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Fundamentos de Dibujo Industrial

Este documento presenta una introducción al dibujo técnico y al diseño industrial. Contiene información sobre normalización, construcciones geométricas como líneas paralelas y perpendiculares, arcos de enlace y líneas tangentes. También cubre temas como escalas de representación, formatos de hojas, pliegues de planos, sistemas de proyección, tipos de líneas y elección de vistas. Por último, incluye secciones sobre vistas especiales, secciones y cortes en componentes mecánicos, y dimensionado de

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Fundamentos de Dibujo Industrial

Este documento presenta una introducción al dibujo técnico y al diseño industrial. Contiene información sobre normalización, construcciones geométricas como líneas paralelas y perpendiculares, arcos de enlace y líneas tangentes. También cubre temas como escalas de representación, formatos de hojas, pliegues de planos, sistemas de proyección, tipos de líneas y elección de vistas. Por último, incluye secciones sobre vistas especiales, secciones y cortes en componentes mecánicos, y dimensionado de

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Dibujo y Diseo Industrial

NDICE
Unidad I:
1.
2.
3.

4.
5.
6.
7.
8.

9.

Introduccin.................................................................................................... 1
Normalizacin ................................................................................................. 1
Construcciones geomtricas ............................................................................. 2
3.1 Rectas paralelas y perpendiculares ............................................................. 2
3.1.1 Trazo de rectas paralelas ................................................................... 3
3.1.2 Trazo con rectas perpendiculares ....................................................... 4
3.1.3 Trazo de una paralela a una distancia dada......................................... 5
3.2. Arcos de enlace......................................................................................... 6
3.2.1 Enlace mediante arcos circulares, de dos lados de un ngulo ................ 6
3.2.2 Enlace de dos puntos mediante un arco de circunferencia .................... 7
3.2.3 Enlace de dos circunferencias mediante un arco circular....................... 7
3.3. Rectas tangentes ...................................................................................... 8
3.3.1 Recta tangente a una circunferencia desde un punto ........................... 8
3.3.2 Recta tangente a dos circunferencias .................................................. 9
3.4. Tarea propuesta...................................................................................... 10
3.4.1 Brazo oscilante ............................................................................... 10
3.4.2 Brazo de engranajes ....................................................................... 11
3.4.3 Brazo oscilante ............................................................................... 12
Escalas de representacin .............................................................................. 12
Formatos de hojas ......................................................................................... 16
Plegado de planos ......................................................................................... 18
Introduccin a las proyecciones ortogonales .................................................... 19
Sistemas de proyeccin .................................................................................. 19
8.1. Proyeccin a partir del primer cuadrante (o sistema e o sistema
europeo o sistema DIN) .......................................................................... 20
8.2. Proyeccin a partir del tercer cuadrante (o sistema a o sistema
americano o sistema asa) ....................................................................... 22
Tipos de lneas .............................................................................................. 24
9.1. Precedencia de lneas .............................................................................. 27
9.2. Ejemplos ................................................................................................ 31
9.3. Ejercicios ................................................................................................ 32
9.4. Eleccin de vistas necesarias para representar correctamente una pieza: ..... 38
9.4.1 Ejemplo: ........................................................................................ 38

Unidad II:

1.

2.

FUNDAMENTOS DE DIBUJO

VISTAS ESPECIALES Y SECCIONES EN COMPONENTES


MECNICOS

Vistas especiales............................................................................................ 39
1.1 Vistas auxiliares ...................................................................................... 39
1.2 Vistas parciales ....................................................................................... 40
1.3 Vistas locales .......................................................................................... 40
1.4 Disposicin de vistas usando flechas de referencia (vistas desplazadas) ....... 41
Secciones y cortes ......................................................................................... 41

Dibujo y Diseo Industrial

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2.1
2.2
2.3
2.4
2.5

Seccin ................................................................................................... 41
Corte ...................................................................................................... 41
Plano de corte ......................................................................................... 42
Anotaciones en secciones y corte .............................................................. 43
Achurado de secciones ............................................................................. 45
2.5.1 Achurado general ............................................................................ 45
2.5.2 Achurado de acuerdo al material ...................................................... 47
2.6. Clasificacin de las secciones .................................................................... 47
2.6.1 Seccin normal ............................................................................... 48
2.6.2 Seccin abatida ............................................................................... 48
2.6.3 Secciones abatidas con desplazamiento............................................. 48
2.6.4 Seccin desplazada ......................................................................... 49
2.6.5 Secciones desplazadas ..................................................................... 50
2.7. Clasificacin de los cortes ......................................................................... 50
2.7.1 Corte total ...................................................................................... 50
2.7.2 Corte desplazado............................................................................. 51
2.7.3 Corte escalonado ............................................................................ 51
2.7.4 Semicorte ....................................................................................... 52
2.7.5 Corte local o parcial ......................................................................... 52
2.7.6 Corte alineado ................................................................................ 53

Unidad III: DIMENSIONADO DE VISTAS Y SECCIONES


1.

