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Gramática de La Lengua Castellana: Según Ahora Se Habla

Hay que destacar la novedad del método inductivo seguido por el autor, donde la consideración de la gramática es asumida como doctrina normativa descriptiva y sincrónica separada de la retórica y el rechazo de la tradicional sintaxis figurada.
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Gramática de La Lengua Castellana: Según Ahora Se Habla

Hay que destacar la novedad del método inductivo seguido por el autor, donde la consideración de la gramática es asumida como doctrina normativa descriptiva y sincrónica separada de la retórica y el rechazo de la tradicional sintaxis figurada.
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(Algimo^)j'es ^J5iie ^a b fai '''rmance es hablar c o m o se habla en e~]ljjjfjVEp,'fyio conocen,que el bien, hablar no es comn %injp^gci<^cle p a r t c u l a j u i c i o , a'ns en lo que se d i c e ^ coitfy*p

p la maera c o m o se dice.
,

<

fg*

LEO.\J Nombres

de Cristo;^\\b.

III.

ADVERTENCIA.

".$ edicin y aunque mas aumentada que la segunda, est hecha en la misma imprenta y tirada en el mismo tamao y,papel que la ora y lleva en ta portada el escudito peculiar de nuestras impresiones, Lo advertimos para que los. compradores jijen su atencin en estas circunstancias,y puedan distin^irla fcilmente dlas que el srdido nteres y falta de delica&Stpuedan contrltacQg en Fra\icia, las cua les presentaren! prtimeQgEfista todas las seales de no ser espao las V si de ordinario son poco correctas las hechas en los pases don de no se ha%la el castellano^ en el presente caso en que , como a espe culacin furtiva y contraviniendo alas leyes de propiedad, tendrn que confiarse las manos mercenarias de cualquiera cajista /ranees, deben pulular los errores, jr ser conocida su inferioridad, respecto de la que ha cuidado el autor de la Gramtica con el esmero que acos tumbra. Adese lo dicho , que cometen el Compendio para el uso de fas escuelas, que el mismo acaba de publicar, se refiere de continuo las pginas de esta edicin, se encontraran chasqueados os lecto res que consultasen las citas en otra que la verdadera.
? 4

VALENCIA, IMPRENTA OE J. F ERRER DE ORCA, C. DE 1AI.I.ESTEROS , 0 .

-*

GRAMTICA
D E LA

LENGUA
S E G N

CASTELLANA
A H O R A SF . H A I H . A , ORDENADA

FOR

DON

VICENTE
TERCERA

SALVA.

EDICIN,
V AUMENTADA.

KOTVDUMESTE

CORREGID.*.

PARS,
T.IBRKRA I)K I . O S S S . O N V I C I A N T E c.M.i.i' n i : 1.11.1 .E , 4. S A L V A H I J O ,

1837.
J

^ M M u / c R C J i n A D DE MALAGA BIBLIOTECA UN Vtno u ....

v,.(

W^V^

ENTUK los libros con q u e la p r e n s a e n r i q u e c e d i a r i a m e n t e la r e p b l i c a de las l e t r a s , se c u e n t a u n c r e cido n m e r o de G r a m t i c a s de los p r i n c i p a l e s i d i o m a s e u r o p e o s p a r a el uso de Jas personas q u e los h a b l a n ; a u n q u e pocas j u i c i o de los inteligentes estn d e s e m p e a d a s bajo un plan sencillo y m e t d i c o . N o p u e d e gloriarse E s p a a de semejante a b u n d a n c i a ; y si bien c o m p i t e con Jas naciones m a s civilizadas en b u e n o s h i s t o r i a d o r e s y p o e t a s , siendo s u p e r i o r cada u n a de ellas en escritores ascticos, y mas rica q u e todas j u n tas en escelcntes (*) c o m e d i a s ; apenas p u e d e p r e s e n t a r u n o s c u a n t o s fillogos q u e se h a y a n dedicado s e a l a r el r u m b o q u e conviene s e g u i r , p a r a e v i t a r el desalio incorreccin d e l h a b l a c o m n , los e r r o r e s de u n a gran p a r t e de los l i b r o s q u e a n d a n i m p r e s o s , y los casuales descuidos aun de los pocos q u e m e r e c e n ser p r o p u e s t o s p o r m o d e l o s de lenguaje y de estilo. El p r i m e r o , q u e y o sepa, h a b e r p u b l i c a d o una mtica, sobre la lengua castellana Grabajo el t i t u l o y f o r -

P u e d e v e r s o mi o p i n i n s o b r e n u e s t r o a n t i c u o teatro

en

Ja n o t a A al lin d e e s t e v o l u m e n .

VI

na de t a l , fu el distinguido r e s t a u r a d o r de las b u e n a s l e t r a s , A n t o n i o de L e b r i j a . Yo quise e c h a r la p r i m e r a p i e d r a , dice d e d i c a n d o Ja o b r a la r e i n a dona Isab e l , h a c e r en n u e s t r a l e n g u a lo q u e Z e n o d o t o en la griega C r t e s en la l a t i n a . L o s c u a l e s , a u n q u e fueron vencidos de los que despus dellos e s c r i b i e r o n , lo m e nos fu a q u e l l a su g l o r i a , ser n u e s t r a que fuimos los p r i m e r o s i n v e n t o r e s de o b r a t a n necesaria. Nadie p u e d e en efecto d i s p u t a r l e este t i m b r e , ni el de h a b e r a p l i c a d o con acierto la lengua espaola el m t o d o q u e pocos aos antes h a b a a d o p t a d o en sus ciones Introducp a r a la enseanza de la l a t i n a . P e r o la lengua

castellana no h a b a llegado entonces tal g r a d o de p e r f e c c i n , que d e b i e r a temerse m a s bien su d e c a d e n cia q u e e s p e r a r s e su m e j o r a , c o m o a s e g u r a b a L e b r i j a . Y c u a n d o as n o fuese , y nos c o n v i n i e r a e s t u d i a r el castellano de aquel s i g l o , n o d e b e r a m o s h a c e r l o p o r u n o s e l e m e n t o s de 61 hojas en c u a r t o , diez y n u e v e de las cuales se e m p l e a n n t e g r a s en t r a t a r de la i n vencin de Jas l e t r a s , de su oficio, orden y m o d o de p r o n u n c i a r l a s , y de Jas figuras de diccin. La m i s m a divisin de Jas p a r t e s de Ja oracin en d i e z , no o b s t a n t e q u e incluye la interjeccin t i v a de este c l e b r e g r a m t i c o . Siguile F r a n c i s c o de T m a r a , de q u i e n se i m p r i m i en A m b r e s el ao 1 550 u n a Suma de gramtica de su Gramtica en verso castellano. latina, y erudicin N o s de ella o t r a en el adverbio, hace confuso lo q u e p u d i e r a m i r a r s e c o m o t i l en la t e n t a -

cosa sino lo q u e dice don J u a n de l o a r t e en el p r l o g o s a b e r , q u e consta de 35 hojas en o c t a v o , q u e c o m p r e n d e n 1 G3 estancias de v e r -

VII

so de arle m a y o r , u n a s c o m p u e s t a s de ocho versos y o t r a s de diez, fuera de tres d c i m a s , f o r m a d a s de dos q u i n t i l l a s cada u n a en m e t r o de ocho s l a b a s ; y q u e en ellas se t r a t a de todas las p a r t e s de la g r a m t i c a y sus a t r i b u t o s , y aun del Arte mtrica. F c i l es c o n o propsito cer q u e h u b i e r a s e r v i d o de p o c o p a r a m i

p o d e r c o n s u l t a r l a , en razn del t i e m p o en q u e sali l u z , de lo niui c o m p e n d i a d a q u e debe de s e r , y p o r la circunstancia de estar en v e r s o , la c u a l , si p u e d e c o n t r i b u i r p a r a q u e se fijen mejor en la m e m o r i a los p r e c e p t o s , e m b a r a z a s i e m p r e p a r a d a r l o s con estension y claridad. T a m p o c o he visto la q u e el ao de 1 5 5 8 p u b l i c el licenciado V i l l a l o n en A m b r e s con el t t u l o de te breve y compendiosa bir en la lengua majansiarme) para saber hablar y y castellana congrua Arescrihispano-

decentemente.

M a y a n s (pg. 101 del Specimcn

bibliothecae

considera este l i b r o digno de algn a p r e -

c i o , y lo r e p u t a p o r el p r i m e r o q u e se escribi de gram t i c a castellana; p o r q u os p r e c e p t o s de la de L e b r i j a , dice e l , son casi todos c o m u n e s n u e s t r a lengua y d la l a t i n a , y no p e c u l i a r e s de a q u e l l a , corno d e b e r a ser. Se han o c u l t a d o t a m b i n mis diligencias Jas Observaciones tellana, de J u a n de M i r a n d a sobre a lengua castellana casdel i m p r e s a s en Vcnecia el ao de 1 567 , que m e n -

ciona INicolas A n t o n i o , y la Gramtica

m a e s t r o P e d r o S i m n A b r i l . N o es m e n e s t e r que sea la m e j o r o b r a de este a p r e c i a b l e h u m a n i s t a , p a r a q u e lleve grandes ventajas la Nueva y sutil invencin jacilidel licenciado P e d r o de G u e v a r a , no o b s t a n t e q u e nos asegura este en la m i s m a p o r t a d a , que con ella

vi

siniamentc artificio

y en mu i breve tiempo y estilo de las Gramticas, y se compusieren de la gramtica

se aprender que hasta de cuu espaola,

lodo el agora adelante. q u e el Mercurius

se han compuesto m a s Instituciones

N o q u e d a el lector rnui i n s t r u i d o con las b r e v s i m a e s t r o B a r t o l o m J i m n e z P a t n p u b l i c en 1614, i n c o r p o r despus el ao de 1 621 en su trimegistus, p u e s n a d a hai r e a l m e n t e en e l l a s , q u e

v a r i a d o s Jos e j e m p l o s , no viniera bien o t r a s lenguas. T o d a Ja S i n t a x i s est r e d u c i d a c u a t r o reglas g e n e r a les sobre la c o n c o r d a n c i a . N i fu m u c h o mas estenso G o n z a l o C o r r e a s , cuyo Trilinge, i m p r e s o el ao 1 6 2 7 , c o m p r e n d e en un v o l u m e n en octavo la g r a m t i c a de las lenguas castellana, l a t i n a y griega. E n este, a u n q u e no t a n t o c o m o en la Ortografa, se manifest C o r r e a s a m i g o de n o v e d a d e s , tiles a l g u n a s , i n o p o r t u n a s las m a s , y c a p r i c h o s a s o t r a s . C u e n t o e n t r e las p r i m e r a s h a b e r r e d u c i d o tres las p a r t e s de la o r a c i n . Patn y Correas florecieron en u n a era t a n bril l a n t e p a r a n u e s t r a l e n g u a , q u e no es de e s l r a a r c r e yesen superfluo c o m p r e n d e r en reglas lo que todos p r a c t i c a b a n con t a n t o a c i e r t o , y se contentasen con u n a especie de n o m e n c l a t u r a de las v a r i a s clases de n o m b r e s , v e r b o s y las dems p a r t e s del discurso. N o p r e v i e r o n que sus c o n t e m p o r n e o s i n s p i r a r a n tal r e s p e t o , y , p o r decirlo a s , tai veneracin los v e n i d e r o s , q u e a p e n a s se a t r e v e r a n a b a n d o n a r sus h u e l l a s , en c u a n t o se Jo p e r m i t i e s e el uso c o m n ; y que Jas o b r a s de a l g u n o s h a r a n e s t u d i a r en todas Jas edades la lengua espaola de a q u e l l a p o c a , al m o d o q u e

IX

a p r e n d e m o s la g r i e g a , p a r a e n t e n d e r en sus originales H o m e r o , P n d a r o , E u r p i d e s , Dcmstenes y T u c d i d e s ; y Ja l a t i n a , p a r a p o d e r leer "Virgilio, H o r a cio, Cicern, Tito Livio y Tcito. Rara prerogativa de los a u t o r e s e m i n e n t e s , q u e logran i n m o r t a l i z a r con sus o b r a s la lengua en q u e han e s c r i t o ! F a l t b a l e s ademas P a t n y C o r r e a s el fino y delicado gusto q u e se h a i n t r o d u c i d o en la g r a m t i c a , n o menos que en los dems r a m o s de las letras h u m a n a s , desde que el m a y o r e s m e r o con q u e se c u l t i v a n la ideologia y la m e t a f s i c a , ha facilitado el anlisis de los p r i n c i p i o s g r a m t i c o s . M a s en h o n o r de la v e r d a d , y p a r a gloria de aquel siglo y de n u e s t r a n a c i n , d e b e decirse, q u e quiz no descollaran t a n t o los n o m Lres de L o c k e , B r o s s c s , C o n d i l l a c , D u m a r s a i s , B e a u ze, I l o r n e T o o k e , D e s t u t t - T r a c y y D e g e r a n d o , si no Jes hubiesen servido de a n t o r c h a las p r o f u n d a s i n v e s tigaciones de los solitarios de P u e r t o - r e a l ; ni estos h u b i e r a n dado luz su Lgica, ral y los Nuevos mtodos, su Gramtica genegriego, latino y castellano,

no h a b e r b e b i d o Jos f u n d a m e n t o s de su d o c t r i n a en la i n m o r t a l Minerva del B r c e n s e . C e l b r e n s e en h o r a b u e n a los notables a d e l a n t o s de los idelogos m o d e r n o s , p e r o t r i b u t e m o s el j u s t o loor n u e s t r o c o m p a t r i o t a F r a n c i s c o S n c h e z ; y si los c s t r a n j e r o s , p o c o i m p a c i a l e s , se obcecasen en a l a b a r solo sus e s c r i t o r e s , digmosles con I r i a r t e ,
Presums cu vano D e esas c o m p o s i c i o n e s p e r e g r i n a s : G r a c i a s al q u e n o s trajo las g a l l i n a s !

E l Espejo

general

de la gramtica

en

dilogos

para lengua

saber

la natural

y perfecta

pronunciacin

de la

castellana,

de A n t o n i o de S a l a z a r , i m p r e s o en

R a n Ja vez p r i m e r a el ao 1 6 2 2 y despus en 1 6 7 2 , esta p u e s t o en dilogos p a r a ensear p r c t i c a m e n t e p o r e l l o s , m a s bien que p o r r e g l a s , h a b l a r el e s p a o l . C o m o d e s t i n a d a los f r a n c e s e s , lleva la c o r r e s p o n d i e n t e t r a d u c c i n en o t r a c o l u n a , p a r a f a c i l i t a r l e s la inteligencia del testo. N o debemos e s t r a a r que en la m i t a d l t i m a del siglo X \ ' I y en la p r i m e r a del siguiente se i m p r i m i e sen pocas G r a m t i c a s espaolas , de m o d o que apenas merezca m e n c i o n a r s e o t r a que la p u b l i c a d a en verso p o r M a r c o s M r q u e z el a o de 1 7 1 6 . Es f o r t u n a q u e no las escribiesen a u t o r e s q u e h u b i e r a n a p o y a d o los p r e c e p t o s con e j e m p l o s viciosos y de mal gusto. P e r o d e s t e r r a d o este con los esfuerzos que e m p e z a b a n h a cer algunos l i t e r a t o s r e u n i d o s la s o m b r a de la A c a d e m i a e s p a o l a , sostenidos p o r su r e s p e t a b l e a u t o r i d a d , p r o n t o se a d v i r t i la falta que h a b a de u n a G r a m t i c a de n u e s t r a lengua. L a q u e p u b l i c en 1 7 4 3 , y r e i m p r i m i despus con varias e n m i e n d a s y adiciones en 1 7 6 9 , D . B e n i t o M a r t n e z G m e z G a y o s o , es r e a l m e n t e la p r i m e r a digna de tal n o m b r e . Su a u t o r da ya m u e s t r a s de c o n o c e r , que no basta e s p l i c a r a i s l a d a m e n t e todas las p a r t e s de q u e se c o m p o n e u n a leng u a , si n o se sealan sus m o d i s m o s mas u s u a l e s : a u n q u e ni en lo u n o ni en Jo o t r o g u a r d el m t o d o m a s acertado, justicia. E n el m i s m o ao 1 769 sali luz el Arle mance castellano del rop o r el P . B e n i t o de san P e d r o , y n i dio estos el l u g a r q u e r e c l a m a n de

XI

si bien el l i b r o p r i m e r o de las pocas mance,

de nuestro

ro-

no p e r t e n e c e r i g u r o s a m e n t e u n a G r a m t i c a ,

n i los otros estn d e s e m p e a d o s c u a l era de d e s e a r ; n o es t a n inferior la de G a y o s o , c o m o se p r e t e n d e en el v o l u m e n i n t i t u l a d o , Conversaciones das por el Lic. don Antonio Gobc'/os, perfecto de D . B e n i t o G a y o s o . L a de Ja real A c a d e m i a e s p a o l a , p u b l i c a d a la p r i m e r a vez en el ao de 1771 , a t e n d i con bastante p a r t i c u l a r i d a d los i d i o t i s m o s , esplicados m u i de p r o psito en la lista de las p r e p o s i c i o n e s q u e rigen c i e r tos n o m b r e s y v e r b o s , y p o r incidencia en otros v a rios lugares. E s t a p a r t e de a q u e l l a G r a m t i c a , la esplicacion de algunos t i e m p o s , y de la a r m o n a q u e g u a r d a el v e r b o d e t e r m i n a n t e con el d e t e r m i n a d o , y v a r i a s o t r a s o b s e r v a c i o n e s , n o m e n o s juiciosas que del i c a d a s , manifiestan que se confi desde luego su r e daccin sugeos h b i l e s , y q u e t a m b i n lo h a n sido los que h a n c u i d a d o s u c e s i v a m e n t e de t o d a s Jas ediciones h a s t a Ja c u a r t a . M a s los sabios q u e han p e r t e necido en los c i n c u e n t a aos l t i m o s aquel c u e r p o , d i s t r a d o s p o r t a r e a s mas g r a t a s y de m a y o r g l o r i a , faltos de constancia p a r a r e d u c i r reglas los p r i n c i pios de lenguaje q u e tan bien han s a b i d o o b s e r v a r en Ja p r c t i c a ; no han llenado h a s t a h o i los m u c h o s v a cos de su Gramtica, ni han e n c e r r a d o en Ja S i n t a ahora xis t o d o Jo q u e ella p e r t e n e c e , y se h a l l a crticas recogianagrama im-

e s p a r c i d o p o r el l i b r o desde la pgina d u o d c i m a . L a m i s m a A c a d e m i a ha m a n i f e s t a d o , con los deseos de m e j o r a r l a , la i m p o s i b i l i d a d en q u e se lia visto de h a c e r l o , dejando en la edicin q u e aos pasados r e p r o d u j o ,

XII

la fecha q u e llevaba la c u a r t a , es d e c i r , la de 1 7 % . P o c o a n t e s , y d e s p u s de h a i e r ya rectificado su t r a b a j o la A c a d e m i a en la segunda y t e r c e r a edicin, p u b l i c en 1 791 don J u a n A n t o n i o Gonzlez de V a l des u n a Gramtica de la lengua latina y castellana en t r e s c u a d e r n o s a b u l t a d o s en o c t a v o m a r q u i l l a . A p e s a r de lo q u e el a u t o r dice en el p r l o g o , y de q u e en varios pasajes manifiesta no carecer de cierta i n s t r u c c i n y de la l e c t u r a de n u e s t r o s clsicos; juzgo m u i difcil q u e nadie a p r e n d a el Jatin p o r su l i b r o , y m u c h o menos el c a s t e l l a n o , de q u e solo se e n c u e n t r a u n a q u e o t r a especie ac y a l l , sin orden , sin d i s c e r n i m i e n t o y sin gusto. T a l vez c o r r e g i r / a algunos de e s tos defectos en la segunda edicin que dio en la cual he visto citada con el t t u l o de Gramtica co-latina y castellana. 1796', i?reo

N o r e c o r d a r los v a r i o s e p t o m e s de la g r a m t i c a c a s t e l l a n a q u e se h a n i m p r e s o despus del 1 8 0 0 , p o r q u t o d o su m r i t o consiste en h a b e r c o m p e n d i a d o , m a s m e n o s b i e n , la de la A c a d e m i a . Sin e m b a r g o n o debe pasarse en silencio D . J u a n M a n u e l C a l l e j a , ya q u e p r o c u r en sus Elementos castellana, de gramtica p u b l i c a d o s en B i l b a o el ao de I 81 8 , a p l i -

c a r n u e s t r a lengua los p r i n c i p i o s de D c s t u t t - T r a c y y de S i c a r d , a b a n d o n a n d o Ja r u t i n a de los q u e Je h a h a n p r e c e d i d o . P o r h a b e r q u e r i d o singularizarse s o L r a d o , los j v e n e s , p a r t i c u l a r m e n t e los q u e ya h a n e s t u d i a d o p o r Otra G r a m t i c a , h a l l a r n alguna oscur i d a d en esos Elementos, en q u e no t u v o la c a u t e l a de i n t r o d u c i r p o c o p o c o n o v e d a d e s , q u e sern u n escollo p a r a los l e c t o r e s , hasta q u e nos h a l l e m o s tan

XIII

f a m i l i a r i z a d o s con el n u e v o lenguaje m e t a f s i c o , c o m o lo estamos con la n o m e n c l a t u r a , divisiones y s u b d i visiones de los g r a m t i c o s antiguos. Se n o t a r acaso q u e yo be p e c a d o p o r el e s t r e m o c o n t r a r i o , c u i d a n d o d e m a s i a d o de e m p l e a r u n lenguaje m u i conocido, y q u e r e c u r r o p a r a ello largos rodeos y frecuentes r e p e t i c i o n e s , de m o d o q u e son m u i c o n t a d a s las vezes q u e he e m p l e a d o las frases de complemento recto, directo indiy aun esto d e s p u s de esplicada su significacin.

E s p o n d r a q u algunas de las consideraciones q u e m o tivan mi t i m i d e z , q u e no pocos calificarn de nimia* N a d a p a r e c e a l g u n o s m a s sencillo , q u e h a c e r de un golpe t o d a s las m e j o r a s i m a g i n a b l e s e n la g r a m t i c a , y e s c r i b i r l a de u n a m a n e r a enteramentefilosfica* A s d e b i e r a ser sin d i s p u t a , si m i e n t r a s el sabio e x a m i n a en pocas h o r a s los diversos sistemas de una c i e n cia , y a u n crea n u e v a s h i p t e s i s , no costase m u c h o s aos la m a y o r p a r t e de Jos h o m b r e s el a d e l a n t a r u n solo p a s o . E l anlisis del lenguaje , de que t a n t a s v e n tajas r e p o r t a Ja m e t a f s i c a , p u e d e m u i bien ser p e r j u d i c i a l , a p l i c a d o los Elementos p a r a ensear la g r a m t i c a de u n a lengua. Q u i n c o n v e n i e n t e p r e s e n t a p r i m e r a v i s t a , q u e s e n t a d o el p r i n c i p i o de un significado nico p a r a cada v o z , m i r e m o s Ja diccin vezes de conjuncin? L a s frases, Manda Orden(ue quen, atacasen, estas o t r a s , No salgas que no que solo c o m o un r e l a t i v o , aun c u a n d o p a r e c e liacer las salgas, Atason en r e a l i d a d eJ c o m p e n d i o de , es la cosa que manda, Si un p r i n c i p i a n t e infique ataquen, al

es la cosa que orden.

riese de estos e j e m p l o s , c o m o p o d a m u i bien s u c e d e r , que Je era p e r m i t i d o d e c i r , Ordeno

XIV

m o d o q u e se d i c e , Manda

que no salgas;

liabra p e r tiempo resul-

d i d o m u c h o en c r e e r q u e p u e d e e m p l e a r u n q u e el uso r e p u g n a , al p a s o q u e n i n g n m a l ta de q u e d e n o m i n e al que,

ya r e l a t i v o , ya c o n j u n -

c i n , segn los diversos oficios que d e s e m p e a . B u e n o es h a c e r conocer i n s e n s i b l e m e n t e los f u n d a m e n t o s y origen de ciertas l o c u c i o n e s , c u a n d o p o r h a c e r l o no se e m b r o l l a n ni oscurecen las cosas. Los q u e p r e t e n den que los j v e n e s p u e d e n r e c i b i r t o d a d o c t r i n a , de c u a l q u i e r m o d o y en c u a l q u i e r a dosis q u e se Jes s u m i n i s t r e , se olvidan de Jas m u c h a s vigilias q u e Jes h a costado d e s e n m a r a a r y p o n e r en c l a r o Ja de Jos a u t o r e s q u e h a n Jeido. Y c i e r t a m e n t e los h o m b r e s , q u e siendo m a e s t r o s en la facultad y e s t a n d o a c o s t u m b r a dos d e s e n t r a a r sus p r i n c i p i o s , e m p l e a n largos r a t o s de m e d i t a c i n p a r a p e n e t r a r los sistemas de los o t r o s ; no d e b i e r a n figurarse q u e el s u y o , p o r n u e v o que sea, l o g r a r la p r e r o g a t i v a de ser c o m p r e n d i d o con f a c i l i dad p o r c u a l q u i e r a p r i n c i p i a n t e . C u a n d o credo quod, sciendum Francisco quod, S n c h e z , al n o t a r de b r b a r a s las locuciones Dico

est. quod, observ q u e el quod, quod,

r e p u t a d o conjuncin en varios pasajes de los clsicos l a t i n o s , era la t e r m i n a c i n n e u t r a del qui, quac, y que faltaba algo p o r la e l i p s i s ; a n u n c i u n a idea q u e todos p u d i e r o n e n t e n d e r . M a s si hubiese a a d i d o , q u e ut t a m p o c o era c o n j u n c i n , q u e se escriba utiantig u a m e n t e , y q u e no era o t r a cosa q u e el 'TI t e r m i n a cin n e u t r a del r e l a t i v o g r i e g o , segn lo e s p l i c a H o r n e T o o k e ; pocos le h u b i e r a n c o m p r e n d i d o , ni sera d a d o a d i v i n a r las ventajas q u e p u e d e sacar de tal e s p l i c a cion el q u e empieza a p r e n d e r la lengua latina.

XV

C o n igual p a r i d a d , despus de s a b e r el q u e se p r o p o n e e s t u d i a r el e s p a o l , q u e las p a r t c u l a s i n d e c l i n a b l e s h a n sido p r i m i t i v a m e n t e o t r o s t a n t o s n o m b r e s con significacin d e t e r m i n a d a ; d e s p u s de h a b e r i n vestigado q u e los adjetivos no son n o m b r e s sino v e r h o s , p o r el c o n t r a r i o , q u e el v e r b o es u n v e r d a d e r o n o m b r e , de cuya c o m p o s i c i n con o t r o s h a n r e s u l t a d o las t e r m i n a c i o n e s de la conjugacin ; despus de h a l l a r s e , en u n a p a l a b r a , r o d e a d o de confusin p o r el c h o que de estas n u e v a s nociones con las q u e h a oido desde su infancia y no le ser fcil o l v i d a r ; h a b r a d e l a n t a d o m u c h o p a r a c o n o c e r el uso de los t i e m p o s , ni el e m p l e o o p o r t u n o de todas las p a r t e s del d i s c u r s o , esto es, p a r a h a b l a r bien y p r o p i a m e n t e la lengua c a s t e l l a na? Le f a c i l i t a r al m e n o s el c a m i n o p a r a conseguirlo poseer los c o n o c i m i e n t o s de t o d o s los idelogos q u e h a n e x i s t i d o , y a u n m a y o r e s , si se q u i e r e ? N o h a b r algunos de los q u e m i r a m o s c o m o m o d e l o s de lenguaje, que j a m a s h a y a n s a l u d a d o la m o d e r n a metafsica? Se c o n o c a , c u a n d o h r i l l a r o n los clebres e s c r i t o r e s , sin c u y o e s t u d i o s i e m p r e q u e d a r a m a n c o i m p e r f e c t o el q u e se h i c i e r a de n u e s t r a lengua? N o v a c i l a r en afirm a r , q u e la l e c t u r a de u n a pgina de T r i a r t e , C l a v i j o , M o ralin J o v e l l n o s , Ja de un solo c a p t u l o de este ensayo m i , c u y a s imperfecciones r e c o n o z c o , s e r v i r n infinitamente m a s p a r a s a b e r en q u consiste Ja b u e n a locucin c a s t e l l a n a , q u e la s u b l i m e d o c t r i n a contenida en los m u c h o s v o l m e n e s de ideologa y de g r a m tica g e n e r a l , q u e de u n siglo ac se h a n p u b l i c a d o . T r a t e m o s s i e m p r e las artes y las ciencias de un m o d o q u e las haga Itiles al linaje h u m a n o , no t o m a n d o la

XVI

p u n t e r a s o b r a d o a l t a , p o r q u c o m o dice el c m i c o latino.
i d arlutror A p p r i m e ill vita e s s e u t i l e , ut ne quid nimis.

N o olvidemos q u e h a i u n o s lmites prefijados n u e s t r o e n t e n d i m i e n t o , c o m o los tiene la Jijereza de los ciervos y la fuerza de los leones. Q u i z p o r este m o t i v o la t a l cual perfeccin de las cosas h u m a n a s p r e c e d e tan de cerca su decadencia. E l estado de b a r b a r i e en q u e yacen G r e c i a y f r i c a , depsitos u n t i e m p o del s a b e r , y el a t r a s o en q u e H e r n n C o r t e s e n c o n t r los m e j i c a n o s , olvidados e n t e r a m e n t e de las artes q u e h a b a n c u l t i v a d o sus m a y o r e s ; p r u e b a n q u e tal es p o r d e s g r a cia la a l t e r n a t i v a en q u e estn c o n s t i t u i d a s todas las cosas de este g l o b o . P u e d e ser q u e el a d m i r a b l e d e s c u b r i m i e n t o de la i m p r e n t a Jo e s t o r b e ; p e r o sin ella qu o b s t c u l o se Je ofrece al h o m b r e p e n s a d o r , p a r a q u e los c u l t o s e u r o p e o s r e e m p l a z e n d e n t r o de m i l anos los b e d u i n o s y los hotcntotes? Sin salir de la m a teria q u e me o c u p a en este l i b r o , ni de n u e s t r a casa, no a n u n c i a b a el siglo de los A v i l a s , de los M e n d o z a s , los G r a n a d a s y Jos C e r v a n t e s , q u e j^ronto los s e g u i r a n G n g o r a , Q u e v e d o , P a r a v i c i n o , G r a c i a n , P o l o de M e d i n a , y la d e m s c o m p a r s a de c u l t e r a n o s ? A p e n a s h a b a n r e n a c i d o las buenas letras m i t a d del siglo l t i m o , y lleg la lengua su m a d u r e z en los escritos de u n J o v c l l n o s , un r i a r t c y u n M u o z , no v i m o s ya a p a r e c e r C i e n f u g o s , q u e t a n t o s i m i t a d o r e s h a t e n i d o , y q u e aun e n c u e n t r a quien le escuse y le e l o gie? Q u p r u e b a t o d o esto sino lo l i m i t a d o de nuestra i n t e l i g e n c i a , la detencin con que lian de d e s a r r a i g a r s e

xvi r las p r e o c u p a c i o n e s , y la diferencia que debe hacerse en lodos los r a m o s e n t r e el h o m b r e que posee p r o f u n d a m e n t e u n a f a c u l t a d , y el c o m n de los que la p r o fesan? E n todas hai verdades a b s t r u s a s , u n a r e c n d i t a filosofa y un s a n t u a r i o , p o r v a l e r m e de ese s m i l , de a r c a n o s , r e s e r v a d o al sabio que las p r o f u n d i z a , i m p e n e t r a b l e la g e n e r a l i d a d de los a l u m n o s que las c u l t i v a n ; y esta p a r t e elevada y m i s t e r i o s a de la g r a m t i c a , p o c o t i l y acaso perjudicial los q u e desean a p r e n d e r un i d i o m a , se halla p r e c i s a m e n t e en las p r o fundas investigaciones s o b r e el lenguaje. L l e g a n estas f o r m a r u n g n e r o de escolasticismo, c o m o los c l c u los, mui sublimes inaplicables ningn c m p u t o ni d e m o s t r a c i n u s u a l , lo son en las ciencias m a t e m t i c a s . N o es lo m i s m o t r a z a r u n a g r a m t i c a g e n e r a l , q u e e s c r i b i r la de u n a lengua p a r t i c u l a r . E l idelogo t o m a una especie de este i d i o m a y o t r a de a q u e l , y a n a l i zando el r u m b o y p r o g r e s o s del discurso h u m a n o , d e s c r i b e las lenguas c o m o cree q u e se han f o r m a d o , que d e b i e r o n f o r m a r s e . P e r o al escritor de la G r a m t i ca de u n a lengua no le es p e r m i t i d o a l t e r a r l a en lo mas m n i m o : su e n c a r g o se l i m i t a p r e s e n t a r bajo un sist e m a o r d e n a d o todas sus facciones, esto es, su ndole y g i r o ; y la G r a m t i c a q u e r e n a mas idiotismos y en mejor o r d e n , debe ser la preferida. Al r e t r a t i s t a n u n c a se le pide una belleza i d e a l , sino q u e copie e s c r u p u l o s a m e n t e su m o d e l o . C u a n t a s m a s facciones suyas traslade al l i e n z o , c u a n t o mejor retenga su c o l o r i d o , y c u a n to la espresion de los ojos y de t o d o el s e m b l a n t e , la actitud del c u e r p o y el vestido m i s m o se a c e r q u e n m a s la v e r d a d , t a n t o m a s perfecto ser el r e t r a t o . b

xvm L e s m o d i s m o s constituyen u n c a r c t e r tan esencial de las lenguas c o m o las m i s m a s p a l a b r a s . P o r q u n o solo el que d i e e , X empresa Vd. es demasiado no tuvo suceso(huen xito), honesto (atento), e m p l e a n d o estas dos

vozes en un sentido q u e nosotros no c o n o c e m o s , h a b l a m a l el e s p a o l ; sino q u e h a r a lo p r o p i o el q u e dijese, iVb soi que un torpe, Todo anticuario que era; donde las p a l a b r a s son c a s t e l l a n a s , a u n q u e o r d e n a d a s segn el giro francs; bien se a p a r t a s e del rgimen q u e c i e r tos v e r b o s p i d e n ; falta q u e c o m e t e n los q u e a n u n c i a n con m u c h a s e r i e d a d , q u e p u e d e n pasarse q u e van ocuparse de ainegocio. de una cosa, P o r esto, tanto filo-

el q u e escribe en u n a lengua, c o m o su g r a m t i c a , n o p u e d e n desviarse del u s o , el c u a l n o es s i e m p r e v e m o s q u e es c o r r i e n t e insepulto, to, y m e n o s el v e r b o insepullar; constil, narse, fingida, rente, inmaculado, inslito, y que no lo son constil, piedra arenisca, sfico, sino q u e tiene m u c h o de c a p r i c h o s o . C u a n d o y q u e n o lo es sepulque son castizos ininulto, maculado, invicto,posesioslito, ulto, y no indifepara y

victo, posesionar;

que decimos batalla figurada, y no arenosa; mes todo uno, me es es todo uno,

q u e est d i -

cho con p r o p i e d a d , Para m es indiferente; ya ser su heredero, q u e informar

m i e n t r a s no lo e s t a r a , Me que se habla ya darle q u e heredar

con por la nariz, y

solo por boca de ganso;

uno q u i e r e decir, finalmente infor-

heredades;

significa d a r f o r m a , al paso q u e es

me lo q u e carece de ella; p o d r e m o s p o n e r en d u d a el grande influjo q u e tiene en e s c r i b i r bien la o b s e r v a n c i a de Ja p r o p i e d a d , con q u e se e m p l e a n y colocan t o d a s las p a r t e s , aun las mas p e q u e a s , del d i s c u r s o ?

XIX

E s t e uso no est sujeto leyes: es lujo del h a b l a del vulgo ; frmale t a m b i n el roze q u e nos p r o p o r c i o n a n con o t r o s pases el c o m e r c i o , los nuevos d e s c u b r i m i e n tos y las m i s m a s g u e r r a s . C o n t r i b u y e n l i g u a l m e n t e , as el gusto que d o m i n a e n t r e ios l i t e r a t o s , c o m o las ciencias q u e suele c u l t i v a r con especialidad cada u n a de las naciones. P o r eso no debe e s t r a n a r s e q u e est espuesto c o n t i n u a s v i c i s i t u d e s , si bien a p o y a d a s s i e m p r e en un fondo n a c i o n a l . E s t e t i p o forma Ja basa de Ja l e n g u a , c o m o la f o r m a n en n u e s t r o traje la c a p a y la m a n t i l l a . Dense la p r i m e r a todas las v a r i a c i o nes i m a g i n a b l e s en Jas v u e l t a s , esclavina y c u e l l o ; p o r la c a p a y p o r el m o d o de e m b o z a r n o s , somos distinguidos e n t r e t o d o s Jos p u e b l o s de E u r o p a , as c o m o Ja elegante m a n t i l l a , c u a l e s q u i e r a q u e sean su tela y h e c h u r a , i m p r i m e n u e s t r a s mujeres la gracia q u e con mas s i n g u l a r i d a d las c a r a c t e r i z a . C u a n d o estas novedades v a r a n n o t a b l e m e n t e la leng u a , cosa q u e apenas p u e d e dejar de suceder la v u e l t a de cincuenta aios , segn o b s e r v o al fin de este l i b r o en la nota B , se r e q u i e r e u n a nueva G r a m t i c a que las e s p l i q u e . E s t a reflexin, que me parece de una e x a c t i t u d i n c o n t e s t a b l e , evidencia la falta en q u e han i n c u r r i d o Jos gramticos, cuyos p r e c e p t o s pueden aplicarse igualm e n t e al m o d o de h a b l a r de D . A l o n s o el s a b i o , q u e al de G r a n a d a , al de S o t o M a r n e y al de Gonzlez C a r v a j a l , no o b s t a n t e q u e cada una de Jas pocas en q u e han florecido estos c u a t r o e s c r i t o r e s , tiene u n a f i s o n o ma p e c u l i a r que la diversifica de las o t r a s . P o r no hab e r a t e n d i d o esta d i s t i n c i n , nos m u e v e risa G a r r e s con su e m p e o de r e s u c i t a r , en el t r a t a d o del Fundab *

XX

viento

del vigor

y elegancia

de la lengua

castellana,

el giro r a n c i o de fines del siglo X V J. E l o t r o defecto que se celia de v e r en todas las G r a m t i c a s p u r a m e n t e c a s t e l l a n a s , es lo p o c o que se d e tienen sus a u t o r e s en d e s e n t r a a r las frases u s u a l e s , de que d e b i e r a n h a c e r u n a exacta a n a t o m a , p a r a s e a l a r c a d a na de sus p a r t e s el sitio q u e r e c l a m a n el uso y el oido delicado de os que h a b l a n bien la lengua. H a b i t u a d o s ella Jos q u e las c o m p i l a n , y con a idea de q u e escriben p a r a sus c o m p a t r i o t a s , pasan p o r alio m u chas de as c i r c u n s t a n c i a s q u e c o n s t i t u y e n el estado p r e sente del i d i o m a . T a m p o c o h u b i e r a y o r e p a r a d o en alg u n a s , si mi larga residencia en diversos pases estranj e r o s ; la l e c t u r a de los l i b r o s q u e se h a n escrito p a r a ensear Ja lengua castellana Jos franceses, italianos ingleses; y las p r e g u n t a s de las p e r s o n a s que la e s t u d i a b a n , no me hubiesen h e c h o a d v e r t i r ciertos p o r m e n o res, que se escapan fcilmente al que est r o d e a d o desde su infancia de los q u e conversan s i e m p r e en e s p a o l . Si mis lectores convienen c o n m i g o en la v e r d a d de las observaciones q u e p r e c e d e n , n o e s t r a a r n , q u e con Ja aficin de toda m i vida las b u e n a s l e t r a s , y con el estudio de las lenguas p r i n c i p a l e s e n t r e las m u e r tas y las v i v a s , se m e h a y a e s c i t a d o el deseo de l l e n a r de algn m o d o el v a c o de u n a Gramtica tual lengua castellana. de la acE l a m o r las cosas p a t r i a s se

aviva a d e m a s m u c h o con Ja d i s t a n c i a , y llega casi delirio la p r e d i l e c c i n al p r o p i o i d i o m a , en vindose el h o m b r e r o d e a d o de los q u e n o lo h a b l a n . O b l i g a d o c o n v e r s a r d i a r i a m e n t e con los b u e n o s e s c r i t o r e s , q u e se leen entonces con m a y o r a h i n c o , estudia con m a s

XXI

detencin su l e n g u a , y a d o p t a , p a r a h e r m o s e a r l a , a l gunas m e t f o r a s , imgenes y pensamientos de los a u t o r e s estrafios. S a m e licito o b s e r v a r con este m o t i v o , q u e los espaoles q u e r e s i d i e r o n en cortes estranjeras, y Jos que m i l i t a r o n m u c h o t i e m p o en Italia y F l n d e s , no son los que han c o n t r i b u i d o menos e n r i q u e c e r n u e s t r o idioma. L e b r i j a , T o r r e s N a h a r r o , U r r e s , G a r i b a i , H u r t a d o de M e n d o z a , A v i l a y Z i g a , G a r cilaso , J u a n V a l d e s , A n t o n i o P r e z , A l e m n , C o l o m a , Velzquez de V e l a s c o , C e r v a n t e s , S u r e z de F i gueroa , los dos A r g e n s o l a s , V i r i l e s , M i r a de A m e s c u a , Mesa , I \ e i de A r t i e d a , M o n e a d a , M e l , y m u c h o s o t r o s q u e p u d i e r a n c i t a r s e de los a n t i g u o s ; y L u z a n , C a d a l s o , A z a r a , G a r c a de Ja H u e r t a , L p e z de la H u e r t a y don L e a n d r o M o r a t i n en los l t i m o s t i e m p o s , p u e d e n ser a p o y o de esta o b s e r v a c i n . H a b i n d o m e decidido manifestar p o r m e d i o de este c o r t o t r a b a j o , q u e n o m e son indiferentes m i lengua n i m i p a t r i a , f o r m el p r i m e r bosquejo sin ausilio de l i b r o s . L a p r c t i c a de e n s e a r y m i s estudios me h a b a n p r o p o r c i o n a d o , no solo u n a copia r e g u l a r de n o t i c i a s , sino a q u e l l a especie de t a c t o , q u e se siente m a s bien q u e se esplica en los c o n o c i m i e n t o s h u m a n o s ; y as no era una t e m e r i d a d e m p r e n d e r esta j o r n a d a sin lazarillo q u e me guiase. Y a que no d e b i e r a p r o m e t e r m e l l e v a r al c a b o de esta m a n e r a la o b r a segn la h a b a c o n c e b i d o , e s t a b a lo menos s e g u r o de no e s p o n e r m e c o p i a r n i n g u n o de los q u e me h a b a n p r e c e d i d o , ni en el p l a n g e n e r a l , ni en los p o r m e n o res. N o se h a l l a r en efecto en m i libro un c a p t u l o , ni una serie s i q u i e r a de n o m b r e s de v e r b o s , en que

XXff

y o concuerdc e x a c t a m e n t e con los o t r o s g r a m t i c o s . N o q u i e r o decir con esto q u e mi d o c t r i n a sea o r i g i n a l , pues no p u e d o menos de coincidir en m u c h o s p u n tos con lo q u e ellos e s t a b l e c e n ; y es i n d i s p e n s a b l e q u e c a m i n e acorde con o q u e asienta la A c a d e m i a en s u l t i m a Ortografa, h a b i n d o m e p r o p u e s t o esplicar su s i s t e m a , p o r ser el seguido g e n e r a l m e n t e en las mejores ediciones. C r e o no o b s t a n t e h a b e r simplificado m u c h o sus r e g l a s , y que en las de la a c e n t u a c i n he espuesto m e t d i c a m e n t e los p r i n c i p i o s , que es p r o b a b l e t u v o la vista a q u e l c u e r p o al t r a t a r de esta m a t e r i a . E n los t r e s aos que he dejado r e p o s a r m i bosquejo p a r a irlo c o r r i g i e n d o y a d i c i o n a n d o , he i n t e r c a l a d o en sus l u g a r e s c u a n t a s observaciones me han p a r e c i d o adecuadas de las q u e se h a l l a n en las dems G r a m ticas y en los escritos de A l d r e t e , M a y a n s , B u r r i e l , L p e z de la H u e r t a , G a r c e s , los dos I r i a r t e s , C a p m a n y , M a r i n a , Vargas Ponce , Sicilia, Gmez Hermosilla, M a r t n e z de la R o s a , y en fin de los pocos que d i r e c ta i n d i r e c t a m e n t e h a n t r a t a d o de la p r o p i e d a d s i n taxis castellana. N o o b s t a n t e el c u i d a d o que he p u e s t o en r e u n i r los m a t e r i a l e s diseminados en estos a u t o r e s , t o d a v a m e lisonjeo de q u e la m a y o r p a r t e de lo q u e contiene el p r e s e n t e v o l u m e n , es fruto de m i larga m e ditacin sobre n u e s t r o s b u e n o s escritores. Ojal hubiese p o d i d o d i s f r u t a r varias o b r a s del S r . J o v e l l n o s , q u e deben e n t r a r en la coleccin que ha e m p e z a d o ya p u b l i c a r s e en M a d r i d ! P l u m a q u e ha s a b i d o a m e nizar Jas cuestiones mas r i d a s , y q u e con tal m a e s tra manejaba nuestra l e n g u a , no p u e d e menos desenvolver curiosos y delicadsimos p u n t o s en los que liu-

XXIII

dimentos Principios ga,

de gramtica generales sobre

francesa de lgica,

inglesa, metafsica y

en los ideoloanlisis general, y en las

en el Tratado

la descomposicin de gramtica de las lenguas,

del discurso, Lecciones

en los Principios al estudio

sea introduccin

de gramtica

castellana.

P e r o el deseo de

p o n e r cotos al estado casi de d e l i r i o , en que me lia ido c o n s t i t u y e n d o el e m p e o de l l e v a r adelante u n Irat a j o q u e m i r al p r i n c i p i o c o m o cosa de e n t r e t e n i m i e n t o , m e obliga no d a r m a s largas c o n c l u i r l o . N o p u d i e n d o d e s c a n s a r n i d o r m i r p o r el c m u l o de especies q u e cada paso m e o c u r r e n , me he decidido i m p r i m i r l o , antes de p e r f e c c i o n a r l o hasta el p u n t o de i n s p i r a r m e la d e b i d a confianza, p a r a r e c o b r a r m i t r a n q u i l i d a d , fijando de algn m o d o p o r m e d i o de la i m p r e n t a estos a p u n t e s , y a g u a r d a n d o de los sabios y del t i e m p o las m u c h a s e n m i e n d a s q u e p u e d e n r e c i b i r . D e s e a n d o seguir el c a m i n o c o m n y t r i l l a d o , m i e n t r a s no se saquen g r a n d e s ventajas de su a b a n d o n o , he d i v i d i d o m i o b r a en los c u a t r o t r a t a d o s , q u e c o m p r e n d e n de o r d i n a r i o las G r a m t i c a s . E n el i n t i t u l a do Analoga espongo ante t o d a s cosas las reglas p a r a leer y p r o n u n c i a r c o r r e c t a m e n t e , y en seguida t r a t o de Jas p a r t e s de la oracin , l i m i t n d o m e p o n e r la declinacin del n o m b r e , sus g n e r o s , las m o d i f i c a c i o nes q u e sufre p a r a p a s a r c o m p a r a t i v o , s u p e r l a t i v o , a u m e n t a t i v o d i m i n u t i v o , en razn de ser d e r i v a do c o m p u e s t o ; la conjugacin de los v e r b o s , as r e g u l a r e s c o m o i r r e g u l a r e s , y d a r una idea m u i en globo de las p a r t c u l a s i n d e c l i n a b l e s . E s p l i c a r el uso q u e lia de hacerse de estas m i s m a s p a r t e s , c m o lian

xxiv de colocarse en el d i s c u r s o , y las m u t a c i o n e s que sufren segn que van a n t e p u e s t a s p o s p u e s t a s , es oficio p r o p i o y esclusivo de la Sintaxis; c o m o t a m b i n el s e n a l a r las delicadas v casi i m p e r c e p t i b l e s diferencias q u e hai en los diversos m o d o s de d e c i r . P a r a eslo me be d i l a t a d o en el uso general de las p r e p o s i c i o n e s , y en la lista de las q u e rigen p a r t i c u l a r m e n t e algunos n o m b r e s , v e r b o s y a d v e r b i o s . N o t o v a r i o s usos q u e p a r e c e r n m e n o s necesarios os castellanos; p e r o que p u e d e n ser p r o v e c h o s o s los dems e s p a o l e s , p a r a e v i t a r los p r o vincialismos en que mas de o r d i n a r i o i n c u r r e n . E n la Sintaxis he t r a t a d o t a m b i n de los caracteres p r i n c i pales del estilo castellano de nuestros d i a s , h a c i n d o lo r e s a l t a r con Ja c o n t r a p o s i c i n del q u e se usaba en el siglo X V y con el de otras n a c i o n e s , p o r q u con a r reglo las ideas q u e llevo espues'as en el presente p r l o g o , debo m i r a r c o m o i n c o m p l e t a a q u e l l a p a r t e de la g r a m t i c a , si le falta este c a p t u l o . Siguen en a p a r t e t e r c e r a las reglas de la Ortografa, l t i m a las de n u e s t r a Prosodia, y en la c u a r t a y con algunas nociones

acerca del m e t r o y de las composiciones en verso. H e p r o c u r a d o no e m b a r a z a r al p r i n c i p i a n t e , s o b r e t o d o en la A n a l o g a , con un gran n m e r o de reglas, y m e n o s con largas escepcicnes; p o r lo que las he c o locado f r e c u e n t e m e n t e en notas al pi , fin de que p u e d a leerlas u n a 6 dos vezes, sin a b r u m a r la m e m o r i a con u n a rida inconexa lisia de n o m b r e s , tan dificultosa de a p r e n d e r c o m o fcil de o l v i d a r . O t r a s notas q u e le son de m e n o s i m p o r t a n c i a , a u n q u e la t i e nen p a r a esclarecer los f u n d a m e n t o s de mi s i s t e m a , se han reservado p a r a el fin del l i b r o .

xxv A p o y a d o cu los misinos p r i n c i p i o s de s e n c i l l e z , y con el objeto de que no a p r e n d a n los jvenes sino lo q u e les sea indispensable sobre m a n e r a t i l , be o m i tido p o r e n t e r o la d o c t r i n a q u e s o b r e las figuras diccin de se nos ensea con t a n t o a p a r a t o en las escuelas;

c o n t e n t n d o m e con csplicar a l g u n a s , la cosa m i s m a , p o r incidencia. P o c o i m p o r t a que u n o ignore q u es hiprbaton, pleonasmo e t c . , p a l a b r a s c u y o significado s o l s e retiene con facilidad, s a b i e n d o la lengua de que se han t o m a d o , si al c a b o c o n o c e , c m o y p o r qu se e m p l e a la trasposicin Ja r e d u n d a n c i a de las vozcs. Los p r i n c i p i o s q u e me han g u i a d o en la f o r m a c i n de estos e l e m e n t o s , justifican suficientemente su t t u lo de Gramtica se habla, han de la lengua castellana, segn ahora y el que haya c i t a d o casi s i e m p r e , p a r a c o m despus de m e d i a d o el siglo l t i m o . Y cuando

p r o b a c i n de sus r e g l a s , ejemplos de los a u t o r e s q u e florecido n o ha sido p a r a m lo menos trabajoso h a b e r b u s c a do y escogido los pasajes q u e me r e f i e r o , p a r a v a l e r m e de n u e s t r o s clsicos a n t i g u o s , me b a s t a b a a c u d i r los m u c h o s a p u n t e s q u e tengo r e u n i dos sobre lo mas n o t a b l e de su diccin. P u e d o a s e g u r a r sin e s c r p u l o , q u e he leido veinte volmenes de los antiguos p o r cada u n o de n u e s t r o s m o d e r n o s : ni debe p a r e c e r e s t r a n o q u e dos siglos de s a b e r , d e g l o r i a s , de c o n q u i s t a s y del d e s c u b r i m i e n t o de un n u e vo m u n d o , p r o d u j e r a n m u c h o s mas escritos o r i g i n a l e s , q u e los o c h e n t a aos que escasamente h a n c o r r i d o desde q u e algunos l i t e r a t o s p r i n c i p i a r o n p u r g a r nuest r o i d i o m a del follaje r i d c u l o , con q u e el m a l gusto lo h a b a s o b r e c a r g a d o p o r espacio de u n a c e n t u r i a .

XXVI

Desde m u nio me familiariz m i p a d r e con las o b r a s del M t r o .

Avila,

s a n t a T e r e s a de J e s s , G r a n a d a , l l i -

t a d e n e i r a y N i e r e m b e r g . E s t a feliz casualidad me aficion t a n t o su l e n g u a j e , q u e antes de c u m p l i r los diez y seis a o s , h a b a ya d e v o r a d o p o r eleccin los escritos de G u e v a r a , Sigenza , san J u a n de la C r u z , E s t e l l a , V e n g a s , M r q u e z , M a l n de C h a i d e , Y pes y o t r o s p r n c i p e s del r o m a n c e castellano. E m p e z a ba conocer e n t o n c e s , y lo d e s c u b r mejor p o s t e r i o r m e n t e , q u e solo e m b e b i n d o m e en su e s t i l o , l o g r a r a a r r a i g a r m e en los p r i n c i p i o s que constituyen n u e s t r a b u e n a l o c u c i n , y p r e c a v e r m e del c o n t a g i o , q u e sin este a n t d o t o deba p e g r s e m e de o t r o s l i b r o s , que m i s estudios me f o r z a b a n l e e r , ya en sus o r i g i n a l e s , ya en psimas y afrancesadas t r a d u c c i o n e s . M e afan p u e s p o r engolfarme en la l e c t u r a de los a u t o r e s q u e f o r m a n el p r i n c i p a l d e p s i t o del h a b l a c a s t e l l a n a , sin q u e m e retrajese de este e m p e o lo v o l u m i n o s o de a l g u n o s , ni l o a b s t r a c t o de su a s c e t i c i s m o , ni la nimia profusin con q u e suelen e n g a l a n a r u n a m i s m a idea. T a l e s m i l a g r o s o b r a en nosotros la aficin: p o r q u no es m e n e s t e r m u c h a p a r a e s t u d i a r la lengua c a s t e l l a n a en el a m e n o pensil de su P a r n a s o , en su rico c u a n t o v a r i a d o t e a t r o , en los escritos de un M a r i a n a , un M e n d o z a , u n L e n , u n M e l , u n A l e m n un C e r v a n t e s . D e m s d e c i r , q u e c u a n d o en el discurso de mi v i d a h e q u e r i d o d i s t r a e r m e de o c u p a c i o n e s mas serias, n o d a r e n t r a d a al t e d i o , d i s i p a r alguna pena de las q u e t a n t a s vezes a c i b a r a n n u e s t r a m i s e r a b l e existencia; no h e h e c h o , ni hago hoi dia o t r a c o s a , que e c h a r m a n o de alguno de n u e s t r o s p o e t a s , de c u a l q u i e r a de nes-

XXVII

t r a s ingeniosas c o m e d i a s , de u n o de n u e s t r o s n o v e listas h i s t o r i a d o r e s . Su l e c t u r a lo h e r m o s e a t o d o c o m o p o r e n c a n t o m i v i s t a , y el majestuoso lenguaje y liiicla versificacin de a q u e l l o s e s c r i t o r e s , me h a c e o l v i d a r la insulsa r e g u l a r i d a d , el m o n t o n o c l a u s u l a r y el filosofismo de m u c h o s de mis c o n t e m p o r n e o s . N a d i e crea q u e i n c l u y o en este n m e r o los a u tores que cito en m i G r a m t i c a , aun c u a n d o sea con el fin de n o t a r l e s algn defecto, pues c a b a l m e n t e m u chos de ellos p e r t e n e c e n lo m a s florido de n u e s t r a m o d e r n a l i t e r a t u r a . Sin e m b a r g o , p a r a q u e esto n o induzca los jvenes en algn e r r o r acerca de los a u t o r e s q u e deben escoger p a r a p a u t a del b u e n lenguaje, m e veo p r e c i s a d o a d v e r t i r , que se le han deslizado al dulce M e l n d e z algunos g a l i c i s m o s , mezclados con m u c h a s de las p a l a b r a s a n t i c u a d a s q u e se usan a c t u a l m e n t e en Castilla la vieja; q u e n o tengo p o r r i g u r o samente puros Arriaza, Burgos y Q u i n t a n a , las Vidas de espaoles clebres cuyo estilo h a l l o algo m a s castigado en el t o m o segundo de q u e acaba de p u b l i car ; que V a r g a s P o n c e y M o r de F u e n t e s carecen de f l u i d e z , p a r t i c u l a r m e n t e el s e g u n d o , q u e es de u n a dureza i n s o p o r t a b l e ; y q u e Cienfugos ha escrito en u n a lengua que le p e r t e n e c e e s e l u s i v a m e n t e , p e r o q u e n o es la castellana de n i n g u n a poca. L e ha c a b i d o con t o d o la suerte de t e n e r m u c h o s p r o s l i t o s , c o m o los t u vo el g o n g o r i s m o en su t i e m p o , p o r q u es c a r r e r a m a s ancha y d e s e m b a r a z a d a Ja de d e s a t i n a r cada cual su a n t o j o , q u e la de e s c r i b i r con p u r e z a y c o r r e c c i n . P a r a h a c e r o l v i d a r , si es p o s i b l e , sus o b r a s p o t i c a s , q u e c o n v e n d r a no h u b i e s e n visto la luz p b l i c a , me

XXVIII

h e d e s v i a d o , respecto de este solo e s c r i t o r , de la fra t e m p l a n z a con q u e debe h a b l a r s e al n o t a r los defectos ajenos. E s sugeto con el q u e no he tenido t r a t o ni d e s avenencia de n i n g u n a e s p e c i e , y quien m i r o con cierta p r e d i l e c c i n p o r su gloriosa m u e r t e , y p o r sus c o n o c i m i e n t o s en las h u m a n i d a d e s , de que dan b u e n t e s t i m o n i o algunas p r o d u c c i o n e s suyas en p r o s a . N o son p o r t a n t o la p r e o c u p a c i n , la r i v a l i d a d ni el r e s e n t i m i e n t o los q u e han g u i a d o mi p l u m a , al h a b l a r de u n m o d o p o c o favorable de su lenguaje. P o r h a b e r visto lo m u c h o q u e alaba Q u i n t a n a el m r i t o de Cienfugos en la Introduccin siglo XFIII, la poesa castellana del he vuelto leer d e t e n i d a m e n t e sus com-

posiciones , y al p a s o q u e le h a l l o m u c h a s vezes b u e n versificador, m e ratifico en t e n e r l e p o r mal p o e t a y p e o r h a b l i s t a . S e r a u n a d e s g r a c i a , q u e el j u i c i o , q u e t a l vez la a m i s t a d ha a r r a n c a d o Q u i n t a n a , d e s l u m h r a s e algn j o v e n , y q u e t u v i r a m o s p o r su c u l p a u n solo cienfueguista. A u n de n u e s t r o s m a s distinguidos e s c r i t o r e s , de los a n t i g u o s i g u a l m e n t e q u e de los m o d e r n o s , cito pasajes q u e d e s a p r u e b o ; y c u a n d o despus de s e n t a r la regla, n o t o q u e tal a u t o r se h a s e p a r a d o de e l l a , i n d i c o su a u t o r i d a d p a r a el q u e prefiera s e g u i r l a , a u n q u e est p o c o c o n f o r m e en m i s e n t i r con lo q u e se halla m a s a d m i t i d o . E n lo c u a l es m i p l a n m u diverso del de G a r c e s , quien basta d e s c u b r i r u n a locucin en cualq u i e r a scscentisla, p a r a calificarla de donosa y e l e gante. M a s si t a c h a m o s sin r e p a r o el estilo de los h o m b r e s formados en t i e m p o s de e x a c t i t u d y refinamiento, y q u e han p u b l i c a d o con el m a y o r e s m e r o sus o b r a s ,

XXIX

h a b r razn p a r a v e n e r a r como o t r o s t a n t o s dogmas del lenguaje t o d o lo que nos ha t r a s m i t i d o la p r e n s a h a s t a mediados del siglo , c u a n d o era casi d e s conocida la correccin tipogrfica; c u a n d o pasaban los originales p o r el v i c i a d o c o n d u c t o de copistas p o c o i n t e l i g e n t e s , y c u a n d o el desalio y la falta de l i m a f o r m a b a n el c a r c t e r de la l i t e r a t u r a de a q u e l siglo? N o h a l l a m o s i n c o n v e n i e n t e en t i l d a r c o m o descuidos algunas locuciones de un J o v e l l n O s , u n I r i a r t e y u n M o r a t i n ; y n o ha de sernos p e r m i t i d o s u p o n e r l o s en H u r t a d o de M e n d o z a , en C o l o m a en M o n e a d a ? De cimos q u e se ha p e g a d o n u e s t r o s coetneos esta la o t r a espresion de su rozc con los i t a l i a n o s f r a n c e ses , y o l v i d a m o s q u e n u e s t r o s clsicos mas s o b r e s a lientes d e m o r a r o n m u c h o t i e m p o en los pases e s t r a n j e r o s , y q u e p u d i e r o n p o r lo m i s m o contagiarse de sus m o d i s m o s . P o r m u i r e s p e t a b l e s que sean as o b r a s de n u e s t r o s m a y o r e s , no solo no d e b e m o s p o n e r n o s p o r su a u t o r i d a d en g u e r r a a b i e r t a con el u s o , r e t e n i e n do las p a l a b r a s y giros suyos que m i r a este c o m o a n ticuados ; s i n o q u e t e n e m o s u n d e r e c h o i n c o n t e s t a b l e calificar algunos de c o n t r a r i o s las reglas g r a m a ticales de aquella poca , y r e p u t a r o t r o s p o r v e r daderos galicismos i t a l i a n i s m o s . Los que hallen larga m i G r a m t i c a c o m p a r n d o l a con la de la A c a d e m i a , tal vez n o h a b r n tenido p r e sente , que falta en esta p o r e n t e r o t o d o lo q u e c o n cierne la O r t o g r a f a , la P r o s o d i a y la P o t i c a ; y que si al v o l u m e n de la Gramtica agregase el de su Ortografa, de la A c a d e m i a se la diferencia de t a m a

os sera menos n o t a b l e . F u e r a de q u e una G r a m t i c a

XXX

nunca puede resultar b i e v e , por mucho cuidado que se ponga en simplificar las r e g l a s , y p o r m a s q u e se desee c o m p e n d i a r los p r e c e p t o s , c u y o n m e r o es y no p u e d e dejar de ser c o n s i d e r a b l e . L a G r a m t i c a de u n a lengua, si bien es el p r i m e r l i b r o q u e t o m a en las m a n o s el q u e se p r o p o n e e s t u d i a r l a , llega hacerse u n i n s e p a r a b l e c o m p a e r o del que n u n c a p i e r d e de vista el perfeccionarse en ella. INo p o r q u ensee e s c r i b i r b i e n , sino p o r q u seala los defectos de lenguaje q u e se deben e v i t a r . C i e r t o es que p u e d e u n o estar esento de e l l o s , y e s c r i b i r al m i s m o t i e m p o sin s o l t u r a ni n e r v i o , f a l t a r la p r o p o r c i n y n m e r o sus p e r o d o s , y c a r e c e r en u n a p a l a b r a de b u e n estilo. M a y a n s no p u e de ser p r o p u e s t o c o m o m o d e l o en esta p a r t e , a u n q u e n o se le h a y a n i m p u t a d o m u c h o s y e r r o s g r a m a t i c a l e s : el q u e lea las o b r a s del c o r r e c t s i m o don T o m a s d e Triarte , no h a l l a r acaso en su lenguaje o t r o m r i t o q u e el estar l i b r e de defectos; y C a p m a n y , n i m i o quiz en la p u r e z a de la l e n g u a , es d u r o y b r o n c o en su est i l o . P o c o s d i s p u t a r n e n t r e t a n t o J o v e l l n o s la p a l m a de ser el p r i m e r e s c r i t o r espaol e n t r e Jos m o d e r n o s , n o o b s t a n t e q u e d o r m i t a u n a q u e o t r a vez a d m i t i e n d o frases y vozes n u e v a s , se c o m p l a c e s o b r a d o en las a n t i c u a d a s , y t a m b i n se resiente de p r o v i n cialismos. A u n q u e el p r i m e r b o r r a d o r de esta G r a m t i c a q u e d c o n c l u i d o m e d i a d o s de 1 8 2 7 , lo he dejado d e s c a n s a r h a s t a h o i ; y si bien no se h a n p a s a d o los nueve aos q u e aconseja el p r e c e p t i s t a m a s juicioso de la a n t i g e dad , he e s p e r i m e n t a d o lo ventajoso q u e es t r a b a j a r con p a u s a , y no m a n d a r los escritos calientes y de p r i -

XXXI

m e r a m a n o la i m p r e n t a . Y o solo s las g r a n d e s m e j o r a s y c o r r e c c i o n e s q u e h a r e c i b i d o m i l i b r o en este i n t e r v a l o , pues no h a p a s a d o semana ni casi d i a , sin q u e lo haya a a d i d o a l t e r a d o en algo. N o c o n t e n t o sin e m b a r g o con e s t o , y d e s e a n d o a r d i e n t e m e n t e el a c i e r t o , lo he s o m e t i d o p o r l t i m o al e x a m e n de mi p a i s a n o don J o a q u n L o r e n z o \ i l l a n u e v a , juez el mas idneo en la m a t e r i a , as p o r sus m u chas o b r a s en q u e Campea la lengua c a s t e l l a n a con t o d a su pureza y g a l a , corno p o r estar d e d i c a d o algunos aos hace c o m p i l a r un d i c c i o n a r i o de Ja m i s m a . M e h a n dispensado t a m b i n el favor de e x a m i n a r y c o r r e g i r m i t r a b a j o don A n t o n i o A l c a l G a l i a n o , p r o f e s o r de la lengua y l i t e r a t u r a espaolas en Ja U n i v e r s i d a d de L o n d r e s , y don P a b l o M c n d b l , sugeto bien conocido p o r sus escritos r e l a t i v o s las m i s m a s . A m b o s unen su i n s t r u c c i n el e s p r i t u o b s e r v a d o r q u e se a d q u i e r e con el h b i t o de e n s e a r , y el o r d e n , e x a c t i t u d y detenida p r o l i j i d a d q u e son el a l m a de las o b r a s e l e m e n t a l e s . Y a se deja e n t e n d e r , q u e e n t r e los sugetos quienes m e ha o c u r r i d o m o l e s t a r p a r a q u e inspeccionasen la o b r a , no h a b r dejado ocioso m i amigo don M a t e o S e o a n e , cuyos c o n o c i m i e n t o s en la p r o p i e d a d de nuest r a lengua a p a r e c e r n m u i c l a r o s en el D i c c i o n a r i o c o m p a r a d o del e s p a o l ingles , q u e m u i en b r e v e d i s f r u t a r el p b l i c o . H u b i e r a q u e r i d o sujetarla a d e m a s al d i c t a m e n de algunos dignos e s p a o l e s residentes en la P e n n s u l a ; p e r o no he p o d i d o verificar u n a c o n s u l t a en q u e no suele ser intil oir las razones q u e h a n g u i a d o al a u t o r . T a m p o c o he p o d i d o i m p l o r a r el ausilio de los que se h a l l a n

XXXII

en P a r s , capazes de m e j o r a r en a r a n m a n e r a mi t r a b a j o , p o r q u h a b i e n d o v e n i d o esta c a p i t a l , con n i m o en e! p r i n c i p i o de que mi p e r m a n e n c i a fuese p o r poco t i e m p o , quise a p r o v e c h a r l o c u i d a n d o yo m i s m o de la i m p r e s i n , y p r o c e d desde luego p o n e r l a p o r o b r a . los unos y los o t r o s ruego e n c a r e c i d a m e n t e me favorezcan con sus o b s e r v a c i o n e s , p a r a tenerlas presentes en la segunda edicin. M r e s e la p r i m e r a c o m o u n a n u e v a t e n t a t i v a en esfe r a m o , y a u n , si se q u i e r e , c o m o u n ensayo confidencial q u e s o m e t o al examen de los i n t e l i g e n t e s , con el fin de q u e se sirvan d i r i g i r m e c u a n tas a d v e r t e n c i a s conduzcan rectificarlo. H g a n s e m e p b l i c a p r i v a d a m e n t e , con n i m o hostil p o r el deseo de b u s c a r la v e r d a d , pueden v i v i r seguros m i s censores de q u e no las d e s e s t i m a r , c u a n d o llegue el caso de p o d e r l a s a p r o v e c h a r . M deseo es a c e r t a r , n o a l t e r c a r , ni sostener con e m p e o lo que u n a vez h a y a e r r a d o . S i e m p r e m e han p a r e c i d o i n t i l m e n t e e m p l e a dos el t i e m p o y c a l o r q u e se gastan en semejantes cont r o v e r s i a s , y una p r e n d a funestsima la disposicin n a t u r a l q u e algunos tienen p a r a sostenerlas y aun busc a r l a s . P o r este m e d i o nadie se da p o r c o n v e n c i d o , p o r q u todos se o b s t i n a n en no ceder el t e r r e n o que se les d i s p u t a . L o p e o r es, q u e si alguna especie til se halla m e z c l a d a e n t r e las m u c h a s i n j u r i a s , p e r s o n a l i d a d e s y denuestos con q u e suelen favorecerse los c o n t r i n c a n tes , debe tenerse p o r p e r d i d a , p u e s t o d a v a no he vist o escrito a l g u n o de esta c a t a d u r a q u e haya s o b r e v i vido un ano su p u b l i c a c i n .
t 'ui 'is , ; riO de He ijjuslo

1X3(1.

ADVERTENCIA
PREFIJADA LA S E G U N D A EDICIN.

EMPIEZO d a n d o gracias al p b l i c o p o r el a p r e c i o que h a h e c h o de ini e n s a y o . C u a n d o lo p u b l i q u fines de i 831 , fu m a s con el designio de d a r conocer la lib r e r a q u e a c a b a b a de e s t a b l e c e r en P a r i s , q u e con la esperanza de que se a g o l a r a n tan p r o n t o los 1 .'>00 ejemp l a r e s de a q u e l l a edicin. Sin e m b a r g o este h e c h o , el m a s decisivo p a r a p r o c e d e r la s e g u n d a , no p r u e b a t a n t o la b o n d a d de m i G r a m t i c a , c o m o lo incompleto y d i m i n u t o de c u a n t a s la han p r e c e d i d o . Desde q u e me fu d a d o r e g r e s a r m i p a t r i a d e s p u s de una ausencia de cerca de once a o s , me p r o p u s e verificar esta r e i m p r e s i n en M a d r i d , d o n d e r e siden v a r i o s l i t e r a t o s q u e h u b i e r a n a c l a r a d o las d u das cjue t e n a sobre algunos p u n t o s . P e r o hallndose V a l e n c i a a m e n a z a d a de la t e r r i b l e enfermedad que h a salido del Asia p a r a devastar t a m b i n las o t r a s p a r t e s c

XXXIV

del m u n d o , y que tantas v c t i m a s c u e n t a ya en E u r o p a , c o m o la m a s p o b l a d a ; t u v e q u e s u s p e n d e r el viaje, fin de p o d e r p r e s t a r m i cara familia los consuelos y a u s i l i o s , q u e nadie tiene t a n t o d e r e c h o r e c l a m a r de m . Descoso de e m p l e a r el t i e m p o de m i p e r m a n e n c i a en esta c a p i t a l , y siendo no menos f r e cuentes que c o n s i d e r a b l e s Jos p e d i d o s q u e c o n t i n a n hacindose de esta G r a m t i c a , he d e b i d o o r d e n a r de priesa mis n u m e r o s o s a p u n t e s , r o d e a d o de los e s t r a gos de la m u e r t e , que ha a r r e b a t a d o v i d a s p a r a m m u i p r e c i o s a s , y ejecutar la r e i m p r e s i n sin p o d e r adq u i r i r todas las a c l a r a c i o n e s q u e a p e t e c a . A l g u n a s h e d e b i d o mi a m i g o D . Agustn A i c a r t , quien en m e dio de la c a l a m i d a d general y de sus c o m p l i c a d a s o c u p a c i o n e s , ha d e s t i n a d o m u c h o s r a t o s r e v i s a r c o n m i g o u n a gran p a r t e de la o b r a , p a r t i c u l a r m e n t e la P r o s o d i a . Sus vastos c o n o c i m i e n t o s en las letras h u m a n a s y en la enseanza de la j u v e n t u d , p o r el l a r g o t i e m p o q u e h a ejercido los destinos de profesor y d i r e c t o r del colegio de nobles de esta c i u d a d , le hacen el censor m a s d i e s t r o p a r a l i b r o s de la clase del m i . E n el p r l o g o de la p r i m e r a edicin q u e p r e c e d e esta a d v e r t e n c i a , no he tenido p o r necesario h a c e r mas q u e a l g u n a s lijeras c o r r e c c i o n e s , y s u p r i m i r los p a sajes cuya o p o r t u n i d a d h a d e s a p a r e c i d o ; p e r o en el c u e r p o de la o b r a he d a d o l u g a r con m a n o franca t o d a s las v a r i a c i o n e s , mejoras y a u m e n t o s , q u e me h a n s u g e r i d o el t i e m p o y Jos consejos de a l g u n a s p e r s o n a s . D e b o citar particularmente D . J o s Gmez I l e i m o s i l l a , p u e s se ha t o m a d o u n a t a r e a s o b r a d o molesta en i n s p e c c i o n a r m i l i b r o , d i r i g i r m e sus a d v e r t e n c i a s

XXXV

y c o n t e s t a r m i s r e p e t i d a s p r e g u n t a s , p a r a que p u e d a yo o m i t i r su n o m b r e sin c a e r en la n o t a de i n g r a t o . C r e o h a b e r e x a m i n a d o las o b s e r v a c i o n e s q u e l y o t r o s sugeos inteligentes m e h a n d i r i g i d o , con el mism o e s p r i t u q u e las h a d i c t a d o sus a u t o r e s , esto es, con el m a s p u r o deseo del a c i e r t o , sin la m e n o r p r e o c u pacin favor de lo q u e h a b a e s c r i t o : as es que p a r a e v i t a r Jos engaos del a m o r p r o p i o , he p r e f e r i d o la opinin ajena, s i e m p r e q u e h a l l a b a la m e n o r d u d a en el c a m i n o q u e d e b a seguir. P e r o c o m o en la p e r s o na que se ha dedicado e s p e c i a l m e n t e u n r a m o , y q u e t a n t o se ha desvelado p a r a p r e s e n t a r segunda vez su o b r a mas digna de la atencin p b l i c a , debe s u p o n e r s e u n a s u m a de c o n o c i m i e n t o s q u e difcilmente r e n e n los ciernas; no p a r e c e r c s t r a o que h a y a dejado de adm i t i r m u c h a s c o r r e c c i o n e s y r e p a r o s , los unos p o r j u z g a r l o s p o c o a c e r t a d o s , y los o t r o s p o r s e p a r a r s e del sistema q u e he a d o p t a d o despus de un m a d u r o e x a m e n . esta clase p e r t e n e c e c u a n t o se me ha i n c u l c a d o sobre la conveniencia de a t e n e r m e los p r i n c i p i o s ideolgicos m a s bien que los p r c t i c o s , y sobre el uso del le, la y lo. Ni he p o d i d o d e s i m p r e s i o n a r m e de q u e una lengua lia de h a b l a r s e y escribirse c o m o lo hacen los h o m b r e s d o c t o s , y no c o m o lo p e d i r a n las regas de una g r a m t i c a , racional y sencilla c u a n t o se q u i e r a , p e r o d e s t i t u i d a del a p o y o de la a u t o r i d a d ; ni be n o t a d o en n u e s t r o s mas distinguidos escritores cosa alg u n a q u e m e haga r e f o r m a r Jo q u e he sentado en la S i n t a x i s acerca de los casos o b l i c u o s de p r o n o m b r e c7, ella. Solo respecto de los m o d o s y t i e m p o s del verb o , m e he i n c l i n a d o a h o r a a b r a z a r la senda i d e o -

XXXVI

lgica, y he s e g u i d o tina, tan r a c i o n a l m i p a r e c e r , como nueva. Con esta alteracin he a d e l a n t a d o m u c h o p a r a esplicar en la S i n t a x i s , con c u a n t a c l a r i d a d y sencillez me ha sido p o s i b l e , el v e r d a d e r o significado y fuerza de los t i e m p o s . A l g u n o ha j u z g a d o e x a g e r a das injustas m i s reflexiones de la nota E s o b r e la i n e x a c t i t u d de n u e s t r o p r o n o m b r e de la tercera p e r s o na y del adjetivo su q u e de l se d e r i v a : sin e m b a r g o vo he h a l l a d o d i a r i a m e n t e m o t i v o s p a r a m a s en ellas. N o he dejado de a p r o v e c h a r m e t a m b i n de los v a rios c o m p e n d i o s de la g r a m t i c a castellana q u e he t e n i d o ocasin de ver en los tres anos l t i m o s . L o s dintcntos, liuc o m p u e s t o s p o r P u i g , y p u b l i c a d o s de o r d e n afirmarme

del S r . C l i m e n t en B a r c e l o n a en 1 7 70, a u n q u e no a b r a zan mas p a r t e q u e la A n a l o g a , contienen en las notas algunas indicaciones que d e m u e s t r a n el c a r c t e r observ a d o r del que las h i z o , pues n o p u d o c o p i a r l a s de ning u n o de los g r a m t i c o s que le h a b a n p r e c e d i d o . L a Gramtica reducida dilogo, q u e en I 823 dio luz D . J o s G a r r i g a , (otro de los sugefos q u e se han servido c o m u n i c a r m e algunos r e p a r o s sobre la mia) si bien contiene pocas especies n u e v a s , es u n o de los mejores c o m p e n d i o s de la G r a m t i c a de la A c a d e m i a q u e p a ra las escuelas se h a n f o r m a d o . P e r t e n e c e u n a clase e n t e r a m e n t e diversa la Gramtica compendio de Ortografa, elemental con un q u e sac luz el ao de

1 8 2 8 en M a d r i d D . J a c o b o Saqueniza , n o m b r e con que disfraz el suyo D . J o a q u i n Cabezas. El m t o d o a n a l t i c o que en ella se e m p l e a , y la gran cabida que se da la n o m e n c l a t u r a y m x i m a s ideolgicas, o f r e -

cen los p r i n c i p i a n t e s los misinos o b s t c u l o s , que p o r lo respectivo los Elementos de Calleja a p u n t o en el p r l o g o que antecede. Confieso con t o d o , q u e es el l i b r o de que mas fruto he sacado p a r a c o r r e g i r a l g u nas definiciones, y aun p a r a clasificar los t i e m p o s , no o b s t a n t e el distinto r u m b o que a m b o s h e m o s seguido. T a m p o c o me h a n sido intiles a l g u n a s de las notas q u e se hallan en el Comentario al Don Quijote por C e m e n c i n , del que solo van i m p r e s o s hasta hoi tres t o m o s . (*) A l g n t a n t o he a u m e n t a d o el c a p t u l o de los nombres Nomenclatura derivados, geogrfica de resultas de h a b e r ledo la de Espaa por Caballero,

o b r a de u n gnero a b s o l u t a m e n t e n u e v o , en la q u e sobresale n o m e n o s el p r o f u n d o estudio q u e de n u e s tra geografa ha h e c h o su a u t o r , q u e el tino con q u e ha sabido a p l i c a r esta m a t e r i a los p r i n c i p i o s del lenguaje. N o he e n c o n t r a d o mies tan c o p i o s a , como m e h a b a p r o m e t i d o , en los t r a t a d o s g r a m a t i c a l e s de J o v e l l n o s . L a b r e v e d a d de u n o s , el e s t a r d e s t i n a d o s otros p a r a la j u v e n t u d en clase de r u d i m e n t o s , y el no ser en general sino a p u n t e s , q u e no dio la s e g u n d a , y m e nos la l t i m a m a n o aquel insigne l i t e r a t o ; son o t r o s t a n t o s m o t i v o s de que no se a d v i e r t a n en n i n g u n o de ellos el c r i t e r i o , b u e n orden y a b u n d a n c i a de noticias, que c a r a c t e r i z a n o t r o s escritos s u y o s . Si he o m i t i d o m u c h a s cosas de las q u e m e han i n dicado mis a m i g o s , y de las q u e he h a l l a d o en las G r a mticas que n u e v a m e n t e he r e c o r r i d o , es p o r q u ten

l'ara la l e r r c r a

edicin

di: e s l a d r a m t i c a lie t e n i d o ya de Clemencia..

p r s e n l e el l o m o c u a r l o d e l Caniculario

XXXVII

go largo fastidioso, c u a n d o fuera p o s i b l e , r e d u cir reglas t o d a s Jas frases, giros y c a p r i c h o s de u n a l e n g u a , Ja cuaJ n u n c a p u e d e a p r e n d e r s e p o r u n a G r a m t i c a , a u n q u e sea m u i e s t e n s a , p u e s c o m o dijo c u e r d a m e n t e Q u i n i l i a n o (lib. I . c a p . (>.), Milii non te dici videlur, aliadcsse latine, invenus lo aliud grammalice

qui. E l q u e desee e s c r i b i r con s o l t u r a y elegancia, ha de j u n t a r u n gran c a u d a l de c o n o c i m i e n t o s la l e c t u r a asidua de n u e s t r o s clsicos. E s t u d e l o s noche y dia el q u e a s p i r e figurar e n t r e los escritores r e c o m e n d a b l e s p o r su p u r o lenguaje, y nadie p r e s u m a c o n s e g u i r l o p o r el m e r o h e c h o de h a b e r nacido vivido largo t i e m p o en u n pais en q u e se h a b l e el c a s t e l l a n o . Ai leer c u a l q u i e r a pgina de J o v e l l n o s , M o r a t i n , Hojas C l e m e n t e , M a r i n a , Gonzlez C a r v a j a l V i l l a n u c v a , al i n s t a n t e se a d v i e r t e q u e han d e r i v a d o su b u e n o y castizo estilo del r a u d a l de p u r o lenguaje de n u e s t r o s mejores l i b r o s , q u e p r o c u r a r o n r e d u c i r al cauce de la g r a m t i c a , p a r a q u e no se desviase del c u r s o q u e d e b e seguir. C o m o esti al p r e s e n t e m a s firme en a l g u n o s p u n t o s s o b r e q u e m e h a l l a b a antes p e r p l e j o , p i e n s o ya s e r i a m e n t e en f o r m a r u n Compendio tellana para de la gramtica cas el uso de las escuelas. L o s l i b r o s elemen

tales son c a b a l m e n t e los m a s difciles de r e d a c t a r , y lian de fundarse en o t r a o b r a m a s l a t a , la q u e d e b e referirse de c u a n d o en c u a n d o el a u t o r , p o r si gustan c o n s u l t a r l a los p r i n c i p i a n t e s , y a u n los m a e s t r o s , fin de i n s t r u i r s e m a s fondo s o b r e a l g u n a m a t e r i a , i m p l o r o p a r a este t r a b a j o , y p a r a rectificar los d e s a c i e r t o s s u p l i r las faltas q u e se notan en la p r e s e n t e r e i m p r e s i n , el ausilio y las luzes de i o d o s a q u e l l o s q u e n o

X X X I X

m i r a n con i n d i f e r e n c i a , q u e la lengua castellana m a n tenga el e s p l e n d o r y la majestad que la distinguen e n t r e todas las de E u r o p a . He hecho c u a n t o he s a b i d o p a r a m e j o r a r m i l i b r o , a u m e n t a n d o notabili'simamenle la lista de las p r e p o s i ciones que rigen algunos n o m b r e s y v e r b o s , siguiendo u n nuevo r u m b o en p u n t o s m u i c a p i t a l e s , y m a n i f e s t a n d o en algunos con mejor a c u e r d o u n a o p i n i n d i a m e t r a l m e n t e opuesta la q u e antes h a b a profesado. S i e m p r e q u e he v a r i a d o de d i c t a m e n , me ha p a r e c i d o t e m p l a r el aire p o s i t i v o q u e llevaba m i c r t i c a , he dej a d o subsistir el m i s m o lugar del a u t o r q u e a n t e r i o r m e n t e c i t a b a , p a r a q u e p u e d a n o t a r mejor m i r e t r a c tacin duda el q u e h a y a vislo la p r i m e r a edicin. los q u e se lomen la molestia de leer la s e g u n d a , m e conozcan f o n d o , no les q u e d a r d u d a de q u e tales alteraciones son hijas de m i c o n v e n c i m i e n t o , y n o de consideracin alguna p e r s o n a s , ni sus e m p l e o s . E n la r e p b l i c a de las l e t r a s n o se conocen m a s j e r a r q u a s n i distinciones q u e las del s a b e r : las de altos p u e s t o s y condecoraciones honorficas no tienen a d e m a s o t r o v a l o r p a r a m q u e el p o d e r s e r v i r de e s t m u l o y r e c o m p e n s a del m r i t o , y en c u a l q u i e r a caso m e h a r a n a u m e n t a r m a s bien q u e d i s m i n u i r lo fuerte de la c e n s u r a , p a r a q u e n a d i e le q u e d a r a e s c r p u l o sobre si t e m o lisonjeo al p o d e r . E l t r a s c u r s o de tres aii'os m e ha d a d o lugar p a r a e x a m i n a r m u c h a s cosas n u e \ a l u z , y p a r a oir leer las reflexiones de personas i n s t r u i d a s en la m a t e r i a . E s t a ha sido la nica causa de las notables v a r i a c i o n e s q u e he hecho cu mi G r a m t i c a , la que p r e s e n t o al p u b l i c o c r e ) e u d o que contiene

a h o r a m u c h a s m e n o s e q u i v o c a c i o n e s que en la p r i m e r a edicin. Q u i e n la coteje con e s t a , n o t a r el m p r o b o t r a b a j o q u e en ella he p u e s t o , y q u e he c u m p l i d o lo que ofrec de n o p e r d o n a r diligencia con el objeto de m e j o r a r l a . Si debe r e p u t a r s e p o r delirio en las e m p r e sas h u m a n a s c r e e r q u e se h a llegado la perfeccin, no lo es a s p i r a r e l l a , a d e l a n t a n d o algn p a s o en el c a m i n o q u e conduce fin tan r e m o t o c o m o deseado.
V a l e n c i a , a' 10 d e n o v i e m b r e ile 1 8 3 1 .

