y tena dos puntos luminosos de un rojo intenso, intermitentes, el otro,
quieto, segua despidiendo luces similares. Detrs del cerro la patrulla
permaneca inmvil observando aquella increble realidad, de pronto, la luz
comenz a avanzar hacia ellos lo que hizo que la patrulla se juntara y se pusiera
en posicin de combate. La luz se segua acercando, muy lentamente, los minutos
se hacan interminables, la tensin era cada vez mayor. De pronto el cabo Valds
se adelant, con paso decidido y pidi: -identifiquense! No hubo respuesta de la
luz que sigui avanzando hacia ellos, el cabo sigui adelantndose a la luz y ex-
clam -en nombre de Dios quines son ustedes...'
Hicieron dos grupos para buscar al cabo por los alrededores mientras la inmensa
luz se mantena inmvil frente a ellos. Durante quince minutos lo llamaron en
todas las direcciones y de pronto estaba frente a ellos, barbudo, balbuceante, con
los ojos desencajados muchachos! alcanz a decir antes de desplomarse sin
sentido. Los soldados lo levantaron y lo llevaron hasta los restos de la fogata;
pareci recuperarse, estaba como en trance, fue entonces cuando dijo: -"Ustedes
nunca sabrn quienes somos ni de dnde venimos, pero regresaremos"-. Perdi el
conocimiento, volva a despertar y volva desmayar, murmuraba palabras
incoherentes, su reloj estaba parado a las cuatro y treinta horas, el momento en
que haba desaparecido; el calendario del reloj indicaba una fecha posterior, el 30
de abril. La barba del cabo era de cinco das, aunque estaba afeitado desde
temprano.
Durmi hasta el amanecer, mientras el Ovni segua all inmvil y luminoso, bajo
la mirada atenta del soldado Germn Riquelme que se quedo haciendo guardia
hasta que sali el sol.

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BAJADO EL 14 DE JUNIO DE 2012



Link al caso: [Link]
principal

principal
El caso del cabo es uno de los ms conocidos a nivel mundial. Incluso J.J. Bentez
escribi del caso en uno de sus libros, donde habla del supuesto viaje temporal del
militar chileno.

El caso fue lo suficientemente analizado y estudiado como para calificarlo como el
mejor caso ovni en Chile?

Creemos que no, que el caso es una verdad a medias, donde algunos investigadores,
escritores y algunos medios de comunicacin han sacado provecho de distintas formas
de un caso difuso. Donde lo nico que marca la diferencia con otros casos, muy buenos
y bien investigados, es que se trata de testigos militares lo que le otorga una supuesta
"suficiente veracidad" como para ser creble

Eric Martnez, uflogo de Cifae Chile, en una de las tantas oportunidades que le toc
participar de programas ovni en directo en TVN, y ante una pregunta del conductor
del programa, dijo: " el caso del cabo es falso no tiene sostn, y fue muy mal
investigado" provocando la sorpresa de todos lo panelistas y televidentes.

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Era la primera vez que un investigador del tema ovni deca pblicamente que el caso
del cabo era una verdad a medias

Ahora, Eric Martnez, nos brinda la posibilidad de ampliar y comprender sus dichos
en aquel programa de TVN, con un breve artculo, y nos da su parecer de la verdad
del caso del militar chileno.

Puede ser todo una verdad a medias?

Cmo se aliment el cabo durante los supuestos cinco das que estuvo secuestrado?

Podra haber estado el cabo en el pueblo, cuando no poda estar en ese lugar, dado
que se supona estaba de guardia?

"El caso del cabo chileno, una verdad a medias"

EL CASO DESDE OTRO PUNTO DE VISTA:

Tuve la oportunidad de que a mis odos llegara un comentario que me sorprendi. Ya
tena mis dudas respecto al caso del cabo, pero no poda encontrar algunas respuestas
a mis interrogantes.

Fue el cabo raptado o no? El cabo dijo, pblicamente, que fue raptado y
despus de cierto tiempo dice lo contrario.

Un periodista de cierto canal, que tuvo la oportunidad de realizar un
reportaje en Putre, lugar de los hechos, logr averiguar que el cabo habra
faltado a la guardia esa noche.

Mi fuente, a quien slo denomino como periodista, me coment: " a la
gente en el pueblo le costaba hablar, pero con el tiempo se relajaron, y en la
medida que avanzaba mi investigacin empec a obtener unos resultados
insospechados. El cabo la noche del avistamiento y supuesta abduccin y
segn algunos mencionaron en Putre estuvo en el pueblo. Fue visto esa
noche, y otras ms, en el pueblo". La mencin a mi persona jams ha sido
dada a conocer por el periodista. No s, y soy sincero en decirlo, si perder
su confianza, espero que no, en todo caso creo que lleg la hora de aclarar
este asunto.

Doy fe de que el periodista es un hombre serio y nunca, en los aos que

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llevo de circo, le vi en alguna mentira en los medios de comunicacin,
adems creo conocerle bien.

Por lo tanto, se empezaron a aclarar mis dudas respecto del caso. Es decir,
tena la respuesta a la barba del cabo, por fin.
Permtame explicarle:
Evitar mencionar fechas, horas, y lugares para no extenderme en el
artculo, estos datos pueden ser recopilados fcilmente en la web.

Por alguna razn, que tambin me fue rebelada por el periodista y que no
mencionar, el cabo decide ir al pueblo. Desde donde estaban los separaban
del pueblo slo unos kilmetros, adems tenan caballos. Llegar al pueblo
no significaba una dificultad, era cuestin de unos minutos, esto es clave
para entender el resto.

As las cosas, el cabo habra regresado del pueblo a la guardia
probablemente antes del contacto con el ovni, pero sin afeitarse. Esa noche
ellos tuvieron el avistamiento, y creo que fue verdad. Ellos vieron realmente
una luz que se les acerc, y les infundi mucho temor, al grado de que el
cabo call en un estado de histeria. Pero nunca fueron abducidos, ninguno
de ellos

Entonces Cul es el motivo de que inventasen lo de la abduccin? Fcil, el
cabo estaba cometiendo una gravsima falta: no estaba afeitado, por lo tanto,
los superiores podran sospechar que no estuvo en su puesto, o sea, era
una clara desercin de un soldado.

Si es cierto que el cabo fue visto en el pueblo das antes, o esa misma
noche, con seguridad la patrulla entera estaba involucrada en este tipo de
falta. No haba ms remedio que aprovechar el avistamiento, inventar lo de la
abduccin, y de esa forma explicaran lo de la barba crecida del cabo. Todo
el grupo se jurament, ya que si uno hablaba todos caan. Todos estaban en
la misma situacin, o la haban cometido alguna vez, pero el cabo cometi
un error. Al no estar afeitado, sin justificacin o sin causa aparente, habra
significado que algn superior se diera cuenta de lo que estaba pasando con
esa guardia. Los superiores llegaran temprano en la maana y haba que
inventar algo.

Probablemente el cabo, en su histerismo y delirante actitud causada por el
miedo a la luz, fue de alguna forma influenciado por el resto del grupo, o sea,
se le meti en la cabeza que la luz se lo llev y que luego lo regres.
Entonces, ellos si vieron una luz y podan explicar el estado delirante del
cabo, slo caba hacer una breve mencin al hecho de que fue llevado y

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devuelto. Simple, no haba ms que eso, un pequeo testimonio que no
requera de largos testimonios al respecto, bastaba con el simple hecho de
decir lo justo y necesario.

El cabo quedaba en libertad de poder expresar, sin ms testigos, lo que
quisiera respecto de su supuesta abduccin. No tenia testigos de lo que le
pas. Lo que dijera no involucraba tener que inventar, conjuntamente con
los dems, algunos detalles que les podran poner al descubierto, evitando
contradicciones.
Por qu el cabo dice que se afeit de noche? Era necesario que lo hiciera, cual era
el apuro?
No poda hacerlo a la maana, apenas amaneciera?
Al parecer el cabo se afeita a oscuras y con un fro de los que calan los
huesos, cosa extraa. Recordemos que estaban de guardia y no podan
prender fogatas ni luces Pero se tena que justificar una barba y, segn se
menciona en el caso, de al parecer una semana. Otra de las tantas
contradicciones de todo este cuento, ya que tambin se dice que se afeit
en el regimiento antes de salir a su guardia.

Estbamos en pleno gobierno militar. No le convena al ejrcito que una
patrulla apareciera como desertora. Ya que si es efectivo lo comentado por
el periodista, el abandono del lugar, donde estaba la patrulla, era una falta
gravsima. Podemos sospechar la verdadera razn del invento de la
abduccin, arriesgaban mucho, incluso la crcel. El resto de la patrulla
decide salvar al cabo, y la razn es, ya dicha, que ellos tambin dejaron
alguna vez la guardia. Si el cabo era sorprendido estaban en riesgo de ser
todos descubiertos.

Jams el ejrcito declar respecto del caso. Creo que al ejrcito le convena,
y aun hoy as lo parece, que las cosas emergieran como lo hicieron. Es
decir, no era conveniente, por razones polticas y militares de la poca, que
una guardia apareciera como desertora, o por lo menos un cabo. Dejaron
que fluyera el asunto. Y ojo, que lo que se cuenta de que el cabo fue llevado
a [Link]. es totalmente falso, no tenemos pruebas de que se le llev a la
NASA

El cabo dijo que fue abducido, para luego decir que jams lo fue, que a l le
pas otra cosa, es una total contradiccin.

Donde est el libro que llevamos aos escuchando se publicar, donde se
supone dir el cabo todo la verdad del caso? Soy uno que espera con ansias
el libro, ya que en l quedar plasmado todo lo que el cabo diga, y podr

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tener otros parmetros para investigar.

El reloj es otra contradiccin, jams se obtuvo una foto del reloj.

Eran militares y haba ocurrido un hecho increble. Se tena a una persona,
un militr de carrera, que deca haberse afeitado pero que en quince minutos
aparece con una barba de cinco das, o sea, el tiempo del cabo fue distinto al
nuestro. Para el cabo fueron cinco o siete das, mientras que para nosotros
en la tierra fueron como 15 minutos. La relatividad del tiempo entraba en
juego. Por ltimo, se tena siete testigos del hecho.

Para la ufologa chilena e internacional, el caso pareca perfecto, recorri el
mundo, y lo sigue haciendo. Pero ojo, jams el caso ha sido investigado en
profundidad, ningn investigador ha tenido el tiempo suficiente para indagar
en lo ms profundo de cada uno de los detalles que envuelven el caso.
Incluso, las informaciones son en algunos puntos difusas, al grado de que
algunos dicen que jams el reloj estuvo atrasado cinco das, mientras que
otros dicen que s.

El cabo no tuvo un interrogatorio a fondo por parte de ningn uflogo, y
puede ser por dos razones: la primera porque el ejrcito no lo permite, la
segunda por que el cabo no lo permite, si cualquiera de las dos es vlida,
entonces con mayor razn no puede ser catalogado como un caso nico en
la ufologa nacional o mundial.

El caso carece de los elementos de juicio suficientes para un investigador.
Los detalles son de suma importancia y rescatarlos es vital para definir el
caso. Son justamente los detalles de los que carece el caso del cabo. El
caso no puede ser tomado como suficiente. Tenemos fallas fundamentales
que lo lapidan como un caso nico.

Ahora, si lo que parece ser nico es que, se supone, el cabo permaneci
cinco das desparecido en tanto que para nosotros slo fueron minutos
donde est la prueba, en el reloj, en la barba, en los testigos?

Los testigos no pueden decir nada respecto de la abduccin, ya que para
ellos slo pasaron algunos minutos, por lo tanto, el que uno o varios
testigos digan que un hombre fue abducido no significa que la abduccin
produjo un avance o retroceso en el tiempo. Que los testigos digan que fue
abducido sin barba, y luego el secuestrado apareci con barba, ciertamente
ser un testimonio espectacular, pero no todo lo que brilla es oro, y en
ufologa los investigadores lo sabemos. Del reloj nunca se supo...


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Ninguna de estos factores puede sentenciar que el cabo sufri un desvo en
el tiempo. Ninguno de estos factores fue lo suficientemente analizado como
para definir este caso, por el contrario, estos factores son totalmente
merecedores de duda.

El cabo en TVN:

Cuando el cabo estuvo en Televisin Nacional, en el programa de Pedro
Carcuro, ste dijo que su visin de lo que le sucedi era satnica. En otra
oportunidad dijo que cuando escribiese el libro los uflogos nos
enojaramos con l.

Sea como sea, el cabo nunca cont, por lo menos pblicamente, que fue lo
que le sucedi en esos cinco das que estuvo en la supuesta nave.

Cinco das en una nave requiere por parte de los secuestradores mantener
vivo al cabo, alimentarlo, darle agua, hacerlo dormir, y mucho ms

Quin aliment al cabo, donde durmi, tom agua, pas al bao? Son
preguntas que jams, que se sepa, le han consultado al cabo.