Principios generales de acotacin .................................................................... 55


1.1. La norma establece las siguientes definiciones: .......................................... 56
1.1.1 Cota:.............................................................................................. 56
1.1.2 Cota funcional:................................................................................ 56
1.1.3 Cota no funcional: ........................................................................... 56
1.1.4 Cota auxiliar: .................................................................................. 56
1.1.5 Elemento: ....................................................................................... 56
1.1.6 Producto terminado: ........................................................................ 56
2. Mtodo de ejecucin de la acotacin ............................................................... 57
2.1. Mtodo 1 ................................................................................................ 63
2.2. Mtodo 2 ................................................................................................ 64
3. Acotacin de crculos, radios, arcos, cuadrados y esferas.................................. 68
3.1. Disposicin general de las cotas ................................................................ 74
4. Elementos equidistantes y elementos repetitivos............................................... 78
5. Chaflanes y avellanados ................................................................................. 81
6. Inclinacin y conicidad ................................................................................... 82
7. Otras indicaciones .......................................................................................... 84
8. Acotacin de contornos curvos ........................................................................ 85
9. Metodologa de acotacin ............................................................................... 86
10. Influencia de la fabricacin en la acotacin ...................................................... 91
10.1. Acotacin para procesos de arranque de viruta ........................................ 91
10.1.1 Acotacin para el arranque rectilneo de la viruta ............................. 92
10.1.2 Acotacin para el arranque circular la de viruta................................ 92
10.2. Representacin y acotacin de piezas dobladas y plegadas ....................... 98
10.3. Representacin y acotacin de piezas embutidas y estampadas ................. 99
11. Piezas prismticas de base cuadrada ............................................................. 100
11.1. Representacin y acotado .................................................................... 100

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Dibujo y Diseo Industrial

11.2. Tarea propuesta.................................................................................. 101


11.3. Rebajes en piezas cilndricas ................................................................ 105
11.4. Ejercicios planteados. .......................................................................... 106
12. Piezas cnicas ............................................................................................. 111
12.1. Representacin y acotado .................................................................... 111
12.1.1 Cono ......................................................................................... 111
12.1.2 Tronco de cono .......................................................................... 112
12.2. Acotado alternativo en piezas cnicas ................................................... 112
13. Piezas esfricas ........................................................................................... 113
13.1. Representacin y acotado .................................................................... 113
13.2. Ejercicios ............................................................................................ 115
14. Criterios generales de acotacin.................................................................... 117
Unidad IV:
1.
2.

Simplificacin en dibujos de piezas semejantes .............................................. 119


Simplificacin, por reduccin de elementos .................................................... 120
2.1 Representacin normalizada de elementos roscados................................. 125

Unidad V:
1.
2.
3.

4.

5.
6.

REPRESENTACIN DE ELEMENTOS DE MQUINAS

TOLERANCIAS Y AJUSTES

Introduccin: .............................................................................................. 129


1.1. Objetivos: ............................................................................................. 129
Tolerancias ................................................................................................. 129
Definiciones previas ..................................................................................... 130
3.1. Dimensiones principales ......................................................................... 130
3.1.1 Cota o medida nominal (n) ............................................................ 130
3.1.2 Cota o medida real (r) ................................................................... 130
3.1.3 Cota o medida mxima admisible (cm) ........................................... 131
3.1.4 Cota o medida mnima admisible (cm) ............................................ 131
3.1.5 Desviacin o diferencia superior ( ds ) ............................................ 131
3.1.6 Desviacin o diferencia inferior ( di ) ............................................. 131
3.1.7 Desviacin o diferencia real ( dr ) ................................................... 131
3.2. Magnitud de la tolerancia ....................................................................... 132
3.3. Utilizacin de tablas de tolerancias - normas is0....................................... 133
3.3.1 Determinacin de la magnitud dela tolerancia ................................. 133
Ajustes ....................................................................................................... 146
4.1. Determinacin de ajustes ....................................................................... 150
4.1.1 Sistema de ajuste agujero nico.................................................... 150
4.1.2 Sistema de ajuste eje nico ........................................................ 152
Prctica ...................................................................................................... 153
Indicacin de tolerancias en planos de fabricacin .......................................... 155
6.1. Tolerancias dimensionales ...................................................................... 156
6.1.1 Representacin de tolerancias mediante las desviaciones ................. 156
6.1.2 Representacin de tolerancias mediante tolerancias iso .................... 157