DOS PALABRAS
SOBRE ESTA NUEVA EDICIN.

HABIENDO

creido c o n v e n i e n t e r e p r o d u c i r los p r l o -

gos de las dos ediciones a n t e r i o r e s , n o son m u c h a s las cosas de q u e m e resta h a b l a r a h o r a . mediados del ao p r x i m o p a s a d o q u e d a b a n y a pocos e j e m p l a r e s de los dos mil de la s e g u n d a , q u e se p u b l i c al p r i n c i p i a r el mes de febrero de 1 8 3 5 . C o m o n u n c a he cesado de c o r r e g i r y a u m e n t a r esta G r a m t i c a , el deseo de c o n s u l t a r con alguna p e r s o n a i n t e l i gente las variaciones q u e h a b a h e c h o , fue u n o de los motivos q u e m e trajeron M a d r i d . L a s sujet en efect o la c e n s u r a de D . J o s G m e z H e r m o s i l l a , q u i e n h a tenido la b o n d a d de e x a m i n a r l a s , y m a n i f e s t a r m e su o p i n i n con la m i s m a franqueza con q u e otras vezes lo h a b a ejecutado. D e s c a n s a n d o en tan r e s p e t a b l e a p o y o , me he d e c i d i d o q u e salgan luz los m u c h o s a u m e n t o s q u e o c u r -

XLH

ren ahora cada p a s o , p a r t i c u l a r m e n t e en la lista (cap. V i l de la Sintaxis) de los n o m b r e s , v e r b o s y adverbios q u e piden u n a p r e p o s i c i n p a r t i c u l a r . S o n m u i n o t a b l e s las adiciones q u e se h a n verificado en las p ginas 1 6 , 3 4 , 4 0 , 6 5 , 6 6 , 1 1 4 , 1 2 4 , 1 2 5 , 1 2 8 , 1 2 9 , 1 4 1 , 1 4 2 , 148, 154, 160, 1 6 1 , 162, 1 6 5 , 1 72, 1 73, 1 7 4 , 211 , 2 3 7 , 2 3 9 , 2 4 4 , 2 5 8 , 359 y 4 7 4 , segn p o d r a d v e r t i r l o el lector cotejndolas con ios c o r r e s p o n dientes pasajes de la segunda edicin. E n n a d a q u e sea v e r d a d e r a m e n t e e s e n c i a l , he v a r i a d o el plan q u e p a r a a q u e l l a a d o p t , no i n d u c i n d o m e h a c e r l o ni las G r a m t i c a s q u e l t i m a m e n t e b e v i s t o , ni las observaciones q u e de diversas p e r s o uas he r e c i b i d o . Antes de c o m e n z a r esta r e i m p r e s i n , h a b a p u e s t o m a n o al Compendio par-a el uso de las escuelas, tantas vezes p r o m e t i d o ; p e r o a p e n a s t e n d r a b o s q u e j a d a c o m o u n a t e r c e r a p a r t e , el h o n r o s o e n c a r g o q u e h e d e b i d o m i s c o n c i u d a d a n o s , m e a r r a n c de los negocios p a r t i c u l a r e s , p a r a engolfarme en los p b l i c o s . A s q u e p u e d a d e s t i n a r un p a r de meses este t r a b a j o , me d e d i c a r c o n c l u i r l o , pues n a d a deseo tan de veras como c o m p l a c e r las m u c h a s p e r s o n a s que lo rec l a m a n con i n s t a n c i a .
M a d r i d , 2 0 de, l e b r e r o de 1857.

XLIII

Ell RATAS

NOTABLES.

i'n tonio case, mera Kn decir,

la piig. T del prlogo, lilis. 2 y 5 , tioiiile dice, d e A n di; S a l a / . a r , i m p r e s o e n l l u a u la v e z p r i m e r a el ao i(i'22, d e A m b r o s i o de S a l a d a r , i m p r e s o e n l l u a u la v e z p r i el a o !.( LI. la p"'g. L ) l , Un. 2 5 , en lugar de, cu tales c a s o s , debe en m u c h o s casos.

TABLA.

/ .
s

De ln g r a m t i c a y su d i v i s i n

ANALOGA.
C A P T . T. CAP. De las l e t r a s y su p r o n u n c i a c i n . D e l s i l a b e o y la lectura 3 II. De las partes de la o r a c i n en g e n e r a l , y del n o m b r e en p a r t i c u l a r . D e sus n m e r o s y g n e r o s . D e los a d j e t i vos 11 I I I . De los c o m p a r a t i v o s y s u p e r l a t i v o s . De los a u m e n t a t i v o s y d i m i n u t i v o s . De los d e r i v a d o s . * De los c o m puestos 5o IV. Del a r t c u l o y del p r o n o m b r e 5l V. Del v e r b o . D e sus m o d o s y t i e m p o s . 53 VI. De las c o n j u g a c i o n e s de los v e r b o s r e gulares Gi V I I . De las c o n j u g a c i o n e s de los v e r b o s i r regulares. . . . . . . . . . 67 V I I I . V e r b o s (pie tienen una c o n j u g a c i n p e culiar . . . . 7G IX. I r r e g u l a r i d a d e s de los v e r b o s , tanto i m p e r s o n a l e s c o m o d e f e c t i v o s , y de algunos participios pasivos Cjfy \. De las p a r t c u l a s i n d e c l i n a b l e s , es d e c i r , del a d v e r b i o , d l a p r e p o s i c i n , de la c o n j u n c i n y de ta i n t e r j e c c i n , i o ?
s i N T \ \ H
l i o

CA'.

CAP . CAP. CAP. CAP. CAP. CAP.

CAP.

C A P . I.

Del r g i m e n y la c o n c o r d a n c i a .

. . .

111

XLVI

TABLA. /-'/-.

CAP. II.

D e l n o m b r e en g e n e r a l iiq Del n m e r o i '''> Del g n e r o 12 .4 Del n o m b r e c o n s i d e r a d o c o m o s u s t a n tivo y adjetivo 12( De los n u m e r a l e s 13o De l o s c o m p a r a t i v o s y s u p e r l a t i v o s , y de las l o c u c i o n e s de c o m p a r a c i n . . l/\.0 Cap. I I I . De los a r t c u l o s . D e l i n d e f i n i d o . . . i^G Del a r t c u l o definido l/yj C A P . IV. Del p r o n o m b r e . . . loo C A P . V. Del v e r b o i'JH De las v o z e s bid. De los m o d o s . - D e l infinitivo 171 Del i n d i c a t i v o 17I Del s u b j u n t i v o 179 Del i m p e r a t i v o loo D e los t i e m p o s de i n d i c a t i v o . Del p r s e n l e , y del p r e t r i t o y f u t u r o a b solutos loi Del p r e t r i t o c o e x i s t e n l e 1 c>. Del futuro condicional 1M4 Del f u t u r o de s u b j u n t i v o 1 7 Del f u t u r o c o n d i c i o n a l de s u b j u n t i v o . 1 r 1 Del i n d e f i n i d o a b s o l u t o lyi Del i n d e f i n i d o c o n d i c i o n a l i(> Del ful u r o de i m p e r a t i v o )(>7 De los t i e m p o s c o m p u e s t o s bid. De los v e r b o s d e t e r m i n a n t e y d e t e r m i nado 202 D e los v e r b o s ser y eslar 2i3 D e los v e r b o s haber y tener 217 De los v e r b o s i m p e r s o n a l e s , de los n e u tros y los r e c p r o c o s 221 De las frases para n e g a r , p r e g u n t a r y esclamar 22o C A P . V I . Del a d v e r b i o y las frases a d v e r b i a l e s . 2 3 5

TABLA.

XLVII

l'g.
CAP. CAP. CAP. CAP. VII. VIII. IX. X. De la p r e p o s i c i n De las c o n j u n c i o n e s i n t e r j e c c i o n e s . . Del e s t i l o c a s t e l l a n o a c t u a l 3 De los a r c a s m o s en los n o m b r e s y en la c o n j u g a c i n d e los Y e r b o s . . . .
ORTOGRAFA

248 3/.j 5 3 071


077

L e t r a s del alfabeto q u e p u e d e n o f r e c e r a l g u n a d i ficultad . . . . 378 D e la p a r t i c i n de las slab as y la s e p a r a c i n de las palabras 38F) De la p u n t u a c i n . 3f)D De la a c e n t u a c i n 4 Reformas que convendra adoptar 4 Lista de las a b r e v i a t u r a s rnas u s u a l e s en las i m p r e s i o n e s m o d e r n a s y en lo m a n u s c r i t o 4
0 2 1 1

1 2

PROSODIA.

De la c a n t i d a d y el a c e n t o 4'5 Del c o n s o n a n t e , del a s o n a n t e y del v e r s o l i b r e . . A:i De las d i s t i n t a s e s p e c i e s de v e r s o 4'-5 De las c o m p o s i c i o n e s p o t i c a s c o r t a s de m a y o r u s o , 4 3 3 De las l i c e n c i a s p o t i c a s 445
NOTAS.

A li C I) E I G

opinin sobre nuestro anticuo teatro. . , 4 ^ 3 S o b r e la d e f i n i c i n de la g r a m t i c a /.'o El t u l u r o c o n d i c i o n a l p e r t e n e c e al i n d i c a t i v o , y no al s u b j u n t i v o . 4>JO S o b r e las o r a c i o n e s de i m p e r s o n a l del v e r b o

haber
I n e x a c t i t u d del p r o n o m b r e de la t e r c e r a persona y del a d j e t i v o su L t i q u se fundan los q u e d i c e n q u e la y las son l o s d a t i v o s del p r o n o m b r e ella Razones p o r q u e p r e t e n d e n unos q u e /(.' d e b e ser el a c u s a t i v o de el, otros q u e lo, y yo,

4b'RJ

47

4?4

XLVII

TABLA.

II

I J

I\ L

q u e lia de s e g u i r s e u n t r m i n o m e d i o . . . /J-y No es p e c u l i a r de los i n g l e s e s , S I N O q u e s u c e d e t a m b i n en n u e s t r a l e n g u a , q u e m u c h o s v e r b o s v a r a n de s i g n i f i c a d o en razn de la p r e p o s i c i n q u e se l e s j u n t a . 400 S o b r e un n u e v o s i s t e m a de a c e n t u a r /j.01 F u n d a m e n t o s q u e lia i p a r a u n i r la / q u e se llalla e n t r e dos v o c a l e s , la v o c a l q u e la precede bid. A u t o r e s q u e h e c o n s u l t a d o s o b r e la c a n t i d a d y el a c e n t o de las slabas f.{)2 N o d e b e a d m i t i r s e c e s u r a a l g u n a en n u e s t r o e n d e c a s l a b o . O b s e r v a c i o n e s s o b r e la a c e n t u a c i n de este v e r s o P o r q u e los p o e t a s a n d a l u z e s c o n f u n d e n la c c o n la s mas q u e los v a l e n c i a n o s 4<'<)
NDICE

a l f a b t i c o de las c o s a s mas n o t a b l e s de esta G r a mtica 49


1

LA G R A M T I C A
Y

DIVISIN.

L A gramtica de la actual lengua castellana no es o t r a c o s a , q u e el conjunto ordenado de las reglas de lenguaje que vernos observadas en los escritos o' conversacin de as personas doctas que /rabian el castellano o espaol, (1) pues de a m b o s m o d o s se designa n u e s t r o i d i o m a . L l m a s e castellano, c o m o que es el de a m b a s Castillas; y espaol, p o r ser el que se h a b l a en la m a y o r p a r t e de las p r o v i n c i a s de la P e n n s u l a ; el u s a d o , aun en aquellas donde no es la l e n g u a c o m n , p a r a p e r o r a r en el p u l p i t o , a b o g a r en los t r i b u n a l e s , e n s e a r en las e s c u e l a s , y p a r a casi t o d o lo q u e se escribe i m p r i m e ; y p o r q u se estienden en l Jas e s c r i t u r a s y p r i v i l e g i o s , desde que as lo dispuso en 1 2 6 0 el rci D . A l o n s o el s a b i o . (2) Siendo el objeto de la g r a m t i c a el lenguaje, d e b e r c o n s i d e r a r ante todo las p r o p i e d a d e s y a c c i d e n t e s , y Ja filiacin procedencia de sus p a r t e s s e p a r a d a s ; y despus el m o d o de o r d e n a r dichas p a r t e s , p a r a f o r m a r con ellas las p r o p o s i c i o n e s , incisos colones; con estos los periodos clusulas, y finalmente el discurso habla, de q u e nos valemos p a r a c o m u n i c a r n o s con nuestros semejantes. L l a m a n unos Analoga y o t r o s
"Vase la n o t a 15 d e las q u e v a n al fin d e esta G r a m a ! i r a . Mariana llist. de Espaa , Yih. X I V , c a p . 7 , y A l e n d e / , d e S i l v a , Catlogo real y genealgico tic Espaa . lo 1. 1 0 1 . 1 2

'i

DIVISIN

I1V. I . A

CHAmTK'.A.

.Etimologa lo p r i m e r o ; p e r o todos dan l o i l i i m o el n o m b r e de Sintaxis, voz griega q u e significa coordinacin 6 arreglo. A m b a s p a r t e s b a s t a r a n p a r a que los h o m b r e s fueran c o r r e c t o s en h a b l a r y e s c r i b i r su l e n g u a , si no se n e cesitara ademas fijar p o r m e d i o de ciertos signos la e s t r u c t u r a , divisin y a u n entonacin de los p e r o d o s . H a bindose i n t r o d u c i d o en consecuencia el refinamiento de e s c r i b i r las vozes con las letras y acentos c o r r e s p o n d i e n t e s , y las clusulas con cierta p u n t u a c i n juiciosa; es ya indispensable q u e se c o m p r e n d a en toda G r a m t i ca la Ortografa. La poesa constituye t a m b i n al p r e s e n t e u n o de los r a m o s m a s a g r a d a b l e s del saber h u m a n o ; y corno p u e de y suele ejercitarla el q u e , estando d o t a d o de u n a b u e n a disposicin n a t u r a l , ha a d q u i r i d o las nociones q u e ensena la g r a m t i c a , no debe p a r e c e r e s t r a o q u e f o r m e o t r a p a r t e de ella la Prosodia, que esplica la m s i c a de las p a l a b r a s , esto e s , la divisin de Jas s l a bas en largas y breves, m a s bien en agudas y graves, si nos referimos las lenguas vivas ; Ja n a t u r a l e z a del metro rima , y las c o m b i n a c i o n e s mas usuales q u e suelen d a r l e los p o e t a s . R e s u l t a dividida n a t u r a l m e n t e la g r a m t i c a en Analoga, Sintaxis, Ortografa y Prosodia, q u e son las c u a t r o p a r t e s q u e me p r o p o n g o e x a m i n a r respecto de Ja lengua c a s t e l l a n a .

PARTE

PRIMERA.

ANALOGA.
CAPTULO
DE L A S LETRAS Y

I.
SILABEO

S I ' PRONUNCIACIN. O El, Y L.V L E C T U R A .

A L t r a t a r p o r s e p a r a d o de las p a r t e s de la o r a c i n , se ofrecen ante todo las letras, cue son los e l e m e n t o s de que se c o m p o n e n las vozes, lo que es lo m i s m o el

Jhecedario

alfabeto

espaol.

Consta de 27 signos, ( a u n q u e no sean tantos sus s o nidos) cuyas figuras y n o m b r e s van puestos c o n t i nuacin.
i l a u r a s m n v s r i i l a s y F i g u r a s m a y s c u l a s V Nombres d e las minsculas de t a l e m i n s c u l a s d e la l e letras, tra / c imprenta, retvnde mano, cursi va, donda c romana. bastardilla itlica.

A B C CU D E F G
II

a b e eh d e f g h i

J B C Cil D E F G JI I

a b c c.h d e f g h i

A Bc Ce Che e E Efe Ge A che I vocal

"BSF.r,V A C I O N E S

SOBRE

LAS

LETRAS.

L LL M
J\

N 0 P

1 II m o Ti o

o
l\
s

V X Y Z

P q r s t u
V X

L LL M N N O P Q R

j l

ra n
0

S
T

V X
Y Z

P 9 r s t
V X

Jola Ele Elle Eme Ene Ee O Pe Cu Erre Ese Te I) vocal U consonante Equis I griega Z e t a t zeda.

H e p u e s t o el a b e c e d a r i o segn se usa en la actuali d a d , y n o cual d e b i e r a ser c o n s i d e r a d o filosficamen te , p a r a q u e c o r r e s p o n d i e s e u n solo signo cada u n o de los sonidos de la lengua e s p a o l a . E n tal caso d e b e r a n d e s t e r r a r s e la h que n u n c a s u e n a ; la c y Ja q, q u e p o d a n suplirse con la y la x , que es u n v e r d a d e r o nexo de la c y la s, 6 de la g suave (guc) y la s. La g, a n t e p u e s t a las v o c a l e s , d e b e r a h e r i r l a s s i e m p r e s u a v e m e n t e , b a s t a n d o e s c r i b i r ga, ge, gi, go, gu, p a r a que p r o n u n c i s e m o s ga, gue, gui, go, gu; y la ch, 11, y // c o n v e n d r a c s p r e s a r l a s p o r un signo s e n c i l l o , y n o con dos l e t r a s , con una y un acento, p u e s t o q u e cada cual es una v e r d a d e r a l e t r a . De las 27 de n u e s t r o actual alfabeto h a i cinco vocales, es d e c i r , que forman voz (silaba cada una por si sola y sin la ayuda de otra letra; las cuales son la a, la e, la i, la o y Ja u: Jas d e m s se d e n o m i n a n consonantes, p o r q u no pueden pronunciarse sino acompaadas de alruiia vocal.

OBSERVACIONES

SOBRE

T.AS

I.KTRAS.

C o m o esta G r a m t i c a se destina esclusivarnente p a r a las personas q u e h a b l a n el castellano en a m b o s m u n d o s , n o hai necesidad de e n t r a r eu el m e c a n i s m o de la p r o n u n c i a c i n de las l e t r a s , esplicando cmo se e m i t e el a l i e n t o , se colocan los labios y se m u e v e la lengua p a r a a r t i c u l a r l a s , p o r q u es i m p o s i b l e q u e lo ignore ningun o q u e h a y a m a m a d o n u e s t r a lengua con la leche. Semejantes reglas de Ortologa p u e d e n s e r v i r n i c a m e n t e los estranjeros q u e se d e d i q u e n e s t u d i a r el espaol, b a s t a n d o p a r a los d e m s las siguientes a d v e r t e n c i a s : P r i m e r a . C o n o c i d o u n a vez el sonido de c u a l q u i e r a l e t r a , debe s i e m p r e drsele el m i s m o , esceptundosc de esta regia la c y la g, q u e se p r o n u n c i a n d e l a n t e de la e y la i de diverso m o d o q u e c u a n d o p r e c e d e n las o t r a s vocales , p u e s en dichas c o m b i n a c i o n e s la c se p r o n u n c i a c o m o la z, y la g c o m o l a j ; la d, la c u a l en fin de diccin a p e n a s s u e n a , leyndose virtud casi c o m o si e s t u v i e r a escrito virt, y p o r eso la o m i t a n de todo p u n t o los a n t i g u o s en la segunda p e r s o n a del p l u r a l del i m p e r a t i v o de m u c h o s v e r b o s , e s c r i b i e n d o c o m o p r o n u n c i a b a n mira, abr, ta ike; l a / , q u e si va sola h a c i e n d o el oficio de c o n j u n c i n , se p r o n u n c i a i; y la u, q u e n u n c a se oye despus de la g y de Ja q, si Ja Jet ra q u e sigue Ja u es la c la i, p u e s si es alguna de las o t r a s v o c a l e s , hai p u n t o s d i a c r t i c o s sobre Ja u q u e p r e c e d e la c Ja i, t a m b i n se p r o n u n c i a : guerra, guiar; agua, aguoso, agero, argir; que, quise; quando, quocicntc; eloqentc, propinqidad; bien q u e a h o r a se escribe cuando, cuociente, elocuente, propincuidad, con Jo q u e no hai l u g a r e q u i v o c a c i n . S e g u n d a . A u n q u e la b y la v son confundidas p o r la g e n e r a l i d a d de los c a s t e l l a n o s , los cuales p r o n u n c i a n varn c o m o barn, y valido c o m o balido; d e b e p r o c u r a r s e el d i s t i n g u i r l a s , p o r la razn , c u a n d o o t r a n o h u b i e s e , d e e v i t a r q u e sean unsonas vozes de significado t a n diverso c o m o las c u a t r o citadas y otras m u c h a s . S e r b u e n o p o r t a n t o a c o s t u m b r a r s e e m i t i r en todas las escritas con v el v e r d a d e r o sonido de esta l e t r a , la cual

(illSK.KVAc'.IONKS SOlillK I.AS l.KTB \S.

se p r o n u n c i a p o r medio de u n a suave c o m p r e s i n del l a b i o inferior c o n t r a ios dientes de a b a j o , m i e n t r a s los de a r r i b a lo tocan l i j e r a m e n t e , y el labio s u p e r i o r deja espedita la salida de la v o z . L a b no r e q u i e r e ninguna de estas p o s t u r a s de la b o c a , p u e s basta p a r a p r o n u n c i a r l a , j u n t a r los labios y s o l t a r el a l i e n t o al d e s p e g a r l o s . Tercera. La se p r o n u n c i a f u e r t e , es d e c i r , c o m o si e s t u v i e r a d o b l e , c u a n d o se h a l l a , sola para n o m b r a r l a , (r) erre; al p r i n c i p i o de d i c c i n , razn, liorna; despus de la s, la / la n, Israel, alrota, Enrique; c u a n d o comienza Ja segunda de las dos p a l a b r a s de q u e consta alguna c o m p u e s t a , c o m o en des-rabotar, mani-roto, ob-repticio, pre-rogativa, pro-rata , subrogacin. E n derogar y erogar es sin e m b a r g o s u a ve (ere). D e Jas varias clases en cjue suelen s u b d i v i d i r s e las l e t r a s del alfabeto , n i n g u n a hai que merezca p o n e r s e en n o t i c i a de los jvenes que e m p i e z a n e s t u d i a r la g r a m t i c a , sino la de las lquidas, n o m b r e d a d o la /, n y r, p o r q u tienen una p r o n u n c i a c i n fluyente, bien despus de las vocales, c o m o en alcohol, encartar, tintn, bien p r e c e d i d a s de u n a consonante con la c u a l p r i n c i p i a n slaba, (lo que no p u e d e tener Jugar respecto de Ja n) c o m o en blando, bronco, Clris, criba, dragn, flor , fraude, gloria, grave, pliegue, prado, trigo. T a m p o c o p a r e c e necesario d a r c o n o c e r Ja letra agoticada semigdlica , ni la gtica, no obstante lo m u c h o q u e la usan en las p o r t a d a s y ttulos los i n i r e s o r e s , d a n d o en esto u n a p r u e b a de q u e los llorares se cansan de las mejores cosas , si se a c o s t u m b r a n ellas p o r largo t i e m p o . A s debe de s e r , c u a n d o el m a l gusto de los p r i m e r o s i m p r e s o r e s , q u e a b a n d o n a r o n el s e n c i l l o , n t i d o y h e r m o s o t i p o romano p o r el gtico, logra t a n t o s s e c u a z e s , pesar de lo adelant a d o s que creemos e s t a r en las bellas arfes. M a s t i l ser sin duda m e n c i o n a r el uso que tiene el a l f a b e t o m a y s c u l o , c o m o n u m e r a c i n r o m a n a , ya q u e h a c e de o r d i n a r i o este oficio en los l i b r o s i m p r e s o s .

OBSERVACIN**

SOBRK

LAS

I.KTRAS.

La La La La

V X L

I va le
I0 SO

La 0 vale La ) K) La 31 CA'J

i 00 500 1000.

Los nicos n m e r o s q u e p u e d e n r e p e t i r s e , son , X , C y Al : as es q u e 11 e q u i v a l e 2 , X X 2 0 , CO 200 y 3131 2 0 0 0 ; mas nunca se hallan repetidos el V , el L ni el 1). C u a n d o en u n a serie de n m e r o s r o m a n o s precede el m e n o r al m a y o r , se ha de rebajar aquel de e s t e : I V es 4, I I X 8 , X C 9 0 , C 3 I 9 0 0 , e t c .

Sobre el silabeo.
La m i s m a voz silaba reunin parece d e n o t a r q u e todas constan de m u c h a s letras ; y as es en g e n e r a l , m i r n d o s e c o m o u n a escepcion las slabas l l a m a d a s simples formadas de una vocal sola. T o d a s las d e mas son compuestas de una vocal y de una mas cons o n a n t e s , de dos tres v o c a l e s , que p u e d e n t a m bin ir a c o m p a a d a s de alguna algunas consonantes. Si hai en una slaba dos vocales, decimos q u e f o r m a n diptongo sonido de dos vocales, y si tres , triptongo sonido de tres vocales. E n n u e s t r o m o d o de p r o n u n c i a r suena como dip tongo t o d a r e u n i n de dos vocales diversas , m e n o s c u a n d o precede la a la e la o, bien la r a la a, p o r q u entonces f o r m a m o s s i e m p r e dos slabas de cada una de ellas. R e s u l t a n pues diez y siete d i p t o n g o s , que son ai a y , (esta y es una v e r d a d e r a i v o c a l ; p e r o p o r un abuso ortogrfico la escriben algunos en los d i p t o n g o s al fin de diccin) au, cu, ci ey, c,o, ra. ia, le, io, iu, oe, oi oy, ou, ua, ue, ui uy y uo. Los t r i p t o n g o s son c u a t r o , iai, ici, uai uay, uri > uey. G u a n d o alguna de las vocales lleva los p u n i o s d i a c r t i c o s , v. g. suave, viuda, forma slaba por s , y queda d i s u e l l o el d i p t o n g o t r i p t o n g o . LO M I S M O

cS

REGLAS TAHA i.A

LECTORA.

sucede casi s i e m p r e q u e u n a de ellas est a c e n t u a d a , c o m o , cre, mana; uinos en la segunda p e r s o n a del p l u r a l del presente y f u t u r o de i n d i c a t i v o y del f u t u r o de s u b j u n t i v o , en q u e se escribe andis, oiris, salgis, ornis, siendo s i e m p r e m o n o s l a b a s , de u n a sola s l a b a , las t e r m i n a c i o n e s ais y r.is. Al t r a t a r de Ja acentuacin en Ja O r t o g r a f a , se p o n d r n o t r o s casos m e n o s frecuentes , en q u e t a m p o c o se disuelve el d i p t o n g o , p o r m a s q u e lleve acento a l g u n a de sus v o cales , c o m o sucede en Cucaso y periodo. P o r c u a n t o de Ja exacta divisin de las slabas p e n d e en gran p a r t e Ja recta p r o n u n c i a c i n , conviene s a b e r , q u e si bai u n a consonante e n t r e dos vocales, se u n e , p a r a f o r m a r s l a b a , con la vocal que la sigue; si bai dos u n a consonante d u p l i c a d a , va de o r d i n a r i o la u n a con la vocal a n t e r i o r y Ja o t r a con la siguienle; si t r e s , las dos se j u n t a n con la vocal p r i m e r a , y la o t r a con la s e g u n d a ; y si c u a t r o , dos a c o m p a a n una vocal y las dos restantes la o t r a . E j e m p l o s : a-se-gu-rar, doc-to, am-pa-ro, cons-tan-te , obs-tar , cons-lruir. A la O r t o g r a f a p e r t e n e c e especialmente la d o c t r i n a de Jos a c e n t o s ; p e r o no p u e d e n dejar de a n t i c i p a r s e a q u tres reglas como indispensables p a r a Ja l e c t u r a . Si no son tan c o n s t a n t e m e n t e o b s e r v a d a s c o m o c o n v e n d r a , consiste en que no todos los a u t o r e s siguen u n a m i s m a o r t o g r a f a , ni todas las ediciones son p u n t u a l m e n t e exactas en p i n t a r los acentos. 1 S e s u p o n e que el acento est en la p e n l t i m a , si la voz acaba p o r vocal s i m p l e p o r un d i p t o n g o cuya l t i m a vocal no sea la t , si es un n o m b r e del p l u r a l , (3 si es la p e r s o n a de algn v e r b o t e r m i n a d a con n 6 s; y en la l t i m a , s i e m p r e q u e Ja voz acaba p o r consonante p o r u n d i p t o n g o q u e Jlcva al fin la i. A s es q u e en alma, montes, damos, dieron, agua, serie, se s o b r e n t i e n d e el acento en la p e n l t i m a , y en adalid, ajuar , cairel, halcn, portugus , guirigai, Mul i , se p r o n u n c i a a c e n t u a d a la l t i m a , p o r el m e r o hecho de no llevar acento eslas dicciones.
a

REGLAS
a

PARA

I.A

LECTURA.

2 Se espresa el a c e n t o , s i e m p r e que no se p r o n u n c i a Ja p a l a b r a con a r r e g l o al canon q u e p r e c e d e , y c u a n d o el acento se baila en la a n t e p e n l t i m a , v. g. all, rbol, estn, vendrs, ejirnero. 3 C u a n d o el acento est en Ja c u a r t a q u i n t a s Jaba antes del fin , se p r o n u n c i a o t r o en la l t i m a p e n l t i m a : doctamente, magnficamente, imputndosela , trigasemele se p r o n u n c i a n doctamente , magnficamente , imputndosele, trigasemele. Descomp o n e m o s p r o p i a m e n t e estas v07 .es p a r a p r o n u n c i a r l a s , 'hacindolas e n t r a r as en las reglas g e n e r a l e s , lo m i s m o ( JUC si estuviera e s c r i t o , docta mente, magnifica mente , imputndose le, trigase mel; con lo q u e no es necesario a c e l e r a r Ja voz ni s u p r i m i r vocal alguna, c o m o en o t r a s lenguas sucede. R e s u l t a de lo d i c h o , q u e Ja ortografa e s p a o l a , sin e m b a r a z a r s o b r a d o con acentos Ja e s c r i t u r a , espresa Jos necesarios p a r a a u e c u a l q u i e r a , bien p e n e t r a d o de lo q u e en las precedentes reglas se e s t a b l e c e , p u e d a leer sin dificultad. Si en el siguiente pasaje de C a d a l s o en sus Cartas marruecas h u b i r a m o s de s e a l a r todos los acentos q u e la p r o n u n c i a c i n p i d e , e s c r i b i r a m o s : Adoro l esencia d m Criador: traten otros d sus /:tributos. S magnificencia , su. justicia, s bondad llenan mi alma d reverencia para adorarle , no m pluma d orgullo para quererle penetrar. Qutense de este b r e v e t r o z o los 32 acentos q u e l l e v a , y t e n i e n d o presentes los p r i n c i p i o s a r r i b a s e n t a d o s , se v e r , q u e de todas Jas dicciones, las unas son m o n o s l a b a s , c o m o la, de, mi, sus, su, no, Jas cuales no p u e d e n dejar de acentuarse en la nica vocal que t i e n e n ; o t r a s c o n c l u yen p o r vocal d i p t o n g o que no tiene Ja i al fui , y p o r lo m i s m o llevan el a c e n t o en Ja p e n l t i m a : tales son adoro, esencia, magnificencia , justicia , alma: reverencia, para, adorarle,pluma, orgullo, quererle, Criador, bondad y penetrar acaban en c o n s o n a n t e , p o r cuya razn se les acenta en la l t i m a ; y Jas d e m s , que son traten, otros, atribuios , llenan , p e r t e n e c e n
a

10

RKOI.AS

PARA

I.A

T.KCTUR A .

la clase de n o m b r e s p l u r a l e s personas de v e r b o s , los cuales e n t r a n en la regla mas general de t o d a s , q u e es la de s u p o n e r el acento en la p e n l t i m a , si no lo hai espreso. V e a m o s a h o r a o t r o pasaje del m i s m o a u tor que dice : Por cada uno que se emplee en un arte mecnica , habr un sinnmero que estn prontos ce, donde se hace preciso sealar el acento en las vozes mecnica , habr, sinnmero y estn, p o r q u recae s o b r e u n a slaba distinta de las que designa la regla general. A s es c m o la ortografa castellana r e p r e s e n ta casi s i e m p r e a v e r d a d e r a p r o n u n c i a c i n , pesar de ser pocos los acentos q u e e s p r e s a ; y no fuera m a l o q u e en todas las lenguas se a d o p t a s e el m i s m o sistema. Las reglas que he d a d o a q u relativas la divisin de las silabas y la a c e n t u a c i n , estn sujetas varias escepciones q u e s e a l a r en la O r t o g r a f a , p a r e c i n d o m e que basta i n c u l c a r estas nociones generales los p r i n c i p i a n t e s , sin a b r u m a r su m e m o r i a con los casos r a r o s y s i n g u l a r e s . A s i m i s m o debo o b s e r v a r , q u e los cnones de la a c e n t u a c i n van acordes con los que e s p o n g o en la O r t o g r a f a , los cuales se diferencian algo de los observados aun en Jas mejores ediciones. R e s t a solo a d v e r t i r , en razn de que la o r t o g r a f a actual es algo diversa de la que pocos aos hace e s t a ba en u s o , que en casi todos los libros impresos antes de 1 8 0 8 , y en m u c h o s de los que se han p u b l i c a d o d e s p u s , la x tiene delante de las vocales la misma p r o nunciacin fuerte que Ja y , no ser que lleven a q u e l l a s u n a c a p u c h a acento circunflejo. De m o d o q u e antes se escriba di.ro, luxo, xarabe, en lugar de dijo, lujo, jarabe; y p a r a decir exigir, era necesario a c e n t u a r circunflejamente la i de este m o d o , exigir, distincin que sera s u p e r l u a ahora , p o r tener s i e m p r e la :// el doble sonido de es gs. Ln. u t a m p o c o e r a lquida en todas ocasiones despus de la q , c o m o lo es al presente , sino solo c u a n d o segua a la u una / (') la c, de m a n e r a q u e las vozes cuanto, cuota, segn a h o r a se escriben , se p r o n u n c i a b a n antes del m i s m o

P A R T E S DI . I.A
7

ORACIN'.

DF.I. N O M B R E .

1 i

m o d o , no obstante cjue estaban escritas quanto, quota. Con estas observaciones ser fcil" al d i s c p u l o c o m p r e n d e r el sistema o r d i n a r i o y usual de la lectura de Jos libros castellanos: al maestro toca irle haciendo o b s e r v a r las pocas cscepciones q u e o c u r r a n , fin de q u e no contraiga una p r o n u n c i a c i n viciosa en n i n g u n a voz. CAPTULO l.

D E Iv.S P A U T E S D i ; L A O R A C I N E N G E N E R A L , Y D E L N O M B R E EN P A R T I C U L A R . D E SUS N M E R O S DE LOS ADJETIVOS. Y GNEROS.

P I ' E D E simplificarse el n m e r o de las p a r t e s de la o r a c i n , reducindolas t r e s , s a b e r , nombre, verbo y partculas; a u n q u e de o r d i n a r i o se c u e n t a n nueve, p o r aadirse el articulo, pronombre y participio, cuyos accidentes son los mismos del n o m b r e ; y p o r e s pecificarse las p a r t c u l a s i n d e c l i n a b l e s , q u e son preposicin , adverbio, interjeccin y conjuncin. R e p u t a n p o r nombres los g r a m t i c o s las palabras que significan un ser o una calidad, y que son susceptibles de nmeros y gneros. Si el n o m b r e denota un ente una calidad en a b s t r a c t o , es sustantivo, porq u no necesita de que lo a c o m p a e o t r o n o m b r e e s p r e s o ni t c i t o , y puede subsistir solo en la oracin, c o m o lobo, valenta. P e r o si califica algun o t r o n o m b r e , esplcito s o b r e n t e n d i d o , llmase adjetivo, como carnicero, valiente, en animal carnicero y en soldado valiente. C o m o al t r a t a r de los n m e r o s y gneros del n o m b r e , o c u r r i r h a b l a r de algunas de las clases en q u e se d i v i d e , a n t i c i p a r a q u sus definiciones. Es n o m b r e propio el q u e espresa la idea de un i n d i v i d u o d e t e r m i n a d o de c u a l q u i e r a e s p e c i e , v. g. Mariquita, Mongbelo, Sevilla, Tajo. Apelativo el q u e a b r a z a todos los individuos de la m i s m a clase e s p e c i e , v. g. mujer, monte, ciudad, rio. Colectivo el que s i g u i -

12

NL.MlHOS Ol L O S X O M B R K S .

fica la coleccin el conjunto de m u c h o s i n d i v i d u o s semejantes que f o r m a n un c u e r p o g r u p o , c o m o multitud , pueblo, rebao. Verbal el q u e d e r i v n d o s e de un v e r b o , espresa su accin c o m o q u e se da se r e c i b e , el efecto de e l l a , Ja a p t i t u d i m p o s i b i l i d a d de p r o d u c i r l a : definidor, definicin, definible son verbales del v e r b o definir.Simple el que consta de u n a sola p a l a b r a , c o m o muidor , posibilidad, razn, sillita, sombrerero. Compuesto el q u e se forma de dos m a s dicciones , v. g. carricoche , pasilargo , destripaterrones , infiel, correvedile.-Aumentativo el que espresa con a u m e n t o la significacin del n o m b r e d e q u e se d e r i v a , c o m o caballn respecto de caballa, y perrazo respecto de perro. E l diminutivo la d i s m i n u y e , segn se n o t a en cabaUuelo, perrito.

De los

nmeros.

Nmero es en el n o m b r e la circunstancia, de significar las cosas sus calidades refirindose un solo objeto, (en cuyo caso se JJama singular) dbien diciendo relacin l muchos, y entonces lo d e n o m i n a m o s plural. P o r c a r e c e r la lengua c a s t e l l a n a , c o m o casi t o das las m o d e r n a s , de los casos, desinencias t e r m i n a c i o n e s , que tenan las a n t i g u a s , est r e d u c i d a dos Ja declinacin de sus n o m b r e s , la una p a r a el singular, y la o t r a p a r a el plural. n i c a m e n t e Jos p r o n o m b r e s tienen v e r d a d e r o s c a s o s , segn Juego v e r e m o s . E n el discurso de esta G r a m t i c a l l a m a r casi s i e m p r e recto el caso q u e suele d e n o m i n a r s e nominativo; objetivo el conocido con el n o m b r e de acusativo, y oblicuos los d e m s . F r m a s e el p l u r a l a a d i e n d o una s al s i n g u l a r , c u a n do este t e r m i n a p o r u n a vocal no a g u d a ; bien t o m a la slaba es, si acaba el s i n g u l a r p o r c o n s o n a n t e , p o r a l g u n a vocal d i p t o n g o q u e lleven el acento a g u d o . A s decimos el libro, los libros; discreto, discretos; discreta, discretas; la mujer, las mujeres; el tahal,

NMEROS HE I.OS NOMURES.

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los tahales; cruel, crueles; el ai, los ayes; clhuei, los bueyes; el convoi, los convoyes. Se e s c e p t a n mam, pap, sof y todos los t e r m i n a d o s en c con a c e n t o a g u d o , c o m o cors, tup, los cuales f o r m a n el p l u r a l a a d i e n d o s o l a m e n t e la los sojas, los corss, los tups. T a m b i n debe c s c e p t u a r s e la p a l a b r a lord, tomada del i n g l e s , c u y o p l u r a l es lores y no lordes, val, q u e dice valles y no vales, y flamen que sigue la d e c l i n a cin latina d i c i c n d o / / a / 7 i z H C j . 3 1 a r a v e d i t i e a c dos p l u r a l e s , maraveds y maravedises. P o r igual analoga f o r m C e r v a n t e s los pluralescianiis y zoltanise ciani y zoltani, m o n e d a s de Jos a r g e l i n o s . L o s a c a b a d o s en x r e c i b e n Ja c en el p l u r a l siguiendo la declinacin l a t i n a , c o m o nix, sardnix que h a c e n nices, sardnices.Debera sealarse a q u c o m o u n a e s c e p c i o n , ortogrfica c u a n d o m e n o s , q u e carcajes , relojes, cruces, voces, etc. sean los p l u r a l e s de carcax , rclox , cruz , voz , si e s c r i b i e n d o carcaj, reloj , cn/zes y vozes , no se desvaneciera toda especie de anomala irregularidad. Los n o m b r e s q u e concluyen p o r s y llevan el acent o en la p e n l t i m a en la a n t e p e n l t i m a , tienen el p l u r a l c o m o el s i n g u l a r : el estasis, los estasis; el martes, los martes. L o m i s m o debe decirse de los a p e l l i d o s acabados en , cuyo acento no va en Ja l t i m a : Gutirrez, los Gutirrez; Snchez, os Snchez; pero si es o t r o c u a l q u i e r n o m b r e , e n t r a en Ja regla general: el alfrez, los alfrezcs; Guzman , los Guzmanes. T a m b i n los n o m b r e s c o m p u e s t o s , cuyo segundo s i m p l e est en p l u r a l , t e r m i n a n en este n m e r o de la m i s ma m a n e r a q u e en el s i n g u l a r , c o m o el los besam/ios , el los sacabotas, un unos azotacalles, un. 6 unos lameplatos. H a i c o m p u e s t o s q u e f o r m a n su p l u r a l con los p l u rales de a m b o s s i m p i e s , v. g. calofri, casamata, gentilhombre , ricohornc ricohombre , que dicen calosfros, casasmalas, gcntilesliombres, rcosho/nes y ricoshornbres; y algunos la p o n e n solo en el p r i m e r o de

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NMEROS

DIO I . O S

NOMBRES.

Jos c o m p o n e n t e s , c o m o hijodalgo, cualquiera, quienquiera , cuyos p l u r a l e s son hijosdalgo , cualesquiera, quienesquiera. P e r o lo general es a a d i r l a al fin de la d i c c i n , segn se ve en aguachirle, barbacana, falsabraga , vanagloria; y de seguro as se verifica en t o d o s a q u e l l o s , en que r e c i b e Ja mas m n i m a v a r i a cin c u a l q u i e r a de os c o m p o n e n t e s , v. g. cuellilargo, dentivano , gallipavo, leopardo, pelicorto, rectngulo; si a l g u n o de ellos es un v e r b o , c o m o misacanta.no, papahgo , parara yo. C a r e c e n g e n e r a l m e n t e de n m e r o p l u r a l los n o m b r e s p r o p i o s de p e r s o n a s , Antonio, Irene; de las p a r tes del m u n d o , Europa, Asia; de r e i n o s , Espaa, Inglaterra; de p r o v i n c i a s , Aragn, Estremadura; de c i u d a d e s , Cdiz, Sevilla; de m a r e s , Mediterrneo, Ocano; de rios , Manzanares, Pisuerga; de v i r t u des m e n t a l e s y c o r p o r a l e s , caridad, robustez; los de significacin a b s t r a c t a , codicia, destemplanza, pereza , pobreza,; algunos de los c o l e c t i v o s , infantera, plebe; los de ciertos f r u t o s , corno arroz, canela, miel, trigo, vino, a u n q u e estos no dejan de usarse una q u e o t r a vez en el n m e r o p l u r a l , corno c u a n d o decimos, Echar por esos trigos de Dios; Se ven unas cebadas muilozanas este ao, y M a r i t o r n e s dice en el Don Quijote : Que todo eso es cosa de mieles; los de p r o f e s i o n e s , ebanistera, jurisprudencia; de m e t a l e s , aro, plata; y algunos o t r o s , como jama, hambre , podero, sangre, sed, etc. T a m p o c o tienen p l u r a l los adjetivos ni los infinitivos de los v e r b o s , c u a n d o u n o s y o t r o s se t o m a n en un sentido s u s t a n t i v o , v. g. Lo conveniente, lo provechoso , el pasear. H a i p o r el c o n t r a r i o otros q u e solo tienen este n m e r o , q u e son os n o t a d o s al p i , (*) y a l g u n o s , c u y o

* Los n o m b r e s o s a d o s sedo e n el p l u r a l son : riis adentros, adivas, adrales, afueras, aguaderas, a juagas, albricias, albures, alcamonas, alicates, andaderas, undularas, andurriales, anexidades,

ylbsolvedcagua/as, alrededores, angarillas,

Ni'JUKnO.S TIF. I.OS N O M B R E S .

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significado es e n t e r a m e n t e diverso en cada n m e r o , c o m o algodones y cendales , que denotan ios q u e se echan en el t i n t e r o ; esposas y grillos, especies de p r i sin ; panes, s i n n i m o de ritieses; parles, que lo es de prendas; zelos , que significa Ja pasin de la d e s confianza a m o r o s a etc. etc. Y a se entiende que c a r e cen de s i n g u l a r todos los n o m b r e s , cuyo significado no les p e r m i t e m a s que tener p l u r a l , c o m o lo son los n u m e r a l e s cardinales despus de uno, a s , dos, tres, cuatro etc., y los adjetivos ambos y sendos. D e b e a d v e r t i r s e , que los n o m b r e s q u e designan cosas nicas en su e s p e c i e , y p a r e c e p o r lo m i s m o q u e n o p u e d e n t e n e r sino s i n g u l a r , se e m p l e a n t a m b i n en p l u r a l , c u a n d o se alude dos regiones q u e tienen u n a d e n o m i n a c i n c o m n , como las Amricas, las Espaas , las dos Sicilias, el emperador de las Rusias, las Andalucas, las dos Castillas e t c . ; el disc u r s o nos fuerza u s a r de la voz en el p l u r a l . S i r v a n de ejemplos : JSadie dice epte haya muchas l u n a s ; Todos saben (pie la poblacin de Madrid equivale la de tres Z a r a g o z a s ; Durante el reinado de los F e l i p e s . M u c h o s n o m b r e s , v e r d a d e r o s p l u r a l e s , son c o n s i derados c o m o del n m e r o s i n g u l a r , p o r q u designan un p u e b l o solo. P o r esto d e c i m o s , Cienpozuclos es de
antiparras, aicos, aproches, arraigadas, arras, arrastraderas, atriceses. brtulos, bicos, bizazas, bragas, rachas, cachetas, caderillas, cargadas, carnestolendas, cartidas, cartiliatias, comicios, completas, comlos ( m i c . ) contraapi oches, contri/armios, conlraalaipics. cnyuges, corlas, cosquillas, creces, chncharras, mncharras, chof'es, dales y tomares, despabiladeras, dimes y diretes, dimisorias, dolantes, efemrides, entrepiernas, espensas, esponsales, exequias, fasces, Janees , gachas, granzones , gropos , guadafiones , herpes, idus , inj'ulas , lares , largas, lavazas, livianos, llares, maitines, mementos, modales, nonas, nugados, nupcias, palomaduras. Pandectas, parias , parrillas , pediluvios , pertrechos, poleadas , preces , puches , quipos, semejas, setenas, sobreeruzes , tarreas , tenazas , tinieblas , trbedes , relumbre.'; (miticiiiiclo por velaciones), vsperas , vveres, y ilgtm o t r o <t<: p u c o UO.

I ()

N l ' . M M l t l S I(K I.OS .SOMlillKS.

la provincia de Madrid, Navarra, y Dos-Barrios

Los-Arcos p e r t e n e c e la de est en la Mancha.

Be los

gneros.

E l sexo del a n i m a l r e p r e s e n t a d o p o r el n o m b r e , constituye su gnero masculino femenino, (*) segn q u e es m a c h o h e m b r a , segn q u e se le considera g r a m a t i c a l m e n t e p o r de este del o t r o sexo. Perro es del m a s c u l i n o , y p o r t a n t o le u n i m o s el a r t i c u l o masc u l i n o cly la t e r m i n a c i n masculina del adjetivo lijero. L u e g o si h a b l a n d o de un n a v i o , digo el navio lijero, p o r m a s q u e navio no tenga en r e a l i d a d sexo a l g u n o , conozco q u e se le a t r i b u y e el gnero m a s c u l i n o g r a -

* N o h a b l o .qu s i n o d e d o s g n e r o s , p o r q u e ni r e c o n o c e o t r o s la n a t u r a l e z a , ni t e n d r a q u e tratar mas q u e d e e l l o s la g r a m t i c a c a s t e l l a n a , n o e v i s t i r el a r t i c u l o el, la, lo , el p r o n o m b r e l, ella, ello , y l o s a d j e t i v o s alguno , alguna, algo; ar/uel, aquella, aquello; aquese , aquesa , aqueso; ar/ucsle, aquesta, aquesto, ese , osla, esto; ninguno, ninguna; nada, l o s c u a l e s esta'ti d o t a d o s de u n a t e r c e r a t e r m i n a c i n d e l g e n e r o neutro, que no es ni masculino ni femenino El n e u t r o m a s b i e n q u e g e n e r o , e s a u s e n c i a falta de g e n e r o . P u e d e n m i rnr.se t a m b i n c o m o d e l enero n e u t r o l o s a d j e t i v o s s u s t a n t i v a d o s , v. g. Lo dbil del muro; lo mas recio del combate;
;Ai cunto {'/"('' canlidad) lio dolores, Cunto de mal al pecador insano Lt: espera! Carvajal, salmo 31,

Y semejantes adjetivos no p u e d e agregarse n i n g n nombre sustantivo , por lo mismo que l l e v a n embebida su idea. S o n i g u a l m e n t e n e u t r o s cual, otro, que, tal y todo e n c i e r t o s c a s o s , y e n g e n e r a l t o d o s l o s a d j e t i v o s q u e a c o m p a a n o t r o s n o m b r e s n e u t r o s , r o m o , Esto es cierto; aquello es malo, seg n lo e s p l i c a C l e m e n c i n e n las p g i n a s IG y 17 d e l t o m o Ti" y e n la 2(>() d e l -1 de su Comentario al JJou (Quijote. Siendo s o l o de n o t a r q u e el g e n e r o n e u t r o n u n c a se a p l i c a e n c a s t e l l a no palabras que representan individuos cosas materiales, s i n o i d e a s m o r a l e s a b s t r a c t a s ; y q u e es p r i v a t i v o d e l n m e ro s i n g u l a r , p u e s jamas b a i l a m o s e n el p l u r a l n i n g u n o de l o s u s o s t e r m i n a c i o n e s p e c u l i a r e s q u e le a c a b a m o s de s e a l a r .

DE LOS GNEROS.

1 7

m t i c o , p o r c u a n t o Je c u a d r a n bien el a r t c u l o y las m i s m a s t e r m i n a c i o n e s de los adjetivos q u e los a n i males de dicho g n e r o . D e donde se infiere, q u e n o h a b e r a r t c u l o s y adjetivos con diversas t e r m i n a c i o n e s , sera fatiga i n t i l conocer el gnero de Jos n o m b r e s , q u e a h o r a nos es i n d i s p e n s a b l e a v e r i g u a r , t a n t o p o r su significado , c o m o p o r su t e r m i n a c i n .

En razn
o

de la

significacin

Son m a s c u l i n o s : 1 L o s n o m b r e s p r o p i o s y a p e l a t i vos de los v a r o n e s (v. g. Antonio, hombre); los q u e denotan sus o c u p a c i o n e s , profesiones, destinos oficios (alcoranista, anacoreta, atleta, cnsul, ebanista, maestrescuela, papa, poeta, polichinela, profeta, sastre), sus grados de p a r e n t e s c o (primo, suegro); los n o m b r e s que significan la secta, o r d e n religiosa, nacin casta que p e r t e n e c e el i n d i v i d u o del sexo m a s c u l i n o de que se t r a t a , c o m o carmelita, cisterciense, escriba, iconoclasta, ismaelita, jesuta, paria; y los q u e designan animales m a c h o s , v. g. len, mono. 9 Son t a m b i n m a s c u l i n o s los n o m b r e s de rios (Manzanares, Turia), siendo femeninos tan solo Esgueva y Iluerva, q u e m u c h o s hacen ya m a s c u l i n o s . P e r t e n e c e n i g u a l m e n t e al gnero m a s c u l i n o los n o m b r e s q u e significan los meses del ario (enero, abril, setiembre); los de m o n t e s y volcanes (Cucaso, Etna), y Jos de vientos (levante, poniente, sur), con la sola escepcion de brisa, tramontona, q u e son femeninos. 3 L o s p r o p i o s y apelativos de las mujeres (Beatriz, mujer), los que significan sus d i g n i d a d e s , o c u paciones y oficios (emperatriz, cocinera), y sus grados de parentesco (nuera, sobrina), son femeninos, c o m o t a m b i n los n o m b r e s de las h e m b r a s de los a n i m a l e s (leona , mona), menos haca jaca, c a b a l l o p e q u e o , que es femenino. Se esceptan de estas reglas los n o m b r e s epicenos, es d e c i r , los que comprenden ambos sexos bajo una
U o

1 8

DE

EOS

GNEROS.

misma terminacin, p o r q u esta es la que respecto de ellos da conocer su g n e r o , segn lo liar ver d e s p u s . As milano, sacre son masculinos, y paloma, rata f e m e n i n o s , bien se b a b l e del m a c h o de la h e m b r a de estos animales. H a i con l o d o algunos que bajo u n a sola t e r m i n a c i n son comunes, esto e s , masculinos femnios , segn (ue se refieren un individuo de aquel de este sexo, v. g. nade, llama (un a n i m a l ) ; y lo p r o p i o sucede con los que no designan u n a clase especie, sino alguna c i r c u n s t a n c i a calidad aplicable las p e r sonas de a m b o s sexos: tales son comparte, compatriota, cmplice, consorte, cultiparlista, dueo, homicida, intrprete, mrtir, sirviente, testigo, virgen.Caerlos n o m b r e s p l u r a l e s masculinos significan c o m p l e x a m e n t e los h o m b r e s y las m u j e r e s , c o m o los condes, los duques, los hermanos, los padres, los reyes, los tios e l e , con que solemos d e n o t a r al conde y la c o n d e s a , al d u q u e y la d u q u e s a , los hijos hijas de unos m i s m o s p a d r e s , al p a d r e y la m a d r e , al re i y Ja reina, y los tios de a m b o s sexos. P e r o esto no tiene fugaren los n o m b r e s apelativos de destinos e m p l e o s , como los alcaldes, los juezes, los regidores, p o r q u con ellos solo significamos los sugetos que desempean estos oficios, y nunca sus m u j e r e s , q u e son la alcaldesa, la mujer del juez y la regidora r e s p e c t i v a m e n t e . 4 L o s n o m b r e s p r o p i o s de reinos, p r o v i n c i a s , ciud a d e s , villas e t c . , son femeninos, s i e m p r e que a c a b a n en a; p e r o los que tienen o t r a t e r m i n a c i n son gener a l m e n t e m a s c u l i n o s : Salamanca qued desierta; Toledo est sitiado; Madrid estaba alborotado; Carabanchei es divertido. Si alguna vez se hallan usados c o m o femeninos Jos n o m b r e s de ciudades , villas etc. , q u e no t e r m i n a n en a, es p o r s o b r e n t e n d e r s e los n o m b r e s regin, provincia, ciudad e t c . , c o m o sucede c u a n d o se d i c e , Toledo fu combatida , Madrid abandonada, que es lo m i s m o q u e si d i j r a m o s , La ciudad de Toledo fu combatida, la villa de Madrid ju abandonada. 5 E n los n o m b r e s de c i e n c i a s , artes y p r o f e s i o U

Di; LOS G N E R O S .

I 9

i. es se sigue la m i s m a regla, de ser masculinos los acabados en o, y femeninos os d e m s : p o r eso p e r t e n e c e n la p r i m e r a clase derecho, dibujo, grabado, y la segunda carpintera , jurisprudencia , equitacin. G Los n o m b r e s de las figuras de g r a m t i c a , r e t rica y potica son todos f e m e n i n o s , v . g. la silepsis, la sincdoque; m e n o s los acabados en o en on de o r i gen g r i e g o , c o m o elpleonasmo, el polisndeton. Si se e n c u e n t r a alguno de los en on usado c o m o femenino, es l a t i n o , v. g. la esclamacion, la interrogacin, se s o b r e n t i e n d e la p a l a b r a figura. Anlisis hiprbole son ambiguos dudosos, es d e c i r , q u e se pueden usar en ambos gneros. L o m i s m o p u e d e entenderse de nfasis y epifonema, que hacen m a s c u l i n o s a l g u nos r e s p e t a b l e s escritores. E n V i e r a (Noticias de las islas de Canaria) hallo a d e m a s hiptesis m a s c u l i n o en la p g . 35 del t o m o I , y femenino dos pginas mas a d e l a n t e ; y catstrofe es t a m b i n m a s c u l i n o en la p gina 77 del t o m o 11. pesar de ser r e c o m e n d a b l e la a u t o r i d a d de \ iera , no me a t r e v e r a usar ninguna de estas dos vozes sino como femeninas. Climax es en mi sentir del gnero m a s c u l i n o . 7 Los n o m b r e s de las letras del alfabeto son f e m e n i n o s , p o r entenderse Ja p a l a b r a letra: la a, lab etc.; m i e n t r a s Jos de las notas msicas son m a s c u l i n o s , p o r referirse la voz signo 6 tono: el do, el re etc. H e m o s visto en las reglas 3 , 4 , 5 y 6 de las p r e c e d e n t e s , q u e m u c h a s vezes no basta conocer la significacin de las p a l a b r a s , p a r a d e t e r m i n a r su gn e r o , sino que es necesario r e c u r r i r la t e r m i n a c i n , la cual seala el gnero del gran n m e r o de las q u e no estn c o m p r e n d i d a s en las clasificaciones q u e anteceden. P a s a m o s pues h a b l a r del gnero de los n o m b r e s
o a a a a

20

riK i . o s

GM-aios.

En razn
Regla nica.

de la

terminacin.

Son femeninos los acabados en a (*)

* S e c s c c p t a i i Adema, ag, alicea, baja, cantarada (en l a s a c e p c i o n e s e n q u e ahora se e m p l e a ) , da, guardacosta, guarda-vela, indgena , man, mapa,pap, sof, tapaboca, viva, v u n a s p o c a s v o z e s m a s , q u e si b i e n s o n c a s t e l l a n a s , n o t i e n e n un u s o mui f r e c u e n t e . M c l c ' n d e z h a c e t a m b i n m a s c u l i n o a alcorza e n la ocla De la nieve, q u e e s la XLY11 d e l t o m o p r i m e r o d e la l t i m a e d i c i n :
V alcorza tteticn'lo parecen on el brillo;

p e r o e s t o p u d i e r a ser y e r r o d e i m p r e n t a . S o n i g u a l m e n t e m a s c u l i n a s casi t o d a s las t o m a d a s d i r e c l a m e n t e d e l g r i e g o , q u e s o n m u c h a s , c o m o Argonauta,, clima, dspota, dilema., dogma, idioma,, monarca , sofisma etc. A I b a l (segn CJcmencin, pa'g. 2 1 0 d e l t o m o 7> d e s u Comentario, e s m u c h o liunrpo h a c e u s a d o c o m o m a s c u l i n o p o r n u e s t r o s e s c r i t o r e s ) , anatema, centinela, cisma, emblema, epigrama, espa (la p e r s o n a q u e esla' e n a c e c h o p o r e n c a r g o d e o t r o ) , guia, (el q u e e n s e a el c a m i n o ) , hermafrodila, hbrida, lengua (el i n t r p r e t e ) , maula ( e l q u e e s artificioso p e t a r d i s t a ) , nema, n.euma y reuma tienen a m b o s g n e r o s . E n i g u a l c a t e g o r a c o l o c a la A c a d e m i a a Diadema, e n t o d a s las e d i c i o n e s d e su D i c c i o n a r i o ; p e r o al p r e s e n te lo h a c e m o s s i e m p r e f e m e n i n o . Aromacs masculino como n o m b r e g e n r i c o d e las g o m a s , y e r b a s e t c . , q u e d e s p i d e n un olor fragrant, aunque a l g u n o s lo hacen f e m e n i n o . Es indisput a b l e m e n t e d e e s t e g n e r o , c u a n d o d e s i g n a la Mor d e l a r o m o . A talaya, p o r el h o m b r e q u e est a t a l a y a n d o , e s m a s c u l i n o , y f e m e n i n o e n las d e m s a c e p c i o n e s . . A u n q u e Centinela no t i e n e mas g n e r o q u e e l f e m e n i n o e n el D i c c i o n a r i o d e la A c a d e m i a , l o c r e o m a s c u l i n o , si d e s i g n a al s o l d a d o q u e esta d e c e n t i n e l a . C l e r a , p o r la e n f e r m e d a d q u e n o s ha v e n i d o d e l Asia , se usa c o m o m a s c u l i n o , p o r s o b r e n t e n d e r s e morbo , y aun v e z e s se d i c e el clera-morbo. Cometa, cuando significa un c u e r p o c e l e s t e , e s m a s c u l i n o ; y c u a n d o el a r m a z n d e caas V p a p e l , u n j u e g o d e n a i p e s , f e m e n i n o . Consueta es m a s c u l i n o d o n d e e q u i v a l e a a p u n t a d o r d e la c o m e d i a ; y f e m e n i n o , d o n d e es el a a l e j o , b i e n e n p l u r a l , c i e r t a s c o n m e m o r a c i o n e s d e l oficio d i v i n o . C o n t r a , e n el s e n t i d o d e l o c o n t r a r i o lo q u e a l g u n o d i c e h a c e . e s m a s c u l i n o , v . g. Defender el pro y e l contra; y f e m e n i n o , lo m e n o s a m b i g u o , c u a n d o

DE EOS GNEROS.

21

y en d. (1) Los que t e r m i n a n de c u a l q u i e r o t r o m o d o , son del gnero m a s c u l i n o . (2) P o r esta m i s m a r e -

e n e l l e n g u a j e familiar e q u i v a l e a' c o n t r a d i c c i n , o b s t c u l o d i f i c u l t a d , v . g. La contra que eso tiene, p u e s hai q u i e n d i c e . E l contra que eso tiene. C o m o t e c l a d e l r g a n o es f e m e n i n o . Guarda es s o l o m a s c u l i n o , si d e n t a l a p e r s o n a q u e est e n c a r g a d a d e la c o n s e r v a c i n c u i d a d o de a l g u n a c o s a ; ( l a A c a d e m i a , e n la l t i m a e d i c i n de s u D i c c i o n a r i o , l e da e l g e n e r o c o m n e n e s t e s e n t i d o ) as c o m o guardia es nicamente f e m e n i n o , c u a n d o e s p r e s a el c u e r p o d e g e n t e a r m a d a q u e d e fiende a l g n p u e s t o p e r s o n a , la m i s m a c u s t o d i a g u a r d i a h e c h a p o r e s t a g e n t e . Guardaropa, p o r e l m u e b l e oficina d e s t i n a d o s p a r a c u s t o d i a r la r o p a , t i e n e el g n e r o f e m e n i n o ; y e l m a s c u l i n o , si d e n o t a la p e r s o n a e n c a r g a d a d e d i c h a oficina. Fantasma es masculino en todas sus a c e p c i o n e s , m e n o s e n la d e espantajo.- Llama e s d e l g n e r o f e m e n i n o : s o l o c u a n d o significa u n c u a d r p e d o d e e s t e n o m b r e d e la A m r i c a m e r i d i o n a l , e n t r a e n la c l a s e d e l o s c o m u n e s . Levita, por el dic o n o el q u e p e r t e n e c e la tribu d e L e v , es m a s c u l i n o ; p e r o c u a n d o significa una e s p e c i e d e v e s t i d o d e l o s h o m b r e s , e s f e m e n i n o . A l g u n o s antepone:! l o s a r t c u l o s m a s c u l i n o s i Nada. y nonada, d i c i e n d o , Un nada, un nonada; p e r o es mas s e g u r o n a c e r l o s f e m e n i n o s . P l a n e t a , c o m o c u e r p o c e l e s t e , es d e l g n e r o m a s c u l i n o ; y d e l f e m e n i n o , c o m o u n a e s p e c i e d e casul l a . Recluta, p o r e l s o l d a d o q u e lia s e n t a d o v o l u n t a r i a m e n t e p l a z a , e s m a s c u l i n o ; y f e m e n i n o , s i e m p r e q u e significa e l r e e m p l a z o d e tropa. Sota, d e n o t a n d o el s u b a l t e r n o s e g u n d o d e a l g u n o , es m a s c u l i n o ; v c o m o una figura d e l o s n a i p e s , f e m e n i n o . Tema, c o m o proposicin asunto de un discurso, est d o t a d o d e l g n e r o m a s c u l i n o ; y d e l f e m n n o , s i g n i f i c a n d o o b s t i n a c i n mana. . Trompeta , i n s t r u m e n t o d e g u e r r a , se d i s t i n g u e d e la p e r s o n a q u e l o t o c a , e n q u e e l p r i m e r o es f e m e n i n o , y el s e g u n d o masculino. 1 S o n m a s c u l i n o s Adalid, alamud ( a n l l c ) , almud, ardid, spid, atad, azud, csped, husped , lad, sud y talniud. 2 S o n tantas las t e r m i n a c i o n e s d e l o s n o m b r e s d e l g n e r o m a s c u l i n o , y tan c r e c i d o e l n m e r o d e las e s e e p c i o n e s q u e alg u n a s c o m p r e n d e n , q u e e s n e c e s a r i o , para la debiela c l a r i d a d , tratar d e c a d a t e r m i n a c i n p o r s e p a r a d o .

De los nombres

acabados

en e.
alune. base, cante,

S o n f e m e n i n o s A gil achirle , alache auaglide, ave ( p o r pjaro), avenate, cachunde, calvicie, calle, capclardcnlc

, alarije, aljarfc . azumbre, barbarie, (\\\.). caritide,

'22

TY.

T.OS

GNEROS.

gla son masculinos todos los n o m b r e s que solo tienen p l u r a l , si este n o acaba en as: os bojes, las angari-

catstrofe , certidumbre, cicloide, clmide ( a n t . ) , clase, clave ( e n t o d a s s u s s i g n i f i c a c i o n e s , m e n o s e n la d e clavicordio), clemtide , cohorte, compage, congerie , consonante (hablndose d e las l e t r a s q u e lo s o n ) , corambre, corriente, corte ( e n e l senLido d e residencia del monarca, de comitiva y de obsequio), costumbre, crasicie ( a n t . ) , creciente (no significando uno de l o s c u a r t o s d e la l u n a , u n a d e las figuras d e l o s e s c u d o s d e a r m a s ) , crenche ( a n t . ) , cumbre, chinche, dulcedumbre, efigie, eglope, elatine, elipse, enante, epipdclide, eringe, escorpioide , esferoide , especie , eslacte , estirpe, estrige , clipide, falange, falce , fambre jame (nnl.>), Jase, Je , fiebre , frase, fuente, galaciitc , ganapierde , gente, grege (ant.), grinalde, hambre, hlice , hermionile, hemorroide, herrumbre , hipocistide , Hipocrene , hojaldre , hueste, ndole , ingle , intemperie, isagoge , jiride. , labe ( p o c o u s a d o ) , landre, laringe, laude, leche, legumbre , liebre, liendre, lile, lumbre, llave, madre, mansedumbre , menguante ( m e n o s c u a n d o se halda de. l o s cuart o s d e la l u n a ) , mente , miente ( a n t . ) , mole , molicie , monostro fe, muchedumbre , muerte, mugre , nave , nieve, noche, nube , olimpiada ( a n l i c ) . o ique , p alude ( a n t i c ) , panace , parlage , parasclene , parle ( e s m a s c u l i n o , c u a n d o significa e l c o r r e o esli 'aoi 'dinario el d e s p a c h o q u e l l e v a ) , pule , patente, pelde , pelitre , pendiente ( e s m a s c u l i n o , si d e n o t a ei a d o r n o d e las o r e j a s ) , pepliile , pesadumbre , peste , pirmide , pxide , planicie , plebe , plyade , podre , podredumbre , progenie, prole, quiete , raigambre, s alumbre , salve (un o r a c i n la V i r g e n s a n t s i m a ) , sangre, sanie, secante ( e n g e o m e t r a ) , .vetle, serie, servidumbre , serpiente , sierpe , simiente, sirle, suerte, superficie, tangente, tarde, trame, lemide., techumbre , temperie , tilde, I ingle, torce, torre, trabe , troje , ubre, urdimbre , vacante , variante, vrice, veste ( a n l i c ) , vislumbre, vorgine , y unas p o c a s v o z e s m a s , f a c u l t a t i v a s t o d a s inui p o c o u s a d a s . A r l e , cerasle, dote, hijidrbole , moje, pringue , puente , tilde , tizne y trpode son ambiguos : vinagre. es f e m e n i n o e n el habla familiar d l a p r o v i n c i a d e M a d r i d , c o m o aceite e n la de V a l l a d o l i d ; mas l o s e s c r i l o r e s l o s h a c e n c o n s t a n t e m e n t e m a s c u l i n o s . Arles en plural es f e m e n i n o , cuando junto con un adjelivo denota ciertas profesiones ramos, c o m o las arles mecnicas , las bellas artes , tas artes liberales; p e r o en l o s d e m s c a s o s se usa d e o r d i n a r i o e n el g e n e r o m a s c u l i l l o , v. g. Los aites para coger pezes , los arles de la gramtica y de la re ttrica. i o r mas q u e corriente sea d e l g e n e r o f e m e n i n o , se d i c e dejarse llevar d e l corriente de la
:

DE

[.OS

C ENEROS.

2.)

as. Sin e m b a r g o es m a s c u l i n o ajueras, y femeninos creces, efemrides, /asees, fauces, liesprides, lia-

corriente; c i r c u n s t a n c i a ( L : q u e se a p r o v e c h M e l r n d e z p o d e r l o usar c o m o m a s c u l i n o e n la o d a JJc unas; miomas, e s la M i l i d e l t o m o p r i m e r o :


\ ul c o m e n t e su eulrc^a ([Un Id va en pos llevando.

para que

C u a n d o d e c i m o s , En mi anterior del dia 22 d e l corriente , no e s y a s u s t a n t i v a e s t a p a l a b r a , s i n o a d j e t i v a , p u e s se s o b r e n t i e n d e mes. Frente es f e m e n i n o , m e n o s c u a n d o significa la fachada , el objeto delantero i esterior de una cosa , p o r e j e m p l o , el frente de un edificio , cfrente de un batalln, estar ponerse al frente de un negocio de una empresa. Sin embargo, Q u i n t a n a d i c e hacia e l f i n d e la v i d a d e l t i r a n C a p i t n : El Gobierno d c u y a frente estaba el duque de Alba. La A c a d e m i a h a d a d o s i e m p r e e l g e n e r o f e m e n i n o lente d e s d e la p r i m e r a e d i c i n d e su D i c c i o n a r i o ; p e r o e n las d o s l t i m a s l o h a c e m a s c u l i n o , c o n f o r m n d o s e c o n e[ uso a c t u a l . M e l n d e z a u n p u s o la lente e n la oda X d e l l o m o c u a r t o , i n t i t u l a d a 1'anillad de las quejas del hombre contra su. Hacedor, c u a n d o h u b i e r a s i d o lo m i s m o para la m e d i d a d e l v e r s o h a b e r d i c h o el. lente. Mimbre p o r la mimbrera es f e m e n i n o ; y m a s c u l i n o , si d e n t a l a s varitas que. p r o d u c e . Postre e s f e m e n i n o e n la frase a d v e r b i a l t la postre.

Ve

ios acabados

en

i.
palmacristi, t i e n e n el a c e n dicesi, metrtiel q u e ehaeoli del Diccionario

S o n f e m e n i n o s graciailci, gr'ci, lei, espinacardi, y lodos los nombres derivados del griego , que to en la p e n l t i m a a n t e p e n l t i m a , c o m o diesi, >uli, partifrasi. T e n g o por error lipogralico e s t p u e s t o c o m o f e m e n i n o e n la l t i m a e d i c i n d e la A c a d e m i a .

De

los acabados

en

j,

L o s c u a l e s se e s c r i b a n n l e s c o n x , s o l o hai u n o f e m e n i n o , q u e e s tro/. La A c a d e m i a da el m i s m o g n e r o a' almoraduj e n la l t i m a e d i c i n d e su D i c c i o n a r i o ; p e r o yo l e n g o p o r m a s c u l i n a e s l a v o z , s e g n se halla calificada e n el D i c c i o n a r i o g r a n d e d e la m i s m a .

De los acalmos
S u n I c m c u i n u s Atgazul, cal, cu nial

en 1.
^ Uuiic-lrpull; , corcel.

mi

EOS

GNEROS.

(es, hipoc.rnidc.s, llares, preces, trbedes y celambres p o r velaciones. Modales y puches se usan i n d i s t i n t a m e n t e en u n o y o t r o g n e r o .

col, cordal, decretal, hil, miel, pajarel, piel, sal, seal v vocal (la l e t r a ) . - C a n a l e s m a s c u l i n o , c u a n d o significa un gran conducto de agua , figuradamente el medio ]>or donde se sabe, consigue indaga alguna cosa: e n las d e m s a c e p c i o n e s e s f e m e n i n o . Sal e s u s a d o las v e z e s c o m o si l u c r a a m b i g u o , y as d e c i m o s sal amoniaco amoniaca.

De los acabados

en n.

S o n f e m e n i n o s l o s v e r b a l e s e n on q u e s e d e r i v a n d e v e r b o s que existen en nuestra l e n g u a , estn tomados de nombres lalin o s e n io t a m b i n d e l g n e r o f e m e n i n o . A e s t a c l a s e p e r t e n e c e n Armazn ( c o m o v o z d e c a r p i n t e r a , s i g n i f i c a n d o la acciony efecto de armar), barbechazn, binazon, cargazn, cavazn, clavazn, oracin, poblacin,propensin, segazn y trabazn, q u e v i e n e n d e armar, barbechar, binar, poblar, cargar, cavar, clavar, orar, propender, segar y trabar; y complexin, condicin , jurisdiccin, ocasin , polucin, religin y razn, que n o s o n otra cosa q u e el eomplexio , conditio , juris dictio , oceasio ,pollutio , religio y ralio c o n t e r m i n a c i o n e s c a s t e l l a n a s . Hai con todo unos cuantos verbales derivados de verbos castellanos, q u e s o n d e l g n e r o m a s c u l i n o ; p e r o n t e s e q u e es mui raro e l tpie acaba e n ion, ( t e r m i n a c i n casi e s c l u s i v a m e n t e del g n e r o femenino) y que t i e n e n de ordinario una fuerza aumentativa, c o m o se a d v i e r t e e n Apretn, araon, empujan, encontrn, estrujn , forcejn , limpin, resbaln, reventn , salpicn, trasquiln y algn otro, llai ademas estos p o r o s nombres termin a d o s e n n d e l g n e r o f e m e n i n o : Acin, arrumazn , clin crin, diasen , fustn, imagen , mdrg.cn ( a l g u n o s lo h a c e n masc u l i n o , c o m o L i s t a e n la o d a La vida humana , y J o v e l l n o s l o da p o r a m b i g u o e n l o s Jiudimentos de gramtica castellana), plomazon, surten, sazn y sien. Orden, e n la s i g n i f i c a c i n d e la colocacin, clase, serie sucesin d e las c o s a s , d e l sac r a m e n t o d e e s t e n o m b r e , e s m a s c u l i n o ; p e r o si d e n o t a el decreto mandato de una autoridad, el estatuto de algn, cuerpo el. mismo cuerpo, e s f e m e n i n o . S e d i c e p o r t a n t o , Dio entonces S. M. la orden, para que las Ordenes militares se colocasen segn el orden a c o s t u m b r a d o , dejndose preceder de las r e l i g i o s a s . r mucho mas de una orden tan e s c l a r e c i d a como la de santo Domingo. C o n l o d o en la Vida de Hernn Prez del Pulgar e s c r i t a p o r M a r t n e z d e la l i o s a l e e m o s la p g . 11: Caminar en b u e n a arrien . lo q u e d e n i n g n m o d o d e b e d i s i -

DE LOS GNEROS.

25

Observaciones

generales.

T o d o s Jos compuestos conservan el gnero de su segundo s i m p l e , si este se halla en s i n g u l a r : p o r cuya razn son femeninos aguamiel, cerapez, contrahaz,

inular.se. N o p u e d o mirar s i n o c o m o una i n a d v e r t e n c i a , <pie el a c a d m i c o q u e p u s o la n o t a d e la p g . X X I X d e l p r l o g o al t o m o s e g u n d o d e las obras d e M o r a t i n , ( e d i c i n d e Madrid de IN.jO) dijera : Y solo se reciben de l o s rdenes r e l i g i o s o s lecciones de piedad e t c . L o m i s m o d i g o de e s t e otro pasaje d e Q u i n t a n a e n la vida de Fr. Bartolom' de las Casas : Se hizo i-eligioso de a q u e l orden en el ao de 1 5 2 2 . A c a s o l o dir as e l autor d e q u i e n e s t r a d esta noticia. De los acabados en o.

S o l o se e s c e p t a n mano y nao , q u e s o n f e m e n i n o s . Pro t i e n e a m b o s g n e r o s e n e l s i g n i f i c a d o de p r o v e c h o u t i l i d a d , v . g. l i n e ri pro b u e n a pro te haga; si b i e n ahora e s mas c o r r i e n t e l o l t i m o . E n e l s e n t i d o d e la p r e p o s i c i n latina pro e s s i e m p r e m a s c u l i n o , p u e s s o l o d e c i m o s , Defender e l pro y el contra. De los acabados en r.