Cuando uno investiga este tipo de casos, el testigo tiene que saber explicar
cmo regresa sin haber perdido peso despus de cinco das en una nave.

En el programa de Carcuro, ya mencionado, se le consulta al cabo lo
siguiente:

-Todo ese tiempo usted est viendo a sus hombres? (Carcuro)
-"En todo momento yo vea a mis hombres. Por eso insisto en haber pasado
una barrera, es decir ubicarme en un lugar y estar viendo siempre a mis
hombres." palabras del cabo.

La respuesta es curiosa. Segn se cree, el cabo se perdi cinco das.
Disculpe, amigo lector, pero no me aguanto hacerme la siguiente pregunta
puedo creer que el cabo durante cinco das de veinticuatro horas cada uno
estuvo mirando a sus hombres mientras le creca la barba?

El dijo, y est grabado, que siempre pudo ver a sus hombres. Permtame
estimado lector, no se necesita ser un fsico para entender que si l est en
otra fraccin de tiempo, en relacin a sus compaeros, la figura no
corresponde.

Es decir, para que se produzca lo mencionado, respecto del adelantamiento

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del tiempo, el cabo no podra haber estado en el lugar viendo a los otros los
cinco das de su supuesto viaje, la nave tendra que haber corrido a
velocidades increbles, esto segn las teoras del tiempo. Ninguno de los
soldados dijo ver una de las luces, ya que eran dos, elevarse para luego
regresar. O sea, los objetos se acercaron, pero nunca en el testimonio se
hace mencin a que cuando desparece el cabo una de ellas se eleve y
regrese, asunto que podra justificar el adelantamiento de tiempo. No existe
ese testimonio. Adems, me parece que no es lgico ni creble de pensar
que estos seres puedan jugar con el tiempo tan fcilmente metiendo al cabo
en una luz, y mucho menos que le aparezca barba.

Queda claro que jams viaj en una nave, que jams fue secuestrado, que
jams se perdi cinco das.

Alguien verific sus ropas, estaban hediondas? Presentaban signos de
ser ropas sin cambio y de cinco das de uso? Presentaba el cabo malos
olores?

Si su cuerpo estaba intacto, si no presentaba olores tpicos de una persona
que pas cinco das secuestrada y sin baarse, entonces los
secuestradores se preocuparon mucho del cabo, mantenindolo limpio, en
su peso original, sin olores que se desprendieran de su cuerpo. Si esto fue
as, no puedo entender la razn de que el cabo diga que fue un
acontecimiento satnico, dado que lo lgica es que regresara hediondo, con
hambre, con bajo peso, nada de esto ocurri, pero lleg con barba, raro
no...?

Lo nico que a los secuestradores les falt por cuidar fue la barba, siendo
que se preocuparon muy bien de l,
extrao no...?

Insisto, si la experiencia fue satnica, como l le llam despus, no puedo
entender cmo se preocuparon de su cuerpo, de su ropa, pero no de su
barba. Es de lgica pensar que si los secuestradores eran tan malos o
satnicos, no slo su mente estara mal trecha, tambin sus ropas y cuerpo
entero

Ms preguntas sin respuestas:

Cual es la razn de que fuese el mismo cabo a pedir ayuda?. Recordemos
que el cabo estaba mal, segn el testimonio de los conscriptos el cabo se
desmayaba a cada minuto. Entonces, Cul es la razn de que no fuese uno
de los conscriptos a pedir ayuda? Si el cabo estaba tan mal me parece

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incomprensible que fuese l y no otro de soldados a pedir ayuda, era lo que
corresponda...

El cabo era un militar de carrera. Esto es relevante, ya que no se puede
comprender la razn de que el cabo pidiese ayuda a civiles cuando lo que
corresponda era que fuese al Regimiento y no recurriera a civiles. Se puede
justificar que no poda llegar al regimiento y por eso pidi ayuda a
civiles...pero si el cabo poda ir, no entiendo que le detuvo para pedir un
telfono a los civiles para comunicarse con su regimiento, y as pedir ayuda
a quienes corresponda...

Se supone que el cabo fue a pedir ayuda montado a caballo, si era tanto lo
que se desmayaba se cay alguna vez del caballo? Nunca se mencion que
el cabo tuviese siquiera un moretnraro, ya que se desmayaba a cada
instante

Conclusin:

La idea que se nos que hacer creer, al parecer, es que los tripulantes del
ovni lo llevaron para hacerlo sufrir mentalmente. No me imagino a estos
secuestradores realizando una tarea satnica con el cabo, dejndolo
traumado, cuidando su cuerpo y ropas, pero descuidando su barba. No, no
me calza lo suficiente. Por eso creo que estamos ante un caso en el cual los
testigos vieron un ovni o dos, pero el resto fue inventado para salir del paso.

Tambin creo, sinceramente, que los organizadores del evento en Via
cometieron un error garrafal, est bien entregar reconocimientos a
investigadores del tema, pero a testigos no.

El caso puede ser calificado como uno de los peores investigados en
Chilelamentablemente, se le utiliza como chche ufolgico en eventos ovni
pagados para atraer pblico.




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JUEVES, 14 DE JUNIO DE 2012




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CASO DEL CABO ARMANDO VAL DS
25-Abril-1971
LUGAR: Pampa Lluscuma a 5 km. de Putre, CHILE. Ocho soldados que se
encontraban patrullando la zona, junto al Cabo ARMANDO VALDES
GARRIDO, el protagonista de este hecho, divisaron una luz muy potente.
Como l mismo dira a la televisin a los pocos das del hecho: La luz
estuvo all toda la noche. Nadie saba de qu se trataba. Hasta que empez a
descenderPero al fin, cuando descenda de la montaa, lentamente nos
parecieron dos luces. Una siguiendo a la otra, desde muy cerca.

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Valds increp hacia la luz, pidindole que se identificara,
avanz y penetr en una extraa niebla para desaparecer
completamente. De los quince minutos, no recuerdo nada. Los
conscriptos dicen que al entrar en la niebla me esfum, yo saba
que estaba entrando en la niebla, pero no recuerdo ms. Les
aseguro que quiero recordar porque necesito saber qu sucedi.
Lo nico que guardo en mi mente es haber tenido un sueo
profundo, haber cado en el fondo de un abismo y en lo dems mi
cerebro est vaco. Quiero saber qu pas!.
Cuando reaparec, tras quince minutos, los muchachos oyeron
mis gritos detrs de donde ellos estaban cuando me esfum. Era
una zona oscura, all reaparec, donde no llegaba la luz que
emiti el objeto. Yo deca: Muchachos muchachos socorro!.
Dos llegaron justo en el momento en que perda el conocimiento,
yo no recuerdo ninguna cosa, ms tarde, despert, pero ya no
estaba en aquel lugar, sino en la enfermera.
Quiero saber qu me pas durante esos quince minutos, tengo
que averiguarlo, no voy a poder vivir con esa incgnita.
Entre los fenmenos ocurridos en los quince minutos que dur la
abduccin, se destaca:

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- El calendario del reloj digital se adelant algunos das.
- A Valds, le creci la barba algunos milmetros

Ovnis y fenmenos
extraterrestres en Chile



En este artculo revisaremos slo algunos casos de avistamientos,
abducciones y otros fenmenos ufolgicos ocurridos en los cielos de Chile.
Intentar abarcarlos todos sera tarea casi imposible: son innumerables los
casos registrados, tanto que los expertos consideran a nuestro pas, en toda
la extensin de su territorio, como una "zona caliente". Y ya hay otros
muchos investigadores, ms versados y expertos que nosotros, que se
dedican en cuerpo y alma a ello, y tienen sitios web donde recopilan casos.

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Lo nuestro es nicamente una modesta aportacin, una aproximacin a este
raro fenmeno.

El primer caso del que nos ocuparemos aqu es el de un avistamiento y una
posterior abduccin, con testigos y algunas pruebas fsicas del caso. El
caso del cabo Armando Valds Garrido es uno de los ms relevantes que
existen dentro de la investigacin ufolgica latinoamericana.
La parte ms relevante y significativa de este reprtaje ha sido obtenida de
las investigaciones realizadas por el experto Ral Nez, cuya web 'Instituto
de Investigacin y Estudios Exobiolgicos-Delegacin Chile'
recomendamos a todos los interesados en misterios y fenmenos extraos.

El intrigante caso del cabo Valds


Cabo Armando Valds Garrido

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Aquella madrugada del 25 de Abril de 1977, a las 03:50 hrs. la patrulla militar
formada por Armando Valds Garrido, Humberto Rojas Bell, Ivn Robles
Riera, Germn Riquelme Valle, Ral Salinas, Pedro Rosales, Juan Reyes, y
Julio E. Rojas Surez, ocho integrantes de las Fuerzas del Ejrcito de Chile,
estaban al mando del cabo Valds Garrido.
(Se debe hacer notar que los nombres de los componentes de la patrulla
difieren mucho segn la fuente de la publicacin. Mientras el periodista J uan
J orge Faundes habla de solo siete soldados, J orge E. Anfruns, escribe que
son ocho, y el investigador argentino Antonio Las Heras, nico uflogo que
lleg a tener contacto con el caso a los das de suceder los acontecimientos
nos habla de un componente de la patrulla llamado J ulio Rato, mientras
elude el nombre de J ulio E. Rojas Surez. A este respecto podemos decir
que este personaje llamado J ulio Rato tambin aparece en algunas
publicaciones de peridicos de la poca, omitiendo el nombre de J ulio E.
Rojas Surez, o algn otro componente de la patrulla indistintamente).
El campamento estaba a unos 300 kilmetros de la ciudad de Arica
aproximadamente, (la localidad ms cercana era Putre). La noche era muy
fra, -es zona desrtica- quince grados bajo cero. Los militares estaban
alrededor de una fogata, cuando se acerc corriendo el soldado Pedro
Rosales que haca labores de vigilancia diciendo: Mi cabo... hay una luz que
se est desplazando del cielo, viene bajando...
Los militares comprueban que esta luz est bajando por el cerro y se les
acerca cada vez ms. La luz es muy potente, de un color blanquecino,
intenso que lo ilumina todo -como la luz de una soldadura pero mucho m
fuerte, grande e intensa- . Valds ordena tapar la fogata y que se formen en
actitud de encadenados de los brazos, el pnico comienza apoderarse de los
componentes de la patrulla.
Se habla de dos luces que se ubican delante de los cerros por donde haba
cado el primer objeto. Los movimientos son descritos como espectaculares
y otros que su majestuosidad era a preciada considerablemente, de aspecto
ovaladas y con luces rojas pequeas que destellaban como balizas. El objeto
principal se acerca considerablemente al lugar de la patrulla y su luz lo
ilumina todo. Algunos componentes de la patrulla comienzan a rezar y a
otros el miedo les hace llorar. Ral Salinas habla de un real caos inicial, pero
luego recuerda ver a todos sus compaeros paralizados.

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Aqu es cuando el Cabo Valds se aproxima a la luz adelantndose unos 15
metros y pide que se identifique, a la luz. Una niebla brillante lo hace
perderse de vista de la patrulla y aqu existe un periodo de tiempo clave para
todos los componentes militares de esta patrulla.


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Atenindonos a las palabras de Ral Salinas el Cabo desapareci de la vista
de la patrulla y ellos de pronto se vieron como saliendo de una extraa
somnolencia. La primera accin fue buscar al cabo Valds
desesperadamente, al trmino de 15 minutos sintieron como caer un fardo o
un bulto del otro lado de la pirca o quizs viniera de arriba. Era el Cabo
Valds (04:15 hrs.) totalmente en trance segn sus compaeros, usando una
entonacin extraa y que no era propia de sus caractersticas vocales.
Balbucea frases inconexas y habla de su madre en forma desesperada... aqu
es donde emite segn sus compaeros la famoso frase:
"Ustedes no saben quines somos..., ni de dnde venimos..., pronto
volveremos"
La desesperacin es mxima en la patrulla al ver a su superior en aquel
estado, ms an cuando detectan al militar con barba crecida estando recin
afeitado aquella noche. Segn palabras de Ral Salinas a un corresponsal
que logro una entrevista, uno de los soldados que trata de calmarlo
sujetndole los brazos contra el suelo le aplica un fuerte golpe en su rostro
para que vuelva en s. En este punto hay que mencionar el detalle del reloj
del Cabo Valds que se encontraba adelantado y detenido a cinco das
posteriores de los hechos ocurridos, es decir que en vez de marcar 25
sealaba el da 30.
Este detalle ampliamente divulgado por la prensa se ha convertido en un
punto de la controversia ms reciente ya que Ral Salinas declara ya en el
ao 1999 en una entrevista que este reloj no era del Cabo sino de uno de los
compaeros de la patrulla y que el reloj no se tom en cuenta hasta el da
siguiente y que no estaba adelantado sino al revs estaba atrasado y
marcaba el da 20, lo cual hace este episodio ms complejo y difcil al tratar
de entender que hay detrs de todo esto. El famoso reloj desapareci como
por arte de magia al da siguiente.
Declaracin original del cabo Valds
"(...) De los quince minutos en que desaparec, no recuerdo nada (...)"
La patrulla se dirigi a Putre, donde el profesor Araneda los entrevist,
grabando as el nico documento original que se tiene del caso. Aunque el
gobierno militar de ese entonces, al mando del General Pinochet, intent
censurar el caso, los peridicos de la poca igual hicieron eco de la
situacin. As, por ejemplo, el diario La Estrella de Arica puso prrafos de la
entrevista del profesor Araneda en la portada. Algo similar hicieron los
peridicos El Mercurio y La Tercera. An as, las autoridades de gobierno no

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hicieron ninguna declaracin oficial al respecto, y los archivos que pudieran
existir no han sido desclasificados hasta hoy.