Dibujo y Diseo Industrial

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Unidad VI: RUGOSIDAD DE LAS SUPERFICIES Y REPRESENTACIN DE


SOLDADURA
1.
2.
3.

Acabado superficial ...................................................................................... 163


Tolerancias geomtricas ............................................................................... 168
Representacin de soldadura ........................................................................ 170
3.1 Smbolos y signos de referencia de soldaduras ......................................... 170
3.2 Ejercicio ................................................................................................ 172

Unidad VII: PLANOS DE DESPIECE Y DE ENSAMBLE


1.

2.

3.

Tipos de dibujos tcnicos .............................................................................. 176


1.1. Segn el tipo de representacin .............................................................. 176
1.2. Segn el contenido ................................................................................ 177
1.2.1 Dibujo de conjunto o general: ........................................................ 177
1.2.2 Dibujo de montaje: ....................................................................... 178
1.2.3 Dibujo de grupo ............................................................................ 179
1.2.4 Dibujo de despiece ........................................................................ 179
1.2.5 Dibujo de medidas: ....................................................................... 180
1.2.6 Dibujo colectivo ............................................................................ 180
1.2.7 Esquema ...................................................................................... 181
Elaboracin de un plano de ensamble ............................................................ 183
2.1. Parmetros de un plano de ensamble ...................................................... 184
2.1.1 Lista de materiales ........................................................................ 184
2.2. Identificacin de partes .......................................................................... 184
2.3. Acotado en ensambles ........................................................................... 185
Ejercicio ...................................................................................................... 186

Unidad VIII: METODOLOGA DEL DISEO


1.
2.
3.

4.

Introduccin ................................................................................................ 189


Concepto y tipos de diseo ........................................................................... 189
2.1 El diseo industrial................................................................................. 189
2.2 El diseo mecnico. ............................................................................... 190
El proceso de diseo .................................................................................... 190
3.1 Fase de anlisis y delimitacin ................................................................ 190
3.2 Fase de diseo conceptual ...................................................................... 191
3.3 Fase de desarrollo de la solucin ............................................................. 193
3.4 Fase de realizacin y comercializacin ..................................................... 193
Ejemplo ...................................................................................................... 194

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Dibujo y Diseo Industrial

UNIDAD I
FUNDAMENTOS DE DIBUJO
1.

INTRODUCCIN
El dibujo es la forma de lenguaje universalmente admitida. Existen diferentes
tipos de dibujo, en este texto desarrollaremos el dibujo tcnico.
El dibujo tcnico es el lenguaje por el cual el tcnico registra sus ideas o alguna
informacin exterior y las comunica a otras personas para su materializacin
prctica.
Mientras el ingeniero o tcnico no sea capaz de pensar grficamente, sus
limitaciones creativas son enormes y tendr grandes problemas para resolver
correctamente un determinado problema tcnico.

2.

NORMALIZACIN
Para que el dibujo tcnico sea completamente til y cumpla con ser un medio de
expresin y comunicacin debe tener las siguientes caractersticas: Grfico,
universal y preciso.
Lenguaje grfico: Las palabras se sustituyen por lneas, cifras y smbolos.
Universal: Debe ser comprendido por tcnicos independientemente del idioma
que hablen.
Preciso: Es necesario que se sigan unas reglas claras y precisas en la
representacin para interpretar sin posibilidad de error el diseo o el
producto.
Estas reglas se establecen en cada pas por los organismos de normalizacin
como es el caso de:
PAS
Per
Alemania
Estados Unidos
Espaa
Japn
A nivel internacional

NORMA
INDECOPI
DIN
ANSI, ASA y ASTM
AENOR
JIS
ISO
Tabla 1.