S o n f e m e n i n o s he zar , hczoar.flar , labor, mujer, segur, zoster, y t r e s c u a t r o mas d e nini p o c o u s o . J l / a r e s a m b i g u o , si b i e n s u s c o m p u e s t o s bajamar , pleamar , estrellamar etc., s o n f e m e n i n o s ; p e r o u n i d o l o s n o m b r e s adriatico , caspio, mediterrneo, negro, oceano, etc., es precisamente masculino. C u a n d o s e j u n t a c o n a d j e t i v o s d e d o s t e r m i n a c i o n e s , valdr' m a s h a c e r l o m a s c u l i n o , c o m o mar borrascoso , alborotado; p e r o c o n l o s d e u n a , d i s u e n a m e n o s la mar bonancible, bramante e l e . A z c a r est calificado e q u i v o c a d a m e n t e d e comn, y n o d e ambiguo , en e l l t i m o D i c c i o n a r i o d e la A c a d e m i a , la cual p r e t i e r e e l g n e r o f e m e n i n o , c u a n d o d e f i n e las d i v e r s a s (dases d e a z c a r . S i n d e s c o n o c e r la a u t o r i d a d d e e s t e c u e r p o ni la d e l u s o , y o h a g o s i e m p r e a' azcar del gnero masculino, n i c o q u e l e dio la m i s m a A c a d e m i a e n su p r i m e r D i c c i o n a r i o . De los acabados en s.

S o n f e m e n i n o s Aguarrs , colapiscis , lis , macis , mies, ouot/ui/cs , polispa'slos , res , se'.vcuns , tos , Venus ( c u lo as

2(>

DE EOS (-.ENEROS.

guardaropa, portabandera, tragaluz; y masculinos archilaud, guardacantn, portafusil y gloriapatri, p u e s patri es de este g n e r o , p o r e n t r a r en la regla general de los a c a b a d o s en i. P e r o si el segundo de ios s i m p l e s est en p l u r a l , los c o m p u e s t o s toman el gnero m a s c u l i n o , segn es de ver en cortaplumas, portacartas, sacabotas y tragaleguas; y con m a y o r f u n d a m e n t o se da este gnero las vozes que d e n o t a n e m p l e o s ocupaciones p e c u l i a r e s de los h o m b r e s , v.g. guardacabras, guardajoyas, quitamanchas y sacamuelas, p u e s en este c a s o , aun c u a n d o el segundo sim-

s u s a c e p c i o n e s ) , y los n o m b r e s q u e l l e v a n e l a c e n t o e n la p e n l tima a n t c p e n k i i n a , q u e s o n l o m a d o s casi t o d o s d e la l e n g u a g r i e g a , v. g. bilis , parnesis , tisis. Esceptanse Apocalipsis, estasis , Gnesis , herpes , ( s i n o m e e q u i v o c o e n c r e e r (pie p u e d e u s a r s e e n e l s i n g u l a r ) iris , parntesis y a l g n o t r o , (pie s o n m a s c u l i n o s , y cutis y anlisis , que son ambiguos. Muchos h a c e n t a m b i n nfasis del genero masculino.

De los acabados

en u .

P u e d e d e c i r s e q u e s o l o Irib e s c o m u n m e n t e f e m e n i n o , a u n q u e M a r i n a , i m i t a n d o n u e s t r o s a n t i g u o s e s c r i t o r e s , lo ha e m p l e a d o c o m o m a s c u l i n o , y la A c a d e m i a lo h a c e a m b i g u o e n la l t i m a e d i c i n d e su D i c c i o n a r i o . S o n t a m b i n d e l g n e r o f e m e n i n o mu , e q u i v a l e n t e s u e o , y pu i e s c r e m e n t o ; v o z e s p e c u l i a r e s d e l l e n g u a j e familiar.

De los acabados

en x

T a m p o c o bai m a s q u e u n o f e m e n i n o , q u e e s sardnix. No t e n g o i n c o n v e n i e n t e e n dar e l m i s i n o g n e r o i nix , p o r mas q u e la A c a d e m i a l o h a g a m a s c u l i n o .

De los acabados

en z.

S o n f e m e n i n o s , cerviz, cicatriz, codorniz, coz , cruz,choz, faz , / o luz , foz a n t i c . ) , haz (la cara la tropa ordenada), hez , hoz , lombriz , luz , matriz , nariz , nuez , paz , perdiz, pez ( n o s i g n i f i c a n d o pescado), pmez, raz , sobrepelliz , tez, vez , voz, y t o d o s l o s (pie d e n o t a n a l g u n a p r o p i e d a d c a l i d a d , c o m o altivez , doblez , niez , sencillez, vejez , e t c . ; p e r o doblez e n e l s e n t i d o d e pliegue e s m a s c u l i n o , l'orlapaz es ambiguo.

DE EOS

f.NEROS.

DE EOS

ADJETIVOS.

17

pie est en s i n g u l a r , debe ser masculino el c o m p u e s t o en razn de su significado, (Vase la pg. 1 7) c o m o en maestrescuela. G u a n d o los n o m b r e s son aplicables u n o y o t r o sexo, se hacen c o m u n e s , segn sucede en un una azotacalles, un una desuellacaras.Esceptase chotacabras, n o m b r e de u n p j a r o , q u e es femenino. Contrapeste es m a s c u l i n o , p o r estar c o m p r e n d i d o en la idea general de r e m e d i o . V e o t a m b i n que J o v c l l nos usa varias vezes tornapunta como masculino en el Elogio deD. Ventura Rodrguez, acaso p a r a e s c i t a m o s la idea de un m a d e r o , a u n q u e la A c a d e m i a le seala el gnero f e m e n i n o . P a s a m a n o es quiz masculino p a r a conformarse con el gnero c o m n de los acabados en o. Los aumentativos y diminutivos g u a r d a n el gnero del n o m b r e de su o r i g e n : gozquecillo y leonazo son m a s c u l i n o s p o r serlo gozque, y len. E n t i n d e s e que no lo ha de i m p e d i r su t e r m i n a c i n , pues esta hace q u e los acabados en e, in y on sean m a s c u l i n o s , y los en a femeninos, no obstante el gnero de los n o m b r e s de q u e se d e r i v a n , c o m o lo vemos en pipote, peluqun, callejn y coriezon, que vienen de pipa , peluca, calle y corteza , y en moquita, que sale de moco.

De los

adjetivos.

Los adjetivos tienen en general u n a , dos t e r m i naciones. Si acaban en o, ete ote, m u d a n la vocal l t i m a en a p a r a el gnero f e m e n i n o : hombre bello, mujer bella; regordete, regordela; altte, altla. S i t e r m i n a n p o r c u a l q u i e r a o t r a letra , sea vocal c o n sonante , no tienen mas de u n a t e r m i n a c i n , c o m o persa, endeble, feroz, ruin, sutil. Se esceptan algunos adjetivos gentilicios nacionales, esto e s , que denotan la nacin, provincia pueblo de que uno es natural, pues m u c h o s de e s t o s , a u n q u e acaban en c o n s o n a n t e , f o r m a n la t e r m i n a c i n femenina a a d i e n d o la a, v. g. andaluz, andaluza; espaol, espaola; genoves, genovesa.Hacen lo p r o p i o algunos adjetivos en n, como

2R

TIF, E O S A D J E T I V O S .

haragn, har gana; preguntn, preguntona; y los acabados eu or, v. g. malhechor, malhechora; traidor, traidora; p e r o inferior, mayor, mejor, menor, peor, superior y ulterior solo tienen u n a t e r m i n a c i n . E n los adjetivos de dos t e r m i n a c i o n e s sirve la p r i m e r a p a r a j u n t a r s e con las n e u t r a s de los a r t c u l o s adjetivos q u e las tienen : Lo flaco de nuestra carne; csplicado aquello as esto sentado. A l g u n o s de los adjetivos, q u e g r a m a t i c a l m e n t e h a b l a n d o , d e b i e r a n t e n e r dos t e r m i n a c i o n e s , solo son usados en la u n a , p o r aplicarse esclusivamente n o m bres masculinos femeninos. Alomado, p o r ejemplo, q u e solo se dice del c a b a l l o , y gurrumino, q u e tnic a m e n t e se entiende del h o m b r e , n o tienen m a s t e r m i n a c i n q u e la m a s c u l i n a ; al c o n t r a r i o q u e carantoera, paridera y letona, e p t e t o s p e c u l i a r e s de las h e m b r a s ; cediza, q u e n u n c a se dice m a s q u e de la c a r n e , y llovediza, q u e se refiere s i e m p r e agua. S o n m u i pocos los adjetivos de tres t e r m i n a c i o n e s , p u d i n d o s e r e d u c i r e n castellano los siguientes:
Sing. Alguno, algn alguien, (para el m a s c u l i n o ) alguna , (para e l f e m e n i n o ) y algo (para e l n e u t r o ) . Aquel, aquella , aquello.~\ n i , ,. ' ' ' ' I rara los tres gneros r e s r.se , esa , eso. > , ,. , , , i nectivamente. r.ste , osla , esto. J Ninguno, ningn nadie , ( p a r a el m a s c u l i n o ) ninguna, (para e l f e m e n i n o ) y nada (para e l n e u t r o ) .
1

P l u r .

Algunos,
Aquellos,

algunas.
aquellas. I
P a r a

hstos, estas. Ningunos, ningunas.

I nio respectivamente. I '


1

Y a d i r en la S i n t a x i s c u n d o h a de e m p l e a r s e cada una de las tres t e r m i n a c i o n e s m a s c u l i n a s de alguno y ninguno. Los adjetivos mi mia, tuyo luya, suyo suya tienen o t r a t e r m i n a c i n c o m n a m b o s gneros en el singul a r , q u e es mi, tu, su, y de consiguiente forman dos

DE LOS A D J E T I V O S .

29

p l u r a l e s d i v e r s o s , el u n o mos mas, tuyos tuyas, suyos suyas, y el o t r o mis, tus, sus, que sirve p a r a el m a s c u l i n o y femenino. E n la Sintaxis se e s p l i c a r el uso de estas dos t e r m i n a c i o n e s , y t a m b i n lo c o n cerniente los tres nicos adjetivos q u e hai i n d e c l i n a b l e s , s a b e r , rada, dems y que, cuyas t e r m i n a c i o n e s subsisten las mismas en el p l u r a l q u e en el s i n g u l a r .

De los

numerales.

E n t r a n en la clase de adjetivos los n u m e r a l e s cardinales, ios ordinales y los proporcionales. Los cardinales, q u e t o m a n su n o m b r e de ser c o m o el f u n d a m e n t o quicio (llamado en Jatin cardo) de las d e m s c o m b i n a c i o n e s n u m r i c a s , son : uno un, dos, tres, cuatro, cinco, seis, siete, ocho, nueve, diez, once, doce, trece, catorce, quince, diez y seis, diez y siete, diez y ocho, diez y nueve , veinte, veinte y uno e t c . , treinta, cuarenta, cincuenta, sesenta , setenta, ochenta, noventa, ciento, doscientos, trecientos , cuatrocientos , quinientos , seiscientos , setecientos , ochocientos, novecientos, mil. Son todos de u n a sola t e r m i n a c i n , m e n o s uno y Jos c o m p u e s t o s de ciento , c o m o doscientos, doscientas etc. Los ordinales, que sirven p a r a c o n t a r p o r o r d e n , son primero primo, segundo, tercero tercio, cuarto , quinto, sesto, sptimo, octavo, nono noveno, dcimo deceno, undcimo onceno, duodcimo docena, decimotercio treceno , decimocuarto catorceno, decimoquinto quinceno, dcimosesto, decimosptimo, decimoctavo, decimonono, vigsimo, trigsimo e t c . , t o m n d o l o s todos de Jos latinos respectivos. E s t o s son adjetivos de dos t e r m i n a c i o n e s . L l m a n s e proporcionales los q u e significan Ja p r o p o r c i n que u n a cosa g u a r d a con o t r a en razn de Jas vezes que la i n c l u y e , como duplo, triplo, triple trplice, cuadruplo, quintuplo etc., tomados t a m bin del Jatin. Los acabados en o son de dos t e r -

30

COMPARATIVOS

SUPERLATIVOS.

m i n a c i o n e s , y de u n a sola los q u e c o n c l u y e n p o r e. Los colectivos, q u e a b r a z a n m u c h a s u n i d a d e s , c o m o par, decena, docena, catorcena, quincena, millar, milln; y os partitivos distributivos, que sealan p o r el c o n t r a r i o la p a r t e de algn t o d o , c o m o mitad, tercio, cuarto, ( bien tercia, cuarta) quinto, diezmo, son todos verdaderos nombres sustantivos. CAPTULO III.
DE LOS C O M P A R A T I V O S TATIVOS Y SUPERLATIVOS. DE LOS LOS AUMEN-

Y DIMINUTIVOS.DE DE LOS

DERIVADOS.

COMPUESTOS.

De los comparativos

superlativos.

L o s adjetivos q u e espresan s e n c i l l a m e n t e u n a c a l i dad sin a u m e n t o , d i m i n u c i n ni c o m p a r a c i n , son d e n o m i n a d o s positivos, y de ellos se forman los comparativos, aadindoles las p a r t c u l a s mas menos, y los superlativos, con la p a r t c u l a mui o t r a e s p r e sion a d v e r b i a l e q u i v a l e n t e , cual es sobre manera, en alto grado etc. : lijero, mas i/ero , mui en gran manera lijero. E l s u p e r l a t i v o se forma t a m b i n a a diendo al positivo la t e r m i n a c i n simo, y q u i t a n d o la vocal del p o s i t i v o , c u a n d o acaba p o r e l l a : de caro sale carsimo, de civil civilsimo, de cortes cortessimo. Los adjetivos que r e m a t a n en co y go, t o m a n (pisimo y gilsimo en razn de la ortografa , p a r a c o n s e r v a r el m i s m o sonido q u e tienen la c y la g en los p o s i t i v o s : riqusimo, vagusimo.Los en lo c o n v i e r ten estas dos vocales en simo, fin de e v i t a r a r e peticin de las dos ii: limpsimo, recsimo; esceptundose agrisimo , (poco usado) frisimo y pisimo. L o s adjetivos cuya t e r m i n a c i n es ble, la m u d a n en bilisimo p a r a el s u p e r l a t i v o , c o m o afable afabi-

COMPARATIVOS Y SLTF.nLATIVOS.

31

simo; acaso p a r a r e t e n e r el m i s m o s u p e r l a t i v o l a t i n o , q u e t a m b i n conservan los siguientes: antiguo dice antiqusimo , benfico beneficentsimo , bueno bonsimo, ciebre celebrrimo, fiel fidelsimo, fuerte fortsimo, integro integrrimo, libre librrimo, magnfico magnifieentsimo, msero misrrimo, nuevo novsimo, sagrado sacratsimo, salubre salubrrimo y sabio sapientsimo. A l g u n o s positivos t e r m i n a d o s en iente p i e r d e n la i en el s u p e r l a t i v o , p o r q u este no la tiene en la lengua l a t i n a : tales son ardiente ardentsimo, ferviente ferventsimo, luciente lucentsimo, valiente valentsimo. Este s u p e r l a t i v o en sirno p a r e c e de m a y o r fuerza en castellano q u e la c i r c u n l o c u c i n mu con el p o s i tivo : una torre altsima dice algo mas q u e una torre mu alta Tenemos unos cuantos comparativos y superlativos t o m a d o s del l a t n , que s u p l e n vezes los que da la analoga. As, en lugar de mas alto y altsimo, decimos en ciertos casos superior, supremo. L o s n o m b r e s que tienen esta i r r e g u l a r i d a d , son:
Positivo.Comp.irrcg. Alio lSajo Bueno Orando Malo Pequeo . Comp.rcg. Supcrl. .. iri eg. Sitpcrl. reg.

Superior (mas alto) Interior ( m a s bajo) Mejor (mas bueno) Mayor (mas grande) Peor (mas malo) M e n o r (mas p e q u e o )

Supremo (altsimo). nfimo (bajsimo). Oplno (bonsimo). Mximo (grandsimo). Psimo (malsimo^. Mnimo (pequesimo).

De los aumentativos

diminutivos.

E l a u m e n t o Ja d i m i n u c i n q u e p u e d e n t e n e r en la n a t u r a l e z a Jos objetos espresados p o r los n o m i n e s s u s t a n t i v o s , y Jas cualidades e n u n c i a d a s p o r los adjet i v o s , se espresan en castellano p o r m e d i o de ciertas terminaciones. Las q u e i n d i c a n a u m e n t o , son azo, on y ote, (aza, ona y ota p a r a el gnero femenino) las cuales se aaden al n o m b r e p r i m i t i v o , si acaba p o r

32

AUMENTATIVOS

DIMINUTIVOS.

c o n s o n a n t e , sustituyen la vocal, si los n o m b r e s t e r m i n a n p o r ella. D e gigante sale gigantazo, de carne carnaza , de bellaco bellacon, de seor seorn, de muchacha muchachona, de libro librte y de grande gratulte. E s c e p t a n s e algunos n o m b r e s q u e , p a r a p a s a r a u m e n t a t i v o s , p i e r d e n la i del d i p t o n g o ie, si este forma la p e n l t i m a s l a b a , c o m o certsimo, ternsimo y vejte (que o c u r r e en el c a p . 23 de Ja p a r te segunda del Quijote) de cierto, tierno y viejo; bien m u d a n el d i p t o n g o ue en o, como bonazo de bueno, boyazo de buei; y corpanchn, poblachon aaden a d e m a s o t r a i r r e g u l a r i d a d , pues se derivan de po y pueblo. Bobalicn, bobarron, grandilln, mozeton , pobreto/;, hombracho , ricacho , vivaracho , y algunos o t r o s a u m e n t a t i v o s p a r e c i d o s e s t o s , p e r t e necen al lenguaje familiar. D e los m i s m o s a u m e n t a t i v o s p u e d e n formarse o t r o s de m a y o r f u e r z a , v. g. de bobon bobonazo, de picaron picaronazo. L o s a u m e n t a t i v o s dan en algunos casos m a g n i t u d , e n s a n c h e estension al significado del s i m p l e ; p e r o lo m a s general es usarlos en sentido de m e n o s p r e c i o , b u r l a enojo. L a d i m i n u c i n se espresa p o r lo c o m n con las t e r m i n a c i o n e s ejo, ele, ico, lio, in, ilo y uelo, (*) q u e se aaden ios n o m b r e s , c u a n d o acaban p o r c o n s o n a n t e , y si p o r v o c a l , la s u s t i t u y e n a q u e l l a s . D e cordel sale cordelejo, de nade anadeja, de aria rlela, de pobre pobrete , de santo santico, de picaro picari-

* S o n p o c o s l o s a c a b a d o s e n acha , c o m o d e cueva covacha, d e hila hilacha; en ajo, c o m o cascajo , ranacuajo 6 renacuajo; e n alo, c o m o ballenato, cegato, cervato, chivato, lebrato, lobato , mualo ( a n l . ) ; e n ezuo , c o m o gamezno , judezno (hal l a s e e n G o n z a l o d e B c r c c o ) , lobezno, pavezno ( c o m o 1 lama al p o l l o d i d p a v o e l A r c i p r e s t e d e H i l a e n las c o p l a s 271 v 2 7 7 ) , perrezno , rufezno ( q u e G o n z a l o d e B e r r e o usa p o r rufiancil'o) . y viborezno; e n iche , c o m o boliche; en ino , c o m o anadino ansarino, cebollino, cigoino, colino, palomino , por-

AUMENTATIVOS

DIMINUTIVOS.

?) r

lio, de espada espadn , de mozo mozito, de arroyo arroyuelo y de rodaja rodajuela. P e r o Jos d i m i n u t i vos en ico, z'//o ito reciben u n a c antes de dichas t e r m i n a c i o n e s , u n a z antes de we/o, si c o n c l u y e el n o m b r e p o r e p o r Jas l q u i d a s n /, segn se ve en simplecillo, trolecillo, avecilla, capitancillo, ruineillo, leoncico, cantar cico, mujercilla, dolor cilio, autor zuelo, ladronzuelo. Los femeninos q u e se d e r i v a n de n o m b r e s masculinos en or , m u d a n la a en cica , cilla, cita, v. g. pastora, t e r m i n a c i n femenina de pastor, dice en el d i m i n u t i v o pastorcilla. Son pocos los n o m b r e s acabados en o que la c o n v i e r t e n en ecillo , ecito: con t o d o f o r m a m o s buenecilio, ( p o c o u s a d o ) huevecillo, manecila, praclccillo y truenecillo de bueno, huevo , mano , prado y trueno. T a m b i n t i e n e n su d i m i n u t i v o en ecillo czuelo m u c h o s de los n o m b r e s , en que se m u d a el d i p t o n g o ic en c y el ue en o, c o m o se advierte en los ejemplos que Juego c i t a r e m o s . D e los n o m b r e s q u e acaban p o r c o n s o n a n t e , h a i m u c h o s que reciben las t e r m i n a c i o n e s ccico, ecillo, y czuelo p o r e n t e r o , v. g. arbolecico, florecilla, panecillo, reyezuelo, d i m i n u t i v o s de rbol, flor, pan y re. L o m i s m o se verifica respecto de los en a, q u e Ja c a m b i a n en dichas t e r m i n a c i o n e s , v. g. coflezuela, obrecilla. A l g u n o s p i e r d e n , c o m o en los a u m e n t a t i v o s , la i del d i p t o n g o ie, si este f o r m a Ja p e n l t i m a s l a b a , v . g. ccguecillo, pedrezuela, serpezuela, serrczuela, ternezuelo, ventrezuelo, si bien son usados los d i m i n u t i v o s
rio; e n izo, r o m o canalizo; e n acha, c o m o casucha; en ucho, c o m o aguilucho; e n 011, c o m o anadn, ansarn , cajn, callejn , carretn , cascaron , carrejon, liebrastn liebratn , limpin , perdign , plantn , plumn , ratn. Mas r e d u c i do es todava el n m e r o d e l o s t e r m i n a d o s e n on q u e significan n o s o l o d i m i n u c i n , s i n o c a r e n c i a total , c u a l e s s o n peln y rabn. i\ o c o n o z c o mas q u e t r e s e n ote , anclote , islote y pipote. T e n e m o s t a m b i n a l g u n o s d i m i n u t i v o s e n u/a y ulo t o m a d o s d e l l a t i n , c o m o drula, cpsula, clula partcula , opsculo, rgulo.
T

34

AUMENTATIVOS

DIMINUTIVOS.

r e g u l a r e s ciegiiecillo, pedrczuela y sierpe zuda , al m o d o que de bestia sale no solo bestiezuela, sino t a m b i n bestezuela , i r r e g u l a r . O t r o s m u d a n el d i p tongo ue en o , v. g. boyezuclo de buei, cobanillo de eubano , esportilla de espuerta, fortezuelo de fuerte, osecillo de hueso, porquecilla de puerca, y portezuela de puerta; p e r o t a m b i n decimos bueyecillo, huesecillo , puerquecilla , puertezuela. Corregela 6 correhuela es d i m i n u t i v o de correa, c o m o lo es aldehuela de aldea, fchuela de /?ffl, lamprehuela de / m y riachuelo de /70. Tamarrizquito y tamarrusquito son d i m i n u t i v o s familiares de tamao ( p e q u e o ) . D e los n o m b r e s p r o p i o s son m u i pocos Jos q u e , c o m o Francisquito, se conforman con Ja regla g e n e r a l . H a i algunos en 5 q u e t o m a n las t e r m i naciones '/ las , v. g. Lucihuela, Mar cuela v rhuela , Mencigela y Maliliulas de Lucia, Mara, Mcnca y Matas. Los en O tienen el d i m i n u t i v o en / V O , v. g. Carlitas , Marqutos , de Carlos , Marcos. L o s dems suelen formarse de u n m o d o i r r e g u l a r , v. g. Antoito de Antonio, Marica y Mariquita de Mara, y Perico de Pedro; y en algunos d e s a p a r e c e n todos los vestigios de su r a i z , siendo m u i difcil q u e nadie adivine , p o r e j e m p l o , q u e Pepe es d i m i n u t i v o de J o Paco de Francisco , Catana Caanla de Catalina, Concha de Concepcin , Maruja de Mara e t c . A u n q u e p u d i e r a d i s p u t a r s e , si estos n o m b r e s son d i m i n u t i v o s , bien Jos m i s m o s Jos, Francisco, Catalina, Concepcin, Mara, segn prefiere u s a r l o s Ja conversacin f a m i l i a r y confidencial. L o s d i m i n u t i vos femeninos a c a b a n p o r a en eJ s i n g u l a r y p o r as en el p l u r a l , a u n c u a n d o se deriven de u n n o m b r e q u e t e r m i n e p o r o t r a letra q u e la a. D e Irene f o r m a m o s Ir en ta, y de Dolores y Mercedes, Dolor citas y Merceditas. M e n o s si el p r i m i t i v o femenino es en o os, p o r q u entonces conservan estas t e r m i n a c i o n e s : llos arito y Socorrito vienen de liosa rio y Socorro, as c o m o Desamparadlos de Desamparados.

AUMENTATIVOS

Y DIMINUTIVOS.

.'i " .>

De los d i m i n u t i v o s p u e d e n sacarse otros m a s d i m i n u t i v o s , v. g. de Perico, Periquillo, Periquillio, y de chiquillo chiquito, chiquitillo, chiquililo, chiquituclo, chiquitiliuelo, chlquillilo, chiquirritn, chiquirritito, chiquirriiillo y chlquirrituelo. A vezes se forman de los mismos a u m e n t a t i v o s , as de arqueto?i, arque ton cilio, de corlezon, corlczoncilo , de picaron, picaroncillo y picaronzuelo. Con los d i m i n u t i v o s espresamos ora la t e r n u r a , ora el c a r i o , ora Ja c o m p a s i n , ora el desprecio que nos i n s p i r a n los objetos; lo cual necesita de un c i r c u n l o q u i o en o t r a s l e n g u a s , y da m u c h o realze y gracia a la castellana. Es digno de n o t a r s e que m u c h o s d i m i n u t i v o s y aum e n t a t i v o s , que se f o r m a r a n en el p r i n c i p i o bajo el c o n c e p t o de t a l e s , han servido despus p a r a significaciones d e t e r m i n a d a s , segn aparece en bovedilla, cegato , espadn, gusanillo, husillo, islilla, ladillo, matn, moquillo , pastilla, peluqun y o t r o s m u c h o s . P a r e c e superfluo observar, que no son a u m e n t a t i v o s d i m i n u t i v o s lodos los n o m b r e s t e r m i n a d o s como e l l o s , p u e s nadie c o n t a r en dichas clases castillo, empelln, espejo, flechazo, garlito , jigote , no o b s tante sus terminaciones. j \ o sera m e n o r equivocacin c r e e r , que todos los n o m b r e s p u e d e n r e c i b i r las v a r i a s t e r m i n a c i o n e s q u e h e m o s especificado, p a r a a u m e n t a r d i s m i n u i r s u significacin; lo cual debe hacerse solo en los t r m i nos que lo p e r m i t e la t i r a n a , p o r decirlo as, del u s o , que consiente que digamos piedrecilla, pcdrezucla, y no pedraza; leoncillo, leonazo, y no leonote; cuerpccillo, cornezuelo, carpazo, corpanchn, y de n i n gn m o d o corpole; y gigantazo , gigantn , mejor q u e giganlote. El mismo uso hace que en algunos n o m b r e s prefiramos r e c u r r i r un adjetivo p a r a espresar la idea de a u m e n t o d i m i n u c i n , m a s bien que v a l e m o s de las terminaciones antedichas , siendo tan c o r r i e n t e o i r , f',s una ciudad mu grande mu i pequea , como i n -

36'

D E

EOS

DERIVADOS.

slito l l a m a r l a ciad adaza ciudadita, vozes con que JNYii'ez de T a b o a d a ha a b u l t a d o su Diccionario de la lengua castellana. Sin e m b a r g o , m i e n t r a s los a u m e n tativos y d i m i n u t i v o s estn formados con la d e b i d a a n a l o g a , no p u e d e d i s p u t a r s e un escritor la l i b e r tad de e m p l e a r l o s o p o r t u n a m e n t e , s o b r e t o d o en las c o m e d i a s y c a r t a s familiares.

Be los

derivados.

Los n o m b r e s , as los sustantivos c o m o los adjetivos, c u a n d o no t r a e n origen de o t r o s ni de ninguna de las d e m s p a r t e s de la oracin castellana, tienen el d i c t a d o de primitivos , y el de derivativos derivados en el caso c o n t r a r i o . L o s l t i m o s nacen p o r lo c o m n de o t r o s n o m b r e s , c o m o de agua, aguacero y aguada, de rbol, arboleda, de Galicia, gallego, de mar, martimo, de solo, soledad y solitario; y los bai d e r i v a d o s de u n v e r b o , Jos cuales se d e n o m i n a n con p e c u l i a r i d a d verbales, c o m o de amar salen amador, amante, amado, amabilidad, de proponer, proposicin, de valer, valimiento, va/ido etc. (*)

* S o n t a a s las t e r m i n a c i o n e s (le l o s d e r i v a t i v o s , q u e es p r e c i s o c i r c u n s c r i b i r n o s las m a s u s u a l e s y (pie t i e n e n una s i g n i ficacin d e t e r m i n a d a y g e n e r a l , a u n q u e no tan e s c l u s i v a q u e c o m p r e n d a todos los n o m b r e s que terminan del mismo m o d o . L o s e n aro, arito , alia y tiza d e n o t a n i n t e r i o r i d a d , m a l a c a l i d a d e s t r a v a g a n c i a d e la c o s a , v. g. I ib rae o , pajarraco; populadlo, vinacho , vulgacho; antigualla , gentualla; canalluza, carnuza. La t e r m i n a c i n acho da a l g u n a s v e z e s t u e r z a a u m e n t a t i v a las p a l a b r a s , c o m o l o p r u e b a n hombracho , ricacho , vivaracho. Ada. significa u n a s v e z e s la c o l e c c i n d e m u c h o s i n d i v i d u o s c o s a s d e una m i s m a e s p e c i e , c o m o armada, cabal gila, caada, estacada , manada , mesnada., torada, vacada; y otras la cap a c i d a d la d u r a c i n d e las c o s a s , v. g. calderada. , cestada, tonelada , mesada , temporada. E s t a t e r m i n a c i n , c o m o t a m b i n co , ida., cuto, on y or, s i r v e n para l o s s u s t a n t i v o s q u e significan el acto d e h a c e r a l g u na c o s a , d a n la i d e a e n a b s t r a c t o d e l v e r b o d e q u e se d e r i v a n ,

TE

EOS

XOMIIISKS

COMPUESTOS.

De los

compuestos.
agua-

Los unos se f o r m a n de dos n o m i n e s , v. g.

c o n el que. g u a r d a n r e l a c i n , v. g. aceitada, algarada, bajada. , pualada; cucliichco , gimoteo ; partida. , salida; aprovechamiento , mantenimiento ; observacin , turbacin ; dolor, hervor. TAI ado y alo t e r m i n a n m u c h o s n o m b r e s q u e d e n o t a n e m p l e o s d i g n i d a d e s , el d i s t r i t o V j u r i s d i c c i n de las m i s m a s , c o m o arzobispado, condado, electorado, papado; canonicato, cardenalato , deanalo , generalato , priorato. Concubinato significa e l trato (i c o h a b i t a c i n c o n u n a c o n c u b i n a . La t e r m i n a c i n ado seala a d e m a s e l c u e r p o c o n g r e g a c i n d e las p e r s o n a s c o n s t i tuidas e n d i g n i d a d , v. g. apostolado , senado. En los a d j e t i v o s ( p r e s c i n d i e n d o ahora d e las s i g n i f i c a c i o n e s q u e t i e n e n c o m o part i c i p i o s p a s i v o s ) d e n o t a la s e m e j a n z a c o n a l g u n a c o s a , e n c u y o c a s o s u e l e p r e c e d e r al n o m b r e la p a r t c u l a a., v. g. acaballado, lo q u e se p a r e c e al c a b a l l o , alagartado , lo que tiene los colores d e la p i e l d e l l a g a r t o . Siignifica ajo la r u i n d a d d e la c o s a el d e s p r e c i o q u e h a c e m o s d e e l l a , c o m o bebistrajo, colgajo, comistrajo ( m e z c l a extravag a n t e d e m a n j a r e s ) , escobajo, espantajo , trapajo. Las t e r m i n a c i o n e s al, ar , ego , eno , esco, ico il d e n o t a n c o m u n m e n t e e n los a d j e t i v o s la s i m p l e c a l i d a d d e la cosa: as artificial, carnal, igual e s lo cpie t i e n e a r t i f i c i o , c a r n e , i g u a l d a d ; mortal lo q u e esta s u j e t o la m u e r t e ; aquilonal aquilonar y Jamiliar lo q u e p e r t e n e c e al a q u i l n v la f a m i l i a ; aldeaniego y veraniego lo t o c a n t e la a l d e a y al v e r a n o ; moreno , obsceno, l o q u e t i e n e el c o l o r d e l o s m o r o s , y lo q u e i n c l u y e o b s c e n i d a d ; fineiieseo , gigantesco , picaresco, villanesco , lo p e r t e n e c i e n t e a las d u e a s , g i g a n t e s , p i c a r o s y v i l l a n o s : anacortico y profetice lo q u e es p r o p i o d e l o s a n a c o r e t a s y p r o f e t a s ; cocheril v escuderil l o q u e p e r t e n e c e l o s c o c h e r o s y e s c u d e r o s . X o se apartan d e esta idea las t e r m i n a c i o n e s ego y esco , s i e m p r e q u e se a p l i c a n l o s g e n t i l i c i o s , c o m o manchego , pasiega , riberiego ; arabesco , chinesco , turquesco. Ci islianesco es lo que remeda los usos de los cristianos. E n l o s n o m b r e s s u s t a n t i v o s , las mismas t e r m i n a c i o n e s al y ar, y t a m b i n eda y edo , s i r v e n para l o s n o m b r e s c o l e c t i v o s q u e c o m p r e n d e n m u c h a s cosas i n d i v i d u o s de: una misma e s p e c i e , c o m o acebuchal, arena!, romeral; colmenar, manzanar, olivar, pajar , palomar , pinar , tejar; alameda, aliseda, arboleda, Jresuella ; acebedo , viedo v infinitos o t r o s . Los d e r i v a d o s e n an, ana ; in, i na ; on , ona : a- , ora : m u c h o s de: Jos c u a l e s s e u s a n d e o r d i n a r i o c o m o siislanl i \ o s . c i p o -

?>8

IIF.

T.OS

NOMBRES

C O M P U E S T O S .

chirle, barbilampio, gallipavo, nuestramo, puntapi; otros de n o m b r e y v e r b o , v. g.

pelicorto, quitasol,

v a l e n e n c i e r t o m o d o los p a r t i c i p i o s a c t i v o s c o n q u e g u a r d a n r e l a c i n . Holgazn , holgazana e s el q u e la q u e h o l g a z a n e a ; bailarn , bailarina , el la b a i l a n t e , e s t o e s , e l la q u e baila, q u e es e l m o d o mas c o r r i e n t e ele e s p r e s a r l o s p a r t i c i p i o s a c t i v o s e n n u e s t r a l e n g u a ; burln , burlona, el la q u e se b u r l a p o r h b i t o , p u e s la t e r m i n a c i n on a a d e a l g u n a f u e r z a e s p e c i a l los d e r i v a d o s , c o m o tambin se observa cu m u c h o s de los acab a d o s e n or, v . g. e n alborotador, hablador e t c . , si Icn abrazador, amenazador, asustador, significan s i m p l e m e n t e el q u e abraza, amenaza asesta. A l g u n a s de dichas t e r m i n a c i o n e s s i r v e n a d e m a s p r a l o s n o m b r e s g e n t i l i c i o s , s e g n e s d e ver eu alemn, cataln v mallorqun. L o s e n ancia , anclo, unza , encia , cz , eza , dad , icia , ia, atl y ura , d e n o t a n la c a l i d a d g e n r i c a d e las c o s a s , la idea e n a b s t r a c t o d e l a d j e t n o (i d e l v e r b o , d e q u e trae s u o r i g e n el n o m b r e , s e g n es ele v e r p o r i o s s i g u i e n t e s e j e m p l o s : abundancia, fragrancia; cansancio, rancio; ( e s nmi c o r t o e l n m e r o d e Jos d o esta t e r m i n a c i n ) danza, mudanza , templanza; dolencia, obediencia; lobreguez , rustiquez ; presteza , simpleza; bondad, maldad , posibilidad; malicia , pericia; alegra, cortesa.; exactitud , prontitud; arquitectura , cultura. Es casi p e c u l i a r d e a d j e t i v o s la t e r m i n a c i n ano, y d e n o t a la p e r t e n e n c i a , p r o c e d e n c i a e l p u e b l o de n a t u r a l e z a , v. g. aldeano, castellano , cortesano , persiano , romano, sevillano. Las t e r m i n a c i o n e s aulc. ario, ente , ero, isla, y t a m b i n l a o r i n d i c a n g e n e r a l m e n t e el d e s t i n o , s e c t a , p r o f e s i n , oficio o c u p a c i n . Por e j e m p l o : comediante, sobrestante; herbolario, lapidario; escribiente , intendente ; sombrerero , zapatero; calvinista, organista , pleitista; pintor, torcedor; p e r o ario se h a l l a a d e m a s en c i e r t o s n o m b r e s q u e significan el sitio d o n d e se g i arda 1 1 Hinchas c o s a s d e a e s p e c i e q u e I os m i s m o s m a n i f i e s t a n , b i e n a q u e l l o q u e las c o n t i e n e . Por e s l o campanario, herbario, osario, relicario, sagrario q u i e r e n d e c i r el l u g a r d o n d e e s t n las c a m p a n a s , las y e r b a s , l o s h u e s o s , las r e l i q u i a s , las c o s a s s a g r a d a s ; y antifonario, devocionario, los libros que c o m p r e n d e n las a n t f o n a s , las d e v o c i o n e s r e s p e c t i v a m e n t e . P e d i c h a s t e r m i n a c i o n e s la ario s e h a l l a e n a l g n g e n t i l i c i o , v . g. baleario, canario, e l natural d e las I s l a s b a l e a r e s 3' el d e C a n a r i a s , y e n m u c h o s la ero, s e g n lo p r u e b a n ccclavincro, habanero, laranconero v o! ros. S o n r a r s i m o s l o s p a t r o n m i c o s de esta t e r m i n a c i n , c o m o curio. V'.ro e s t e r m i n a c i n p r o p i a d e las p a l a bras q u e significan l o c a l i d a d , c o m o derrumbadero, desembarcadero, granero, lavadero, matadero, picadero.

DE

LOS

NOMBRES

COMPUESTOS.

39

perdonavidas, sacbalas; b i o , v. g. bienaventurado,

o t r o s de n o m b r e y a d v e r recienvenido; o t r o s de

La t e r m i n a c i n asco c u l o s m a s c u l i n o s y asea c u l o s f e m e n i n o s , t i e n e unas v e z e s u e r z a d i m i n u t i v a , c o m o e n Pincarrasco (una e s p e c i e d e p i n o p e q u e o ) y vardasca (vara d e l g a d a ) ; a u m e n t a t i v a otras , v. g peasco ( p e a g r a n d e ) , nevasca i nevas eo ( t e m p o r a l d e m u c h a n i e v e ) ; y e n a l g u n o s c a s o s s i r v e para las v o z e s c o l e c t i v a s , s e g n se ve e n e l m i s m o nevasca, y ademas e n hojarasca, q u e es u n c o n j u n t o de h o j a s . C o n la t e r m i n a c i n astro denotarnos inferioridad en sumo g r a d o : criticas Lio, filos o fas tro, poetastro n o s o n otra cosa cjue u n p s i m o c r t i c o , un filsofo d e s p r e c i a b l e , y u n p o e t a q u i e n n o miran c o n o j o s h a l a g e o s las n u e v e H e r m a n a s . T a m b i n sirv e p r a l o s g r a d o s de p a r e n t e s c o e n t r e las p e r s o n a s q u e m a s d e ordinario se o d i a n ( p e s e e s t i m a n , c o m o hermanastra, hermanastro, hijastra, hijastro, madrastra, padrastro. La azgo, q u e a l g u n o s e s c r i b e n , s e g n la c o s t u m b r e a n t i g u a , ailgo , e s t d e s t i n a d a s e a l a r l o s e m p l e o s , e n c a r g o s , p r o r o g a t i v a s , j u r i s d i c c i n , y a v e z e s e l p a r e n t e s c o d e las p e r s o n a s r e p r e s e n t a d a s por l o s s u s t a n t i v o s d e q u e se d e r i v a n : v. g. albaeeazgo, alguacilazgo, almirantazgo, compadrazgo, mayorazgo, patronazgo, villazgo. La azo significa g e n e r a l m e n t e e l g o l p e dado c o n arma, i n s t r u m e n t o otra c o s a ; balazo, codazo, /lechazo, latigazo, varazo. E s p r i v a t i v a la t e r m i n a c i n ble d e l o s n o m b r e s q u e d e n o t a n la c a p a z i d a d , p o s i b i l i d a d , a p t i t u d m r i t o para a l g o , c u a l e s s o n aborrecible, creble, helable, mudable, tachable. Para i g u a l o b j e t o s u e l e s e r v i r la t e r m i n a c i n ero, c o m o se a d v i e r t e e n casadero, crecedero , cobradero, cocedero, colgadero, comedero, contadero, cumplidero, divididero, hacedero, perecedero. Unto y co s i g n i f i c a n e n l o s a d j e t i v o s la calidad d e l s u s t a n t i v o d e su o r i g e n , y m u c h a s v e z e s e n un g r a d o e s p e c i a l : as avariento es e l q u e est m u i p o s e i d o d e la avaricia , ceniciento lo q u e t i e n e el c o l o r d e c e n i z a , polvoriento l o q u e se h a l l a c u b i e r to d e p o l v o , sediento e l q u e t i e n e m u c h a s e d , agraceo lo q u e p a r t i c i p a d e las c a l i d a d e s d e l agraz , aguileno e l q u e se d i s t i n g u e p o r su nariz p a r e c i d a al p i c o d e l g u i l a , guijarreo lo q u e a b u n d a e n guijarros , trigueo lo que tiene el color del trigo. pedigeo e l p e s a d o e n p e d i r . halageo, risueo e t c . . aquel q u e h a b i l u a l m e n t e h a l a g a r i e . llai t a m b i n m u c h o s g e n t i l i c i o s e n eo, v . g. a/cautareo, alearrcito, estremciio, madrileo, malagueo. O r o s acaban en es. v. g. alavs, aragons. /'ranees, portugus; s i e n d o p o c o s l o s d e r i v a d o s en es, q u e , c o m o corles v montas, no p e r t e n e c e n d i c h a c l a s e .

40

DE

T.OS

NOMHR ES

COMPUESTOS.

n o m b r e y p r e p o s i c i n , v. g. anteojos, concuado; o t r o s de dos v e r b o s , c o m o ganapierde, y en la f o r m a c i n

C o n l a s t e r m i n a c i o n e s este y estre se t r a d u c e n las es lis y estis latinas , p e c u l i a r e s d e l o s a d j e t i v o s tpie i n c l u y e n la dea d e l s u s t a n t i v o tle q u e t r a e n su o r i g e n , r o m o cam/icstrc, celeste, l o q u e e s d e l c a m p o d e l c i e l o p e r t e n e c e a' e l l o s . L a t e r m i n a c i n ez n o s o l o s i r v e para l o s s u s t a n t i v o s a b s t r a c t o s , s e g n a n t e s i n d i q u e , s i n o t a m b i n para l o s p a t r o n m i c o s . E s s a b i d o q u e Alvarez, Fernndez, Lpez, Niiez, Prez, liodriguez, Snchez e t c . f u e r o n l o s n o m b r e s d a d o s al p r i n c i p i o l o s hijos d e l o s A l v a r o s , F e r n a n d o s , L o p e s , u o s , P e r o s Pedros , Rodrigos , Sanchos etc. Fzno l l e v a c o n s i g o la d e a d e p e q u e n e z , c o m o lo p r u e b a n l o s d i m i n u t i v o s m e n c i o n a d o s en la nota d e l a p c g . 5 2 , torrezno, p e d a z i t o d e t o c i n o frito , rezno , la florecilla d e l o l i v o , y rodezno, c i l i n d r o q u e v i e n e ser u n a r u e d a p e q u e a . C l e m e n c i n c r e e (pa'g. 118 d e l t o m o 7i" d e su Comentario) que con alguna s e m e janza d e e s l a t e r m i n a c i n l l a m a m o s chozno al hijo d e l b i z n i e t o . La c i r c u n s t a n c i a d e estar h e c h a u n a c o s a d e otra , b i e n d e p a r e c e r s e p e r t e n e c e r e l l a , se e s p r e s a e n m u c h o s a d j e t i v o s c o n la t e r m i n a c i n ino, v . g. acerino, alabastrino, ambarino, cervino, cipresino, corderino, corvino, cristalino, ferino Por d i c h a r a z n s i r v e f r e c u e n t e m e n t e para l o s g e n t i l i c i o s , v. g. alcalaino, alicantino, bilbano. La m i s m a t e r m i n a c i n ino, i g u a l m e n t e q u e izc.o v uzeo, m a n i f i e s t a n la t e n d e n c i a d e l c u e r p o s e r de e s t e d e l otro c o l o r : azultno, purpurino, blanquecino, blanquizco, negruzco es Jo q u e tira a' a z u l , p r p u r a . b l a n c o n e g r o r e s p e c t i v a m e n t e . Ismo significa p e c u l i a r i d a d p r o p i e d a d s i n g u l a r , p o r lo q u e s i r v e t a m b i n para e s p r e s a r las r e l i g i o n e s , s e c t a s e t c . : as catolicismo, galicismo, grecismo, judaismo, protestantismo. Isla se a p l i c a casi s i e m p r e las p e r s o n a s q u e s i g u e n una profesin s e c t a , c o m o a p a r e c e e n dentista, jurista, naturalista, v lo Un is la, ate is la, tom is t a. Iva d e n o t a g e n e r a l m e n t e e n l o s a d j e t i v o s q u e se t i e n e l a f u e r z a v i r t u d d e h a c e r a l g o , c o m o confortativo, destructivo, impeditivo, provocativo. E n a l g u n o s e q u i v a l e al p a r t i c i p i o a c t i v o , v . g. afirmativo, ahorrativo, compasivo, contentivo, devolutivo , discursivo , figurativo, reflexivo, vengativo, que significan lo q u e a h o r r a , c o m p a d e c e , c o n t i e n e e t c . En o t r o s , y acaso e n el m a y o r n m e r o , se r e v i s t e d e l s i g n i f i c a d o d e l p a r ticipio p a s i v o , c o m o abusivo, adoptivo, alternativo, consuctivo, convulsivo, derivativo, electivo, furtivo, recitativo, votivo, los c u a l e s v i e n e n ser s i n n i m o s d e abusado, adoptado, etc.. Abortivo significa lo q u e h a c e abortar y l o a b o r t a d o e l a b o r t o . Ca-

TIE

I.OS

NO.YII'.RES

COMTUESTOS.

41

de correveidile e n t r a n t r e s , u n afijo y una conjuncin; y o t r o s finalmente de n o m b r e y alguna de estas partculas componentes: A, ab , abs , ad, ante, and, circum circun, cis, citra, co, corn, con, contra, de,
ritaiivo, facultativo y u n o s p o c o s mas d e n o t a n lo q u e e s p r o p i o d e la caridad f a c u l t a d , l o q u e p e r t e n e c e e l l a s ; v ejecutivo lo q u e lia d e e j e c u t a r s e p r o n t o , c o m o pensativo el q u e p i e n sa p r o f u n d a m e n t e . Izo s i g n i f i c a , e n l o s s u s t a n t i v o s , la p e r s o n a q u e t i e n e e l e n c a r g o c u i d a d o d e a l g u n a c o s a , s e g n es d e v e r e n boyeriza, cabrerizo y yegerizo; y e n l o s a d j e t i v o s , la d i s p o s i c i n t e n d e n c i a a l g u n a c a l i d a d fsica m o r a l : bermejizo, cobrizo, enfermizo , llovedizo, movedizo, olvidadizo, rojizo; y tambin la c a p a z i d a d a p t i t u d para a l g o , v . g. caedizo, cocedizo, compradizo, heladizo, regadizo, serradizo. Orrio y orro i n d i c a n d i m i n u c i n d e s p r e c i o , v . g. aldeorrio, y aldeorro, villorrio, ceporro, q u e es la c e p a v i e j a . Oso manifiesta a b u n d a n c i a e n g r a d o a v e n t a j a d o , v . g. carioso, pasmoso, plumoso, sustancioso, van a glorioso. Oso, c o m o t a m b i n cuto, izo, usco, m o d i f i c a n id s i g n i f i c a d o d e l p r i m i t i v o , c u a n d o se habla d e c o l o r e s , v . g. verdoso, amarillento, rojizo, pardusco. La t e r m i n a c i n ote i m p r i m e l o s p o c o s d e r i v a d o s q u e la l l e v a n , la i d e a d e d e s p r e c i o d e s e r la c o s a d e mala c a l i d a d , c u a l a p a r e c e en caballerote, guisote (guisado grosero), monigote, pegote, principole. L a s t e r m i n a c i o n e s tico V ucho, q u e son p o c o c o m u n e s , p a r e c e n r e s e r v a d a s para las c o s a s d e s p r e c i a b l e s m a l a s , c o m o se adv i e r t e e n carraco, casuco, frailuco; a.vcchuc/io, calducho, papelucho, blancuclio. pie e s u n b l a n c o s u c i o , y cogucho, el azcar de inferior calidad Udo d e no I a a l g u n a c a l i d a d e n a l t o grad o ; por lo q u e barbudo, colmilludo, forzudo, testarudo s i g n i f i c a n u n o q u e t i e n e las 1 lar has mui p o b l a d a s , g r a n d e s c o l m i l l o s , esl r a o r i linarias f u e r z a s y s u m a o b s t i n a c i n : v as p u e d e n c o n s i d e r a r s e c o m o a u m e n t a t i v o s d e los adje! [vos c o n q u i e n e s d i c e n r e l a c i n , c o m o o es barbudo r e s p e c t o d e barbado, y caprichudo y forzudo relativam e n t e caprichoso y fuerte. Uno e s casi p e c u l i a r d e los a d j e t i v o s q u e d e n o t a n lo q u e e s p r o p i o d e a l g u n a c l a s e d e a n i m a l e s , p e r t e n e c e a' e l l a , c o m o boyuno, caballuno, cabruno, carneruno, cervuno, chotuno, hombruno, lebruno, ovejuno, porcuno y vacuno. Esta t e r m i n a c i n sirve para d e n o t a r v i l e z a v d e s p r e c i o ; por l o q u e se l l a ma perruna un pan m o r e n o v g r o s e r o q u e se amasa para bis perros.

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D E E O S NOMliR.ES C O M P U E S T O S .

des, di, dis, e, e/n, en, entre, egui, es ex, cstra, im, in, infra, nter, o, ob, per, por, pos, prc, prier, pro, re, sa za, se, serni, sesqui, sin, so, sobre, son, sos, su, sab, super, sus, ra, trans tras, y ultra. De todas d a r ejemplos: A tambor, absuello, abstenido, adjunto, anteiglesia, antisocial, circumpolar, circunvalacin, cismontano, citramontano, coopositor, composicin, condiscpulo, contrabajo, decaimiento, despegador, director, disgusto, emisin, embolso, encubrimiento, entretalladura, equidistante, espurgo, estrajudicial, imposible, intil, infraescrito, intercesin, opuesto, obligatorio, perturbacin, pormenor, pospuesto, preexistencia , preternatural, procuracin, reenganche, sahumo, sesquimodio, zaherimiento, seduccin, semidis, sinrazn, socapa, sobresuelo, sonsaca , sostenimiento, supresin, subarriendo, superfino , suspensin, trasudor, transmutacin trasmutacin y ultramontano. C o m o casi t o d a s son v e r d a d e r a s p r e p o s i c i o n e s , l a tinas griegas, que n a d a significan p o r si solas en c a s t e l l a n o , las d e n o m i n a n c o m u n m e n t e los g r a m t i c o s preposiciones inseparables; mas no siendo tales p r e posiciones en nuestra l e n g u a , h a b i e n d o a l g u n a s , c o m o el sa za, son y sos, que t a m p o c o lo son en aquellas, y c o n t n d o s e e n t r e ellas v a r i a s de n u e s t r a s p r e p o s i ciones, he p r e f e r i d o c o m p r e n d e r l a s todas bajo la den o m i n a c i n genrica de partculas componentes. Ant e p u e s t a s las p a l a b r a s , sirven p a r a a u m e n t a r , d i s m i n u i r v a r i a r el significado del s i m p l e , con a r r e g l o la fuerza valor que tienen en la lengua de q u e las hemos adoptado. D e b o a d v e r t i r , que no obstante que en esle c a p t u l o se t r a t a solo de los n o m b r e s c o m p u e s t o s , c i t a r a q u varios ejemplos de verbos c o m p u e s t o s r d e r i v a dos , ya p o r la dificultad de e n c o n t r a r n o m b r e s en q u e se hallen ciertas p a r t c u l a s c o m p o n e n t e s , ya p o r q u la fuerza de estas es la m i s m a , c u a l q u i e r a q u e sea la p a r t e de la oracin en que se las i n t r o d u z c a .

DE L O S NOMBRES C O M P U E S T O S .

A?)

L a a , que nada influye en la significacin de a l g u n a s vozes, p o r q u lo m i s m o es adoctrinar, arremolinado, y asalmonado que doctrinar, remolinado, salmonado; v a r a c o n o c i d a m e n t e Ja de o t r a s : abatir, acallar, acortar, alargar, aprobar, apuesto, asolar, atraer, a u n q u e tienen alguna r e l a c i n con batir, callar, cortar, largar, probar, puesto, solar y traer, no son c i e r t a m e n t e sus s i n n i m a s . P r e c e d e p o r lo c o m n los v e r b o s que denotan Ja accin, el uso e m p l e o del n o m b r e de q u e se d e r i v a n , segn lo evidencian abotonar , abrazar, acuar, adoctrinar, amortajar, amostazar, apasionarse, apechugar, aprestar, aprovechar , arrodrigonar. Los antiguos la usaban en m u c h s i m a s vozes en que al presente se o m i t e , como en abajar, acaluminar, acaladura, acerca, afijacion , a taladrar e t c . , y la o m i t a n p o r el c o n t r a r i o en a l g u n a s , en q u e a h o r a es i n d i s p e n s a b l e , p u e s t o q u e decan bastecer, delgazar, divinar, postar, rebaar, rebatar etc. Ab y abs denotan segregacin s e p a r a c i n : as absuclto es suelto libre de algn c a r g o ; abstener, tener el a p e t i t o , deseo etc. , s e p a r a d o de alguna cosa. Ad e q u i v a l e nuestra p r e p o s i c i n , de m o d o q u e adjunto no es mas que junto d aquella cosa, q u e el discurso se refiere. E n m u c h o s casos solo sirve p a r a d a r m a y o r fuerza al significado del s i m p l e , c o m o en el a n t i c u a d o adamar, que q u i e r e decir a m a r con veh e m e n c i a , y en adoptar, q u e es p r o h i j a r , p o r q u e o p t a m o s a c e p t a m o s con p r e d i l e c c i n p a r t i c u l a r la persona q u e p r o h i j a m o s . La preposicin latina ante d e n o t a , c o m o n u e s t r o a d v e r b i o antes, p r i o r i d a d de l u g a r t i e m p o , c u a l se ve en antecmara , antecoger, antesala. Algunas vezes se inclina m a s la significacin del a d v e r b i o delante, nuestra p r e p o s i c i n ante, pues e n t r a en dicciones que significan la cosa q u e se p o n e d e l a n t e de o t r a , as en antecama, anteojo, antepecho. Anli, que es la tnica p r e p o s i c i n griega de que nos

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D E EOS N O M B R E S

COMPUESTOS.

valemos en composicin , retiene p o r !o c o m n su s i g nificado de contra, bien en las vozes p u r a m e n t e grieg a s , como antier t ico , antipata, antipoltico , bien en las hbridas, formadas de dos i d i o m a s , como antpontificado, antisocial. Circum, que se escribe cirrun, c u a n d o no le sigue Ja b la p, significa al rededor. Por esto circuncidar es c o r t a r en d e r r e d o r ; circundar, d a r u n a vuela al r e d e d o r ; circunvalar, ceir en d e r r e d o r u n a c i u d a d , una fortaleza etc.; circunvecino es el q u e est al r e d e d o r , como pueblos circunvecinos; y circunspecto es el que m i r a al r e d e d o r de s e x a m i n a las cosas con detencin y p o r todos sus lados. L a s pocas vozes en que se hallan las p r e p o s i c i o n e s latinas cis y cilra, conservan toda la fuerza de su s i g nificado, que es de la parle de ac, como lo o b s e r v a m o s en cismontano, cispadano y citramontano. Coy com, a u n q u e solo se h a l l a n en c o m p o s i c i n , no son o t r a cosa que la preposicin con, c implican p o r esta causa c o m p a a , reunin c o o p e r a c i n de varias cosas personas. As conllevar es l l e v a r con o t r o a l gn t r a b a j o , pena etc.; componer es p o n e r a r r e g l a r m u c h a s cosas j u n t a s ; comprometer , p r o m e t e r que p a saremos p o r la decisin de un t e r c e r o ; compartir, p a r t i r las cosas en p a r t e s p r o p o r c i o n a d a s ; coapslol, el que es apstol j u n t a m e n t e con o t r o ; consentir, es sentir con o l i o , pues esto es necesario p a r a que a d h i r a m o s lo q u e l q u i e r e piensa , que es lo q u e s i g nifica consentir; condiscpulo el que es d i s c p u l o al m i s m o t i e m p o que o t r o de un m a e s t r o de a m b o s ; cohabitar, h a c e r vida m a r i d a b l e con alguna p e r s o n a , y correlativo lo (pie tiene relacin con o t r a cosa. De cuyos ejemplos se i n f i e r e , que la p a r t c u l a con p i e r d e la n, c u a n d o el s i m p l e p r i n c i p i a p o r vocal p o r //; q u e la m u d a en rn, p o r una regla de ortografa que se p o n d r en su l u g a r , s i e m p r e que la sigue la /; la p, y en /, c u a n d o el segundo simple empieza p o r esta c o n s o n a n t e . Las p a l a b r a s , en cuya composicin e n t r a la p i e -

D E L O S N0. MURES C O M P U E S T O S .

!.<

posicin contra, denotan , ya lo que est o p u e s t o o t r a cosa la i n v a l i d a , v. g. contrabatera, contracedula, contracosta, contraescritura, contrapilastra; ya lo q u e se deriva origina de a l g o , s i m p l e m e n t e dice relacin con e l l o , como su p r i n c i p a l , v. g contracambio , contracanal, contramaestre , contrabajo; ya la cosa que sirve de p r e c a u c i n de resguardo o t r a ; como contraamura , contrahilera , contrasea; ya finalmente lo que i m i t a alguna cosa , de donde saca su fuerza el v e r b o contrahacer. fe , des , di y dis comunicar) los c o m p u e s t o s la significacin c o n t r a r i a de sus s i m p l e s , segn se a d vierte en desconcierto, despegar, dijic.il, disfavor y disparar; vozes que significan lo c o n t r a r i o p r e c i s a m e n t e q u e concierto, pegar , fcil, favor y parar. E n algunos v o c a b l o s , c o m o en degeneracin, aunque n o signifique lo c o n t r a r i o del s i m p l e , denota u n a cosa m u i diversa aparvada de este. Des manifiesta vezes que se deja de hacer aquello que el s i m p l e s i g n i fica, sin hacer p o r eso lo c o n t r a r i o , v. g. desamparar es no a m p a r a r u n o quien antes p a t r o c i n b a m o s , sin p a s a r la p a r t e de p e r s e g u i r l e . A s desamorado significa sencillamente no estar enamorado, y desamar se toma g e n e r a l m e n t e p o r no amar en n u e s t r o s b u e nos e s c r i t o r e s , a u n q u e bai pasajes en q u e p a r e c e s i n n i m o de aborrecer. T a n t o des como dis no hacen en algunas ocasiones mas que d a r una significacin, ya a u m e n t a t i v a , ya d i s t r i b u t i v a , al s i m p l e , v. g. despartir, despicarse , disponer; y cu o t r a s apenas v a r a n el significado del s i m p l e , como desecar, discantar y discurso, (cuando se t o m a p o r el curso d u r a c i n del t i e m p o ) q u e vienen ser s i n n i m o s de secar, canlar y curso. Desalarse es c o r r e r con m u c h o alan y de consiguiente con m u c h a s a l a s , m i e n t r a s parece que d e b i e r a significar d e s p r e n d e r s e de ellas. E, es ex sirven p a r a e s p r e s a r la accin de espeler arrojar alguna cosa de un lugar. P o r lo m i s m o v a r a n poco la significacin del s i m p l e , si este lleva ya e m -

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DE

LOS

NOMBRES

COMPUESTOS.

b e b i d a a q u e l l a i d e a , c o m o sucede con emanary espeler; p e r o se ve c l a r o la fuerza que aaden en emisin y esclamar, p o r ejemplo. Las vozes c o m p u e s t a s de la p r e p o s i c i n entre llevan e m b e b i d o su significado de interposicin colocacin e n t r e varios objetos. P o r esto cnlretcjedur es el q u e m e t e hilos cu la fel p a r a que forme l a b o r e s , entrecejo el espacio que divide las cejas, y entretiempo la estacin media entre i n v i e r n o y esto. E n ciertas d i c ciones c o r r e s p o n d e Jos a d v e r b i o s mal, tijera escasamente : as entreabrir es a b r i r medias , entrecano el q u e no est cano del t o d o , entretalladura media t a l l a , y entreuntar significa u n t a r p o r e n c i m a . S i n e m b a r g o cntreordinario equivale basto o r dinario. Equi, voz latina q u e d e n o t a i g u a l d a d , significa lo m i s m o en las pocas en que se halla , t o m a d a s todas del latin , c o m o equiltero, equivalencia, equivoco. Estra es la p r e p o s i c i n extra de Jos latinos, y significa como e n t r e ellos juera de, segn aparece en estr a judicial y cstraordinario. L a p r e p o s i c i n latina in c o r r e s p o n d e e x a c t a m e n t e la castellana en, y se convierten en im v ern con a r r e g l o los p r i n c i p i o s de n u e s t r a o r t o g r a f a , c u a n d o va c o n t i n u a c i n suya una b una p.~Tanto la /// irn , c o m o la en cm , llevan consigo una signific a c i n , ya de e m p u j e , como en engolfar, inflamar, influir, infundir; ya de l o c a l i d a d , como en embeber, encastillar, imponer, insacular; ya de a c c i n , como cu encubrimiento, enlutado. E n ciertas vozes solo d e t e r m i n a n su significado en c u a n t o es algo diverso del q u e tiene el s i m p l e , c o m o encargar, encerrar, impresin, impugnar; y cu o t r a s apenas aaden cosa alguna, p o r q u enalbardar, enarbolar, encabestrar, inaugurar, inflexin, informar intentar se diferencian m u i p o c o de albardar , arbolar , cabestrar , augurar , flexin, formar y tentar. P e r o lo mas frecuente es u s a r de in como u n a negacin que destruye el valor de la voz

D E LOS NOMHES C O M P U E S T O S .

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s i m p l e , v. g. imprudente , indcil, irresoluto. Ntese que Ja p a r t c u l a in p i e r d e la n, c u a n d o Ja p a l a b r a e m p i e z a p o r /, d u p l i c n d o s e esta l e t r a , p a r a c o n s e r v a r la p r o n u n c i a c i n fuerte q u e tiene al p r i n c i p i o de t o d a d i c c i n , v. g. irregular, irremediable. Infra denota que est la cosa puesta bajo de o t r a , segn se ve en infraescrito, esto e s , abajo firmado; q u e es menos p r i n c i p a l n o t a b l e que lo designado p o r el s i m p l e . P o r este m o t i v o , siendo el dia p r i m e r o y l t i m o de u n a octava los mas solemnes de e l l a , se da el n o m b r e de infraoclava los seis i n t e r m e d i o s . T o d o s los c o m p u e s t o s de la preposicin latina nter p a r t i c i p a n de su significado entre, como interlocucin, p l t i c a e n t r e m u c h a s personas, interponer, p o n e r unas cosas e n t r e o t r a s , intervenir , meterse en un negocio como a u t o r i d a d c o m o m e d i a d o r . L o m i s m o se v e r i fica en Jas pocas dicciones que se c o m p o n e n del a d v e r b i o l a t i n o intro; p e r o todas s o n , p u r a m e n t e l a t i n a s , c o m o introducir, introito, bien a n t i c u a d a s , p u e s a h o r a decimos entrometerse lo q u e a n t i g u a m e n te intrornet erse. O ob y per aaden fuerza v e h e m e n c i a al s i m p l e : as obligar es l i g a r , a t a r m o v e r eficazmente a l g u n o , perturbar es t u r b a r en gran m a n e r a , perilustre , m u i esclarecido , perdurable Jo que d u r a t a n t o q u e es e t e r n o ; y Jo m i s m o se a d v i e r t e en obsequiar, observar, persistir r e s p e c t o de Jos simples Jatinos sequor, servo y sislo, que no t e n e m o s en castellano, pues servar est ya a n t i c u a d o . E l -verbo perjurar se e s c e p t a de dicha r e g l a , c u a n d o significa j u r a r en fals o ; y la c o n f i r m a , e q u i v a l i e n d o m a l d e c i r j u r a r con c a l o r . En los pocos vocablos en que e n t r a la p r e p o s i c i n por, conserva su significado: pordiosero q u i e r e decir el que pide p o r D i o s , y pormenor las circunstancias p a r t i c u l a r i d a d e s de una cosa. Pos, c[vc es el pos/ de los latinos n u e s t r o despus, y pre, q u e es antes, aaden sus respectivos significados

(S

I )F. I . O S

SOJMIIES

COMPUESTOS.

los s i m p l e s , segn aparece en posponer y preocupar. Sin e m b a r g o prc sirve vezes solo p a r a a u m e n t a r la significacin de los n o m b r e s verbos i que se agrega, como en preclaro , predominar, preeminente, prefulgente , prepotente. Pre'ter viene ele la p r e p o s i c i n latina praeter que significa sobre, mas all; y as se n o t a en las p o q u simas vozes q u e del latn hemos a d o p t a d o , en c u y a composicin e n t r a , c o m o en preterir y preternatural. La p a r t c u l a pro modifica de diversos m o d o s la s i g nificacin de los simples. U n a s vezes las c o n t r a e casos p a r t i c u l a r e s : as se nota en proclamar , que es c l a m a r 6 g r i t a r , p a r a que lleguen noticia de todos las r d e n e s , b a n d o s e t c . de la a u t o r i d a d p b l i c a ; y en procrear , q u e es p r o d u c i r e n g e n d r a n d o : Jo m i s m o d e b e entenderse de promediar, prometer, promover y proponer. O t r a s , denota q u e la p e r s o n a goza ciertas p r e r o g a t i v a s p a r t e de la a u t o r i d a d p r o p i a del e m p l e o q u e designa la voz s i m p l e , c o m o procnsul, propretor. E n algunas p a l a b r a s manifiesta a n t e l a c i n , c o m o en progenitor. P e r o los n o m b r e s que e m p i e z a n p o r pro, son casi todos l a t i n o s , y solo p u e d e n m i r a r s e c o m o c o m p u e s t o s con relacin aquella l e n g u a ; m a s no respecto de la n u e s t r a , c u a n d o no existen en ella los s i m p l e s de q u e se f o r m a n . Plc manifiesta repeticin , c o m o en reexaminar; a u n q u e en algunos casos solo da m a s fuerza al s i m ple , fija su significacin de un m o d o p a r t i c u l a r , v g. en representar, reposo, resolucin. A consecuencia de su oficio mas general forma p a r l e de a l g u n o s n o m b r e s que designan ciertas piezas, oficinas etc. r e p e l i d a s , c o m o se nota en recmara , recocina. Hai vozes en que lejos de a u m e n t a r d o b l a r el re la f u e r za del s i m p l e , la d i s m i n u y e , c o m o en reblandecer, redolor , rehuir , resentirse. Sa za se hallan en m u pocas v o z e s , y en t o d a s sirven p a r a darles una nueva significacin sin d e s v i a r las e n t e r a m e n t e de la de sus p r i m i t i v o s . Zabullir es h a -

TIF. L O S

NOMDHF.S

COMPUESTOS.

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cer m o v e r h e r v i r el agua m e t i e n d o algo debajo de ella; zaherir, h e r i r alguno m o t e j n d o l e ; sahumar 6 zahumar, d a r las eosas u n h u m o purificante o l o r o s o . Se e n t r a n i c a m e n t e en la c o m p o s i c i n de a l g u n a s p a l a b r a s latinas , significando segregacin a b s t r a c c i n , segn de abs d i j i m o s , v. g. seduccin, separar. Serni'es p a l a b r a latina e q u i v a l e n t e mitad medio, y tal es su fuerza en todas sus c o m p u e s t a s , v. g. semicrculo, semidis, semivivo. P o r esta razn d e nota vezes inferioridad i m p e r f e c c i n , c o m o en semipocta, semiracional, p o r q u no es c i e r t a m e n t e b u e n poeta el que lo es m e d i a s , ni t i e n e b u e n seso el q u e n o goza de r a c i o n a l i d a d c o m p l e t a . La diccin i n d e c l i n a b l e latina sesquiequivale vez y media, y esta m i s m a fuerza conserva en sesquiltero, sesquipedal y sesquitercio, q u e nos vienen del latin. C o m o la p r e p o s i c i n sin d e n o t a falta c a r e n c i a , c o m u n i c a esta fuerza sus c o m p u e s t o s sinrazn y sinsabor. So que significa debajo, i m p r i m e g e n e r a l m e n t e esta idea los c o m p u e s t o s , v. g. sobarba, socapa, socava, sollamar , sopalancar; p e r o en algunos debilita el s i g nificado del s i m p l e , c o m o en soasar y sofrer, asar y frer lijeramente. Sobre denota a d i c i n , v. g. sobrecarga, sobreceo, sobrecincha , sobrecubierta , sobrevenir ; las cosas que recaen estn s o b r e o t r a s , v. g. sobrecama , sobrecarta , sobrellevar , sobremesa , sobrepuerta etc. Son d e b i l i t a un t a n t o la significacin del s i m p l e ; p o r lo q u e sonrerse , sonrosar , sonsacar denotan reirse lijeramente , d a r u n a m e d i a tinta de color de r o s a , y sacar p o c o poco y o c u l t a m e n t e . Con el sos y sus d a m o s e n t e n d e r q u e la accin del v e r b o es en la p a r t e de a r r i b a , que viene de a r r i b a , c o m o en sostener, que es t e n e r de a r r i b a , y suspender, colgar a r r i b a . Son p o q u s i m a s las p a l a b r a s en que esta p a r t c u l a se c o n v i e r t e en sor, c o m o en sorprender, que a l g u n o s escritores antiguos dicen sosprender, prender 4

f)0

TIF. l.OS NOMBRES

COMPUESTOS.

coger s b i t a m e n t e , y p o r Jo m i s m o con ventaja superioridad. Sub p o r el c o n t r a r i o significa debajo segundo en o r d e n : as subdividir es d i v i d i r u n a p a r t e de lo q u e ya estaba d i v i d i d o , de m o d o q u e es una segunda d i v i s i n ; subteniente, el segundo deJ teniente el q u e h a c e sus vezes; subterrneo, lo que est bajo de t i e r r a . E s t a p a r t c u l a p i e r d e la b, c u a n d o el s i m p l e p r i n cipia p o r ra p o r p , v. g. suministrar, sumisin, suplantar, suponer, supresin. E n surrepticio se t o m a en l u g a r de Ja b u n a r p o r Ja razn q u e se a p u n t al h a b l a r de la in.Se c o n v i e r t e en so en Jos c o m p u e s tos castellanos q u e n o tienen dependencia del Jatin, c o m o se ve en socavar, sochantre, c o n s e r v a n d o en t o dos la fuerza de sub. Super manifiesta s i e m p r e s u p e r i o r i d a d , s o b r a , a u m e n t o c u a n d o m e n o s ; idea q u e c o m u n i c a las p a l a b r a s en cuya c o m p o s i c i n la h a l l a m o s , cuales son, superabundancia, supereminencia, superfino. Tra , trans tras significa al travs de la otra parte; y esta es su fuerza en casi todas Jas vozes en c u y a composicin e n t r a , c o m o tramontar, transpasar traspasar, trasluz. E n algunos v e r b o s d e n o t a Ja r e m o c i n de un lugar o t r o , v. g. trasferir , trasponer.Otras vezes es el a d v e r b i o Iras detras, c o m o en trascoro , trascuarto , trastienda. L o s pocos n o m b r e s en q u e se JiaJla la p r e p o s i c i n l a t i n a ultra , r e t i e n e n su significacin de mas all de la otra parte. E s t o se echa de ver en ultramar, ultramontano, ultrapuertos. S e r a s o b r a d o largo d a r reglas sobre la d e r i v a c i n y c o m p o s i c i n de Jos n o m b r e s , y hacer ver Jas a l t e r a c i o n e s q u e sufren r e s p e c t o de sus p r i m i t i v o s ; lo cual se a p r e n d e r p o c o p o c o fcilmente con la l e c t u r a de Jos b u e n o s l i b r o s .

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CAPTULO
DEL ARTCULO Y DEL

IV.
PRONOMBRE.

E L artculo es una p a l a b r a c o r t a q u e , a n t e p u e s t a al n o m i n e alguna o t r a p a r t e de la oracin que haga sus vezcs , seala la especie q u e p e r t e n e c e el objeto, bien nos sirve p a r a e m p e z a r d e t e r m i n a r el i n d i v i d u o de q u e h a b l a m o s , mas de designar s i e m p r e su n m e r o y gnero. Un, una es el artculo indefinido, de que nos v a l e m o s p a r a significar en general alguna especie , v. g. un rio, una fiesta , unos bandoleros, unas vides; y el, la , lo el artculo definido , con q u e p r i n c i p i a m o s s i n g u l a r i z a r u n objeto d e t e r m i n a d o , v. g. El lobo que la ha mordido; los fraudes empleados por los vendedores de caballeras. D e c l i n a c i n del a r t c u l o indefinido.
S n " u l a " (Un, pava <'l m a s c u l i n o . \CJna, paca el f e m e n i n o .
0

Plural

(Unos, \ Unas,

para el m a s c u l i n o , y p a r a el f e m e n i n o .

E l a r t c u l o definido se declina a s :
(El, p a r a el m a s c u l i n o . S i n g u l a r . < La, para e l f e m e n i n o . y^Lo, p a r a e l n e u t r o . Plural (Los, \Las, para el m a s c u l i n o , y para el f e m e n i n o .

E l pronombre es u n signo que indica las personas q u e intervienen en la conversacin. C o m o estas no p u e den ser mas de t r e s , la q u e h a b l a ( y o nosotros), aquella quien se dirige la p a l a b r a (t vosotros), y la p e r s o n a cosa de q u e se t r a a (el, ella, ello, y ellos ellas), p o r eso en ninguna lengua p u e d e h a b e r mas que

52

m .j.
:

piioxoMimE.

tres pronombres propiamente dichos, que son los llamados personales p o r los gramticos. Estos p r o n o m bres tienen verdaderos casos , y su declinacin es como sigue:
Sing. To , e n e l r e c t o . Me, e n e l caso o b j e t i v o . Mi J y me, e n l o s c a s o s o b l i c u o s .

Pl,ra ambos

J q u e s e refiere.

V ros s e g n el s e x o I P" " '


( 1 l a s c l a :

P l u r . Nos, p a r a todos l o s casos y l o s d o s g n e r o s ; p e r o m a s c o m u n m e n t e se u s a de Nosotros, p a r a e l m a s c u l i n o , y de Nosotras, para e l f e m e n i n o . Sing. T, e n e l r e c t o . _ ' i i . Te, e n e l o b i e t i v o . . .. \ ^ i i I De los dos g e n e > vI r o s c o m o Yo.

Ti y te, e n l o s casos Oblicuos.

Plur. Vos, p a r a t o d o s l o s casos y l o s d o s g n e r o s , y otros, p a r a e l m a s c u l i n o , y Vosotras, para el f e m e n i n o .

Vos-

Os, p a r a t o d o s l o s c a s o s , m e n o s e l r e c t o , y p a r a l o s dos g n e r o s . Sing. El, ella, ello, para e l m a s c u l i n o , f e m e n i n o y n e u t r o respectivamente en todos los casos. Le y lo , la , lo , e n el c a s o o b j e t i v o p a r a d i c h o s Ires gneros, y Le, p a r a t o d o s l o s g n e r o s en el c a s o o b l i c u o , que llaman los gramticos dativo. Ellos, para e l g n e r o m a s c u l i n o , Ellas, para el f e m e n i n o n t o d o s Les y los, p a r a el m a s c u l i n o Las, p a r a el l e i n e m n o Les, p a r a a m b o s g n e r o s en el y los c a s o s . 1 , , , > en el o b i e t i v o . j ' dativo.

Plur.

Este pronombre suele tomar s y se para los casos oblicuos , y se para el objetivo de ambos nmeros. Se dice p o r lo m i s m o , El hombre piensa de s, y , Los hombres piensan de s; El prefiri tomarse un veneno , y , Ellos prefirieron tomarse un veneno; El i ico no puede acostumbrarse, y , Los ricos no pueden acostumbrarse. Los pronombres que suelen los gramticos d e n o m i n a r demostrativos, que son aquel, ese, este, y sus

DEL P R O N O M B R E .

DEE V E R B O .

53

c o m p u e s t o s aquelotro, agese, aqueste, esotro y estotro; los conocidos con el n o m b r e de indefinidos indeterminados , alguno, ninguno, otro; los posesivos, mo, tuyo, suyo, nuestro, vuestro, y los relativos, cual, cuyo, que, quien, no son m a s q u e adjetivos, y la declinacin de los q u e tienen alguna i r r e g u l a r i d a d , q u e d a ya anotada en la p g . 2 8 . CAPTULO V,

DEL VERBO. DE SUS MODOS Y TIEMPOS.