El cabo Valds declar al corresponsal de France Press en Chile de ese
entonces que haba sido sometido a mltiples exmenes en el Hospital
Militar de Santiago. Entre estos estn un electroencefalograma, sesiones con
siclogos, mdicos y otros especialistas, entre los que incluso se contaran
parasiclogos. Tambin declar Valds que el Mayor Eduardo Arriagada del
Estado Mayor lo someti al detector de mentiras.
En una entrevista televisiva cedida poco despus de ocurridos los hechos, el
cabo relat:
"De los quince minutos en que desaparec, no recuerdo nada. Los
conscriptos dicen que al entrar en la niebla yo me esfum. Yo saba que
estaba entrando en la niebla. Pero no recuerdo nada ms. Y le aseguro que
quiero recordar. (...) Lo nico que guardo en mi mente es haber tenido un
sueo profundo; haber cado en el fondo de un abismo. En lo dems mi
cerebro est vaco (...) Cuando reaparec, tras quince minutos, los
muchachos oyeron mis gritos de auxilio detrs de donde ellos estaban
cuando me esfum. En una zona oscura. All reaparec. Donde no llegaba la
luz que emiti el objeto. Yo deca ' muchachos... muchachos... '. Dos llegaron
justo en el momento en que perda el conocimiento. Ellos se encargaron de
m. Yo no recuerdo ninguna cosa."
En torno a este caso, y aprovechndose de su indiscutible extraeza (a nadie
le crece una barba de una semana en 15 minutos), se tejieron muchas
leyendas, entre ellas que el cabo, al despertar, habra dado un mensaje
enviado por los extraterrestres, falsedad difundida por los despachos
cablegrficos enviados al exterior en esas fechas. An as, quedan muchas
dudas rondando: Dnde estuvo el cabo en esos 15 minutos? Cmo fue
posible que le creciera barba en tan corto lapso de tiempo? Habr pasado
ms tiempo que el que transcurri normalmente en la Tierra a bordo de una
nave espacial? Son las interrogantes que quedan sin responder.
El ahora sargento Valds est en el regimiento Tucapel, en Temuco, IX
regin de Chile. Hablar con l es prcticamente imposible, ya que hay que
contar con la autorizacin de sus superiores. En todo caso, en otra de las
escassimas entrevistas que ha concedido en el ltimo tiempo, declar:
" Lo que viv fue terrible. No quisiera que nadie lo viviera. Fue algo satnico".

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Cmo record el cabo lo que haba vivido? Cabe la posibilidad de que el
ejrcito chileno lo haya sometido a alguna sesin hipntica para saber qu
fue lo que realmente sucedi? De todas formas, gran parte de la verdad tal
vez sea revelada en un libro que el ex cabo espera editar prximamente.
Como en la mayora de los fenmenos relacionados con los ovnis, en este
hay dos posturas claramente marcadas: La de los escpticos y la de los que
creen en el suceso. El psiquiatra Rafael Mndez, quien atendi al militar,
afirm que ste haba sufrido un brote sictico y que los soldados que lo
acompaaban tuvieron una " psicosis colectiva". Brote sictico y
alucinacin colectiva con barba crecida y y cinco das sacados de la nada
incluidos.
Por el otro lado, el investigador espaol Antonio Ribera, en su libro "
Secuestrado por extraterrestres ", afirma que Valds " Fue sacado de
nuestro espacio normal y llevado a otro espacio y otro tiempo".
Este caso reviste tal importancia, que los investigadores del Centro
Ovniolgico Nacional de Roma comenzaron a revisarlo, ya que, segn ellos,
es el ms importante ejemplo de distorsin temporal en la historia de los
fenmenos extraterrestres.
Posteriormente Valds declar haber tenido otros contactos ovnis, esta vez
encuentros del primer tipo, en Concepcin y Temuco, en las regiones VIII y
IX respectivamente. Declar, a la vez, que los extraterrestres le habran
sanado a su hija, que estaba gravemente enferma.
El caso Valds es uno de los casos ms excitantes que han ocurrido en
Chile, dada la calidad de los implicados, lo extrao del suceso y porque se
cuenta con pruebas de que el hecho as sucedi. Ahora, el juicio es del
lector.

Uno de los ms genuinos casos de abduccin
Chile se conoce en el mundo de la ufologa mundial por el caso del Cabo
Valds. La experiencia de esa patrulla militar que realizaba labores de
vigilancia en la Pampa de Lluscuma en pleno altiplano chileno fue
ampliamente difundida por el mundo entero y an hoy es resea de muchos
investigadores como uno de los casos ms genuinos de abduccin.

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En este trabajo pretendemos dar a conocer algunos detalles que rodearon el
caso y que no han sido muy tomados en cuenta por la prensa de aquellos
aos. El tiempo transcurrido nos da una visin ms amplia de los hechos,
ms an, cuando el da 16 de Junio de 1999 el periodista Pedro Carcuro en
su programa De Pe a Pa sorprenda a medio mundo llevando a Armando
Valds al plat de televisin y Valds hacia sus primeras declaraciones
luego de ms de 20 aos de silencio.

Qu pasos dio el cabo Valds una vez pasadas las caticas horas de
aquella madrugada del da 25 de abril de 1977?
El Cabo Valds el da 25 de Abril de 1977 a las seis de la maana
aproximadamente baja a la localidad de Putre y se dirigi a la casa del
encargado de la escuela de esta pequea localidad, el nombre del profesor
que lo atiende es Pedro Araneda. Este maestro, curioso y elemento esencial
social en una localidad tan apartada es el primer civil que ve y escucha la
experiencia del militar.
Valds solicita a Pedro Araneda que lo acompae a Lluscuma para calmar
a su gente. Su estado es muy nervioso y habla atropelladamente y en forma
alterada. Rehusa volver a caballo y prefiere hacer el camino a pie. Antes de
subir a Lluscuma concurren al cuartel de Putre donde los atiende un
carabinero (polica chileno) de graduacin cabo y de apellido Flores, quien
se muestra muy confuso ante el relato del Cabo Valds.
Subiendo a Lluscuma el profesor Araneda nota un enorme cansancio en
Valds y ante la insistencia que monte a caballo, Valds sigue rehusando las
invitaciones. Durante el trayecto de ambos a Lluscuma el cabo Valds repite
su experiencia al profesor Araneda, y le dice que segn relato de la gente de
la patrulla haba desaparecido un tiempo y que no recordaba nada de ese
lapso.
La ambulancia solicitada en Putre llega justamente con Araneda y el Cabo
Valds ante la patrulla. Los integrantes comienzan a explicarse
confusamente y todos a la vez y con gran nerviosismo ante los recin
llegados. Araneda nota una lucidez total en los militares pese al haber
pasado toda la noche sin dormir. Araneda comienza a realizar la primera
grabacin en cinta magnetofnica de la experiencia.
El profesor luego de escuchar y preguntar al respecto de lo que haba
pasado aquella noche, solicita una reconstruccin de los hechos y

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conjuntamente con el Cabo Flores (que era asistente tcnico sanitario de
carabineros) que tambin lo acompaaba, pide ir al lugar de los
acontecimientos.
El cerro est a unos mil metros del sitio donde encuentran, cuando se
acercan al lugar sienten enormes ganas de vomitar y la descomposicin de
varios militares de la patrulla es evidente. Araneda indica salir del sector
ante la eventual presencia de radioactividad, por lo menos, eso es lo que
piensa en esos momentos.

Llega una patrulla de relevo, que una vez informada de la situacin se
distribuye por las quebradas vecinas en una rigurosa inspeccin del terreno
que rodeaba al cerro de los acontecimientos de la noche anterior. Mientras
tanto en las caballerizas el Cabo Valds segua en un estado de nerviosismo
continuo repitiendo su experiencia al profesor Araneda, igualmente que los
integrantes de su patrulla.
Se encuentra un trozo de metal
Al volver las patrullas de inspeccin de los alrededores traen un trozo de
metal parecido a una asta de motor, totalmente inusual en una zona tan
desabitada como Lluscuma. Araneda a los aos despus de la experiencia
relat el hallazgo de este trozo de metal, al principio call ya que encontr
oportuno hacerlo en aquellos momentos mismos del suceso, dado el alto
grado de excitacin que exista en todos los estamentos y personas que iban
relacionndose con la experiencia vivida por Valds y su patrulla militar.
Segn Araneda este trozo de metal estuvo largo tiempo guardado.
Posteriormente se entreg a personal del peridico La Estrella de Arica, con
intenciones de hacerlo analizar. De esta misin se encargaron los peiodistas
Luis Daroch y Luis Maturana. Daroch inform que nadie en la ciudad de
Arica pudo determinar si perteneca a un motor convencional. El material al
ser analizado resulta ser aluminio y no representaba ningn signo de xido y
al parecer su quebradura haba sido reciente dado el estado del sitio de la
rotura.
Como dato anecdtico aunque siempre diciendo que en una investigacin
todo detalle cuenta, el periodista Luis Daroch durante mucho tiempo se
sinti perseguido y la pieza de metal recogida en la Pampa de Lluscuma la
llevaba en su coche envuelta en un plstico. Este periodista muri en el ao
1985 vctima de un cncer de pncreas. El trozo de metal no fue encontrado
jams y la nica persona que saba de su existencia era Daroch y un

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reducido nmero de personas, entre ellos, el periodista Maturana y el
profesor Araneda. Queda aqu ese dato poco mencionado al tratar este caso.
Existi realmente este trozo de metal en esta historia? Veremos los que nos
dicen los protagonistas ms adelante.
El notable estado de alteracin del cabo Valds
El cabo Valds es bajado de Lluscuma en la ambulancia en un estado de
alteracin notable. Cae nuevamente en un estado de inconsciencia y
comienza a delirar. Grita y expresa frases como:
"No me hagan dao...La luz, no me lleven!..."

Araneda pide permiso para invitar a la patrulla a su casa y volver a comentar
los hechos una vez pasada las horas, alrededor de una taza de caf y en plan
familiar junto a su esposa. La peticin es autorizada ya que posiblemente
Araneda es una de las personas ms respetables de la zona, y toda una
institucin social dentro del pequeo poblado..
Una vez en casa de Araneda, el Cabo Valds duerme y se despierta ms
descansado. En esos momentos Araneda nota la barba crecida de Valds
quien reconoce tenerla como de una semana sin rasurarse. En la
conversacin llega imprevistamente la luz, (la energa elctrica en Putre
llegaba en esos aos solo a ciertas horas del da) Al tener los interruptores
activados la luz inunda la habitacin sorpresivamente y el Cabo Valds
nuevamente entra en un estado de alteracin total, comienza a gritar:
"...la luz...la luz.... la luz...otra vez...la luz!".
Araneda describe al cabo Valds aterrorizado y mirando fijamente al
televisor que estaba encendido por la accin de la llegada repentina de la
energa elctrica.
Otros detalles pocos explicados en este caso
Araneda segn su propio relato grabado, logra sacar a luz una serie de
detalles que luego en la gran avalancha de noticias nos son tomados en
cuenta y se pierden en el olvido y en el paso del tiempo. Las investigaciones
posteriores han determinado que el personal de la patrulla militar estaba
acompaado de caballos propios para realizar su misin de vigilancia, y
exista la presencia de un perro de nombre "Huamachuco". Estos animales
ante el fenmeno de la luz que baja del cerro y su presencia ante la patrulla
militar tienen un curioso comportamiento. Permanecen quietos mirando la

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luz, casi estticos, cosa inusual en este tipo de animales. Las orejas se
mantenan hacia delante y los caballos soltaron todos sus esfnteres.
La descripcin del comportamiento de estos animales es importante ya que
estn estrechamente relacionadas con el comportamiento de la patrulla
militar. En conversaciones posteriores con Ral Salinas este no recuerda un
perro en el campamento y menos denominado con este nombre, lo que hace
pensar que la prensa de aquellos aos confundi nombres y los autores de
la informacin escrita transcribieron datos agregando de su propia cosecha
elementos extraos al caso mismo.
Investigaciones posteriores
La investigacin en terreno es la que da a luz una serie de pautas a seguir en
la ufologa. Cuando ocurrieron estos hechos en Chile no haba ninguna
organizacin dedicada al estudio del fenmeno Ovni, solo algn grupsculo
de tipo contactista y con una visin totalmente mstica del fenmeno
deambulaba por el territorio chileno. Los hechos relatados conmocionaron la
sociedad chilena y la televisin en sus programas de ms audiencia trat el
tema de la patrulla militar del Cabo Valds.
Uno de estos programas fue Sbado Gigante del presentador nacional Don
Francisco, programa que posee el record Guiness en estos momentos por
llevar ms de 40 aos en candelero interrumpidamente, incluso ahora se
emite en ediciones americanas y para todo Centro Amrica. El programa en
mencin recurri a investigadores argentinos para conversar con ms
juicios sobre lo que realmente haba pasado a la patrulla militar, para tal
efecto viajo el investigador Antonio Las Heras quien recogi varios detalles
importantes y que condenso en su libro Ovnis, los extraterrestres entre
nosotros.
Haciendo una recopilacin de datos e impresiones tanto sea de este
investigador argentino, como posteriormente las investigaciones de Jorge E.
Anfruns investigador chileno que tambin se ha preocupado extensamente
de este caso y las propias de este autor que ha estado en varias
oportunidades en el lugar de los hechos, es obligado hacerse las siguientes
preguntas:
1 Al ser Lluscuma una zona fronteriza con Bolivia, es imposible que haya
habido una sola patrulla militar en misin de vigilancia. Las relaciones entre
Chile y Bolivia son frgiles lo que nos hace pensar que pueden haber ms
personas relacionadas con el caso.