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Estos organismos estn relacionados entre s para que no existan discrepancias


entre las normas de unos pases y otros.
Las normas de aplicacin para el dibujo se refieren a los sistemas de
representacin, normas de presentacin (tamao de papel, cajetn de rotulacin,
etc.), representacin de elementos (escalas, vistas, cortes, smbolos, etc), series
de valores normalizados para elementos, etc.
Ejemplos:
Norma DIN 199:
Norma ISO 5457:
Norma DIN 931:
3.

Clasifica los tipos de dibujos tcnicos.


Formatos de lminas para dibujo.
Tornillos hexagonales, rosca mtrica, roscado parcial.

COSTRUCCIONES GEOMETRICAS
3.1 RECTAS PARALELAS Y PERPENDICULARES
Es prctica comn en dibujo mecnico el trazo de las rectas paralelas y de
rectas perpendiculares. Para ello se recurre al uso de un juego de
escuadras como el mostrado en la figura 1.

Figura 1. Juego de Escuadras

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3.1.1 TRAZO DE RECTAS PARALELAS


Debe procederse segn la secuencia mostrada en la figura 1.8:
1.
2.
3.
4.

Colocar la hipotenusa de una las escuadras (escuadra 1) sobre


la recta original (figura 2).
Hacer coincidir la otra escuadra (escuadra 2) con uno de los
catetos de la escuadra 1 (figura 3).
Deslizar la escuadra 1 sobre la escuadra 2 (figura 4).
Trazar la recta paralela sobre la hipotenusa de la escuadra 1
(figura 5)

Figura 2. Marcado de la Recta Original

Figura 3. Deslizamiento De La Escuadra

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Figura 4. Fijacin de la Escuadra de Apoyo

Figura 5. Trazo de la Paralela

3.1.2 TRAZO CON RECTAS PERPENDICULARES


Debe procederse segn la secuencia mostrada:

Colocar la hipotenusa de una de las escuadras (escuadra 1)


sobre la recta original.
Hacer coincidir la otra escuadra (escuadra 2) con uno de los
catetos de la escuadra 1.
Girar la escuadra 1 sobre la escuadra 2, cambiado el cateto de
apoyo.
Trazar la recta perpendicular sobre la hipotenusa de la
escuadra 1.

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Figura 6. Marcado De La Recta Original

Figura 7. Fijacin De La Escuadra De Apoyo

Figura 8. Giro de la escuadra

Figura 9. Trazo de la perpendicular

3.1.3 TRAZO DE UNA PARALELA A UNA DISTANCIA DADA


Es una combinacin de los dos procedimientos anteriores:
Trazar una perpendicular a la recta original.
Por la interseccin generada, llevar con un comps la distancia
dada, cortando la perpendicular.
Por la interseccin del arco con la perpendicular, trazar la
paralela buscada.

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3.2 ARCOS DE ENLACE


Las piezas de mquinas muchas veces tienen redondeos que van de una
lnea a otra, de una lnea a un punto o tambin de un punto a otro. Para
dibujar los arcos correspondientes hay que fijar los centros y los puntos
de tangencia.
3.2.1 ENLACE MEDIANTE ARCOS CIRCULARES, DE DOS LADOS DE
UN NGULO
En la figura 10 al 13 se pueden apreciar todas las posibilidades para
el trazado buscado.
El procedimiento general consiste en trazar por el interior del ngulo,
ya sea este recto (figura 10), agudo (figura 11) u obtuso (figura 12),
dos rectas paralelas a los lados y a un distancia igual al radio; en la
interseccin de estas rectas se encuentra el centro C. Las normales
trazadas desde ste a ambos lados nos dan los puntos de enlace, de
tangencia o de transicin A y B.

Figura 10. Angulo Recto

Figura 11. Angulo Obtuso

Figura. 12 Angulo Agudo

Figura 13. Angulo Recto (Caso Particular)

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Arcos de enlace en ngulos.


Si el ngulo es recto, puede encontrarse tambin el centro
llevando el radio sobre cada uno de los lados a partir del vrtice
y trazando desde los puntos obtenidos, con la misma abertura de
comps, otros dos arcos, cuya interseccin nos determina el
centro buscado (Figura 13).

3.2.2 ENLACE DE DOS


CIRCUNFERENCIA

PUNTOS

MEDIANTE

UN

ARCO

DE

La figura 14 muestra como hallar el centro C: en la circunferencia


de dos arcos trazados, con radio R, desde los puntos P1 y P2.