E L verbo es la p a r t e de la o r a c i n q u e espresa los m o v i m i e n t o s acciones de los s e r e s , la i m p r e s i n q u e estas causan en n u e s t r o s s e n t i d o s , y algunas vezes el estado de los m i s m o s seres, la relacin a b s t r a c ta e n t r e dos ideas. El v e r b o recibe ciertas t e r m i n a c i o n e s q u e c o n s t i t u yen r e u n i d a s su conjugacin , en la cual hai q u e c o n s i d e r a r cinco c o s a s , s a b e r , las letras radicales, la voz, el modo, el tiempo, el nmero y la persona. Ll a m a m o s letras radicales las q u e subsisten sin s u frir m u d a n z a a l g u n a en todas las variaciones de la conjugacin , y son p r e c i s a m e n t e las q u e preceden las t e r m i n a c i o n e s ar, er ir del i n f i n i t i v o : sern de consiguiente am las letras radicales del v e r b o amar, conced de conceder, y combat de combatir. Voz activa es la q u e espresa Ja accin q u e recae en Ja p e r s o n a c o s a , q u e son el objeto de la a c c i n . E n , El alguacil persigue . los ladrones, aquel es la persona agente de la p e r s e c u c i n , cuyos r e s u l t a d o s padecen los ladrones. E n la voz pasiva pasa ser supuesto nominativo el que era persona paciente acusativo en la o r a c i n de la f o r m a a c t i v a , c o m o s u cedera , si d i j s e m o s , Los ladrones son perseguidos por el alguacil. E s t e ejemplo nos d e m u e s t r a q u e el espaol carece de v e r d a d e r a voz pasiva , pues feriemos q u e a p e l a r u n c i r c u n l o q u i o rodeo p a r a s u p l i r la

54

DEL

V E 110

EN

GENERAL.

pasiva de las lenguas s a b i a s , q u e est r e d u c i d a u n a sola diccin. Los modos indican la m a n e r a con q u e al h a b l a r c o n s i d e r a m o s la significacin del v e r b o . Son c u a t r o , infinitivo, indicativo, subjuntivo imperativo. El infinitivo t o m a su n o m b r e de q u e no d e t e r m i n a el t i e m p o , la persona ni el n m e r o . E s , digmoslo a s i , el v e r b o en a b s t r a c t o , c u y o significado lijan o t r a s p a l a b r a s : e n , Yo quise amar , se refiere una cosa p a s a d a y la p r i m e r a p e r s o n a del s i n g u l a r : e n , T no piensas sino en amar, h a b l a m o s de una cosa q u e est h a c i e n do la segunda persona de dicho n m e r o ; y en , Aquellos se desdearn de amar, significamos Jo que aun h a n de ejecutar personas de la t e r c e r a del p l u r a l . L o m i s m o e x a c t a m e n t e p u e d e a p l i c a r s e al participio y al gerundio, segn luego d i r e m o s . E l p r i m e r o de e s t o s e s u n v e r b a l que p a r t i c i p a del significado del v e r b o v de la declinacin del n o m b r e . H a i u n o con significacin a c t i v a , amante, y o t r o que la tiene p a s i v a , amado. E l gerundio es o t r o v e r b a l , de significacin activa n e u t r a , q u e conserva s i e m p r e el rgimen del v e r b o , lo q u e r a r a vez hacen los p a r t i c i p i o s activos. INo se p u e de decir amante los hombres , sino de los hombres, c o m o si fuese el v e r b a l amador, al paso q u e no p u e de dejar de d e c i r s e , amando los hombres. L a s t e r m i naciones del p a r t i c i p i o ante ente, a do ido, y la del g e r u n d i o ando iendo, como que pertenecen al infinit i v o , necesitan de u n v e r b o que fije el t i e m p o , la p e r s o n a y el n m e r o : Fui, soiy ser amante amado , son los tres t i e m p o s de p a s a d o , p r e s e n t e y f u t u r o , c o m o lo son Estuve, estiy estar amando. E l indicativo cspicsa Ja idea del v e r b o sin dependencia de o t r o , a u n q u e u n o de sus t i e m p o s p i d e la coexistencia de algo , y o t r o u n a condicin , p a r a c o m p l e t a r el sentido de la f r a s e : Yo amo; yo am; yo amar; Yo amaba cuando vine ; Yo amara, si encontrase una persona digna de mi cario.Por el c o n t r a r i o el subjuntivo tiene que ir u n i d o o t r o v e r b o , bien e s -

DK1. VERilO EN G E N E R A L .

p l c i o , Lien s o b r e n t e n d i d o , que Jo d e t e r m i n a , y con el cual se enlaza p o r medio de alguna p a r t c u l a c o n j u n t i v a : Espero ijue id. le hable. En Dios lo haga, se suple , lluego Dios que lo haga.El imperativo sirve de o r d i n a r i o p a r a m a n d a r , y algunas vezes p a r a aconsejar, s u p l i c a r p e r m i t i r : Estudia la leccin; Procurad ser virtuosos; Dadme una limosna; Guardadlo para vuestro uso. Si Jo que c! v e r b o significa , sea accin , estado existencia, coincide con el acto de Ja p a l a b r a , se dice que est en tiempo presente; si se verific antes de e n u n c i a r l o , que en pretrito , y si ha de suceder existir despus , que en futuro. H a i pues tres t i e m pos fundamentales , p o r q u todo suceso tiene q u e c o n siderarse en calidad de a c t u a l , de pasado de v e n i d e r o . M a s c o m o lo p a s a d o p u e d e e n u n c i a r s e , bien bajo de un respecto v a g o , bien con Ja circunstancia de ser r e c i e n t e , r e m o t o , de haberse verificado s i m u l t n e a m e n t e con otra cosa ; y lo f u t u r o puede t a m b i n m i r a r s e s i m p l e m e n t e c o m o t a l , indicarse si est mas menos d i s t a n t e , bien si p e n d e el a c o n t e c i m i e n t o de alguna condicin; y p u e d e n a d e m a s darse t e r m i n a c i o nes en el v e r b o q u e se e m p l e a n p r o m i s c u a m e n t e p a r a lo p r e s e n t e , lo p a s a d o y lo f u t u r o ; he a q u el origen del m a y o r n m e r o de t i e m p o s q u e nos p r e s e n t a n a l gunas l e n g u a s , segn q u e v a r a n p o c o m u c h o las t e r m i n a c i o n e s de su conjugacin. N o p u e d e tener t i e m p o s el infinitivo p r o p i a m e n t e d i c h o , ni el p a r t i c i p i o ni el g e r u n d i o , que son t e r m i n a c i o n e s de este m o d o , segn a r r i b a s e h a d e m o s trado. L a n a t u r a l e z a del i n d i c a t i v o p e r m i t e q u e sea el m o d o mas a b u n d a n t e de t i e m p o s . Yo amo en el m o m e n t o en q u e lo esli d i c i e n d o : a q u tenemos el presente. Am, tal vez a y e r , acaso dos anos h a c e , en m i j u v e n t u d ; y al h a b l a r de esta pasin m a , quiz la considero aislada i n d e p e n d i e n t e de c u a l q u i e r a o l i o suceso: tal es el c a r c t e r del pretrito absoluto (el per-

56

PKI. VKRBO KN CKNKRAI..

fecto de los g r a m t i c o s ) . Amaba yo el juego hasta que me castig su inconstancia: m i aficin j u g a r y m i e s c a r m i e n t o p e r t e n e c e n una m i s m a poca ya pasada; p o r esto m e p a r e c e mas significativo l l a m a r pretrito coexistente al imperfecto de los g r a m t i c o s . Amar d e n t r o de u n a h o r a , m a a n a , de a q u seis m e s e s , c u a n d o mis estudios me p e r m i t a n v a c a r al a m o r : este es u n futuro absoluto, p o r q u p u e d e ser p r x i m o r e m o t o , y acaso p e n d e r de u n a c o n d i c i n . P e r o al t i e m p o , que la r e q u i e r e en la m a y o r p a r t e de los c a s o s , Yo a m a r a , si encontrase una persona digna de mi cario, ningn n o m b r e c o r r e s p o n d e con t a n t a p r o p i e d a d c o m o el de futuro condicional. E l s u b j u n t i v o tiene solo c u a t r o t i e m p o s , todos de u n c a r c t e r p a r t i c u l a r , p o r los oficios q u e este m o d o d e s e m p e a , y p o r el uso que h a c e m o s de sus diversas t e r m i n a c i o n e s . Desde luego n o h a l l o en general las calidades de presente en el q u e d e n o m i n a n tal los g r a m t i c o s : e n , Manda S. M. que venga; Gurdeme el cielo de semejante desgracia, y en casi todas Jas d e m a s frases en que e n t r a este t i e m p o , o b s e r v o que se h a b l a de cosas v e n i d e r a s ; p o r esto lo llamo futuro. E l que conocen con este n o m b r e los g r a m t i c o s , es u n v e r d a d e r o futuro condicional; p e r o de clase d i s t i n t a que el de i n d i c a t i v o , en razn del m o d o q u e cada u n o p e r t e n e c e . E l de i n d i c a t i v o pide la condicin en o t r o inciso de la frase: No me salvara de la muerte, si allegase las riquezas de Creso; y c u a n d o lo p r e cede la p a r t c u l a si, es c o m o d u b i t a t i v a , y n o c o m o c o n d i c i o n a l : Dudo si, vendra con malas intenciones; Pregunt si le visitara. E l de s u b j u n t i v o p o r el c o n t r a r i o forma l m i s m o la condicin : No me salvar de la muerte, aunque si allegare las riquezas de Creso. L a s locuciones de los dos t i e m p o s de s u b j u n t i v o q u e l l e v a m o s esplicados , p e r t e n e c e n con toda c l a r i d a d sucesos q u e aun han de realizarse. N o as aquellas p a r a las que se e m p l e a la t e r m i n a c i n ara era. T i e n e la significacin de p r e t r i t o en, Le obligaron que se rin-

DEL

VERBO

EN

GENERAL.

57

diera; Bien pudiera haber venido antes; No me lo arrancaran de las manos ni media docena de hombres; y en todos los casos en que se usa p o r algn p r e t r i t o de i n d i c a t i v o , c o m o , Cuando el. Cid combatiera (combati) Falencia; Tan poco atinado anduviera, ( h a b a andado) en sus disposiciones. D e p r e s e n t e e n , Quisiera coserle ahora mismo pualadas. De f u t u r o p o r fin en m u c h a s de las oraciones c o n d i c i o n a l e s , c o m o , Diera limosna, si mis facultades me lo permitiesen, q u e vale casi lo m i s m o q u e , Dar limosna, cuando mis facultades me lo permitan. Vase p o r q u me he decidido d a r este t i e m p o el n o m b r e de indefinido absoluto, ya que su ndole es algo p a r e c i d a al aoristo de los griegos. E l m i s m o c a r c t e r tiene el t i e m p o en ase ese. E n la frase, Le obligaron que se rindiese, hablamos de un hecho p a s a d o : de u n o q u e p a r e c e p r e s e n t e en, Le cosiera ahora mismo pualadas, si le tuviese entre mis manos; y de u n o f u t u r o e n , Diera limosna, si mis facultades me lo permitiesen. Se ve p o r los dos ejemplos l t i m o s , q u e c u a n d o este t i e m p o e n t r a en u n a frase c o n d i c i o n a l , no puede e m p l e a r s e m a s q u e p a r a espresar con l la c o n d i c i n , y p o r esto lo l l a m o indefinido condicional, p a r a diferenciarlo del absoluto. Q u e d a d e m o s t r a d o p o r lo dicho el p o c o f u n d a m e n t o con q u e los g r a m t i c o s c o m p r e n d e n en la clase de p r e t r i t o s estos dos t i e m p o s , y el n i n g u n o con que form a n uno solo de tres terminaciones tan d i v e r s a s , c o m o ara , aria , ase , d e b i e n d o r e s u l t a r un t i e m p o de cada u n a , y p e r t e n e c i e n d o la segunda al i n d i c a t i v o , segn lo espongo c o n alguna cstension al fin en la nota C . El m o d o i m p e r a t i v o no p u e d e tener mas que futuro: todo lo que se m a n d a , a c o n s e j a , s u p l i c a p e r m i t e , h a de h a c e r s e , y lo ha de ejecutar la persona del singular p l u r a l , la q u e d i r i g i m o s la p a l a b r a . P o r esto no tiene mas q u e u n t i e m p o , ni mas q u e u n a persona en cada n m e r o , y es en efecto la nica q u e h a l l a m o s con t e r m i n a c i n distinta de las de los o t r o s t i e m p o s : Haz haced tal cosa. Si d i g o , llaga l,

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liF.I. VKHBO EX OENKRAT..

hagamos nosotros, hagan ellos tal cosa, e m p i c o ya personas del f u t u r o de s u b j u n t i v o , y se entiende q u e digo , Mando que haga l, que hagamos nosotros , que hagan ellos tal cosa. Con una inconsecuencia m u i digna de r e p a r o , ios m i s m o s gramticos que a m o n t o n a n en un solo t i e m p o las t e r m i n a c i o n e s ara , aria, ase, los forman d i versos de cada frase q u e resulta de la unin del v e r b o haber con el infinitivo con el p a r t i c i p i o p a s i v o de Jos v e r b o s . L o s modos y Jos t i e m p o s n o son distintos sino c u a n d o v a r a la t e r m i n a c i n del v e r b o , y no bai m a s razn p a r a p r e t e n d e r que haba de amar, habr amado sean otros tantos t i e m p o s del v e r b o amar, q u e p a r a decir que voiprobar, queda sentado, lo son de los v e r b o s probar y sentar. Sin e m b a r g o , me liar cargo en Ja Sintaxis de estos tiempos compuestos, que nada tienen que ver con Ja conjugacin del v e r b o . E l nmero d e t e r m i n a en el v e r b o , si el s u p u e s t o es u n n o m b r e del s i n g u l a r del p l u r a l . E l v e r b o , ya en razn de su t e r m i n a c i n , ya p o r el p r o n o m b r e que se le aade , designa si es yo el s u p u e s t o , y entonces toma la d e n o m i n a c i n de primera persona del singular; la de segunda, c u a n d o es el p r o n o m b r e t; y la de tercera, s i e m p r e q u e es s u p u e s t o un n o m b r e singular diverso del yo del t. Nosotros, bien e s p r e s o , bien s o b r e n t e n d i d o , seala, siendo s u p u e s t o del v e r b o , Ja primera persona del plural; vosotros la segunda, y los dems n o m b r e s p l u rales son p r e c i s a m e n t e de la tercera. E n castellano b a s t a decir hablo, p o r q u su t e r m i n a c i n s u p o n e el yo, as como en hablas se suple el t, y habla, solo p u e d e referirse u n t e r c e r o que no sea yo ni t. E l n o m i n a t i v o de hablarnos no p u e d e dejar de ser nosotros , el de hablis es vosotros , y el de hablan o t r a s personas cosas diversas de nosotros y vosotros. E n t r e las m u c h a s d e n o m i n a c i o n e s q u e reciben los v e r b o s , en razn de su significado, son las mas f r e cuentes Jas que siguen.

DEE

\ EUISO

EN

GENI.II \ E .

.')!)

V e r b o neutro intransitivo es el que no a d m i t e o b j e t o estenio sobre que recaiga su accin , como andar, nacer, pascar, salir, pues Jo m a s p u e d e n usarse algunos como r e c p r o c o s , v. g. pasearse, salirse. Sustantivo el q u e significa Ja e x i s t e n c i a , estado situacin de Jas personas c o s a s , y suele s e r v i r p a r a agregarles alguna calificacin, c o m o , Aquilcs fue valiente ; Ambrosio estuvo pesado; Exista en aquel llano una torre. Primitivo se l l a m a el que n o se d e r i v a de n i n g u n a p a r t e de la oracin c a s t e l l a n a , c o m o prender, ver; y derivado, p o r el c o n t r a r i o , el q u e t r a e su origen de a l g u n a p a l a b r a de n u e s t r a p r o p i a lengua : de columpio se ha f o r m a d o columpiarse, de feliz felizitar, de t tutear, de llover lloviznar, de delante adelantar y de ce cecear. Los v e r b o s derivados t o m a n la d e n o m i n a c i n de compuestos, c u a n d o e n t r a en su formacin u n v e r b o u n i d o un n o m b r e alguna de las p a r t c u l a s c o m p o n e n t e s , v. g. aliquebrar, antever , predecir. L a de incoativos, si d e n o t a n p o r s solos el p r i n c i p i o de la accin de su significado , c o m o amanece , anochece, Antonio barbea, hombrea envejece. L a de frecuentativos, c u a n d o manifestamos con ellos una accin r e p e t i d a , c o m o beborrotear , besucar , temblequear. La de diminutivos, s i e m p r e q u e conservan el significado del p r i m i t i v o , si bien con alguna d i m i n u c i n m o dificacin: as corretear, juguetear y lloviznar significan algo menos que correr, jugar y llover; y pintorrear quiere decir pintar mal. Son finalmente imitativos onomatoplcos, c u a n d o el sonido del v e r b o nos da Ja idea de su significado, c o m o ajear, aplastar, clamorear, croajar, crascitar, gimotear, gorgoritear etc. T o d a esta n o m e n c l a t u r a no es r e a l m e n t e de g r a n d e u t i l i d a d ; p e r o me ha p a r e c i d o no o m i t i r l a , fin de q u e losjvenes tengan algn c o n o c i m i e n t o de ella, c u a n do la hallen e m p l e a d a en los D i c c i o n a r i o s en las G r a m t i c a s . Algo mas les i m p o r t a a h o r a s a b e r , que el v e r -

60

ni-X

VF.nnO KN C.KNI'.llAI. .

ho se d e n o m i n a , r e l a t i v a m e n t e su conjugacin los t i e m p o s que f o r m a con o t r o s v e r b o s , activo, reciproco, regular, irregular, impersonal, defectivo y ausiliar. E l v e r b o activo transitivo es el q u e , en la a c e p cin de t a l , a d m i t e objeto p a r a su accin , a u n q u e vezes no lo lleve espreso. Yo amo, es d e c i r , yo esto'i posedo de apasin del amor, est en Ja voz activa ni mas ni menos que , Yo amo Ins. T i e n e el n o m b r e de reciproco, reflexivo pronominal el q u e lleva en el infinitivo el p r o n o m b r e se, q u e se c o n v i e r t e en los t i e m p o s de los o t r o s m o d o s en me y 7ios p a r a Jas p r i m e r a s p e r s o n a s , y te y os p a r a las segundas , g u a r d a n d o el m i s m o se p a r a las t e r c e r a s , v. g. abstenerse , airarse , arrepentirse , atreverse, ausentarse , desentenderse , dignarse , jactarse. Son pocos ios v e r b o s que pertenecen eselusivamente esta c l a s e , al p a s o q u e todos los activos p u e d e n usarse c o m o r e c p r o c o s , v. g. afligir, afligirse; contener, contenerse; olvidar, olvidarse; y son m u c h o s los n e u tros q u e t o m a n el p r o n o m b r e en el caso o b j e t i v o , c o m o morir, morirse ; pasear , pasearse ; salir, salirse. Regulares l l a m a m o s los q u e siguen el t i p o n o r m a de la conjugacin que p e r t e n e c e n , irregulares anmalos los que se desvan de ella. Defectivos son los que no se usan mas q u e en c i e r tos t i e m p o s y personas , cuya clase pertenecen los impersonales, que solo tienen infinitivo y las t e r c e r a s p e r s o n a s del s i n g u l a r , sin llevar nunca sugeto ni o b j e t o , es d e c i r , persona agente ni p a c i e n t e , de d o n d e h a venido llamarlos impersonales: amanecer, lloviendo, nevado, relampaguea , tron. D e n o m i n a r n o s finalmente ausiliares u n o s pocos verb o s , que con el infinitivo el p a r t i c i p i o pasivo f o r m a n los t i e m p o s l l a m a d o s c o m p u e s t o s y la voz p a s i v a . L o s mas frecuentes son estar, haber y ser, s i r v i e n d o solo el l t i m o p a r a e s p r e s a r la voz pasiva en c a s t e l l a n o : esli aturdido; habr acertado; hube de incomodarle ; fuiste corregidor; fu sorprendido por la tropa.

61 CAPTULO VI.
DE LAS CONJUGACIONES DE LOS VERBOS REGULARES.

LAS conjugaciones de los v e r b o s regulares son t r e s : la p r i m e r a p e r t e n e c e n los v e r b o s c u y o infinitivo acaba en ar; la segunda los en er, y la t e r c e r a los en ir. Los de la p r i m e r a conservan g e n e r a l m e n t e la a en el p r i n c i p i o de la t e r m i n a c i n de las p e r s o n a s del i n d i c a t i v o , m i e n t r a s las conjugaciones segunda y t e r c e r a tienen la e la i.La conjugacin t e r c e r a se diferencia solo de la s e g u n d a , en la p r i m e r a y segunda persona del p l u r a l del p r e s e n t e , en los dos f u t u r o s del i n d i c a t i v o , y en el p l u r a l del i m p e r a t i v o : en los dems m o d o s y t i e m p o s c a m i n a n acordes a m b a s c o n jugaciones , como vamos verlo.
VOZ
PLUMILA C O N J U G A C I N .

ACTIVA.
CONJ. TERCF.UA CONJUGACIN.

SF.CNDA

INFINITIVO.

INFINITIVO.

I N F I N I T I V O

AM-AR.

CONCED-ER.

COMRAT-IH.

Participio activo. Am-ante. (*) Participio pasivo. Am-ado. Gerundio. Am-ando.


INDICATIVO.

Participio activo. Conced-cntc. Participio pasivo. Cunccd-ido. Gerundio. Concctlcudo.


1 N D I C A TLL'L),

Participio activo Combat-ientc. Participio pasivo. Comba t-do. Gerundio. Combal - ndo.
INDICATIVO.

Presente. S. Yo am-o Tu am-as. El ama.

Prsenle. S. Yo conecd-o. T conccd-cs. El concede. S. I o T El

Prsenle. combal-o. combut-es. combat-c.

La m a y o r p a r t e d e l o s v e r b o s c a r e c e n d e l t i v o , s e g n d i r e m o s e n la S i n t a x i s .

participio ac-

Primera conjugacin. P.Nos. Vos. Ellos am-amos. am-dis. am-an.

Segunda eonjug.

J creer conjugacin. combat-imos. combal-is. combal-en.

P. N o s . Vos. Ellos

conccd-cmos. P . N o s . conced-e'is. \ os. conced-en. Ellos

Preterito coexistente. Prt, c o e s i s t e n t e .

Pretrito coexistente.

S.Yo conced-ta. S. Y o am-aba. S. \ o eombat-ia. T conecd-ias. T am-abas. T combat-ias. El conced-a. El am-aba. EI combat-ia. "Sos.conced-amos. P. N P. N o s . am-dbamos. P. os.comba/-tamos. Vos. conced-ais. Vos. am-abais. Y os. eombat-ais. Ellos conced-ian. E l l o s am- aban. E'los combal-ian. Pretrito absoluto. . Y'o am e'. T am-aste. El am-. . Nos. am-amos. Vos. am-asleis. Ellos am-acou. Enturo absoluto S.Yo am-are. T am-ards. El am-ard. P . N o s o t r o s amaremos. Vos. am-are'is. Ellos am-arn. Futuro condicional. S. Yo amaria. T amarias. VA am-ara. P. N osol ros amaramos . \ os. am-ari'ais. E l l o s am - aran.
SUI'.JIJNTIYO.

Pretrito absoluto.

Pretrito absoluto.

S. Yo conced-i. S. Yo combat-i. T conced-isle. T combal-istc. El conced-i. El combat -iti. 1 . Nos. conecd-imos. I . N o s . combat-imos. Y os. combatisteis. Vos. conccd-islcis. Ellos couecd-ierou. i Ai os comb at-iei-on.
J 1

Futuro absoluto.

F u l uro a b s o l u t o .

S.Yo conced-er. S.Yo combat-ire. T co ne ed- erd s. Tu combat'-iras. El conced-eid. El combat-ird. P. N o s o t r o s conced- P . N o s o t r o s combateremos . tremos. A os.eonced-crc'is. \ os. combal-irc'is. Ellos conced-erdn. E l l e s comit al-irail. Enturo condicional Futuro condicional.

S. t o conced-cria. S. Yo combat-iria. T conced-cras. Pli comhal-irias. VA conced-cria. El combat-iria. P. N o s o t r o s conced- P . N o s o t r o s combateramos . iria mos. X os.conced-cria.is. V'os. combat-iit'ai s. LMos conced-cran. YUoscombal-ii tan.
SlinjUNTIVO. SUIIJCN'TIYO.

Ftiluro. S. Yo am- e. T am-es. El ain-c. P . rs o s . amemos. V o s . am eis. Ellos am-en.

Enturo. S. Yo conced-a. T eonecd-as. El conced-a. P. N o s . conecd-amos. Y o s . conced-dis. E l l o s conced-an.

Futuro. S. Yo combat a. T combat-as. El combat-a. P. N o s . combat-amos. \ os. combat-dis. Ellos combat-an.

CONJUGACIONES R E G U L A R E S .

G3

1>c i m e r a c o n j u g a c i n . Fuluro

Segunda conjug.

Tercera conjugacin.

c o n d i c i o n a l . F u t u r o c o n d i c i o n a l .. F u l u r o c o n d i c i o n a l . S.Yo concccl-iere. S. Yo combat-iere. T conced-icres. T combat-ieres. El conccd-icrc. El combat-iere. P. N o s o t r o s conced- P. N o s o t r o s combatiremos. iremos. Yos.eonccd-iercis, Vos.combat-icreis. E l l o s co necd-ic ren. Elloscombat-icren.

S. Yo am-are. T ama-res. El am-arc. V . Nosotros amremos . Vos. am-arcis. Ellos am-arcii.

Indefinido absoluto. Indefinido absoluto. Indefinido absoluto. . Yo am-ara. T am-aras. El am-ara. 1' . N o s o t r o s amramos. Vos. am-aris. Ellos am-aran.
s.

S.Yo conccd-icra. S. Yo combat-iera. T conecd-icras. T combat-ieras. El conecd-iera. El combat-iera. P. N o s o t r o s conced- P . N o s o t r o s combatiramos. iramos. Vos. conced-ierais. Y os. combat-ierais. E1.1 os conce d-icran. Eoscombat-icran Indef. condicional. lndef. condicional.

lndef. condicional. S. Yo am-ase. T am-as es. El am-ase. P. N o s o t r o s amsemos . Vos. am-asis. E l l o s am-as en.
lAH'I'.H A T I V O .

S. Yo conced-icsc. S.Yo combal-iese. T conced-ieses. Ti comi/at-ieses. El conced-icsc. El eombat-iese. P. N o s o t r o s Conced- P . N o s o t r o s combatisemos. isemos . V os.conecd-ieseis. \ o.eombal-iescis. E l l o s c o nc c d-icsc n. YAioscombatescn.
IMrEllVTIVO. IMPERATIVO.

Futura. S. Jm-a P. A ni-a'd


ol IMS. Ili.

Fuluro. S. Ctmccd-e 1 . l \ Concc d-ed vosotros.

Futuro. S. Comba/-c 1'. Combat-id ot ros. t. vos-

\ o.s-

Se ve p o r el ejemplo de estas t r e s conjugaciones, q u e ios t i e m p o s de todos los m o d o s p u e d e n f o r m a r s e del i n f i n i t i v o , con solo m u d a r las t e r m i n a c i o n e s . Sin e m b a r g o , el f u t u r o condicional y los indefinidos del s u b j u n t i v o p u d i e r a n deducirse mejor de la tercera p e r sona del p l u r a l del p r e t r i t o a b s o l u t o de i n d i c a t i v o , m u d a n d o solo el ron en re p a r a el f u t u r o , y en ra y sr p a r a los dos indefinidos: lo menos as p a r e c e n p e d i r l o las conjugaciones segunda y tercera , y el l i e -

G4

CONJUGACIONES REGUI.AItKS.

c h o de que s i e m p r e q u e dicha persona p a d e c e a l g u n a i r r e g u l a r i d a d en los v e r b o s de q u e h a b l a r en los dos c a p t u l o s s i g u i e n t e s , se h a l l a la m i s m a en el f u t u r o condicional y en los indefinidos del s u b j u n t i v o . Es mas n a t u r a l sacar concediere, concediera y concediese , de concedieron, q u e n o de conceder; y combatiere, combatiera, combatiese, de combatieron, que no de combatir. E n los v e r b o s estar, haber y s e r , cuyas c o n j u gaciones se p o n d r n en el c a p t u l o Y l i , se o b s e r v a , p o r ser los tres i r r e g u l a r e s , q u e estar dice estuviere, estuviera, estuviese en el s u b j u n t i v o ; haber dice hubiere, hubiera, hubiese; y ser dice fuere, fuera, fuese; f o r m a d o s todos de los respectivos p r e t r i t o s i r r e g u l a res de aquellos v e r b o s , estuvieron , hubieron , fueron. L o m i s m o sucede en andar, caber, hacer, poder, poner, querer, saber, tener y venir, cuyas t e r c e r a s p e r sonas i r r e g u l a r e s en el p l u r a l del p r e t r i t o a b s o l u t o de i n d i c a t i v o son anduvieron, cupieron , hicieron, pudieron, pusieron, quisieron, supieron, tuvieron y vinieron, de las q u e p u e d e n f o r m a r s e p e r f e c t a m e n t e el f u t u r o c o n d i c i o n a l y los indefinidos del s u b j u n t i v o , q u e n o p o d r a n sacarse de los infinitivos de estos v e r b o s . Los v e r b o s n e u t r o s se conjugan del m i s m o m o d o q u e los activos : pasear sigue las inflexiones de amar; correr las de conceder, y vivir las de combatir.
VOZ PASIVA.

E s t a voz n o es o t r a cosa q u e el a u s i a r ser, cuya conjugacin se h a l l a m a s adelante en las pginas !)0 y 91 , u n i d o al p a r t i c i p i o pasivo del v e r b o > en esta f o r m a :
INFINITIVO. SER AMADO.

l'arliripio pasivo Sido ainado.

Gerundio. Siendo ainado.

CONJUGACIONES REGULARES.

65

I N D I

(', A 1 1 V

O.

Present'. Sing. Yo soi limado. T eres amarlo. E l es amailo. Plur. N o s o l r o s somos V o s o t r o s sois E l l o s son amados amados. amados. .ele'.ele.

E n el infinitivo y en las t e r c e r a s p e r s o n a s , t a n t o del singular c o m o del p l u r a l , suele espresarse t a m b i n la voz significacin p a s i v a p o r m e d i o del v e r b o y la r e d u p l i c a c i n se, la cual p u e d e i r delante d e t r a s del v e r b o , menos en el i n f i n i t i v o , g e r u n d i o c i m p e r a t i v o , p u e s en estos m o d o s p r e c i s a m e n t e ha de p o s p o n e r s e . La ciudad puede tomarse, es lo m i s m o q u e , La ciudad puede ser tornada: Temise un ataque; se saban los resultados, e q u i v a l e n , Fu temido un ataque; eran sabidos os resultados. D e Jos casos en q u e p u e d e e m p l e a r s e este m o d i s m o , y c u n d o la r e d u p l i c a c i n se h a de a n t e p o n e r s e p o s p o n e r s e al v e r b o , ya se h a b l a r en su p r o p i o l u g a r en la S i n t a x i s .
V E l i r .

RECIPROCO.
V O.

I S r i N I T I

J A C T A R S E .

Participio pasivo. Jaelddosc.


I N D I C A T I V O .

Gerundio. Jactndose.

Presente. Sing. Yo me jacto jactme yo. T te jactas jactaste l. El se jacta jactase el. N o s o t r o s nos jactamos jactmonos nosotros. V o s . os jactis jaclisos v o s o t r o s . ( L o l t i m o es p o c o usado.) E l l o s se jactan jctanse ellos.

Plur.

este t e n o r se conjugan los dems t i e m p o s de i n dicativo.

66

i: O N .1L' G AC1 0 NES R E G U L A R E S .


S L R J u N T V O.

i'utur. Bine. A a me jarte jdeleme ve. T Ze jactes. El se jacte o jctese l. N u s o l ros lias jactemos jactmonos V o s o t r o s os jactis. E l l o s se jacten jctense ellos. Enturo condicional. Sing. Yo me jactare T i l le jactares aclreme, yo. jactares le l u . e t c . e t c . i m r i: it \ t i \ o. ITltu .'U. Sing. Jctate t. l'lur.- Jactaos vosotros.

Plur.

nosotros.

C u a n d o los v e r b o s r e c p r o c o s llevan el p r o n o m b r e en el caso l l a m a d o dativo y rigen o t r o n o m b r e en el o b j e t i v o , se conjugan de esta m a n e r a :


1
N
I-

I N

T ]

O.

E C H A R S E E C H A R S E SI ( l a

Cllljia).

Participio pasivo. Eclidosc o echdose st.

lidindose
A t iv

Gerundio. echndose

asi.

i
Sing.

i c:

o.

Presente. Yo me echo y o me echo m. T te echas t te echas a' ti. E l .re echa l se echa si. jNosot. nos echamos n o s o t . nos cehamos V o s o t r o s os echis v o s o t r o s os echis rosoli E l l o s .ve eclntn e l l o s Se echan d si. e t c . e l e .
i m r i; u s t i v o.

Plur.

nosotros. os.

Eul oro. Sing. Plur. chale Echaos tu i c'diule t (i // \ o: ol os echaos \ o.'Otros vosotros.

CONJUGACIONES IKKF.GUEAIiES.

(7

Algunos r e c p r o c o s prefieren la p r e p o s i c i n

para,

v. g. reservarse (una noticia), que se c o n j u g a : 10 me reservo yo me reservo para m: t le reservas

t te reservas para ti etc. etc. ; y o t r o s t o m a n indiferentemente la la para, c o m o , "V o me apropio


me apropio m para m (esta hacienda).

CAPTULO
DE LAS CONJUGACIONES DE EOS

VII.
YERBOS IRREGULARES. (*)

Los v e r b o s i r r e g u l a r e s , que son m u c h o s en la l e n gua e s p a o l a , p u e d e n r e d u c i r s e seis clases. P e r t e n e c e n la primera varios verbos acabados en ar y cr, q u e tienen la vocal e en la p e n l t i m a s l a b a . Su i r r e g u l a r i d a d consiste en que ornan una a n t e s de dicha e en las pocas personas que a h o r a d i r , p u e s en las d e m s es r e g u l a r su conjugacin.

ACERTAR. INDICATIVO. s i : n.i C \ T I V o.

Presente. Si il t . \ o ac-i-crlo. T ac-i -cras. YA ac A-crl a. E l l o s acA-cilan.


>l

Enturo. "' on

Plur.

Plur.

^" ue-l-eile. T uc-i-er/es. El acA-cre. Ellos ac-\-ertrn.

* N~o h a b l a r aqu de l o s v e r b o s , q u e si b i e n m u d a n a l g u n a letra e n su c o n j u g a c i n , e s s i d o en razn de la o r t o g r a f a , para c o n s e r v a r el s o n i d o q u e su ltima radical t i e n e en el n i i n i t i v o , p o r q u e s t o s no son en reahd.nl i r r e g u l a r e s . M u c h o s n m d a n el'ect v a l e n t e la c e n IJII o cu . la g en g// en /', la / e n )'. v la i/u. e n r, s i n q u e por e s o sea a n m a l a s u c o n j u g a c i n . I)r^r<>vocar sale >rovoqm '; de vencer, venzo; de halagar, fia,',e,nc; de afligir, aflija: de creer, huir, raer, roer, ei eyo, linyera, rayendo, -oyendo, y de delinquir, delinca; p o r q u no p u e d e e s cribirse jirovoce', venco . hnlir_\e . ujli^a , delinquir., s i la ltima letra radical ha de c o n s e r v a r el s a l u d o q u e t i e n e e n los nlinit ivos provocar, vencer, lia/a^ar. afligir, delinquir: y ha d e e s c r i b i r s e crey. -'crea, ra >'< udo . rocen d'o , p o r q u a' la / e n t r e ilos v o c a l e s la p r o n u n c i a m o s r o m o u n a ) - , h a c i e n d o q u e hiera la s e g u n d a . s e g n se dir cu la O r t o g r a f a .
;

.) *

(t

CON HT.Af.IONF.S
] U I'

IRUEr.UI.ARES.
I V .

r.

11 V T

Futuro. Sing. Ac-l-crta t.

I N 1' ! N I T I V O . CERNER. 1 N
I) I

(*)
I

C A T

V O.

Presente. Sing. Yo T c-\-crno. C-I-CIIICS. Plur. Fl c-i-eme. Kilos c-i-ernen.

" P e r t e n e c e n l o s i r r e g u l a r e s d e la prii'nera e l u s e l o s verlos s i g u i e n t e s : Atracesar A corlar A venialAcrecentar Calentar Adestrar Cegar Alentar Cerner Apacentar Cerrar Apernar Apretar Cimentar Comenzar Arrendar A scender Concertar Atender Confesar Alentar, s i g n i f i - Decentar c a n d o Ir tien- Defender tas. Dentar Aterrar, por E- Derrengar chai-por tierra.. Deseen daAterrarse, e n el Desmemlirar s e n t i d o de Ar- Despernar rimarse la Despertar tierra Desterrar Atestar , c u a n d o Dezmar es s i n n i m o de Emendar Henchir apre- Enmendar tando. Empedrar Inipe zar Encender Encomendar Encubertar Enhestar En sangrentar Entender En terraiErrar (*) Escarmentar Estregar Fregar Gobernar 11 c dalle nder Herrar Incensar In fernar Invernar Manifestar Mentar Merendar Negar Pensar Perder Piegar (Juchrui: Eecomendar Ite gallimi cullar Jieven tur Icverlcr Sarmaitar Se gaiSe mbrar S'aitar Serrar Sosegur Sol errar Temblar Te n der Tentar Trascender Trasegar l'ropczur Heller. dice ci 'co

C l e m e n c i n eri la p a g . '20(> d e l t o m o 7)" d e su Comentario q u e de retar se forma rielo , conio l o usa C e r \ a n t e s . N o

* Eri este vcrtto .se toma ta y eli Illuni* de la i . y escrii)irnos } f.l'ro , yt-rras , yerra eli', poi'iue ninguna ilirrion 011 e 'niellano principia por ic, sino poi* yc , como se dir cu la Ortografia.

C O N J U G A C I O N E S U!REGUl.AliK.S.
S

(>!'

iJ

I!

.1

U N V

U.

FlliUl'O.

Sing.

Yo c-i-ema. T c\-cruas .
1 Al 1" F. II

El l'lur. K

v-i-crii.i

Jallos c - i - f / v z i / .

T ! V O.

Fulnro. Sin C-i-ernc f.

Son de la segunda clase algunos v e r b o s acabados en ar cr, c u y a p e n l t i m a s l a b a tiene la vocal o , la cual se m u d a en ue en las m i s m a s p e r s o n a s en q u e los de la p r i m e r a t o m a n la i.
INFINITIVO. ACORDAR. INDICATIVO. SUtlJUNTIVO.

Presente. Sing. ^ o ac-we-crlo. T ae-nv-rdas. El ae-nc-rda. E l l o s ac-ac-rdan.


i Al

Futuro. Suig. ^o ac-ne-rde. T ac-nc-rdvs. YA ac-ue.-rile. Ellos ac-ue-rdeit.

Plur.

I'lur. r ti
1!

\ r

v o.

Futuro. Sing. c-nc-rda t.

q u e sea e s t e su m o d o g e n e r a l de c o n j u g a r s e , s i n o q u e C e r v n li-s i n t e r p u s o la i s e g n lo h i z o e n despliegue y entricgainc, e i t a d o s p o r el m i s i n o C l e u i e n c i n . NOTA. i\' e n esta c l a s e ni e n las s i g u i e n t e s p o n d r l o s v e r b o s que cualquiera p u e d e c o n o c e r que son c o m p u e s t o s , c o m o asentar, aserrar, condescender, contender, desacertar, desalentar, desatender, estender, renegar, requebrar e t c . . p o r q u es sabido q u e l o d o s s i g u e n la c o n j u g a c i n de s u s s i m p l e s , m e n o s contentar, detentar, intentar, los cuales son r e g u l a r e s , aunque n o lo e s tentar. Menos n e c e s i d a d hai de m e n c i o n a r l o s r e f l e x i v o s los n e u t r o s c o n r e d u p l i c a c i n , p o r s e r c l a r o q u e sentarse, sosegarse e l e . se c o n j u g a n c o m o sentar, sosegar, aadiendo solo la r e d u p l i c a c i n p r o p i a de a q u e l l o s v e r b o s .

70

CONJL'GAf.K )NKS

IRREGULARES.

I N I T I V O.

MOLER. I NDIC v n v o .
SUBJUNTIVO.

Frsenle.

Futuro. King. Yo m-\w-.a. T m-av.-las. Fi m-uv-la. Ellos m-ue-lau.

Sino. Yo
l'lur.

m-iw-lo. T m-nr-lcs. El m-iiv-lc. Ellos m-uv-!en.

Plur.

I M P E R A T I V O .

Futuro. S i n g . A T - u - / e t. (*) S i g u e n esta c o n j u g a l i o n l o s v e r b o s q u e c o n t i n u a c i n s e cspresau: y bsolvcr ylcoi lar yl ros lar yfor ai\r\\ a n d o significa Dar fueros. Agorar Almorzar Amolar yjm ollar yorear Apostar yl vcrgonziir Colar Colgar Concordar Consolar Contar Cos taiDegollar Eenod/trsc (aut.) Denostar Descollar Descornar Desfleca r Desollar Desvergonzarse. Discordar Disolver Doler Emporcar Encoclarse Encontrar Encorar Encordar Encovar Eng rosar Eni orlar Eorzar Holgar, 11 ollar Moler Morder M ostrar Mover Oler Poblar Probar llccordar Rocoslar Pego hlar Renovar Rcsconlrar Rcsollar Re solver Radar Ro gutSo 1 inSold ar So 1 tatSo nar Sonar Torccr To star Trascordarsc Trocar Tronar Volar Vol car Volver.

Eos v e r b o s e n olver t i e n e n la s i n g u l a r i d a d de q u e s u p a r t i c i p i o p a s i v o t e r m i n a e n uello: absuelto , disucllo , -vuelto. Oler t o m a u n a h e n todas s u s p e r s o n a s i r r e g u l a r e s , yo huelo, t hueles e t c . , p o r q u n o p u e d o p r o n u n c i a r s e e l d i p t o n g o tic e n p r i n c i p i o de slaba sin q u e l o p r e c e d a la a s p i r a c i n . Va se lia d i c h o e n la n o t a a n t e r i o r , q u e l o s c o m p u e s t o s s i g u e n Ja i n f l e x i n d e s u s s i m p l e s , de c u y a r e g l a d e b e m o s e s r e p l u a r a q u t o d o s los c o m p u e s t o s d e l v e r b o rogar, cuales son abrogar, arrogar, derogar, erogar, interrogar, prologar y subrogar, c o m o t a m b i n destronar y entronar, a u n q u e estos no se (orinan d e tronar, s i n o d e una p a r t c u l a c o m p o n e n t e y e l s u s l a n l i v o trono.

CON.TC.ACTOXFS

innrr.Iil.ATiFS.

71

E s t n c o m p r e n d i d o s en la clase tercera todos los v e r b o s q u e acaban en acer, ceer (*) y occr, (menos cocer, hacer y los c o m p u e s t o s de ambos) y los en ucir, todos los cuales reciben u n a z antes de la c en las personas que siguen.
I N F I \ I T 1 V O.

CONOCF.n . 1 N D I C \ T I V O.

LYoSellte. Sing. Yo cono-z-co.

S U B J U N T I V O .

Futuro. Sin". Yo cono-z-ca. T cono-z-cas. VA cono-z-ca. 1 tur. Vosotros cono-z-camos. v o s o t r o s cono z-cais. Ellos cono-z-can.

Los verbos t e r m i n a d o s en ucir tienen a d e m a s estas otras a n o m a l a s :


I J F I S I T I V O .

TR I N I) I r. \ T I V 0 .

AllUCin. SUBJUNTIVO.

Preterito absoluto. Yo traduje. T tradujiste. El tradujo. V o s o t r o s Iratttijimos. V o s o t r o s tradujisteis-. E l l o s tradujeron. Siili;.

Futuro conilieional. Yo tradujere. T tradujeres. YA tradujere. V o s o t r o s Irada jet cutos. Vosotros tradujereis. Ellos tradujeren.

t'lur.

Esc-opliasc el v e r b o mecer, i | u e es r e g u l a r , si bien raa v e z o c u r r e su p r i m e r a p e r s o n a del s i n g u l a r del p r e s e n t e de i n d i c a t i v o , }YJ mezo. En c u a n t o ; empecer, es t a m b i n p o c o usada ibcba p e r s o n a ; p e r o e n c a s o n e c e s a r i o ) o dira empez, y no empezco.

72

CONJUGACIONES

IRREGULARES.

Indefinido absoluto. Sing. Yo tradujera. T tradujeras. E l tradujera. N o s o t r o s tradujramos. V o s o t r o s tradujerais. E l l o s tradujeran.

Indefinido condicional. Sing. Yo tradujese. T tradujeses. El tradujese. Nosotros tradujsemos. Vosotros tradujeseis. Ellos tradujesen.

Plur.

Plur.

Se escepta de esta regla lucir, q u e con sus c o m p u e s t o s se ajusta Ja conjugacin del v e r b o conocer. Ja ciase cuarta pertenecen algunos v e r b o s a c a b a dos en ir q u e tienen e en la p e n l t i m a s l a b a , los c u a jes m u d a n dicha e en i, en los t i e m p o s y p e r s o n a s q u e ahora sealar.
I N

['

I N 1 T

I V

O.

COLEGIR.

(*)

Gerundio. Col\-giendo.
i
N

A T

i v o. El col-i-ge. col-i-gen. col-'i-gieron.

Presente. Sing. Yo col-i-jo. T eol-i-ges. Sing. E l col-i-gi.


S II J U

Plur. Plur.
N T I V

Ellos Ellos
O.

Pretrito absoluto.

l'uliiro. Sing. Yo col-i-ja. Tii cid-i-jas. E l col-i-ja. N o s o t r o s col-i-jamos. V o s o t r o s col-i-jdis. E l l o s col-i-jan. Sing.

Enturo condicional.
r

Plur.

Plur.

Yo vol-'i-girre. J"ii eol-i-gieres. El col-\-giere. Nosotros col-i-giremos. Vosotros col-\-gicreis. Ellos col-i-gieren.

L o s v e r b o s d e la c l a s e cuarta s o n Ceir Colegir Comedirse Competir Concebir Constreir Derretir Desler Elegir hmbestir Engrer Estreir Ereir Gemir Henchir Heir Medir P ediilic gir lieir liendir Heir II epe tiiScguir Servir Teir Vestir.

CONJUGACIONES

IRREGULARES.

73

Indefinido absoluto. Sing. Yo col-'i-gicra. T col-i-gieras. E l col-l-gicra. N o s o t r o s coligiramos. \ u s o t r o s col-i-gicrais. E l l o s col-'i-gicraii.


i M P i; a

Indefinido condicional, Sing. Yo eol-'t-giese. T col-i-gieses. El col-\-gicsu. Nosol. col-\-gic'semos, Y (esotros Ellos
A T I N O .

Plur.

Plur.

col-\-giescis. eol-i-giesen.

Enturo. Sing. Col-i-gc t.

Los v e r b o s que tienen u n a e i n m e d i a t a la t e r m i nacin ir, r e u n i r a n dos ii en algunos t i e m p o s , s i guiendo Ja inflexin de colegir, y p a r a e v i t a r l o , c o n v i e r t e n Ja segunda en y , v. g. deslly, friyera, riyendo. Los v e r b o s de esta c l a s e , c u a l e s q u i e r a o t r o s , q u e antes de Ja t e r m i n a c i n tienen Ja ch, la li Ja , hacen el p a r t i c i p i o en endo y no en leudo, p o r q u el d i p t o n g o ie m u i r a r a vez se b a i l a despus de a q u e l l a s consonantes. Se d i r p u e s ciendo , hinchendo, riendo, c o m o se dice bruendo , gruendo, mullendo , /tfendo, y de ningn m o d o ciiendo, hinchiendo , ?viendo, bruiendo , gruiendo, mulllendo, taienclo. P o r la m i s m a razn se s u p r i m e Ja / antes de la t e r minacin de las t e r c e r a s personas del p r e t r i t o absol u t o de i n d i c a t i v o , y de todas las del f u t u r o c o n d i cional indefinidos del s u b j u n t i v o : /v'/Jo", constrie ron, engulleres, hiere, taera, tese. T a l vez d e b e r hacerse u n a escepcion respecto de la t e r c e r a p e r s o n a del singular del perfecto a b s o l u t o de i n d i c a t i v o de henchir, p o r q u diciendo hincho', y no hinchi, se confundira con la del v e r b o hinchar. P e r o de n i n g u na m a n e r a p u e d e ser henchid, ni henchicron la t e r cera persona del p l u r a l , segn la us Gonzlez C a r vajal en la t r a d u c c i n potica de Job, c a p . 2 0 . Los verbos en ir con e en la p e n l t i m a , q u e en

74

CONJTtruaOXFS TTtRFOCT.VRFS.

u n o s t i e m p o s a d q u i e r e n u n a i antes de Ja r, c o m o lo hacen os de Ja d a s e p r i m e r a , y en o t r o s m u d a n la a en \ c o m o los de la c u a r t a , son los que c o n s t i t u y e n Ja clase quinta, cuyas i r r e g u l a r i d a d e s manifiesta este ejemplo: nnsmvi). ADVERTIR. (*)
Gerundio. A dv-\-r tiendo.

I N D I C A T I V O .

Prsenle. Sing. Yo adv-'\-crto. T adv-'i-erles. Plur. YA Ellas udv-\-crle. adv-\-erlcn.

Pretrito absoluto. Sing. E l adv-'i-rli. Plur. El los adv-\-rtieron.

S II R J U N T I V O .

Futuro. Sing. Yo adv-\-er' a. T iuIv-\-i-ras. El adv-i-cr/a. N o s o t r o s udv-\-rtamos, V o s o t r o s fftv-i-r/a's. E l l o s adv-i-crtan. Sing.

Enturo condicional. Yo adv-\-rlcrr. T adv-'i-rticrcs. Y\ adv-i-rlicrc. N o s . adv-\-rl e'remos. Y esotros adv-\-rticreis. Ellos adv-l-rtereu.

Plur.

Plur.

S i g u e n las i r r e g u l a r i d a d e s de. la (dase q u i n t a : Adherir .Advertir Arrepentirse Concernir Conferir Controvertir Convertir Deferir .Diferir Digerir Discernir Divertir Herir Hervir Inferir Ingerir Invertir Mentir Pervertir Preterir Proferir lie fci ir lieipierir Sentir Sugerir Trasfciir Zaherir.

CONJUGACIONES IR RF.CULARF.S.

Indefinido absoluto. Sing. Yo aih'-x-rlicra. T adr-\-i-tierqs. YA adv-\-rcra. N o s o t . adr-i-rteramos. \ e s o t r o s a dvA-iiicrais. E l l o s adr-'\-rlicran.

Indefinido condiciona]. Sing. ^o T YA adr-i-rticsc. t:drA-r!ieses. ade-\-rtrsc. S o s o l . ti tir-\-rlie.somos. \ osntrus title-\-rlicscis. Ellos advA-rticsrn.

Plur.

Plur,

i M P F. R A. T i y

o.

Futuro. Sing. slde-i-crle t.

C o m p o n e n p o r fin Ja clase sesta Jos v e r b o s en ur, c u a n d o Ja u f o r m a slaba p o r s , (*) los cuales t o m a n u n a y antes de las t e r m i n a c i o n e s de algunas personas en el p r e s e n t e de i n d i c a t i v o y el f u t u r o de s u b j u n t i v o .
1 X F I X I T IVO.

ARGIR. 1 V D 1 C A T I V O.

Presente. Sing. Yo argu-y-o. T argu.-y-es. Plur.


S U B J U N T I V O .

YA Ellos

argu-v-c. urgu-v-cn.

Futuro. Sing. Yo argu-x-a. T argu-y-as. El argu-y-a.


i M P

Plur.

N o s o t r o s argu v-umos. Vosotros ar<j\u-\-tiis. E l l o s ai gu-y-an.

P R A T I V O .

Futuro. Sing. Argu-y-c t.

Re c o n s i g u i e n t e no p e r t e n e c e n e s l a c i n s e delinquir, distinguir ni erguir, bien q u e el l l i n i o casi n u n c a se usa en las p e r s o n a s q u e s o n i r r e g o l a r e : , en e) \ e r b u argir.

76

CONJUGACIN' DE

ADQUIRIR.

CAPTULO

VIII.

VERBOS QUE TIENEN UNA CONJUGACIN PECULIAR. ("*)

E N la i m p o s i b i l i d a d absoluta de r e d u c i r estos v e r bos n i n g n sistema de clasificacin, Jos colocar p o r el orden a l f a b t i c o , espresando en cada u n o los pocos q u e se Je parezcan en el t o d o , en Ja p a r t e p r i n c i p a l de sus a n o m a l a s .
ADQUIRIR.
INDICATIVO. SUBJUNTIVO.

Presente, Sing. \o adijuiero. T adquieres. El adquiere. Ellos adquieren.


i M

Futuro. Sing. Yo adquiera. T (iflij II ir ras. El adquira. Ellos adquieran.

Plur.

Plur. r
E 11 A T i

v o.

F u l uro. Sing. yldipiicre t.

E l v e r b o inquirir

sigue la inflexin de

adquirir.

" O b s r v e s e que e n las l e n g u a s , tanto antiguas c o m o m o d e r n a s , s o n easi u n o s m i s m o s l o s v e r b o s i r r e g u l a r e s , y q u e s u s a n o m a l a s se a u m e n t a n a' p r o p o r c i n q u e es mas f r e c u e n t e s u u s o , el c u a l l o s gasta , ni mas ni m e n o s q u e las c o s a s m a t e r i a l e s . Por e s o l o s v e r b o s a u s i l i a r e s haber y ser son s i e m p r e l o s n a s i r r e g u l a r e s . Lo misino lia s u c e d i d o c o n l o s n o m b r e s p r o p i o s , s i e n d o l o s m a s u s u a l e s l o s q u e m a y o r e s v a r i a c i o n e s lian s u f r i d o . I)e Francisco se lian d e r i v a d o Francho, Frasco, Pancho, Paco, Curro, de Jos', Pepe; y Santiago e n u n a s p r o v i n c i a s e s Diego, Jaime e n o i r s , Jacobo e n a l g u n a s ; y si s u b i m o s un p o c o a' l o s s i g l o s a n t e r i o r e s , le b a i l a r e m o s m u d a d o e n Ja'comc, lago y Jdcques. Y q u i e n soara q u e n u e s t r a Mara, Maruja es la Urraca de la edad m e d i a , n o m b r e q u e c o m o e l de Marica ha c o n s e r v a d o la p i c a z a ?

CONJUGACIN DE ANDAR,

ESTAR

ASIR

77

L a i r r e g u l a r i d a d de este v e r b o consiste solo en el p r e f e r i t o a b s o l u t o de i n d i c a t i v o , y de consiguiente en e! futuro condicional y en los indefinidos del s u b j u n t i v o , q u e se f o r m a n de l , segn a d v e r t i m o s en la p gina
I NI) ICA T i v o .

El l o s

anduvieren.

Preterito absoluto.
hu!;.

Indefinido absoluto. Sing. Yo' anduviera. Tii anduvieras. El anduviera. Nosotros anduviramos. \ osotros audu.vierais. Ellos anduvieran.

Plur.

Yo anduve. T anduviste. F.l anduvo. Nosotros anduvimos. Vosotros anduvisteis. Ellos anduvieron.

Plur.

S7

I'll

SUBJUNTIVO. Indefinido condicional. Enturo condicional. Sing, io aniluvicse. Yo anduviere. T anduvieses. T anduvieres. VA anduviese. YA aniluvirre. Plur. Nosotros anduvisemos. N osotros anduviremos Y osotros a nduvieseis. Vosotros anduviereis. Ellos anduviesen.

E l v e r b o estar tiene las m i s m a s a n o m a l a s q u e andar, (*)y m a s la de decir en el p r e s e n t e de i n d i c a t i v o yo esti, t ests, l est, ellos estn.
ASIU.

A p e n a s se usa en las pocas p e r s o n a s que tiene irr e g u l a r e s , segn se d i r mas a d e l a n t e .


I N D I !'. A T I V O .

Prsenle. Sinij. Yo asno.

* l.a i r r e g u l a r i d a d d e e s t o s d o s v e r b o s p a r e c e nacida de la l o c u c i n a n t i g u a andar /iu.lie , estar hubiera , de cpie reso1 1 aria, c o n la s u p r e s i n del ar, andliube , est/tubiera, y variada s o l a m e n t e la o r t o g r a f a , anduve, estuviera.

78

C O N J U G A C I N DE ASIR,

CABER

SABER.

n t

iy o

itiltuo. Sin.tr. Yo Tu ti asga. asgas. asga. Plur Nosotros hilos asgamos.


. \ o s o ! ros as tus

asean.

INDICATIVO.

Sing Sing

Pur.

Presente. Yo quepo. Pretrito absoluto. \ o cupe. T cu pis le. El cupo. N o s o t r o s t.' u p i ai (I s. V o s o t r o s cu pis l cis. Ellos cupieron. Enturo absoluto. Yo cabr. s Enturo.
u

PJur.

T cabrs. El cabr.. Nosotros cabremos. \ esotros cabris. Ellos cabrn. Euluro condicional.

Smg.

P'.tr.

Yo cabria. T cabrias. l cal,, la. Nosotros rabilamos.


\ esotros cabrais.

E l l o s cubi n
J u n T i

iau.

Sin-'. v o. Indefinido absoluto. ^"ig. ~\ o cupiera. Til cupieras. El cupiera. Nosotros enpie'rumos. \ o.-otros eiijiierais. Ellos cupieran.

Sing.

'lur.

Si, quepa. Tii quepas. E! quepa. Nor.nlros quc/iamos. V o s o t r o s quepis. E l l o s iu.epan. Enturo condicional.

Plur.

Indefinido condicional. Sing. Yo cupiese. .ITi cu pic s v s. El cupiese. Nosotros cupisemos. Vosotros cupieseis. Ellos cupiesen.

Sing.

Plur.

Yo cupiere. Tti cupiere s. El cupiere. N o s o t r o s cupiremos. \ o s o i r o s cupiereis. V.Wos cii/iicrcn.

Plur.

Saber sigue la conjugacin de caber; p e r o la p r i m e r a p e i s o n a del s i n g u l a r del p r e s e n t e de indicativo es yo s.

CONJUGACIN

DE CAER.

OR,

COCER

BAR.

79

Este y sus c o m p u e s t o s son i r r e g u l a r e s en las pocas p e r s o n a s siguientes:


l M I I I: A T L V .

Presente.

Sin:;',
S I' I!

caigo.

i V N T I \ O.

rule; o.
Sin ir. Yc > caiga, T caicas. El cai^a.
I'LUR.

Nosotros caigamos. \ o.,utros caigis. Ellos culpan.

E l v e r b o or con sus c o m p u e s t o s t o m a tambin las l e t r a s ig cu las m i s m a s personas q u e caer; y a d e m a s c o n v i e r t e en m u c h a s o t r a s la /'en r , p o r la razn i n d i c a d a en la n o t a de la pig. 7 .
cocr.ii.

T o m a con Sus c o m p u e s t o s el d i p t o n g o te en Jugar de la o, en los m i s m o s t i e m p o s y personas une ios i r r e g u l a r e s de la segunda clase (p ag. u9)
INDICATIVO. SUBJUNTIVO.

Presunto. iSiny. Yo cuezo ( p o c o u s a d o ) . T cueces. '^' tEl cuece. E l l o s cuecen. Pl


n
1

Futuro. ( T o d o l e s p o r o u s a d o . ) cueza. Tu cuezas. El cueza. tir. . i o s cae z un.


O.

Plur.

1 AI l K li A T I \

Futuro. Sing. Cite re i li


DA K .

Es i r r e g u l a r Cu las mismas personas (ue estar (vase la pg. 7 7 ) ; p e r o sus t e r m i n a c i o n e s son dil'erenics, menos en la p r i m e r a p e r s o n a de i n d i c a t i v o , que E S y doi, como yo esli.
0

80

CONJUGACIN DE DAR
I XI) 1C \ T 1

DECIR.

v i).

Ellos

dieren.

Pretrito absoluto. Sing. Yo di. T diste.


l /'O.

Indefinido absoluto. Siig. \ o diera. T dieras. El diera. Nosotros diramos. \ oso!ros dierais. Ellos dieran. \ o diese. Iu dieses, El diese. Nosotros disemos. V o s o t r o s diese is. Eilos diesen.

Plur.

Nosotros dimos. Vosotros disleis. Ellos dieron.


SUBJUNTIVO.

Plur.

Indefinido condicional Siicr.

Futuro condicional. Sing. Yo diere. T dieres. El diere. Nosotros diremos. Vosotros diereis.

Plur.

Plur.

DECIR.

Participio pasivo. Dicho. Gerundio. Diciendo.


ixnir. \TIV0.

Ellos

dirn.

Futuro condicional. Sing. Yo dira. T diras. E1 tt'i i i a. Nosotros diramos. Vosotros dirais. Ellos diran.
SUBJUNTIVO.

Presente. Sing. Yo diao . T dices. l dice. Ellos dicen. Preterito absoluto. Sing. Yo dije. T dijiste. l dijo. N osol.ros dijimos. Vosotros dijisteis. Ellos dijeron. Futuro absoluto. Sing. Yo dir. T dirs. El . / ( / . Nosotros \ esotros

Plur.

Plur.

Futuro. Silig. Yo diga. T diras. l diga. Nosotros digamos. Vosotros digis. Ellos digan. Futuro condicional. Sing. Yo dijere. T dijeres. El dijere. Nosotros dijremos. Vosotros dijereis. Ellos dijeren.

Plur.

Plur.

Plur. diremos. diris.

Plur.

C O N J U G A C I N D E DECIR

DORMIR.

SI

Indefinido absoluto. Sing. Yo dijera. T dijeras. El dijera. N o s o t r o s dijramos. V o s o t r o s dijerais. E l l o s dijeran.


i M p E

Indefinido conditional. Sing. Yo dijese. T dijeses. El dijese. N osol ros dijsemos. Y o s o Iros dijeseis. Ellos dijesen.

Plnr.

Plur.

R 1 T I V O .

Futuro. Sing. Di t.

D e los c o m p u e s t o s de decir solo contradecir, desdecir y predecir se conjugan c o m o l , menos en Ja segunda persona del s i n g u l a r del i m p e r a t i v o , que es contradice ti, desdice t, predice t. Los v e r b o s bendecir y maldecir se s e p a r a n mas de su s i m p l e , y tienen regulares los dos f u t u r o s : bendecir, maldecir; bendecira, maldecira. E l i m p e r a t i v o de a m b o s es bendice t, maldice t, c o m o contradecir, y en el p a r t i c i p i o p a s i v o , bendecido y bendito, maldecido y maldito. Susodicho no tiene mas que este p a r t i c i p i o p a s i v o , y lo m i s m o debe entenderse de entredicho, que viene del a n t i c u a d o entredecir.
DOII Mili

M u d a en unos t i e m p o s la o en u, y en o t r o s en el d i p t o n g o tic de este m o d o :


Par iripio a r l i v o . Durmiente. Gerundio. Durmiendo.
IXDICATI vo.

Plur.

T duermes. F. 1 duerme. Ellos duermen. Pretrito absoluto.

Presente. Sing. Yo duermo.

Sing. Plur.

El durmi. Ellos durmieron.

82

CONJUGACIN PC DORMIR,
N T i

MORIR

ESTAR.

v o. Indefinido absoluto.

Futuro. Sl'nf Yo duerma. T duermas. YA duerma. Nosotros durmamos. "Vosotros durmis. YA los duerman. Futuro condicional. Sins Sing.

Plur.

Plur.

Yo durmiera. T durmieras. El durmiera. Nosotros durmiramos. Vosotros durmierais. Ellos durmieran.

Indefinido condicional. Yo durmiese. T durmieses. El durmiese. Nosotros durmie'semos. Vosotros durmieseis. Ellos durmiesen.

Plur.

Sing. Yo durmiere. 'YA durmieres. YA durmiere. Nosotros durmiremos P l u r . Vosotros durmiereis. Ellos durmieren.

I M P E R A T I V O .

Futuro. Sing. Duerme t.

Morir c o n v i e r t e la o en u y en el d i p t o n g o ue en los misinos t i e m p o s y personas que dormir, y ademas es i r r e g u l a r su p a r t i c i p i o p a s i v o , p u e s dice muer lo.
Gerundio. Muriendo.
INDICATIVO.

Plur.

Presente, Sir Yo muero. T mucres. El muere. Ellos mueren. Pretrito absoluto, Sing. Plur. El muri. Ellos murieron.
sun JUNTIVO.

T mueras. El muera. Nosotros muramos. Vosotros muris. Ellos mueran. Futuro condicional. Yo muriere, etc.

ftiril;

Plur.

Indefinido absoluto. Sii n g . Yo muriera, etc. Indefinido condicional Sing. Yo muriese,


1MPF.P.ATI \

etc.
o.

Futuro. Sing. Yo muera. Sing.


ESTAR.

Futuro. Mucre t.

Vase su conjugacin en la pg. 77.

CONJUGACIN

DE

HABER.

83

P a r t i c i p i o a c l i \ o. Habiente. Gerundio. Habiendo.


A T

Participio p a s i v o . Habida.

1l)

Presente. Sing.

i v o. Enturo absoluto. Yo habr. Tu ludirs. El habr. Nosotros habremos. Y osotros habris. Ellos haban. Futuro condicional.

Plur.

Sing. Yo he. T lias. l ha. (2) Nosotros hemos ( habernos, q u e e s r e g u l a r . E l l o s han.


Pretrito absoluto. Yo buhe. T hubiste. El hubo. Nosotros hubimos. \ (esotros bulasteis. Ellos hubieron. Futuro. Sing.

Sing.

Plur.

Plur.

Yo habra. T habras. El habra. Nosotros habramos \ osotros habrais. E l l o s habran . Indefinido absoluto.

S U B J U N T I V O .

Sing.

Plur.

Y'o haya. T huyas. El haya. Nosotros hayamos. Y esotros hayis. Ellos hayan. Futuro condicional.

Sing.

Plur.

Yo hubiera. T hubieras. El hubiera. Nosotros btibie'ramos V o s o t r o s hubiera is. Ellos hubieran.

Indefinido condicional. Sing. Yo hubiese. T hubieses. El hubiese. Nosotros hubisemos. Y osol ros hubieseis. Ellos hubiesen.

Sing.

Plur.

^o hubiere. T hubieres. El hubiere. Nosotros hubiremos V osotros hubiereis. Ellos hubieren.

Plur.

1 G o m o a u s i l i a r , c a r e c e e s t e v e r b o de l o s d o s p a r t i c i p i o s , q u e s o n r e g u l a r e s e n s u c o n j u g a c i n , y s o l o se e m p l e a n en. K\ significado de tener. 2 liui es la tercera p e r s o n a d e e s t e t i e m p o , e n e l seun'do de celebrarse , existir, verificarse cosa s e m e j a n t e .

G*

8 1

<-OX.I(!r.A.CIOX D E HABER I M I" E LI .\ T

HACER

U II. ( * )

! I L L U N I .

Plur.

S i n g . Tic T U . Habe ci v o s o t r o s . (Esta p e r s o n a e s r e g u l a r . )

Participio p a s i v o . Hecho.
I N D I O

i v o. T hars. El har. Nosotros haremos. Vosotros haris. Ellos harn. Futuro condicional.

Presente. Slug. Sing. Yo lingo. Pretrito absoluto. Yo hice. T hiciste. l hizo. Nosotros hicimos. Vosotros hicisteis. Ellos hicieron. Enturo absoluto. Sing. Yo liare'. Futuro. Sing. Yo liaga. Tu hagas. El haga. Nosotros llagamos. Vosotros hagis. Ellos hagan. Futuro condicional. Sing. Yo hiciere. T hicieres. El hiciere. Nosotros hiciremos. Vosotros hiciereis. Ellos hicieren. i
MR

Plur.

Plur.

Sing.

Plur.

Yo hara. T haras. El hara. Nosotros haramos. Vosotros harais. Ellos haran. I n d e f i n i d o abso l u t o . Yo hiciera. T hicieras. VA hiciera. N o s o t r o s hicie ramos. V o s o t r o s liieie i ais. El los hicieran

S U B J U N T I V O .

Plur.

Plur

! iidelinii o c o n d i c i o n a l Yo h i e T hirieses. El hiciese. N o s o t ros hicie s e r n o s , Y osol ros hicie s e i s . Ellos hiciesen r,
11 \ T I

Plur.

v o.

Futuro. Siili;. Corno ausiliar n o p u e d e Haz t. t e n e r est'.' nioo'.

CONJUGACIN

DE

IR.

<V')

T o d o s los c o m p u e s t o s de hacer siguen su c o n j u g a c i n , menos satisfacer, que en ei s i n g u l a r del i m p e r a t i v o , a m a s de decir satisfaz, c o m o haz, tiene la inflexin r e g u l a r satisface; y en los indefinidos del s u b j u n t i v o es t a m b i n satisfaciera, satisfaciese, satisficiera, satisficiese indistintamente.

Este es el v e r b o cuyas i r r e g u l a r i d a d e s g u a r d a n m e nos analoga con su i n f i n i t i v o , teniendo ademas la s i n g u l a r i d a d de ser su p r e t r i t o a b s o l u t o de i n d i c a t i v o , y el f u t u r o condicional y los indefinidos del s u b j u n t i v o los mismos q u e los del v e r b o ser.
Participio activo. Y Gerundio, presente. Yendo.
INDICATIVO.

ente. Ellos fueron. F u l uro. Sing Yo vaya. T vayas. El vaya. N o s o t r o s vayamos , vamos por sincope Y o s o t r o s vayis. ('} Ellos vayan. Futuro condicional. Sing Yo fuere. T fueres. El fuere. Nosotros furemos, Y osolros fuereis. VA los fueren. Indefinido absoluto. Sing Xo fuera.. T fueras, YA Juera. Yosol ros furamos. Y osolvos f'uei'ais. sincopado de vayis.
SUIMCNTIYO.

Sing.

Plur.

Presente. Yo voi. T vas. l va. Nosotros vamos. \ esotros vais. E l l o s van. Pretrito coexislente.

Plur,

S i n g ..

Plur.

Yo iba. T ibas. l iba. N o s o t r o s iluimos. \ esotros ibais. E l l o s iban. Pretrito absoluto.

Plur

Sing.

Plur.

Yo/n. T fuiste. VA fu. N o s o t r o s fuimos. V o s o l r o s fi i is t e i s.

Plur

T a m b i n se baila en los a n t i g u o s vais,

86

CONJ. Di: IR, JUGAR,

MORIR, Plur.

OR Y

PODER.

El LOS fueran. Indefinido condicional. S i u g . V fuese. T u Jiieses. i


111'

YA fuese. Nosotrus./I/t\VF/HO.. \ OSOIV OS fueseis. Ellos fuesen.

i:

A T

i v o.

E uturo. Sing. T' l .

JUGAR

R e c i b e una e despus de la u en las t r e s p e r s o n a s del s i n g u l a r y en la tercera del p l u r a l del presente de i n d i c a t i v o y del f u t u r o de s u b j u n t i v o , y en el s i n g u l a r del i m p e r a t i v o .
1 N1)111 A T I Y O . Presente. Sing. Yo juego. T juegas. YA juega. E l l o s juegan. i
AI

SU 11.1 UN T I Y O . Futuro. Sing. Yo juegue. T juegues. l juegue. Ellos jueguen.

Plur.

Plur. i> i: i
T

i v o. t.

Futuro. Sing. Juega


MORIR .

Vase su conjugacin en la p g . 82.


OR .

Vase caer en la pg. 7 9 .


PODER.

Este v e r b o m u d a la o en u en u n a s p e r s o n a s , y en el d i p t o n g o ue en o t r a s , y p i e r d e la e de la t e r m i nacin del infinitivo en los f u t u r o s del i n d i c a t i v o , del m o d o siguiente:

C O N J U G A C I N D E PODER

PODRIRSE.

87

Gerundio. Pudiendo.
I NDIC.VTI VO.

SUBJUNTIVO.

Presente. Sing. Yo puedo. T puedes. YA puede. E l l o s pueden. Pretrito absoluto. Sing. Yo pude. T pudiste. YA pudo. Vosotros pudimos. Vosotros j>udisteis. Ellos pudieron. Enturo absoluto. Sing. Yo podre'. T podrs. VA podr. N o s o t r o s podremos. Y osolros podris. Ellos podrn.
r

Siug .

Plur.

Pliu .

Futuro. Yo pueda. T puedas. YA pueda. Ellos puedan. Futuro condicional.

Sing .

Plur.

Yo pudiere. T pudieres. El pudiere. pudiremos. Plu . N o s o t r o s Yosolros pudiereis. Ellos pudieren. Indefinido absoluto.

Sing

Plur.

Pliu .

Yo pudiera. T pudieras. YA pudiera. Nosotros pudiramos. Y esotros pudierais. Ellos pudieran.

Enturo condicional. Sing. Yo podra. Ti'i podras. El podra. N o s o t r o s podramos. Vosotros podrais. Ellos podran.

Sing.

Plur.

Indefinido condicional Yo pudiese. T pudieses. YA pudiese. P l u r . N o s o t r o s p u di es emos. Vosotros /ludieseis. Ellos pudiesen.

L a significacin de este v e r b o fe i m p i d e t e n e r i m p e r a t i v o ; p e r o si o c u r r i e r a u s a r l o en d i c h o m o d o , sera t a m b i n a n m a l o en el s i n g u l a r : puede id. El verbo convierte la der toma la me puh. me pudriera. podrir podrirse, que no es m u i u s a d o , o en u en las mismas personas en que pou el d i p t o n g o ue: Yo me pudro. J o Yo me pudra. Yo me pudriere. lo Yo me pudriese-

88

CONJUGACIN

UE

PONEJi

PONER

Con sus c o m p u e s t o s es a n m a l o en los t i e m p o s p e r s o n a s siguientes:


Participio pasivo. Puesto.

oicA
frsente. Sing. Sing. Yo pongo. Pretrito absoluto. Yo puse. T pusiste. E l puso. Nosotros pusimos. \ osolros pusisteis Ellos pusieron. Enturo absoluto. Siug. Yo pondr'.

o. T pondrs. El pondr. Plur. Nosotros pondremos. Y esotros pondrc'is. El los pondrn.


T

Futuro condicional. Sing. Yo pondra. Tu pondras. El jiondila. Nosotros pondramos, Y o s o t r o s p o u driais. Ellos pondran.

Plur.

Plur.

B J U N T I V O .

Futuro. Sing. Yo ponga. T pongas. El ponga. Nosotros pongamos. Y o s o I r o s p ou gis. Ellos pongan. Futuro condicional. Sing. Yo pusiere. T pusieres. El pusiere. Nosotros pusiremos. \ esotros pusiereis. Ellos pusieren. i
AI I'

Indefinido absoluto. Sing. Yo pusiera. "W pusieras. El pusiera,. Nosotros pusiramos. Y esotros pusierais. Ellos pusieran.

Plur.

Plur.

Indefinido condicional. Sing. Yo pusiese. T pusieses. El pusiese. Nosotros pusisemos. Y osotros pusieseis. Ellos pusiesen.
T

I'lur.

Plur.

r.

II A T

i v o.

Enturo.

CONJUGACIN "DE QUERER

SABER.

89

Q U E U E 11.

L a s i r r e g u l a r i d a d e s de este v e r b o y sus c o m p u e s t o s son las que siguen:


INDICATIVO. SUBJUNTIVO.

Presente. Sing. Yo quiero. Ti r/tticres. YA quiere. E l l o s quieren. Prelrilo absoluto. Yo quise. Tii quisiste. l quiso. Phil-. , N o s o t r o s quisimos. Y osotros quisisteis. Ellos quisieron. F u l uro a b s o l u t o . Sing. Yo querr. T querrs. YA querr. N o s o t r o s querremos. Y' osol ros querris. Ellos querrn. Futuro condicional. Sing Yo querra. T querras. YA querra.. N o s o t r o s querramos. \ osotros querrais. til los querran. Sing. Sing. Sin Sin JJ

Futuro. Yo quiera. T quieras. YA quiera.. quieran. Ell os Yul 111 o eoniTicioial. Yo quisiere. T quisieres. YA quisiere. N o s o ! ros quisiremos. Y osolros quisiereis. Ellos quisieren. 1 niletinido a b s o l u t o . Yo quisiera. Iu quisieras. YA quisiera-. Nosotros quisiramos. Vosotros quisierais. Ellos quisieran. Yo quisiese. Til quisieses. YA qu i.i ie s e. Nosotros quisii'semos. \ o s o l ros quisii'seis. Ellos quisiesen.

Piar.

Plnr.

Plt

Plnr.

P l i r.

Indefinido condicional. Sing.

Pini

Plnr.

I M p F. 11 A T

i v o.

Ful uro. Sing. Quiere


S A I ; E P..

t.

Se h a dicho cul es la conjugacin de este v e r b o , al h a b l a r de la de caber eu Ja p g . 78.

90

CONJUGACIN

. D E SALIR

SER.

Las a n o m a l a s de este v e r b o son las q u e a h o r a d i remos.


INDICATIVO.

I'llir.

Presente. Sillo ^ " Sing. salgo. Futuro absoluto. io saldr. T saldrs. El saldr. P l u r . Vosotros saldremos. V o s o L r o s saldris. Ellos saldrn. Futuro condicional. Sing. Yo T Ei saldra. saldras. saldra. Sin y.

Nosotros saldramos. A osolros salarais. Ellos saldilan.


SUBJUNTIVO.

Futuro. Yo salga. T salgas. El salga. Nosotros salgamos. Vosotros salgis. Ellos salgan.
IMPERATIVO.

Plni'.

Futuro. Sina Sal t.

L a s m i s m a s i r r e g u l a r i d a d e s tienen su c o m p u e s t o sobresalir y valer con el suyo equivaler. P r e s e n t e de i n d i c a t i v o , Yo valgo; f u t u r o a b s o l u t o , Yo valdr etc.; f u t u r o c o n d i c i o n a l , Yo valdra e t c . ; s u b j u n t i v o , f u t u r o , Yo valga e t c . ; i m p e r a t i v o , Val t.

INDICA

T IVO.

Presente. Plur. Sing. Yo sol. T eres. l es. Nosotros somos. V osolros sois. Ellos son. P r e t r i t o c o e x i s t e lite. Sing. o T era. eras.

El era. Nosotros ramos. Vosotros erais. E l l o s eran. Preterito absoluto.

Plur.

Sing.

Plur.

Yo ful. T fuiste. l fu. Nosotros fuimos. Vosotros fuisteis. Ellos fueron.

CONJUGACIN

DE

SER

TENER.

91

SL"IiJ

U N T I V

O.

Futuro. Sing. Yo sea. T seas.


II .VCF.

Indcinidu absoluto. ^ g.
m

Piur.

N o s o t r o s seamos. Vosotros seis. Lllos sean. Futuro condicional.

Plur.

Yo juera. T _ fueras. VA fuera. N ii so I ros _ / e r a m o s. A "osotros fuerais. Ellos fueran.

Indefinido condicional. Sing. Yo fuese. T fueses. El fuese. N o s o t r o s _ /' c'.v c i o s-. Vosotros fueseis. Ellos fuesen.

Sing.

Plur.

Yo fuere. T fueres, VA fuere. N o s o t r o s furemos. V osotros fuereis. El los fueren.


i

Plur.

F. n A T i

v o. t.

Futuro. Sin"'. S

TENER

E s i r r e g u l a r con sus c o m p u e s t o s en los t i e m p o s y personas q u e se espresan c o n t i n u a c i n :


I NDIC V T I V O .

Plur.

Preseute. Sing. Yo tengo. Tu lien.es. El lieue. Ellos lienen. Preterite absolute. Sing. A, o Tu
El

Nosotros tendremos. A osolros tendris. El los tendrn.


r

Futuro Sing .

condicional.

Plur.

Plur.

tnve. lueis/e.
(ffl 'O.

Yo learla . T tend ias. l tendra. Nosotros tendramos. Y osotros tendrais. Ellos tendran.
S U 11.1 U N T I VO.

Plur.

Nosolros tu.vimos. A osolros tuvisteis. Ellos tuvieron. Future absoluto.

F u l uro. Sing. Yo tenga. Tii tengas. l lenga. Nosotros tnganlos. \ osolros tengis. Ellos teman.

Sing.

Vo I li El

tender. tendrils. tendril.

Plur.

92

CONJLT.ACION

DE

TENER

TRAER.

F u l uro c o n d i c i o n a l . Sing. Yo tuviere. T tuvieres, YA tuviere. Nosotros tuviremos. Yosolros tuviereis. Filos tuvieren. Induijiiilo a b s o l u t o . Sing. Yo T tuviera. tuvieras.

Plur.

VA tuviera. N o s o t r o s tu\ ir'ramos. \ o s o t r o s tu vierais. Filos tuvieran.

Piur.

Indefinido condicional. Sing. Yo tuviese. T tuvieses. El tuviese. Nosotros tuvisemos. Vosotros tuvieseis. Ellos tuviesen.

Plur.

IUf

i K \ T i

v o.

F .ituro. Sing. Ten

ni.

T i e n e con sus c o m p u e s t o s las siguientes a n o m a l a s :

1
Prsenle. Sing. Sillg. Yo Y'o traigo. traje. Pretrito absoluto.

N I) I C \ T 1 V O .

Tu Ira/isle. YA trajo. N o s o l r o s Ira i mos, \ osolros trajisteis. Ellos trajeron.


i:
.1 u

S u

iv i).
Indefinido absoluto. Yo trajera. I'ii trajeras. YA trajera. Nosotros trajramos. Y osotros trajerais. Ellos trajeran.
;

Ful uro. Sing. Yo traiga. T traigas. YA traiga. N o s o l r o s traigamos. \ osotros t.raigiis. Id los traigan. En ! uro c o n d i c i o n a l . Silig. Yo trajere. T trajeres. YA trajere. N o s o t r o s trajremos. Vosotros trajereis. Ellos trajeren. Sing Sing.

Plur.

Plur.

I ndelinido condicional. Yo trajese. T trajeses. El trajese. N o s o l ros trajsemos. \ osotros trajeseis. Ellos trajesen.

Plur.

Plu

CONJUGACIN

D K VALER

Y V EN IR

Vase salir en la p g . 9 0 .
VF .N1H.

Este v e r b o y sus c o m p u e s t o s observan Jas i r r e g u l a r i d a d e s q u e se espresan a q u : .


Participio activo, (anlic.) Finiente. Gcrimilio. yiniendo.
INDICATIVO.

Y o so tros vendrais. Kilos vendran'.


StiliJ C N T I N O .

Futuro. Sing. Yo venga. T vengas. YA venga. N osol ros ven gamos. \ osol ros i'euga'is. Kilos vendan. F u t u r o en a d i c i o n a l ,

Presente. Sing. Yo vengo. T vienes. YA viene. Kilos vienen. Preleril o absoluto. Sing.

Plur.

Plur.

Sing. 1 o viniere. Y o vine. T viniste. F vinieres. YA vino. YA viniere. Plur. Nosotros vinimos. Plur. Nosotros viniremos. \ osolros vinisteis. Xosolros viniereis. Ellos vinieron. VA Ios vinieren ( A l g u n o s d i c e n vcnisle , ve I n d e f i n i d o absoluto. linios , valisteis.) S i n g . 'I o viniera. Ful o r o a b s o l u t o . Til vinieras. Sing. Y o vendr'. VA viniera. flor. \ oso! i o s viniramos. T vendrs . YA vendrd. \ osol ros vinierais. Plur. Nosotros valdremos. Kilos vinieran. \ osol ros rrndre'is . I udefiuiilo c o n d i c i o n a l . Filos vendrn. Sing. U i viniere. X ul uro ciool i c i o n a l . T vinieses. Sing. ^ o vendra. YA viniese. T vendras. Plur. Nosolros vinie'seoos. VA vendra. Vosotros vinieseis. Plur. Nosotros vendramos. Kilos viniesen.

94

CONJUGACIN

l ) K VENIR

J'ER.

1 \l I' i: I! A T U

Futuro.

Sing.

Veu l .

E s t e v e r b o con sus c o m p u e s t o s l o m a u n a e antes de Ja t e r m i n a c i n en Jas p e r s o n a s q u e espresamos a q u . S u c o m p u e s t o proveer recibe a d e m a s o t r a e en eJ i n f i n i t i v o , Ja cual retiene t a m b i n en Jos futuros de i n d i c a t i v o , en el p r e t r i t o a b s o l u t o del m i s m o m o d o , y en los d e m s t i e m p o s que de l se f o r m a n ; c o n v i r t i e n d o en y Ja i del s i m p l e ver en el p r e t r i t o a b s o l u t o de i n d i c a t i v o , y en el f u t u r o condicional y los indefinidos del s u b j u n t i v o , a s , proveer; proveera; provey; proveyere; proveyera; proveyese.
Participio pasivo. Visto.
INDICATIVO.

E l l o s vean. Futuro. Knp

(*)

Presen le. Sing. Y veo. Pretrito coexistenle. Sin,'. Yo vea. T veas. El vea. P l u r . N o s o t r o s veamos. V o s o t r o s veais.

S U B J UN T I V 0 .

Plur.

Yo vea. T veas. El vea. Nosotros veamos. \ osolros vedis. E l l o s vean.

CAPTULO
IRREGULARIDADES

IX.
IMPERSONALES

DE LOS VERBOS, TANTO PARTICIPIOS PASIVOS.

COMO DEFECTIVOS, Y DE ALGUNOS

L o s siguientes v e r b o s i m p e r s o n a l e s se usan soJo en Jas terceras personas del s i n g u l a r , escepcion de acaeA n t c s se d e c a , y aun ahora lo d i c e n m u i d l o s , yo va vAe.

VERBOS IMPERSONALES Y T I E F E C . T I Y O S .