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2 Es posible que una patrulla militar en misin de vigilancia no lleve un
equipo de comunicacin con su base?
No existen noticias respecto a este punto. Aunque pensamos que se us
este equipo, no aparecen registrados en ningn lado. Si existieron
comunicaciones o instrucciones con superiores se han reservado
sigilosamente y no han trascendido a la opinin pblica.
3 En el posterior traslado del Cabo Valds al Hospital de Arica es registrado
una serie de individuos de habla y aspecto americanos que interrogan al
cabo Valds. A pesar que no existe un informe de su estado fsico y mental,
es lgico que el acontecimiento atrae al personal de Servicios Especiales
Extranjeros (posteriormente hablaremos de la opinin oficial de psiquiatras
militar de la poca)
4 Se habla del efecto electromagntico de los Ovnis. Esto explicara que los
aparatos de comunicacin no funcionaran correctamente pero las armas de
fuego que llevaban los militares? En este punto hay que decir que existen
testimonios de gente de la localidad de Putre que vieron bajar el armamento
de la patrulla con los caones retorcidos a igual que las municiones
aplastadas como si un enorme peso hubiera pasado encima. Esta idea
anterior ha sido mantenida por muchos investigadores y autores de libros y
periodistas relacionados con este caso, pero este punto es trascendental en
las discrepancias al termino de los aos, cuando el integrante de la patrulla
militar Ral Salinas expreso en ms de una oportunidad a quien escribe que
no haba armas en el campamento, algo increble y de difcil comprensin
para cualquier personal militar en una zona tan conflictiva no solo por las
fronteras cercanas sino por el contrabando que motiva este lugar.
5 La patrulla constaba de ocho hombres incluido el cabo Valds, pero en
todas las fotos oficiales aparecen cinco. Por qu razn? Segn los hechos
oficiales solo una persona desapareci en la luz. El fenmeno al parecer
fue muy selectivo, pero cabe pensar que a lo mejor existen dos personas
ms afectadas que han tratado de ocultar deliberadamente.
6 Algunas explicaciones extra-oficiales han expresado que nunca se dejo
fotografiar el reloj del cabo Valds, por asuntos de tipo comercial. El reloj
llevara una marca de fbrica y seria una publicidad aadida por todo el
mundo si hubiera resultado ileso, o todo lo contrario, igualmente se hubiera
utilizado con fines comerciales de ser inverso. Sea de una forma u otra, del
reloj se sabe que era digital y nunca se mostr a la prensa abiertamente, lo
que s es cierto es nunca ms se supo del famoso aparato del tiempo.

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7 Por qu el cabo Valds fue el nico integrante de la patrulla que desfil
el da de las Fuerzas Armadas, el 19 de Septiembre de 1977, delante de las
autoridades militares?
Se tiene en conocimiento que los otros integrantes de la patrulla fueron
pasados a retiro rpidamente.
8 Por qu si el Ejrcito acept un informe mdico que hablaba de paranoia
en el Cabo Valds sigui perteneciendo a la Institucin castrense e incluso
ascendido en su grado militar?
9 Qu paso con otros utensilios propios de una patrulla militar, u objetos
que acompaan a cualquier persona en un viaje? Hebillas de cinturn,
llaveros, monedas, tapaduras dentales, anillos, identificacin militar, chapa
del cuello militar, etc.
Existi una censura militar sobre este caso?
No cabe duda que los estamentos militares se movieron rpidamente y no
slo las autoridades chilenas, sino que existi un gran movimiento de
Servicios de Inteligencias Americanos (CIA) trabajando para ocultar y
controlar los acontecimientos.

Adems con el paso del tiempo se ha podido determinar que las
informaciones fueron dirigidas y conducidas. Los peridicos y la poblacin
en general fue hbilmente inducida para lo que se quera hacer saber y no lo
que deberamos haber conocido.
El da 18 de Mayo de 1977 el Director del Diario La Estrella de Arica recibi la
Circular N 25 de la Gobernacin Provincial de Arica, esta deca:
Me dirijo al Seor Director con el fin de informarle que se complementa la
circular N 21 de fecha 17 de Mayo en curso que imparti instrucciones
relacionadas con Ovnis en el sentido que lo ordenado se fundamenta en le
letra C del articulo 34 de la Ley 12.927
Lo que comunico a Usted. , para los fines pertinentes.

Firmado: Oscar Figueroa Mrquez
Coronel de Ejrcito
Gobernador de la Provincia de Arica


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La explicacin de esta nota es la prohibicin total de divulgar noticias de
carcter militar estableciendo la censura de prensa, telegrfica y
radiotelegrfica, que estime conveniente.
Por qu este silencio tan largo del cabo Valds?
A estas alturas es muy difcil imaginar las causas de este silencio. Ms an,
cuando la situacin chilena de aquellos aos era totalmente a la defensiva
sobre muchos aspectos de la vida social, poltica e internacional del propio
pas.
Se barajaron muchas hiptesis al respecto, quizs la ms recurrida fue que
seguramente Armando Valds Garrido estaba bajo juramento militar.
Hiptesis lgica ya que muchas personas que adquieren algn grado en el
Ejrcito de Chile y han tenido acceso a informacin confidencial su
juramento es vitalicio de por vida con el estricto Ejrcito chileno.
Tambin se tom en cuenta la hiptesis que Valds estuviera controlado de
alguna forma por entidades relacionadas con el encuentro de Putre.
Tomando en cuenta que con fecha 11 de Febrero de 1980, en Baha Penco
cerca de Lirqun, a las 23,00 horas un Ovni sobrevol el Regimiento de
Concepcin, donde precisamente se encontraba el esquiv cabo Valds de
aquellos aos. Muchos investigadores dejaron volar su imaginacin y
pensaron que el Valds estaba protegiendo a un elemento que puede ser un
correo mvil entre supuestas entidades extraterrestres y las Fuerzas
Armadas.
Tambin se recurri a la explicacin de tipo mstico, dado que el cabo Valds
estuvo relacionado con una Iglesia de tipo Evanglico en el Sur de Chile.
Analizando los aspectos sociolgicos de Chile en aquellos momentos no se
puede dejar pasar por alto la gran cantidad de sectas que florecieron en
aquellos aos y al parecer Valds inmerso en una crisis mstica entro en una
Iglesia durante aos y en ese lugar puede haber echado races los mensajes
catastrficos a apocalpticos que luego transmiti en su aparicin pblica en
la TV de Chile.
Armando Valds Garrido y la prensa

Durante aos el cabo Valds fue perseguido por periodistas de todo el
mundo para hablar de su avistamiento y posterior abduccin. Se habla de
ofrecimientos millonarios por su entrevista en exclusiva, pero nunca se han
confirmado dichos rumores. La entrevista ms conocida al cabo Valds fue
realizada en el ao 1983 por Juan Jorge Faundes, un periodista no

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especializado en la temtica Ovni, el cual incluy en forma rpida y un poco
amateur unas cuantas hojas en su libro: "Ustedes Nunca Sabrn".
El libro no pasar a los anales de la ufologa histrica como obra
imprescindible, pero s se debe reconocer que tiene el acierto y el valor de
llevar algunos detalles de esa entrevista al esquivo militar chileno.
La entrevista completa apareci publicada en el Suplemento Dominical de La
Tercera de La Hora bajo un ttulo que deca:
He estado huyendo todo este tiempo"
Segn Faundes luego de una larga pesquisa logr encontrar al cabo Valds
quien no pudo hablar de inmediato con el periodista ya que "necesitaba un
permiso especial del ejrcito y de un nivel muy alto. Cuando Faundes le
pregunt "Qu nivel?", Valds le respondi:
"El Presidente de la Repblica". }}

La entrevista se realiz en las escalinatas de acceso a la guardia del
regimiento de Infantera de Montaa N 8 Tucapel. El periodista Faundes traa
una fotocopia de la carta que le enviara a Buen Domingo el Teniente
General Julio Canessa, Vice Comandante en Jefe del Ejrcito; la carta deca:

Cumplo con dar respuesta a su peticin de autorizar al cabo segundo del
Ejrcito, Armando Valds Garrido para que sea entrevistado por ese diario,
con relacin a su participacin como testigo de una experiencia
extraterrestre ocurrida el ao 1977 en la localidad de Putre.
La carta aada ms abajo:
No hay restriccin por parte de la Institucin para que el Cabo Valds de a
conocer su experiencia. Sin embargo, este clase del Ejrcito ha manifestado
su deseo de no ser entrevistado.
Consultado por Faundes por qu razn no quera hacer declaraciones a la
prensa, luego de todas las gestiones que haba realizado su diario, incluso
hablando con el presidente de la Repblica (en aquellos aos era Augusto
Pinochet) el Cabo contest:

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Han estado ocurriendo cosas, fenmenos en el cielo, las apariciones de la
Virgen a ese nio en Villa Alemana....Hay que esperar un poco pero ya
hablar...
La contestacin del Cabo Valds demuestra que su camino al misticismo
estaba en marcha, ya que comienza a preocuparse por situaciones donde la
Virgen Mara y fenmenos en el cielo de aquellos momentos eran muy
acusados.
-En este punto debemos mencionar la alusin a las apariciones de Villa
Alemana, donde el protagonista es un joven de nombre Miguel ngel
Poblete, una especie de visionario asexuado y que probablemente fue una
manipulacin ms de las autoridades de Chile en esos aos para distraer la
atencin de la poblacin de otros problemas ms graves sociales que
existan en el pas en esos momentos. Este joven dio a luz aos ms tarde
un grotesco episodio con su protagonismo de las visiones marianas, con
graves problemas de personalidad y casi secuestrado por entidades
religiosas radicales tuvo que ser recluido en un convento en la zona de
Quilpu donde su evolucin de sexo fue menos notoria. Al encontrarlo
recluido en un monasterio de Quilpu se encontr que este joven estaba en
un convento de monjas casi al borde de ser el primer transexual mstico
de Chile-.
Chile se conoce en el mundo de la ufologa mundial por el caso del Cabo
Valds. La experiencia de esta patrulla militar que realizaba labores de
vigilancia en la Pampa de Lluscuma en pleno altiplano chileno fue
ampliamente difundida por el mundo entero y an hoy es resea de muchos
investigadores como uno de los casos ms genuinos de abduccin.
Pinochet me entreg documentacin secreta del caso Valds
El escritor y periodista espaol, Juan Jos Bentez, asegur que el general
(r) Augusto Pinochet le entreg documentacin reservada referida al
incidente protagonizado por el cabo Armando Valds. Estas declaraciones
las formul al programa Milenio 3, de la Cadena Ser de Espaa.
El ao 89 yo tuve la oportunidad de tener una reunin de cuatro horas con
el general Pinochet en su casa en privado. Recuerdo que estuve hablndole
del tema de los papeles de los militares sobre el caso Valds durante esas
cuatro horas. Entonces, el general me contestaba siempre salindose por la
tangente, me deca que este hombre (Valds) estaba loco y que no era cierto.
Y que era una tomadura de pelo, seal Bentez durante la entrevista con el
periodista Iker Jimnez.