Figura
1.11
Arco Entre
de enlace
Figura
14. Arco
De Enlace
Puntos

entre dos

puntos.
3.2.3 ENLACE DE DOS CIRCUNFERENCIAS MEDIANTE UN ARCO
CIRCULAR
Se tiene dos posibilidades para este caso:
1.

2.

Mediante un arco circular cncavo (figura 15), se traza, con


centro en el crculo de radio R1, un arco de radio R + R1; y
con centro en el crculo de radio R2 otro arco de radio R + R2.
La interseccin de ambos arcos permite trazar el arco R que
enlaza las dos circunferencias.
Mediante un arco circular convexo (figura 16), el centro del
arco R se encuentra trazando un arco de radios R R1 y R
R2 correspondiente a cada circunferencia.

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R + R2
R1

R + R1

R2

R1

Figura 15. Mediante un Arco Cncavo

1.1

1.12a Mediante un arco cncavo.

Fig. 1.12 Arco de enlace entre dos circunferen

R1

R2

R2

R R2
R R1

Figura 16. Mediante un Arco Convexo


1.12b
Mediante un arco convexo.

Arco De Enlace Entre Dos Circunferencias

nlace entre dos


3.3 circunferencias.
RECTAS TANGENTES
3.3.1 RECTA TANGENTE A UNA CIRCUNFERENCIA DESDE UN
PUNTO
Se une con una recta el punto P, desde donde saldr la tangente,
con el centro en O de la circunferencia. Con centro en O y en P se
trazan dos arcos con la misma abertura de comps y radio algo
8

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mayor a la longitud de OP, cortndose estos arcos en A' y B'. Se


unen estos dos puntos con un Segmento de recta que corta OP en
M.

A
A`

O
P

B`

R
PM = MO

Figura 1.13 Recta tangente desde un punto dado.


Figura 17. Recta Tangente Desde UN Punto Dado

(punto medio de OP). Con centro en M y radio MO se corta la


circunferencia en A y B, siendo stos dos puntos de tangencia por
donde pasarn las rectas buscadas. Figura 17
3.3.2 RECTA TANGENTE A DOS CIRCUNFERENCIAS
Suponiendo dos circunferencias: O1 y O2, tal que R2 > R1, el
procedimiento a seguir es el mostrado en la figura 18 y descrito a
continuacin:
A
B
A`
O2

R2

Figura 18. Recta tangente a dos circunferencias

R1

R1

R2

O1

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Puesto que R2 es mayor que R1, con centro en O2 se traza la


circunferencia de radio R2 R1 y una recta tangente a sta desde
O1 (ver procedimiento anterior). Dicha tangente corta en A' y la
prolongacin de O2 - A' corta a la circunferencia de radio R2 en A.
Se traza por O1, una paralela a O2-A, cortando la circunferencia de
radio R1 en el punto B. A y B son los puntos de tangencia por
donde pasar la recta buscada.
3.4 TAREA PROPUESTA
3.4.1 BRAZO OSCILANTE

90
R1
5

12

0
R1

R1
0

40
0
5
R
15
0

R2
0

2
3

2
3
R
1
05

20

Figura 1.

140

Figura 19.

10

25
R
2
0
07

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3.4.2 BRAZO DE ENGRANAJES

Figura 20.

11

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3.4.3 BRAZO OSCILANTE

Figura 21.

4.

ESCALAS DE REPRESENTACIN
En el dibujo tcnico las piezas representadas no siempre se pueden reproducir en
su tamao original o natural.
En algunos casos habr que reducirlas para dibujarlas en un papel de tamao
apropiado, otras veces, si el elemento a representar es demasiado pequeo, se
debe dibujar ampliado para visualizarlo apropiadamente e indicar en l las
anotaciones necesarias.
La escala viene a ser la relacin que existe entre las dimensiones del dibujo y las
dimensiones reales del objeto, es decir:
ESCALA = D / R

ESCALA

D:R

D : Dimensiones que se emplearon en el dibujo de un objeto.


R : Medida real o natural del objeto representado.