95

cer , acontecer, conducir, constar, convenir-y suceder, los cuales se e m p l e a n t a m b i n en las t e r c e r a s del p l u r a l . T i e n e n las a n o m a l a s que se n o t a n c o n t i n u a c i n de cada u n o .
Acaecer. A concccr. Alborear. Amanecer. Anochecer. Conducir. ( S e r til p r o p o s i t o . ) Constar. ( S i g n i f i c a n d o ser claro manifiesto.") Convenir. ( Por ser importante.) Escarchar. Granizar. Helar. T o m a u n a i a n t e s d e la e e n e l p r e s e n t e d e i n d i c a t i v o y el f u t u r o d e s u b j u n t i v o . I m p o r t a r . ( En e l s e n t i d o d e ser conveniente.;) Llover. C o n v i e r t e la o e n ue e n e l p r e s e n t e de i n d i c a t i v o y e l futuro de subjuntivo. Lloviznar. Nevar. K c r i b e la /' a n t e s d e la e e n e l p r e s e n t e ' d e i n d i c a t i v o y e l l u t u r o d e snbjunlivii. Parecer. ( En vi s i g n i f i c a d o d e a f i r m a c i n d u d o s a . ) Relampaguear. Suceder. ( C u a n d o significa acaecer.) Tronar. Muda la o e n ue e n e l p r e s e n t e de i n d i c a t i v o y e l f u t u r o de subjuntivo. Ventear. Ventiscar.

H a i otros verbos q u e se usan en m a s t i e m p o s y p e r s o n a s que los a n t e c e d e n t e s ; p e r o son defectivos, por c a r e c e r d algunas. T a l e s son e s t o s : Abolir. N o es usado en el p r e s e n t e de i n d i c a t i v o , ni en los futuros del s u b j u n t i v o i m p e r a t i v o . Arrecirse. Solo esf en uso en el p r e t r i t o coexist e n t e , y lo mas en el f u t u r o a b s o l u t o de i n d i c a t i v o . Asir. R a r a vez se usa en la p r i m e r a p e r s o n a del p r e s e n t e de indicativo , y en t o d o el f u t u r o del m o d o subjuntivo. Cocer, que es p o c o usado en algunas de sus p e r s o n a s i r r e g u l a r e s , segn se n o t en la p g . 7 9 , lo es m u c h o menos en las dos p r i m e r a s del f u t u r o de s u b j u n t i v o ,

96

YERROS D E F E C T I V O S .

p u e s n u n c a oimos d e c i r , Nosotros cozamos, vosotros cozis. Erguir. N o se usa en el p r e s e n t e de indicativo , ni en el f u t u r o de s u b j u n t i v o , a u n q u e J o v e l l n o s dice en su e p s t o l a A Herminio:
l r g u c a l l a n e r o la c e u d a f r e n t e ;

m a s si yo t u v i e r a que u s a r esta p e r s o n a del p r e s e n t e de i n d i c a t i v o , p r e f e r i r a decir jet 'gue; no solo p o r q u e erguir parece que deba conjugarse como hervir, sino p o i q u dicha persona y Ja del singular del i m p e r a t i v o son u n a m i s m a en casi todos ios v e r b o s ; y en un v i l l a n c i c o m u n u s c r i l o del siglo X V I h e leido:
Yvrgiic , J u a n , el p e l o v escucha el rebato, que relumbra el cielo v se h u n d e e l h a l o ;

l o c u a l es i n d u d a b l e m e n t e el i m p e r a t i v o del v e r b o erguir, de r a r o uso e n t r e los a n t i g u o s , y m u c h o m a s en n u e s t r o s diaS. Nacer. E s m u i poco usado en la p r i m e r a p e r s o n a del s i n g u l a r del presente de i n d i c a t i v o , Yo nazco, y m e n o s en el s i n g u l a r del i m p e r a t i v o , Nace t, p o r q u en efecto apenas p u e d e o c u r r i r el h a b e r de e m p l e a r las en la conversacin. Placer. C a r e c e t a m b i n de Ja p r i m e r a p e r s o n a del s i n g u l a r del presente de i n d i c a t i v o , y casi solo se usa en la t e r c e r a , q u e es r e g u l a r , Place, y en las t e r c e r a s del s i n g u l a r de los siguientes t i e m p o s , siendo i r r e g u l a r en todas ellas : p r e t r i t o a b s o l u t o de i n d i c a t i v o , Plugo; f u t u r o de s u b j u n t i v o , Plegu Pleg, y t a m bin Plazga; (Plazca, dice M a r t n e z de la Rosa en Ja Eiela ele Hernn Prez del Pulgar, pg. 82.) fut u r o c o n d i c i o n a l , Pluguiere, y en Jos indefinidos, Pluguiera, .Pluguiese. P e r o puede usarse t a m b i n c o m o v e r b o r e g u l a r , en todas las p e r s o n a s del f u t u r o a b s o l u t o de i n d i c a t i v o : lo placer, t placers etc. S u s c o m p u e s t o s complacer y desplacer no son defee-

VERBOS

DEFECTIVOS.

PARTICIPIOS. VAS.

IR1IEG.

97

t i v o s , y siguen toda la conjugacin de los i r r e g u l a r e s de la tercera clase (pg. 71). Pacer ^ ^ ^ ^ Primera persona Raer ' ' ' ' ' " o ' ' P de i n d i c a t i v o , n i Roer i " ' ' ' ' s u b j u n t i v o ; y si alguno d e J ellos p u e d e usarse, es sin d u d a el v e r b o roer. Reponer. E n el sentido de replicar se usa solo en el p r e t r i t o a b s o l u t o de i n d i c a t i v o : repuse, repusiste , le repuso etc. Soler. n i c a m e n t e se halla e m p l e a d o en el presente de i n d i c a t i v o : Yo suelo, t sueles, l suele; Nosotros solemos, vosotros solis, ellos suelen; y en el p r e t r i t o coexistente : Yo sola , t solas etc. Taer no se usa a h o r a en la p r i m e r a persona del s i n g u l a r del presente de i n d i c a t i v o , la cual era i r r e gular e n t r e los a n t i g u o s , que la l o m a b a n del latin, diciendo tango. Yacer. G e r u n d i o , Yaciendo; i n d i c a t i v o , presente, Yo yazgo y yago a n t i g u a m e n t e , (ambos poco usados) li yaces e t c . ; p r e t r i t o coexistente, Yo yaca, t yacas etc.; f u t u r o a b s o l u t o , J o yacer, t yacers ce; f u t u r o c o n d i c i o n a l , Yo yacera , t yaceras e t c . ; s u b j u n t i v o , f u t u r o , Yo yazga, (yaga en lo a n t i g u o , com o lo h a usado a u n J o v e l l n o s :
o s t ; i n l l u ; i 1 u s n o s e n a C s i e s e n l e u r 0 c c

Yaga

e n austera r e c l u s i n sumirla;

y segn M e l n d c z en la elega I V del t o m o segundo, yazca) t yazgas etc.; f u t u r o c o n d i c i o n a l , Yo yaciere, t. yacieres etc.; indefinidos. Yo yaciera, yaciese etc.; i m p e r a t i v o , Yaz t, yaced vosotros.

Irregularidad

de algunos participios

pasivos.

F o r m a n de u n m o d o i r r e g u l a r el p a r t i c i p i o pasivo:
INFINITIVO. l'ARTICUMO I'.VSIY'O.

Abrir Cubrir

Abierto. Cubierto.

Decir

i)ieho.
7

9 8

PARTICIPIOS

P A S . ti! nice.

YERROS

CON

DOS

PART . PAS.

INFINITIVO.

TAI'.'I I C I t ' I O

I'VSIVO-

Kserilnr Hacer, Morir Poner i> i licsolver Satisfacer Solver Ver Volver

Escrito. Hecho. Muerto. Puesto. f Uesiielto r ., \ , "r


\ LIESOLULO.

. \ (anlic.)

Satisfecho. Suelto. Visto. Vuelto.

La m i s m a i r r e g u l a r i d a d siguen sus c o m p u e s t o s , si esceptamos bendecir, maldecir, inscribir, prescribir xproscribir, los cuales tienen un p a r t i c i p i o pasivo r e g u l a r , de que los p r i m i t i v o s carecen; y o t r o i r r e g u l a r c o n t r a c t o , cuyos caracteres son mas de n o m i n e adjetivo que de v e r b o , segn se dir en la S i n t a x i s . Y no son dichos verbos los nicos que estn dotados de dos p a r t i c i p i o s pasivos , sino' todos los de la lista q u e va c o n t i n u a c i n .
Infinitivn. \iisortarse (antic.) Abstraer Accender (antic.) A c e p lar Adquirir Abrumarse Alijir [antic.) Afligir Aguzar A hilarse Alertarse Angostar Astringir (antic.)
\ I CURLER

Part,

pasivo

rcg.

Par, tusivo

irreg.

vverter (antic.) endecir I arruncidar I '. i mar i .lucharse


1

o;o|KIGINAR

'

"pclcr

Absortado (antic.) Abstrado Arcendido (antic.) Aceptado Adquirido A lie ionado Alijido (antic) Afligido Aguzado A hilado A loriado Angostado Astringido (antic.) Atendido A vertido (antic.) bendecido Circuncidado Col mudo Combado Compaginado Competido

A hsorl o. A list i act o. Accenso. (antic.) Acoplo. Aclqusito. (antic.) Afecto. Afijo. A flic l o. (poco usado) Agudo. Ahilo.
Alerto.

Angosto. Astricto. Atento. A \ erso. (antic.) JSendilo. Circunciso. Colmo, (antic.) Combo. Compacto. Compulso.

VERBOS CON DOS PARTICIPIOS P A S I V O S .

99
irreg..

Infinitivo. Completar Comprender Comprimir Conceder Concluir Concretar Confesar Confundir Consumirse Contener Contentarse Contraer Contundir (Convelerse Convencer Convertir Convulsarse Corregir Corromper Corvar Crespar (antic.) Cruentar (antic.) Cuadrar Cultivar Densar Descalzar Desertar Desnudar Despertar Destruir Difundir Digerir Dirigir Dispersar Distinguir Dividir Elegir Enhestar Enjugar Erigir Esceptar E s c luir Escretar Escnlar Espelcr Espesar

Part.

pasivo

rcg.

Part.

pasivo

C omplelado Comprendido Comprimido Concedido Concluido Concretado Confesado Confundido Consumido Contenido Contentado Coutraido Contundido Convelido Convencido Convertido Convulsado Corregido Corrompido Corvado C r e s n a d o (antic. ) Cruentado (antic.) Cuadrado Cultivado Densado Descalzado Desertado Desnudado D e s p e i i ado Destruido Difundido Digerido Dirigid o Dispersado Distinguido Dividido Elegido Enhestado En j u g a d o Erigido Esceplado Escluido Escretado Escolado Espelido Espesado

Completo. Comprenso. Compreso. Conceso, (antic.) Concluso. Concreto. Confeso. Confuso. Consunto. Contento, (antic.) Contento. Contracto. Contuso. Convulso. Convicto. Converso. Convulso. Correcto. Corrupto. Corvo. Crespo. Cruento. Cuadro. Culto. Denso. Desca 7.0. .Desierto. Desnudo. Despierto. Dcslrueto. (antic.) Difuso. Digesto, (antic.) Directo. Disperso. Distinto. Diviso. Eleclo. Enhiesto. Enjuto. Erecto. Esecplo. Escluso. Escreto. Esento. Espulso. Espeso.

7*

100
Infinitivo. Espresa r Entender Esthiguir Estraer Estrechar Estreir Eximir Faltar Favorecer Fechar F'ijar Fingir F rehi l a r ta r

YKI1DOS QUE T I E N E N

Par,

pasivo

reg.

Part.

pasivo

ir,

Espresado Espreso. Estendido Estnse Estinguido Estinto.' Estraido Estrado. Estrechado Estrecho. Estreido Estricto. Eximido Exento. Faltado Falto. Favorecido FavoritoFechado Fecho. Fijado Fijo. Fingido Ficto: Freido Frito. 1 [arlado Harto. Iludir (anlic.) I l u d i d o (antic.) Iluso. Imprimir Imprimido Impreso. Improvisar Improvisado Improviso. Incluir Incluido Incluso. Incurrir Incurrido 1 ocurso. Ifldccidirse (tlesus.") I n d e c i d i f l o ( d e s u s . " ) I n d e c i s o . I n d c l ' e n d e r ( / ; o c o us.) I n d e l e n d i do [poco u s.) l n d e f e n so lnfa'tado Infartar Infarto. Infectado Infectar Infecto. Inficionar Inficionado Infundir Infundirlo Infuso. Ingerir Ingerido Ingerto. Ingertar Ingerlad Inscribirlo Inscribir Inscrito. Inserido (anlic. Inserir (antic.) Inser 0. Insertado Insertar Instruido Instruir Inslr'itclo. (antic. Interrumpido Interrumpir Interroto. [antic. Intocar (desusado) Intor ,u\i>(des usado) Inlacto Intrusarse Intrusado Intruso, Invertir I n v erlirlo l i i v e rso. Juntar Juntarlo .1 u n t o . Limpiar -Lim piarlo Limpio. Maldecir Maldecirlo Maldito. Mab|iiistarlo Malquisto. Malquistar Manifestado Manifiesto. M a n i (oslar Marchitado Marchito. Marchitar Merecido Mrito, (antic.) Merecer Mutilarlo Mutilo. Mutilar Nacido Nato. Nacer Nublarlo Nublo. Nublar Ocultado Oculto. Ocultar

POS PARTICIPIOS PASIVOS. Infinitivo. Omitir primir Oscurecer Pasar Perfeccionar Permitir Pervertir P p l u c i o n a r ( p o c o US .) Poseer Prender Prescribir Presumir Pretender Proferir Profesar Propender Proscribir Prostituirse Proveer Raer Ranciarse Rarefacer Recluir Reflejar Refriugir Repletar Restringir Rizar Romper Salpresar Salvar Secar S e l e g i r (no usado) Sepultar Situar Soltar Sujetar Suprimir Surgir Suspender Sustituir Tender Teir Torcer Vaciar Zafarse Pcirt. pasivo reg. Part. pasivo

101
irreg.

Omiso. Omitido Opreso. Oprimido Oscuro. Oscurecido Paso. Pasado Perfecto. Perfeccionado Permiso, (uulic,) Permitido Perverso. Perv ertido P o l u c i ' o n a ( l o ( / W O ., ) P o l u t o . Poseso. Poseido Preso. Prendido P r e s e rito. Prescriliido Presunto. Presumido pretenso. Pretendido Proferido Proferto, (antic.) P r o fosado Profeso. Propendido Propenso. Proscrihido Proscrito. Prostituido Prostituto. Provisto. Provedo Raso. Raido Ranciado Rancio. Rarefacto. Rarefacido Racluso. Recluido Reflejo. Reflejado R efringido Refracto. Repletado Repleto. Restricto. Restringido Rizo. Rizado Piompid o Roto. Salpresado Salpreso. Salvo. Salvado Seco. Secado S e l e g i d o (no usado) S e l e c t o . Sepultado Sepulto. Sito. Situado Soltado Suelto. Sujeto. Sujetado Suprimido Supreso. Surto. Surgido Suspenso. Suspendido Sustituto. Sustituido Tenso. Tendido Tinto. Teido Tuerto. Torcido \ aeio. Vaciado Zafo. Zafado

102 CAPTULO X.

DE LAS PARTCULAS INDECLINABLES, S DECIR, DEL ADVERBIO , DE LA PREPOSICIN, DE LA CONJUNCIN '. Y DE LA INTERJECCIN.

TODOS los g r a m t i c o s l l a m a n indeclinables estas p a r t c u l a s , p o r carecer de la declinacin inflexin, q u e h a l l a m o s en el n o m b r e y en el v e r b o , p u e s si bien falta n u e s t r o n o m b r e la diversidad de casos q u e tiene el de los griegos y l a t i n o s , n o deja de t o m a r n u e v a t e r m i n a c i n p a r a significar el p l u r a l , y son m u c h o s los adjetivos que tienen una p a r a cada gnero, A l g u n a s no merecen c i e r t a m e n t e el n o m b r e de partculas ( p a r t c c i l l a s ) , p u e s a d v e r b i o s hai en castellano de nueve y de mas s l a b a s , cuales son impertincntsirnamenlc, contrarevolucionariamenle. Pero escepcion de las que p u e d e n r e p u t a r s e c o m o dicciones c o m p u e s t a s , todas las p a r t c u l a s son p a l a b r a s c o r t a s , y no debe p a r e c e r e s t r a o q u e se Jas distinga con u n n o m b r e q u e conviene todas las p r e p o s i c i o n e s , las conjunciones mas u s u a l e s , Jas interjecciones y Ja m a y o r p a r t e de Jos a d v e r b i o s .

Del

adverbio.

L l m a s e de esta m a n e r a p o r q u se j u n t a con c u a l q u i e r a p a l a b r a , (ad verbum) esto e s , con c u a l q u i e r a p a r t e de Ja oracin , m e n o s con Jas conjunciones interjecciones , p a r a modificar su significado en v i r t u d del q u e tiene eJ m i s m o a d v e r b i o . E n Poco diestro; hablaste bien; menos prontamente; mas hacia el bosque , Jo v e m o s en efecto j u n t o con u n n o m b r e , con un v e r b o , con o t r o a d v e r b i o y con u n a p r e p o s i c i n . C o n o c e r q u a d v e r b i o s son de l u g a r , de t i e m p o , de cantidad etc. e t c . , es m a s p r o p i o del estudio de Ja lengua en Jos a u t o r e s y en los d i c c i o n a r i o s , q u e de las nociones generales q u e deben darse en la grama-

OEL A D V E H I I I O .

I 03

tica. E n esta basta o b s e r v a r , que los ha i simples, c o m o antes, no, nunca, s; y que otros son compuestos, v. g. dems, tamlnen. La m a y o r p a r l e de los l t i m o s se forma de ios adjetivos , aadiendo mente su t e r m i n a c i n f e m e n i n a : de discreto , fuerte, hbil s a len discretamente, fuertemente, hbilmente. Sin e m b a r g o , hai que atenerse al uso p a r a la admisin de los adverbios as f o r m a d o s , p o r q u l admile desgraciadamente y santamente , y no ha q u e r i d o aun d a r e n t r a d a malhadadamente y beatamente. Estos adverbios ni significan , ni son otra cosa que la terminacin femenina de los a d j e t i v o s , que concierta con el a b l a t i v o latino mente; p o r lo que pamente, pru.de/itemenle no significan m a s q u e con pin mente, con prudente mente , m a s b i e n , de un modo pi, de un modo prudente. E n los derivados de Jos n u m e r a les ordinales de los adjetivos que espresan o r d e n , l u g a r t i e m p o , h a l l a m o s la idea de su o r i g e n . P o r e j e m p l o : Tratemos primeramente, esto e s , e/i primer lugar; He tenido ltimamente carta suya , es decir, en los ltimos das , por el ltimo correo. O t r o s son v e r d a d e r o s n o m b r e s , ora s u s t a n t i v o s , o r a adjetivos, q u e se e m p l e a n a d v e r b i a l m e n t e , como claro, junto , mal, presto , pronto, solo , tarde e t c . , los c u a les no pueden distinguirse mas que p o r su colocacin y significado. C u a n d o digo , El paseo me ha probado mal; tarde nos veremos, uso a d v e r b i a l m e n t e Jas v o zes mal y larde , que son sustantivas en estas frases, El mal se le agrava; la tarde est fresca; y en esta o t r a , Mal ejemplo nos ha dado, llena mal las f u n ciones de adjetivo. H a i p o r fin frases m o d o s a d v e r b i a l e s , que se c o m ponen de dos mas d i c c i o n e s , as deshora, duras penas, de veras, mal de su grado, por acaso etc. Los a d v e r b i o s tienen los m i s m o s grados de c o m p a racin y con las idnticas i r r e g u l a r i d a d e s , que los adjetivos que con ellos dicen r e l a c i n . l i e c o r d a n d o pues lo que sobre los c o m p a r a t i v o s y s u p e r l a t i v o s se ha

0*1

ni:i.

AnvKiir.io.

dicho en cJ c a p t u l o ITT, es fcil c o n o c e r , q u e de velozmente se forman mas menos velozmente, mu velozmente velocisimamente; de afablemente, mas afablemente, mu afablemente afabilisimamenle; de sabiamente , mas sabiamente , mu sabiamente sapientsimamente ; de altamente, mas altamente superiormente , mui altamente altisimamcnte el s u p e r l a t i v o supremamente es m u i p o c o usado); de bajamente, masbaj cimenten inferiormente, mui bajamente, baj simamente nfimamente de bien buenamente, mas bien mejor, mui bien ptimamente; de grandemente , mas grandemente superiormente, mui grandemente grandsimamcnle. ( E l superlativo mximamente casi n u n c a se u s a , y mas bien se h a l l a el m i s m o mxime l a t i n o , a u n q u e solo en la c o n v e r sacin f a m i l i a r , como c u a n d o dona I r e n e dice en el acto I escena I V del Si de las nias de M o r a t i n : No es maravilla que cuanto hace y dice, sea una gracia, y m x i m e los ojos de usted, que tanto se ha empeado en favorecerla.) De mal malamente, mas mal 6 peor , mui mal, malisimarnente psimamente; de mucho, mas , (nunca se dice mas mucho) muchsimo, y r a r a s vezes mui mucho; y de poco, menos, (mas poco no est casi en uso) mui poco poqusimo, pero nunca mnimamente. Si el uso ha i n t r o d u c i d o algn a d v e r b i o s u p e r l a t i vo en simamente , obsrvese que se deriva s i e m p r e de un n o m b r e en simo, segn se nota en m u c h o s de Jos c i t a d o s , y en mil o t r o s , v. g. pronto, mui pronto prontisimamenle. E n Jos dems hai que c o n t e n t a r s e con el s u p e r l a t i v o c o m p u e s t o deJ a d v e r b i o y la p a r t c u l a mui, v . g. cerca., mas cerca, mui cerca; lejos, mas lejos, mui lejos ; p o r q u n o p u e d e decirse cerquisimamente n i lejsimamente. U s a m o s con todo de lejisirnos c o m o s u p e r l a t i v o , p e r o solo en el l e n guaje familiar. l i a r a vez sacamos los a d v e r b i o s de n o m b r e s a u m e n tativos d i m i n u t i v o s , q u e en tal caso r e t e n d r a n la

ITET.

A P V F . R 1 U 0 . T*E I.A PREPOSICIN.

105

fuerza de su o r i g e n ; y los pocos adverbios de a u m e n to d i m i n u c i n que ha a d m i t i d o el u s o , vienen m a s bien de o t r o a d v e r b i o simple , que de un n o m b r e , v . g. cerquita, lejitos. De los a u m e n t a t i v o s y d i m i n u t i v o s preferimos f o r m a r frases adverbiales , cuales son, lo valentn, hurtadillas , de puntillas.

De la

preposicin.

L l a m a m o s preposiciones u n a s pocas p a r t c u l a s de significado bastante v a g o , que espresan i n d i s p e n s a b l e mente la relacin e n t r e dos p a r t e s de la o r a c i n , contribuyendo < fijar el sentido en que se toma cada u n a de e l l a s , si son p a l a b r a s de m u c h a s acepciones. Dormir sobre un negocio, significa p e n s a r l o m a d u r a m e n t e , y, Dormir sobre las tablas, q u i e r e decir entregarse al sueo en un suelo de m a d e r a , sobre un t a b l a d o sin c o l chones ni jergn alguno. Este ejemplo d e m u e s t r a , q u e la preposicin sobre , mas de enlazar los n o m b r e s negocia y tablas con dormir, p a r a que resulte u n a oracin de Jo que antes no Ja f o r m a b a , (Dormir las tablas) de Jo q u e d e n o t a b a una cosa inui diversa, (Dormir un negocio) nos indica Ja acepcin en que t o m a m o s cada vez el v e r b o dormir. N a d a lia p o d i d o hacer Ja preposicin respecto del n o m b r e negocio, p o r q u su significado a d m i t e poca v a r i a c i n ; p e r o ha c o n t r i b u i do fijar el de las tablas, q u e denota a q u u n a cosa m u i diferente que en la frase, Salir las tablas, y en ninguna de Jas dos lo m i s m o q u e en,Jugar las tablas. .Pueden sacarse de lo dicho Jos c a r a c t e r e s de la p r e posicin y sus p r i n c i p a l e s diferencias del a d v e r b i o , con el que suelen c o n f u n d i r l a algunos. P r i m e r o : Ja p r e posicin une y afecta dos p a r t e s de Ja o r a c i n , m i e n tras el a d v e r b i o puede modificar solo u n a . C u a n d o digo, Has peleado valientemente, q u e d a c a b a l la sentencia; p e r o si d i j r a m o s , Has peleado con, esta p a r t c u l a e x i gira que aadisemos el sugeto con quien has t e n i d o Ja p e l e a , v. g. lias peleado con los enemigos. Segn-

106

ni', I.A P R E P O S I C I N .

d o : m u c h a s de las preposiciones tienen una significacin bastante v a g a , y nunca tan d e t e r m i n a d a c o m o los a d v e r b i o s , segn lo h a r ver en la Sintaxis. El t e r cer carcter de la m a y o r p a r t e de las p r e p o s i c i o n e s , (por mas que los idelogos y etiinologistas las c r e a n n o m b r e s a n t i c u a d o s , fragmentos de nombres) es el deberse r e p u t a r ahora como vozes simples p r i m i t i vas ; lo que no p u e d e aplicarse los a d v e r b i o s , q u e son casi t o d o s , d e r i v a d o s , c o m p u e s t o s , y algunos verdaderos nombres empleados adverbialmente. N i obsta p a r a que j u z g u e m o s la n a t u r a l e z a de las preposiciones diferente de la q u e tienen los a d v e r b i o s , q u e p u e d a n resolverse estos p o r u n a preposicin y u n n o m b r e , v, g. Pensar cuerdamente, esto es, con cordura; obrar concertadamente, , de concierto; suceder casualmente , es d e c i r , por casualidad. Esto confirma c a b a l m e n t e mi doctrina ; p o r q u si no p u e d e d u d a r s e , q u e s u p l i e n d o estas preposiciones y n o m b r e s los a d v e r b i o s respectivos , modifican c o m o ellos Jos v e r b o s q u e a c o m p a a n , m e n o s duda cabe en q u e e n lazan p o r precisin Jos sustantivos con los v e r b o s ; oficio q u e nadie ha soado jamas a t r i b u i r los a d v e r b i o s . L o nico que de esto debe i n f e r i r s e , es q u e apenas h a i a d v e r b i o que no p u e d a resolverse p o r una p r e p o s i c i n y u n o mas n o m b r e s , c o m o ///'por en aquel lugar, abajo p o r en la parte inferior, cuando p o r en el tiempo que, indudablemente p o r sin duda etc. C o n estos a n t e c e d e n t e s , me p a r e c e que solo deben clasificarse e n t r e Jas p r e p o s i c i o n e s las siguientes p a r t c u l a s : , ante, bajo, con, contra, de, desde, en, entre, hacia, hasta, para,por, segn, sin, so, sobre y tras. O m i t o antes, cerca, despus y detras, pesar de que las r e p u t a n como preposiciones casi todos los g r a m t i c o s , p o r q u despus de unidas dichas p a r t c u las al v e r b o , no se advierte que falte nada p a r a el b u e n sentido de la oracin , v. g. liemos observado antes; lia quedado cerca; Te lo contar despus; Deltas viene. V e r d a d es q u e p a r e c e n p r e p o s i c i o n e s en

DE I -A 'PREPOSICIN.

D E L A CONJUNCIN.

107

algunas frases, c o m o en estas, Hemos observado antes de.ahora;Ha quedado cerca de la ermita; Te lo contar despus de la cena; Viene detras de nosotros; Jo cual sucede t a m b i n con infinitos otros a d v e r b i o s , v. g. Ha obrado correspondientemente i su clase , , separadamente de los suyos; Delante de testigos; Dentro de la casa; Ademas de los peones; Fuera del parque; Lejos de mi tal pensamiento. Esto solo p r u e b a q u e p a r a j u n t a r o t r a idea a" la del a d v e r b i o , t e n e m o s que agregar algo en ciertos casos; p e r o las p r e p o s i c i o n e s r e c l a m a n siempre semejante c o m p l e m e n t o , Si no Jo liai e n , Habla bajo, es p o r q u bajo no es aqu' p r e p o s i c i n , sino a d v e r b i o q u e significa en voz baja. Dgase, El hijo menor est bajo, y n o t a r e m o s al m o m e n t o la necesidad de a a d i r , la autoridad paterna, alguna circunstancia parecida.

De la

conjuncin.

L a s p a l a b r a s q u e sirven p a r a espresar la relacin q u e hai e n t r e las partes de la oracin e n t r e los i n cisos del d i s c u r s o , sin modificar el significado de las dicciones ni c o n t r i b u i r p a r a fijarlo, llevan el n o m b r e de conjunciones. Son copulativas las q u e espresan la s i m p l e r e u n i n de dos p e n s a m i e n t o s , cuya clase pertenecen y , , tambin, p a r a a f i r m a r ; ni, tampoco, p a r a n e g a r ; y que, p a r a j u n t a r los dos t r m i n o s de una c o m p a r a c i n , los verbos d e t e r m i n a n t e s con sus d e t e r m i n a d o s . Las disyuntivas sirven p a r a la separacin a l t e r nativa de los p e n s a m i e n t o s , y p o r el segundo de estos oficios t o m a n el n o m b r e de distributivas. T a l e s son, o', , ora, ahora, ya, bien, que, siquiera y sea que. _ Con Jas adversativas se d e n o t a oposicin c o n t r a r i e d a d , oficio q u e d e s e m p e a n pero, empero, mas, con iodo, sin embargo , aunque, bien que, cuando, sino etc. I n c l u y e n condicin las condicionales, en c u y o n m c -

108

DF. l.A C O N J U N C I N .

lili I.A INTKIUECCION .

r o deben contarse s, como, cuando , con ai t/ue etc. Las comparativas espresan Ja c o m p a r a c i n e n t r e los p e n s a m i e n t o s , y esto hacen como, as, asi como, tal corno, segn, y otras frases, con que esplicamos Ja semejanza de u n a cosa con o t r a . A p r o v e c h a n Jas causales p a r a significar la causa m o t i v o de una p r o p o s i c i n , como porqu, pues,puesto que , ya que etc. L a s finales sealan el fin objeto del p e n s a m i e n t o , segn o hacen para que, fin de que etc. L a s ilativas a c o m p a a n la ilacin consecuencia q u e se saca de las p r e m i s a s sentadas , p a r a lo c u a l u s a m o s de pues, por tanto, por lo mismo, de consi^ guente etc. Con las continuativas , v. g. as que, mas de, de-mas de, entre tanto, otros ele., p r o s e g u i m o s el d i s c u r s o y solemos a n u d a r unas clusulas con o t r a s .

De la

interjeccin.

Se distinguen con el n o m b r e de interjecciones ciertas p a l a b r a s frases m u i c o r t a s , con q u e e s p r e s a m o s r p i d a m e n t e los m o v i m i e n t o s afectos del n i m o . C o m o son de o r d i n a r i o u n a manifestacin r e p e n t i n a de Ja pasin q u e nos a g i t a , pende m u c h o su significado del t o n o con q u e Jas p r o n u n c i a m o s , de Ja a c cin con que las a c o m p a a m o s ; y as es que u n a m i s m a voz sirve p a r a espresar afectos m u i diversos. Con Ja ai nos a l e g r a m o s unas vezes, o t r a s nos e n t r i s t e c e m o s ; en estas d a m o s e n t e n d e r mofa s o r p r e s a , y en a q u e l l a s n u e s t r o h o r r o r y e s p a n t o . Con la he a m e n a z a m o s , l l a m a m o s la atencin d e n o t a m o s no h a b e r e n t e n d i d o lo que se nos d i c e , segn los casos, v a r i a n d o Ja inflexin de la voz el gesto. Con t o d o , m u c h a s estn destinadas manifestar este el o t r o afecto con a r r e g l o lo establecido en la clasificacin q u e sigue. E s p r e s a n a d m i r a c i n , h o r r o r , dolor pesar estas, Ah, ai, ascuas, hola, oh, caramba, cspila , caer-

Dli LA IN'l'iai.lKCCIOX.

I0!)

po de Dios, Dios rnio, Jess, mal pecado, soga, vlgame Dios. A l e g r a , Ah , ai, ea , hola , lio , bravo , bueno, vaya, viva. A m e n a z a , enfado i n d i g n a c i n , Ah, ai, he, oh,ya, ya ya , aparte , fuera , oxlc , quita , soga , vaya. A p r o b a c i n , Bien , mui bien , bravo , bueno, bueno bueno , grandemente , lindo , vaya. B u r l a y escarnio , Ai, ha , hahe , hi, hi hi, ta , ta ta , tale , ya , pues ya. D e s a g r a d o p o r p e r c i b i r un m a l o l o r , Puf, peste. Deseo , As, ojal, haga Dios,plegu Dios, quiera Dios. S i r v e n p a r a a n i m a r , Ea, sus, nimo, vamos, vayai P a r a c o n t e n e r , Hola , la , late , cuidado , guarda, guarle, q u e es c o n t r a c c i n de gurdale, y vaya. P a r a i m p o n e r s i l e n c i o , Chito, chilon, callar, si-^ lene lo , punto en boca. P a r a l l a m a r Ja atencin , Ce, ea, ho he, hola, to^ afuera, agua va, cuidado, guarda, plaza. P a r a detener las c a b a l l e r a s , Xo So, y J I . T R A h a cerlas a n d a r , arre. P a r a manifestar que se r e c u e r d a alguna cosa q u e se viene de r e p e n t e en c o n o c i m i e n t o de e l l a , Ta, tute. S o b r e las interjecciones poco mas liai q u e a a d i r : n o sucede lo m i s m o respecto de las o t r a s p a r t c u l a s i n d e c l i n a b l e s , cuyos usos y significados e s p o n d r d e t e n i d a m e n t e en Ja p a r t e q u e sigue.

TARTE

SEGUNDA.

SINTAXIS.
ESPLCASE en la Sintaxis el u s o , colocacin y v a r i a ciones q u e tienen en el discurso las diversas p a r t e s suyas q u e van hasta a q u analizadas. Si me e m p e a s e en s e a l a r todas las c o m b i n a c i o n e s q u e p u e d e n darse las p a l a b r a s en la v a r i a d a , rica y l i b r e lengua e s p a o l a , quiz no b a s t a r a u n v o l u m e n diez vezes m a y o r q u e e s t e , y al c a b o no h a b r a a g o t a d o Jos tesoros de t a n a b u n d a n t e m i n e r o . M e l i m i t a r p o r t a n t o los m o d i s m o s m a n e r a s de h a b l a r m a s u s u a l e s , dejando los o t r o s al c u i d a d o del m a e s t r o y Ja c o n s t a n t e a t e n cin del d i s c p u l o . A l m o m e n t o q u e t r a t a m o s de e s p r e s a r u n p e n s a m i e n t o , lo q u e en lenguaje g r a m t i c o se l l a m a formar una oracin, h a l l a m o s que Jas p a r t e s q u e la c o m p o n e n , g u a r d a n todas cierta dependencia m u t u a , es decir, q u e u n a s rigen o t r a s , y q u e las d e c l i n a b l e s se c o r r e s p o n d e n concuerdan en sus v a r a s t e r m i n a c i o n e s . E x a m i n e m o s p u e s ante t o d o lo que es rgimen y concordancia, y h e c h o e s t o , r e c o r r e r e m o s Jas p a r t e s de Ja oracin p o r el m i s m o orden q u e o c u p a n en la A n a l o g a , p a r a sealar su sitio en el d i s c u r s o , y las a l t e raciones q u e p u e d e n sufrir en su e s t r u c t u r a y signific a d o segn la m a n e r a con q u e estn colocadas.

CAPTULO
T)F.r- I1KCIMF.N Y

I.

LA CONCORDANCIA.

Rgimen es la dependencia que una p a r t e de l oracin tiene de otra : llmase esta la i/ue rige , y aquella la regida. Regir es segn e s t o , p e d i r la diccin p r i n c i p a l , q u e se halle en tal m o d o en tal tiemp o Ja q u e de ella p e n d e , (3 bien r e c l a m a r tal a d v e r b i o , tal preposicin tal conjuncin, p a r a q u e logremos espresar n u e s t r o s j u i c i o s , sin desviarnos de las reglas del buen lenguaje. En Ja s e n t e n c i a , La mano del Criador sac los hombres de la nada, decimos que la mano rige. Ja p r e p o s i c i n de y p o r su m e d i o el s u s t a n tivo Criador, no menos que el p r e t r i t o a b s o l u t o de i n d i c a t i v o saed, el cual rige p o r su p a r t e la p r e p o s i cin A y con ella el caso objetivo los hombres, al m i s m o t i e m p o que la preposicin de y el n o m b r e la nada, p a r a c o m p l e m e n t o de la idea que nos h a b a m o s p r o puesto enunciar. Las palabras, que pueden regir o t r a s , son el n o m b r e , el V e r b o , las preposiciones y las conjunciones; p e r o ninguna rigen los adverbios ni las interjecciones, salvo la ai en ciertos casos. L a a r m o n a de las diversas t e r m i n a c i o n e s de las p a l a b r a s declinables constituye la concordancia , la cual es la c o r r e s p o n d e n c i a que g u a r d a n e n t r e s los n o m b r e s , c o n c e r t a n d o en gnero y n m e r o , bien estos con el v e r b o , conviniendo en n m e r o y p e r s o n a . E n razn de esta conformidad d e c i m o s , ln /ero leopardo le acometi; Los juezes me hicieron caritis preguntas intempestivas; lo estudio; t juegas; vosotros corris. E n estas frases es evidente que no puede M E nos de decirse', //ero y acometi, p o r ser leopardo m a s c u l i n o , u n o s o l a m e n t e y de la t e r c e r a persona del s i n g u l a r : siendo m u c h o s ios jucze.s y de Ja tercera persona del p l u r a l , el v e r b o hacer ha de estar en la misma : al n o m b r e sustantivo p l u r a l preguntas del

1 1 '2

DI: L A coNc.or.DANCIA.

gnero femenino c o r r e s p o n d e n los adjetivos varias intempestivas de su gnero y n m e r o ; y yo, t y vosotros deben c o n c e r t a r r e s p e c t i v a m e n t e con Jas t e r minaciones de la p r i m e r a y segunda p e r s o n a del s i n g u l a r , y la segunda del p l u r a l de los verbos estudiar, jugar y correr. D e l q u e falta estas reglas de la b u e na c o n s t r u c c i n , se dice que c o m e t e solecismos. Cervantes era s o b r a d o descuidado en Ja correccin p a r a q u e estrafiemos h a l l a r en s u Don Quijote los siguient e s : Si las nubes de polvo... no les t u r b a r a y cegara la vista; Los encamisados era gente medrosa; Les sirvi de peine unas manos; L^es sucedi cosas; V l g a t e mil satanases; El peligro en que me p u s i e r o n haberlas leido; Se le vino la imaginacin las encrucijadas etc. El m i s m o desalio y falta de lima se notan en el Tratado de la regala de Espaa por Campomnes, de donde he e s t r a c t a d o los pasajes que siguen : Estos dos actos.... es la potestad verdadera de la Iglesia; Aquellas reservas... no se p u d o hacer con derecho; Estas confirmaciones reservadas no es un derecho nuevo; Por punto general se reserv la cmara hacienda apostlica los cspollos. A M o n e a d a , a u n q u e m a s c o r r e c t o que estos a u t o r e s , tambin se le escap el solecismo, Se t u v o nuevas de la. liga, q u e de ningn m o d o debe escusarse. Si dos m a s n o m b r e s del s i n g u l a r , unidos p o r a l g u n a conjuncin , rigen u n v e r b o , debe estar en p l u r a l , y t a m b i n el adjetivo q u e ellos se r e f i e r e : La hermosura, y brillantez d e s l u m b r a d o r a s del trono nos s e d u c e n ; IV i la amistad, ni la compasin t e n a n cabida en su. pecho. L o p r o p i o sucede c u a n d o solo Jiai un s u s t a n t i v o , si se s o b r e n t i e n d e a d e m a s o t r o , c o m o e n , El ejrcito de Valencia y Murcia estaban en marcha, p o r q u la oracin c o m p l e t a s e r a , El ejrcito de Valencia y el ejrcito de Murcia etc. Con m u c h a m a s razn ha de estar el v e r b o en p l u r a l , c u a n d o u n o de los s u p u e s t o s es de este n m e r o ; sin que h a y a n e cesidad de r e p e t i r el v e r b o en el s i n g u l a r p a r a r e f e -

DK

LA

CONCORDANCIA.

13

r r l o al n o m i n a t i v o singular , como con cierta afectacin lo hizo C e r v a n t e s d i c i e n d o : i los consejos y compaa del maestro Elisabal le fu y le fueron de mucho provecho. E l nico caso en que dos mas n o m b r e s del n m e r o s i n g u l a r , j u n i o s p o r medio de alguna c o n j u n c i n , llevan el v e r b o en dicho n m e r o , e s , si este los precede con cierto c a r c t e r de i m p e r s o n a l . S o l o p u e d e d e c i r s e , Se vende mucho vino y aceite; y, El vino y el aceite se venden bien. P e r o si el v e r b o no se a n u n cia como i m p e r s o n a l , p o r m a s que se halle a n t e p u e s to m u c h o s n o m b r e s s i n g u l a r e s , p u e d e usarse de c u a l q u i e r a de los dos n m e r o s : p o s p u e s t o , ha de ir i n d i s p e n s a b l e m e n t e al p l u r a l . P u e d e d e c i r s e , Falla, b i e n , Faltan la dedicatoria y la portada; m a s inv e r t i d o el o r d e n , solo estar b i e n , La dedicatoria y la portada faltan. N o puede p o r t a n t o d i s i m u l a r s e al a u t o r del Don Quijote, que d i j e r a , A los que Dios y naturaleza hizo libres; Aunque' a hambre y desnudez p u d i e r a fatigarnos ; y , La hora, el tiempo, la soledad, la voz y la destreza del que cantaba, caus admiracin. E n dichas frases d e b a estar el v e r b o en p l u r a l , y t a m b i n d e b a estarlo el adjetivo tabernario en la pg. I X del n u e v o p r l o g o q u e va al frente del t o m o segundo de las o b r a s de M o r a t i n ( e d i c i n de 1830) donde d i c e : Personajes y estilo tabernario. D e esta m a n e r a el e p t e t o califica solo el e s t i l o , y no el estilo y los p e r s o n a j e s , segn lo pide la sentencia. E n u n escritor tan c u l t o y l i m a d o c o m o M o r a t i n no p u e d e n suponerse descuidos de esta c l a s e , y c u a n d o o c u r r e n , debemos estar segures de que son y e r r o s de i m p r e n t a . I m p o r t a p o c o p a r a la observancia de lo que a c a b a m o s de s e n t a r , q u e el segundo n o m b r e de la serie est en el n m e r o p l u r a l , pues no hai i n c o n veniente en d e c i r , No era (, No eran, segn lo ha p u e s t o N a v a r r e t e ) ciertamente a adulacin, ni los respetos debidos estos altos personajes , los que dictaban etc. Aunque ya les causaba (dice M a r t n e z de la

I I 'I

1)1' I. A r .ONCHIDANCU .

R o s a en la Vida de Hernn Prez del Pulgar, pg. 11) no pequeo embarazo.... lo agrio y estrecho de las sendas , las cargas y el fardaje. E n lo cual disconvengo e n t e r a m e n t e de Clemencin , tpie sienta en la pg. 3 I > del t o m o 3 de su Comentario, que hizo mal C e r v a n tes en d e c i r : Lo mismo confirm Crdenlo, j). Fernando y sus enmaradas, p u e s el uso no sufre que un verbo est en singular, cuando alguno de los supuestos est, en plural corno aqu. A mi m o d o de e n t e n d e r el uso y la prctica de los mejores escritores, antiguos y m o d e r n o s , estn c o n t r a el aserto de C l e m e n c i n . N o es aplicable esta regla Jos casos en que se aglom e r a n m u c h o s n o m b r e s como s u p u e s t o s del v e r b o , si van s u e l t o s , y no enlazados p o r conjuncin a l g u n a . E n t o n c e s el v e r b o , ora los preceda , ora los s i g a , p u e de ponerse i n d i s t i n t a m e n t e en c u a l q u i e r a n m e r o . E s t a r bien d i c h o , Ninguna especie de ambicin , ninguna mira de provecho personal le escitaba en mi espritu, segn hallo en J o v e l l n o s ; b i e n , le cscit a b a n en mi espritu; p e r o prubese a a d i r c u a l q u i e r a conjuncin entre los s u s t a n t i v o s , y se n o t a r a la necesidad del p l u r a l . Ninguna especie de ambicin y ninguna mira de provecho etc. Ni la ambicin, ni el. provecho etc. La ambicin el provecho e t c . : todos estos tres giros p e d i r a n que se dijese, le escitaban. El m i s m o a u t o r p u s o continuacin de la clausula a n tedicha esta o t r a : Escitbanle solamente el ardiente amor que profeso mi patria , y la esperanza de los grandes bienes etc. M a s difcil es a t i n a r con Jo que conviene h a c e r , c u a n d o la conjuncin retine n o m b r e s de diversos g n e r o s , y acaso de n m e r o s t a m b i n diversos. E l a d j e t i v o q u e ellos se refiere, va entonces en p l u r a l y en la t e r m i n a c i n masculina , n o ser q u e se halle j u n t o al n o m b r e femenino p l u r a l , y el m a s c u l i n o est mas r e m o t o y en s i n g u l a r . A s lo p r u e b a n los ejemplos siguientes sacados de las o b r a s de J o v e l l n o s : Si hubiese incurrido en algn error o equivocacin , eso

DE L A C O N C O R D A N C I A .

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tar pronto (i r e t r a c t a r l o s ; La causa, del mrito y la inocencia ultrajados y p e r s e g u i d o s ; Dejando sembrados el rencor y la fidelidad en el corazn de sus hijos cautivos. P e r o p o r m u c h a preferencia q u e h a y a de darse al s u s t a n t i v o m a s c u l i n o , no d e b e r ser el adjetivo de este g n e r o , si tiene m a s i n m e d i a t o u n n o m b r e femenino del n m e r o p l u r a l , y m u c h o m e n o s si son f e m e n i n o s , a u n q u e s i n g u l a r e s , todos los s u s t a n tivos que el adjetivo califica. Solo p u e d e n salvarse, m i r n d o l o s como descuidos del a u t o r del i m p r e s o r , estos pasajes del m i s m o J o v e l l n o s : Siendo tan encontrados las costumbres, los derechos, lasprerogaivas y los intereses de tantas provincias; C e r r a d o s para ellos sus casas y pueblos de naturaleza; All no haba otra defensa ni seguridad que Jos que ofreca su situacin. N o puede recaer igual censura s o b r e esta locucin de M a r t n e z M a r i n a : Egipto y frica quedaron vencidas y sujetas al re de Babilonia, p o r q u se entiende que h a b l a de Jas provincias de Egipto y A frica; y menos sobre esta o t r a del m i s m o , Tenan sus usos y costumbres, ya comunes, ya v a r i a d a s y diferentes, p o r q u es t a m b i n del n m e r o p l u r a l y est m a s i n m e d i a t o el n o m b r e femenino. Con t o d o , es tal Ja p r e dileccin que nos merece el m a s c u l i n o en igualdad de n m e r o , aun c u a n d o est mas a p a r t a d o , q u e no h a b r a dificultad en decir variados; y sera indispensable h a cerlo a s , t r a s p o n i e n d o los n o m b r e s , de m o d o que el m a s c u l i n o p l u r a l fuese el m a s i n m e d i a t o al adjetivo: Tenan sus costumbres y usos, ya comunes, )' v a r i a dos. H a l l o pues otras tantas d e s c o n c o r d a n c i a s , q u e p u d i e r a n rnui bien ser e r r o r e s tipogrficos, en los s i guientes e j e m p l o s ; de J o v e l l n o s en las Lecciones de retrica y potica: So solamente, se perfeccionaron, las figuras y tropos, que en su origen serian toscas v mal a l i a d a s , sino que se crearon o t r a s que etc. ; de Q u i n t a n a en la I ida del Gran Capitn: Doscientas banderas y dos .pendones reales que adornaban el t mulo, t o m a d a s por l d los enemigos del Estado; y

116

D E l.A

CONCORDANCIA.

del epgrafe de la oda L del tomo primero de las poesas de Mclndez: Las penas y los gustos forman mezcladas la tela de la vida. Se ve por lo que llevamos esplicado, que est perfectamente diclio, Son tiles el estudio y la. conversacin con los sabios. Mas si en vez de los sustantivos usamos los infinitivos, emplearemos el singular: Es til estudiar y conversar con los sabios; no ser q u e , variada la frase, espresemos un p l u r a l , que requiera el verbo y el adjetivo en este n m e r o , c o m o sera si dijramos , Estudiar y conversar con los sabios son dos cosas mui tiles. Alguna vez los nombres llamados colectivos, por significar en el singular una muchedumbre p l u r a l i dad, conciertan con un adjetivo un verbo del plural; en cuyas locuciones se atiende mas la idea que c o n cibe el entendimiento , que formar una buena c o n cordancia ; y esto damos el nombre de silepsis: Se agolpo' el pueblo, y amotinados se dirigieron casa del gobernador : La gente que ac no saben leer ni escribir, ha dicho Capmany en la pg. )J del discurso preliminar del Teatro de a elocuencia espaola ; y Gonzlez Carvajal en el salmo 2 3 :
(

Efita e s la g e n t e pa. Q u e al Dios d e Jaco!)

buscan.

Para que esto pueda hacerse, son necesarios dos requisitos; p r i m e r o , que los nombres colectivos signifiquen muchedumbre de cosas personas indeterminad a s , como gente, infinidad, multitud, pueblo, pues no diremos, El rebao sigui su camino, y entraron en el redil; n i , El ejrcito, despus de. haber peleado, se retiraron la ciudad; porqu rebao y ejrcito comprenden una muchedumbre de cosas d e terminadas, como lo son las ovejas y los soldados. Segundo , que el nombre colectivo no vaya pegado al adjetivo v e r b o , pues nadie d i c e , El pueblo amotinados se agolparon ; n i , La gente no saben leer. Es-

T)K I. A C O N C O i l D A N C I A .

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plcase con esto por qu nos suena Lien que diga Hurtado de Mendoza: La gente (ue sac, fueron ochocientos infantes; y parece un descuido de los muchos que hubiera corregido este escritor, si hubiese limado su Historia (te la guerra de Granada, el que haya puest o , La rnisma gente salieron en pblico. Hai otros n o m b r e s , que sin ser colectivos, se revisten del carcter de t a l e s , unidos un nombre plural dos singulares por medio de la preposicin de, com o , clase, especie, gnero, parte etc. P o r esto decim o s , Parte de los enemigos picaron nuestra retaguardia; y en el Juicio de la obra de Depradt por V i l l a nueva hallamos: Creyendo que pudieran perjudicarles esta especie de transacciones. N o deben con todo r e putarse por colectivos para este p r o p s i t o , sino los nombres en que el ejemplo de los buenos escritores autoriza semejante silepsis, pues pocos dejar de disonar que diga Viera en el prlogo de su Historia de Canarias: Exornado con las... notas que el fondo de las mismas materias dieren naturalmente de s. Otras vezes se toma por el contrario un nombre plural por su equivalente del singular. En estos versos de Meludez,
E m p e r o mis a m o r e s , donosa sonriendo , ete.

nadie nota desconcordancia alguna, porqu se entiende que mis amores est en lugar de mi querida. bien se comete la figura elipsis, es decir, que falta algo para que est completa la oracin , como en el siguiente pasaje de la gloga JBalilo del mismo Melndez:
N o ; m sea d a d o (disfrutar poseer) Riquezas enojosas, N i e l oro q u e c u i d a d o s da s i n c u e n t o ;

y en este otro del Diccionario de Valbuena en el verbo Pluo: Llueve ha llovido piedras , donde es menester suplir el supuesto cielo. En las frases, Pasa tres minutos de las cuatro , y , Hace h seis aos, hai que

],8

DIO L A

CONCORDANCIA.

a a d i r el tiempo de, p a r a q u e nada falte en buena gram t i c a : Pasa el t i e m p o de tres minutos de las cuatro; Hace lid el t i e m p o el espacio de seis aos. P u d i e r a a l g u n o referir estas las frases q u e se form a n con las t e r c e r a s p e r s o n a s del s i n g u l a r del v e r b o haber, v. g. Hai, haba, hubo, habr /estas reales. P e r o en la nota D del fin p r u e b o c o n alguna p r o l i j i d a d , q u e en estas oraciones las fiestas reales no son el s u p u e s t o , sino el caso objetivo regido p o r el v e r b o haber, y q u e lo m i s m o debe entenderse c u a n d o decim o s en s i n g u l a r , Hai hubo tal funcin. De modo q u e en semejantes locuciones existe el s u p u e s t o , lia de s u p l i r s e , fin de que c o n s e r v a n d o el v e r b o haber su p r i m i t i v o significado de tener, rija c o m o p e r s o n a paciente la que nos p a r e c e agente p r i m e r a vista. E n razn t a m b i n de Ja silepsis d e c i m o s , V. M. ( V u e s t r a Majestad) es justo; V. B. ( V u e s t r a B e a t i t u d ) est bien informado, p o r entenderse q u e los adjetivos justo informado se refieren al re y al papa, q u e son del gnero m a s c u l i n o ; as c o m o decimos de un sugeto, q u e es un gallina, un bestia,, un tronera un veleta, p o r q u n u e s t r o n i m o es d e n o t a r q u e es u n h o m b r e cobarde, estpido, atolondrado voltario. P o r Ja m i s m a silepsis, m a s bien p o r Ja e l i p s i s , rigen vezes las dos p r i m e r a s p e r s o n a s del s i n g u l a r el v e r b o en Ja tercera; Jo cual sucede n i c a m e n t e , c u a n d o despus del s u p u e s t o se halJa eJ verlio ser, y precede al o t r o v e r b o un r e l a t i v o . P o r e j e m p l o , si en l u g a r d e , Yo sol el que lo digo, , quien lo digo, , T eres el que lo dices, usamos de la t e r c e r a p e r s o n a , Yo soi, , t eres el que lo dice, , quien o dice; es p o r entenderse e n t o n ces , Yo soi, , t eres c / s u g e t o que lo dice. N o esti de a c u e r d o con Clemencin que o p i n a ( p g . 422 del t o m o s e g u n d o de su c o m e n t a r i o al Don Quijote) q u e ofende los oidos delicados la e s p r e s i o n , Yo soi el que me hall presente, y q u e e s t a r a m e j o r , Yo soi el que se hall prsenle. L o que no p u e d e d u d a r s e es q u e sera i n t o l e r a b l e este m o d i s m o e n las dos p r i m e r a s p e r s o n a s del

DF. LA C O N C O R D A N C I A

DEL N O M B R E .

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p l u r a l , respecto de las cuales no hai mas que una m a n e r a de e s p r e s a r s e : Nosolros somos los que lo decimos; vosotros sois los que lo decs. T a m p o c o tiene l u g a r la locucin en las personas del s i n g u l a r , si las sigue o t r o v e r b o que ser; p o r Jo que no p u e d e d e c i r s e , Yo eslo'i aqu que lo sostiene, s i n o , Yo eslo'i aqu que o sostengo; T ests aqu que lo sostienes, y n o , que lo sostiene. Si forman el s u p u e s t o de un v e r b o el p r o n o m b r e de la p r i m e r a persona y c u a l q u i e r a o t r o n o m b r e p o r m e d i o de u n a p a r t c u l a , c o p u l a t i v a d i s y u n t i v a , lia de ir el v e r b o la p r i m e r a del p l u r a l ; p e r o si en lugar del p r o n o m b r e de la p r i m e r a p e r s o n a se h a l l a el de la segunda del s i n g u l a r , p i d e Ja o r a c i n el v e r b o en la segunda del p l u r a l : Ellos y yo h e m o s pascado; T y los dems muchachos estabais disputando; T ella g r i t a b a i s . Y m u c h o mas c l a r o es q u e d e b e n e m p l e a r s e estas p e r s o n a s , c u a n d o e n t r a n f o r m a n d o p a r t e del s u p u e s t o la p r i m e r a la segunda del p l u r a l , v. g. Tanto los catalanes como nosotros p e r t e n e c e m o s la corona de Aragn; Vosotros como los dems de la vanguardia h a b a i s principiado el ataque. CAPTULO II.
DEL NOM1IRE EN C.ENERAL.

COMO la lengua espaola no tiene p a r a ei n o m b r e las desinencias casos q u e la l a t i n a , es preciso que los supla con v a r i a s preposiciones. j \ o las necesita el nominativo caso recto, p o r q u r e p r e s e n t a el n o m b r e sin relacin alguna. C u a n d o u n i d o un v e r b o activo e s presa la p e r s o n a que o b r a , es el supuesto, y lo d e n o m i namos persona agente. El genitivo de los latinos denota el d u e o poseedor de una c o s a , bien la que es la p r i n c i p a l respecto de o t r a , y entonces se le da el nomb r e de genitivo de posesin, v. g. La casa de mi.padre; el muro de la ciudad. Va t a m b i n en genitivo la m a t e r i a de que algo esta h e c h o , c o m o , Estatua de bronce,

120

SINTAXIS

y tiene este caso otros varios u s o s , que casi todos se su p e n en castellano con la preposicin de, segn p o r los ejemplos alegados a p a r e c e . Colcase en dativo a q u e llo q u e r e s u l t a dao p r o v e c h o de la accin del verb o , sin ser el objeto d i r e c t o de e l l a , c u a n d o lo h a i ; y p a r a esto e m p l e a m o s en unas locuciones la p r e p o s i c i n y en o t r a s la para: Ofrecer socorro los sitiados; El padre trabaja para sus hijos. E l acusativo recibe en latin la accin del v e r b o , y p o r esto lo l l a m a m o s persona paciente caso objetivo. Este lleva la p r e p o s i c i n d, si es una p e r s o n a , v. g. lie visto Juan; bien va sin e l l a , si es un animal i r r a c i o n a l una c o s a , v. g. He visto muchos prodigios. El vocativo de Jos latinos t e r m i n a en general c o m o el n o m i n a t i v o , y espresa la persona con quien h a b l a m o s , la cual est sola p r e c e dida de la inlerjeccion oh, c o m o e n t r e nosotros s u c e d e : Od, hijos mos; od, valientes. Sirve el ablativo p a r a significar la m a t e r i a de que se t r a t a , el m o d o de ejecutar u n a a c c i n , el i n s t r u m e n t o que se e m p l e a , la p e r s o n a agente en la oracin de forma pasiva etc. etc., lo cual espresamos con las preposiciones de, sobre, con, por y o t r a s . T e n i e n d o los p r o n o m b r e s j o , t, l, nosotros, vosotros y ellos t e r m i n a c i o n e s p a r a el acusativo y el d a t i v o , segn en su declinacin se ha n o t a d o , nos a h o r r a m o s el rodeo de la p r e p o s i c i n en m u c h a s locuciones en que es necesario p a r a los dems n o m b r e s : Le (al sugeto de quien se habla) lian herido; JSos ( nosotros nosotras) abruman los pesares; Os ( vosotros v o s o t r a s ) han dado una buena leccin. N o es lo mas frecuente q u e en la v a r i a d a c o n s t r u c cin castellana ocupen los casos u n sitio fijo, c o m o lo p r e s c r i b e los suyos la o r d e n a n z a , p o r d e c i r l o as, r i g u r o s a de otras lenguas. N o hai de consiguiente q u e b u s c a r en ella Ja r e g u l a r i d a d de q u e el s u p u e s t o u n i do su g e n i t i v o , si lo h a i , preceda al v e r b o , y q u e sigan este el caso o b j e t i v o , ( el complemento directo) y el d a t i v o y a b l a t i v o , q u e son los dos casos d e n o m i n a d o s complemento indirecto p o r los g r a m t i c o s

DKI.

NOJIYRE.

121

m o d e r n o s . F o r e s t e m o t i v o , si la sintaxis de otras lenguas parece exigir que se siga el orden l l a m a d o directo lgico, el cual pide que vaya delante el s u p u e s t o con sus d e p e n d e n c i a s , luego el v e r b o , despus el a c u sativo y p o r fin el c o m p l e m e n t o i n d i r e c t o ; nosotros p r e f e r i m o s el orden inverso oratorio, obedeciendo n u e s t r a s p a s i o n e s , y a n t e p o n i e n d o p o s t e r g a n d o las diversas p a r t e s de la oracin , segn Jo r e c l a m a n los antecedentes y consiguientes, la eufona, ( q u e es, la colocacin de las p a l a b r a s y de los m i e m b r o s del p e r o d o , y la r o t u n d i d a d de este que mas gustan n u e s t r o o i d o ) y la p a r t i c u l a r nfasis con que nos p r o p o n e m o s e n u n c i a r estas Jas o t r a s dicciones de la frase. Si los estranjeros dicen r e g u l a r m e n t e , La espada del vencedor confundid ellos con el resto de la muchedumbre en tan horroroso estrago; Jos espaoles p r e ferimos decir , En tan horroroso estrago los confundi la espada del vencedor con el resto de la muchedumbre; , Confundilos en tan horroroso estragla espada del vencedor con el resto de la muchedumbre; , Los confundi la espada del vencedor en tan horroroso estrago con el resto de la muchedumbre ce. e t c . E s t a otra o r a c i n , Su proteccin preserv nosotros de riesgo tan inminente, t e n d r un giro m a s c a s t e l l a no de estos modos: Preservnos de tan inminente riesgo su proteccin; Preservnos su proteccin de tan inminente riesgo; De tan inminente riesgo nos preserv su proteccin. Solo en Jas clusulas q u e no llevan dependencias ni c o m p l e m e n t o i n d i r e c t o , nos c o n f o r m a m o s con el orden lgico: Dios es misericordioso; Los hombres pueblan la tierra. P e r o si dejan de estar aisladas y p a san f o r m a r p a r t e de un p e r o d o , c a m i n a m o s ya con n u e s t r a franqueza a c o s t u m b r a d a diciendo: Que es Dios misericordioso, , Que es misericordioso Dios, alega el pecador encenagado en los vicios: l ucblan la tierra los hombres, y olvidados de lo (pie deben al supremo Hacedor, etc.
)

122

SINTAXIS

E l genitivo de posesin es el caso q u e va m a s g e n e r a l m e n t e despus del s u s t a n t i v o q u e lo rige. C o n t o d o no es r a r o c o l o c a r l o a n t e s , i n t e r c a l a r algo e n t r e l y el s u s t a n t i v o , en especial si a c o m p a a este algn r e l a t i v o : De los soldados parios no era tan temible el ataque como la retirada; De este caballero fu hijo el conde-duque, , Fu hijo el conde- duque de este caballero; La noticia que se ha divulgado de los ltimos acaecimientos. P e r o ha de cuidarse q u e no sea lo i n t e r p u e s t o o t r o u o m h r e , q u e p u d i e n d o regir el genitivo que Jo s i g u e , ocasione oscuridad d u d a , p u e s Ja locucin r e s u l t a entonces defectuosa, c o m o lo es la del p r i n c i p i o del c a p i t u l o sesto de la p a r t e p r i m e r a del Don Quijote: Pidi las llaves la sobrina del aposento; donde debi d e c i r , Pidi las llaves del aposento i la sobrina , bien , Pidi la sobrina las llaves del aposento, c o m o lo exige en rigor el donde estaban los libros, q u e se a a d e . E l p o n e r m u c h o s genitivos c o n t i n u a d o s , d e p e n d i e n t e s u n o s d e o t r o s , hace e m b a r a z o s a y oscura la diccin. Si C a p m a n y en Jugar d e , No quieren perdonar un escritor del siglo de los delirios del ingenio, ( p g . 373 del t o m o V del Teatro) liubiese d i c h o , del siglo en que solo se aplaudan los delirios del ingenio, b i e n , del siglo en que todos los ingenios deliraban; haJjn'a q u e d a d o c l a r a Ja sentencia. E l d a t i v o puede colocarse o p o r t u n a m e n t e en d i v e r sas p a r t e s , as: La condesa dio limosna ti los pobres; A los pobres dio limosna la condesa; D los pobres limosna la condesa; Dio limosna la condesa t los pobres; Dio la condesa limosna los pobres. L o m i s m o sucede con el a c u s a t i v o , pues tan b i e n e s t , La caballera apremiaba al cuerpo de reserva, c o m o , Al cuerpo de reserva apremiaba la caballera. Con m u c h a mas razn h a i esta l i b e r t a d r e s p e c t o de lo q u e e s p r e s a b a n los latinos p o r su a b l a t i v o . L a l e c t u r a de los b u e n o s a u t o r e s , el examen atento de su JocLicion, y aquel c i e r t o lino que l l a m a m o s gusto, d e -

DEL

NOMBRE.

123

ben decidir s i e m p r e en la preferencia q u e se d Jas diversas formas de q u e p u e d e vestirse u n a m i s m a frase.

Del

nmero.

T o d o Jo que p e r t e n e c e la sintaxis del n m e r o de Jos n o m b r e s , q u e d a esplicado en el c a p t u l o que p r e c e d e , y n i c a m e n t e o c u r r e o b s e r v a r a q u , q u e si h a b l a m o s de u n a cosa q u e se halla sola en los i n d i v i d u o s , a u n q u e el s u s t a n t i v o q u e los e s p r e s a , est en p l u r a l , Ja cosa nica subsiste en el s i n g u l a r , v. g. Todos los animales llenen cabeza, y no cabezas, p o r q u entonces se e n t e n d e r a q u e cada u n o de ellos tiene m u c h a s cabezas. D i r e m o s bien q u e tienen manos, pies etc. C u a n d o no p u e d e h a b e r lugar equivocacin , u s a m o s el p l u r a l , c o m o sera si dijsemos, Salimos con las cabezas rotas. E n el c a p t u l o segundo de la p a r t e p r i m e r a se a d v i r t i , ( pg. I 5 ) que algunos n o m b r e s que tienen ambos n m e r o s , se e m p l e a n en el p l u r a l con una s i g nificacin p e c u l i a r y diversa de Ja q u e Jlevan en el s i n g u l a r . Alfileres, p o r e j e m p l o , denota lo q u e se asigna u n a seora p a r a sus gastos p a r t i c u l a r e s , la gratificacin que se da Jas c r i a d a s ; baquetas , los palillos de t a m b o r , el castigo tan usado en la m i l i c i a ; caldos, los r d i t o s d e v e n g a d o s ; conveniencias, las utilidades que se dejan los sirvientes fuera de su s a l a r i o ; corchos, los c h a p i n e s ; cortadores, los p r i m e ros dientes e n t r e los c o l m i l l o s ; corladuras , los desp e r d i c i o s de tela de p a p e l ; cortes, la r e u n i n de los p r o c u r a d o r e s de un r e i n o ; espadas, u n o de los p a l o s de la baraja; manos, el t r a b a j o m a n u a l ; saludes, las espresiones de c o r t e s a n a etc, etc. E s t o no q u i t a q u e las m i s m a s p a l a b r a s tengan t a m b i n en p l u r a l el s i g nificado del s i n g u l a r , p u e s no h a i dificultad en que se d i g a , En este papel hai un millar de alfileres Fulano es hombre de muchas conveniencias; Iban armados todos de espadas y broqueles.

124

SINTAXIS

D e los nombres que no pueden negarse los dos nmeros, son algunos mas usados en el uno que en el otro, pues s i , segn vimos en la pg. \, los hai que raras vezes se encuentran en el p l u r a l , otros, como ante/jasados, ddivas, riquezas, tijeras, treguas etc. es lo mas frecuente usarlos en este nmero. Y para que se vea con qu nimiedad ha de estudiarse la ndole de cada lengua, la nuestra permite que se diga, La sagrada .Escritura las sagradas Escrituras, v solo puede decirse, Las santas Escrituras; de modo que el adjetivo que se aade al sustantivo, le hace variar de nmero.

Del

gnero.

N o tendramos que hablar del gnero de los n o m b r e s , s i n o hubiese adjetivos y artculos , cuyas varias terminaciones estn destinadas acomodarse esclusivamente cada uno de los gneros. Se dieron en el captulo segundo de la parte p r i m e ra Jas reglas para c o n o c e r l o s , ya por el significado, ya por Jas terminaciones de los nombres; lo cual solo hai que aadir ahora, que existen muchos con dos terminaciones y los dos gneros que ellas c o r responden. Tales son aguatocha, aguatocha, rgano, rgana, barreno, barrena, bolso, bolsa, caldero, caldera, capacho, capacha, carrasco, carrasca, casero, casera, cayado, cayada, cencerro, cencerra, conventculo, conventcula, cribo, criba, cuarto, cuarta, chocolatero, chocolatera, grito, grita, higo, higa, jaco, jaca, lejo, leja, leo, lea, madero, madera, mirlo, mirla, resto y tambin restante , resta , rezago , rezaga, saco, saca, tercio, tercia etc., aunque algunos de estos no son absolutamente sinnomos. T a m b i n dijimos all (pg. 19 ) que los nombres de las letras del alfabeto son del gnero femenino, por sobrentenderse la palabra letra. Este mismo gnero retienen, aun cuando no las consideramos en calidad de letras, sino de preposiciones conjunciones; l o q u e

nn.

NOMBRE.

12')

no sucede s i e m p r e con las dems p a r t c u l a s , p o r m a s q u e t e r m i n e n p o r a. As es q u e d e c i m o s , La interpuesta entre los dos verbos; y, El p a r a o el s i q u i e r a interpuesto entre los dos verbos. Con m u c h a mas razn usamos del m a s c u l i n o , si la t e r m i n a c i n de las p a r t c u las no es en a, c o m o , El p o r q u e es causal; Aadido un mas en la clusula; lo cual es u n v e r d a d e r o i d i o t i s m o , pues todas Jas p a l a b r a s q u e p o d e m o s a l u d i r en este c a s o , son del genero f e m e n i n o , s a b e r , preposicin, conjuncin, interjeccin, partcula, las genricas palabra, diccin, voz. Sin e m b a r g o si se hallase alguna de estas l t i m a s m u i i n m e d i a t a en el discurso, bien p o d r a d e c i r s e , La p o r tiene en tal caso la fuerza de e t c . ; La ai denota atpd dolor. P e r o respecto de las letras aisladas solo p u e d e usarse el gnero femenino, v. g. La y une ambas dicciones; La o tiene fuerza de admiracin. Los iiomlires comu /iM , c o m o q u e significan c a l i d a des aplicables los dos s e x o s , pueden llevar en rigor el gnero del sugeto que se refieren: el la cmplice, el la consorte. Asi se lo dijo una sotaermitao, leemos en el c a p . % de la segunda p a r t e del Quijote. N o cabe p o r t a n t o d u d a en que hablndose de un h o m b r e , e s tar bien d i c h o , Abochornado con la pregunta el virgen; y de una mujer, La santa mrtir, mi dueo querida; p e r o es tanta la fuerza de las terminaciones en los gneros, y tal el h b i t o q u e tenemos de a p l i c a r casi esclusivamente el n o m b r e virgen al sexo f e m e n i n o , y los de dueo, homicida, mrtir y testigo al masc u l i n o , que el buen escritor evita las l o c u c i o n e s , en q u e choca al oido el g n e r o d a d o l o s n o m b r e s c o m u n e s . R e s p e c t o de los q u e en p l u r a l significan c o m p l e x a mente los h o m b r e s y las m u j e r e s , es i n d i s p e n s a b l e usarlos en dicho n m e r o , p a r a que pueda precederlos el a r t c u l o m a s c u l i n o , p o r q u e nadie se le d i s i m u l a ra hoi que dijese con M a r i a n a (Hist. ib. X X cap. 10): Entreg al ingles los reiy reina de Francia; debiendo ser los reyes de Francia.

12()

SINT.MS

P a r a d a r conocer el sexo de Jos n o m b r e s epicenos , no hai o t r o a r b i t r i o sino agregarles la p a l a b r a macho hembra, pues el a r t c u l o adjetivo d e m o s t r a t i v o que precede al n o m b r e , debe ser s i e m p r e el c o r r e s p o n d i e n t e al gnero de e s t e , a u n q u e los a d j e t i vos del resto de Ja o r a c i n no d i s u e n e n , si van a c o m o d a d o s al sexo del a n i m a l , v. g. Un milano hembra estaba guardado guardada en un aposento; La perdiz macho cania, por mas que est encerrado encerrada en una jaula. P o r las reglas generales de Ja concordancia los a d j e t i v o s y a r t c u l o s han de acomodarse al gnero del s u s t a n t i v o con que se j u n t a n . Sin e m b a r g o vezes se prefiere el gnero que c o r r e s p o n d e la t e r m i n a c i n del s u s t a n t i v o , sin h a c e r caso del que este tiene, c o m o : L a guarda del camino estaba i n m e d i a t a . O t r a s es m a s atendido el gnero del significado que el real del n o m b r e , cometindose la silepsis de que se t r a t a n t e r i o r m e n t e , v. g. R e s u e l t o Su Majestad ser o b e d e c i d o . H a i frases en que ha i n t r o d u c i d o el uso u n a desconc o r d a n c i a manifiesta, c o m o en ojos cegarritas, ojos vistas, pi juntillas y otras.

Del nombre

considerado como y adjetivo.

sustantivo

D e a m b o s d i m o s u n a nocin general en Ja p r i m e r a p a r t e , r e s e r v a n d o el a c l a r a r en esta la dificultad q u e p u d i e r a originarse de su m i s m a definicin. L s c i e i l o q u e , r e g u l a r m e n t e h a b l a n d o , todo lo q u e denota la c a l i d a d de una cosa de un i n d i v i d u o , es adjetivo; y q u e , m i r a d o s bajo este a s p e c t o , Jo parecen m u c h o s s u s t a n t i v o s , c o m o labrador, carpintero, madre, matrona, que significan un h o m b r e o c u p a d o en la l a branza en la c a r p i n t e r a , y una mujer que tiene los h o n o r e s de la m a t e r n i d a d , que es respetable p o r su edad y presencia. P e r o como estas p a l a b r a s van gener a l m e n t e solas en el d i s c u r s o , lo que constituye la

nr.T.

NOYITIHF..

1 27

esencia del n o m b r e s u s t a n t i v o , las c o n t a m o s en esta clase, p o r mas que digamos en alguna o c a s i n , Nos sali al encuentro un hombre labrador; Era maestro carpintero; Es ya mujer madre matrona. D e Jos mismos adjetivos decimos que se usan s u s t a n t i v a m e n t e , c u a n d o son e m p l e a d o s en la acepcin en que suelen ir sin s u s t a n t i v o . E n , Es una obra docta, se ve p a t e n t e q u e docto es adjetivo; y sin e m b a r g o en la frase, Los doctos escriben, decimos q u e se ha hecho un s u s t a n t i v o del a d j e t i v o , p o r ser mas frecuente espresarse a s , que n o , Los hombres doctos escriben. Bajo c u y a i d e a , si no estn m a l colocados en la clase de s u s t a n tivos los n o m b r e s de dos t e r m i n a c i o n e s en on, y ona, p o r q u la m a y o r p a r t e , inclusos picaron, sopln\, valentn e t c . , se usan de o r d i n a r i o s u s t a n t i v a d a i n e n t c ; no p u e d e decirse o t r o t a n t o de los acabados en or y ora, los cuales se p r e s e n t a n casi todos con los c a r a c teres de adjetivos, como amenazador, q u e lleva siemp r e el a d m i n c u l o de ademan algn o t r o s u s t a n t i v o . Lo m i s m o digo de ablandador, atormentador, destructor, y de otros m u c h o s que p o d r a n citarse. T\i se opone lo espueslo q u e se d i g a , Es un bufn, un bribn un tumbn, pues p o r m u i usuales que sean las frases, No degeneremos de nuestros antepasados; Conviene seguir las mximas de los sabios; nadie l l a m a r sustantivos antepasados y sabios. E s t o s , c o m o lodos los otros adjetivos , van solos o s e usan s u s t a n t i v a d a m e n t e , c u a n d o lo que antecede y se sigue en el d i s c u r s o , da Lien e n t e n d e r el s u s t a n t i v o que debe p o r precisin a c o m p a a r l o s . N a d i e d u d a r c i e r t a m e n t e que d i c i e n d o , Es un esperto, un soltero, una habladora, una impertinente, nos referimos en los dos p r i m e r o s ejemplos un h o m b r e , y en los otros una mujer. Suele darse p o r regla general los p r i n c i p i a n t e s , p a r a que distingan fcilmente si el n o m b r e es s u s t a n t i v o adjetivo, q u e le aadan las p a l a b r a s cosa persona, y si r e p u g n a su u n i n , es c i e r t a m e n t e un s u s t a n t i v o . O c u r r e , p o r e j e m p l o , el n o m b r e escelen-

128

S I N T M S

te, que c u a d r a bien con cosa, serio, que se j u n t a con o p o r t u n i d a d la \ oz persona en su t e r m i n a c i n c o r r e s p o n d i e n t e : luego t a n t o escelcnte c o m o serio son dos adjetivos. Dnsenos p o r el c o n t r a r i o los n o m b r e s costilla, palacio; y c o m o no los p o d e m o s a m a l g a m a r con cosa ni persona, sacamos p o r consecuencia que son sustantivos. Los adjetivos p u e d e n , g e n e r a l m e n t e h a b l a n d o , anteponerse p o s p o n e r s e los s u s t a n t i v o s : el brillo resplandeciente, el resplandeciente brillo. N o es con t o d o esta regla tan g e n e r a l , que p o d a m o s p r e s c i n d i r de las siguientes observaciones. I Suele p r e c e d e r el adjetivo, c u a n d o significa u n a calidad p r o p i a esencial del o b j e t o , v. g. Amarga adelfa, duro hierro , dulce miel, blanca nieve, oficiosa abeja, tardo buei, negro etiope. E n efecto, si t r a s p u s i r a m o s el adjetivo en algunos de estos ejemplos, d i c i e n d o , La adelfa amarga, la miel dulce, el etiope negro, d e n o t a r a m o s q u e hai alguna especie de adelfa y de miel que tienen o t r o g u s t o , y que no todos los etopes son negros. P o r el c o n t r a r i o se posterga c o m u n m e n t e el adjetivo, si denota alguna c i r c u n s t a n c i a accidental que no es de la esencia de la cosa, c o m o , Vino agrio, msica instrumental, sonido estrepitoso, banco estrecho, calle angosta, hombre flaco, marinero frunces, medias azules, agua fra, hombre urbano. 2 V a p o r lo r e g u l a r delante el a d j e t i v o , si lo a r r a n c a m o s de su significacin r e c t a , y lo usarnos en u n a i m p r o p i a figurada. P o r esto d e c i m o s , Fulano es un p o b r e escritor; Jos es un buen hombre. Y sin salir del adjetivo bueno, l l a m a m o s un t a i m a d o , y quiz un p i c a r o , una buena alhaja; y c u a n d o alguno nos engaa pega un peta i d o , decimos que nos haj'ugado una buena pieza. En n i n g u n o de los dos casos puede posponerse el adjetivo , p o r q u en una alhaja buena, una pieza buena, califica la b o n d a d de la alhaja y de la pieza. P o r esto bueno se t o m a p o r consolador, oportuno cosa semejante donde dice el c a u t i v o ( p a r l e
a ;l

D E L NOMBRE.

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p r i m e r a del Quijote, c a p . 4 0 ) : Tom mi b u e n dinero; y p o r mucho en aquel o t r o l u g a r de la segunda p a r t e , c a p . 2 0 : Cuando as tales gracias caen sobre quien tiene b u e n dinero. E n el l t i m o sentido lo h a l l a m o s en la frase i r n i c a , Buen dinero es ese, p a r a d e n o t a r que es poco. (Sin e m b a r g o un h o m b r e de bien nos merece la calificacin de ser un buen sugelo y d e c i m o s , Dar buena cuenta, y no, cuenta buena de su p e r sona.) P o r el m i s m o m o t i v o se usa decir negra honrla, negras caballeras , triste figura, y n u n c a al revs. El C a p r i c h o s o , acadmico de la A r g a m a s i l l a , en su soneto en loor de R o c i n a n t e , dijo en este s e n t i d o la alta Mancha, esto e s , la insigne, la esclarecida , pues no quiso significar la Mancha alia c o m o c o n t r a p o n i n d o l a la baja. 3 D e donde p r o v i e n e la gran diferencia de s e n t i d o q u e nos dan ciertas f r a s e s , en razn de estar el adjet i v o antes despus del s u s t a n t i v o , segn se n o t a r en los ejemplos antecedentes, si s u s t i t u i m o s un escritor pobre, un hombre bueno. I g u a l distincin se o b s e r v a en estas, Un gran caballo, y , un caballo grande; Varios papeles, y , papeles varios; Tena una cierta esperanza de conseguirlo, y , Tena una esperanza cierta de conseguirlo. U n i d o el adjetivo cierto o t r o s n o m b r e s , c o m o fe , p o r e j e m p l o , no p u e d e v a r i a r de s i g nificado ; p e r o yo s i e m p r e lo p o s p o n d r a en el de verdadero indubitable, y siento h a l l a r en el Elogio de D. Ventura Rodrguez p o r J o v e l l n o s , De las cuales no existe ya monumento ni vestigio alguno de cierta fe. H a i adjetivos que tienen u n a colocacin d e t e r m i n a d a respecto de tal y t a l n o m b r e ; as es q u e no p o d e m o s s e p a r a r n o s de d e c i r , El Espritu santo, la santa Biblia y los santos Padres. E n esta o r a c i n , Una sola mujer bast para desarmarle, cuan diverso es el significado del adjetivo solo al de esta o t r a , Una mujer sola no pudo defenderse de su violencia! E n la p r i m e r a d e c i m o s , que fu suficiente el v a l o r , no ya de un h o m b r e , sino el de una m u j e r , y el de u n a sola
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S1NTV.IS

m u j e r , p a r a d e s a r m a r l e ; y en la segunda q u e r e m o s significar, q u e Ja mujer , p o r estar sola , no p u d o d e fenderse de su violencia. 4 L a colocacin del adjetivo pende m u c h a s vezes de lo que p i d e la cadencia msica del p e r o d o y de sus m i e m b r o s ; p o r cuya razn suele ir delante el s u s t a n t i v o , si es m o n o s l a b o , y el adjetivo de tres slabas p o r lo m e n o s , a u n q u e denote este una calidad esencial, c o m o , Sol resplandeciente que con tu luz dorada. P e r o si a c o m p a a los n m b r e s e ! a r t c u l o definido, \ a p u e de p r e p o n e r s e el a d j e t i v o , especialmente si no escede de t r e s s l a b a s , v. g. La dorada luz del sol. 5* H a i sin e m b a r g o adjetivos que n o p u e d e n dejar de p r e c e d e r al s u s t a n t i v o , cuales son Ambos, cada, cuanto, dems, mismo, mucho, otro y sus c o m p u e s t o s , poco, propio, (en el sentido de mismo) que y cual, (en las oraciones de i n t e r r o g a n t e y a d m i r a c i n , c u a n d o , sin p r e c e d e r l o s el a r t c u l o definido, se asocian con un n o m b r e , y la locucin equivale al n o m b r e con a r t c u l o , seguido del r e l a t i v o que) tanto, todo y los n u m e r a l e s c a r d i n a l e s , v. g. Ambos capitanes, cada silla, cuanto temor, los dems jinetes, el mismo calor, mucho concurso, otro capitulo, aquelotro caballero, poca atencin, el propio motivo, Que hora es:' Por cul puerta de las dos saldremos? Cont qu sucesos haban causado su desventura , Dgame Vd. cules pecados ha cometido etc., (oraciones que significan lo m i s m o que estas, Contlos sucesos que haban e t c . ; Dgame Vd. los pecados que. lia cometido) tanto ruido, diez ducados, todo escritor, y en el p l u r a l , aadido d e s p u s el a r t c u l o definido, todos los escritores, si bien cabe decir en este n m e r o , los escritores todos. 6 T a m b i n van delante del s u s t a n t i v o los adjetivos d e m o s t r a t i v o s ese, este, aquel y sus c o m p u e s t o s , v. g. Ese taimado, aque.se escao, este guerrero, aquella quinta; y solo con un rodeo i m p r o p i o dicen a l g u n o s , El taimado ese, Ja quinta aquella etc. 7 S i e m p r e que p r e c e d e al s u s t a n t i v o algn a r l d :l a

DEt. N O M B R E .