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Ms adelante, Bentez asegur que a la maana siguiente de su encuentro
con Pinochet, recibi la visita en su hotel de un militar que luego de pedirle
su pasaporte, le entreg un sobre con documentacin: Me pas un paquete
dicindome: 'De parte del general'. Yo me qued absolutamente absorto. Abr
el paquete y era toda la documentacin oficial militar, secreta y confidencial
hasta estos momentos sobre el caso Valds dijo.
Documentacin
Lo que yo vi en esos papeles eran informes mdicos. Informes de los
siquiatras, especialmente sobre las investigaciones que haban hecho sobre
esta persona y que confirmaban que efectivamente hubo un problema y que
algo sucedi.... Los militares siempre haban negado que hubieran
participado en este tipo de investigacin y esos papeles demostraban
fsicamente que no era as, precis Bentez.
El escritor record que meses ms tarde, regres a Chile y nuevamente se
entrevist con el General Pinochet. Y recuerdo que le pregunte; vamos mi
general usted estuvo negndome cuatro horas que el caso fuera real, que el
seor Valds era un loco, etc...Y sin embargo, al da siguiente a travs de un
ayudante suyo, me entreg, parte de la documentacin que haban efectuado
los militares. Entonces el general se me qued mirando y en voz baja me
dijo: usted no lo va a creer, pero los norteamericanos graban todas mis
conversaciones, finaliz.







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El caso del Cabo Valds
"hoy en da"

Por: Ral Nez ( Coordinador SEIP Chile )
Chile se conoce en el mundo de la ufologa mundial por el caso del Cabo Valds.
La experiencia de esta patrulla militar que realizaba labores de vigilancia en la
Pampa de Lluscuma en pleno altiplano chileno fue ampliamente difundida por el
mundo entero y an hoy es resea de muchos investigadores como uno de los
casos ms genuinos de abduccin.
En este trabajo pretendemos dar a conocer algunos detalles que rodearon el caso
y que no han sido muy tomados en cuenta por la prensa de aquellos aos. El
tiempo transcurrido nos da una visin ms amplia de los hechos, ms an, cuando
el da 16 de Junio de 1999 el periodista Pedro Carcuro en su programa De Pe a
Pa sorprenda a medio mundo llevando a Armando Valds al plat de televisin y
Valds hacia sus primeras declaraciones luego de ms de 20 aos de silencio.
Es importante para las futuras generaciones hacer ciertas matizaciones en este
caso. Luego de la aparicin del ex cabo Valds en los medios de comunicacin se
comienzan a deslumbrar otros caminos, donde ms que la experiencia misma del
militar entran a jugar otros intereses totalmente ajenos al caso mismo, las
pasiones humanas y mundanas de quienes lo rodean dan giros sorprendentes a
los acontecimientos primarios, donde la responsabilidad de todos incluido los
uflogos, hacen que una vez ms, una experiencia personal que pareca genuina,

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inalterable, se desvirtu de la realidad y entren a jugar otros matices totalmente
diferentes a los acontecimientos que supuestamente ocurrieron primeramente.

BREVE RESUMEN DEL CASO DEL CABO VALDES

La patrulla militar que fue protagonista de los hechos de la madrugada del da 25
de Abril de 1977 es: Armando Valds Garrido, Humberto Rojas Bell, Ivn Robles
Riera, Germn Riquelme Valle, Ral Salinas, Pedro Rosales, Juan Reyes, y Julio
E. Rojas Surez.
Se debe hacer notar que los nombres de los componentes de la patrulla difieren
mucho segn la fuente de la publicacin. Mientras el periodista Juan Jorge
Faundes habla de solo siete soldados, Jorge E. Anfruns, escribe que son ocho, y
el investigador argentino Antonio Las Heras, nico uflogo que lleg a tener
contacto con el caso a los das de suceder los acontecimientos nos habla de un
componente de la patrulla llamado Julio Rato, mientras elude el nombre de Julio E.
Rojas Surez. A este respecto podemos decir que este personaje llamado Julio
Rato tambin aparece en algunas publicaciones de peridicos de la poca,
omitiendo el nombre de Julio E. Rojas Surez, o algn otro componente de la
patrulla indistintamente.
Las discrepancias comienzan ya en este primer detalle. Antonio Las Heras lleg
invitado por Canal 13 de TV a los pocos das de los sucesos de Pampa de
Lluscuma, l investigador argentino ha comentado ms de una vez que el
ambiente que se viva en aquellos das en Santiago, tanto sea a nivel calle, como
en los propios medios de difusin era realmente efervescente. Incluso el ambiente
periodstico trataba cada cual agregar algo de su propia cosecha. No es de
extraar que en ese ambiente se perdiera a la verdadera identidad de cada
individuo de la patrulla.
El nico periodista que logro hablar con Armando Valds Garrido al da despus
de la experiencia de la patrulla fue Pablo Honorato de Canal 13 de Televisin y
cuyas impresiones daremos ms adelante dentro de otro contexto de esta historia.
Luego Valds desaparecera de la vida pblica durante ms de veinte aos.
La experiencia en s de la patrulla militar se puede abreviar de la siguiente
manera. Aquella noche del Domingo 24 de Abril la patrulla militar formada por
ocho integrantes de las Fuerzas del Ejrcito de Chile estaban al mando del cabo
Valds Garrido. El campamento estaba a unos 300 kilmetros de la ciudad de
Arica, la localidad ms cercana era Putre. La noche era muy fra, quince grados

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bajo cero. Los militares estaban alrededor de una fogata, cuando se acerc
corriendo el soldado Pedro Rosales que hacia labores de vigilancia diciendo: Mi
cabo... hay una luz que se est desplazando del cielo, viene bajando...
Los militares comprueban que esta luz est bajando por el cerro y se les acerca
cada vez ms. La luz es muy potente, de un color blanquecino, intenso que lo
ilumina todo. El pnico comienza apoderarse de los componentes de la patrulla.
Valds ordena tapar la fogata y a la vez que se formen en actitud de encadenados
de los brazos.
Se habla de dos luces que se ubican delante de los cerros por donde haba cado
el primer objeto. Los movimientos son descritos como espectaculares y otros que
su majestuosidad era apreciada considerablemente, de aspecto ovaladas y con
luces rojas pequeas que destellaban como balizas. El objeto principal se acerca
considerablemente al lugar de la patrulla y su luz lo ilumina todo. Algunos
componentes de la patrulla comienzan a rezar y a otros el pnico les hace llorar.
Ral Salinas en conversacin con este corresponsal habla de un real descalabro
inicial, pero luego recuerda ver a todos sus compaeros paralizados. Aqu es
cuando el Cabo Valds se aproxima a la luz adelantndose unos 15 metros y pide
que se identifique aquello tan extrao. Una niebla lo hace perderse de vista de la
patrulla y aqu existe un periodo de tiempo clave para todos los componentes
militares de esta patrulla.
Atenindonos a las palabras de Ral Salinas el Cabo desapareci de la vista de la
patrulla y ellos de pronto se vieron como saliendo de una extraa somnolencia. La
primera accin fue buscar al cabo Valds desesperadamente, al trmino de 15
minutos sintieron como caer un fardo o un bulto del otro lado de la pirca o
quizs viniera de arriba. Era el Cabo Valds totalmente en trance segn sus
compaeros, usando una entonacin extraa y que no era propia de sus
caractersticas vocales. Balbucea frases inconexas y habla de su madre en forma
desesperada... aqu es donde emite segn sus compaeros la famoso frase:
Ustedes no saben quines somos, ni de dnde venimos, pronto
volveremos La desesperacin es mxima en la patrulla al ver a su superior en
aquel estado, ms an cuando detectan al militar con barba crecida estando
recin afeitado aquella noche. Segn palabras de Ral Salinas a este
corresponsal uno de los soldados que trata de calmarlo sujetndole los brazos
contra el suelo le aplica un fuerte golpe en su rostro para que vuelva en s. En este
punto hay que mencionar el detalle del reloj del Cabo Valds que se encontraba
adelantado y detenido a cinco das posteriores de los hechos ocurridos, es decir
que en vez de marcar 25 sealaba el da 30. Este detalle ampliamente divulgado
por la prensa se ha convertido en un punto de la controversia ms reciente ya que
Ral Salinas declara ya en el ao 1999 a este corresponsal que este reloj no era
del Cabo sino de uno de los compaeros de la patrulla y que le reloj no se tom en

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cuenta hasta el da siguiente y que no estaba adelantado sino al revs estaba
atrasado y marcaba el da 20, lo cual hace este episodio ms complejo y difcil
al tratar de entender que hay detrs de todo esto. El famoso reloj desapareci
como por arte de magia al da siguiente.
Estos son los detalles en forma resumida de lo que supuestamente paso aquella
noche en este campamento militar. Sobre estos hechos iremos trabajando y
desmenuzando detalles concretos en apartados ms adelante para lograr
estructurar los hechos ms o menos coherente y los cambios y detalles que han
ido agregndose a medidas que ha pasado el tiempo, ms an ahora cuando las
opiniones de los protagonistas hay que tomarlas con pinzas y con mucha cautela.
Intentaremos buscar los caminos ms coherentes a una posible verdad de los
hechos o que se oculta realmente detrs de todo esto.

QU PASOS DIO EL CABO VALDES UNA VEZ PASADA LAS INTENSAS HORAS DE
AQUELLA MADRUGADA DEL DIA 25 DE ABRIL DE 1977?

El Cabo Valds el da 25 de Abril de 1977 a las seis de la maana aproximadamente baja a la
localidad de Putre y se dirigi a la casa del encargado de la escuela de esta pequea localidad, el
nombre del profesor que lo atiende es Pedro Araneda. Este maestro, curioso y elemento esencial
social en una localidad tan apartada es el primer civil que ve y escucha la experiencia del militar.
Valds solicita a Pedro Araneda que lo acompae a Lluscuma para calmar a su gente. Su estado
es muy nervioso y habla atropelladamente y en forma alterada. Rehusa volver a caballo y prefiere
hacer el camino a pie. Antes de subir a Lluscuma concurren al cuartel de Putre donde los atiende
un carabinero (polica chileno) de graduacin cabo y de apellido Flores, quien se muestra muy
confuso ante el relato del Cabo Valds.
Subiendo a Lluscuma el profesor Araneda nota un enorme cansancio en Valds y ante la
insistencia que monte a caballo, Valds sigue rehusando las invitaciones. Durante el trayecto de
ambos a Lluscuma el cabo Valds repite su experiencia al profesor Araneda, y le dice que segn
relato de la gente de la patrulla haba desaparecido un tiempo y que no recordaba nada de ese
lapso.
La ambulancia solicitada en Putre llega justamente con Araneda y el Cabo Valds ante la patrulla.
Los integrantes comienzan a explicarse atropelladamente y con gran nerviosismo ante los recin
llegados. Araneda nota una lucidez total en los militares pese al haber pasado toda la noche sin
dormir. Araneda comienza a realizar la primera grabacin en cinta magnetofnica de la
experiencia.
El profesor luego de escuchar y preguntar al respecto de lo que haba pasado aquella noche,
solicita una reconstruccin de los hechos y conjuntamente con el Cabo Flores (que era asistente
tcnico sanitario de carabineros) que tambin lo acompaaba, pide ir al lugar de los
acontecimientos.

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El cerro est a unos mil metros del sitio donde encuentran, cuando se acercan al lugar sienten
enormes ganas de vomitar y la descomposicin de varios militares de la patrulla es evidente.
Araneda indica salir del sector ante la eventual presencia de radioactividad, por lo menos, eso es lo
que piensa en esos momentos.

Llega una patrulla de revelo, que una vez informada de la situacin se distribuye por las quebradas
vecinas en una rigurosa inspeccin del terreno que rodeaba al cerro de los acontecimientos de la
noche anterior. Mientras tanto en las caballerizas el Cabo Valds segua en un estado de
nerviosismo continuo repitiendo su experiencia al profesor Araneda, igualmente que los integrantes
de su patrulla.

SE ENCUENTRA UN TROZO DE METAL

Al volver las patrullas de inspeccin de los alrededores traen un trozo de metal
parecido a un asta de motor, totalmente inusual en una zona tan deshabitada
como Lluscuma. Araneda a los aos despus de la experiencia relat el hallazgo
de este trozo de metal, al principio call ya que encontr oportuno hacerlo en
aquellos momentos mismos del suceso, dado el alto grado de excitacin que
exista en todos los estamentos y personas que iban relacionndose con la
experiencia vivida por Valds y su patrulla militar.
Segn Araneda este trozo de metal estuvo largo tiempo guardado. Posteriormente
se entreg a personal del peridico La Estrella de Arica, con intenciones de
hacerlo analizar. De esta misin se encargaron los peiodistas Luis Daroch y Luis
Maturana. Daroch inform que nadie en la ciudad de Arica pudo determinar si
perteneca a un motor convencional. El material al ser analizado resulta ser
aluminio y no representaba ningn signo de xido y al parecer su quebradura
haba sido reciente dado el estado del sitio de la rotura.
Como dato anecdtico aunque siempre diciendo que en una investigacin todo
detalle cuenta, el periodista Luis Daroch durante mucho tiempo se sinti
perseguido y la pieza de metal recogida en la Pampa de Lluscuma la llevaba en su
coche envuelta en un plstico. Este periodista muri en el ao 1985 vctima de un
cncer de pncreas. El trozo de metal no fue encontrado jams y la nica persona
que saba de su existencia era Daroch y un reducido nmero de personas, entre
ellos, el periodista Maturana y el profesor Araneda. Queda aqu ese dato poco
mencionado al tratar este caso. Existi realmente este trozo de metal en esta
historia? Veremos los que nos dicen los protagonistas ms adelante.