12

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Si el dibujo es de mayores dimensiones que el objeto que representa, se dice


que se emple una escala de ampliacin. En caso contrario, es decir, si las
dimensiones del dibujo son menores. (Figura 22).
REPRESENTACIN DE UNA TUERCA M10 EN DIFERENTES ESCALAS

Escala de Ampliacin Escala de Reduccin Escala Natural

Figura 22. Escalas de representacin

Conocida la escala, siempre se podr medir sobre el plano y conocer la


dimensin real.
La norma ISO 5455 recomienda el uso de escalas especficas llamadas escalas
normalizadas, las que permiten la rpida medicin de un dibujo empleando un
escalmetro, (Figura 23) regla graduada generalmente con 6 escalas.
ESCALMETRO

Figura 23. Escalmetro

13

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ESCALAS NORMALIZADAS (ISO 5455)

ESCALAS DE
AMPLIACIN

ESCALA NATURAL

ESCALAS DE
REDUCCIN

2:1
5:1
10:1
20:1
50:1
100:1

1:1

1:2
1:5
1:10
1:20
1:50
1:100

Tabla 2. Tipos de escala (Segn ISO 5455:1979)

La Figura 24, muestra un plano mecnico, representado a diferentes escalas.

20

40

20

20
40
20

20

40

20

30

Esc. 1:1

30

30

Esc. 1:2

Esc. 2:1

Figura 24. Ejemplo de aplicacin de escalas


Figura 1.1 Ejemplo de aplicacin de plano mecnico

en diversas escalas.

14

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EJERCICIO 1:

Reproducir en escala 2:1 la figura mostrada en la cuadrcula. La escala de la


figura mostrada es 1:1.

Escala 1:1

Escala 2:1
Figura 25.

EJERCICIO 2:
Reproducir en escala 1:2 la figura mostrada en la cuadrcula. La escala de la
figura mostrada es 1:1.

Escala 1:1

Escala 1:2
Figura 26.

15

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EJERCICIO 3:
Reproducir en escala 6:1 la figura mostrada en la cuadrcula. La escala de la
figura mostrada es 2:1. En el espacio disponible, dibuje la figura en escala
4:1.

Escala 2:1

Escala 6:1
Figura 27.

5.

FORMATOS DE HOJAS
Los formatos de hojas tienen una base comn. Se dice p. ej. simplemente A4 y
se quiere referir a una hoja de papel con las dimensiones como las indica la
norma DIN 476 en la serie A.
El formato de base DIN A= representa un rectngulo con un rea de 1m2 y una
relacin de los lados de 1: 2 .
Cada formato ms pequeo es la mitad del precedente.
Las dimensiones para hojas de dibujo se indican en DIN 823. Aparte de las
dimensiones para el formato recortado se indican en esta norma otros datos,
como dimensiones de la hoja sin cortar, el rea de dibujo til, series adicionales,
etc.
El formato A4 es el tamao estndar para las hojas de carta, y el formato A6 es
el tamao internacional para tarjetas postales.

16

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A2

A1
A4
A3
A6

A5

Figura 28.

FORMATO
A0
A1
A2
A3
A4
A5
A6

DIMENSIONES (mm)
841 x 1189
594 x 841
420 x 594
297 x 420
210 x 297
148 x 210
105 x 148

Tabla 3. Formatos de papel

17

Dibujo y Diseo Industrial

6.

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PLEGADO DE PLANOS
Para el archivado de los planos, stos se deben doblar de la manera indicada en
la figura siguiente. Las lminas son plegadas de tal manera que puedan ser
archivadas en un formato A4. (Norma DIN 824)

Figura 29. Plegado de planos

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7.

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INTRODUCCIN A LAS PROYECCIONES ORTOGONALES


La representacin de los objetos tridimensionales en un papel, el cual tiene dos
dimensiones, fue una bsqueda constante desde el siglo XV. La idea de los
sistemas de representacin se basa en la proyeccin de los cuerpos y elementos
geomtricos sobre un plano, denominado plano de proyeccin.
De este modo, se habla de los elementos de una proyeccin: Observador, haces
o lneas proyectantes, objeto proyectado, plano de proyeccin y proyeccin.
(Figura 30).

Figura 30. Proyeccin

8.

SISTEMAS DE PROYECCIN
Al situar a un observador segn las seis direcciones indicadas por las flechas
presentadas en la figura 31, se obtienen las seis vistas posibles de un objeto.

19

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Estas vistas se designan con las siguientes denominaciones:


Vista
Vista
Vista
Vista
Vista
Vista

A: Vista de frente o alzado


B: Vista superior o planta
C: Vista derecha o lateral derecha
D: Vista izquierda o lateral izquierda
E: Vista inferior
F: Vista posterior
Figura 31. Posibles vistas de un objeto

Dependiendo de la disposicin de las diferentes vistas sobre el papel, la norma


ISO 5456-2:1996 permite el uso de alguno de los siguientes dos mtodos de
proyeccin ortogonal:

Sistema de Proyeccin del Primer Cuadrante.