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c u l o , adjetivo a d v e r b i o , van los adjetivos posesivos mo , ujo, suyo, nuestro, vuestro despus del sustant i v o : Un crnelo mo; el, caballo tuyo; Eran irreconciliables enemigos suyos; mu seor mo; Tan favorecedores nuestros se mostraron. D e c i r , Un mi criado; el tu caballo; Tan nuestros favorecedores se mostraron, es u n a r c a s m o que nadie se d i s i m u l a r a a h o r a , y m e n o s decir con C e r v a n t e s , Aquel gran su amigo, Ambrosio. 8 P e r o s i e m p r e q u e usamos las t e r m i n a c i o n e s mi, tu y su de los adjetivos mi, tuyo y suyo, (vase Ja p g . 28) es indispensable que antecedan al n o m b r e , sea s u s t a n t i v o adjetivo, v. g. Mi capa, tus ricas posesiones, sus ganados. 3 C u a n d o mi se j u n t a con Ja p e r s o n a Ja q u e dirigimos Ja p a l a b r a , p i d e el uso que lo p o s p o n g a m o s : Hijo mi, oyentes mios. E n c u a l q u i e r a o t r o caso se dira , Mi hijo, mis oyentes. 10 Alguno precede c o m u n m e n t e al s u s t a n t i v o y al v e r b o en Jas oraciones a f i r m a t i v a s , v. g. Alguna consideracin mereca; y va d e t r a s de a m b o s p r e c i s a m e n t e en las negativas: No guardo miramiento alguno, que es lo m i s m o q u e , No guardo' miramiento ninguno. Infirese de a q u q u e este n o m b r e t o m a la significacin n e g a t i v a , c u a n d o sigue al s u s t a n t i v o , c o m o se ve p o r la diferencia que hai e n t r e , en algn tiempo, y , en tiempo alguno. Pero de, modo alguno eran personajes propsito para una epopeya; De modo alguno impedirn que los actores sigan el instinto de su corazn, son dos pasajes de las o b r a s de M a r t n e z de la l l o s a .
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i'i' Ninguno se pospone al v e r b o en las frases que llevan la p a r t c u l a no, y entonces puede h a l l a r s e antes despus del s u s t a n t i v o : No hai. ningn soldado, , No hai soldado ninguno. E n Jas o t r a s precede p o r n e cesidad t a n t o al n o m b r e c o m o al v e r b o , v. g. Ninguna, respuesta he tenido. 1 2 ' Los adjetivos mayor, mejor, menor y peor van d e l a n t e , si c o m p a r a m o s la cosa con t o d a s las de su clase que existen en el m u n d o . P o r esto decimos, 9 *
d

] 32

SINTAXIS

Es la mayor maravilla de la. tierra ; es mi mejor amigo; es el menor animal de Jos e/uc conocemos; el peor hombre del mundo. Si nos referimos Jos i n dividuos de alguna ciudad , famiJia e t c . , se colocan donde lo pide la eufona: Es el mejor edificio de esta calle, , Es el edificio mejor de esta calle; No lia i casa mayor que esta, , No hai mayor casa que esta en todo el barrio. no ser que el s u s t a n t i v o est p r e c e d i d o de los adjetivos alguno, ninguno, otro, p u e s entonces es preciso postergar mayor, mejor etc., v. g. No se descubre en esta calle otro edificio mejor; No hai en lodo el barrio ninguna casa mayor que esta. L o m i s m o debe hacerse con los dos adjetivos mayor y menor, c u a n d o concretndonos u n a ciudad, familia e t c . , no se espresa el t r m i n o de la c o m p a r a cin. Esta es la causa de que d i g a m o s , Voila iglesia mayor; es su hijo mayor menor, p u e s no d e b e m o s i m i t a r el giro de Cervantes en la p a r t e p r i m e r a del Quijote, cap. 4 2 : Es mi mayor hermano... Mi menor hermano est en el Pir. D e las reglas que a c a b a m o s de d a r , se d e d u c e , q u e c u a n d o mi, tuyo y suyo preceden ai n o m b r e , p i e r den la l t i m a slaba en el s i n g u l a r , y en el p l u r a l las m i s m a s l e t r a s q u e en e singuJar: mi, tu, su, mis, tus, sus. L o p r o p i o se n o t a r en su lugar de los n u m e r a les uno y ciento. H a b l e m o s ahora de los otros adjetivos que estn sujetos igual apcope, ( d i m i n u c i n de slaba letra finales) siempre q u e van delante del n o m b r e i n m e d i a t o s l. T a l e s son alguno, bueno, malo , ninguno , postrero , primero , tercero , pues se d i c e , Algn feliz acontecimiento, buen soldado, mal poeta , ningn refugio, primer galn, tercer prrafo , al tercer dia , (no falta quien diga al tercero dio) postrer ataque. D e l a n t e de los femeninos v a r a el uso respecto de primero, tercero y postrero, pues a u n q u e se d i c e , primer vista primera vista, solo est dicho con p r o p i e d a d , en la tercera hoja, y , la postrer hora. P a r a que alguna y ninguna p u e d a n per-

DEL

NO.YIDKE.

1 3

der la a, es i n d i s p e n s a b l e que el n o m b r e que i n m e d i a t a m e n t e s i g u e , sea un sustantivo que empieze t a m bin p o r a, y que esta letra lleve el acento de la p a l a b r a . T o d a s estas circunstancias renen algn alma y ningn guila; y sin e m b a r g o aun dicen m u c h o s , alguna, alma y ninguna guila. Seran p u e s otras t a n tas desconcordancias, Ningn gil corza, algn espada y ningn hora. Grande pierde de o r d i n a r i o la slaba de , si lo sigue un n o m b r e que p r i n c i p i a p o r c o n s o n a n t e : gran cofre, gran castillo, gran fiesta; grande amor, grande enemistad. L o m i s m o sucede, sx d e n o t a , no calidad y e s t i m a c i n , sino cantidad t a m a n o , v. g. Haba una gran guila en el escudo de armas; Hizosc gran acopio de trigo. Santo pierde en el singular el lo de la t e r m i n a c i n m a s c u l i n a , ya empieze por v o c a l , ya p o r consonante el n o m b r e p r o p i o q u e sigue: san Antonio, san Elculcrio, san Francisco, san Juan. P e r o si es un n o m b r e a p e l a t i v o , aplicado alguna invocacin p a r t i c u l a r , se conserva e n t e r o el adjetivo santo, c o m o , El santo ngel Custodio. E l uso q u i e r e que guarde t a m b i n sus dos slabas en santo Domingo, santo Tomas, santo Tome y santo Toribio, y que p i e r d a la l t i m a , p r e c e d i e n d o o t r o s n o m b r e s que p r i n c i p i a n i g u a l m e n t e p o r do y lo, segn lo acreditan san Donato y san Torcuato.Para que Jos adjetivos que h e m o s m e n c i o n a d o , p i e r d a n la vocal slaba q u e se ha d i c h o , es indispensable que se hallen i n m e diatos al s u s t a n t i v o , pues se m a n t i e n e n n t e g r o s , si se i n t e r p o n e c u a l q u i e r a d i c c i n , segn es de ver e n , M i es el sombrero; T u y a reputo la ventaja; El p r i m e r o y sesto dia ; Su b u e n o y respetable amigo; Tan m a l o como solapado en sus intenciones; / g r a n d e la caresta; S a n t o en toda la estension de la palabra Elias etc. D e s p u s de h a b e r esplicado la colocacin q u e tienen los adjetivos , y las variaciones q u e sufren en razn de e l l a , nos resta t o d a v a sealar las p a r t i c u l a r i d a d e s de algunos. Dijimos en la pg. 28 q u e alguien era una de las

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SINTAXIS

t e r m i n a c i o n e s masculinas de alguno, c o m o nadie lo es de ninguno. Alguien y nadie se refieren las p e r sonas sin l i m i t a r su clase n m e r o , y t o m a n el c a r c t e r de s u s t a n t i v o s , p o r q u jamas a c o m p a a n n i n gn o t r o n o m b r e . E s m u i c o r r i e n t e esta frase, Vino alguien verme?Nadie ha estado. M a s n o se dice, Nadie de los escritores lo ha afirmado, por referirnos ya una clase de h o m b r e s e n p a r t i c u l a r . ve/.es se usa de alguno y ninguno e n l u g a r de alguien y nadie, v. g. Ha estado alguno verme? Ninguno Nadie tiene la franqueza de confesar su cobarda; pero n u n c a emplearnos alguien y nadie p o r alguno y ninsuno: Alguno de los concurrentes; N inmuno de cuantos
D O - O

pasaban , no p u e d e n m u d a r s e en Alguien de los concurrentes; iS'adie de cuantos pasaban. L o s ejemplos que se hallen de nadie t o m a d o en este s e n t i d o , deben a t r i b u i r s e i n a d v e r t e n c i a poca c o r r e c c i n de los escritores. Los adjetivos cada y dems, n o t a b l e s p o r a c o m o darse todos los gneros y todos los n m e r o s , Jo son t a m b i n p o r su sintaxis. Cada tiene fuerza d i s t r i b u t i v a , segn se ve en , Cada dos dias le visitaba; Cada uno Cada cual de ellos tuvo su recompensa; Tropezar cada paso; Comerse una albondiguilla de cada bocado. TSo p u e d e j u n t a r s e con sustantivos del p l u r a l ; p e r o s con n u m e r a l e s c a r d i n a l e s , a u n q u e entonces los pasa al s i n g u l a r , v. g. Cada mil soldados t e n a un capitn. JNo sera con t o d o una gran falta decir tenan. L o u s a m o s en ciertos casos c o m o u n e q u i v a l e n t e de siempre: Se pascaba cada y cundo quera. Dems viene ser s i n n i m o de otro, y va e n todas ocasiones p r e c e d i d o del a r t c u l o definido, c o m o se nota e n , La dems gente; Los dems se fueron; Lo dems pudo escusarsc. E n las frases, Ser Estar dems por dems, que significan, Ser intil Estar de sobra, p a r e c e l l e n a r las funciones de a d v e r b i o , y Jas de conjuncin c o n t i n u a t i v a , c u a n d o e q u i v a l e ademas, c o m o e n , Dems de esto.

n a . jiDiiiini:.

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Cual lleva d e l a n t e de s el a r t c u l o el, s i e m p r e que es relativo , y lo precede el s u s t a n t i v o con que g u a r d a r e l a c i n : Despert su criado, el cual todava estaba durmiendo. P e r o o m i t i m o s el a r t c u l o en las o r a ciones e l p t i c a s , donde se halla el sustantivo p o s p u e s t o cual. La b r e v e s e n t e n c i a , _A'6> sabe cul camino tomar, e s , bien a n a l i z a d a , el c o m p e n d i o de esta o t r a : Entre los varios caminos uuc se le presentan, no sabe el camino, el cual es el camino que le. conviene tomar. Carece tambin de a r t c u l o definido en las frases de a d m i r a c i n i n t e r r o g a n t e , y en el significado de como, c u a n d o se hace d i s t r i b u t i v o e q u i v a l i e n d o uno otro , p o r q u en todos estos casos deja de ejercer las funciones de r e l a t i v o . E j e m p l o s : Cules su ignorancia! Cul se gallardea! Cual canta, cual llora, esto es, El uno canta, el otro llora. Son c o r r i e n t e s las dos t e r m i n a c i o n e s de cualquier cualquiera , adjetivo q u e sale de cual. U s a m o s con preferencia de la p r i m e r a delante de los s u s t a n t i v o s , en p a r t i c u l a r si empiezan p o r v o c a l , v. g. Cualquier animal, cualquier hombre, cualquier cosa, y t a m b i n cualquiera cosa: y de la s e g u n d a , si est callado el s u s t a n t i v o , se i n t e r p o n e alguna d i c c i n : Cualquiera conoce esta verdad; Eso lo sabe cualquiera; Asi lo dira cualquiera buen escritor; Cualquiera que fuese el accidente. Su p l u r a l es cualesquier, si va j u n t o u n s u s t a n t i v o , v. g. En cualesquicr circunstancias; y cualesquiera , cuando no va i n m e d i a t o l , bien tiene que suplirse el sust a n t i v o , v. g. Cualesquiera que sean las circunstancias; Es menester aprovechar todos los recursos, cualesquiera que fueren. Q u e d a e n t e n d i d o , que es un grave e r r o r u s a r cualesquiera p a r a el n m e r o s i n g u l a r , cualquiera p a r a el p l u r a l , c o m o lo hacen ituchos. Cuyo n o es c o m o los o t r o s adjetivos de relacin, q u e c o n c i e r t a n en gnero y n m e r o con la persona cosa que se refieren, p u e s en lugar de c o n c o r d a r c t . n el sustantivo de quien se afirma (3 d u d a q u e alg-.i le p e r t e n e c e , busca el g n e r o y n m e r o del sugelo cosa,

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SINTAXIS

c u y o p r o p i e t a r i o p r i n c i p a l designamos nos p r o p o n e m o s a v e r i g u a r , v. g. El oficial cuyas buenas calidades he descrito. P o r esto prefieren algunos d e n o m i n a r l o posesivo, mas Lien q u e relativo. Los adjetivos rnio y luyo suelen omitirse , y t a m bin el a r t c u l o d e f i n i d o , delante de los n o m b r e s padre y madre , c u a n d o se t r a t a de los p a d r e s de c u a l q u i e r a de las personas e n t r e las q u e pasa un dilogo: Padre no ha venido; Diga Vd. madre (pie me alegro de su mejora. E l adjetivo que es i n d e c l i n a b l e : El lobo q u e destroz nuestro ganado; La cabra q u e salta; Los pastores q u e sestean ; Las montaas que vemos. E s t e r e l a t i v o lleva algunas vezes a n t e p u e s t o el a r t c u l o d e f i n i d o , el cual se ajusta Jas reglas de la c o n c o r d a n c i a : Ins, la que est de primer dama; Maltrat de palabra mis hermanos, Jos que vindose injuriados etc. P o r referirse s i e m p r e la p e r s o na cosa q u e lo p r e c e d e n en la o r a c i n , se distingue fcilmente de la conjuncin que, c u y o oficio es e n l a zar los dos t r m i n o s de una c o m p a r a c i n , el v e r b o d e t e r m i n a n t e con su d e t e r m i n a d o , segn m a s adelante se ver. E n lugar del r e l a t i v o que suele usarse el a d v e r b i o donde, t a n t o p a r a las oraciones de estado p e r m a n e n cia , como p a r a las de m o v i m i e n t o : La obra donde (en que) manifiesta mas su saber; Los reyes catlicos, dice J o v e l l n o s , nacidos jjara levantar a autoridad de su corona un punto de grandeza, donde ( que) no habla subido hasta entonces. Quien es a h o r a quienes en p l u r a l , a u n q u e a l g u n o s escritores lo m i r a n t o d a v a c o m o indeclinable q u e r i e n d o i m i t a r los a n t i g u o s . El autor de quien lo he aprendido; La moza de quien se refiere este cuento; Los juez.es quienes apel el reo; Los hombres por quienes fu vendido; Platn es quien lo afirma. Ntese q u e el r e l a t i v o quien, y su e q u i v a l e n t e el que, tienen q u e usarse despus de p r e p o s i c i n del v e r b o ser,

D1L K O M l i R E .

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segn se colige de estos e j e m p l o s , y q u e a m b o s solo p u e d e n referirse personas , y no c o s a s , d e b i e n d o m i r a r s e c o m o una especie de afectacin de a r c a s m o q u e J o v e l l n o s baya dicho en el Elogio de las nobles arles: Casi al tiempo que fundaba las sabias Academias , por quienes a lengua castellana etc.; y lo q u e pone M u o z en la pg. X X V i l del p r l o g o la Historia del Nuevo-mundo: Eslo mucho mayor la historia, quien por instituto etc. Quin? como i n t e r r o g a t i v o solo p u e d e referirse Jas p e r s o n a s . E s t e adjetivo, e m p l e a d o s u s t a n t i v a m e n t e , se reviste en ciertas frases de una significacin d i s t r i b u t i v a , com o , Quien grita, quien se queja; es d e c i r , Este grita , aquel se queja. As lo us N a v a r r c t e en este pasaje de la vida de C e r v a n t e s : Q u i e n e s viajaban o permanecan en liorna pretender beneficios...; quienes se encaminaban recibir su educacin en el colegio de Bolonia...; quienes militaban en los tercios que guarnecan aquellas plazas...; q u i e n e s , siguiendo la carrera de la jurisprudencia o' de os empleos polticos, iban procurar su acomodo y colocacin i la sombra y con el favor de los vireyes. S o l o en este s e n t i d o , en los Casos de p r e g u n t a , p u e d e p r i n c i p i a r la clusula inciso p o r quien, pues es vicioso d e c i r , p o r e j e m p l o , Quien no est contento con su suerte, etc., en l u g a r d e , El que. no est contento con su suerte, e t c . F r mase de quien el adjetivo quienquiera, c u y o p l u r a l es p a r a m quienesquiera, n o o b s t a n t e q u e la A c a d e m i a lo da como i n d e c l i n a b l e . N u n c a lleva en la o r a c i n u n i d o i n m e d i a t a m e n t e el s u s t a n t i v o : Quienquiera que fuese su amigo. N a d a m a s o c u r r e que o b s e r v a r acerca de su s i n t a x i s , ni aun r e s p e c t o de sus t e r m i n a c i o n e s , pues la quienquier est a n t i c u a d a .

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SI N T VIS

De los

numerales.

S o b r e los cardinales ha que n o t a r , q u e c u a n d o dos , los une alguna conjuncin , v. g. Dos y tres, seis siete, treinta y dos, cuarenta y ocho; y si se e n c u e n t r a n mas de d o s , solo se pone la conjuncin j a n tes del l t i m o , colocndose todos p o r gradacin desde el m a s alto : Cinco mil, ochocientos diez y seis. Cien to y sus c o m p u e s t o s se j u n t a n con mil sin que los enlaze conjuncin a l g u n a , v. g. Cien mil, doscientos mil etc. Uno p i e r d e la o s i e m p r e que est i n m e d i a t o el n o m b r e , s u s t a n t i v o a d j e t i v o , con el que c o n c u e r d a : Un negocio , un difcil negocio. E n la t e r m i n a c i n f e m e nina no puede s u p r i m i r s e la a, si el n o m b r e inmedia to no es un s u s t a n t i v o que p r i n c i p i a p o r esta letra , y es ella la a c e n t u a d a , v. g. Tom un arma en las manos; y t a m b i n se dice de o r d i n a r i o , una arma. P e r o de nin gn m o d o p u e d e d e c i r s e , un hbil actriz, p o r ser a d j e t i v o el n o m b r e que va j u n t o al n u m e r a l ; ni un hebra, p o r q u e m p i e z a p o r e ( la h p a r a nada se cuenta en la p r o n u n c i a c i n ) y no p o r a la p a l a b r a ; ni un almeja, p o r no ser la p r i m e r a silaba la que lleva el a c e n t o . T a m b i n es indispensable decir una a, h a b l a n d o de la vocal de este n o m b r e . A u n q u e p o r p e r d e r el n u m e r a l uno la o c u a n d o p r e cede al n o m b r e , p u d i e r a confundirse: con el a r t c u l o m a s c u l i n o , no es difcil d i s t i n g u i r l o s . Dicho n u m e r a l solo e n t r a en las o r a c i o n e s , cuya esencia d e p e n d e , di gmoslo a s , de la fuerza n u m r i c a del uno. P o r e j e m p l o en esta frase, ; Cmo haba de resistir un hombre los tres (jue le acometieron? c u a l q u i e r a conocer q u e un es n u m e r a l ; m i e n t r a s en e s t a , Cmo haba de re sistir un hombre tanta belleza y tales atractivos? no e s o t r a cosa que el a r t c u l o indefinido; el cual t i e ne a d e m a s p l u r a l , ( unos unas) lo q u e no es d a d o al n u m e r a l uno. ( p g . 1 2 ) Ciento p i e r d e la s l a b a lo, si est antes del n o m b r e :
c

DEL NOMBRE.

Aqu hai cien grandes volmenes; Cien soldados; y, Los volmenes ascendan c i e n t o ; Los soldados no pasaban de ciento. Si o precede o t r o n u m e r a l , y los enlaza la conjuncin y , retiene el lo; mas lo p i e r d e , si nada inedia e n t r e a m b o s n u m e r a l e s . H e a q u la razn de d e c i r , Ciento y veinte pesos, y , Cien mil pesos. E n el caso de ser d la conjuncin que los divide , m e p a r e c e que puede d e c i r s e , Ciento doscientos pesos, b i e n , Cien doscientos pesos. C u a n d o e n t r a este num e r a l p a r a la composicin de algn n o m b r e , p i e r d e en unos la slaba to, c o m o en Cienpozulos, y la r e tiene en o t r o s , c o m o en cientopies. P o r mas q u e los n m e r o s cardinales puedan t o m a r s e todos d l o s latinos r e s p e c t i v o s , segn lo n o t a m o s en la A n a l o g a , a h o r a p r e f e r i m o s los c a r d i n a l e s , luego que se pasa del dcimo del duodcimo, p o r p a r e c e r los o t r o s s o b r a d o l a r g o s ; de m o d o q u e mas frecuente es decir, capitulo cuarenta y tres, q u e , capitulo cuadragsimo tercero. Son poco usados los ordinales Primo, cinqueno, seteno, deceno, onceno, doce no, veinteno, treinteno, y o t r o s que se bailan en el Diccionario; y nunca p u e d e n e m p l e a r s e sino s e p a r a d o s , p o r q u e si sera tolerable decir, capitulo veinteno, c i e r t a m e n t e no lo sera a a d i r , capitulo veinteno tercio 'tercero. Los ordinales c o n c i e r t a n s i e m p r e en gnero y n m e r o con el n o m b r e q u e se j u n t a n : Libro cuarto, hoja sesta. Estos n m e r o s sirven p a r a c o n t a r las cosas p o r su o r d e n , de donde t o m a n el n o m b r e ; p e r o p a r a los dias del mes u s a m o s de los c a r d i n a l e s : A dos de enero, seis de febrero. Sido el da p r i m e r o p u e d e llevar el o r d i n a l con el a r t c u l o definido y sin la p r e p o s i c i n , p u e s con ella ha de e m p l e a r s e p r e c i s a m e n t e el c a r dinal : Sucedi esto uno de abril, , el primero de abril, que es lo mas u s a d o . Sin e m b a r g o , refirindonos vezes al orden de n u m e r a c i n que g u a r d a n los dias del m e s , d e c i m o s , El din primero de junio cobran las viudas, el segundo los oficinistas, el c u a r t o los retirados; p e r o n i n g u n a dificultad hai en d e c i r , el dos los

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oficinistas, el c u a t r o los retirados. En Jas fechas de Jas cartas no es i n d i s p e n s a b l e d e c i r , Cdiz, b de agosto de 1 8 2 0 , sino q u e p u e d e p o n e r s e , Cdiz, agosto 6 de 1 8 2 0 ; y algunos dicen t a m b i n , Cdiz y agosto, 6 de 1 8 2 0 . Los n m e r o s ordinales p u e d e n ir casi i n d i s t i n t a m e n te antes despus del s u s t a n t i v o , v. g. El segundo capitulo, , el capitulo segundo; m i e n t r a s Jos c a r d i n a l e s han de p r e c e d e r s i e m p r e los n o m b r e s que a c o m p a an , v. g. Dos valientes soldados. T i e n e n tambin los l t i m o s la s i n g u l a r i d a d de hallarse vezes solos en Ja oracin sin referirse ningn s u s t a n t i v o d e t e r m i nado , como c u a n d o d e c i m o s , Dos y tres son cinco.

De los comparativos y superlativos, y de las locuciones de comparacin.


Se dijo en la p a r t e p r i m e r a c m o se f o r m a b a n los c o m p a r a t i v o s y s u p e r l a t i v o s , sin p r e v e n i r cosa a l g u na sobre las circunstancias que debe tener el p o s i t i v o . E s constante que no p o d e m o s sacarlos de aquellos a d j e t i v o s , cuyo significado los i m p o s i b i l i t a de a d m i t i r n i n g u n a especie de a u m e n t o d i m i n u c i n . T a l e s son los gentilicios, c o m o americano, cataln, italiano, y los adjetivos eterno, fundamental, imposible, inaudito, infinito, inmenso, inmortal, invicto, con otros m u chos n e g a t i v o s , nulo , omnipotente, primero, principal, segundo, todopoderoso, triangular, nico, y o t r o s de su c l a s e , los cuales t r a s l a d a m o s de su s i g n i ficacin p r o p i a Ja metafrica , en el i n s t a n t e q u e los a u m e n t a m o s d i s m i n u i m o s . C u a n d o digo, Pedro es mas espaol cpie Juan, q u i e r o significar , q u e es m a s a m a n t e de su p a t r i a , mas grave, m a s afecto las c o s t u m b r e s espaolas que el o t r o . Si digo, Es mui andaluz, mu aragons mui valenciano, denoto q u e es m u i fanfarrn, m u i t e s t a r u d o m u i lijero de cascos; y si, q u e es mui, nulo, lo t o m o p o r i n e p t o e s t p i d o . Con el n o m b r e de clculo infinitesimal designamos,

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NO.MBRK-

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p o r este m o t i v o , aquella p a r t e de las m a t e m t i c a s q u e t r a t a de las cantidades sobre m a n e r a p e q u e a s . L o m i s m o se verifica, s i e m p r e que f o r m a m o s el c o m p a r a tivo de un n o m b r e s u s t a n t i v o , p o r q u con decir, Antonio es mas soldado que Pedro, doi entender, q u e es mejor mas valiente soldado que P e d r o . Es de notar que los pocos c o m p a r a t i v o s que t e n e mos l o m a d o s del latin, (pg. 31) reciben los grados de c o m p a r a c i n c o m o si fueran positivos, bien q u e c o n servando en todos los Casos su significacin c o m p a r a t i v a . Mayor, mejor, menor y peor nunca pasan s u p e r l a t i v o s , y en calidad de c o m p a r a t i v o s van p r e c e d i dos del a d v e r b i o mucho en lugar de mas, as: Jos es mucho mayor, menor, mejor peor que su hermano; sin q u e digamos mas mayor e t c . , ni mui mayor e t c . P e r o de inferior y superior salen mas mui inferior, y mui superior, p o r q u mas superior no r e c u e r d o h a b e r l o visto. O t r o tanto sucede con anterior y posterior, p a l a b r a s que hemos a d o p t a d o con su fuerza c o m p a r a tiva de la lengua latina, l a q u e debe c o n t a r l a s sin d u d a e n t r e sus c o m p a r a t i v o s i r r e g u l a r e s , v. g. Este hecho es mas mui anterior posterior al otro. N i n g u n a de estas vozes puede hallarse en las c o m p a r a c i o n e s m o dificada p o r el a d v e r b i o menos, ni la frase e q u i v a l e n t e este, no-tan, que solo caen bien con Jos positivos alto, antiguo, (que puede r e p u t a r s e c o m o el positivo de anterior) bajo, bueno, grande, malo y pequeo. Hab l a n d o de un suceso, lo l l a m a r e m o s menos reciente nuevo que otro , p o r q u no es p e r m i t i d o decir menos postrero; y este parece el positivo de posterior.Sob r e algunos de estos c o m p a r a t i v o s ha hecho C l e m e n c i n , en el t o m o 3 , pg. 100 de su Comentario, observaciones q u e nos parece o p o r t u n o c o p i a r : De lo agradable y de lo til no se dice mejor ni peor, sino "mayor menor... P o r esta regla d e c i m o s , mayor qus"to, mayor virtud, y n o , gusto mejor ni virtud mejor. "Lo mismo se observa en lo nocivo y a g r a d a b l e . En ambos casos, c o m o el n o m b r e espresa la c a l i d a d , baso

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ta que el adjetivo i n d i q u e la c a n t i d a d : lo dems es r e d u n d a n t e y superfiuo. Y mas adelante en la p gina 4-41: Las personas que h a b l a n c o r r e c t a m e n t e , "dicen agrada mas, y n o , agrada mejor; aprovecha "mas, y n o , aprovecha mejor. O t r o t a n t o sucede con "Ja p a l a b r a peor: no decimos peor dolor, sino mayor "dolor: se s u p o n e la calidad c o m o e v i d e n t e , y solo se espresa la cantidad. Las c o m p a r a c i o n e s se establecen e n t r e dos objetos, b i e n cotejndolos de igual i g u a l ; bien el s u p e r i o r , m a y o r mejor con el i n f e r i o r , m e n o r p e o r ; bien el i n f e r i o r , m e n o r p e o r , con o t r o s u p e r i o r , m a y o r mejor. Cada uno de estos t r e s m o d o s tiene d e t e r m i n a d a s dicciones p a r a a m b o s t r m i n o s de Ja c o m paracin. E n la de Igualdad, si el p r i m e r t r m i n o es un n o m b r e ^ y lo precede lano, debe c o r r e s p o n d e r l e como cuanto; siendo de n o t a r , q u e los a d v e r b i o s tanto y cuanto pierden la slaba lo, s i e m p r e q u e preceden inm e d i a t a m e n t e o t r o a d v e r b i o , un n o m b r e adjet i v o . E j e m p l o s : El jazmn es tan blanco c o m o la nieve; Ta dicho t a n t a s mentiras c u a n t a s palabras. Ntese q u e si e m p l e a m o s en el segundo t r m i n o Ja p a r t c u l a como, puede Omitirse el tan en el p r i m e r o : El jazmn es blanco c o m o la nicOc:j\ vezes el a d v e r b i o tanto a c o m p a a al l t i m o t r m i n o , y entonces se halla cuanto en el p r i m e r o , v. g. Cuan blanca es la nieve, tan blanco es el jazmn , , t a n t o lo es el jazmn. Si los a d v e r b i o s igualmente no menos van delante d e s p u s del adjetivo , p u e s en a m b a s p a r t e s p u e d e n h a llarse , ha de seguir la p a r t c u l a (ue: El jazmn es i g u a l m e n t e o no menos blanco q u e la nieve; bien, El jazmn es blanco igualmente t no m e n o s q u e la nieve. M a s si s u s t i t u y e dichos a d v e r b i o s Ja frase ni mas ni monos, suena esta mejor t r a s del adjetivo i n m e diata al (pie: Jljazmn es blanco ni m a s ni m e n o s que la nieve. L o s antiguos e m p l e a r o n en este sentido las p a r t c u l a s asi-iue, c o m o el m a e s t r o L e n : La tradi-

1'iF.J, XOMIIRF..

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clon es as necesaria que / escritura} lo cual se r e p u t a r a iioi j u s t a m e n t e p o r un galicismo. O c u r r e a d v e r t i r a q u , que si el adjetivo fuere comparable, igual alguno de los o t r o s , q u e , segn v e r e m o s mas a d e l a n t e , piden las preposiciones con, h a s t a darle el rgimen q u e le c o r r e s p o n d e , sin e m p l e a r entonces la p a r t c u l a (pie : La destreza es igual la fuerza, comparable lo menos con ella. Las mismas reglas que p a r a los a d j e t i v o s , valen p a r a los a d v e r b i o s , solo s q u e nunca los precede el n o m b r e tanto: lia bailado tan bien c o m o su hermana; lia bailado i g u a l m e n t e no menos bien q u e su hermana; lia bailado bien i g u a l m e n t e no m e n o s q u e su hermana; la bailado bien, ni mas ni menos q u e su hermana. En los verbos se hacen las c o m p a r a c i o n e s de igualdad con las m i s m a s dicciones: El jazmn blanquea tant o como la nieve; t a n t o c u a n t o la nieve; i g u a l m e n t e , no m e n o s , , ni mas ni menos que la, nieve; s e n c i l l a m e n t e , blanquea c o m o la nieve; C u a n t o blanquea la nieve, t a n t o blanquea el jazmn; al r e v s , s u p r i m i e n d o el v e r b o en el segundo m i e m b r o , Tan to blanquea la nieve, ct/anto el jazmn. Si cotejamos una cosa persona s u p e r i o r , m a y o r mejor con o t r a i n f e r i o r , m e n o r p e o r , ( lo que se d e n o m i n a comparacin de superioridad) hacemos uso de las p a r t c u l a s mas-que: Se mostr mas cortesano q u e cal; M a s tragaba que coma; Escribe mas correcta que elegantemente. P u d i e r a aadirse sin i n c o n v e n i e n t e el a d v e r b i o bien despus de la p a r t c u l a mas d i c i e n d o , Se mostr m a s bien cortesano que leal; M a s bien tragaba q u e coma. P a r a las comparaciones de inferioridad, sirve menos c o r r e s p o n d i d o p o r que, y notan no tanto s e g u i d o s de cuanto como. E j e m p l o s : La miel es menos agradable que el azcar; Precavido no t a n t o c u a n t o o como convena ; Los sabuesos corren menos que los galgos, , no corren t a n t o c o m o , , c u a n t o los galbos.

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Dase Ja preferencia al como, p a r a e v i t a r el sonsonete de tanto-cuanto. E n t i n d e s e , q u e no p u e d e n t e n e r l u g a r los a d v e r bios mas, menos y no, s i e m p r e q u e hai en la frase u n adjetivo que Jos lleva e m b e b i d o s , como lo son mejor, menor, ninguno etc., los cuales equivalen mas bueno, menos grande, ni uno etc. Se dice p o r e s t o , Lpez es mejor d m e n o r que Sosa; Ningn caballero fu tan. aventajado como Suero de Quiones, esto e s , o hubo caballero tan aventajado como Suero de Quiones. Caso de h a b e r m u c h o s n o m b r e s , v e r b o s a d v e r bios c o n t i n u a d o s , basta p o n e r el mas, menos tan delante del p r i m e r o : Gonzalo es m a s o menos especulador, avaro y rico que Pedro; Gonzalo es tan especulador, avaro y rico como Pedro. P e r o no h a b r a inconveniente en r e p e t i r dichos a d v e r b i o s antes de cada a d j e t i v o , p a r t i c u l a r m e n t e si q u e r e m o s a u t o r i z a r Ja s e n t e n c i a . L o s verbos p u e d e n r e p e t i r estos a d v e r b i o s , si los llevan p o s p u e s t o s : Comi m a s , bebi mas y habl m a s que sus compaeros; pero tambin bastara e s p r e s a r el a d v e r b i o mas solo t r a s del l t i m o v e r b o : Comi, bebi y habl mas que sus compaeros. N o p o d r a d e c i r s e , Comi m a s , bebi y habl que sus compaeros; al paso que est b i e n , M a s comi, bebi y habl, , Mas comi, mas bebi y mas habl que sus compaeros. H o s p e d o de los adverbios , sucede Jo m i s m o que con los n o m b r e s : Pronuncia tan clara , distinta y articuladamente como el otro orador; bien, Pronuncia tan clara , tan distinta y tan articuladamente como el otro orador. E n l u g a r de p o n e r el a d v e r b i o de c o m p a r a c i n a n tes del p r i m e r n o m b r e , v e r b o a d v e r b i o de la serie, p u e d e colocarse d e t r a s del l t i m o ; p e r o no es as c o m o se a c o s t u m b r a o r d i n a r i a m e n t e : Gonzalo es especulador , avaro y rico mas menos que Pedro; Comi, bebi y habl mas que sus compaeros; Pronuncia clara, distinta y articuladamente t a n t o c o m o ( ni m a s ni menos q u e ) el otro orador.

NOMBRE.

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C u a n d o debe p r e c e d e r al segundo t r m i n o de la c o m p a r a c i n la p a r t c u l a que, se c o n v i e r t e en de, si va i n m e d i a t o o t r o que, p a r a evitar la cacofona, que es el sonido desagradable q u e r e s u l t a de Ja r e p e t i c i n i n m e d i a t a de las p a l a b r a s , de su viciosa colocacin de su m i s m a e s t r u c t u r a : Es mas presumido que galn, menos erudito q u e su hermano; Es mas docto de lo que algunos creen; Era runos fuerte de lo que us haban pintado. P o r esto dijo V i e r a h a b l a n d o de la his t o r i a de C a n a r i a s : Es mas fecunda en grandes suce sos de lo que parece primera vista. Si bien en o t r o lugar convierte el que en de, sin r e q u e r i r l o la e u f o n a , c u a n d o d i c e : Los Guanches no eran mas de unos usufructuarios. T a m b i n se prefiere el de, s i e m p r e q u e Jas p a r tculas mas menos p r e c e d e c u a l q u i e r v e r b o d i v e r s o de ser estar, y la oracin es a f i r m a t i v a : en las n e gativas suena mejor el que; p e r o p u e d e e m p l e a r s e vezes el de. S i r v a n fie e j e m p l o s : Es mas sabio q u e su primo; Est mas alto q u e los otros; Necesitaba mas de dos onzas para ponerse en camino; o necesitaba mas que dos onzas e t c . ; a u n q u e bien p u d i e r a p a s a r , No necesitaba mas de dos onzas etc. obstante q u e los c o m p a r a t i v o s piden u n objeto de c o m p a r a c i n , no a p a r e c e , c u a n d o cotejamos un i n d i v i d u o con todos los de su e s p e c i e , pues entonces la frase a d q u i e r e en c i e r t o m o d o el v a l o r del s u p e r l a t i v o : A g oblad o por el mas cruel dolor, esto e s , por c mas cruel de lodos los dolores, e q u i v a l e , A gobiado por un dolor mu cruel; as , Es i menos apto de los de su clase, dice t o d a v a algo mas q u e , ////// poco apto mili inepto. Los giros q u e van e s p l i c a d o s , son los mas usuales p a r a las c o m p a r a c i o n e s , y los nicos de cuya sintaxis o c u r r a algo que a d v e r t i r . Tales la bija cual sa. ma dre, , La hija es tal cual su madre; Si es hermosa la una, tambin lo es, 6, no lo es menos la o/ra; Es i gua Im en le buena que agraciada; Tiene la misma 'dad

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] AG

SINT'AIS

que su prima; Cual ruge el len en la selva, asi bramaba de coraje, son sin d i s p u t a o t r a s tantas c o m p a r a c i o n e s de i g u a l d a d : e n , Quera A sus hijos, tero sealadamente a l mayor, la hai de s u p e r i o r i d a d ; y e n , .Era esjaezado, aunque no cual lo requera la. empresa, la tenemos de i n t e r i o r i d a d , pesar de que no a p a r e cen en semejantes locuciones el tan, el mas, ni el menos en el un m i e m b r o , c o r r e s p o n d i d o s p o r el como, el cuanto, el que en el o t r o . P e r o estas m a n e r a s de cspilcarse e n t r a n en las reglas generales de la g r a m t i c a , y sabe e m p l e a r l a s c u a l q u i e r a que conoce m e d i a n a m e n te la v a r i a d a frase de n u e s t r a lengua, C A P T U L O III.
BE LOS ARTCULOS.

Bel

indefinido.

Un una sirve p a r a i n d i c a r algn i n d i v i d u o de c u a l q u i e r a clase, especie g n e r o sin p a r t i c u l a r i z a r l o . Con la espresion d e , Un /ierro le mordi, d e n o t o la especie q u e el a n i m a l p e r t e n e c a ; n a s no sealo q u p e r r o f u : doi solo la noticia vaga de que Uno de los individuos de la especie perruna, le mordi. P o r cuyo g i r o se d e m u e s t r a que el a r t c u l o indefinido r e p r e s e n t a i m p l c i t a m e n t e al n u m e r a l uno. E n algunos casos comunica una nfasis especial la frase, pues al decir de a l g u n o q u e Es un cobarde, no significamos que la c o b a r d a es o t r a de sus calidades, SIM que es la p r i n c i p a l y casi c a r a c t e r s t i c a . E n igual s e n t i d o se d i c e , Es un borracho, un matn, un embustero etc. P o r e s t o , c u a n d o hai v a r i o s s u s t a n t i v o s de seguida q u e necesitan de cierta calificacin, se r e p i t e este a r t c u l o delante de cada u n o de e l l o s , v. g. Un gato, una zorra y un lobo son los personajes que se introducen en la presente jbala.

1>E

T.OS

ARTCULOS.

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L o h a l l a m o s t a m b i n delante de los n o m b r e s p r o pios , y vezes en lugar del a r t c u l o definido: Un Chileros no poda dejar de ser respetado; Un hombre entregado los estudios se cuida poco de las diversiones; en cuyo l t i m o caso p u d i e r a d e c i r s e , El hombre entregado etc. E l a r t c u l o uno una, p u e s t o en la oracin sin q u e lo a c o m p a e n i n g n s u s t a n t i v o , e q u i v a l e un hombre una mujer, alguno, nadie, bien la oracin en i m p e r s o n a l . Es difcil que uno se acostumbre padecer hambre, q u i e r e d e c i r , Es difcil que un hombre, alguno nadie se acostumbre padecer hambre, y m e j o r , Es difcil acostumbrarse padecer hambre. O t r a s vezes dice relacin al sugeto que h a b l a , y entonces vale t a n t o c o m o una persona de mi clase, de mi educacin etc., v. g. si u n rico dijese, No puede uno familiarizarse con la miseria. \ es digno de r e p a r o , q u e c u a n d o se usa el uno en este s e n t i d o , cae bien aun en boca del sexo femenino , p o r q u entonces no se refiere r i g u r o s a m e n t e la p e r s o n a q u e h a b l a , sino que se establece en c i e r t o m o d o una m x i m a g e neral , c o m o lo sera si una seora dijese, No tomo otra casa mayor, porqu tiene uno que acomodarse sus circunstancias, lo que es lo m i s m o , porqu tiene cada uno que acomodarse sus circunstancias. El p l u r a l unos unas, j u n t o con Jos n m e r o s cardinales, significa cerca de, poco mas menos, en corta, diferencia e t c . , segn lo d e m u e s t r a n estos ejemplos : El atalaya descubri unos mil enemigos; De Madrid Zara goza hai unas cincuenta y cuatro leguas. E l a r t c u l o indefinido p i e r d e Ja vocal de sus dos t e r m i n a c i o n e s , en Jos mismos t r m i n o s que respecto del n u m e r a l uno q u e d a n espJicados en Ja p g . 138.

Del artculo

definido.

Este a r t c u l o , q u e en casi todas las lenguas de E u r o p a es una fraccin deJ p r o n o m b r e latino Ule , illa, 10*

1 <!S

SINTAXIS

illud, tiene una n t i m a conexin con a l g u n o d l o s adjetivos d e m o s t r a t i v o s de dichas lenguas ; g u a r d a en la castellana una relacin m u i i n m e d i a t a con el p r o n o m b r e personal l, ella, ello, y p o r consecuencia con el adjetivo aquel, aquella, aquello. La s e n t e n c i a , El hombre se deja arrastrar de la avaricia, es una a b r e viacin de e s t a , A q u e l animal que llamamos hombre, se deja arrastrar de aquella pasin que se denomina avaricia.. P o r donde aparece clara la fuerza d e m o s t r a t i v a del a r t c u l o definido; v en efecto su v e r d a d e r o olicio es p r e c e d e r los n o m b r e s , c u y o significado nos p r o p o n e m o s c o n t r a e r d e t e r m i n a r . D e c i m o s p o r esto, Ea cordillera divisoria de. ambos montes; El correo que ha llegado hoi; La controversia entre los dos hermanos; El. perro de Lpez ha ladrado. Y si se dice, El perro ha ladrado, e n t e n d e m o s p o r escelcncia el de n u e s t r a casa, bien aquel que se refieren Jos a n t e cedentes del d i s c u r s o . N o s s e p a r a m o s p u e s del uso p r o p i o de este a r t c u l o , c u a n d o decimos sin l , No fu, casa de su abogado; No estuvo en casa de su madre; Venia de casa, de su. amigo; Salgo de palacio, p o r q u todas estas casas y el palacio d e b a n l l e v a r l o , m i r a d a la cosa filosficam e n t e y p r e s c i n d i e n d o de los idiotismos de la lengua. T a m p o c o es fcil esplicar p o r q u en una m i s m a frase se e m p l e a no el a r t c u l o segn la p r e p o s i c i n q u e rige el v e r b o . D e c i m o s , Ansioso de gloria, y, Ansioso por la gloria; Ir en socorro de uno, , Ir al socorro de uno; Recio de condicin, y , Recio en la condicin; Tomar una, cosa de memoria, y, Tomarla en la memoria; Traducir un libro en castellano, y, Traducirlo al castellano. El c a p r i c h o de la lengua se estiende r e h u s a r el a r t c u l o en una sentencia espresada con tal v e r b o , y r e c l a m a r l o n e c e s a r i a m e n t e , si se e m p l e a o t r o . T a n bien dicho e s t , Antes que hubiera mundo, c o m o , Antes que existiera el mundo. Y lo q u e m a s e s , basta q u e el m i s m o verbo se halle en este el o t r o m o d o , p a r a r e c l a m a r no en d e t e r -

JIM l . O S AUTICIM.OS.

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m i n a d a s frases el a r t c u l o : t a n c o r r e c t a es la locucin, Honrars padre y madre, como esta o t r a , Honra al padre y la madre. Es evidente que no necesitan del a r t c u l o definido las cosas nicas en su e s p e c i e , como Dios, octubre, jueves; y si a p a r t n d o n o s de esta regla d e c i m o s , El sol, el demonio, el cielo, el infierno, el. Ocano, el Manzanares, el Parnaso, la Europa, la Estremadura, el Ferrol, el invierno, el Dante, (*) la teologa, la j , el mentes, la siesta , i la una, yo aprendo el francs etc. etc.; p o c o q u e e s t u d i e m o s estas frases, se a d v e r t i r q u e d e n o t a m o s con e l l a s , El luminar llamado sol; el espritu que se denomina demonio; el sillo que conocemos con el nombre de ciclo inferno; el mar Ocano; el rio Manzanares; el monte Parnaso; la parle del mundo que lleva el nombre de Europa; la provincia de Eslrcmadura; el puerto que se llama Ferrol; el tiempo que denominan invierno; el escritor apellidado Dante; la ciencia, que llamamos teologa; la. virtud que se denomina, je; el ella llamado martes; la divisin del dia que se conoce con el nombre de siesta; la hora que designamos como la primera; yo aprendo el idioma francs. C u a n d o h a b l a m o s sin e l i p s i s , d e c i m o s , Europa est devorada, por la guerra; Espaa tiene posesiones en las cuatro partes del globo; El mundo se divide en Europa, Asia, etc. Y de seguro n u n c a a c o m p a a el a r t c u l o los n o m b r e s de reinos p r o v i n c i a s q u e se d e n o m i n a n lo m i s m o que s u s c a p i t a l e s , segn se observa en Kpoles, Valencia, Valladolid. H a b l a n d o de las v i r t u d e s t e o l o g a l e s , las e n u m e r a m o s t a m b i n sin el a r t c u l o , y i . ' , esperanza y caridad; y lo o m i t i m o s delante de los c u a r t o s y minut o s , si van despus de la h o r a : Las cinco, tres cuartos
* I m i t a m o s e n u s t o li l o s i t a l i a n o s . c i t a n d o n o s o r u i T o 11 a iilar de s u s e l a s i c o s a n t i g u o s , p u e s r c s p c r i o de l o s m o d e l n n s , y i n n i de n l g u n o s d e l o s o t r o s , p r c l e i ' i m o s d e e i r sin e] a i l i e i i l o , a l a e s p a i u l a , Alfieri, Bulla, Cateeiai ilino , J/aquinve/n.

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y ocho minutos; p e r o se d i c e , Son ya los tras cuartos para las diez, si bien es Jo m a s u s u a l , Son las diez menos cuarto. T a m b i n lia de suplirse algo p a r a r e d u c i r el a r t c u lo definido su oficio v e r d a d e r o , s i e m p r e q u e va delante de los n o m b r e s adjetivos e m p l e a d o s en significado s u s t a n t i v o ; de los gentilicios; de los de s e c t a s , r d e n e s r e l i g i o s a s , profesiones etc.; de los c o m u n e s a p e l a t i v o s , de q u e se afirma u n a c a l i d a d c i r c u n s t a n c i a q u e conviene toda la clase e s p e c i e ; de los a b s t r a c t o s y los genricos q u e se t o m a n en un sentido l a t o ; de los p r o p i o s , precedidos de sus e m p l e o s d e s t i n o s , del e p t e t o seor; de los adjetivos p o s e s i v o s , si se les s o b r e n t i e n d e algn s u s t a n t i v o de o t r o m i e m b r o del per o d o ; y finalmente de los sustantivos p l u r a l e s , c u a n do est d e l a n t e de ellos el adjetivo todo, v. g. E l verde simboliza la esperanza; L o s espaoles son fuertes y graves; Los benedictinos de san Mauro eran mu instruidos; L a zorra es mui astuta; Las mujeres gustan de las modas; L o s ricos apartan a. vista de los pobres ; E l vino forma uno de los principales ramos de comercio de Espaa; El re Carlos IV; E l capitngeneral Mazarredo; E l seor don. Jos Conde; La seorita de 11 aro; Mi casa es mucho mayor que la luya; Todos los hombres. Estas frases se a c l a r a n , e s p r e s a n d o lo que f a l t a , segn de las a n t e r i o r e s se p r e v i n o , c o m o s e r a , El color verde los hombres espaoles los monjes benedictinosla hembra llamada zorra las hembras que tienen el nombre de mujeres, gustan de las vanidades que denominamos modas, e t c . e t c . T a m b i n bai e l i p s i s , a u n q u e de diverso g i r o , en las locuciones en que o c u r r e n los adjetivos mismo propio, c u a n d o Je es s i n n i m o , los cuales van precedidos de este a r t c u l o , v. g. El mismo el propio motivo me ha inducido, q u e , llena la o r a c i n , s e r a , El mismo el propio motivo que acaba de asignarse , me ha inducido. P o r u n o de los c a p r i c h o s q u e tan o r d i narios son en las l e n g u a s , d e c i m o s , En propias manos,

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y n o , En las propias manos de fulano de tal; y o m i t i m o s t a m b i n el a r t c u l o en igual y semejante, que t a n p a r e c i d o s son mismo: Igual semejante motivo me ha inducido. T a m p o c o llevan a r t c u l o , como n i cos en su e s p e c i e , Jos n o m b r e s p r o p i o s , v. g. Guillermo, Serafina , Badajoz, no s e p a r a r l o s de su estricta significacin, d a r l e s alguna especial y r e l a t i v a , s e gn sucede con las frases, La Antonia, la Dorotea; La Magdalena del Corregi est en el Escorial; La lengua castellana lia sido restaurada por los Cadalsos, los Iriartes e t c . ; Jas cuales equivalen , La mujer que vive en tal calle, que est casada con fulano, llamada Antonia Dorotea; La pintura del Corregi que representa santa Mara Magdalena, est en el monasterio del Escorial; La lengua castellana ha sido restaurada por los escritores, Cadalso , Ir arte e t c . ; bajo c u y o giro ya no existe la i m p r o p i e d a d que p a r e c a r e s u l t a r de q u e a c o m p a a s e aquellos n o m b r e s p r o p i o s el a r t c u l o definido. Naturaleza sigue unas vezes la regla g e n e r a l , y o t r a s , y con mas f r e c u e n c i a , lleva el a r t c u l o . C u a n d o p a r a d e n o m i n a r el globo t e r r e s t r e , Jo l l a m a m o s la tierra, es i n d i s p e n s a b l e el a r t c u l o , p o r q u a r r a n c a m o s la p a l a b r a de su significado f r e c u e n t e , p a r a d a r l e el p a r t i c u l a r de aquel p l a n e t a . Se lia indicado al p r i n c i p i o q u e este a r t c u l o p u e d e casi s u s t i t u i r aquel; p o r lo q u e no se b a i l a , c u a n d o el adjetivo p r e c e d e n t e , en especial si es d e m o s t r a t i v o p o s e s i v o , basta p o r s solo p a r a calificar designar el n o m b r e s u s t a n t i v o , v. g. Padeci grandes trabajos; Tuvo mucha fortuna; Ese caballo, aquella mujer, mi coche, tu quinta; y solo de un m o d o violento i m p r o p i o dicen algunos, El coche mi, la quinta tuya, esto e s , El coche que es mo, la quinta que es tuya. C u a n d o sigue al s u s t a n t i v o un r e l a t i v o , p u e d e e m plearse con o p o r t u n i d a d este r o d e o , c o m o , La palabra tuya que mas me irrit. S i h a l l a m o s en . a v e l l a nos , Las mand pasar al vuestro fiscal, bien es

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u n o de los arcasmos q u e t a n t o p r o p e n d a este e s c r i t o r , de los m u c h o s q u e c o n s e r v a n las f r m u l a s y lenguaje del foro. En razn del c a r c t e r de este a r t c u l o , no es neces a r i o delante de los v o c a t i v o s : Oye, Seor, mi ruego; Escuche i'(i., seora doa Pascasia; mientras decim o s , El Seor oy su ruego; La seora, doa Pseosla la escucho: ni en las calidades i n e q u i v o c a b l e s de u n sugefo, c o m o , Salomn, hijo de David, y no, el hijo de David: ni en las esclamaciones y a d m i r a c i o n e s , a s , Buena maula! gran discurso! ni en los n u m e r a l e s o r d i n a l e s , v. g. Felipe V, primer re de la dinasta de los Barbones en. Espaa; y si dijsemos p a r a m a y o r nfasis el primer rei, se e n t e n d e r a el (pie fu primer rei: ni finalmente c u a n d o nos p r o p o n e m o s tejar i n d e t e r m i n a d a la estension del significado de la p a l a b r a , d a r l e la frase el c a r c t e r de a b s t r a c c i n , 0 dejarla mas d e s e m b a r a z a d a ; p o r lo que decimos, X? llam gritos; le dio de patadas; ddivas (uebrantan peas; juego de manos; duelos con pan son menos; vista de ojo etc. Los concertados disparates, leemos en C e r v a n t e s , si disparales (sin el a r t c u l o ) sufren concierto. El a r t c u l o se halla p u e s s i e m p r e que es necesario c o n c r e t a r los n o m b r e s una idea p a r t i c u l a r ; p o r lo que si d i g o , Hubo mucho concurso el segundo y ltimo dia de la feria, e n t i e n d o que el segundo fu el l t i m o ; m a s si dijera, Hubo mucho concurso el segundo y el ltimo dia de la feria, querra manifestar, q u e estuvo c o n c u r r i d a el dia segundo y o t r o p o s t e r i o r , que fu el l t i m o . P o r igual p r i n c i p i o se c o m p r e n d e r la diferencia que hai e n t r e ciertas frases, segn que llevan n o e l a r t c u l o definido, v. g. Abrir escuela, y , abrir la escuela; A justar con razn su deseo, y , ayustar con la razn su deseo; Dar alma, y , dar el alma; Dar hora, y , dar la hora ; Dar en blanco, y, dar en el blanco; Dar perro, y, dar el erro; Estar en cama, y , estar en la cama; Estar en

DE EOS AlrnCl.'EOS.

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capilla, y , estar en la capilla; Estar un libro en prensa, y , estar en la prensa; Ganar horas, y , ganar las horas; Hacer cama, y , hacer la cama; Hacer canias, y , hacer las camas; Otro (lia, y , el otro da; (*) Poner casa, y, poner la casa alguno; Tener mala lengua, y, tener mala la lengua; Tirar blanco, y, tirar al blanco; Tomar hbito, y, tomar el hbito etc. Ponerse bordo de un bajel es, segn nota CJemencin (pg. 2 4 2 del torno 3. de su Comentario), e m b a r c a r s e en l , y, Ponerse al bordo de un bajel, es a r r i m a r s e su l a d o . O b s e r v a r a q u q u e en algunas locuciones t o d a v a no se lia lijado el uso respecto del a r t c u l o , puesto q u e d e c i m o s , Mostrar dientes, , Mostrar los dientes; Estar mano, , Estar la mano. E m p l e a m o s p o r fin el a r t c u l o delante de las c a l i ficaciones de los i n d i v i d u o s , quienes p o n e m o s en p a r a n g n con todos los de su e s p e c i e , poca e t c . ; y si Jos c o m p a r a m o s en p a r t i c u l a r con alguno de su clase, Jo o m i t i m o s indefectiblemente, de m o d o que nos s i r v c c o m o de c o n t r a s e a en l a s c o m p a r a c i u e s . L l a m a mos A JNeron el mas cruel de los hombres, y Juan de M e n a el poeta mas aventajado de su siglo, mient r a s d e c i m o s , Nern fu mas cruel que Colgala ; Mena fu poeta mas aventajado que Prez de Guzman. R e s p e c t o de su c o n s t r u c c i n , conviene n o p e r d e r de vista las siguientes o b s e r v a c i o n e s : I E l a r t c u l o definido solo p u e d e p r e c e d e r u n n o m b r e , s u s t a n t i v o a d j e t i v o , ( c o n c o r d a n d o con l
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* So se m e o c u l t a q u e l o s a n t i g u o s , m e n o s r e f i n a d o s q u e n o s o t r o s e n e s l a s d i d i e a d e / . a s . u s a b a n iudisl h i t a m e n t e de otro (lia y el otro tliti; mas ho d a m o s u n s e n t i d o niui d i v e r s o a cada una de e s l a s m a n e r a s , d e n o t a n d o c o n la p r i m e r a un illa roa/quiera dislinio itc aquel tic que se baya /labiado, y con la l t i m a />ocos ditis hace ; v si se a a d e la p r e p o s i c i n d ( al otro dia), yii es el lia siguiente. T a m b i n se h a l l a e n a q u e l l o s , Trabajos de I'ersl/es , Obras del maestro Oliva , p a r a s i g n i ficar todos los trabajos v todas las o b r a s , m i e n t r a s para n o s o t r o s s o l o t i e n e la T u e r z a , sin e l a r t c u l o , de algunos trabajos y algunas obras.

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en gnero y n m e r o ) Jos a d v e r b i o s y al i n f i n i t i v o , c u a n d o hacen Jas vezes de n o m b r e ; p e r o e n t o n c e s u s a m o s esclusivamente Ja t e r m i n a c i n mascuJina del s i n g u l a r . A s , El caballo; Los clorados grillos; Le dio el si, esto e s , su aprobacin; Descudenlo con el 7io seco (jue le haba dado, esto e s , con la negativa seca; Esplicasle el por qu, la causa; Le refiri el cundo y el corno del suceso, q u e vale lo m i s m o q u e el tiempo y las circunstancias del suceso; El leer instruye, , la lectura instruye. 2 Aunque g e n e r a l m e n t e va el a r t c u l o i n m e d i a t o al n o m b r e al i n f i n i t i v o , se i n t e r p o n e vezes a l g u n a d i c c i n , v . g. La nunca bastante ponderada gloga; El no s si llamarlo temor; El sobrado pasear cansa. 3 Si hai m u c h o s s u s t a n t i v o s c o n t i n u a d o s , se r e p i t e el a r t c u l o delante de cada u n o de e l l o s , c u a n d o se les q u i e r e d a r una p a r t i c u l a r nfasis, si son d i versos sus gneros. Cuando la justicia, dice J o v e l l n o s , la fidelidad, el honor, la compasin, la vergenza y todos los sentimientos que pueden mover un corazn generoso etc. Sin e m b a r g o , suelen descuidarse en esta p a r t e aun los b u e n o s e s c r i t o r e s , y as es q u e leemos en el m i s m o : No cual estar representada por el clero y (falta la) nobleza, y por los ilustres diputados de sus pueblos. Esta omisin q u e en tales casos se h a c e d i s i m u l a b l e , no lo s e r a , si e s t a n d o j u n t o s dos n o m b r e s , s u s t a n t i v o s a d j e t i v o s , h u b i e r a de r e s a l t a r la diferencia de las cosas calidades q u e d e s i g n a n , c o m o si d i j r a m o s , Los turcos y los cristianos se portaron aquel da con igual valor; Los hombres blancos y los negros pertenecen la misma especie. 4 En la conversacin f a m i l i a r suele usarse del adj e t i v o posesivo su en lugar del a r t c u l o , c o m o c u a n d o d e c i m o s , Su hijo de Vd. de Vds.; p e r o si se refiriese un p r o n o m b r e distinto del Vd. Vds., o t r o n o m b r e , h a b r a de e m p l e a r s e p r e c i s a m e n t e el a r t c u l o d e f i n i d o , pues no p u e d e d e c i r s e , Su hermana de ellos; Su primo de los dos.
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DF. L O S
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ARTCULOS.

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5 E s r e p a r a b l e la p r e d i l e c c i n q u e tenemos e m p l e a r la t e r m i n a c i n femenina de este a r t c u l o p a r a Jas frases elpticas p r o v e r b i a l e s . E n s i n g u l a r decimos, A quien Dios se Ja dio, san Pedro se Ja bendiga; Echarla, de guapo; Hacerla; La pagar; Erersela Pegarla alguno; Tomarla con a l g u n o ; y en p l u r a l , ' Cortarlas en el aire; Donde las dan, las toman; El diablo las carga; Haberlas /Jabeselas con alguno; Liarlas; Pagarlas con las setenas; Pelrselas; Quien las sabe, las tae; Se las chanto; Tomar Jas de Villadiego, con o t r a s m u c h a s q u e no es del caso a c u m u lar. V e r d a d es q u e igual preferencia d a m o s al gnero femenino de ciertos adjetivos en diversas locuciones, elpticas t a m b i n y p r o v e r b i a l e s , c o m o , J las p r i m e r a s ; Andar m a l a s , derechas las b o n i c a s ; t o n t a s y locas; De b u e n a s b u e n a s ; De b u e n a s p r i m e r a s ; De o d a s ; De una en o t r a pararon; Hacer de las s u y a s ; Hacerla c e r r a d a ; Hacerse de n u e v a s ; // de r o t a ; Irse de t o d a s ; Llevar la c o n t r a r i a ; M a l a ta. hubisteis; .Ni por esas; No dejar ni, una m n i m a ; No saldris bien de esta ; No tenerlas todas consigo; Pagarla d o b l e ; Salir con la s u y a ; Tenerlas tiesas; Tenerse en b u e n a s ; Ver la s u y a ; Vista Ja presente ; etc. etc. 6 L a t e r m i n a c i n lo se j u n t a m u i de o r d i n a r i o con Jos adjetivos t o m a d o s s u s t a n t i v a m e n t e , q u e p u e den suplirse entonces p o r un s u s t a n t i v o a b s t r a c t o , de m o d o q u e , Lo alto de la torre, lo bueno de un negocio, significan La altura de la torre, la bondad de un negocio. N o p a r e c e p o s i b l e q u e se j u n t e con n o m b r e alguno s u s t a n t i v o , no h a b i n d o l o s n e u t r o s en c a s t e l l a n o : sin e m b a r g o , p o r u n o de los idiotismos m a s singulares de nuestra l e n g u a , precede los apelativos, revistindolos tambin de una significacin a b s t r a c t a : Habl lo reina, se port lo duque, q u i e r e d e c i r , Habl segn corresponde la majestad regia, se port como lo pide la dignidad ducal. U n gracioso c o p l e r o del siglo l t i m o dijo con m u c h a p r o p i e d a d ,
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SINTAXIS

h a b l a n d o de u n a s o b r i n i t a q u e tena en casa, y le incomodaba no poco:


Con decir que es granadina, os doi suficiente luz de e s t a i n s o p o r t a b l e c r u z ; p o r q u mas n o p u e d e s e r , si i lo t e r c o y lo m u j e r se l e a a d e lo a n d a l u z .

Todo l l e v a , e n el sentido de q u e v a m o s h a b l a n d o , el a r t c u l o m a s c u l i n o , p u e s no d e c i m o s , lo todo de la cuestin, s i n o , el lodo, esto e s , la totalidad de la, cuestin. P e r o c u a n d o se usa c o m o n e u t r o , y no s u s t a n t i v a d a m e n t e , lo a n t e c e d e , no el a r t c u l o , sino el p r o n o m b r e lo n e u t r o : Estos cuerpos lo tenan, , tenanlo todo bajo su inspeccin, v de ningn m o d o , Estos cuerpos tenan lodo bajo su inspeccin, francesismo q u e hallo en V i e r a p g . 105 del t o m o t e r c e r o . E n los dems casos el n o m b r e que sigue al adjetivo todo, v a no p r e c e d i d o del a r t c u l o definido con a r r e g l o los p r i n c i p i o s sentados en las pginas 148 y 1 5 2 . P o r esta razn se espresa e n , Sali toda, la gente verle, y se omite e n , Es digno de loda consideracin, pues en la p r i m e r a sentencia nos referimos Ja gente de un p u e b l o n m e r o d e t e r m i n a d o , y en la segunda n o h a i necesidad de fijar hasta dnde estendetnos la p a J abra consideracin. 7 El a r t c u l o femenino suele c o n v e r t i r s e en el m a s c u l i n o delante de algunos sustantivos que e m p i e zan p o r a, si lleva esta letra el acento de la p a l a b r a , c o m o , El alma, el ave, el arca, el guila, en lugar de La alma, la ave, la arca, la guila; pero d e c i m o s , La altura, la altivez, la actividad, p o r q u no es la a la slaba a c e n t u a d a ; y , la, alta torre, p o i q u alta es adjetivo y no s u s t a n t i v o . E s t o se entiende a h o r a ; que n u e s t r o s clsicos e s c r i b i e r o n , El alegra, el acmila , el alia sierra, p a r a e v i t a r en todos los casos el c o n c u r s o de las vocales, y mas el de las dos aa,, q u e es m u i d e s a g r a d a b l e . Los ha c o p i a d o Q u i n t a n a , c u a n a

TIF, LOS

MmCX'T.OS.

I 7

do dice en la vida de P i z a r r o : 6072 el ayuda de los insulares. Los n o m b r e s femeninos que p r i n c i p i a n p o r a a c e n t u a d a , y llevan p o r esta razn el a r t i c u l o m a s c u l i n o , r e c l a m a n no o b s t a n t e la t e r m i n a c i n femen i n a en todos los adjetivos que con ellos c o n c u e r d a n : El. alma atribulada, el aura blanda , sin que p u e d a sufrirse , El alma atribulado, ni
Mientras vuela risueo E l aura re la v i d a ,

c o m o ha dicho L i s t a . AI q u e n o le agrade a m a l g a m a r el a r t c u l o m a s c u l i n o con un adjetivo del gnero fem e n i n o , l i b e r t a d le queda p a r a d e c i r , La alma atribulada , la aura blanda risuea. 8 Con el m i s m o designio de e v i t a r la r e u n i n de las vocales, se elide la e del a r t i c u l o m a s c u l i n o , siemp r e que lo preceden las preposiciones de a, d i c i n dose a h o r a g e n e r a l m e n t e del y al; bien que J o v e l l nos y algn o t r o m o d e r n o t o d a v a han retenido el de el v el de nuestros antiguos. Los cuales p o r el c o n t r a r i o s u p r i m a n la e. de la preposicin de delante del p r o n o m b r e l, (*) ella, ello, y decan del, della, dello; Jo que nunca se practica al p r e s e n t e . N o tiene o t r a escepcion esta r e g l a , sino c u a n d o sigue al a r t c u l o el d i c t a d o , s o b r e n o m b r e e t c . , p o r el cual se apellida u n s u g e t o , v. g. liui Daz fu tan temido con el renombre de el Cid ele. F u e r a de este c a s o , semejantes d e n o m i naciones e n t r a n en la regla g e n e r a l , c o m o , El caballo del Cid se llamaba Babieca.
a

* C r e o q u e nadie confundir' el a i i i r n l o d e f i n i d o , el, ta, lo, r o n el p r o n o m b r e l v s u s a c u s a t i v o s la , lo. El p r i m e r o es el el n i c o q u e p u e d e p r e c e d e r a l o s n o m b r e s a i s l a d o s . al p a s o q u e el p r o n o m b r e l. es p o r p r e c i s i n e l s u p u e s t o d e un v e r b o , }' su c a s o o b l i c u o la , lo es s i e m p r e p e r s o n a p a c i e n t e de la o r a c i n : El cielo , la ventana , lo peor del caso; El vino , la viste , lo dijo.

158

SINTAXIS

CAPTULO
DEL

IV.

PRONOMBRE.

L o s p r o n o m b r e s , yo, t, l, nosotros, vosotros, ellos, se o m i t e n r e g u l a r m e n t e c u a n d o son supuestos del verb o , bien se hallen delante despus de l : Veo que estuvieron en la junta, despus que nos salimos, y que no fuisteis sorprendidos; Glorime de contarle entre mis discpulos; Sacdele esa pulla. E s necesario q u e nos p r o p o n g a m o s l l a m a r la atencin hacia e l l o s , p a r a q u e se espresen en c a s t e l l a n o , c o m o c u a n d o decimos, Y o soi el que har ver todo el mundo que l es un menguado; bien q u e p o r tener el t i e m p o dos p e r sonas de una m i s m a t e r m i n a c i n , (corno sucede en el p r e t r i t o coexistenle y el f u t u r o condicional de i n d i c a t i v o , y en los f u t u r o s indefinidos de s u b j u n t i v o ) p i d a n e c e s a r i a m e n t e Ja sentencia q u e se d e t e r m i n e desde luego q u e h a b l a la p r i m e r a p e r s o n a , a s , Vino mi cuitado, y como no quera yo desazonarle etc. E s t o s p r o n o m b r e s , q u e constituyen la persona agente del v e r b o , p u e d e n p r e c e d e r l o seguirlo en todos los m o d o s , menos en el i m p e r a t i v o , en el q u e lian de p o s p o n e r s e , c o m o t a m b i n en las p r e g u n t a s , s e gn m a s adelante o b s e r v a r : Vosotros me aturds, , Me aturds vosotros con tanto grito; Escucha t, alma ma, etc. P a r a el d a t i v o y el a c u s a t i v o tienen dichos p r o n o m b r e s dos t e r m i n a c i o n e s , s a b e r , mi, ti, si, l, ella, ello, nos y nosotros, vos y vosotros, s, ellos y ellas, c u a n d o los rige alguna p r e p o s i c i n ; y me, te, se, le y lo, la, lo, nos, os, se, (*) les y los, las, los, c u a n d o estn solos sin p r e p o s i c i n alguna. E n el l t i m o caso

* La c i r c u n s t a n c i a de p o d e r s e r e f e r i r el afijo se y el a d j e t i v o su , q u e d e l se d e r i v a , tanto a las p e r s o n a s c o m o las c o s a s , y lo m i s m o al n m e r o s i n g u l a r q u e al p l u r a l , da m a r g e n l o s i n c o n v e n i e n t e s q u e e s p l i c o e n la n o t a E .

rii'.l.

l'T'N'ninHK.

')

van pegados al v e r b o , distinguindose con el n o m b r e de afijos; y con el p e c u l i a r de enclticos, si se b a i l a n d e s p u s de l : Para, mise hicieron las desdichas; Me cabr gran satisjaccin; Aquel tiro se diriga ti; Te acusa roa de traidor; Examin por s mismo lodos los documentos; Para el iba la carta; No quiero hablarle; A ella locaba responder; Bien hiciste en despreciarla; Lisonjesc de ello; Lo evidenci; Por nos fu mandado; Ante nosotros ocurri todo eso; ISos incumbe el negocio; Se ha quejado vosotros de la Injuria; A vos suplico; Os calumniaron; Se encamina hacia ellos; Lo guardaron para s; Se arrepentIrn pronto; Aguardbalos; Les intim la rendicin; Cansado de perseguirlas. Y si se q u i e r e n r e u n i r d o s , no h a i i n c o n v e n i e n t e en d e c i r , L* robdmelo; Nos lo mostraron. E n c a l i d a d de e n c l t i c o s , p u e d e n alguna vez j u n t a r s e basta t r e s , v. g. Trigascmclc al instante. C u a n d o la p r e p o s i c i n con a c o m p a a los casos o b l i cuos ////, / / , s, ha de agregarse al fin b i s l a b a go, de m o d o que r e s u l t a n las vozes c o m p u e s t a s , conmigo, contigo, consigo. S i e m p r e q u e la o r a c i n lleva un alijo, p u e d e t a m b i n aadirse el p r o n o m b r e de la m i s m a p e r s o n a , p r e c e d i do de la p r e p o s i c i n ; p e r o este no p u e d e estar sin el afijo, no espresarsc o t r o a c u s a t i v o s o b r e que recaiga la accin del v e r b o . Est bien d i c h o , Le hiri, , Le hiri l; p e r o n o , Hiri i l, sin el afijo: Escribime, , Me escribi J aun mi, mas n o , Escribi Juan l mi, no agregarse una carta, algn o t r o acusativ o ; y aun as tiene algo de violento la frase. Sin e m b a r g o decimos con frecuencia, Lo destinaba Id. mi C u a l q u i e r a o t r a preposicin que a c o m p a e al p r o n o m b r e , escluye al afijo de la m i s m a p e r s o n a . S o l o p u e d e d e c i r s e , Tino un mensaje para mi; Hablaba contigo; y de ningn m o d o , Me vino un mensaje, para mi; Te hablaba conli</o. La c o m p l i c a d a d o c t r i n a de los afijos p u e d e r e c a p i t u l a r s e en estas o c h o r e g l a s :

1 (O
a

SINTAXIS

1 L o s afijos e n c l t i c o s , q u e s o n , me, te, se, le y lo, la, lo, nos, os, se, les y los, las, los, van nics despus del v e r b o ; p e r o sin q u e pueda i n t e r p o n e r s e e n t r e ellos y el v e r b o o t r a cosa q u e el ausiliar haber en Jos t i e m p o s c o m p u e s t o s : Las habl, , habllas;
nos habla visto, Jjien, habanos visto. P u e d e ademas

i n t e r c a l a r s e el v e r b o d e t e r m i n a n t e de un infinitivo, segn lo h a r ver en la regla c u a r t a . 2 C u a n d o se j u n t a n m a s de u n o , se coloca p r i m e r o el q u e est en acusativo es eJ objeto de la accin del v e r b o , (*) menos si es alguno de los afijos de tercera p e r s o n a , le, la, lo, les, las, los, pues estos seis, colocados delante despus del v e r b o , van s i e m p r e d e t r a s de los o t r o s , segn Jo c o m p r u e b a n Jos siguiena

tes e j e m p l o s : Rndeteme; rluddsenos; quise drmele . conocer; voi esplicroslo; deba entregrnoslos; digo que le me rindas; ijue se nos d; que os lo entreguen; tjue me le traigan vivo muerto.

3 L o s afijos se usan con m u c h a o p o r t u n i d a d d e s p u s del v e r b o , si este p r i n c i p i a el p e r o d o algn m i e m b r o de l. Di r a s e , Le quieren sus hermanos, ,


a

Quircn/e sus hermanos; y s o l o , Sus hermanos le ren, p o r q u no es usado el g i r o , Sus hermanos

quie-

quie-

re ule. P o r lo q u e toca c o m e n z a r los incisos, vase c m o Hojas C l e m e n t e lo p o s p o n e , con la elegancia q u e


* 'arrec';! difcil e n l a s l e n g u a s q u e c a r e c e n de c a s e s , c o m o la e s p a o l a , ( o n e c e r cul d e l o s n o n i l i r c s soln'e q ue r e c a e e n ! e r a ( p a r c i a l m e n t e I;. accin d e l \ erlio , esta e n a c u s a t i v o , y cual e n da! i v o . Sin eniliargn nada liai m a s s e n c i l l o c o n s i d o \ o l \ e r la ora c i o n i>or jiasi\ a , m e s ol dal i vo s u l i s i s l e s i e m p r e ol m i s m o c a s o , ni i r n tras c I ac usa ti \ o pasa a s e r su p u e s t o n o m i n a l i \ o e n !a \ o/, p a s i v a . / : / maestro ensea, d los nios la cartilla: si d u d a m o s cual e s aq u el acusati vo , d s e la frase el se ul i d o pasi vo , y m i s liara \ er q u e e s la. car/illa , p u e s no p o d e m o s m e n o s d e d e e i c : .a ('artilla es enseada por el maestro , los nios, l ' o r i :;u;d m e d i o p u e d e a v e r i g u a r s e , c u a n d o el v e r b o q u e l l e \ a r e d u p l i c a c i n , e s ac ti vo . c u c u v o caso pe rnn l e la ni \ er.-, i o n pasi\ a . c o m o , Vo u/e culpo, yo sai culpado pur mi'; y c u a n d o e s n e i i l r o c o n inllev ion reci'p roe a , porq no r n I o n e e s no su I re id '.;iro pasi vo: e n , ). o me duermo, no e s d a b l e d e c i r , lo so/ dormido por mi.

DEL PHONO.MI1HF,.

1 (> 1

a c o s t u m b r a , en la pg. 76 del Tratado de la vid comn : La agricultura, sigui la triste suerte de las ciencias; hizse ignorante y grosera., oscurecise y perdi toda su gloria, conservndose nicamente apreciada de los rabes, herederos de las luzes de Atenas y de liorna. 4-'- H a i que p o s t e r g a r l o s p r e c i s a m e n t e en el gerundio c i m p e r a t i v o , pues solo p u e d e d e c i r s e , visitndoos, despertdnos; v lia de r e p u t a r s e como un a r c a s m o que diga J o v c l l a n o s : Pero no lo h a c i e n d o , les dejar. Ubre el recurso la justicia. T a m b i n van despus de) infin i t i \ o p r o p i a m e n t e d i c h o , si el afijo es de la m i s m a persona q u e el s u p u e s t o del v e r b o d e t e r m i n a n t e , c o m o , SI quieres pasear le, y n o , te pasear. M a s t a n t o en el infinitivo como en el g e r u n d i o , p u e d e colocarse el afijo antes del m i s m o d e t e r m i n a n t e , v. g. Me estaba levantando; Le voi buscar; Si te quieres pasear, mas n o . Si quireste pasear. IVo hai e n i b a i a z o en d e c i r , / oile i buscar, p o r ser el afijo le diverso del n o m i n a t i v o del d e t e r m i n a n t e voi, q u e es yo; p e r o lo hai c i e r t a m e n t e en que se esprese el s u p u e s t o despus del afijo, pues no p u e d e d e c i r s e , Me yo estaba levantando; Le ella Iba buscar etc.; construccin m u i c o r r i e n t e en el siglo X I I I , y as es q u e h a l l a m o s cada paso frases p o r el estilo de la siguiente de la lei 2 t t . X V I I de la Partida, s p t i m a : Si el marido fuere tan negligente que la l non quisiese acusar. 5 E n los v e r b o s r e c p r o c o s , y s i e m p r e que se rep i t e algn p r o n o m b r e de la m i s m a p e r s o n a , van este y el afijo juntos separados , v. g. Yo me avergenzo, , Me avergenzo yo; A vosotros os importa, bien, Os importa vosotros; A mi me har al caso, , Me har mi al caso; L-.es repartieron ellos, A ellos les repartieron, , Repartironles ellos una gratificacin. P e r o si el se es Ja r e d u p l i c a c i n q u e sirve p a r a d a r sentido pasivo Ja f r a s e , van e n i n ces j u n t o s , p r e c e d i e n d o s i e m p r e a q u e l l a : Se nos dio, , D lsenos una limosna; Se les aplic, , A pilcse les 11
1 a a

1 ()2

SINTAXIS

la pena. Si el v e r b o est en i n f i n i t i v o , g e r u n d i o imp e r a t i v o , el alijo va p e g a d o ellos segn la regla c u a r ta , ludiendo el p r o n o m b r e a n t e p o n e r s e p o s p o n e r s e al infinitivo , lo q u e no sucede en el g e r u n d i o i m p e r a t i v o , donde p r e c i s a m e n t e lia de i r despus del v e r b o : Pudo nosotros engaarnos, , engaarnos nosotros; (lldndonos nosotros; Djame mi estar; Jctate t; Jactaos vosotros. Y esta colocacin es la nica q u e p u e d e darse al v e r b o r e c p r o c o , c u a n d o est en el f u t u r o de s u b j u n t i v o y se calla el m i e m b r o de a n t e c e d e n t e : Jctcme yo cuanto quiera; Jctestc t; Jctense ellos; Jactmonos nosotros; Jctense dios: y solo deja de d e c i r s e , Jac/cisos vosotros, p o r la ra/.on q u e se espresa al fin de la regla 7 . ' ' P o r el c o n t r a r i o , si va espreso el inciso antecedente que en dichas frases se s o b r e n t i e n d e , ya es indispensable q u e los p r o n o m b r e s y sus afijos, estos p o r lo m e n o s , p r e c e d a n al v e r b o , p o r q u solo p u e d e d e c i r s e , Est bien que yo me jacte, , que me jacte yo; y de n i n g n m o d o , Est bien que jctcme yo; y lo m i s m o sucede con las dems personas. b No colocamos los afijos despus del v e r b o , sino a n t e s , c u a n d o lo precede el s u p u e s t o , v. g. Eos cazadores le descubrieron; El juez le. manda comparecer. T o c a r a hoi en a r c a s m o , Los cazadores descubrironle, y sera u n a locucin que no p o d r a d i s i m u l a r se , El juez mndale comparecer. P o r lo m i s m o es necesario gran pulso p a r a usar los afijos despus del v e r b o ; y los (pie careciendo de l , se a v e n t u r a n e s tas frases, i n c u r r e n en los d e s p r o p s i t o s mas r i d c u l o s . 7 El afijo Ja r e d u p l i c a c i n se p u e d e ir delante d e t r a s del verbo en todos los t i e m p o s y m o d o s , m e nos en el infinitivo, el g e r u n d i o y el i m p e r a t i v o , en los que c o n s t a n t e m e n t e se p o s p o n e : creerse, juzgndose , vanse; y en los t i e m p o s c o m p u e s t o s , en (pie va p r e c i s a m e n t e con el verbo haber. Solo p u e d e decirse, Se ha publicado tal libro, y Jo m a s , fase publicado tal libro; p e r o de ningn m o d o , Jla publtedose tal
a a

DFX PRONOMBRE.