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EL CABO VALDES SIGUE ALTERADO

El cabo Valds es bajado de Lluscuma en la ambulancia en un estado de
alteracin notable. Cae nuevamente en un estado de inconsciencia y comienza a
delirar. Grita y expresa frases como: No me hagan dao...La luz, no me lleven
Araneda pide permiso para invitar a la patrulla a su casa y volver a comentar los
hechos una vez pasada las horas, alrededor de una taza de caf y en plan familiar
junto a su esposa. La peticin es autorizada ya que posiblemente Araneda es una
de las personas ms respetables de la zona, y toda una institucin social dentro
del pequeo poblado.

Una vez en casa de Araneda, el Cabo Valds duerme y se despierta ms
descansado. En esos momentos Araneda nota la barba crecida de Valds quien
reconoce tenerla como de una semana sin rasurarse. En la conversacin llega
imprevistamente la luz, (la energa elctrica en Putre llegaba en esos aos solo a
ciertas horas del da) Al tener los interruptores activados la luz inunda la
habitacin sorpresivamente y el Cabo Valds nuevamente entra en un estado de
alteracin total, comienza a gritar:....la luz...la luz.... la luz...otra vez...la luz.
Araneda describe al cabo Valds aterrorizado y mirando fijamente al televisor que
estaba encendido por la accin de la llegada repentina de la energa elctrica.

OTROS DETALLES POCOS EXPLICADOS DE ESTE CASO

Araneda segn su propio relato grabado, logra sacar a luz una serie de detalles
que luego en la gran avalancha de noticias nos son tomados en cuenta y se
pierden en el olvido y en el paso del tiempo. Las investigaciones posteriores han
determinado que el personal de la patrulla militar estaba acompaado de caballos
propios para realizar su misin de vigilancia, y exista la presencia de un perro de
nombre Huamachuco. Estos animales ante el fenmeno de la luz que baja del
cerro y su presencia ante la patrulla militar tienen un curioso comportamiento.
Permanecen quietos mirando la luz, casi estticos, cosa inusual en este tipo de

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animales. Las orejas se mantenan hacia delante y los caballos soltaron todos sus
esfnteres.
La descripcin del comportamiento de estos animales es importante ya que estn
estrechamente relacionadas con el comportamiento de la patrulla militar y algunos
matices nunca han sido bien definidos y los analizaremos ms adelante.
En conversaciones posteriores con Ral Salinas este no recuerda un perro en el
campamento y menos denominado con este nombre, lo que hace pensar que la
prensa de aquellos aos confundi nombres y los autores de la informacin escrita
transcribieron datos agregando de su propia cosecha elementos extraos al caso
mismo.

INVESTIGACIONES POSTERIORES

La investigacin en terreno es la que da a luz una serie de pautas a seguir en la
ufologa. Cuando ocurrieron estos hechos en Chile no haba ninguna organizacin
dedicada al estudio del fenmeno Ovni, solo algn grupsculo de tipo contactista y
con una visin totalmente mstica del fenmeno deambulaba por el territorio
chileno. Los hechos relatados conmocionaron la sociedad chilena y la televisin en
sus programas de ms audiencia trat el tema de la patrulla militar del Cabo
Valds. Uno de estos programas fue Sbados Gigantes del presentador nacional
Don Francisco, programa que posee el record Guiness en estos momentos por
llevar ms de 40 aos en candelero interrumpidamente, incluso ahora se emite en
ediciones americanas y para todo Centro Amrica. El programa en mencin
recurri a investigadores argentinos para conversar con ms juicios sobre lo que
realmente haba pasado a la patrulla militar, para tal efecto viajo el investigador
Antonio Las Heras quien recogi varios detalles importantes y que condenso en su
libro Ovnis, los extraterrestres entre nosotros.
Haciendo una recopilacin de datos e impresiones tanto sea de este investigador
argentino, como posteriormente las investigaciones de Jorge E. Anfruns
investigador chileno que tambin se ha preocupado extensamente de este caso y
las propias de este autor que ha estado en varias oportunidades en el lugar de los
hechos, es obligado hacerse las siguientes preguntas:

1 Al ser Lluscuma una zona fronteriza con Bolivia, es imposible que haya habido
una sola patrulla militar en misin de vigilancia. Las relaciones entre Chile y Bolivia

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son frgiles lo que nos hace pensar que pudieron haber ms personas
relacionadas con el caso.

2 Es posible que una patrulla militar en misin de vigilancia no lleve un equipo
de comunicacin con su base?
No existen noticias respecto a este punto. Aunque pensamos que se us este
equipo, no aparecen registrado en ningn lado. Si existieron comunicaciones o
instrucciones con superiores se han reservado sigilosamente y no han trascendido
a la opinin pblica.

3 En el posterior traslado del Cabo Valds al Hospital de Arica es registrado una
serie de individuos de habla y aspecto americanos que interrogan al cabo Valds.
A pesar que no existe un informe de su estado fsico y mental, es lgico que el
acontecimiento atrae al personal de Servicios Especiales Extranjeros
(posteriormente hablaremos de la opinin oficial de psiquiatras militar de la poca)

4 Se habla del efecto electromagntico de los Ovnis. Esto explicara que los
aparatos de comunicacin no funcionaran correctamente pero las armas de
fuego que llevaban los militares? En este punto hay que decir que existen
testimonios de gente de la localidad de Putre que vieron bajar el armamento de la
patrulla con los caones retorcidos a igual que las municiones aplastadas como
si un enorme peso hubiera pasado encina. Esta idea anterior ha sido mantenida
por muchos investigadores y autores de libros y periodistas relacionados con este
caso, pero este punto es trascendental en las discrepancias al termino de los
aos, cuando el integrante de la patrulla militar Ral Salinas expreso en ms de
una oportunidad a quien escribe que no haba armas en el campamento, algo
increble y de difcil comprensin para cualquier personal militar en una zona tan
conflictiva no solo por las fronteras cercanas sino por el contrabando que motiva
este lugar.

5 La patrulla constaba de ocho hombres incluido el cabo Valds, pero en todas
las fotos oficiales aparecen cinco. Por qu razn? Segn los hechos oficiales
solo una persona desapareci en la luz. El fenmeno al parecer fue muy selectivo,

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pero cabe pensar que a lo mejor existen dos personas ms afectadas que han
tratado de ocultar deliberadamente.

6 Algunas explicaciones extra-oficiales han expresado que nunca se dej
fotografiar el reloj del cabo Valds, por asuntos de tipo comercial. El reloj llevara
una marca de fbrica y sera una publicidad aadida por todo el mundo si hubiera
resultado ileso, o todo lo contrario, igualmente se hubiera utilizado con fines
comerciales de ser inverso. Sea de una forma u otra, del reloj se sabe que era
digital y nunca se mostr a la prensa abiertamente, lo que s es cierto es nunca
ms se supo del famoso aparato del tiempo.

7 Por qu el cabo Valds fue el nico integrante de la patrulla que desfil el da
de las Fuerzas Armadas, el 19 de Septiembre de 1977, delante de las autoridades
militares?
Se tiene en conocimiento que los otros integrantes de la patrulla fueron pasados a
retiro rpidamente.

8 Por qu si el Ejrcito acept un informe mdico que hablaba de paranoia en
el Cabo Valds sigui perteneciendo a la Institucin castrense e incluso ascendido
en su grado militar?

9 Qu paso con otros utensilios propios de una patrulla militar, u objetos que
acompaan a cualquier persona en un viaje? Hebillas de cinturn, llaveros,
monedas, tapaduras dentales, anillos, identificacin militar, chapa del cuello
militar, etc.

EXISTIO UNA CENSURA MILITAR SOBRE ESTE CASO?



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No cabe duda que los estamentos militares se movieron rpidamente y no solo las
autoridades chilenas, sino que existi un gran movimiento de Servicios de
Inteligencias Americanos (CIA) trabajando para ocultar y controlar los
acontecimientos.
Adems con el paso del tiempo se ha podido determinar que las informaciones
fueron dirigidas y conducidas. Los peridicos y la poblacin en general fue
hbilmente inducida para lo que se quera hacer saber y no lo que deberamos
haber conocido.
El da 18 de Mayo de 1977 el Director del Diario La Estrella de Arica recibi la
Circular N 25 de la Gobernacin Provincial de Arica, esta deca:

Me dirijo al Seor Director con el fin de informarle que se complementa la
circular N 21 de fecha 17 de Mayo en curso que imparti instrucciones
relacionadas con Ovnis en el sentido que lo ordenado se fundamenta en le
letra C del artculo 34 de la Ley 12.927
Lo que comunico a Usted., para los fines pertinentes.

Firmado: Oscar Figueroa Mrquez
Coronel de Ejrcito
Gobernador de la Provincia de Arica

La explicacin de esta nota es la prohibicin total de divulgar noticias de
carcter militar estableciendo la censura de prensa, telegrfica y
radiotelegrfica, que estime conveniente

POR QUE ESTE SILENCIO TAN LARGO DEL CABO VALDES?


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A estas alturas es muy difcil imaginar las causas de este silencio. Ms an,
cuando la situacin chilena de aquellos aos era totalmente a la defensiva sobre
muchos aspectos de la vida social, poltica e internacional del propio pas.
Se barajaron muchas hiptesis al respecto, quizs la ms recurrida fue que
seguramente Armando Valds Garrido estaba bajo juramento militar. Hiptesis
lgica ya que muchas personas que adquieren algn grado en el Ejrcito de Chile
y han tenido acceso a informacin confidencial su juramento es vitalicio de por
vida con el estricto Ejrcito chileno.
Tambin se tom en cuanta la hiptesis que Valds estuviera controlado de
alguna forma por entidades relacionadas con el encuentro de Putre. Tomando en
cuenta que con fecha 11 de Febrero de 1980, en Baha Penco cerca de Lirqun, a
las 23,00 horas un Ovni sobrevol el Regimiento de Concepcin, donde
precisamente se encontraba el esquiv cabo Valds de aquellos aos. Muchos
investigadores dejaron volar su imaginacin y pensaron que el Valds estaba
protegiendo a un elemento que puede ser un correo mvil entre supuestas
entidades extraterrestres y las Fuerzas Armadas.
Tambin se recurri a la explicacin de tipo mstico dado que el cabo Valds
estuvo relacionado con una Iglesia de tipo Evanglico en el Sur de Chile.
Analizando los aspectos sociolgicos de Chile en aquellos momentos no se puede
dejar pasar por alto la gran cantidad de sectas que florecieron en aquellos aos y
al parecer Valds inmerso en una crisis mstica entro en una Iglesia durante aos
y en ese lugar puede haber echado races los mensajes catastrficos a
apocalpticos que luego transmiti en su aparicin pblica en la TV de Chile.


ARMANDO VALDES GARRIDO Y LA PRENSA

Durante aos el cabo Valds fue perseguido por periodistas de todo el mundo
para hablar de su experiencia. Las cifras que sonaban como precio a sus
declaraciones eran astronmicas pero nunca se confirmaron estas gestiones,
quedando solo en la especulacin y rumores.
La entrevista ms conocida al cabo Valds fue realizada en el ao 1983 por Juan
Jorge Faundes, un periodista no especializado en la temtica Ovni, el cual incluy

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en forma rpida y un poco chapucera unas cuantas hojas en su libro: Ustedes
Nunca Sabrn.
Sin querer ser crtico con Faundes, la verdad sea dicha este libro no pasara a los
anales de la ufologa histrica como obra imprescindible, pero si se debe
reconocer que tiene el acierto y el valor de llevar algunos detalles de esa
entrevista al esquivo militar chileno.
La entrevista completa apareci publicada en el Suplemento Dominical de La
Tercera de La Hora bajo un ttulo que deca: HE ESTADO HUYENDO TODO EL
TIEMPO Segn Faundes luego de una larga pesquisa logro encontrar al cabo
Valds quien no pudo hablar de inmediato con el periodista ya que necesitaba
un permiso especial del ejrcito y de un nivel muy alto cuando Faundes le
pregunt Qu nivel?, Valds le respondi: El Presidente de la Repblica.
La entrevista se realiz en las escalinatas de acceso a la guardia del regimiento de
Infantera de Montaa N 8 Tucapel. El periodista Faundes traa una fotocopia de
la carta que le enviar a Buen Domingo el Teniente General Julio Canessa, Vice
Comandante en Jefe del Ejrcito, la carta deca:

Cumplo con dar respuesta a su peticin de autorizar al cabo segundo del
Ejrcito, Armando Valds Garrido para que sea entrevistado por ese diario,
con relacin a su participacin como testigo de una experiencia
extraterrestre ocurrida el ao 1977 en la localidad de Putre

La carta aada ms abajo:

No hay restriccin por parte de la Institucin para que el Cabo Valds d a
conocer su experiencia. Sin embargo, este clase del Ejrcito ha manifestado
su deseo de no ser entrevistado

Consultado por Faundes porque razn no quera hacer declaraciones a la prensa,
luego de todas las gestiones que haba realizado su diario, incluso hablando con el
presidente de la Republica (en aquellos aos era Augusto Pinochet) el Cabo
contest:

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Han estado ocurriendo cosas, fenmenos en el cielo, las apariciones de la
Virgen a ese nio en Villa Alemana....Hay que esperar un poco pero ya
hablar...