Sistema de Proyeccin del Tercer Cuadrante.

8.1 PROYECCIN A PARTIR DEL PRIMER CUADRANTE (O SISTEMA E


O SISTEMA EUROPEO O SISTEMA DIN)
En este mtodo, el objeto queda situado entre el observador y la
proyeccin correspondiente (llamada vista de un slido).
Manteniendo la vista frontal fija, las dems vistas se despliegan en torno a
ella.
El smbolo que representa este sistema se muestra en la figura 34.
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Figura 32.

Figura 33. Proyeccin a partir del I Diedro

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Figura 34. Sistema E

8.2 PROYECCIN A PARTIR DEL TERCER CUADRANTE (O SISTEMA A


O SISTEMA AMERICANO O SISTEMA ASA)
En este mtodo, es la vista correspondiente la que queda situada entre el
observador y el objeto. Con referencia a la vista frontal, las dems vistas se
disponen segn las figuras siguientes. El smbolo distintivo de este mtodo
se muestra en la figura 37.

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Figura 35.

Figura 36.

23

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Figura 37. Sistema E

9.

TIPOS DE LNEAS
Todas las aristas, ejes, contornos ocultos, etc., de una pieza se representan con
lneas, que dependiendo de su visibilidad y significado pueden ser, de acuerdo
con la norma ISO 128:
Lnea

Designacin

Continua gruesa

Continua fina (recta o


curva)

Continua fina a mano


alzada (2)

D(1)

Llena fina (recta) con


zigzag

Gruesa de trazos(2)

Fina de trazos

Fina de trazo y punto

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Aplicaciones generales
A1 Contornos vistos
A2 Aristas vistas
B1 Lneas ficticias vistas
B2 Lneas de cota
B3 Lneas de proyeccin
B4 Lneas de referencia
B5 Rayados
B6
Contornos
de
secciones abatidas
B7 Ejes cortos
C1 Lmites de vistas o
cortes
parciales
o
interrumpidos
D1 Lmites de vistas o
cortes
parciales
o
interrumpidos
E1 Contornos ocultos
E2 Aristas ocultas
F1 Contornos ocultos
F2 Aristas ocultas
G1 Ejes de revolucin
G2 Trazas de plano de
simetra
G3 Trayectorias

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Lnea

Designacin

Aplicaciones generales

Fina de trazo y punto,


H1 Trazas de plano de
gruesa en los extremos y
corte
en los cambios de direccin
J1
Indicacin
de
superficies
Gruesa de trazo y punto
que
son
objeto
de
tratamiento especfico
K1 Contornos de piezas
adyacentes
K2 Posiciones intermedias
y extremos de piezas
mviles
Fina de trazo y doble punto K3 Lneas de centros de
gravedad
K4 Contornos iniciales
antes del conformado
K5 Partes situadas delante
de un plano de corte

(1) Este tipo de lnea se utiliza especialmente para dibujos de mquinas


(2) Aunque haya disponibles dos variantes, slo hay que utilizar un tipo de lnea en un mismo
dibujo.
Tabla 4. TIPOS DE LNEA (segn ISO 128-24:1999)

La figura 38 muestra un ejemplo ilustrativo de la aplicacin de los diferentes


tipos de lnea. La identificacin de los tipos corresponde a la norma de la
pgina anterior.

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Figura 38. Ejemplo de tipos de Lneas

Ejemplo de aplicacin de lneas de contornos iniciales de elementos


conformados (K4).

Figura 39. Lneas Posicin

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Ejemplo de aplicacin del tipo de lnea para plano de corte (H1).

Figura 40. Corte

9.1 PRECEDENCIA DE LNEAS


Cuando dos o ms lneas de diferente tipo coinciden, el orden de
precedencia es el siguiente:
1.
2.
3.
4.
5.
6.

Contornos y bordes visibles (lneas tipo A)


Contornos y bordes ocultos (lneas tipo E F)
Planos de corte (lneas tipo H)
Lneas de centro y de simetra (lneas tipo G)
Lneas centroidales (lneas tipo K)
Lneas de proyeccin (lneas tipo B)

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La figura 41 muestra un ejemplo ilustrativo acerca de la precedencia de


lneas.