1(33

libro, p o i q u e hal pocos oidos q u e p u e d a n s o p o r t a r a q u e l , De ellas ha enteramente ahuyentdose, que p u s o V a r g a s P o n c e en la pg. 43 de su Declamacin. T a m p o c o p u e d e ir d e t r s de u n a p e r s o n a de v e r b o q u e t e r m i n e p o r s, p o r q u j u n t n d o s e dos no se oira m a s q u e u n a : as no p o d e m o s decir espltcarssclo ni dejmosselo en lugar de se lo esplicars y podemos dejrselo. E l alijo os, suena t a m b i n d u r o despus de las p e r s o n a s q u e acaban p o r s, y boi n o d i r a m o s c o m o M i r a de Mescua en La Fnix de Salamanca:
Y agraeia'isos, si d e c s q u e s a l s al c a m p o .

8 O b s e r v a r p o r l t i m o , q u e si el afijo nos va detrs del v e r b o , hace p e r d e r este Ja s l t i m a : Avergonzmonos nos avergonzamos; y Ja d final del i m p e r a t i v o d e s a p a r e c e t a m b i n delante del afijo os: Haceos de pencas, y n o , hacedos. P e r o se retiene en el verbo Ir, <pie dice idos, y no ios. J)e lodos Jos afijos n i n g u n o ofrece ya dificultad, s e n tadas las reglas q u e a n t e c e d e n , sino los del p r o n o m b r e l, ella, ello, p o r la v a r i e d a d con que suelen e m p l e a r se. Y o e s p o n d r , como basta a q u , l o q u e resulta de Ja p r c t i c a o r d i n a r i a de Jos b u e n o s e s c r i t o r e s , d e j a n do un lado los cnones sobre lo q u e debe s e r , ya que estos no caminan s i e m p r e acordes con Jo q u e de hecho sucede ; y este hecho es el que yo me he p r o p u e s t o indagar r e l a t i v a m e n t e la lengua castellana de nuestros dias. N o admite duda que debe e m p l e a r s e el la y el las, s i e m p r e que estos p r o n o m b r e s femeninos reciben la accin del v e r b o , estn en lo q u e se llama a c u s a t i v o . N a d i e d i r , ni p u e d e decirse o t r a cosa q u e , La calumniaron; Iban castigarlas; y no tiene disculpa q u e Melndez h a y a dicho en la Paloma de Filis:
2

V cu el hombro Un beso le (la)

l e (la) arrulla. consuela.

11 *

1 ()'|

SINTAXIS

P e r o si liai of.ro n o m b r e que reciba la accin del verb o , y el p r o n o m b r e femenino est en d a t i v o , es lo mas seguro u s a r del le y les: Asi que vio nuestra prima, le (liesta buena noticia; A pesar de ser dos seoras, no quiso cederles la acera. Es con t o d o m u i frecuente en el lenguaje f a m i l i a r decir la y las, p a r t i c u l a r m e n te en Castilla la vieja y en la p r o v i n c i a de M a d r i d ; y no falta quien sostenga que esto es Jo m a s r a z o n a b l e . E s c r i t o r e s tan cultos c o m o D . T o m a s de Triarte y D . L e a n d r o M o r a t i n , no a d o p t a r o n c i e r t a m e n t e p o r casualidad este m o d i s m o , q u e se b a i l a t a m b i n en la Le i agraria de J o v e l l n o s : Despus que aquella conquista la hubo dado mas estabilidad; y en el t o m o tercero de V i e r a : .Elpresente mas funesto que las suele, hacer la vecina costa de Berbera. (*) C o n v i e n e adv e r t i r en este l u g a r los p r i n c i p i a n t e s , que b a i m u chos verbos que piden este p r o n o m b r e f e m e n i n o , ya en a c u s a t i v o , ya en d a t i v o , segn q u e es n o el t r m i n o de su accin. D i r e m o s de c o n s i g u i e n t e , Z imbu en el menosprecio del mundo, y , Le imbu el menosprecio del mundo, p o r q u estas o r a c i o n e s , vueltas p o r p a s i v a , d i r a n , Ella fu imbuida por mi en el menosprecio del mundo, y , El menosprecio del mundo fu imbuido ella por m. Algo mas dudoso est el uso de los doctos respecto del p r o n o m b r e m a s c u l i n o ; y si bien hai quien dice s i e m p r e lo p a r a el acusativo sin la m e n o r distincin, y le p a r a el d a t i v o ; lo general es o b r a r con i n c e r l i d u : : . h r e , pues los escritores mas c o r r e c t o s que dicen adorarle, refirindose D i o s , ponen publicarlo, hab l a n d o de un l i b r o . P u d i e r a concillarse esta especie de c o n t r a d i c c i n , estableciendo p o r regla i n v a r i a b l e , u s a r del le p a r a el a c u s a t i v o , si se refiere los e s p r i t u s objetos i n c o r p r e o s y los i n d i v i d u o s del g * A fin q u e el l e c t o r e s c o j a el p a r a l o q u e m e j o r le a c o m o d e , r e c o p i l o e n la o l a V las r a z o n e s q u e a l e g a n l o s q u e l i a r e n a la. y las d a t i v o s del p r o n o m b r e ella.

1IF.1. P K O N O U l U U : .

I (),")

e r o a n i m a l ; y del lo, c u a n d o se t r a t a de cosas q u e carecen de sexo , y de Jas q u e pertenecen los reinos m i n e r a l vegetal. (*) As dir examinarle, si se t r a t a de un e s p r i t u , un h o m b r e un a n i m a l m a s c u l i n o , y examinarlo, si ci un h e c h o . Sin e m b a r g o , liblese de lo que se h a b l e , no puede m e n o s de usarse el le, siemp r e q u e el p r o n o m b r e m a s c u l i n o est p r e c e d i d o de la reduplicacin se en Jas locuciones de sentido p a s i v o , v. g. JS'o perteneciendo ya esta secretara las dependencias de las mesas que ocupaban aquel saln, se le ha destinado para recibir en los das de audiencia, esto e s , lia sido destinado para recibir e t c . E s t o se entiende en a suposicin de q u e r e r a d o p t a r semejante g i r o , pues la frase q u e d a r a m a s d e s e m b a r a z a d a de monoslabos d i c i e n d o , se ha destinado. Y es tan n e cesario este le despus del se, r e d u p l i c a c i n p a s i v a , que n i c a m e n t e c u a n d o no tiene el c a r c t e r de tal, se hace indispensable decir lo, s e p a r n d o n o s de la r e gla g e n e r a l , c o m o p a r a indicar q u e hai entonces u n supuesto en la frase. Se le ve llegar, tiene p o r s solo un c a r c t e r de i m p e r s o n a l , y es c o m o si dijsemos, llega, , le ven llegar; p e r o , Se lo ve llegar, s u p o n e que existe una persona d e t e r m i n a d a q u e p r e s e n c i a su a r r i b o , v. g. Cuando su padre Je crea aun en Bolonia, se lo ve llegar con los brazos abiertos. N o cabe duda en q u e le y les son los dativos de este p r o n o m b r e : Referirle un cuento,' Les propuso un cambio; y p o r esto me p a r e c e que e q u i v o c M a r i n a el caso en la m e m o r i a Sobre el origen y progresos de las lenguas, c u a n d o dijo : Los ensearan el arle de leer; y t a m bin Q u i n t a n a en este pasaje de la vida del G r a n C a p i t n : Aadira este servicio los dems que ya los haba hecho, donde la g r a m t i c a pide e v i d e n t e m e n t e
Para e l q u e g u s t e e u l e r a r s e (le. l o s m o t i v o s p o r q u e p r e t e n d e n u n o s , (pie s o l o p u e d e usarse le en id c a s o o b j e t i v o d e l, al paso q u e s u s a n t a g o n i s t a s r e c o n o c e n n i c a m e n t e a lo p o r a c u s a t n o m a s c u l i n o de e s t e p r o n o m b r e . p r i n g o al lio en la nota (.1 l o s f u n d a m e n t o s de a m b o s s i s t e m a s .

SINTAXIS

les. Los p a r e c e el acusativo m a s p r o p i o del p l u r a l : L o s aniquilaron, ambalos; a u n q u e no sera ni u n a g r a n f a l t a , n i cosa q u e care/.ca de b u e n a s a u t o r i d a d e s , d e c i r , L e s aniquilaron, ambales; t e r m i n a c i n q u e se e m p l e a de o r d i n a r i o , c u a n d o precede el se al afijo y al v e r b o , y nos r e f e r i m o s p e r s o n a s cosas del g n e r o m a s c u l i n o , v. g. Se les acusa. Sin e m b a r g o , siendo positivo que el afijo se halla en estas locuciones en acusativo, no puede reprobarse absolutamente que diga Q u i n t a n a : Por grandes que se los suponga; Se los mantendra en el libre ejercicio de su religin; Si se los hace teatrales, dejan de ser pastoriles. E s c u s a d o es a d v e r t i r q u e n u e s t r o s clsicos antiguos, m e n o s delicados q u e nosotros en estas pequerczes, ofrecen n u m e r o s o s ejemplos de todos estos diversos usos, s o b r e los cuales aun no se h a n c o n v e n i d o los b u e n o s e s c r i t o r e s de la l t i m a e r a . A n t e s de c o n c l u i r a d v e r t i r , q u e la t e r m i n a c i n neut r a de este p r o n o m b r e lo, mas de su significacin general de esa cosa aquella cosa, v. g. Lo oigo, lo advert; nos a h o r r a en m u c h a s clusulas la r e p e t i c i n de alguno de sus m i e m b r o s . E j e m p l o s : Me convid comer, porqu lo insinusu hermano, esto es, porqu su hermano insinu que me convidase comer; Las mesas estaban puestas, segn lo previno, lo que es lo m i s m o , segn previno que estuviesen puestas; lina obra tan clebre como lo fu en su tiempo el Frai Ge rundi, significa, Una obra, tan clebre como el Frai Gerundio, que fu una obra mu clebre en su tiempo. L a lengua castellana tiene u n p r o n o m b r e q u e le es p e c u l i a r , p a r a las p e r s o n a s quienes d i r i g i m o s la p a l a b r a , si no t e n e m o s con ellas un p a r e n t e s c o , d o m i nio f a m i l i a r i d a d q u e nos autorize t u t e a r l a s ; lo q u e solo hacen los p a d r e s con sus h i j o s , algunos amos con sus c r i a d o s , y los amigos n t i m o s , p a r t i c u l a r m e n te si lo son desde la niez. Eslc p r o n o m b r e es el usted en s i n g u l a r , y ustedes en p l u r a l , (Vd. y Veis, p o r a b r e v i a t u r a ) que siendo u n a c o n t r a c c i n de vuestra

UV'.T. VBUNfiMI'.HF..

I (7

merced (Vm.) y vuestras mercedes (Vms.), que es corno se usaba a n t i g u a m e n t e , concierta s i e m p r e con el v e r b o en t e r c e r a p e r s o n a , lo m i s m o q u e los d e m s t r a t a m i e n t o s de } ueseoria,, Useora o Usa, (I . S.) Vuecencia Vuecelencia, (/. V.) I uesaeminencia, (V. E/n. ) Vuesalleza, (/ . A.) I icsamajeslad (I . /1/.), Este p r o n o m b r e consiente q u e dejemos de agregarle su afijo le les, bien b a y a no un acusativo c s l r a o en Ja o r a c i n , (verso en esto de los otros p r o n o m b r e s . (Vase Ja p;g. 1 5D.) P o r e j e m p l o : Escribi l ti., , Le escribi Vd.; Escribi / ds. esa caria, , Les escribi d I ds. esa caria. El p r o n o m b r e usted tiene la s i n g u l a r i d a d de q u e lo usan los castellanos viejos y los de la p r o v i n c i a de Mad r i d en vocativo: Es verdial, usted:' m o d i s m o que p e r tenece no ya al lenguaje l a m i l i a r , sino al b a j o , p u e s no se oye sino en boca de las gentes que carecen de toda educacin. El eos est reservado para h a b l a r con D i o s , con la Virgen santsima y con los s a n i o s ; y las personas del estado llano suelen u s a r l o en c i e r t a s p a r t e s de C a s tilla , c u a n d o dirigen la p a l a b r a los hidalgos, c o r r e g i dores etc. N o es sin e m b a r g o i r r e g u l a r h a b l a r Dios y los santos de t, sin que disuene esta s o b r a d a fam i l i a r i d a d , si se q u i e r e , p o r lo q u e e n c i e r r a de afectuoso. P a r e c e de consiguiente lo mas p r o p i o e m p l e a r el eos, c u a n d o d i s c u r r i m o s de la grandeza de Dios de n u e s t r a m i s e r i a ; y el t, c u a n d o a p e l a m o s n u e s t r o s afectos y espresiones t i e r n a s y de c a r i o : Vos, Seor, (pie sacasteis de la nada este mundo y cuanto //ai en el, q u i s i s t e i s v e s t i r nuestra miserable carne. H a z , Dios mi, que reconocida mi alma este beneficio, te manifieste su gratitud adorndole en espritu y verdad. Se ve p o r a q u que el vos, como q u e es una c o n t r a c c i n de vosotros, rige el v e r b o en la s e g u n da persona..del p l u r a l . V o s se halla ademas u s a d o , en las provisiones reales y en los d e s p a c h o s de a l g u nos t r i b u n a l e s , en l u g a r de usted, si bien el v e r b o va
:{

SINTAXIS

s i e m p r e en la segunda persona del p l u r a l : Por cuanto me hicisteis presente vos, clon Martin de Barreda etc. T a m b i n el nos, a b r e v i a c i n de nosotros, rige el v e r b o en la p r i m e r a persona del p l u r a l , c u a n d o lo e m p l e a una a u t o r i d a d s u p e r i o r ; a u n q u e p o r decir r e lacin u n a persona s o l a , t a m b i n lleva el v e r b o en s i n g u l a r , con tal que se halle algo (listante del p r o n o m b r e , p u e s si nadie d i c e , N o s don Carlos IV p e d parecer los fiscales e t c . , leemos cada p a s o , N o s don Carlos IVetc., habiendo examinado con detencin el parecer tpic p e d los fiscales de m i consejo e t c . E n este sentido lo usa solo el r e i , los p r n c i p e s y los p r e lados. E s t a s mismas personas p u e d e n s u s t i t u i r el p o sesivo nuestro mi, y h a b l a n d o con ellas e m p l e a m o s el vuestro: Es nuestra real voluntad; Los eclesisticos de nuestra dicesi; Vuestra majestad, vuestra alteza, vuestro favor, vuestra justicia etc. CAPITULO
D E L VEUIO.

V.

A N T E S de h a b l a r de la sintaxis del v e r b o , c o r r e s p o n d e q u e d e m o s una esplicacion estensa y fundada de lo que acerca de sus vozes , m o d o s y t i e m p o s n o hicimos m a s que i n d i c a r en la p a r t e p r i m e r a .

De las

vozes.

N u e s t r o v e r b o solo tiene voz a c t i v a , segn lo i n s i nu en las p g i n a s 53 y (>, careciendo de Ja p a s i v a de los latinos. L a s u p l i m o s sin e m b a r g o con el a u s i l i a r ser y el p a r t i c i p i o p a s i v o : Nosotros fuimos azotados; VI delincuente fue ahorcado por el verdugo. E n a l g u nas o r a c i o n e s t a m b i n l o g r a m o s e s p r c s a r l a con el v e r b o estar y el m i s m o p a r t i c i p i o p a s i v o , p o r q u e , Las tropas estaban mandadas por buenos oficiales, me p a rece que se diferencia m u i p o c o d e , Eran buenos los oficiales (juc mandaban las tropas.

D E L VER 1 1 0 .

())

Se espresa i g u a l m e n t e Ja voz pasiva p o r m e d i o de Ja r e d u p l i c a c i n se en el infinitivo, el g e r u n d i o y las terceras personas del i n d i c a t i v o y s u b j u n t i v o , c o m o , Evitndose el primer golpe , no debe temerse el segundo; JJidse la sentencia por el juez; Es probable se vendan bien los caballos, lo q u e es lo m i s m o , Si es evitado el primer golpe, no debe ser temido el segundo; Fu dada la sentencia por el juez; Es probable sean bien vendidos los caballos. M a s como el m i s m o m o n o s l a b o se (casos objetivo y o b l i c u o d e l p r o n o m b r e l) e n t r a t a m b i n en la conjugacin de los verbos r e c p r o c o s , conviene n o t a r las diferencias q u e p r e s e n t a n las oraciones en u n o y en o t r o sentido. P r i m e r a m e n t e , al se r e c p r o c o p u e d e aadirse sin dific u l t a d el si mismo; lo q u e no es dado respecto del se p a s i v o . La legin se escudo con los broqueles, , se escud c s misma, con los broqueles , seran dos f r a ses igualmente t o l e r a b l e s , m i e n t r a s nadie dice, Divulgse el rumor si mismo, n i , Se vendan si mismos los libros. En segundo l u g a r , el s u p u e s t o , en las oraciones pasivas de esta c l a s e , va p o s p u e s t o r e g u l a r m e n t e al v e r b o , y en las reflexivas lo p r e c e d e de o r d i n a r i o : Sola movido una dispula; Se dio la orden; y , El toro se adelant hacia la estacada; El hombre debe armarse de paciencia. P o r ltimo, siemp r e q u e p u e d e tener lugar en estas frases el sentido reflexivo, se s u p o n e que es este el q u e lia q u e r i d o drseles , y no el pasivo. A s d u d a m o s al p r o n t o de la mente del e s c r i t o r , c u a n d o C l c m e n c i n lia d i c h o ( p g . X X X I I del p r l o g o su Don Quijote): Se ren las ocurrencias del primero, en lugar d e , Se re el lector de las ocurrencias etc., , Causan risa, las ocurrencias etc. El m i s m o Clcmencin n o t con r a z n , q u e no estaba bien lo d e , Consenta que se t r a t a s e n los andantes caballeros, q u e p o n e C e r v a n t e s en el c a p t u l o t e r c e r o de la p a r t e p r i m e r a del Quijote, y dice, que estara m e j o r , se traase los caballeros andantes. P o r igual m o t i v o al o i r , Los necios se alaban, nadie e n t i e n d e

1 70

SINTAXIS

q u e lia alguien que los alabe , sino que ellos tienen e n t r e otras la sandez de a l a b a r s e . L o eual es tan const a n t e , q u e aun en las oraciones en que el sentido r e flexivo no es el mas f r e c u e n t e , se s u p o n e s i e m p r e , si no se esplica bien el p a s i v o , a a d i e n d o el caso o b j e t i vo del p r o n o m b r e l. Basta que digamos alguna vez, Se enterr en una sima; se enterr en vida en un claustro, p a r a que sea difcil c o m p r e n d e r , que se enterr significa fu enterrado. P o r esto me disuena q u e Q u i n t a n a en el e p t o m e de la vida de D o n J u a n P a b l o F o r n e r , ( t o m o I \ ' de las Poesas selectas castellanas) baya d i c h o : Fallecic los 41 aos, y se e n t e r r en santa Cruz, en l u g a r de se le enterr, y mejor, fu enterrado. O t r o pasaje p a r e c i d o este hai en la p g . 147 de la vida de P i z a r r o , t a m b i n de Q u i n t a n a : Mand en seguida que se reservase Tmala y-se e n t r e gasen los otros los indios lumbcclnos; donde yo h u b i e r a dicho , fuesen entregados los otros. Con lo c u a l q u e d a r a la frase libre de la anfibologa, que no e s c u s a r n cuantas a u t o r i d a d e s p u e d a n traerse de n u e s t r o s antiguos escritores , p o c o dignos de i m i t a c i n en t o d o lo q u e concierne ;i la exactitud y precisin g r a m a t i c a l . E n t i e n d o que p o r esta m i s m a r a z n , s i e m p r e q u e se habla de una persona q u e se ha q u i t a d o la v i d a , d e b e m o s u s a r del p a r t i c i p i o matado y no muerto, y q u e solo puede emplearse este con el se r e c p r o c o p a r a la significacin n e u t r a de morir. Antonio se ha. muerto, n o puede confundirse de este m o d o c o n , Antonio se ha matado. Algo p a r e c i d o al sentido pasivo que d a m o s n u e s t r o v e r b o p o r m e d i o de la r e d u p l i c a c i n se, es el q u e t i e n e , c u a n d o se halla en la tercera persona del p l u r a l , y rige un caso objetivo , sin q u e aparezca ningn s u p u e s t o , a u n q u e p u e d a suplirse p o r la elipsis. Han divulgado este rumor; Ya s. que le nombraron Vd. intendente, es t a n t o c o m o si d i j r a m o s , Este rumor ha sido divulgado; Ya s que fu L d.nombrado intendente.

Dra. v a n l o .

171

De los modos. Del

infinitivo.

E n la A n a l o g a (pg. .54) deje s e n t a d o , que n i n g u n a de las c u a t r o t e r m i n a c i o n e s del m o d o infinitivo, sab e r , )a del l l a m a d o as p o r escciencia, las de a m b o s p a r t i c i p i o s y la del g e r u n d i o , tienen t i e m p o s , p e r s o nas ni n m e r o s . S i , Haber amado, haber de amar, estando amando, habiendo amado, habiendo de amar, ofrecen u n a significacin de t i e m p o algo m a s d e t e r m i n a d a , la reciben sin d i s p u t a de los v e r b o s a u s i l i a res que se j u n t a n . M a y o r la t e n d r a n a u n , si dijsemos, Hube amado, eres amante, estis amando e t c . ; en cuyos casos el v e r b o d e t e r m i n a n t e fija la significacin vaga del infinitivo, c o m o m u i p r o n t o d i r e m o s . E l infinitivo p r o p i a m e n t e d i c h o , c u a n d o lleva a l gn a r t c u l o , bien e s p l c i t o , bien e l p t i c o , hace las vezes de s u s t a n t i v o m a s c u l i n o del n m e r o s i n g u l a r , c o m o , El cazar es buen ejercicio; Poco le aprovechar llorar, , el llorar; Un disputar tan fuera, de proposito me incomoda; esto es, La caza es buen ejercicio; Poco te aprovechar, el lloro; Una disputa- tan fuera de proposito me incomoda. Donde se n o t a , q u e t o d o a r t culo que precede al infinitivo, d e b e ser m a s c u l i n o p r e cisamente v del s i n g u l a r . Los p a r t i c i p i o s activos de los pocos v e r b o s que lo tienen en u s o , v a r a n en sus caracteres esenciales. Los unos p a r t i c i p a n un t i e m p o de las calidadesde n o m b r e y de las de v e r b o , como abundante, correspondiente, obediente, participante, perteneciente, tocante , q u e conservan el rgimen de abundar, corresponder, obedecer , participar, pertenecer y locar: y otros pasan la clase de m e r o s sustantivos adjetivos, sin q u e les quede del v e r b o mas que Ja significacin. Calmante, p o r e j e m p l o , n o p u e d e regir un acusativo c o m o calmar, y p o r esto decimos calmante del dolor, y no, calmante el dolor: Habitante, oyente son usados c o m o s u s t a n t i v o s , al paso q u e ardiente, doliente c o m o a d -

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Sl.NTVXIS

jefivos. A Igunos retienen una sola tic las v a r i a s acepciones del v e r b o , como errante, cjue significa el que vaga, y no el que. cae en error; y o t r o s hacen mas, p u e s se desvian de Ja r i g u r o s a idea que presenta su raiz , segn Jo vemos en corriente respecto del v e r b o correr, y en ferviente, que es m u i diverso de hirvicnte, a u n q u e jervir y hervir son un m i s m o v e r b o ; v est en uso ferviente , habindose a n t i c u a d o Jervir. Los lia i p o r fin q u e solo pueden usarse en ciertos casos, c o m o consenciente y haciente, que apenas o c u r r e n sino en el r e f r n : Hacientes y consencientes merecen Igual pena; habiente, q u e no tiene casi cabida mas que en poderhabiente; queriente, que no se oye a h o r a sino en la frase parientes y bien querientes; y teniente, que se usa solo en lugarteniente y terrateniente.--'Yodos los p a r t i c i p i o s son adjetivos de una sola t e r m i n a c i n , y si a l g u n o t o m a Ja femenina anta , pasa entonces ser s u s t a n t i v o , segn Jo p r u e b a D . T o m a s d e . L i a r t e en una Carta que se h a l l a al fin del t o m o 8 de sus Obras (edicin de 1 8 0 5 ) . P o r esto d e c i m o s , La asistenta de Sevilla, y , La mujer asistente los divinos oficios; La sobresltenla de la comedia, y , Persona sobresaliente en virtud. A esta clase pertenecen los n o m b r e s comedianta, danzan/a, farsanta, giganta, maldganla, penitenta , presidenta , recitanta, representanta,, sirvienta, los cuales son s u s t a n t i v o s , ni m a s ni menos que los n o m b r e s que designan las h e m b r a s de ciertos a n i m a l e s , c o m o elefanta. E n los d e m s a p r o v e c h a n las t e r m i n a c i o n e s ante ente p a r a a m b o s g n e r o s : d e c i m o s , Una mujer dominante, Intrigante, vacilante; la casa reinante; la Iglesia militante triunfante; Su esposa estaba presente etc. Q u e d a ya d i c h o que el uso p r i v a de p a r t i c i p i o activo la m a y o r p a r t e de los v e r b o s , y as nunca se nos orecen peleante y vjenle, p o r e j e m p l o , a u n q u e tengamos Jos verbos pelear y ver. Algunos p a r t i c i p i o s pasivos retienen el rgimen de su v e r b o , pues si d e c i m o s , Aferrado en su opinin; Ene-

TIFI. V F . K T O .

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mistado con su primo; Prendado de la virtud; Colocado en vasijas e t c . , es p o r q u Ajeriarse, enemistarse, prendarse y colocar piden aquellas preposiciones. la m a n e r a que los adjetivos de dos t e r m i n a c i o n e s , tienen que c o n c e r t a r en gnero y n m e r o con el s u s t a n t i v o que se j u n t a n , menos c u a n d o van d e t e r m i n a dos p o r e l a u s i l i a r haber. Entonces subsisten indeclinab l e s , y no v a n a n , p o r mas que sean distintos el gnero el n m e r o del objeto de la accin del v e r b o ; lo cual no suceda s i e m p r e as en lo a n t i g u o : Ta. cantado una seguidilla; Los males que habrn causado los enemij'os; Habla demostrado estas verdades; Todas las criaturas (ue l haba hecho. Todas las criaturas que l hable fechas, leemos al p r i n c i p i o de la Partida 11 y , Suficientemente creo haber p r o b a d a la autoridad de la poesa, en el Arte potica de J u a n de la E n c i n a . P e r o si van con el p a r t i c i p i o pasivo Jos a u s i a r e s ser, estar, tener, llevar, quedar e t c . , sucede todo lo c o n t r a n o : Lleva cantada una seguidilla; Los males que sern causados por los enemigos; Estn quedan dcinoslradas estas verdades; Todas las criaturas que l tenia lieclias. El v e r b o venir, como a u s i l i a r , tiene u n a construccin que le es p r i v a t i v a , pues rige o t r o v e r b o , ya en infinitivo p o r m e d i o de la preposicin , ya en el g e r u n d i o sin e l l a , d a n d o en a m b o s casos u n a fuerza diferente la locucin. Lino decirle, equivale , Le dijo en resumidas cuentas; y, 1 no d le leudle, , Le dijo en el. acto de venir; si bien en este caso ya no p u e d e m i r a r s e v e r d a d e r a m e n t e como ausiliar. De los dos p a r t i c i p i o s p a s i v o s , q u e , segn el c a p t u l o nono de la p a r t e p r i m e r a , tienen m u c h o s v e r b o s , el i r r e g u l a r , que tambin se d e n o m i n a contracto, no suele ser sino el p a r t i c i p i o pasivo que los mismos verbos tienen en Ja lengua l a t i n a , de Ja cual Jos hemos ^adoptado. INosot ros hacemos gran diferencia e n t r e ellos, pues el c o n t r a c t o , siendo un v e r d a d e r o n o m b r e , solo se usa cu sentido a b s o l u t o , y nunca significando m o v i m i e n t o , sea en el giro activo el p a s i v o . P o r lo m i s -

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SINTAXIS

rao p u e d e ir a c o m p a a d o , c o m o Jos adjetivos, de los v e r b o s ser, estar, quedar y o t r o s ; mas no deJ a u s i l i a r haber, p a r a f o r m a r los t i e m p o s c o m p u e s t o s de la voz a c t i v a , p o r no poderse d e c i r , Hubo convicto, he contracto, s i n o , Hubo convencido, he contrado. T a m p o c o p u e d e l l e v a r t r a s de s u n a persona agente r e gida de la p r e p o s i c i n por, pues entonces se c o n v e r t i r a en v e r b o p a s i v o , lo que no es dado al n o m b r e . Se d i r de uno que Est confuso, converso espulso; p e r o no a a d i r e m o s , por su contrario, por el misionero, por el juez, d e b i e n d o usarse p a r a semejante giro d l o s p r e t r i t o s r e g u l a r e s , Confundido por su contrario, convertido por el misionero, espelido por el juez. L o s p r e t r i t o s i r r e g u l a r e s frito, preso y provisto, son los nicos que pueden usarse con el haber y s u p l i r el p r e t r i t o r e g u l a r : La cocinera haba Jrilo fredo el pescado; Han prendido preso al condestable; lYo se' si habrn ja provisto provedo el empleo. Sin e m b a r g o en e s t o , c o m o en t o d o , se p r e s e n t a n , p a r a f o r m a r e s c e p c i o n e s , los c a p r i c h o s del uso: m a s me a g r a d a , Me la ha fredo Vd., p o r me ha e n g a a d o , q u e n o , Me la ha frito Vd.: m u c h s i m o m a s , Yo lie prendido, , Tahas prendido al condestable, que, Yo he preso, , T has preso al condestable; y tengo p o r m e j o r , S. M. ha provisto ( q u e no provedo) el canonicato, y, S. M. ha provedo ( q u e no provisto) lo necesario para la defensa del reino. Inscrito, prescrito, proscrito y rolo suenan mejor q u e los regulares en los t i e m p o s c o m p u e s t o s , pues lo mas o r d i n a r i o es d e c i r , Le han inscrito en la lista; Haba prescrito su derecho; Le habrn proscrito de su patria; Has roto el vaso. P o r eJ c o n t r a r i o son p o q u s i m o s los q u e e m p l e a n p a r a Jos t i e m p o s c o m p u e s t o s ingerto, opreso y supreso. A u n que es rnui p r e f e r i b l e , Fue elegido guardin por la comunidad, p u d i e r a p a s a r , Fue. electo guardin por la comunidad, sin que este p a r t i c i p i o forme n u n c a t i e m pos con haber. Impreso parece eJ nico p a r t i c i p i o de imprimir, p o r referirse casi s i e m p r e las p r o d u c c i o n e s

DF.I. VF.RT.O .

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del arte tipogrfico; p e r o entiendo que si t r a t a m o s de cosas que no tienen relacin con l , p u e d e usarse imprimido, y que no estara mal d i c h o , El carcter indeleble (pie le haban Imprimido los rdenes sagrados. N o deiie pasarse en silencio la e s t r a o r d i n a r i a i r r e g u l a r i d a d del verbo activo matar, el cual p a r a su p a r ticipio pasivo toma el del v e r b o n e u t r o morir, en el sentido de dar la muerte; r e t e n i e n d o el p a r t i c i p i o matado, c u a n d o significa herir llagar auna bestia. C u a n conocida no es la diferencia entre un caballo muerto y un caballo matado? P e r o solo p u e d e decirse, Un paisano le ha muer lo, y, El capitn fu muerto por sus soldados. Q u e d a esplicado en Ja pg. 1 7 0 , p o r q u respecto de un s u i c i d a , es preferible d e c i r , Se ha matado, y n o , Se ha muerto. A n t e s de salir del p a r t i c i p i o p a s i v o , bai q u e a d v e r t i r , q u e no todos son usados c o m o adjetivos, a u n q u e Jo sean la m a y o r p a r t e , p o r q u si enfurecido, entendido, osado, porfiado son v e r d a d e r o s adjetivos, n o lo son casi nunca andado, llevado, mecido, nacido, tenido, y muchos otros que apenas o c u r r e n mas q u e f o r m a n d o los tiempos c o m p u e s t o s de sus r e s p e c tivos v e r b o s . Esto tiene que suceder con m a y o r razn en los verbos s u s t a n t i v o s , p o r q u no p u e d e n a d m i t i r significacin activa ni p a s i v a , y t o m a n una otra t o dos Jos p a r t i c i p i o s que e n t r a n en la clase de n o m b r e s . A c a b a m o s de i n d i c a r q u e algunos reciben un significado activo , y en este sentido se refieren s i e m p r e p e r s o n a s , y no cosas, c o m o , Joven ledo, aprovechado, callado , que denota el que Jee, a p r o v e c h a y calla; acompaado, el a c o m p a a n t e ; heredado, el que h e r e d a ; parida, la h e m b r a que ha p a r i d o poco t i e m p o liace; sufrido, el que s u f r e , etc. etc. Estos p a r t i c i p i o s tienen ademas el significado p a s i v o , d e t e r m i n a n d o el contesto del discurso en cul de los dos se les e m p l e a . En esta frase, Juan es hombre mu i callado y sufrido, est patente el sentido a c t i v o , corno el pasivo e n , Los males sufridos en aquella poca, son mas para calla-

1 7J

SINTAXIS

dos que para escritos. O t r o s se s e p a r a n m a s t o d a v a de su o r i g e n , pues llegan casi p e r d e r l a significacin del v e r b o . C u a n d o d i g o , Un caballo c a l z a d o ; (Ja r/i: es i s u b i d o ; C e r r a d o de mollera; Su cara estaba d e m u d a d a ; Es de un genio a b i e r t o ; La feria de este ao ha sido muisocorrida; Le dio un tabardillo p i n t a d o ; Es un labrador a c o m o d a d o ; Tiene la voz t o m a d a ; Era un hombre c o n t r a h e c h o ; Anda //.'///soplado; S'o he visto nio mas bien m a n d a d o ; apenas nos sirve conocer lo q u e significan Calzar, subir> cerrar, demudar, abrir, socorrer, pintar, acomodar, lomar, contrahacer, soplar y mandar, p a r a c o m p r e n d e r toda la fuerza y p r o p i e d a d de los adjetivos Calzado, subido, cerrado, demudado, abierto, socorrido, pintado, acomodado, contrahecho, soplado y mandado. M e n o s le o c u r r i r n a d i e , que significando deslenguar arrancar cort a r la l e n g u a , nos merezca el e p t e t o de deslenguado el que Ja tiene s o b r a d o larga. P e r o bien reflexionado, se h a l l a r , q u e este p a r t i c i p i o p a s i v o viene del reflexiv o deslenguarse, que es s i n n o m o de desvergonzarse. P o r esta razn todos los p a r t i c i p i o s pasivos q u e se usan c o m o adjetivos en c u a l q u i e r a a c e p c i n , d e b i e r a n en m i sentir o c u p a r un lugar en los diccionarios c o m o tales adjetivos, no b a s t a n d o decir que son p a r t i c i p i o s p a s i vos de este del o t r o ve rbo; al m o d o que se notan c o m o sustantivos Calzado-, colchado, colorido, grabado, hecho, puesto e t c . , cuya significacin sustantiva de p a r t i c i p i o , solo p u e d e distinguirse p o r los a n t e c e d e n tes y consiguientes. Jn esta o r a c i n , Es un hecho que la Cena de Vine i est felizmente espresa da en el g r a b a d o de Dlorg/wn, no obstante que le falla / c o l o r i d o de la pintura; las p a l a b r a s hecho, grabado y colorido son s u s t a n t i v a s , p a s a n d o ejercer las funciones de p a r ticipios pasivos en esta o t r a , Aunque el fresco de la Cena hecho por Vinel, est / / / / c o l o r i d o y deteriorado , ha sido g r a b a d o con acierto por Morghen. P o r mas que el g e r u n d i o sea tan indefinido como el riguroso infinitivo, sus oficios son de m u i diversa n a t u -

na. vEimn.

1 77

raleza. U n i d o estar, ( n u n c a p u e d e ir con ser) significa casi lo m i s m o q u e el v e r b o de su r a z , en el m o d o , t i e m p o y persona que tiene dicho a u s i l i a r : Ests cantando , viene ser lo m i s m o q u e , cantas. L o p r o p i o sucede con //, si el g e r u n d i o lo es de o t r o v e r b o de m o v i m i e n t o , v. g. Iba corriendo, fu. galopando, esto e s , Corra, calo. P e r o con Jos domas v e r b o s denota, que la persona cosa ;i q u e se r e l i e r e , se halla ejerciendo la accin, en el estado que el g e r u n d i o significa, en el t i e m p o y m o d o prefijados p o r los v e r b o s que lo a c o m p a a n : Me ocurri lerendo Tirso de Molina; he encontrarn I ds. cazando, es d e c i r , Me ocurri cuando le Tirso de Molina; Cuando le encontrarn Vds., estar cazando. Lo p r o p i o debe e n t e n d e r s e , si un g e r u n d i o rige o t r o , p o r q u el t i e m p o del verbo con que a m b o s se j u n t a n , es t a m b i n el q u e los d e t e r m i n a , c o m o s u c e d e r a , si en el p r i m e r o de los dos ejemplos a n t e r i o r e s dijsemos, Me ocurri estando leyendo i Tirso de Molina. F u e r a de este uso g e n e r a l , tiene o t r o p a r e c i d o al ablativo absoluto de los l a t i n o s ; caso que espresamos n o s o t r o s , bien p o r el p a r t i c i p i o p a s i v o , bien p o r el g e r u n d i o solo, y mas c o m u n m e n t e p o r el g e r u n d i o con la preposicin en. Dicho esto, Diciendo esto, En diciendo esto, se despidi de nosotros, valen los tres modos t a n t o c o m o , Despus de haber dicho esto, , Asi que dijo esto, se despidi de nosotros. Quitados del medio los dos, , En quitando del medio los dos, fcil me ser acabar con el tercero, es decir, Despus que haya quitado, Cuando quite, , Si quito. Y este lugar p e r t e n e c e aquel donoso idiotismo de nuestra l e n g u a , en que mas de usar de Ja p r e p o s i cin en y el g e r u n d i o , lo j u n t a m o s p o r medio de la conjuncin que con el m i s m o v e r b o r e p e t i d o en el fut u r o del s u b j u n t i v o , v. g. En llegando que llegue, esto e s , Tan pronto como llegue. F i n a l m e n t e , el g e r u n d i o tiene en ciertas frases el v a l o r de la preposicin con y del infinitivo del m i s m o l
l

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SINTAXIS

v e r b o , bien de su v e r b a l : Venciendo se engren los conquistadores, es d e c i r , Los conquistadores se engren con vencer, con el vencimiento con la victoria. El d a r al g e r u n d i o espaol el valor de un p a r t i c i p i o de p r e s e n t e , c o m o los que dicen , Remito Id. cuatro cajas conteniendo mil Jusiles, es c o p i a r m a l a m e n t e la p o b r e z a de la lengua francesa, que e m p l e a u n a m i s m a f o r m a p a r a a m b o s giros. H a i t o d a v a q u e c o n s i d e r a r en el m o d o infinitivo o t r o s dos v e r b a l e s , que d e n o m i n a n los g r a m t i c o s latinos participio de futuro activo y pasivo, terminado aquel en rus ra, y este en dus da: ro ra y do da en castellano. D e l p r i m e r o apenas tenemos mas q u e el v e r b a l futuro, futura, y en J o v e l l n o s l e o : Los fondos de encomiendas vacantes t vacaturas. Del s e g u n d o nos q u e d a n Cogitabundo, doctorando, educando, errabundo, examinando, execrando, graduando, laureando, memorando, moribundo, multiplicando, ordenando, tremendo, tremebundo, vagabundo, venerando, vitando, y unos pocos m a s , todos v e r d a d e r o s n o m b r e s , que en nada p a r t i c i p a n del rgimen ni de las d e m s c a l i d a d e s del v e r b o .

Del

indicativo.

E l c a r c t e r de este m o d o es e n u n c i a r la significacin del v e r b o sin d e p e n d e r de o t r o . (pg. 54) En efect o , tres de sus t i e m p o s p u e d e n espresar p e n s a m i e n t o s a i s l a d o s , v . g. T paseas; ya se lo advert; pronto saldr. E l p r e t r i t o coexistente r e c l a m a la s i m u l t a n e i d a d de o t r a a c c i n , la que no est s u b o r d i n a d o , as c o m o no lo est el f u t u r o condicional al v e r b o q u e c o m p l e t a sus frases, pues p o r el c o n t r a r i o este va determinado siempre por aquel. E n razn de esta independencia es el n i c o m o d o p o r que p u e d e n espresarse las oraciones de a d m i r a c i n , y las p r e g u n t a s en que no i n t e r v i e n e n ni verbo a n t e c e d e n t e , ni condicin s u b s i g u i e n t e , c o m o , Trac,

DEL V E R B O .

1 79

traa, trajo, traer traera algn recado? N i n gun sentido p r e s e n t a r a n estas o t r a s , Traer, trayendo, trado, traed, traiga, trajere, trajera trajese algn recado? En Jas de i n t e r r o g a n t e , q u e p u e d e n e m p e z a r , Lien que con cierta v i o l e n c i a , p o r el indefinido a b s o l u t o , es indispensable que siga una condicin, la cual ninguna falta hace en el i n d i c a t i v o , v. g. Malbaratara (mejor Malbaratara) toda su hacienda, sino se lo estorbasen? C u a n d o digo q u e es del c a r c t e r del i n d i c a t i v o el no p e n d e r de o t r o v e r b o , h a b l o de su ndole o r d i n a r i a en las mas de las locuciones, p u e s n o deja de h a b e r a l g u n a s , en que p i e r d e esta i n d e p e n d e n c i a , p o r m a nera que lo rigen , no solo t i e m p o s del m i s m o m o d o , sino t a m b i n de los o t r o s . E j e m p l o s : Particpele Vd. epie ya voi, (jue estaba el comisario en su casa las nueve, que llegue ayer, (pie me pondr en camino esta tarde; lan dado palabra de que le nombraran; Escusado es preguntar si le convidaran comer.

Del

subjuntivo.

N o sucede lo m i s m o con este m o d o : es de esencia suya q u e todas las frases de sus t i e m p o s estn d e t e r m i n a d a s p o r un v e r b o de los o t r o s m o d o s , con el q u e las enlaza alguna c o n j u n c i n ; de donde ha t o m a d o el n o m b r e de subjuntivo: Conviene que estudies; Vino para que le viesen. As es que no p u e d e e m p e z a r la o r a cin p o r l , no estar t r a s p u e s t o el v e r b o que lo rige, c o m o , Que saliesen todos los moriscos, fu mandado por pregn; donde el orden n a t u r a l sera, Fu mandado por pregn que saliesen lodos los moriscos. O bien se s o b r e n t i e n d e n el antecedente y la p a r t c u l a conjuntiva , c o m o , Acudieran las tropas, si les hubiese llegado la orden; en la c u a l falta al p r i n c i p i o , Es Indudable que acudieran etc. P o r no empezarse clusula con el s u b j u n t i v o , no puede hallarse t a m p o c o al p r i n cipio de una o r a c i n de i n t e r r o g a n t e ni de a d m i r a c i n ,

2 *

180

SINTAXIS

segn poco hace h e m o s manifestado. A u n en las de d e seo, lia i q u e s u p l i r algn a n t e c e d e n t e , pues e n , (hilera Dios, e n t e n d e m o s , Espero que quiera Dios, y en, Ojal venga viniese pronto, Ja p a r t c u l a ojal, c o m o q u e es interjeccin, contiene un pensamiento c a b a l , pues vale lo m i s m o q u e , Deseo (que venga pronto), , Serta conveniente (que viniese pronto). P e r o c o m o semejantes locuciones van p o r lo c o m n desnudas del v e r b o d e t e r m i n a n t e , y p a r e c e n p r o p i a s de este m o d o , Jo han designado m u c h o s con el n o m b r e de optativo; al paso que otros lo d e n o m i n a n potencial, por servir p a r a ciertas frases que denotan v o l u n t a d , posibilidad p o d e r , cuales son e s t a s , Quisiera pascar; Pudiera ir al teatro. E n otras todava aparece m a s evidente Ja fuerza p o t e n c i a l de este m o d o : c u a n d o d i g o , Con tal que tenga as calidades que r e q u i e r e la le, d e noto las que ya estn sealadas p o r e l l a ; m i e n t r a s d i c i e n d o , Las calidades que r e q u i e r a la le, doi ent e n d e r que aun no las ha lijado, que no csti segur o de l a s q u e s o n , q u e rezelo p o d r n h a b e r v a r i a d o , c u a n d o llegue el caso que a l u d o . La idea q u e d a r a i g u a l m e n t e bien e s p r e s a d a , si dijsemos, las calidades que p u e d e r e q u e r i r la le. Sin e m b a r g o en estas l o c u ciones y en las condicionales que p r i n c i p i a n p o r el i n definido a b s o l u t o , es necesario que s u p o n g a m o s alguna e l i p s i s , c o m o , Aseguro que (quisiera, pasear); No Jiai duda que (pudiera Ir al teatro,) sime diese la gana; p a r a sostener que es de esencia del s u b j u n t i v o e s t a r s u b y u g a d o o t r o v e r b o p r e c e d e n t e . A no ser q u e d i g a m o s , c o m o lo hicimos del i n d i c a t i v o , q u e tal es su c a r c t e r o r d i n a r i o con m u i pocas escepciones.

Del

imperativo.

L a n a t u r a l e z a de este m o d o se halla bien definida en las pginas 5 5 , 57 y 5 8 . P u e d e tener d e p e n d i e n t e de s algn v e r b o p o r m e d i o de las p a r t c u l a s c o n j u n t i v a s , como el i n d i c a t i v o , y n i n g u n a p u e d e e n l a z a r l o

na. v K i u i o .

ISI

con o t r o v e r b o precedente : Tocad la campanilla, para que venga el criado. Su significado de m a n d o , s p l i c a , p e r m i s o consejo lo distingue p r i n c i p a l m e n t e del i n d i c a t i v o , y le i m p i d e q u e p u e d a bailarse en o r a c i o nes de a d m i r a c i n i n t e r r o g a n t e , q u e son p e c u l i a r e s de dicho m o d o .

De los tiempos de
Del presente, y del pretrito

indicativo.
y futuro absolutos.

P o c o h a i que o b s e r v a r acerca del uso de estos (res t i e m p o s f u n d a m e n t a l e s . E l presente denota que est sucediendo a q u e l l o de q u e h a b l a m o s , c o m o , l'u escribo; ahora llueve; b i e n , p o r m e d i o de o t r o inciso, nos t r a s l a d a m o s al m o m e n t o , pasado v e n i d e r o , en q u e estuvo estar sucediendo la cosa. Siempre que me escribe, da memorias para Vd.; Si vengo, ya lo lomar; es lo m i s m o que d e c i r , Siempre que me ha escrito, ha dado memorias para Vd.; Cuando venga, ya lo tomar. E l sentido en a m b a s oraciones se refiere al t i e m p o en que l estuvo e s c r i b i e n d o , y al en q u e y o estar viniendo. D e esta clase son las frases u s u a l e s , Vuelvo al momento; Qu se hace Vd. esta noche? y Ja c o n t e s t a c i n , Voi al teatro; en l u g a r de decir, Volver al momento; Qu se har, Id. esta noche? Ir al teatro; c o m o t a m b i n el giro que a d o p t a n los h i s t o r i a d o r e s , c u a n d o , p a r a a n i m a r mas la n a r r a c i n , p o n e n en p r e s e n t e los sucesos p a s a d o s : Llega Corts y h a b l a los suyos; pero el pavor los h a b a s o b r e c o gido hasta tal punto que no p e n s a r o n sino' en huir. Con el p r e s e n t e designarnos ademas Jas ocupaciones Jos e m p l e o s h a b i t u a l e s , c o m o c u a n d o d e c i m o s , La Mahbran canta mu bien; La Pinto est de graciosa en el, teatro del principe. E l p r e t r i t o a b s o l u t o se refiere un t i e m p o pasado, q u e puede ser i n m e d i a t o r e m o t o : si se e s p r e s a , nunca tiene conexin con el a c t u a l , y la accin se verific

182

SINTAXIS

p r e c i s a m e n t e en la poca designada, no antes ni d e s p u s . L o m i s m o se d i c e , Antonio estuvo aqu en 1 800, q u e , Antonio estuvo ayer visitarme, p o r q u tan c o m p l e t a m e n t e pasado es el dia de a y e r , c o m o p u e d a serlo el ao de 1 800. E n , Cuando viaj por Italia, vistelas ruinas del Ilerculano, refiero un suceso p a s a d o , sin d e t e r m i n a r la poca. S i la s e a l o , Cuando viaj por Italia en 1 8 1 7 , visit las ruinas del Ilerculano, fijo el t i e m p o de mi viaje I t a l i a y el de m i visita al H e r c u l a n o ; de m o d o que si m i viaje hubiese e m p e z a do en 1 81 6, se hubiese a l a r g a d o hasta el 1 81 8 , solo estara dicho con perfecta e x a c t i t u d , Cuando viaj por Italia, visit en 1817 las ruinas del Ilerculano, , Cuando en 1817 estaba viajando por Italia, visit las ruinas del Ilerculano. Eso no q u i t a , que si tuviese yo q u e r e s p o n d e r quien me p r e g u n t a r a dnde h a b a e s t a d o en 1 81 7 , al q u e afirmara que dicho ao h a b a yo residido en P a r i s , le r e p l i c a r a b i e n , Un 1817 e s t u v e en Italia, p o r q u se t r a t a ya a q u de i n d a g a r especialmente el p u n t o donde resid aquel ao. P e r o refirindolo c o m o un h e c h o de la biografa de u n a p e r s o n a , sera s i e m p r e i m p r o p i o u s a r el p r e t r i t o absolut o , si estuvo t a m b i n antes despus del 1 81 7. P r o n t o o c u r r i r o t r o ejemplo que confirma esta d o c t r i n a aun con m a y o r c l a r i d a d . Al f u t u r o p e r t e n e c e n todos los sucesos v e n i d e r o s , y p o r t a n t o suele s u p l i r al i m p e r a t i v o , y aun lo p r e f e r i m o s p a r a d e t e r m i n a d a s l o c u c i o n e s : m a s vezes d e c i m o s , Honrars padre y madre, q u e , Honra al padre y ala madre, p o r q u el f u t u r o de i n d i c a t i v o lleva en estos casos mas fuerza de m a n d o que el m o d o i m p e r a t i v o , el cual se limita en no pocas ocasiones d a r un consejo, y t a m b i n h a c e r a l g u n a splica.

Del pretrito

coexistente.

D i m o s e n t e n d e r en la pg. 5 6 , q u e este t i e m p o i n dica q u e u n a accin p a s a d a fu s i m u l t n e a con o t r a

DEL

VEBB0.

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t a m b i n p a s a d a : acaso a m b a s d u r a r o n lo m i s m o , y tal vez la u n a p r i n c i p i antes q u e la o t r a , c o n t i n u d e s p u s de h a b e r esta cesado. D e todas m a n e r a s s i e m p r e se necesita o t r o m i e m b r o con v e r b o , un a d v e r b i o alguna frase que designe la segunda a c c i n , p a r a q u e se realize la coexistencia de los dos sucesos. E n esta oracin, No puedo negar que amaba mi prima, mientras la pasin no me permita notar sus defectos, doi igual d u r a c i n mi a m o r que m i ceguedad. E n esta, Me paseaba d caballo, cuando le salude', el acto de p a s e a r antecede al e n c u e n t r o ; y en esta o t r a , A su salida de Kiena aun segua haciendo estragos la epidemia, vemos que esta h a b a c o n t i n u a d o despus de finalizarse el hecho q u e con ella c o n c u r r i . E n lo cual se diferencia este t i e m p o del p r e t r i t o a b s o l u t o , que m a s de l i m i t a r u n a poca p r e c i s a , si se seala, las acciones, no necesita la s i m u l t a n e i d a d de o t r a p a r a que se c o m p l e t e el sentido de la frase. C u a n d o digo, Juan lleg anteayer, la oracin q u e d a p e r f e c t a ; p e r o si dijera, llegaba anteayer, preciso sera q u e aadiese, cuando nosotros le vimos apear, alguna cosa semejante. Sala en aquel punto la aurora alegrando d los mortales, es inciso de sentido c a b a l , p o r q u se lo dan las p a l a b r a s en aquel punto, q u e se refieren al hecho de que debe de haberse t r a t a d o en la clusula a n t e r i o r . S i d e c i m o s , Cicern fue' cnsul el ao (>30 de la fundacin de Roma, manifestamos que fu cnsul solo aquel a o , y no en el a n t e r i o r ni p o s t e r i o r ; p e r o al a n u n c i a r que era senador consular el ano 6!)3, d e j a m o s indeciso si lo fu solamente aquel a o , o si t a m b i n en el q u e p r e c e d i , en el s i g u i e n t e , tal vez en a m b a s pocas. E m p l e a m o s p o r esta razn el p r e t r i t o coexistene p a r a d e n o t a r los deslinos, o c u p a c i o n e s , c o s t u m b r e s etc. h a b i t u a l e s de toda la v i d a , en c o n t r a p o s i c i n del a b s o l u t o , con el q u e solemos sealar las eventuales p a s a j e r a s , segn se ve c l a r o en estos e j e m p l o s : Cicern era orador elocuente, y , Cicern fu cuestor. Puede

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SINT.MS

s s u p l i r el a b s o l u t o al c o e x i s t c n t e , p e r o no al revs; p o r q u si est bien dicho , Cicern fu orador elocuente, no lo est de s e g u r o , Cicern era cuestor, a n u n c i a do as secas y sin alguno de los acontecimientos r e l a tivos su c u e s t u r a , como si aadisemos, cuando Roma padeci escasez de trigo. Se echa m a n o p o r fin del p r e t r i t o coexistcnte p a r a la n a r r a c i n , fin de d a r m a y o r inters y vida los h e c h o s , r e p r e s e n t n d o l o s c o m o mas i n m e d i a t o s mas enlazados a l a poca a c t u a l . E n el o p s c u l o i n t i t u l a d o Elogio fnebre de los valencianos que murieron en la larde del 28 de junio de 1 8 0 8 , despus de espouerse en presente de i n d i c a t i v o todos los males que N a p o len f r a g u a b a , prosigue felizmente el a u t o r usando del c o e x i s t c n t e : El tirano de la humanidad contaba para conquistaros con vuestra corrupcin poltica.... Ignoraba que en las dinastas anteriores etc. C u n t a mas a l m a tiene este giro que si d i j e r a : El tirano de la humanidad cont.... I g n o r que etc.!

Del futuro

condicional.

C u a n d o se e m p l e a este t i e m p o , existe p o r lo c o m n u n a c o n d i c i n , bien t c i t a , bien espresa, en el m i s m o p e r o d o . N o es necesario p a r a que la haya , que se d e s c u b r a la p a r t c u l a si, como en este e j e m p l o : Le dedicara i la jurisprudencia, si se inclinase la profesin de abogado; p u e s hai otras m u c h a s locuciones q u e p u e d e n resolverse p o r el si, a u n q u e no lo lleven. Pensara ocultarse embozndose; Se equivocara Vd. en asegurarlo; Acudira su socorro, habrmelo pedido; Aunque le viese, no le hablara; Favorecido de las leyes, progresara rpidamente; Sera una desgracia que lloviese; En otras circunstancias se contentara e t c . ; Tambin yo gustara de tener muchos y buenos libros, pero me fallan los medios para adquirirlos: estas y otras frases semejantes, es c l a r o q u e p u d i e r a n r e c i b i r este o t r o g i r o : Pensara ocultarse, si

DKI. V E R B O .
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se embozaba; Se equivocara Va ., si lo asegurara; Acudira su socorro, si me lo hubiese pedido; Aun si le viese, no le hablarla; Progresara rpidamente, si le favoreciesen las leyes; Sera una desgracia, si lloviese; Si las circunstancias fuesen otras, se contentarla etc.; Tambin jo gustara de tener muchos y buenos libros, si contase con los medios para adquirirlos. P o r lo que m i r a la condicin s o b r e n t e n d i d a , no es m e n o s e v i d e n t e , que si digo, Me alegrara de verle, s u p o n g o , si pudiese ir, si el me lo permitiese, si la lluvia no lo estorbase, cualquiera o t r a condicin que se refiera los antecedentes del discurso. F u e r a del caso m a s frecuente de i m p l i c a r una c o n d i c i n , p u e d e usarse en los siguientes: P r i m e r o : c u a n d o el v e r b o d e t e r m i n a n t e de la oracin denota conjetura , e s p e r a n z a , t e m o r , p r o m e s a a f i r m a c i n , y precede la p a r t c u l a que; y t a m b i n c u a n d o un d e t e r m i n a n t e , que significa p r e g u n t a investigacin , est antes de la p a r t c u l a d u b i t a t i v a si, segn lo p r u e b a n estos e j e m p l o s : Creo que vendran unos mil enemigos; Pensaba que su criado acudira la hora sealada; Rezel que la, asaltaran nuevos cuidados; Ojrecio que restituira los doscientos pesos; Dijo el embajador que vendra su. secretario; Asegur que guardara silencio; Pregunt si tardaran en llegar; Quiso averiguar si se atreveran acometerle. Tngase presente q u e no s i e m p r e se espresa el v e r b o d e t e r m i n a n t e de c o n j e t u r a , p r o m e s a e t c . , ni la p a r t cula que, como en este pasaje de INavarrete, en el lomo p r i m e r o de la Coleccin de. viajes: Mandando que... no fuesen reconocidos ni molestados los mercaderes hasta los puertos, donde p o n d r a el rei hombres buenos e t c . , esto es , donde, ofreci el rei que pondra. Con igual supresin del v e r b o d e t e r m i n a n t e dice C a m p o m n e s en el 'Tratado de la regala de Espaa: Porqu sin duda como todas eran fundadas de nuevo

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SINTAXIS

por los reyes y bienhechores, estos ltimos, titulo de fundadores, q u e r r a n disponer su arbitrio de ellas; d o n d e debe s o b r e n t e n d e r s e , es de presumir que querran, b i e n , debi temerse que querran disponer su arbitrio de ellas. P o r los m i s m o s p r i n c i p i o s h a de esplicarse Ja elipsis de esta oracin : El lunes encontr Quintero en la calle de Alcal,; irla al prado? , tal vez irla al prado. C o m p l e t a en a m b o s g i r o s , d i r : pregunto si ira al prado, , presumo que (es el e q u i valente de tai vez) ira al prado. E n otras ocasiones se llalla el d e t e r m i n a n t e disfrazado en algn a d v e r b i o , c o m o en este pasaje de la vida de Pulgar, escrita p o r M a r t n e z de la l l o s a : Public aquella hazaa... prob a b l e m e n t e cuando aun viviran algunos de los que delta haban sido testigos; lo que vale t a n t o c o m o , Public aquella hazaa, cuando es p r o b a b l e que aun viviran etc. S e g u n d o : se e m p l e a este t i e m p o p a r a m a n i f e s t a r p r o b a b i l i d a d , y entonces equivale debi de. Creera que yo le engaaba , puesto que fall la cita, es d e c i r , Debi de creer que yo le engaaba, puesto que etc. E n este sentido dice V i e r a : No se debe dudar, que el gobierno monrquico se establecera en las Canarias... Al principio e s t a r a depositada toda la suprema autoridad etc. T e r c e r o : t a m b i n tiene lugar en las i n t e r r o g a c i o n e s y esclamaciones, en las frases que se les p a r e c e n p o r espresar d e s e o , menos si este se manifiesta con Jas i n terjecciones ojal, asi, pluguiese Dios, a l g u n a o t r a e q u i v a l e n t e : Buscarialc en alguna de las juntas provinciales? ( J o v c l l u o s , ) Cuan distante estara de pensarlo! Bueno sera que le prendiesen pronto. P e r o n o o l v i d e m o s que en estos e j e m p l o s , c o m o en el a n t e r i o r , falta s i e m p r e un d e t e r m i n a n t e : Es regular que al principio estara; Pregunto si le, buscara; Es indudable que estara mu distante de pensarlo; Es positivo que sera bueno etc.

DEL VEIU ',0.

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Del futuro

de

subjuntivo.

L l a m l o f u t u r o p o r espresar c o m u n m e n t e sucesos v e n i d e r o s , ( p g . 56) sin que d e s t r u y a n esta nocin general algunas locuciones que se refieren cosas p r e sentes, c o m o , Puede ser que aun est lloviendo; No hai quien no conozca la importancia de esta verdad; donde los d e t e r m i n a n t e s , puede y hai, c o m o t i e m p o s de p r e s e n t e , c o m u n i c a n su fuerza al f u t u r o de subjunt i v o , p a r a lo que c o n t r i b u y e ademas en el p r i m e r ejemp l o el a d v e r b i o aun. C o n tales a d m i n c u l o s a p e n a s e n c o n t r a r a m o s t i e m p o a l g u n o , al que no logrsemos h a c e r p e r d e r su p r o p i o significado. Tal vez estar lloviendo todava, q u i e r e d e c i r , Acaso todava llueve; Tengo despachado ese negocio desde la semana pasada, viene s e r , Despach ese negocio la semana pasada; y, l'avo, vale t a n t o c o m o , Ir inmediatamente: p e s a r de eso no d i r e m o s q u e estar es presente, tengo p r e t r i t o a b s o l u t o , ni coi f u t u r o de i n d i c a t i v o . E s fuera de esto i n d u d a b l e que nadie tiene p o r l o cuciones de p r e s e n t e , sino de t i e m p o v e n i d e r o , las de i m p e r a t i v o ; y se cree hasta tal p u n t o q u e la fuerza de este m o d o y la del f u t u r o de s u b j u n t i v o son una m i s m a , que todos los g r a m t i c o s t o m a n t r e s p e r s o n a s del l t i m o p a r a h a c e r figurar cinco en el i m p e r a t i v o , en vez de las dos nicas que yo le a t r i b u y o , ( p g . 57) H a d a d o lugar esta e q u i v o c a c i n que todas las f r a ses del i m p e r a t i v o caen bien en el f u t u r o de s u b j u n t i v o , a s , Orad toda hora; Ore el hombre i toda hora; Dame, una limosna por Dios; Dme Vd. una limosna por Dios; bien si q u i e r e t o m a r s e un giro q u e sea i n d i s p u t a b l e m e n t e de s u b j u n t i v o , Blando que oris toda hora; Ihigole que me des una limosna por Dios. N o debe p u e s p a r e c e r cslraio q u e se p o n gan en este t i e m p o los verbos que van d e t e r m i n a d o s p o r un antecedente de m a n d a t o , p r e c i s i n , convenienc i a , u t i l i d a d , ruego p e r m i s o , c o m o , Es necesario

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SINTAXIS

que te moderes; Bueno es que te distraigas; Convendr, dice J o v c l l n o s , que el Gobierno establezca escuelas , donde se enseen los principios generales etc. P e r t e n e c e n p o r t a n t o este t i e m p o las locuciones en q u e espresamos el objeto de n u e s t r a v o l u n t a d , el p o d e r posibilidad de h a c e r las cosas con a r r e g l o Ja ndole del s u b j u n t i v o , ( p g . 1 8 0 ) v. g. Ser breve cuanto Vd. quiera; Me alegro de que le coloquen; Deseo que no tarde; Permtame Vd. que lo tome; De forma que pueda el Gobierno tener noticia de cuanto pasa. De consiguiente uno de sus p r i n c i p a l e s oficios es designar el lin de las p r o p o s i c i o n e s : Te envi para que venga; iYo lo menciono fin de que me pagues. Siendo de n o t a r que en lugar de estas y o t r a s c o n j u n ciones finales, se pone en ciertos casos el que s o l o , s e gn lo p r a c t i c Gonzlez Carvajal en el c a p t u l o I I ! de los Trenos de J e r e m a s :
Guillares que me
cien

Mu cantan afrenta y p e n a ;

esto e s , para que me den afrenta y pena. E n este ejemplo se descubre u n o de los usos m a s frecuentes del f u t u r o de s u b j u n t i v o , el cual sirve p a r a los casos en que hai i n c e r t i d u m h r e de p a r t e del q u e h a b l a , c u a n d o no se fijan el t i e m p o , l u g a r etc. de la a c c i n , pues vemos q u e p o r n o ser cierto que los c a n t a r e s d a r a n p e n a al p r o f e t a , p o r mas q u e lo p r o curasen sus e n e m i g o s , se espresa con el me den, q u e c o n v e r t i d o en me dan sera ya una p r o p o s i c i n afirm a t i v a . Igual c o m e n t a r i o p u e d e recaer sobre lo q u e dice Be'a en Ja fbula X V I :
Y entonces la voz al viento suelto , como Icnga gana,

, si tengo gana: u s a n d o del i n d i c a t i v o , cmo tengo gana, se m a n i f e s t a r a la v o l u n t a d p o s i t i v a , p o r e q u i valer del modo que quiero. J o v c l l n o s e m p l e con o p o r t u n i d a d este t i e m p o en Ja Lci agraria: Cierta-

7>r.T, VKIMK).

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mente que se podrn citar algunas provincias en que la feracidad del suelo.... la laboriosidad de sus moradores h a y a n sostenido etc. A q u no d e t e r m i n Jas p r o v i n c i a s ; p e r o si las hubiese sealado diciendo, Ciertamente que se podrn citar las provincias de Valencia y Granada; h a b r a tenido q u e r e c u r r i r al i n d i c a t i v o p a r a c o n c l u i r la frase de esta m a n e r a , han sostenido. E n o t r a p a r t e de sus o b r a s l e e m o s , Mientras no tengamos una Academia de ciencias. El a d v e r b i o mientras significa un t i e m p o indefinido: p r u b e s e s u s t i t u i r l e ahora en el siglo ltimo, y no p o d r m e n o s de variarse Ja frase d i c i e n d o : Ahora que no tenemos, , En el siglo ltimo cuando no tenamos. F t a i L u i s de G r a n a d a liabla as con el p e c a d o r : Si quieres saber que tantos sean los pecados que en tiempos pasados tienes hechos, discurre etc.; y b u e n s e g u r o q u e no le hubiese a p o s t r o f a d o , d a n d o este o t r o giro la frase, Bien sabes cuntos sean los pecados, sino, cuntos son los pecados. En el p r i m e r caso se t r a t a de a v e r i g u a r l o s , en el segundo s u p o n e m o s h e c h a Ja investigacin. Con lo cual se e s p h e a p o r q u u s a m o s de este f u t u r o , sin q u e nos suene tan p r o p s i t o el presente de i n d i c a t i v o , en las locuciones, No ha entrado hoi barco ninguno, que yo sepa; La vlvula, cmo se llame; Donde haya prohibicin, habr monopolio. E n tales ejemplos d e c l a r o , q u e si b i e n n o tengo noticia de q u e h a y a e n t r a d o n i n g n b a r c o , no poseo las necesarias p a r a a f i r m a r r o t u n d a m e n t e q u e no ha llegado. Si hubiese yo h a b l a d o con el v i g a , cap i t n del p u e r t o quien tuviese que s a b e r l o , d i r a sin v a c i l a r p o r el i n d i c a t i v o : S (en vez de que yo sepa) que hoi no ha entrado barco ninguno. Manifiesto i g u a l m e n t e que no tengo certeza de que se llame v l v u l a la p a r t e del i n s t r u m e n t o que me refiero; y n o d e t e r m i n o la n a c i n , r e i n o p r o v i n c i a donde existe la p r o h i b i c i n , c o n t e n t n d o m e con a n u n c i a r la m x i m a v a g a , de que en c u a l q u i e r a p u n t o donde p u e d a h a b e r la , la a c o m p a a r el m o n o p o l i o . Si no fuese tal m i

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SINTAXIS

d e s i g n i o , y q u i s i e r a h a b l a r positiva i n d i v i d u a l m e n t e , d i r a : La vlvula, sin a d i t a m e n t o n i n g u n o , b i e n , La vlvula, pues de este modo se llama etc.; En Italia, porqu hai prohibicin, abundan los monopolistas. N o sera difcil, siguiendo esta m i s m a i d e a , esplicar p o r q u las proposiciones negativas universales van al s u b j u n t i v o , y c o n v e r t i d a s en afirmativas piden p o r fuerza el i n d i c a t i v o . P a r e c e al p r o n t o q u e , No puede discurrirse miseria humana que no haya recopilado Voltaire en su C n d i d o ; No hai mal que sobre m no caiga i significan lo m i s m o q u e , Voltaire ha recopilado en su C n d i d o todas las miserias que pueden discurrirse; Todos los males caen sobre mi. Sin e m b a r g o , bien e x a m i n a d a s estas s e n t e n c i a s , se a d v i e r t e q u e e n c i e r r a n duda las de n e g a c i n , tanto que p u e d e n resolverse p o r una p r e g u n t a , c o n s e r v a n d o s i e m p r e el f u t u r o de s u b j u n t i v o : Qu mal hai que sobre mino Caiga? m i e n t r a s en calidad de positivas no e n v u e l v e n n i n g u n a especie de i n c e r t i d u m b r e : Todos los males caen sobre m. E n esta delicada m a t e r i a no hai pequenez que n o d e b a n o t a r s e , y la o b s e r v a c i n nos da conocer q u e , sin e m b a r g o de no p o d e r s e a t i n a r fcilmente el m o t i v o , unas p a r t c u l a s piden el f u t u r o de s u b j u n t i v o en las m i s m a s frases en que o t r a s el presente de indicativ o . Corno sea cierto, d e c i m o s , que la verdad a r r a s t r e el convencimiento, y , Por cuanto es cierto que la verdad a r r a s t r a el convencimiento; Se o preguntar, cuando le v e a , y , Se o preguntar, si le v e o ; lia convenido en capitular, con tal que como no le lleguen socorros dentro de cinco das, y , lia convenido en capitular, s no le llegan socorros dentro de cinco das. N o negar p o r fin que en ciertas locuciones es p e r m i t i d o e m p l e a r c u a l q u i e r a de los dos t i e m p o s a n t e d i c h o s , v g. No lo recuerdo porqu quiero quiera mortificarle; No lo han prohibido las leyes porqu entorpece entorpezca los progresos de la agricultura; Como pocos desconocen desconozcan la utilidad de

DEL V Eli DO.

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la maquinaria; Envame una minuta de lo que consta conste por los libros de esc archivo, cuya copia no se halla halle en el de la casa de ayuntamiento. E n o t r a s es indiferente u s a r este f u t u r o el de i n dicativo : Creo que no tarde tardar en venir; Temo que le llegue, llegar la noticia antes de estar prevenido, a u n q u e con io segundo manifestamos un rezclo m a s positivo que con el llegue. P e r o esto no i m p i d e q u e nos p o n g a m o s m u i a l e r t a al leer los a u t o r e s , q u e c o m o J o v e l l n o s y M a r t n e z de la l l o s a , son tan p r o pensos al f u t u r o de s u b j u n t i v o , q u e lo e m p l e a n u s u r p a n d o , n i i m o d o de v e r , los oficios p r o p i o s del p r e sente de algn o t r o t i e m p o del i n d i c a t i v o . D e estos dos escritores p u d i e r a n citarse m u c h o s pasajes p a r e c i dos estos. D e las o b r a s de J o v e l l n o s , p g . 149 d e l t o m o p r i m e r o : De aqu se sigue, que los gremios sean ( s o n ) un estorbo para el aumento de la poblacin; y de las de M a r t n e z de la R o s a , pg. 104 del t o m o s e g u n d o : Uno de los mejores trgicos que bol posea (posee ) esa nacin. L o cual p r u e b a que todava no se han fijado con perfecta c l a r i d a d los v e r d a d e r o s lmites de este t i e m p o ; y a u n q u e yo lo he i n t e n t a d o , no dejar p o r eso de r e c o m e n d a r los j v e n e s , q u e p r o c u r e n a d q u i r i r aquel t i n o que se forma con la l e c t u r a de los b u e n o s m o d e l o s , nica guia q u e p u e d e c o n d u c i r l o s al acierto.

Del futuro

condicional

de

subjuntivo.

E s t e t i e m p o e n t r a , c o m o el condicional de i n d i c a tivo , en las oraciones que e n c i e r r a n u n a condicin; p e r o siguiendo el c a r c t e r del m o d o que p e r t e n e c e , va en semejantes casos despus de la p a r t c u l a conjunt i v a , m i e n t r a s el condicional de indicativo s i e m p r e Ja p r e c e d e , ( p g . 5 6 ) P o r m a n e r a q u e no p o d e m o s decir, Saliere pasear, si no llovera; pues debe ser, Saldr i pascar, si no lloviere llueve, l i a i ademas e n t r e dichos dos t i e m p o s la diferencia de que las oraciones de este h a b l a n c o n s t a n t e m e n t e de sucesos f u t u r o s , niin-

192

SINTAXIS

t r a s las del o t r o condicional se refieren alguna vez cosas p a s a d a s . El significado vago de los dos indefinidos los h a b i l i ta p a r a s u s t i t u i r en c i e r t o m o d o este futuro c o n d i cional ; p e r o si se verificase tal c a m b i o en el ejemplo s u s o d i c h o , c o n v e n d r a t r a s l a d a r el d e t e r m i n a n t e al condicional de i n d i c a t i v o , Saldra pasear, si no lloviera lloviese. N o faltar quien m i r a n d o como cosa de p o c a m o n t a la sustitucin de una p o r una /, crea q u e lo m i s m o e s , Saldr pasear, si no lloviese , q u e , si no lloviere; p e r o yo e n c u e n t r o lo l t i m o m u c h o m e j o r , y me a t r e v e r d e c i r , q u e es lo nico q u e se ajusta la r i g u r o s a p r o p i e d a d . A s aparece m a s c l a r o en el siguiente e j e m p l o : Cuando fuere sea (y no fuese) mayor, le destinaremos la labra/iza. E n efecto, p e s a r de ser constante q u e el indefinido a b s o l u t o p u e de s u s t i t u i r al condicional en todos los casos, como luego v e r e m o s , de ningn m o d o nos es p e r m i t i d o decir, Saldr pascar , si no lloviera; Cuando fuera mayor, le destinaremos la labranza. P e r o en m u c h s i m a s ocasiones no se necesita m u d a r el t i e m p o del v e r b o antecedente, a u n q u e e n t r e el i n d e finido condicional o c u p a r el puesto del f u t u r o c o n d i cional. E n este pasaje de J o v c l l n o s , Igual recurso tendrn los artistas, cuando las partes, con quienes hubiesen tratado, no les pagaren el precio, ni cumplieren las condiciones estipuladas; , q u dificultad h a b r a p a r a d e c i r , no les pagasen, ni les cumpliesen, sin t o c a r lo dems de la clusula?

Del indefinido

absoluto.

E s t e , lo m i s m o que el o t r o indefinido, entra cada paso en locuciones de p r e t r i t o y de f u t u r o : su s i g n i ficado de presente es de mas r a r a o c u r r e n c i a , ( p g . 57) D o n d e q u i e r a que se e m p l e e , ha de hacerse segn las reglas q u e pongo c o n t i n u a c i n . I P u e d e suplir al o t r o indefinido en todos los c a a

DEL VERBO.

1 9

s o s , y al f u t u r o condicional de i n d i c a t i v o en las frases que llevan una condicin e s p l c i t a , tcita disfrazada bajo alguno de los giros i n d i c a d o s en la pgina 1 8 4 . E j e m p l o s : Dijo el embajador que viniese viniera su secretario; (1) Bien fuese Juera por miedo por cautela; Deseabas que te facilitase facilitara, la entrada; Estaba preparada la mesa para todos los que llegasen llegaran; Me irla fuera c la Granja, si lograse lograra el pasaporte; Te engaaras engaaras , si le creyeses creyeras hombre honrado; lezc/d que la asaltaran, asaltaran asaltasen nuevos cuidados; (2) Quin se atrevera atreviera contradecirle? P e r o conviene o b s e r v a r , que si en las oraciones condicionales q u e a n t e c e d e n , o c u p a s e el l u gar de los indefinidos el f u t u r o de i n d i c a t i v o , h a b r a que t r a s l a d a r el v e r b o d e t e r m i n a d o al p r e s e n t e del m i s m o m o d o : Me ir la Granja, si logro el pasaporte; Te e n g a a r s , si le crees hombre honrado. Los antiguos e m p l e a r o n p o r gala este t i e m p o en lugar del p r e t r i t o de i n d i c a t i v o que se f o r m a del a u s i l i a r haba y el p a r t i c i p i o p a s i v o ; amara p o r haba amado. A l g u n o s m o d e r n o s han p r o d i g a d o hasta la nusea esta s i n g u l a r i d a d , de q u e g u s t a b a m u c h o J o v c l l n o s , y de consiguiente nos ha dejado n u m e r o s o s ejemplos de e l l a : As fui, dice en la m e m o r i a A sus compatriotas, el mas fiel su amistad en la desgracia, como fuera el mas sincero y desinteresado en la
:i

1 l e r e p e t i d o aqu d e p r o p s i t o e l e j e m p l o p u e s t o pitra e l f u t u r o c o n d i c i o n a l d e i n d i c a t i v o , a fin d e h a c e r notar la d i l e r e n cia e n t r e e s t a frase y la d e , Dijo el embajador que vendra su. secretario. P o r e s t a a n u n c i el e m b a j a d o r de u n m o d o p o s i t i v o la v e n i d a d e l s e c r e t a r i o , m i e n t r a s la o t r a , Dijo el embajador que viniese viniera su. secretario, i n c l u y e el mandato formal d e q u e se p r e s e n t e . 2 Si bai a l g u n a d i v e r s i d a d e n e s t a l o c u c i n p o r e m p l e a r s e l o s i n d e f i n i d o s d e . s u b j u n t i v o el c o n d i c i o n a l d e i n d i c a t i v o , c o n siste e n q u e p o r los p r i m e r o s d e n o t a m o s un t e m o r m a s r e m o t o , p u e s c u a n d o d i g o , liezel que la asaltaran nuevos cuidados, se manifiesta un t e m o r mas f u n d a d o . m a y o r p r o b a b i l i d a d di: q u e s u c e d a la cosa.

i:>

194

SINTAXIS

prosperidad. N o es en este pasaje en el q u e yo h a l l o r e p r e n s i b l e semejante m o d i s m o , pues a q u p a r e c e q u e el a u t o r se p r o p u s o h a c e r m a s r e p a r a b l e , y a u t o r i z a r en c i e r t a m a n e r a su d i c h o , u s a n d o de una l o c u c i n m e n o s f r e c u e n t e ; objeto q u e no h u b i e r a l o g r a d o e m p l e a n d o el p r e t r i t o a b s o l u t o . Suele t a m b i n evitarse o p o r t u n a m e n t e p o r este giro el sonsonete de varios p r e t r i t o s agudos en Ja l t i m a , r e p e t i d o s en un c o r t o i n t e r v a l o , c o m o lo ha h e c h o Canga en el t o m o p r i m e r o , p g . 2 2 2 de Jas Observaciones sobre la guerra de Espaa: Desde Barcelona vol Asturias, recibi el mando de una divisin, y p e l e con ella, tan bizarramente como el mundo le viera combatir en otras pocas sobre las aguas. En los casos en q u e no o c u r r e n i n g u n a de Jas referidas c i r c u n s t a n c i a s , no tengo p o r a c e r t a d o este g i r o , q u e me disuena p o r lo m i s m o en estos lugares de la m e m o r i a de J o v e l l n o s poco h c i t a d a : Ech yo de ver que los que partieran por la. maana y tarde; Don. Sebastian de Jocano y el barn de Sabasona que vinieran tambin por el rio; Se nos enter de haberse llamado all al mismo general, que antes fuera nombrado capitn general de Andaluca; Para gozar en paz del pequeo patrimonio... del cual... quedara yo poseedor; Pasaran ya tres semanas desde nuestra, llegada, y en el 25 de marzo e t c . S o n m u c h o s los p a sajes p a r e c i d o s los dichos q u e p u d i e r a n citarse de este e s c r i t o r , el mas r e c o m e n d a b l e bajo mil o t r o s r e s p e c t o s . P o r t a n t o deben c a m i n a r los p r i n c i p i a n t e s con gran c a u t e l a en u s a r de este i d i o t i s m o , del q u e ser lo m a s p r u d e n t e se a b s t e n g a n , hasta hallarse tan fam i l i a r i z a d o s con la lengua , q u e su oido y gusto p u e dan g u i a r l o s en el recto uso de eslos p r i m o r e s , sin riesgo de e m p l e a r l o s fuera de p r o p s i t o , lil saber la lengua l a t i n a , q u e no desconoce aquella locucin, p u e de facilitarles el manejo de este y o t r o s m o d o s igualm e n t e delicados de espresarse. P e r o d e b o desde a h o r a a d v e r t i r l e s , q u e si es s u m a m e n t e a r r i e s g a d o , y quiz

DEL VK111JO.