La contestacin del Cabo Valds demuestra que su camino al misticismo estaba
en marcha, ya que comienza a preocuparse por situaciones donde la Virgen Mara
y fenmenos en el cielo de aquellos momentos eran muy acusados.
En este punto debemos mencionar que la alusin a las apariciones de Villa
Alemana donde el protagonista es un joven de nombre Miguel ngel Poblete y
que fue segn el criterio de quien escribe estas lneas, una manipulacin ms de
las autoridades de Chile para distraer la atencin de la poblacin de otros
problemas ms graves sociales que existan en el pas en esos momentos. Este
joven dio a luz aos ms tarde un grotesco episodio con su protagonismo de las
visiones marianas, con graves problemas de personalidad y casi secuestrado por
entidades religiosas radicales tuvo que ser recluido en un convento en la zona de
Quilpu donde su evolucin de sexo fue menos notoria. En resumen cuando este
investigador que escribe trato de encontrarlo recluido en un monasterio de Quilpu
se encontr que este joven estaba en un convento de monjas casi al borde de
ser el primer transexual mstico de Chile... La frase que resume toda este
ancdota es la que esgrimi quien me acompaa en aquel viaje, el investigador
de la localidad de San Felipe ya fallecido, Rogelio Faras quien exclam con ese
humor chileno con races inglesas... Qu vengan los Ovnis y lo vean al chico

FIN DE LA PRIMERA PARTE (continuar)

Nota: Este trabajo tendr varias entregas. Al final de la exposicin total de los
hechos incluiremos entrevistas de investigadores chilenos especializados en este
caso y su pensamiento actual. Adems traer una amplia bibliografa para las
personas que se interesen en leer sobre esta materia.
Las fotografas aportadas por el autor tienen Copy Right Registrado.
(las que no salieron Las que aparecen son un aporte de M.A.O.)


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EL CASO
Lunes, 25 de abril de 1977. De madrugada.
Ocho jvenes soldados realizaban una guardia de rutina en las
caballerizas que mantena el Ejrcito de Chile en Pampa Lluscuma,
un sector cercano al poblado altiplnico de Putre, a 3.600 metros
sobre el nivel del mar, en el extremo norte del pas.
Al calor de una fogata, los conscriptos conversaban animadamente,
beban caf y jugaban a adivinar el nombre de la cancin que
tarareaba el militar a cargo, el cabo Armando Valds, sin sospechar
que el destino les tena reservado ser testigos y protagonistas de un

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episodio extraordinario y aterrador aquella madrugada.
Mi cabo, mi cabo! Venga a ver la luz que viene bajando! fue el
grito de alerta con que uno de los dos centinelas que hacan la ronda
de vigilancia alrededor de las caballerizas llam al cabo Valds.
El aludido se incorpor rpidamente y dirigi sus pasos hacia el patio
interior de las pesebreras, seguido de los dems soldados. Ah, al
alzar la mirada al cielo, todos pudieron contemplar la cada de dos
estrellas que a medida que descendan aumentaban de tamao e
intensidad.
Una de las luces cay ms all de unos cerros cercanos, detrs de los
cuales qued visible un potente resplandor, mientras que la otra se
situ en los faldeos de una loma, a unos cientos de metros enfrente
del grupo de militares.
Lo que sucedi a continuacin fue el caos. Los rezos dieron paso al
llanto y luego a la promesa de manterse unidos, entrelazados de
brazos, pasara lo que pasara. Repentinamente, el cabo Valds se zaf
del resto del grupo y sali caminando por el portn de la seccin de
las caballerizas que usaban para guarecerse, gritando improperios.
En esos momentos los soldados dejaron de verlo. Lo llamaron a viva
voz, pero no obtuvieron respuesta. Alrededor de 15 minutos ms
tarde escucharon un ahogado muchachos! desde el patio interior
de las pesebreras. Al salir, vieron a un tambaleante cabo Valds y
alcanzaron a cogerlo antes de que se desplomara en el suelo.
El suboficial estaba visiblemente alterado. Tena los ojos
desorbitados, temblaba de pies a cabeza, se rea y no reconoca a sus
compaeros de armas. Los centinelas lo llevaron junto a la fogata y
fue entonces cuando el cabo Valds dijo con una voz extraa:

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Ustedes nunca sabrn quines somos ni de dnde venimos, pero
regresaremos.
Pero eso no era todo. El reloj de pulsera digital del suboficial tena su
calendario adelantado en cinco das, mientras que su rostro
presentaba una barba de varias jornadas, pese a que momentos antes
l luca slo su espeso bigote.
Tres semanas despus, la noticia fue divulgada por el peridico local
La Estrella de Arica y a partir de ah dio la vuelta al mundo. Sin
embargo, a los pocos das de intensa cobertura periodstica el cabo
Valds y los conscriptos pasaron al anonimato.








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EL LIBRO
(Haga click aqu para leer el prefacio, introduccin y el captulo 5 de
La noche de los centinelas en formato PDF. Para descargar el archivo
en su computador, oprima el botn derecho sobre el link y
seleccione "guardar destino como")
Despus de convertirse en una sensacin periodstica en la segunda
quincena de mayo de 1977, el cabo Valds y los conscriptos pasaron
al anonimato. Qu ocurri con ellos luego de su espeluznante
encuentro con las luces de origen desconocido? Realiz el Ejrcito
alguna investigacin oficial sobre el incidente? Cmo recuerdan
hoy la experiencia los testigos?
Veinticinco aos ms tarde, el periodista e investigador Patricio
Abusleme se plante el desafo de localizar a los protagonistas y
reexaminar esta extraordinaria historia, que hoy pone a disposicin
del pblico a travs de este documento nico.
El cuerpo del texto est dividido en cuatro partes. En la primera, se
cubren los hechos tal como fueron informados en 1977 por el
peridico local La Estrella de Arica.
En la segunda, el autor centra su atencin en la figura de Armando
Valds, revelando qu sucedi con l despus del incidente OVNI y
cul es su versin actual sobre lo ocurrido durante la noche de los
centinelas.
En la tercera parte, Abusleme ampla el espectro de la investigacin,
entrevistando a algunos de los ex conscriptos que fueron testigos del
avistamiento OVNI junto a Valds, adems de otros ex militares y
periodistas que se enteraron de la historia pocas horas despus del

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encuentro con las luces en Pampa Lluscuma.
Y en la cuarta parte, el monogrfico acaba con una escueta
evaluacin del caso a partir de los testimonios recogidos,
adelantando algunas conclusiones que, segn el investigador, slo
pueden ser consideradas como preliminares.
Aventrese junto a Abusleme en la revisin, anlisis y bsqueda de
respuestas al caso ms paradigmtico de la ufologa chilena y uno de
los ms renombrados de la casustica OVNI contempornea. Queda
advertido: preprese para ms de una sorpresa.








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15 DE JUNIO DE 2012

El cabo Valds (Ovni)


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El caso del Cabo Valds, en Chile, es uno de los casos de abducciones ms conocidos en
el mundo de la ufologa, y sigue siendo investigado y suscitando inters hoy da. Los
hechos acontecieron en la Pampa de Lluscuma, en pleno altiplano chileno, en la madrugada
del 25 de abril de 1977, cuando una patrulla militar formada por ocho integrantes del
ejrcitoo chileno al mando del cabo Valds Garrido vieron una potente luz descendiendo
desde el cielo. A partir de ah, sucederan una serie de hechos sin explicacin que sern
comentados en este documental.




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Valds, el cabo que fue abducido, o no, por extraterrestres
La presunta abduccin del cabo del Ejrcito de Chile Armando Valds Garrido, ocurrida
el 25 de abril 1977, casi fue parte de Invasores. Es que es una historia fascinante. Aquella
madrugada, en el desierto de Putre, en el extremo norte del pas, ocho jvenes soldados
muertos de fro vieron cmo dos extraas luces aterrizan. Valds se separ de los reclutas y
recin reaparece quince minutos ms tarde, con un paso tambaleante. Y dice a los
muchachos, como posedo en un extrao trance: Ustedes nunca sabrn quines somos ni
de dnde venimos, pero volveremos.
As, por mrito propio, el caso fue vinculado con los aspectos milenaristas y escatolgicos
de las experiencias con ovnis. Esto sucedi incluso antes de que su protagonista central se
convirtiera al evangelismo. Y mucho antes que l corriera su relato del foco fantstico para
ofrecer una explicacin prosaica, que sin embargo no dejaba de ser escatolgica: Valds me
confi que durante su lapso perdido se haba alejado de los soldados para hacer pis.



Es sin duda una historia extraordinaria.

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Cuando comenc a investigar los mejores casos para Invasores no pens dos veces antes de
viajar primero a Santiago y luego a Temuco, en el sur de Chile, a buscar el testimonio
directo de sus protagonistas.
Claro, entonces ignoraba que Invasores se iba a subtitular Historias reales de
extraterrestres en la Argentina, relegando aquellos captulos situados en geografas
extranjeras. As fue cmo la investigacin que tanto disfrutamos con mi amigo, el
periodista Diego Ziga, desapareci del libro. El captulo sobre el cabo abducido qued
indito, tal vez para siempre, salvo un resumen publicado aqu (descargar pdf).
La noche de los centinelas
Ya no hay tanto qu lamentar. En Chile se ha publicado La noche de los centinelas, la
notable investigacin de Patricio Abusleme
Es una gran noticia para todos los que seguimos embrujados las novedades que se producen
en torno a estas experiencias: nunca un caso clsico, como se le llaman a aquellas
historias que prohijaron ms literatura sensacionalista que investigaciones rigurosas, recibi
una atencin tan minuciosa por parte de un periodista.
Solo por ese motivo vale la pena acercarse al libro de Abusleme. Luego, al entrar en sus
pginas, el lector comprender que haba muchos otros.
Abusleme est convencido de que algo extrao sucedi aquella madrugada. Yo creo lo
mismo, pero sin alejarme de las muchsimas cosas extraas que los seres humanos somos
capaces de hacer, creer o decir en circunstancias extraordinarias. En ese sentido, mis
conclusiones difieren de las suyas. Con todo, la recopilacin de datos y el apego a la
precisin de Pato merecen nuestro aplauso y recomendacin. Gracias a su bsqueda suma
nuevos datos que le permiten hacer una exquisita reconstruccin histrica de unos hechos
sobre los cuales abundaban versiones contradictorias. No es que Abusleme haya logrado
conjurar todas las contradicciones, pero las que permanecen ahora estn en un contexto ms
ntido y comprensible.
El pasado domingo, La noche de los centinelas fue tema de un amplio reportaje de Diego
Ziga en el diario Las Ultimas Noticias (y reproducido por La estrella de Arica, el primer
diario que cubri el caso).
Diego tuvo la cortesa de entrevistarme para complementar la nota. Ah adelanto un poco
mi impresin. Por qu creo que, a ms de treinta aos de los sucesos, sigamos imaginando
qu sucedi o pudo suceder aquella madrugada en el desierto de Putre.
La novela del cabo Valds siempre me ha interesado porque pocas experiencias del gnero
impulsaron tanto como aquella la creencia en la realidad de las abducciones.

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La noche de los centinelas, a su manera, tambin revitaliza el deseo de creer. Pero, contra
natura de la ufologa ms rancia, su autor reivindica la simple y pura investigacin
periodstica para recuperar la informacin cruda, necesaria para llegar, si no a la verdad
definitiva, s a conclusiones instructivas.
Por lo pronto, recomiendo La noche de los centinelas, un trabajo que solo se puede
adquirir a travs de estas coordenadas: [Link]
Visite el sitio con confianza, ser bien recibido. Es atendido por su propio autor.


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VIERNES, 15 DE JUNIO DE 2012

militar chileno Cabo Valds



Resumen:

Esta fascinante historia, la abduccin aliengena del militar chileno, Cabo
Armando Valds Garrido, es un caso muy intrigante e interesante que, en mi
opinin, es la abduccin ms significante de la historia de los OVNIs. El cabo
del ejrcito chileno se desapareci despus de un contacto visual con un
OVNI mientras sus hombres, una patrulla compuesta por siete hombres,
miraban. Quince minutos ms tarde, l regres con una barba de cinco das

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crecida y su reloj digital indic que cinco das haban pasado. El ovni que lo
secuestr entrara en un tnel de tiempo?