Figura 1.5 Ejemplos de aplicacin para la precedencia correcta de las lneas.


Figura 41. Ejemplos de Aplicacin para la Precedencia correcta de las Lneas

La prctica del correcto trazo de lneas es importante para facilitar la


lectura de los dibujos. La figura 42 muestra ejemplos ilustrativos.

Mal

Bien

Figura 42. Lneas Del Tipo G

Figura 1.6a Lneas del tipo G.

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Mal

Mal

Bien

Bien

Mal

Bien
Mal

Bien

d
Figura 43. Lneas Del Tipo E o F
Trazo Correcto de Lneas
Figura 1.6b Lneas del tipo E F.

De acuerdo a lo mostrado en esta figura, tendremos que:


Figura 1.6 Trazo correcto

Las lneas de ejes de simetra tienen que sobresalir ligeramente del


de lneas.
contorno de la pieza y tambin las de centro de circunferencias, pero
no deben continuar de una vista a otra (figura 42).
En las circunferencias, los ejes han de cortar y no cruzarse, si las
circunferencias son muy pequeas se dibujarn lneas continuas finas
(figura 42).
Cuando dos lneas de trazos sean paralelas y estn muy prximas, los
trazos se dibujarn alternados (figura 43a).
Las lneas de trazos, tanto si acaban en una lnea continua o en una de
trazos, acabarn en trazo (figura 43b).
Una lnea de trazos, no cortar al cruzarse, a una lnea continua ni a
otra de trazos (figura 43c).
Los arcos de trazos acabarn en los puntos de tangencia (figura 43d).
En cuanto al cruce e interseccin de los diferentes tipos de lneas, tenga en
cuenta las reglas ilustradas en la siguiente figura:

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Tabla 5. Uso correcto de interseccin de lneas

Ejemplo de representacin de vistas de un slido empleando instrumentos


de dibujo y lneas de pliegue (Horizontal/frontal H/F y frontal/ perfil
derecho F/P).

Figura 44. Ejemplo de representacin de un slido mediante vistas

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9.2 EJEMPLOS
Observe los siguientes ejemplos de representacin de piezas a travs de
sus vistas:

Tabla 6. Representacin de elementos a travs de vistas y proyeccin isomtrica

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9.3 EJERCICIOS
Dibuje las vistas ortogonales frontal, horizontal y perfil para los elementos
mostrados en la figura siguiente. La vista frontal deber ser la indicada con
la flecha. Debe guiarse por la cuadrcula para guardar las proporciones de
las dimensiones.

Figura 45.

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Figura 46.

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Figura 47.

34

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Figura 48.

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En las siguientes figuras, vincule la letra de la proyeccin isomtrica con el nmero


de las vistas que corresponda en cada caso.

A
G

B
H

C
J

D
K

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E
L

F
M

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Vistas incompletas: Trace las lneas que crea necesarias en las vistas que lo
requieran para completar la representacin de un slido.

Figura 49.

Se muestran las vistas frontal y superior completas. Dibuje la vista lateral


para cada caso.

Figura 50.

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9.4 ELECCIN DE VISTAS NECESARIAS


CORRECTAMENTE UNA PIEZA

PARA

REPRESENTAR

Para seleccionar las vistas necesarias de un elemento, con la finalidad de


mostrar todos sus detalles de forma y dimensin, se debe tener en cuenta
lo siguiente:
Elegir la Vista Principal, es decir la que muestre la mayor cantidad de
detalles del objeto. Generalmente a esta se la adopta como vista frontal
y es la que muestra la pieza en su posicin de funcionamiento. Esta
vista se debe dibujar completa y debe tener la menor cantidad de lneas
discontinuas.
Cuando se necesitan otras vistas (incluyendo secciones), stas deben
seleccionarse bajo el criterio de que deben ser las mnimas,
suficientes y adecuadas para que la pieza quede total y
correctamente definida de acuerdo a las siguientes reglas:
-

El nmero de vistas y secciones debe ser el mnimo necesario que


definan completamente el objeto.
Debe evitarse el uso innecesario de contornos y esquinas ocultas.
Debe evitarse la repeticin de detalles.

9.4.1 EJEMPLO
Para la pieza ABRAZADERA mostrada en una proyeccin espacial, se
ha dibujado la vista principal correspondiente. Hay necesidad de
dibujar otras vistas para completar la informacin? Cuntas y
cules son stas?

Figura 51. Qu vistas se necesita?

38

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