La experiencia de la patrulla militar:

En la noche del Domingo, 25 de abril 1977, una patrulla militar chilena
compuesta por ocho soldados de las fuerzas armadas de Chile estaba bajo
el mando del cabo Armando Valds Garrido. Ellos estaban en guardia
rutinaria de las colinas fras de la Pampa Lluscuma en el norte de Chile,
cerca de la frontera con Bolivia y Per. El campamento estaba a unos 300
kilmetros de la ciudad de Arica, y el pueblo de Putre estaba unos cinco
kilmetros (tres millas) de distancia.


La noche estaba muy fra, entre 5 y 20 grados centgrados bajo cero (entre 23
y -4 grados Fahrenheit). Los soldados trataban de escapar de la congelacin
nocturna tomando refugio en los establos, donde unos 360 caballos militares
se encontraban. Ellos comenzaron un fuego para calentarse y alrededor de
la fogata estaban el cabo Armando Valds Garrido y soldados reclutados;

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Julio Enrique Rojas Surez, Alemn Riquelme Valle, Ivn Robles Mella,
Humberto Rojas Vliz, y Ral Salinas Vsquez.

Dos soldados, Juan Reyes y Pedro Rosales Arancibia, estaban de guardia
unos diez metros (33 pies) de distancia, en el portn de los establos para
evitar que los caballos se escapen. Esto era una distancia prudente para
mantener el contacto de voz, porque la noche estaba demasiada oscura para
las tropas verse uno al otro. Mientras alrededor de la fogata, los soldados
que no estaban de guardia cantaban y bromeaban entre ellos.














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De repente, poco antes de las 4:00 de la maana, se acerc corriendo el
soldado Pedro Rosales que hacia labores de vigilancia diciendo: Mi cabo...
hay una luz que se est desplazando del cielo, viene bajando... Los militares
comprobaron que esa luz estaba bajando por el cerro y se les acerc cada
vez ms. La luz era muy potente, de un color blanquecino, intenso que lo
iluminaba todo. El pnico comenz apoderarse de los miembros de la
patrulla.





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Mientras observaban atentamente, la luz se baj detrs del cerro y una
fuente de luz brillante empez a emanar detrs de l, como si algo se hubiera
posado ah. El cabo orden algunos soldados a ir con l a caballo al cerro
para investigar el fenmeno. Cuando estaba de espalda ensillando el caballo,
los soldados le advirtieron: "Mi cabo, vea ac la luz!" l dio la vuelta y se
encontr de frente con un enorme objeto brillante, situado a unos quinientos
metros (1.640 pies) de ellos. De acuerdo a los soldados, era otra luz que
haba bajado del cerro. Fue descrito siendo una nave de color violeta cerca
de 25 metros (82 pies) de dimetro de aspecto ovalado y con dos puntos de
luces rojas profundas pequeas que destellaban como balizas.

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El cabo Valds orden de inmediato que el fuego sea cubierto con una
manta y a la vez que se formen en actitud de encadenados de los brazos.
Supuestamente la luz reaccion, alejndose y luego casi de inmediato, se
acerc excesivamente a su posicin en silencio, iluminando todo el terreno.
Algunos miembros de la patrulla comenzaron a rezar y a otros el pnico les
hizo llorar. Ellos se paralizaron de miedo viendo el objeto acercndose
rpidamente a ellos.




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Aqu era cuando el Cabo Valds se aproxima a la luz adelantndose unos 15
metros. Un poco agitado por la situacin, l grit: En el nombre de Dios
identifquense! sin obtener una respuesta. l despus grit de nuevo:
identifquense! pero otra vez nada pas. Luego, mientras segua
acercndose a la luminosidad, una niebla lo hizo perderse de vista de la
patrulla. Eran exactamente las 4:15 am, de la maana. Los soldados,
sorprendidos, se suponen que el suboficial haba caminado hacia el otro
lado. Su reaccin inmediata era buscar el cabo. Llamaron a Valds y
desesperadamente lo buscaron en los establos, sin resultados.



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Cuando quince minutos haban transcurrido (a las 4:30 am), en la misma
manera que l se fue, l regres. No oyeron pasos, sino sintieron como caer
un fardo o un bulto al otro lado de la pared de piedras o quizs viniera de
arriba. Entonces oan a Valds diciendo "muchachos..." antes de caer
inconsciente. Los soldados lo levantaron y lo cargaron hacia el fuego, o
mejor dicho lo que quedaba de l.




Mientras lo cubran con una manta, sus subordinados notaron que cabo
Valds haba crecido una barba de varios milmetros de largo, aunque todo
el mundo recientemente se haba afeitado. Y su reloj digital indic la fecha
del 30 de abril de 1977, cinco das despus. En un estado de trance, mir a
sus hombres, con ojos saltones, y les dijo con una voz extraa (no con su
propia caractersticas vocales), Ustedes no saben quines somos, ni de
dnde venimos... pero volveremos . l se ech a rer y de acuerdo a los
soldados tuvo unos espasmos y luch para que lo suelten, hasta que se
qued dormido. Cabo Valds finalmente recuper a las siete de la maana.

Cuando se despert, el suboficial se sinti mejor. Su barba se mantuvo

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como el nico vestigio de la extraa experiencia del da anterior. Su reloj
digital, se detuvo a las 4:15 am (la hora exacta cuando fue abducido) y el
candelario del reloj seal el 30 de abril 1977, (cinco das ms tarde), pero
poco despus su reloj volvi a funcionar normalmente.




Unas semanas despus de la abduccin, Armando Valds Garrido fue
llevado a Santiago de Chile (la capital) con el propsito de ser admitido en el
Hospital Militar, aunque algunos exmenes se realizaron en el Hospital

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Psiquitrico. All fue visto por el psiquiatra Ral Molina Bravo, quien se ha
negado contestar preguntas, debido a la confidencialidad mdico-paciente.



Conclusin:

Todos los hombres, entre ellos el cabo Valds, se afeitaron en el momento y
pareca que Valds haba dejado crecer una barba de cinco das. Era como si
l hubiera viajado en una dimensin diferente del espacio-tiempo de cinco
das y haba regresado slo quince minutos ms tarde. Entonces, lo que era
quince minutos en la Tierra para sus hombres eran cinco das para Valds.
Sera posible que los extraterrestres abdujeron a cabo Valds y lo
mantuvieron por cinco das, pero de alguna manera fueron capaces de
regresarlo a las 4:30 de la maana? Ms importante an, fue el tiempo
acelerado en la perspectiva de Valds en los quince minutos que l
desapareci? Qu le parece la indicacin del calendario de cinco das
sobre su reloj? Qu tal la barba que l creci cuando fue devuelto? Por lo
mucho que me gusta leer sobre temas como el Tringulo de las Bermudas, la
fsica cuntica, encuentros con ovnis, viaje a travs del tiempo y de los seres
extraterrestres, este incidente seguramente me fascina.



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12/06/2009
El lunes a las 0h15 viajaremos en el tiempo de la mano de Iker Jimnez

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EX-CABO ARMANDO VALDEZ
GARRIDO
UNA NOCHE DE TERROR MUCHOS DIAS DE TEMOR
Por: JUAN GUILLERMO AGUILERA RODRIGUEZ <repovni@[Link]>

Con el anuncio (nuevamente) del lanzamiento del libro en el que relata su ya
famosa experiencia, salen a la luz una serie de detalles del caso, que fueron
revelados por otros integrantes de la patrulla que comparti aquella aterradora
experiencia.
En 1999 el ex-soldado Ral Salinas de la patrulla del Cabo Valds estuvo bastante
activo dando conferencias y charlas a una de las que tuve la suerte de asistir
invitado por el Dr. Mario Dussuel Jurado, miembro asesor del C.E.F.A.A.
(Investigacin oficial de los OVNIs en Chile.
Esta fue en la reunin de un grupo de amigos del doctor en las oficinas de la
empresa de uno de los integrantes de este grupo.
Esa noche, tanto el Dr. Dussuel como Salinas fueron los ltimos en llegar,
bastaron algunas palabras del Dr. Presentando al ex-soldado para que a este le
lloviese preguntas de todo tipo.

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Fueron especialmente destacables las acotaciones de un contactado asistente a la
reunin, alguien quien deca al igual que Sixto Paz que los extraterrestres se lo
haban llevado varias veces fuera de la tierra.
Este seor, ante la descripcin de los seres que se llevaron al cabo Valds dentro
de la supuesta nave espacial, eran mitad cabras (extremidades inferiores) y mitad
humanos.
All parti el debate sobre que los seres con los que ellos se haban topado esa
noche no seran de la supuesta Confederacin de la Hermandad Blanca y toda
esa historia que estamos acostumbrados a escuchar de parte de los contactados...
Para rematarla el seor contactado agreg que esos seres eran demonacos.
Porqu traigo esta historia a cuento en estos momentos?, bien, porque resulta
que el famoso ex-cabo Valds ahora es un Pastor Evanglico que tiene su propio
programa religioso en la localidad de Coyaique, en el sur de Chile.
Salinas hace de su experiencia tambin un asunto religioso, dice recibir mensajes
de una mujer extraterrestre, que se le aparece en forma mental vestida con un
traje enterizo azul o negro con botas blancas con altas, similar descripcin hizo un
pen de campo en el sur de Argentina en los aos `70.
Esta mujer supuestamente pertenece al planeta UMMO, por los smbolos que le
muestra que recuerdan al caso que parti en Espaa.
Volviendo a la reunin de aquella noche en la empresa, Salinas confes que los
habran obligado a guardar silencio apuntndoles en la cabeza con un arma de
fuego...
Con estas referencias pueden ustedes deducir en que terminaron los integrantes
de la patrulla y que podramos esperar de tal libro...

FUENTE: [Link]


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Abducciones, el caso del cabo Valds


Armando Valds Garrido, el cabo Valds fue protagonista de un caso de
abduccin en Pampa Lluscuma, en pleno desierto de la Primera Regin de
chile.

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El 25 de abril de 1977, el cabo prestaba servicio en una pesebrera con
alrededor de mil caballos, esa noche era muy fra haba encendido el fuego
y a las 4 de la madrugada estaba reunido con sus hombres hablando y
cantando, cuando de pronto escucha el grito de uno de sus soldados Pedro
Rosales que deca mi cabo viene bajando una luz.
El Cabo Valds ordena a sus hombres reordenarse y va hacia el exterior
mirando hacia el camino, suponiendo que vena algn vehculo, fue
entonces que el soldado le dice me vea hacia arriba, como no logra ver
absolutamente nada, se acerca al conscripto y ste le dice que una estrella
viene bajando.
Al mirar nuevamente puede ver un objeto luminoso que no era una estrella
y piensa que se trata de un aerolito que va a desintegrarse en cualquier
momento.
El resto de los soldados ya se encontraban all para ver que suceda, en ese
momento el objeto se pierde detrs de un cerro, sin embargo se puede ver
la destellante luz que viene de ese lugar.
Valds comienza a caminar hacia el lugar de donde aparece esa luz cuando
otro soldado le avisa que existe un segundo objeto, cuando el cabo se da
vuelta puede verlo posado frente a l y sus soldados.
Al querer moverse esa luminosidad de unos 25 metros de dimetro
agranda sus luces y se aproxima hacia ellos.
Todos se toman de las manos, algunos lloran y otros comienzan a rezar,
entonces Valds avanza hacia el objeto y a pesar de saber que haca el
ridculo grita que se identifiquen. All todos ven como el cabo Valds
desaparece.
Segn sus hombres su desaparicin dur tan slo 15 minutos, pero cabe
destacar que cuando Valds fue abducido no tena barba y cuando

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reaparece tena una barba ya bastante crecida, lo que hace pensar en la
prdida de tiempo, un tiempo que falta como en la mayora de los casos de
abduccin.
Todos los recuerdos de Valds se han logrado por medio de regresin
hipntica, porque l dice haber recibido ciertos mensajes en forma
teleptica.
Otra de las afirmaciones del cabo es que en todo momento el segua
viendo a sus hombres, por eso piensa que fue como pasar una barrera, es
decir, estar en otro lugar pero viendo siempre a sus soldados, que gritaban
y trataban de ir hacia la luz.
Valds dice haber recibido de los supuestos extraterrestres un mensaje, sin
embargo, hasta hoy no ha revelado su contenido afirmando que se trata de
algo muy importante para la humanidad e inclusive no descarta la
posibilidad de una invasin de estos seres a nuestro planeta.
El caso Valds es sin lugar a dudas uno de los ms excitantes hechos
ocurridos en Chile, dada la cantidad y calidad de las personas implicadas,
lo extrao del suceso y porque adems existen pruebas que el hecho
sucedi tal como fue relatado por el cabo Valds.
Este caso es de tal importancia que ha comenzado a ser revisado por los
investigadores del Centro Ovniolgico Nacional de Roma, quienes afirman
encontrarse ante el ms importante suceso de distorsin temporal en la
historia de los fenmenos extraterrestres.





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Artculos, trabajos o publicaciones ntegras de los autores,
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Las opiniones y pensamientos son de exclusiva responsabilidad de
quienes las escribieron o emitieron.
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acentuacin en algunos casos.

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