1 9")

vicioso u s a r el t i e m p o de que estamos t r a t a n d o , p o r el p r e t r i t o a b s o l u t o , de n i n g u n a m a n e r a puede d i s i m u l a r s e q u e se e m p l e e en lugar de este el indefinido c o n d i c i o n a l , p o r mas r e s p e t a b l e que sea la a u t o r i d a d de los escritores que lo lian hecho. J o v e l l n o s en la Lei agraria: Lo que sucedi fu, que siendo insuficiente el fondo sealado,... hubiesen (por han) corrido ya mas de treinta aos e t c . El m i s m o en la pg. I 50 del torno p r i m e r o de sus o b r a s : Se le obliga d partir con sus compaeros las materias que acopiase (ha acopiado, y mejor y mas c o n f o r m e con lo que s i g u e , acopia acopie); Viera pg. 13b del t o m o p r i m e r o de su Historia: Asi sucedi que casi toda la Canaria se poblase (en vez de se pobl) dentro de pocos aos, e t c . M a r t n e z de la l l o s a en la pg. 246 del t o m o s e g u n d o : fueron causa de que pueda contarse ese paso casi como el nico ventajoso que diese (debiendo ser dio) la tragedia en aquella poca. 3 O b s e r v a r p o r fin o t r o i d i o t i s m o , en q u e fig u r a este indefinido, no menos q u e el c o n d i c i o n a l , y consiste en o m i t i r la p a r t c u l a si, p o s p o n i e n d o el n o m i n a t i v o al v e r b o ; p e r o entonces se hace i n d i s p e n sable p r i n c i p i a r el segundo m i e m b r o de la sentencia con las p a r t c u l a s que y: Hubiese ella pedido mi proteccin, que yo se la hubiera dispensado; bien, Pidiera ella mi proteccin, y yo se la dispensara. A u n q u e es lo mas usual en c a s t e l l a n o , SI ella hubiera pedido pidiera mi proteccin, yo se la dispensara.
a

Bel indefinido

condicional.

Algunos de los ejemplos que a n t e c e d e n , nos d e m u e s t r a n que este t i e m p o e n t r a en las oraciones condicionales ; p e r o c o m o es el n i c o de los dos indefinidos que no p u e d e f o r m a r p a r t e de ellas sino despus de la p a r t c u l a c o n j u n t i v a , es d e c i r , siguiendo la n a t u raleza del m o d o q u e p e r t e n e c e , be a p r o v e c h a d o esta circunstancia p a r a d i s t i n g u i r l o del o t r o con el e p t e t o 13 *

1f)()

SINTAXIS

de condicional. Es i m p o s i b l e q u e se h a l l e en el m i e m b r o antecedente de la c o n d i c i n , p o r n o ser n u n c a v e r b o d e t e r m i n a n t e , sino d e t e r m i n a d o , es d e c i r , q u e va s i e m p r e despus de u n a p a r t c u l a c o n j u n t i v a , desp u s de un adjetivo r e l a t i v o , q u e se refiera algn n o m b r e regido p o r o t r o v e r b o a n t e r i o r , v. g. Aunque fuese tarde, determin entrar en el teatro; No le daba cuidado que yo lo notase; Qu seria pues, dice G m e z H c r m o s i l l a , de una ( c r t i c a ) que fuese mas estensa, y la cual siguiese luego la de los italianos, espaoles, ingleses, franceses y alemanes? P u e d e sentarse p o r regla bastante g e n e r a l , q u e este t i e m p o halla cabida en todas l a s t r a s e s en q u e la tiene el indefinido a b s o l u t o , si esceplamos aquellas en que h a c e este las vezes del condicional de i n d i c a t i v o ; lo q u e viene reducirse lo m i s m o , que casi nunca p u e de s u s t i t u i r dicho condicional. A s , Estaba a guardando que se incorporaran incorporasen con su divisin; p e r o no d i r , Ble alegrase de su venida, porq u caera a q u bien el condicional de i n d i c a t i v o : Me alegrara de su venida. D i r e m o s s , Me lo anunci para que me alegrase, p o r no estar b i e n , para que me alenraria.
o

L o que c o m o regla inconcusa establecimos en las p.igs. I 92 y 1 9 3 , s a b e r , que p u e d e s u s t i t u i r en todas ocasiones al indefinido condicional el a b s o l u t o , debe s e r v i r n o s de piedra de t o q u e p a r a e x a m i n a r los pasajes citados en la pg. 11)5 y c u a n t o s ofrezcan alguna d u d a acerca del uso q u e se ha hecho del indefinido condicional. Con tal p r u e b a h a l l a r e m o s q u e no suena b i e n , Lo epie sucedi fu que h u b i e r a n corrido treinta aos; Se le obliga d partir las materias que a c o p i a r a , y , Sucedi que la Canaria se p o b l a r a . ISos choca men o s , Fueron causa de que pueda contarse ese paso como el nico que d i e r a la tragedia; p e r o tiene el inconveniente de que diera est usado en lugar de dio, y no de kabia dado, nico sentido que p u d i e r a h a c e r d i s i m u l a b l e la locucin en n u e s t r o s dias.

ny.L

VKIUiO.

197

Del futuro

de

imperativo.

E l tono r p i d o i m p e r i o s o de su enunciacin liace que p r i n c i p i e m o s p o r el v e r b o , y que se p o s p o n g a n los p r o n o m b r e s t y vosotros, en el caso de espresarsc: Pgame t lo que me debes; Desechad vosotros el miedo. Este misino c a r c t e r nos i m p i d e buscar el r o deo de las p a r t c u l a s n e g a t i v a s , aun en Jas frases de s p l i c a ; p o r lo que no sirve p a r a Jas oraciones de negacin. J a m a s o c u r r e , No me niega un pedazo de pan, siendo mas b r e v e , Dame un pedazo de pan. C o n t r i b u y e ello el no t e n e r m a s q u e segundas p e r s o n a s , que no p o d r a n e m p l e a r s e , si no fuesen familiares del q u e les dirige la p a l a b r a , inferiores l en edad bajo c u a l q u i e r a o t r o respecto. A los q u e nos m e r e c e n mas m i r a m i e n t o , les p r o c u r a m o s disfrazar n u e s t r a s d e m a n d a s r e b o z n d o l a s con p a l a b r a s , cuyo n m e r o es m a y o r cu las frases negativas del s u b j u n t i v o , c o m o , No deje Id. de darme un pedazo de pan, porqu me muero de hambre.

De los tiempos

compuestos.

He q u e r i d o d e s e m b a r a z a r m e de todos los t i e m p o s q u e arrojan las diversas t e r m i n a c i o n e s de la c o n j u g a cin e s p a o l a , antes de esplicar las frases que r e s u l t a n del v e r b o haber u n i d o los p a r t i c i p i o s pasivos , las que be designado basta a h o r a con la d e n o m i n a c i n de tiempos compuestos, sin darles e n t r a d a en Ja conjugacin del v e r b o , c o n t r a Ja c o s t u m b r e de los g r a m t i c o s . H a n hecho estos ademas dos t i e m p o s del infinitivo regido de haber de; p e r o sea q u e los h a y a asustado d a r n o m b r e diverso tantos t i e m p o s c o m o r e s u l t a r a n , sea q u e la inconsecuencia a c o m p a e de o r d i n a r i o las o p e r a c i o n e s e r r a d a s en su p r i n c i p i o , lo c i e r t o es, q u e h a i m u c h o menos f u n d a m e n t o p a r a colocar haber de amar, habiendo de amar ( t o m o este v e r b o c o m o

I)8

SINTIS

p a r a d i g m a ejemplo de l o d o s ) en el i n f i n i t i v o , q u e p a r a f o r m a r otros tantos t i e m p o s de he de amar, liaba de amar, hube de amar, habra de amar, haya de amar, hubiere de amar, hubiera de amar y hubiese de amar. D i g o q u e liai m e n o s f u n d a m e n t o , p o r q u es m u c h o mas difcil d a r cabida los t i e m p o s en el infinitivo q u e en los d e m s m o d o s , (pg. 54) y p o r q u es r a r o el uso de haber de amar, q u e no p u e d e e m plearse sino como un e q u i v a l e n t e de la necesidad de amar. iVunqu no es de tan e s t r a o r d i n a r i a o c u r r e n c i a habiendo de amar, n o se ofrece en cada p g i n a c o m o las locuciones lie de amar, haba de amar etc. M a s frecuentes son todava he amado, haba amado, hube amado e t c . , y p o r lo m i s m o estas y a q u e l l a s nos m e recen un Jugar en la S i n t a x i s , a u n q u e no se lo h a y a m o s dado en la conjugacin. L a frase haber de amar e q u i v a l e tener que amar tener necesidad de amar, es d e c i r , q u e c o m u n i c a el v a l o r de f u t u r o todo t i e m p o con q u e se j u n t a , p o r q u no se tiene que hacer lo que se est h a c i e n d o , y menos lo que se ha hecho. P o r el c o n t r a r i o , haber amado significa tener amado, esto e s , haber ya amado; de donde el sello de p r e t r i t o que i m p r i m e t o das Jas frases en q u e se e n c u e n t r a , c o m o t a m b i n lo n o t a m o s e n , Queda, est, dejo tengo demostrado. N u e s t r a lengua form dos de sus t i e m p o s actuales de las frases he de amar (tengo q u e a m a r ) y haba de amar (tena que a m a r ) , o m i t i e n d o el de, i n c o r p o r a n d o el ausiliar como t e r m i n a c i n , y aun s i n c o p a n d o el haba en Ida p a r a m a y o r c o m o d i d a d . A l g u n o s siglos ha d u r a d o amar lie, amar has, amar ha, amar hemos, amar liis, ( p o r habis, que es como lo decan Jos antiguos) amar han, amar ha, amar has etc. M dese Ja o r t o g r a f a , y nos s a l d r n p u n t u a l e s los dos f u t u r o s de indicativo amar, amars, y amara, amaras. A p u n t en la nota de la p g . 7 7 , q u e igual fu el origen de los p r e t r i t o s anduve y estuve. S a b i e n d o que haber de es tener que en t o d o s los

vKuno .

199

t i e m p o s , y que si alguna vez nos o c u r r e , Por haber de acudir los del ala izquierda; Con haber de aten der tantos negocios, etc. valen lo misino estas locu ciones q u e , Por la necesidad de acudir, Con la preci sin de atender; se i g n o r a de todo p u n t o la lengua castellana , el q u e la h a y a s a l u d a d o , no vacilar en el m o d o de u s a r esta frase. J u z g o p o r t a n t o intil e n t r e t e n e r m e mas cu su e s p l i c a c i o n , i m p o n e r n o m b r e las locuciones q u e de ella r e s u l t a n en todos los m o d o s . Haber con el p a r t i c i p i o pasivo significa t a m b i n t e n e r hecha a l g u n a cosa, y p a r e c e q u e d e b i e r a b a s t a r p o r toda esplicacion saber q u e tal es su e q u i v a l e n t e . P e r o son de tan frecuente uso y tan distintas las fra ses que se f o r m a n del p r e s e n t e y los p r e t r i t o s de i n d i c a t i v o de este v e r b o , c u a n d o hace de a u s i l i a r , q u e no q u i e r o d i s p e n s a r m e de e s p l i c a r l a s ; y les sealar a d e m a s cada u n a su n o m b r e , c o m o si fuesen o t r o s tantos t i e m p o s , fin de q u e m e sea m a s fcil desig n a r l a s en lo sucesivo. Con el p r e s e n t e de haber y el p a r t i c i p i o pasivo (he amado) manifestamos q u e h a sucedido ya la cosa; p e r o q u e esta la poca q u e a l u d i m o s , t o d a v a d u r a n , bien que no ha cesado la p r c t i c a , la e s p e r a n z a ^ p o r lo menos la p o s i b i l i d a d de q u e v u e l v a re p e t i r s e Jo q u e la frase significa. E s segn esto fcil d i s t i n g u i r su significado del que tiene el p r e t r i t o a b s o l u t o , el c u a l se refiere s i e m p r e pocas y h e c h o s c o m p l e t a m e n t e concluidos. H a q u el f u n d a m e n t o q u e tengo p a r a l l a m a r pretrito prximo este t i e m p o , y a c l a r a d o p o r qu decimos, Pas por Dublin en 1 82b, y , He viajado por casi toda Europa, pues se espresa en el p r i m e r caso u n t i e m p o e n t e r a m e n t e p a s a d o , c u a l es el ao 1 8 2 6 , y me refiero en el segundo m i vida, la que no ha llegado aun su fin. L o m i s m o debe en tenderse d e , En el segundo ao de esta centuria fu general Ui sequa, y , Este siglo ha dado copiosa ma teria i los historiadores e t c . ; Juan estuvo malo dos dias hace, y , Juan ha estado malo dos dias, pero ya

200

SINTAXIS

se lialla del ludo recobrado. E n , He diferido hasta ahora responder su carta, usamos del p r e t r i t o p r x i m o , p o r q u todo el t i e m p o en q u e yo he estado difir i e n d o la r e s p u e s t a , tiene u n a n t i m a conexin con el p r e s e n t e . Decimos t a m b i n , Esta maana he cantado, p o r m i r a r l a c o m o p a r t e del dia q u e aun no ha p a s a d o ; y a u n q u e algunos d i g a n , He visto ayer Fulano, parece q u e sera mas e x a c t o , ya q u e no lo r e p u g n a el u s o , Vi ayer Fulano. D e c i m o s , Cervantes ha escrito muchas obras ingeniosas, p o r q u existen; p e r o h a b i n dose p e r d i d o el Buscapi, d i r a m o s : Los mejores crticos opinan que Cervantes no escribi el Buscapi, y de n i n g n m o d o , no ha escrito el Buscapi. Cicern ha escrito muchas oraciones, p o r q u se c o n s e r v a n , y decimos q u e escribi varias composiciones poticas, p o r q u solamente lo s a b e m o s p o r el t e s t i m o n i o de los a u t o r e s p o r algunos fragmentos q u e se han s a l v a d o . D e u n a p e r s o n a q u e m u r i h a i n t e r r u m p i d o su corr e s p o n d e n c i a con o t r a , d i r e s t a : Mientras me escribi, nunca olvid cuanto nos deba; y si su t r a t o e p i s t o l a r c o n t i n a , d e b e r d e c i r , Siempre que me escribe, confiesa las obligaciones que nos debe; b i e n , Siempre que me ha escrito, ha confesado las obligaciones que nos debe nos deba. Varias vez.es me ha recomendado don Pascual el mrito del pretendiente, si vive aquel t o d a v a , y de consiguiente n o existe u n a i m p o s i b i l i d a d de que r e p i t a sus r e c o m e n d a c i o n e s ; p e r o si hubiese fallecido, solo p o d r d e c i r s e , Varias vezes me recomend don Pascual el mrito del pretendiente. Espaa ha tenido muchos y buenos poetas, porqu c o n t i n a t e n i n d o l o s , s u p o n e m o s q u e as p u e d e suc e d e r ; y , Espaa tuvo muchos y buenos poetas en el siglo XVII, p o r q u se ha c e r r a d o ya el plazo p a r a q u e p u e d a t e n e r ni u n o mas en la c e n t u r i a q u e se fija. N u n c a se usa el p r e t r i t o p r x i m o , sin que p o r m e d i o de o t r o m i e m b r o siguiente , en q u e se h a l l a u n p r e t r i t o a b s o l u t o , d e n o t e m o s q u e Ja accin de q u e acaba de h a b l a r s e , es pasada i n m e d i a t a ; p o r lo q u e

DEL

VERIJO.

20

suelen p r e c e d e r l o las frases a d v e r b i a l e s asi que, cuando, despus que, tan pronto corno, ya que etc.; : bien va el p a r t i c i p i o pasivo delante del hubo i n t e r p u e s t a Ja p a r t c u l a que. E n a m b o s casos Ja frase significa lo q u e el p r e t r i t o a b s o l u t o p r e c e d i d o p o r los adverbios al instante que, as que etc.: Apenas hube cantado el aria, es lo m i s m o q u e , Apenas cant el aria; Descifrado que lo hubo, esto e s , Luego que lo descifr. Haba amado (el pluscuamperfecto de los g r a m ticos) p a r t i c i p a de la n a t u r a l e z a del c o e x i s t e n t e , y den o t a , q u e algo h a b a ya s i d o , h a b a sucedido estaba h e c h o , a n t e s , al t i e m p o , despus de acontecer algun a otra c o s a : Hablase atrincherado antes que llegase el enemiga; Haba yo suspendido mi arenga, al hacerme Vd. aquella advertencia; Haba la gente empezado respirar el aire libre los dos meses de levantado el cordn. Su significado m e obliga l l a m a r lo pretrito absoluto coexistente, p o r q u la accin q u e d a a q u t e r m i n a d a al verificarse Ja o t r a s i m u l t n e a , y en el o t r o coexistente p u e d e no e s t a r c o n c l u i da, ( p g s . 1 8 2 y 1 8 3 ) T e n g o p o r escusado llenar el p a p e l e n g r o s a n d o la n o m e n c l a t u r a de los t i e m p o s , y especificando el v a l o r de los dems c o m p u e s t o s del a u s i l i a r haber y del p a r ticipio pasivo. B a s t a i n d i c a r q u e el u n o (habr amado) significa q u e t a l cosa q u e a u n ha de s u c e d e r , se h a b r y a realizado antes despus de o t r a ; bien se infiere q u e debe h a b e r sucedido la u n a , p o r la existencia, cierta p r e s u m i d a , de la o t r a . E j e m p l o s : La paz se habr ya firmado, cuando lleguen los avisos que espera; Yo habr vuelto del campo el lunes inmediato; Guzrnan habr llegado, puesto que vi ayer su hijo; Se habr escondido /)ara que no le prendan. El otro (habra amado) d e n o t a , q u e no ha sucedido lo q u e estara h e c h o , si se hubiese verificado t a l condicin, v. g. Le habra confiado mi pena, si l rae hubiese prometido callarla. P o r fin los t i e m p o s c o m p u e s t o s de s u b j u n t i v o , c o m o los de i n d i c a t i v o , h a b l a n s i e m p r e

202

SINTAXIS

de cosas p a s a d a s , que lo s e r a n , si se c o m b i n a s e n ciertas c i r c u n s t a n c i a s .

Be los verbos determinante

determinado.

E n la esplicacion de Jos modos y los t i e m p o s , h e m o s a l u d i d o mas de u n a vez los q u e debian o c u p a r en el d i s c u r s o , t a n t o el v e r b o determinante antecedente, c o m o el determinado consiguiente. Entrarem o s ahora h a b l a r de la c o r r e s p o n d e n c i a que g u a r d a n e n t r e s estos dos v e r b o s , p a r a q u e dado el t i e m p o y m o d o en que se halla el p r i m e r o , y el objeto q u e se e n c a m i n a el discurso, p u e d a resolverse en q u m o d o y t i e m p o debe ponerse el segundo. M a t e r i a vasta y d i fcil de fijar , y mas aun de observarse en la p r c t i c a , segn lo d e m u e s t r a n los descuidos que i r e m o s n o t a n do de buenos escritores, y t a m b i n de algunos de p r i m e r a clase. Colgese desde luego de Jo d i c h o , q u e m a s de c o n o c e r eJ v e r b o d e t e r m i n a n t e , necesitamos t e n e r n o ticia de Ja i n t e n c i n del que h a b l a ; q u i t a d o s ciertos casos, en los q u e con solo el antecedente p u e d e ya s e a l a r s e sin v a c i l a r dnde tiene que ir el d e t e r m i n a d o . En este t e m a , Mandar ai criado ensillar el caballo, si se m e da p o r p r i m e r m i e m b r o , Mand al criado, no p u e d o m e n o s de c o m p l e t a r el segundo as, que ensillara ensillase el caballo. P e r o en este o t r o , Ser ceguedad perder los hombres el tiempo en semejantes disputas, no basta el a n t e c e d e n t e , Es ceguedad, siendo preciso q u e se m e a n u n c i e j u n t a m e n t e , si se q u i e r e h a b l a r de d i s p u t a s p a s a d a s , presentes f u t u r a s . T e n i e n d o eJ segundo d a t o , d i r , < / c perdieran,perdiesen hayan perdido el tiempo e t c . , si se t r a t a de u n a cosa p a s a d a ; y , que pierdan, si de una p r e s e n t e f u t u r a . E s t o consiste en q u e el d e t e r m i n a n t e nos d e clara en el p r i m e r e j e m p l o Ja m e n t e del que h a b l a , Ja cual no nos consta en el segundo. E l d e t e r m i n a n t e y el d e t e r m i n a d o p u e d e n h a l l a r s e

DEL VERI!O.

203

u n i d o s de t r e s m a n e r a s : p r i m e r a , p o r m e d i o de u n r e l a t i v o ; s e g u n d a , llevando el consiguiente al infinit i v o con p r e p o s i c i n sin ella; y t e r c e r a , c u a n d o Jos enlaza una conjuncin una frase que liaga sus vezes. D e cada u n a de ellas h a b l a r con s e p a r a c i n .

Primera.
C u a n d o j u n t a al d e t e r m i n a n t e con su d e t e r m i n a d o u n r e l a t i v o , hai cabida p a r a t a n t a s c o m b i n a c i o n e s en cJ d i s c u r s o , q u e no solo p u e d e n r e q u e r i r los verbos en c u a l q u i e r a de los m o d o s , sino que t a m b i n p u e den estar a m b o s v e r b o s en el indicativo en el s u b j u n t i v o , a u n q u e no en el infinitivo ni en el i m p e r a t i v o . S i r v a n de ejemplo los siguientes: Sabida es la cobarda dlos enemigos que nos asaltan, asediaban, asaltaron, han asaltado, asaltarn; Leamos una noocla que acaba acababa de publicarse; Refera la desgracia que los afligi; Pensaste en la. suerte que cabr cabra, estos desgraciados; No ser yo el primero que se atreva; Se alegrarn muchos que ahora W o manifiestan; Aunque me lo refieran personas que estn o estuvieren libres de toda sospecha; No son nuestros amigos los que se alegran, se alegraron se alegrarn de nuestra ruina; Escuchad vosotros, los que estdls, estabais, estuvisteis, habis estado estaris atribulados. N i n g n sentido h a l l a r / a m o s en, Acude pronto para lbra%e de esta fiera, ni e n , Acudir pronto para librarme de esta fiera; al paso q u e nos lo d a r a Ja c o m b i n a c i n de Jos dos m o d o s , Acude pronto para, librarme de esta fiera. P a r a q u e h a y a reJativo en la o r a c i n , no se n e c e sita que a p a r e z c a n los sabidos que, el cual ni quien, si se e n c u e n t r a n n o m b r e s , y aun a d v e r b i o s , que h a g a n sus vezes, v. g. La obra de Herrera sera' siempre leda de cuantos se dediquen la cultura de los campos, esio e s , de todos los que se dediquen ii la tultura de los campos; Form un depdlo, donde se re-

204

SINTAXIS

uniesen os dispersos, es d e c i r , en que se reuniesen os dispersos. E n estas locuciones t o d o pende del sentido que int e n t a m o s d a r ai d i s c u r s o ; d e b i e n d o solo a d v e r t i r s e , q u e en algunas p u e d e e m p l e a r s e el f u t u r o de s u b j u n t i v o p o r el de i n d i c a t i v o , ( p g . 191) p u e s , No ser yo ei primero que se atreva, es lo m i s m o q u e , No ser yo el primero que se atrever; asi como el i n definido a b s o l u t o p o r el p r e t r i t o a b s o l u t o coexistent e : No he sido yo el primero que se atreviera haba atrevido, (pg. 193)

Segunda.
Se halla el v e r b o d e t e r m i n a d o en el infinitivo p r o p i a m e n t e d i c h o , s i e m p r e q u e es u n o m i s m o el s u p u e s t o suyo y el del v e r b o a n t e c e d e n t e , v. g. Queris pasear; La noticia puede traslucirse, p o r q u vosotros es un t i e m p o n o m i n a t i v o de queris y de pasear, as c o m o noticia lo es de puede y de traslucirse. P o r donde los ausiliares haber de, tener que y deber llevan s i e m p r e en el infinitivo el v e r b o d e t e r m i n a d o , p o r q u ei s u p u e s t o suyo y el del antecedente no p u e d e n dejar de ser uno m i s m o : Ella hubo de acudir; Tengo que callar; Ellos deben de andar mu ocupados. E s c e p t a n s e de esta regla los antecedentes q u e m a nifiestan u n a aseveracin firme y decidida de n u e s t r a v o l u n t a d . A s d e c i m o s , Quieto, , no pienso salir, y, Afirmo, declaro que saldr, mejor q u e , Afirmo, declaro salir. Con t o d o el v e r b o protestar es susceptible de u n o y o t r o g i r o : Protesto salir, , que saldr. Decir n o p u e d e ser antecedente de u n i n f i n i t i v o , p o r q u s i e m p r e que lo e m p l e a m o s p a r a a n u n c i a r n u e s t r a s p r o p i a s acciones, no es con el designio de r e f e r i r l a s , sino con el de manifestar n u e s t r a resolucin de ejecutarlas: Digo que saldr. N o es locucin t o l e r a b l e p o r n i n g n t t u l o , Digo salir. E n algunos verbos v a r i a el significado del d e t e r m i -

DEL

VEIIBO.

205

n a n t e , segn q u e va el d e t e r m i n a d o al infinitivo al
s u b j u n t i v o . Pienso mejorar pongo mejorar de habitacin, habitacin, e s , Me parece de habitacin, es, Me proy , Pienso (pie mejoro de (pie gano de habitacin.

S tocar la flauta, es d e c i r , q u e tengo esa h a b i l i d a d ; m i e n t r a s , S (pie toco la flauta, d e n o t a la certeza q u e

tengo de estarla tocando. A vezes antecede el d e t e r m i n a n t e alguna de estas p r e p o s i c i o n e s d, de, para, por, bien solas , bien f o r m a n d o p a r l e de las frases conjuntivas fin de, causa de, con condicin de e t c . , y p o r m e d i o de ellas rige al v e r b o consiguiente en el infinitivo,- v. g. Decidise
el general dar la batalla; Ved pasear; Estaba ya cansado de sufrir; Se present para fin de obsequiarle; Se tap la cara por no verlo; Le nombr su heredero universal con condicin de llevar su apellido.

C u a n d o el d e t e r m i n a n t e es un i m p e r s o n a l el sust a n t i v o ser, y el d e t e r m i n a d o no lleva s u p u e s t o , va el


segundo v e r b o al i n f i n i t i v o : Es
tras ; Conviene a' los hombres

til

cultivar
las

las

le-

dedicarse

ciencias.

Y no p u e d e dejar de ser a s i , p o r q u el v e r d a d e r o sup u e s t o de Ja oracin es a q u el m i s m o infinitivo q u e hace las vezes de n o m b r e ; oficio q u e no es d a d o los otros m o d o s . D i c h a s sentencias e q u i v a l e n estas, El
cultivo de las letras es til; El estudio de las cien-

cias
viene

conviene
(pie yo

d los hombres.
estudie; Es til

P e r o si tiene s u p u e s t o el

d e t e r m i n a d o , busca p r e c i s a m e n t e el s u b j u n t i v o :
que los hombres se

Conde-

diquen

las ciencias.

P o r esto d e b i decir M a r t n e z

de la liosa (tomo p r i m e r o , p g . 194): Difcil

es que

aventaje nadie Lope de Vega en facilidad para versificar, y no, Difcil es a v e n t a j a r nadie Lope de Vega en facilidad para versificar. O m i t i d o el s u p u e s t o , e s -

t a r a p e r f e c t a m e n t e d i c h o , Difcil
de l' ega en facilidad Les orden atacar, para versificar.

es a v e n t a j a r d

Lope

L o s v e r b o s de que atacasen. \o

m a n d o e m p l e a n una y o t r a f o r m a , pues ya d e c i m o s ,
y a , Les orden

o b s t a n t e , el v e r b o decir,

en el sentido de m a n d a r , p i d e

20G

SINTAXIS

n e c e s a r i a m e n t e el d e t e r m i n a d o en el s u b j u n t i v o : que ataquen, dijo que atacasen.

Dice

Tercera.
L a s c o m b i n a c i o n e s de h a l l a r s e el antecedente e n l a zado su consiguiente p o r medio de una conjuncin, a u n q u e son i n i n i l a s , p u e d e n c o m p r e n d e r s e en estas reglas cardinales. 1 C u a n d o el d e t e r m i n a n t e est en infinitivo, en el p r e s e n t e n f u t u r o de i n d i c a t i v o , en el i m p e r a t i v o , y p i d e el v e r b o consiguiente en el s u b j u n t i v o , va de o r d i n a r i o u n o de Jos f u t u r o s de este m o d o , c o m o lo p r u e b a n los siguientes e j e m p l o s : Estorbar que se cometan injusticias es el objeto de las leyes; Deseo que me favorezcas; No lograreis que le castiguen: Se reforzar el puesto, si fuere necesario; 'Permtele que se retire. H e d i c h o , q u e esto es lo q u e sucede de o r d i n a r i o , p o r q u los v e r b o s de conjetura y a s e v e r a c i n , p r e c e d i d o s de la p a r t c u l a 720, p u e d e n llevar el s e g u n d o v e r b o en c u a l q u i e r a de los dos indefinidos, si bien p a r e c e p r e f e r i b l e el c o n d i c i o n a l : No creo que me pagara pagase; No digo que viniera viniese d insultarme. E n todos los dems casos debe m i r a r s e c o m o u n defecto q u e se h a l l e el d e t e r m i n a d o en el indefinido c o n d i c i o n a l , si su d e t e r m i n a n t e est en el presente el f u t u r o de i n d i c a t i v o , p u e s yo tengo p o r g r a m a t i c a l m e n t e viciosos los siguientes pasajes de la Le agraria: S es justa y debe ser permitida cualquiera que un colono pactase (pacte) con el propietario,... no p u e d e serila ci que privase (prive) al propietario de esta libertad; Nunca ser tan justa... como cuando su producto se destinase (destine) etc. 2 Si se halla el d e t e r m i n a n t e en el p r e t r i t o c o exislenfc, en el a b s o l u t o , en el a b s o l u t o coexistente el condicional de i n d i c a t i v o , en el indefinido absolut o ; se coloca p r e c i s a m e n t e el d e t e r m i n a d o en uno de los indefinidos, c u a n d o el sentido de la sentencia exige
a a

ntL Y En DO.

207

q u e est en el m o d o s u b j u n t i v o : Se detenia, se detuvo, se haba detenido, se detendra para que llegara llegase; Quisiera ella, que yo me adelantara .adelantase. 'Ei p r e t r i t o p r x i m o y el f u t u r o c o m p u e s t o d i n d i c a t i v o tienen su d e t e r m i n a d o en el f u t u r o en los indefinidos de s u b j u n t i v o , v. g. He sentido que no se convenza, convenciera convenciese; Jlabrd llamado para que le abran, abrieran abriesen. 3 Los verbos antecedentes del i n d i c a t i v o t i e n e n en general el d e t e r m i n a d o en diclio m o d o , si es u n o m i s m o el s u p u e s t o de a m b o s v e r b o s , c o m o , Creo que le convencere fcilmente; Reflexionare lo que he de hacer. P e r o si cada v e r b o lleva d i s t i n t o s u p u e s t o , p u e de el consiguiente hallarse en el i n d i c a t i v o en el s u b j u n t i v o , v. g. Penseque iba d matarla; Penseque despachara despachase un propio; Dijo que, su nieto haba acudido; Dijo que su nielo acudiera acudiese. E n el caso de estar en s u b j u n t i v o , han de o b s e r v a r s e s i e m p r e las dos reglas q u e a c a b a n de establecerse. 4 P e r o los verbos q u e denotan a l e g r a , t e m o r , deseo algn acto de la v o l u n t a d ; los de m a n d o , p e r misin p r o h i b i c i n ; los de p r o m e s a a m e n a z a , y los que significan m e n e s t e r n e c e s i d a d , son menos vagos en esta p a r t e , p o r q u su d e t e r m i n a d o va s i e m p r e al s u b j u n t i v o , c o m o Jo testifican estos e j e m p l o s : Apetecer que se lo concedan concediesen; Ordenado que. se congreguen congregasen; Mandndome que escriba escribiese; Habiendo querido que, le incorporen incorporasen; Me resolver que Id. me acompae; Se decidi que fe llevaran levasen en una litera; i\Vcesilo que, acuda; Fu menester que se le intimara intimase la orden etc. En cuyas locuciones y cu c u a n tas p u e d a n o c u r r i r , solo ha de cuidarse de no o l v i d a r Jas dos reglas p r i m e r a s . 5 C u a n d o Ja p a r t c u l a slcs d u b i t a t i v a , y la p e r sona q u e h a b l a , duda lo q u e ha de h a c e r , h a b i n d o l o de decidir ella m i s m a ; puede ir el verbo al i n d i c a t i v o , aJ s u b j u n t i v o al i n f i n i t i v o , v. g. Aun no he pensado
a a a

208

SINTAXIS

si conviene t c o n v e n d r otorgrselo; Pensare si he de contestarle; No s si salga t si salir d buscarle. P e r o si no pende de n u e s t r a v o l u n t a d el desvanecer la i n c e r t i d u m b r e en q u e nos h a l l a m o s , el v e r b o se p o ne p r e c i s a m e n t e en el i n d i c a t i v o : No esti cierto si lo l o g r a r ; Ignoro si s a l d r ; Sise h a b r muerto mi tio? P o r esto la frase, No s si vengan mis sobrinas, incluye m i i r r e s o l u c i n acerca de p e r m i t i r l a s no q u e v e n g a n ; al p a s o q u e d i c i e n d o , No s si v e n d r n mis sobrinas, manifiesto mi i g n o r a n c i a de lo que suceder. 6 L a s p a r t c u l a s A pesar que, aunque, no obstante que, por mas que, si bien, supuesto que, ya que , e t c . p i d e n el v e r b o en el i n d i c a t i v o , c u a n d o Ja frase e n c i e r r a Ja afirmacin de algn h e c h o , v. g. Ya que me p a g a s tan mal, no te volverd favorecer; Aunqueafirmabas o afirmaste que nada sabas del robo, ahora sales complicado; Supuesto que llegar hol, no ha i necesidad de escribirle. Y h a q u el m o t i v o p o r q u e disuena n u e s t r o s odos este pasaje de M a r i n a , en la m e m o r i a Sobre el origen y progresos de las lenguas: Si bien en la mayor parle de los elementos de aquel lenguaje se d e s c u b r a n aun las fuentes de que dimanan, respecto de otros es imposible etc. P o r el c o n t r a r i o , c u a n d o con estas p a r t c u l a s p r e t e n d e m o s sefialar u n a c o n d i c i n , que p u e d e p u d o dejar de r e a l i z a r s e , p e r o en c u y o c u m p l i m i e n t o reposa el o t r o inciso de la sent e n c i a ; el v e r b o regido p o r e l l a s , tiene que h a l l a r s e en el s u b j u n t i v o , a s ; Por mas que lo asegures, nadie te. creer; Ya que seas malo, no causes lo menos escandido; Aunque estuviesen bien armados, no hubieran podido defenderse. E s igual d e c i r , En caso que lo asegures; Si eres malo; Aun en la suposicin de haber estado bien armados. D e s p u s de h a b e r espucsto con b a s t a n t e detencin, sin q u e p o r eso se h a y a a g o t a d o la m a t e r i a , los p r i n cipales usos de los m o d o s y t i e m p o s , y la relacin entre el d e t e r m i n a n t e y d e t e r m i n a d o , parece ya o p o r t u n o sealar la colocacin que tiene el v e r b o en las
a

DEL.

V En

110.

209

sentencias con arreglo la sintaxis e s p a o l a . R e c u r dese a q u lo q u e a p u n t ( p g . 1 2 0 ) sobre la l i b e r t a d c o n q u e nosotros c o l o c a m o s t a n t o el n o m b r e c o m o el v e r b o . E n t r e los antiguos se prefera que el v e r b o fuese al lin del inciso, p a r a i m i t a r mas Ja m a n e r a de Jos latinos. E n la i n m o r t a l novela del Don Quijote se h a l l a m u i seguida esta p r c t i c a , de q u e ya e m p e z desviarse su a u t o r en el Persiies, inclinndose b a s t a n t e la e s t r u c t u r a m o d e r n a , q u e solo p o r g a l a , p o r a t e m p e r a r s e la e u f o n a , i m i t a u n a q u e o t r a vez la c o n s t r u c cin latina. M s de o r d i n a r i o , despus de los r e l a t i v o s ; p o r q u como estos tienen q u e i r pegados al n o m b r e con que g u a r d a n r e l a c i n , q u e d a n ya menos p a r l e s q u e colocar l i b r e m e n t e , y es mas factible q u e vaya el v e r b o al fin. E j e m p l o s : Tal vez por ser la nica, que con signos mas perceptibles y usuales se insina; (Carvajal p r l o g o los Salmos.) En la lengua que cada uno de ellos entienda. (Villanueva Cartas eclesisticas.) Pero Jo mas frecuente es u s a r de v a r i e d a d , c o n s u l t a n d o p r i n c i p a l m e n t e el o i d o , y l o q u e el sentido y objeto de la frase exigen. Se halla algn t a n t o c o a r t a d a esta l i b e r t a d de c o locar donde mas a c o m o d e el v e r b o , c u a n d o lleva e s preso el supuesto y rige a d e m a s dos n o m b r e s q u e n o son afijos, el u n o en a c u s a t i v o y el o t r o en d a t i v o , pues entonces es casi indispensable p a r a Ja c l a r i d a d , q u e el v e r b o se i n t e r p o n g a e n t r e dichos casos, p a r t i c u l a r m e n t e si lo p r e c e d e n el acusativo el d a t i v o . S i r v a de e j e m p l o , El correo dio esta noticia mi hermano; inciso que puede volverse de este m o d o , Esta noticia dio el correo mi hermano, de este o t r o , A mi hermano dio el correo esta noticia; p e r o si s e r a v i o l e n t o d e c i r , Esta noticia mi hermano dio el correo , , A mi hermano esta noticia dio el correo; lo s e r i a m u c h o m a s , Esta noticia mi hermano el correo dio; a u n q u e p u d i e r a t o l e r a r s e , Dio el correo esta noticia mi hermano. T a m b i n hai precisin de q u e el s u p u e s t o vaya, M

210

SINTAXIS

unas vezes d e l a n t e del v e r b o , y o t r a s j u n t o l p o r lo m e n o s , c u a n d o de no h a c e r l o as r e s u l t a p o r de p r o n t o c i e r t a a n f i b o l o g a , p o r m a s q u e la d e s v a n e z ca el examen a t e n t o del resto del p e r o d o ; lo c u a l se verifica en aquel pasaje del Pan y Toros, folleto a t r i b u i d o quiz sin el d e b i d o f u n d a m e n t o la docta p l u m a de J o v e l l n o s : Un jurisperito crea Atenas que no se formaba sin el socorro de todas las ciencias. E s t a sentencia q u e d a r a clara con solo colocar a m b o s supuestos i n m e d i a t o s sus respectivos v e r b o s , m u d a n do as la f r a s e : Crea Atenas que no se formaba un jurisperito sin el socorro de todas las ciencias, bien, Atenas crea que un jurisperito no se formaba sin etc. I g u a l defecto se nota en aquel lugar de la Le i agraria: Una terrible sedicin caus mucho despus el empeo de ejecutar estas leyes; p o r no h a b e r q u i t a d o t o d a d u d a con esta colocacin , El empeo de ejecutar estas leyes caus mucho despus una terrible sedicin. La m i s m a a m b i g e d a d o c u r r e en este l u gar de M u o z : Elpresente compuso el ao 1 5 4 2 , p o r n o h a b e r d i c h o , Compuso el prsenle el ao 1.'>42, y m e j o r , en el ao I .)42. Si es p e r s o n a , ya e s p r e s a , ya s o b r e n t e n d i d a , un n o m b r e p r o p i o lo que recibe la accin del v e r b o , lleva antes de s la p r e p o s i c i n de este m o d o : Divis su amigo; No hallaron ninguno de los huspedes; Vemos unos sumamente ajanados, desidiosos d otros; Saquearon liorna; He visto Consta ni inopiai. No antecede esta p r e p o s i c i n los n o m b r e s p r o p i o s , si van calificados p o r el a r t c u l o definido p o r un n u m e r a l q u e haga sus vezes, v. g. He visitado la Polonia; conquist el Ferrol; arruinda Inglaterra; Blata un hombre; Derrot trecientos enemigos. Si lo que est en a c u s a t i v o , es c o s a , no hai p r e p o s i c i n : Ola la rosa; arrojaste la. piedra; c h o c a n d o p o r esto q u e C a p m a n y e s c r i b i e r a en la p g . 80 del d i s c u r s o p r e l i m i n a r al Teatro de la elocuencia: Esclarece cada una de sus ideas y cada una de sus pruebas;

DEL

VEHBO.

'1 I I

y Q u i n t a n a en la vida del p r i n c i p e de V i a n a : Tema aquel nteres que Inspiraban sus desgracias, al respeto que se granjeaban sus virtudes, la seduccin que llevaba etc. N i nos s o r p r e n d e menos q u e J o v e l l nos o m i t i e r a tan f r e c u e n t e m e n t e la p r e p o s i c i n antes de las p e r s o n a s , pues son m u c h o s Jos pasajes que h a l l a m o s en sus escritos semejantes este de Ja Le agraria: Que tanto ha dividido ( ) los economistas modernos. Lista la o m i t e casi s i e m p r e , aun en casos en que es indiferente p a r a la m e d i d a del verso. C u a n do Ja persona paciente es un animal i r r a c i o n a l , liai v a r i e d a d en el u s o , p u e s u n o s dicen Romero mat el toro, y C l e m e n c i n en la p g . 441 del t o m o 3 de su Comentario p o n e , Hiere al toro en el ccrviguillo. E s t a regla general tiene alguna e s c e p c i o n , c u a n d o est la persona en a c u s a t i v o , } ' va c o n t i n u a c i n de ella un d a t i v o regido de la m i s m a p r e p o s i c i n , p u e s entonces la o m i t i m o s antes de la p e r s o n a , p a r a no j u n t a r dos tan i n m e d i a t a s . D e c i m o s p o r t a n t o , Abandonemos esa mujer, y , Abandonemos esa mujer sus remordimientos. N o p o r o t r a razn la call J o v e llnos despus del v e r b o en este l u g a r : Somete unos y otros la codicia de los maestros. N i tuvo otra M o r a t i n p a r a a p e l a r un a r c a s m o en este pasaje de La derrota de los pedantes: Reduca los hombres en vida social; a u n q u e m a s sencillo sera d e c i r , Reduca los hombres vida social, o m i t i e n d o la antes de los hombres. Si t e r m i n a p o r vocal la diccin q u e precede la preposicin d, y empieza t a m b i n p o r vocal la s i g u i e n t e , s u p r i m i m o s la p r e p o s i c i n , fin de e v i t a r la cacofona que resulta de la r e u n i n de t r e s vocales, y d e c i m o s , Vio aquella ninfa, y , I^ogr ver aquella ninfa. P e r o si el n o m b r e es p r o p i o , aun en este caso lleva la p r e p o s i c i n , v. g. Pi Antonio; asalt Antioquia. T a m p o c o p u e d e o m i t i r s e delante de las cosas, si de h a c e r l o hubiese lugar duda s o b r e cul era el agente y cul el p a c i e n t e , atendida la v a riedad q u e p a r a colocarlos se p e r m i t e n los espaoles. 14 *
o

212

SINTAXIS

Esta es la causa de d e c i r , El bullicio sigui al silencio, p o r q u si d i j r a m o s , El bullicio sigui el silencio, q u e d a b a vago el s e n t i d o . A s es que c u a n d o no lo e s t , deja de espresarse la p r e p o s i c i n , c o m o , Pedro sigui el consejo de su podre. T a m b i n la llevan los verbos q u e no i n d i c a n accin q u e recaiga en el caso o b j e t i v o , sino solo posicin de una cosa respecto de o t r a . Es evidente que acompaar, preceder, seguir, sustituir etc. son verbos activos , y q u e si d i g o , La cruz preceda segua la custodia, se h a l l a esta en a c u s a t i v o , pues d i r a m o s p o r p a s i v a , La custodia era ( m e j o r , estaba iba) precedida seguida por de la cruz. N o a s , El ejrcito sitiaba la plaza, siendo esta la que sufre p a d e c e d sitio. P o r de c o n t a d o lodo s u s t a n t i v o q u e est en d a t i v o , sea p e r s o n a , sea cosa, va p r e c e d i d o de esta p r e p o s i cin , v. g. Aadi otro piso la casa; Pondr trmino la disputa. F o r m a n i g u a l m e n t e escepcion los verbos q u e n o r i gen de o r d i n a r i o sino cosas, p o r q u c u a n d o su accin recae sobre p e r s o n a s , suele v a r i a r el sentido de la f r a se p o r callarse ponerse la p r e p o s i c i n . Vcsc esto p a t e n t e en el v e r b o perder, cuyo caso objetivo es casi s i e m p r e u n a cosa un a n i m a l , p u e s decimos de un v i u d o q u e ha perdido su mujer, m i e n t r a s pierde su mujer el que da m a r g e n sus estravos. L o p r o p i o sucede con el v e r b o robar, y p o r esto los romanos robaron las sabinas, y las gitanas roban los muchachos. E n efecto si estos acusativos llevasen la p r e p o s i c i n , se convergiran en d a t i v o s , y d a r a m o s e n t e n d e r , q u e t a n t o las sabinas c o m o los m u c h a c h o s se les h a b a q u i t a d o d i n e r o , alhajas etc. P o r u n a razn totalmente d i v e r s a , si el v e r b o no rige p o r lo c o m n c o s a s , es indiferente espresar no la p r e p o s i c i n , siendo lo m i s m o , parir un nio, q u e , parir un nio. Sin e m b a r g o , esta es una de las m a t e r i a s en q u e m a s decide el b u e n oido y el c o n o c i m i e n t o de lo que han p r a c t i c a d o los escritores c o r r e c t o s , p u e s ni p o r las

DI;I.

VEUI'.O.

'2 .5

reglas precedentes ni por ninguna otra sabra yo fijar por qu d e c i m o s , El tiene buenos amigos; El rei ha nombrado los oficiales para el ejercito; El papa cre los cardenales; no decirse que el verbo tenerse refiere de ordinario ias cosas; esplicacion que no es ciertamente aplicable los verbos nombrar y crear. T a m p o c o se descubre la razn de poner la delante de los nombres apelativos de cosas en unas locuciones, v. g. Es un sugelo (pie honra su nacin; al paso que la rehusan otras, c o m o , Se puso d contemplar la fuente; ni por qu nos suena tan bien, Honrars padre y madre, sin preposicin, c o m o , Honra al padre y la madre, que la lleva. Y o lo menos no me siento con fuerzas para apurar tanto las numerables varia ciones del habla castellana. Antes de cerrar el captulo del v e r b o , dir algo sobre la construccin, modismos y dems accidentes de los ausiliares ser, estar, haber y tener, ya que ocurren tan menudo en el discurso; tratando al fin de los impersonales, neutros y recprocos.

De los verbos ser y estar.


Es mu i frecuente usar de estos verbos en sentido impersonal, v. g. Es temprano, est averiguado. N o es raro omitirlos por una elipsis elegantsima, segn se advierte en los siguientes pasajes de J o v e l l n o s : JYo solo cuando reinos separados, (en vez de cuando eran reinos separados) sino despus de su reunin en la corona de Castilla; Llena nuestra vida de tantas amarguras, (es d e c i r , Estando nuestra vida llena de tantas amarguras) quhombre sensible no se complacer en endulzar algunos de sus momentos? Porqu es mas perfecta, cuando repelida y mas meditada; El poder legislativo es mas perfecto, cuando repartido en dos cuerpos, que cuando acumulado en uno solo. En el primero de los dos ltimos ejemplos falta un es, y en el segundo el est en dos lugares.

11

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v r u n o s

Y si en semejantes casos no es lo mas o r d i n a r i o u s a r de esta e l i p s i s , es seguro h a l l a r l a en el segundo m i e m b r o de toda c o m p a r a c i n , p u e s en l o m i t i m o s s i e m p r e el v e r b o ser, v. g.Juan es tan alto como Santiago, es d e c i r , como lo es Santiago. vezes se o m i t e con m u c h a gracia no solo el v e r b o ser, sino un r e l a t i v o , como en aquel pasaje de la m e m o r i a de M a r i n a Sobre el origen y progresos de las lenguas, en q u e d i c e : Las mas poderosas naciones, casi nada en su o r i g e n , no se engrandecieron e t c . , esto e s , que casi nada haban sido en su origen. E s t o s dos verbos suelen pasar r e c p r o c o s con p a r t i c u l a r d o n a i r e , como c u a n d o d e c i m o s , Yo de mi me sol pacifico; T te ests aun en tus trece. C o m o m u c h o s hallan dificultad en s a b e r , cul de Jos dos v e r b o s , ser estar, han de e m p l e a r en determ i n a d o s c a s o s , c o n v e n d r fijarlo p o r medio de esta regla sencilla: Se usa del v e r b o ser, c u a n d o la idea espresada p o r el s u s t a n t i v o , adjetivo p a r t i c i p i o q u e se le j u n t a , no se considera c o m o una idea de estado; y del v e r b o estar, c u a n d o se considera c o m o t a l , sea el estado p e r m a n e n t e t r a n s i t o r i o , esencial accident a l . As d e c i m o s , / ? . ? desgraciado ahora; .Es sublime su estilo, cuando debiera, ser sencillo; Solo fu afortunado en aquella ocasin; Estuvo lleno de satisfacciones toda su vida; Los santos estarn contentos por toda una eternidad. Scase t a m b i n de a q u la diferencia e n t r e estas frases, Laura es delicada, y , est delicada; llicardo es bueno, y , est bueno; Claudio es un borracho, y , est borracho; Julin es cojo, y, est cojo; Aquella naranja es agria, y , est agria; Yo sol de tal parecer, y , esto'i de tal parecer; La casa es grande, y , est llena de muebles; La seora estaba de recibo, y , el gnero es de recibo; Julin es aficionado la msica, y , esta dedicado d ella; Ahora es de dia es la una, y , esta claro nublado. U n viejo de setenta a n o s , fresco y bien c o n s e r v a d o , csti joven, p o r m a s que no sea joven. Separse de esta

SER

ESTJR

215

regla M u o z , c u a n d o , i m i t a n d o acaso los antiguos, q u e e r a n en esto menos refinados que n o s o t r o s , dijo en la pg. X V I del p r l o g o Ja Historia del Nuevornundo: Varios hechos d que fu presente. D e Ja m x i m a general q u e e s t a b l e z c o , se deducen los siguientes c o r o l a r i o s : P r i m e r o . H a de usarse el v e r b o ser, s i e m p r e q u e espresamos s i m p l e m e n t e la e x i s t e n c i a , la p r o p i e d a d , el destino la p r o c e d e n c i a de las cosas, bien la m a t e r i a de que estn f o r m a d a s , v. g. Esa puerta es magnifica; El libro es de aquel caballero; La rosa es para Mariquita; Este vino es de Canarias; Todo su servicio es de plata. P o r lo m i s m o se b a i l a este v e r b o en casi todas las p r e g u n t a s en q u e entran c o m o signo int e r r o g a t i v o qu, cuyo, de quin de qu', v. g. Qu es su padre Cuyo es el ganado? De quin es la capa? De qu es aquella estatua? S e g u n d o . Se e m p l e a el v e r b o estar p a r a significar la situacin disposicin de bascosas, p a r a r e g i r o t r o verbo p o r m e d i o de una p r e p o s i c i n , bien al g e r u n d i o al p r e t r i t o de p a r t i c i p i o sin ella. E j e m p l o s : Salamanca est junto al Termes; La obra est ordenada de modo e t c . ; Valencia est bien situada; Estol en no dejarle de la mano; En casa estuve hasta, que lleg; Mi criado est para salir; Estuve por preguntarle; Estol por reir con l; Esli sin conseguir nada; Dios est sufriendo nuestras faltas; Mientras el mar nos est suministrando los pezes, la tierra nos est brindando con las mas sabrosas carnes; La carta est fechada en Pars. Se baila el v e r b o estar p o r consiguiente en Jas p r e g u n t a s q u e se a n u n cian p o r cmo, en dnde en qu, v. g. Cmo est de salud? Dnde est colocado? En qu est entretenido? T e r c e r o . Las c i r c u n s t a n c i a s calidades de Jas c o sas que se p e r c i b e n p o r el oido y p o r el o l f a t o , se esp r e s a n con el v e r b o ser, al paso q u e las q u e se sujetan de un m o d o bien sensible al t a c t o , llevan el v e r b o estar. D e c i m o s de u n e n f e r m o , que su respiracin es

I (i

F)F

T.OS

V F . n B O S

frecuente, libre, uniforme; que la voz es intercadente, apocada, que sus gritos son agudos, y que el aliento es pestfero. Al mismo tiempo aadimos, que '/est flexible, hmeda y limpia; y que a piel est blanda, seca entresudada. La circulacin de la sangre no la percibimos tocndola inmediatamente, sino interpuestos los tegumentos que Ja cubren; as es que unos dicen, El pulso es dbil, fuerte; y o t r o s , El pulso est dbil, fuerte. Creo que el uso de los buenos escritores se inclina mas lo l t i m o . Cuarto. A vezes apenas hacemos alto en si aplicamos no la idea de estado la espresion; por Jo que decimos indistintamente, Eso est es claro, para manifestar la evidencia de una cosa. En el significado pasivo de Jos verbos usamos vezes, ya del estar, ya del ser; pero si bien se o b s e r v a , hallaremos alguna diversidad entre las frases que parecen idnticas. A primera vista creemos que es lo mismo, Estuve acusado de tal delito, que , Fui acusado de tal delito. Sin embargo un momento de reflexin nos hace conocer, que con lo primero manifestamos que ha cesado la acusacin y los efectos de e l l a , mientras con lo segundo podemos designar una acusacin , cuyos trmites estn todava pendientes. Nuestros antiguos decan i n distintamente , Es muerto, y, est muerto: con todo, lo uno significa que la persona dej de e x i s t i r , y lo o t r o , que est todava insepulta. Para que los principiantes puedan salir de su e m b a r a z o , cuando lo tengan por la antedicha incertidumbre, me atrever darles una regla general, para que conozcan lo menos dnde puede usarse del verbo estar; que es en todas las ocasiones en que podra e m plearse con bastante propiedad el reflexivo hallarse, como , Ricardo se halla bueno; Salamanca se halla junto alTrmes etc. Ntese bien que esta equivalencia no tiene l u g a r , cuando estar rige otro verbo por medio de una preposicin ; y que disuena en m u c h o s de los casos en que precede al g e r u n d i o , porqu ni

HABER

Y TENER

217

p u e d e d e c i r s e , Me hallo en hablarle, en l u g a r d e , Estol en hablarle; ni s o n a r a b i e n , Dios se halla sufriendo nuestras faltas, en vez d e , est sufriendo nuestras faltas. P o r fortuna en n i n g u n o de los dos casos p u e d e c a b e r la m e n o r duda , habindose ya fijado p o r p r i n c i p i o i n v a r i a b l e en el c o r o l a r i o segundo , q u e el v e r b o estar rige o t r o v e r b o p o r m e d i o de una p r e posicin , y al g e r u n d i o sin e l l a ; lo q u e no es d a d o al v e r b o ser.

De los verbos haber y tener.


Dije en la conjugacin del v e r b o haber, (pg. 83) q u e la p r i m e r a persona del p l u r a l del presente de i n d i c a t i v o es hemos habernos. L o p r i m e r o es lo m a s u s a d o , a u n q u e lo segundo se halla n o solo en Jos a u tores antiguos, sino en algunos m o d e r n o s de Ja mejor n o t a . Debe respetarlas, corno habernos jurado todos sus miembros; La santa y justa causa que todos h a bernos jurado seguir, son dos pasajes de J o v e l l n o s en la m e m o r i a A sus compatriotas. T a m b i n a d v e r t en la nota segunda de la pg. 83 la s i n g u l a r i d a d , de que c u a n d o haber significa celebrarse, existir, verificarse e t c . , es su tercera p e r s o n a en el singular del p r e s e n t e de indicativo hai; y en Ja p g . 1 1 8 , que las terceras personas del singular de t o dos sus t i e m p o s parecen s e r v i r t a m b i n p a r a s u p u e s tos del p l u r a l , c o m o , Hai, haba, hubo, ha habido, habr ele. muchos que sean de igual modo de pensar; a u n q u e ya i n d i q u all m i s m o , que en tales locuciones es p e r s o n a p a c i e n t e la que tienen algunos p o r a g e n t e . E s t o nunca p u e d e s u c e d e r , si va u n i d o al haber algn p a r t i c i p i o pasivo de o t r o v e r b o , pues entonces se o b s e r v a n las reglas generales de Ja c o n c o r d a n c i a : Han venido mis primos de Tudcla; Asi que hubieron entrado los primeros etc. Y p a r e c e no e s t a r acorde con ellas aquel pasaje de la pg. 177 del t o m o s e g u n do de las o b r a s de M a r t n e z de la R o s a : No se h a b a

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DE

EOS

VEUHOS

visto en Francia sino' ios Actos de ios apstoles; no suponerse q u e falta a l g o , y q u e Ja o r a c i n c o m p l e l a es, No se haba visto en Francia o t r a cosa sino los Actos de los apstoles. Haber es el nico v e r b o que p u e d e repetirse en Jos t i e m p o s c o m p u e s t o s , sirvindose l m i s m o de ausiliar: He habido, haba habido, he de haber, haba de haber.Su e q u i v a l e n t e tener solo p u e d e repetirse en los t i e m p o s c o m p u e s t o s con el infinitivo, y no con el p a r ticipio, p a s i v o , v. g. Tuve que tenerle para que no se despease. La significacin de haber p o r tener est a n t i c u a d a al p r e s e n t e , pues nadie d i c e , Yo he, haba hube muchos vales, p o r , Yo tengo, tenia tuve muchos vales. Solo c o n s e r v a m o s u n vestigio de ella en Jas frases haber menester, ( t e n e r necesidad) he aqu, hele ah, y en las f r m u l a s de bendicin i m p r e c a cin , Bien haya, Mal haya, Santa gloria haya etc. Este v e r b o se o m i t e vezes, c o m o c u a n d o d i c e J o vellnos : La diferencia de una y otra poca, si alguna, (esto es, si alguna haba) era de mayor apuro en la dtima. E s t a elipsis es menos frecuente que la de c a l l a r l o , s i e m p r e que bai una serie c o n t i n u a d a de varios p a r t i c i p i o s pasivos a u s i a d o s p o r l , salvo si van tantos incisos de s e g u i d a , q u e se hace preciso r e p r o d u c i r l o al c u a r t o q u i n t o , c o m o p a r a que Ja s o b r a d a distancia no Jo baga o l v i d a r . Por todas partes, dice el m i s m o a u t o r , se graduaba corno delito h a b e r ido Bayona, p e r m a n e c i d o en Madrid, residido en otros puntos dominados por el Gobierno intruso; hab e r s e h u m i l l a d o . jurarle, , obedecer sus rdenes, sufrir, aunque violentamente, su yugo y su desprecio. Y algo mas a d e l a n t e : Si la Junta central se hubiese instalado en Madrid, y establecdose desde luego en el palacio real, antigua residencia de los soberanos, y rodedose de lodo el aparato que no desdijese de la modestia y economa que convenia un Gobierno tan popular; si se hubiese c o l o c a d o al frente de los primeros tribunales etc. M a s el o m i t i r l o a b s o -

HABER

Y TENER

1 !O

l u l a m e n t e en la o r a c i n , no p r e c e d i e n d o en o t r o m i e m b r o , es sin d i s p u t a vicioso, corno en este pasaje de la v i d a de M c l c n d c z : Provisto en mayo de i 789 para una plaza de alcalde, y (falta habiendo) tomado posesin de ella en el mismo ao e t c . , no ser que se l e a , y lomada posesin de ella etc. C u a n d o es e m p l e a d o este verbo como a u s i l i a r en los t i e m p o s c o m p u e s t o s , precede s i e m p r e boi dia al p a r t i c i p i o pasivo con que se j u n t a : Yo he visto; Habrs andado macho; y sera arcaizar el d e c i r , Visto he yo; Andado habrs macho. El s u p u e s t o de la o r a cin p u e d e ir en tal caso antes del a u s i l i a r , despus de l, es d e c i r , e n t r e el ausiliar y el p a r t i c i p i o ; bien seguir este. Yo haba preguntado, Haba yo preguntado, , Haba preguntado yo, son tres giros i g u a l m e n t e c a s t e l l a n o s , sobre cuya preferencia solo ha de decidir el b u e n oido en vista de las p a r t e s que comp o n e n el p e r i o d o . E s c c p t a n s c de esta regla las p r e g u n t a s , en las cuales el s u p u e s t o va s i e m p r e t r a s de los dos v e r b o s : Ha llegado el correo? P e r o si el p a r t i c i p i o pasivo va delante del n o m i n a t i v o , i n t e r p u e s t a c u t r e l y el a u s i l i a r la p a r t c u l a i/ue, e q u i v a l e la frase luego que; y entonces la persona cosa r e g i d a , no menos q u e el s u p u e s t o , si lo b a i e s p r e s o , lian de ir p o r precisin d e t r a s de! v e r b o haber ser: Se me previno que dado que hubiese cuenta; Llegado que hubimos, se nos enter; (Jovcllnos.) Terminada que fu la fiesta. M a s si la persona regida es un p r o n o m b r e afijo, se p o n e este antes del a u s i l i a r : Hado que la, hubiese. E l p r e t r i t o a b s o l u t o de este v e r b o , rigiendo o t r o en infinitivo p o r m e d i o de la preposicin de, e q u i v a l e los d e t e r m i n a n t e s deber de, , ser regular que: Hubo de propagarse en aquel tiempo la ilustracin , es d e c i r , regularmente se propagara. vezes significa estar pique de, c u a l se baila en aquel pasaje de Ja Historia de Canarias por Viera (tomo primero, p g . 293): Esta cscalahubo de malograr la espedicion,

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D E T . O S V E R B O S HABER

TENER.

porqu suscitndose.... un furioso motn, hubiera tenido acaso funestas consecuencias, si Bethencourt etc. O t r a s , verse obligado , , tener que, como en d i c h a Historia ( t o m o t e r c e r o , pg. 3 2 ) : Se renov no obstante el tumulto de manera, que hubieron de echarle de la villa. E l v e r b o haber a d q u i e r e m u c h a gracia usado c o m o r e c p r o c o en ciertas e s p r e s i o n e s , v. g. Vosotros os las habris con ellos. S o b r e el v e r b o tener d e b e m o s o b s e r v a r , q u e n o s o t r o s no solo tenemos las cosas m a t e r i a l e s , sino t a m bin las i n m a t e r i a l e s ; en c u y o l t i m o caso d e n o t a m o s m a s bien q u e una p o s e s i n , el estado de las personas de las cosas. E n este s e n t i d o decimos , Tengo [rio, calor, hambre, rabia; Aquella montaa tiene mucha elevacin; lo q u e e q u i v a l e , Estol fri, acalorado, hambriento, rabioso; Aquella montaa es mui elevada. Tener ejerce Jas funciones de ausiliar c o m o haber, con la diferencia q u e he s e a l a d o en la pg. 1 7 3 , s a b e r , q u e el p a r t i c i p i o p a s i v o , el cual subsiste indec l i n a b l e despus de haber, se ajusta las reglas de la c o n c o r d a n c i a despus de tener, c u a n d o sigue un caso objetivo al t i e m p o c o m p u e s t o : Yo he escrito mi madre; Yo he escrito dos cartas mi madre; Yo tengo escrito mi madre ( p o r q u mi madre est en d a t i v o y n o en acusativo), y , Yo tengo escritas varias carias mi madre. E s t e v e r b o rige t a m b i n , c o m o haber, al d e t e r m i n a d o en infinitivo p o r medio de la p r e p o s i c i n de, y la frase denota entonces la intencin de hacer a l g o , la p r o b a b i l i d a d de q u e suceda la c o s a , v . g. Tengo de hacer la cocina, ver si puedo pasar sin criada. O bien la precisin en que nos v e m o s de ejecutar algo, en c u y o caso enlaza al infinitivo la p a r t c u l a que, c o m o , Tengo q u e hacer la cocina, porqu se me ha ido la criada. J o v e l l n o s us con todo la p r e p o s i c i n de en este s e n t i d o , c u a n d o d i j o : X a cuenta que se formare, pues que de formarse tiene; lo cual hizo acaso p a r a

DE E O S VERBOS I M P E R S O N A L E S .

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h u i r la r e p e t i c i n i n m e d i a t a de la p a r t c u l a que.~ Haber, c u a n d o se u n e con el infinitivo, n o p u e d e l l e v a r despus de s la conjuncin que, y p a r a el s i g n i ficado de necesidad e m p l e a la p r e p o s i c i n de, segn antes se ha s e n t a d o , p u e s , Haba de acudir la cita, en nada se diferencia d e , Tenia que acudir la cita.

De los verbos impersonales, de los neutros los recprocos.

L o s verbos i m p e r s o n a l e s se usan solo en e! infinit i v o y en las t e r c e r a s personas del n m e r o s i n g u l a r . A mas de los especificados en la pg. 95 , hai o t r o s q u e se revisten t a m b i n del c a r c t e r de i m p e r s o n a l e s , c o m o ser, s i e m p r e que se j u n t a con un a d v e r b i o de t i e m p o , con el s u s t a n t i v o menester con Jos adjetivos bueno, conveniente, necesario, til etc. v. g. Es larde, es temprano, ser sobrado pronto, era menester, fu preciso etc. L o m i s m o sucede respecto de o t r o s v e r b o s , c u a n d o denotan las circunstancias del t i e m p o , la o p o r t u n i d a d de hacer no hacer a l g o , bien si a n u n cian c u a l q u i e r a c o n t e c i m i e n t o , segn a p a r e c e de estos e j e m p l o s : Hacia un remusgutllo que traspasaba; Convino suspenderlo para que no sucediese algn chasco. A n t e s de a h o r a hemos m e n c i o n a d o varias frases en q u e se e m p l e a n los ausiliares ser y haber en sentido i m p e r s o n a l , c o m o , Es de dia; Hai varios modos de hablar; y lo m i s m o debe e n t e n d e r s e de los v e r b o s parecer, placer y soler, v. g. Me parece bien; que me place; suele ocurrir vezes. E l v e r b o parecer deja su construccin i m p e r s o n a l , c u a n d o enlaza un s u s t a n t i v o con un adjetivo q u e lo califica, v. g. Ellos parecen prontos para el combale; T parecas dispuesta favorecerle; c u a n d o es d e t e r m i n a n t e de u n v e r b o q u e est en infinitivo, v. g. Los hombres parecen olvidarse de que han de morir. Dse o t r o giro estas o r a c i o n e s , y r e c o b r a r al instante su c a r c t e r i m p e r s o n a l : l?arece que ellos estn prontos para el combate;

l l l

DF. L O S VF.r.r.OS I M P E R S O N A L E S .

Pareca que t te hallabas- dispuesta favorecerle; Parece que se olvidan los hombres de que han de morir. P e r t e n e c e n i g u a l m e n t e las frases de i m p e r s o n a l a q u e l l a s , en que se hallan las terceras personas del s i n g u l a r con la r e d u p l i c a c i n se sin s u p u e s t o a l g u n o , v. g. Se empez d completar los regimientos; Se dice que ha legado la escuadra; no ser que todo el i n ciso, que ha llegado la escuadra, se m i r e c o m o n o m i n a t i v o del v e r b o . C u a n d o se e n c u e n t r a n las t e r ceras p e r s o n a s del p l u r a l sin s u p u e s t o , c o m o , dicen, cuentan, es s a b i d o q u e se s o b r e n t i e n d e las gentes, los papeles, etc. N a d i e crea sin e m b a r g o , que los antedichos v e r b o s n u n c a se usan sino de un m o d o i m p e r s o n a l , q u e solo o c u r r e n en las terceras personas del s i n g u l a r , p u e s no es e s t r a n o o i r , Amanecimos en Salamanca; Anochecer en Alcal,, etc. Yo que soi Neplu.no, deca el loco del cuento q u e refiri el b a r b e r o al H i d a l g o m a n e b e g o , llover todas las vezes que se me antojare; y Solis refiere que los mejicanos a c u d i e r o n Cortes clamando sobre que no llovan sus dioses. E n los mismos v e r b o s q u e van c o m u n m e n t e desnudos de s u p u e s t o , ha de s o b r e n t e n d e r s e con a r r e g l o lo q u e h a l l a m o s espreso en los p o e t a s , Jos cuales dicen que Dios truena anochece, y que el cielo relampaguea. L o s verbos n e u t r o s , en calidad de t a l e s , no llevan persona q u e reciba su accin, y p o r esto se l l a m a n intransitivos. P e r o algunos se usan como a c t i v o s : t a l es el m i s m o v e r b o llover en este pasaje del Quijote: Tengo para m que aunque lloviese Dios reinos sobre la tierra. Los hai que pasan r e c p r o c o s , g u a r d a n d o los unos su significacin, y p e r d i n d o l a oros. Dormirse, pasearse, p o r e j e m p l o , significan poco mas menos lo m i s m o que dormir, pasear; p e r o correrse ya se distingue n o t a b i l s i m a m e n t c de correr, pues e q u i vale avergonzarse, b i e n , hacerse un. poco la derecha d la Izquierda los que estn en lnea. Nacer es u n o de los v e r b o s n e u t r o s que n u n c a se u s a n

DE

I.OR

VERBOS

NEUTROS.

11,1

c o m o r e c p r o c o s , y p o r lo m i s m o hizo m a l C e r v a n t e s en decir en la p a r t e p r i m e r a del Don Quijote, captulo 2 8 : JSo parecan sino dos pedazos de cristal, que entre las otras piedras del arroyo se hablan nacido. N o es m e n o r el n m e r o de los que son n e u t r o s y aclivos al mismo t i e m p o , si bien con distinto signific a d o , pues con el m i s m o , solo se e m p l e a n algunos p a r a las frases en que i m i t a m o s el pleonasmo ( a c u m u l a cin de p a l a b r a s r e d u n d a n t e s ) de los l a t i n o s , c o m o , Atesorar tesoros; Dormir un buen sueo; Llorar lgrimas de gozo; Pasear un largo paseo; l ' ivir vida alegre. H a i p o r el c o n t r a r i o verbos activos que parecen n e u t r o s en las locuciones en q u e se o m i t e , p o r sabido, su caso o b j e t i v o , v. g. JYo ama quien olvida; Hace como el que piensa; Estaba meditando; Se puso d reflexionar un rato. E n c u a n t o los n e u t r o s que son t a m b i n activos, ya se ha dicho que vara su significacin el sentido en q u e se les e m p l e a . Al paso que correros c a m i n a r con velozidad, correr d uno quiere decir p e r s e g u i r l e a b o c h o r n a r l e . Dormir, como n e u t r o , es estar d o r m i d o , y dormir d un nio, es a r r u l l a r l e p a r a que d u e r m a . Asir, c u a n d o es a c t i v o , significa coger con la m a n o ; y solo con el caso objetivo se, a g a r r a r s e de alguna p a r t e ; red u p l i c a c i n q u e falta en este pasaje de la vida del G r a n C a p i t n p o r Q u i n t a n a : Asi con la. mano izquierda de una almena. E n razn tambin del distinto significado en que se t o m a n estos v e r b o s , suele v a r i a r Ja preposicin que r i g e n ; p o r l o q u e d e c i m o s , Acorda rse con alguno, y, Acordarse (le alguno. Los jvenes deben p o r t a n t o ser m u i cautos en esta p a r t e , pues la recta y castiza locucin pende de estas distinciones casi i m p e r c e p t i b l e s . T o d o s saben q u e pasear, c o m o v e r b o n e u t r o , significa a n d a r con el fin de e s p a c i a r s e , y , c o m o a c t i v o , h a c e r p a s e a r sacar paseo entes objetos m a t e r i a l e s . P o r h a b e r a r r a n cado Cienfucgos de su significacin n a t u r a l este v e r b o , segn l o b a hecho con o t r o s m u c h o s , se equivocan los

224

DE

J.OS

VFRROS

RECPROCOS.

lectores en lo que ha q u e r i d o d a r e n t e n d e r p o r a q u e l l o , de q u e el a n c i a n o P a l e m n
un siglo entoio pasea p o r la v e r d e v f r e s c a a l f o m b r a .

A l g u n o c r e e r que se e s t u v o paseando un siglo e n t e r o , y o t r o s , q u e se hizo niera del siglo, y lo sac en b r a zos p a r a d i v e r t i r l o ; p e r o c o m o a m b a s i n t e r p r e t a c i o n e s r e p u g n a n , es m e n e s t e r a d i v i n a r q u e q u i s o decir el p o e ta , q u e es u n viejo de cien aos el q u e se pasea. E l s a b e r q u v e r b o s r e c p r o c o s piden delante del p r o n o m b r e puesto en d a t i v o la p r e p o s i c i n a la para, segn se a p u n t en Ja pg. 6 7 , pende a b s o l u t a m e n t e del u s o , cuyos p r i n c i p a l e s casos sealar en el c a p t u l o V i l de esta p a r t e . El nos ensea con electo q u e debe d e c i r s e , Te guardaste p a r a ti el dinero, y , Te aplicaste ti lo mejor de la herencia; m i e n t r a s es c o r r i e n t e d e c i r , Te apropiaste ti p a r a ti la capa. L a ndole del idioma tiene hasta el c a p r i c h o de p e r m i t i r n o s esta segunda r e d u p l i c a c i n en unas frases, y de r e h u s a r l a en o t r a s , aun respecto de u n m i s m o verb o . N o estraanios o i r . Quiso, como valiente, guardarse p a r a s lo mas peligroso de la empresa; y nadie le o c u r r e decir n u n c a , Al ver su padre, se guard para s la carta, en lugar d e , se guard la carta. E n los r e c p r o c o s , si el p r o n o m b r e objetivo va t r a s del v e r b o , sigue a m b o s mediata i n m e d i a t a m e n t e el s u p u e s t o , en el caso de e s p r e s a r l o , v. g. Acuerdme yo; Olvidse el criado de la esquela, , Olvidse de la esquela el criado. De ningn modo se d i r , Yo acuerdme, y sera un p o c o v i o l e n t o , El criado olvidse de la esquela. O t r a s c i r c u n s t a n c i a s m u i i m p o r tantes sobre Ja colocacin de los p r o n o m b r e s y alijos de estos v e r b o s se esplicaron ya en la pg. 1 61 regla 5 .
a

225

De las frases paja negar, y esclamar.

preguntar

H e d e s u a d o u n a r t c u l o especial para estas l o c u c i o n e s , p o r q u es necesario e s t u d i a r l a s a t e n t a m e n t e , t a n t o p o r el m o d o y t i e m p o que en cada una se e m p l e a , como p o r Jas p a r t c u l a s de que van a c o m p a a dos ios v e r b o s , y Ja colocacin de todas las p a r t e s que Jas c o m p o n e n . L a negacin no va s i e m p r e pegada al v e r b o p r e c e d i n d o l o , y t a m b i n al a u s i l i a r , si lo b a i : No pens en ello; No pudiste concurrir; No habremos adelantado poco; No tenas aun andada la mitad del camino. A n t e s no se p r a c t i c a b a esto s i e m p r e , pues la negacin se baila no pocas vezes despus del verljo d e t e r m i n a n t e y j u n t o al infinitivo d e t e r m i n a d o : Haciendo lo (pie deben no hacer, leernos en n u e s t r a s a n tiguas leyes. Si el s u p u e s t o de la oracin est e s p r e s o , v a , d e Jante de la negacin, despus del v e r b o , mediata i n m e d i a t a m e n e : Morelo no ha escrito esta comedia; No ha escrito 3/oreto esta comedia, , No ha escrito esta comedia lorclo. P e r o si en lugar del no o c u r r e el ni, p o r tener el inciso mas de un m i e m b r o de n e gacin , va el n o m i n a t i v o despus de e l l a , despus del v e r b o , c o m o , Ni sus amigos le admiten, ni le tolera la, sociedad; b i e n , Ni le admiten sus amigos, ni le tolera la sociedad; Ni el uno ni el otro le suministraron el menor socorro. Los casos oblicuos de los p r o n o m b r e s van s i e m p r e despus de Jas negaciones, m i e n t r a s los rectos suelen p r e c e d e r l a s : Y o no la habl; T no le disputaste el mayorazgo; El no te alcanz; E l l o s no nos dijeron una palabra de lo ocurrido; (Jomo nosotros no nos dimos d conocer, no os,permitieron la entrada. N u e s t r o s antepasados decan vezes, Cualquier que lo no hiciere '15

224

ni:

j.os

VFRROS

RECPROCOS.

lectores en Jo que lia q u e r i d o d a r e n t e n d e r p o r a q u e l l o , de que el a n c i a n o P a l e m n


u n siglo enturo pasea p o r la v e r d e v f r e s c a a l f o m b r a .

A l g u n o c r e e r que se e s t u v o paseando un siglo e n t e r o , y o t r o s , q u e se hizo niera del siglo, y lo sac en b r a zos p a r a d i v e r t i r l o ; p e r o c o m o a m b a s i n t e r p r e t a c i o n e s r e p u g n a n , es m e n e s t e r a d i v i n a r q u e quiso decir el p o e ta , q u e es u n viejo de cien aos el que se pasea. E l s a b e r q u v e r b o s r e c p r o c o s piden delante del p r o n o m b r e puesto en d a t i v o la p r e p o s i c i n la para, segn se a p u n t en la pg. 6 7 , pende a b s o l u t a m e n t e del u s o , cuyos p r i n c i p a l e s casos sealar en el c a p t u l o V i l de esta p a r t e . El nos ensea con efecto q u e debe d e c i r s e , Te guardaste p a r a ti el dinero, y , Te aplicaste ti lo mejor de la herencia; m i e n t r a s es c o r r i e n t e d e c i r , Te apropiaste ti p a r a ti la capa. L a ndole del idioma tiene hasta el c a p r i c h o de p e r m i t i r n o s esta segunda r e d u p l i c a c i n en unas frases, y de r e h u s a r l a en o t r a s , aun respecto de u n m i s m o verb o . N o estraanios o i r . Quiso, como valiente, guardarse p a r a s lo mas peligroso de la empresa; y nadie le o c u r r e decir n u n c a , Al ver su padre, se guard para s la carta, en Jugar d e , se guard la carta. E n los r e c p r o c o s , si el p r o n o m b r e objetivo va t r a s del v e r b o , sigue a m b o s mediata i n m e d i a t a m e n t e el s u p u e s t o , en el caso de e s p r e s a r l o , v. g. Acuerdme yo; Olvidse el criado de la esquela, , Olvidse de la esquela el criado. D e ningn modo se d i r , Yo acurdame, y sera un p o c o v i o l e n t o , El criado olvidse de la esquela. O t r a s c i r c u n s t a n c i a s m u i i m p o r t a n t e s s o b r e la colocacin de los p r o n o m b r e s y alijos de estos v e r b o s se esplicaron ya en la pg. 1 61 regla 5 .
a

225

Be las frases para negar, y esclamar.

preguntar

H e destinado u n a r t i c u l o especial p a r a estas l o c u c i o n e s , p o r q u es necesario e s t u d i a r l a s a t e n t a m e n t e , t a n t o p o r el m o d o y t i e m p o que en cada una se e m p l e a , c o m o p o r Jas p a r t c u l a s de que van a c o m p a a dos los v e r b o s , y Ja colocacin de todas Jas p a r t e s q u e las c o m p o n e n . L a negacin no va s i e m p r e pegada al v e r b o p r e c e d i n d o l o , y t a m b i n al a u s i l i a r , si lo b a i : No pense en ello; No pudiste concurrir; No habremos adelantado poco; No tenias aun andada la mitad del camino. A n t e s no se p r a c t i c a b a esto s i e m p r e , pues la negacin se baila no pocas vezes despus del v e r b o d e t e r m i n a n t e y j u n t o ai infinitivo d e t e r m i n a d o : Haciendo lo que deben no hacer, leemos en nuestras a n tiguas leyes. Si el s u p u e s t o de la oracin est e s p r e s o , v a , d e lante de la n e g a c i n , despus del v e r b o , mediata i n m e d i a t a m e n t e : Moreto no ha, escrito esta comedia; No ha escrito 3/orelo esta comedia, , No ha escrito esta comedia Moreto. P e r o si en l u g a r del no o c u r r e el ni, p o r tener el inciso mas de un m i e m b r o de n e gacin , va el n o m i n a t i v o despus de e l l a , despus del v e r b o , c o m o , Ni sus amigos le admiten, ni le tolera la, sociedad; b i e n , Ni le admiten sus amigos, ni le tolera la sociedad; Ni el uno ni el otro Le suministraron el menor socorro. Los casos oblicuos de os p r o n o m b r e s van s i e m p r e despus de las negaciones, m i e n t r a s los rectos suelen p r e c e d e r l a s : Yo no la habl; T no le disputaste el mayorazgo; El no te alcanz; Ellos no nos dijeron una palabra de lo ocurrido; (Jomo nosotros no nos dimos conocer, no os permitieron la entrada. N u e s t r o s antepasados decan vezes, Cualquier que lo no hiciere 15

226

l'K

l.AS

PIIASFS

ans; dureza ; que se rcsisicn n u e s t r o orlo y nuestra p ronuueiacion. C u a n d o usamos de la negacin en oraciones que llevan el fono i m p e r a t i v o , nunca e m p l e a m o s este m o d o , sino el s u b j u n t i v o . Se d i c e , Haz es/o; id pascar; p e r o n u n c a , l\o haz csfo; no id pasear, sino, No hagas esto; no vayis pasear, (pg. 1 ! ) 7 . ) D o s tres negaciones niegan en espaol con mas f u e r z a , c o m o , Nadie dijo nada; No le trat nanea; No acudi tampoco; No me haban avisado nada, de lo que pasaba; Nadie ha negado nunca; No vi nunca. ningn espectculo tan triste. Y si bien p u d i e r a e v i tarse en algunos de estos casos el r e p e t i r las negacion e s , i n v i r t i e n d o el orden de la senlencia v a r i n d o l a u n tanto , v. g. Nadie dijo una palabra; Nunca le trat; Tampoco acudi; Nada me haban avisado de lo que pasaba; Nunca vi un espectculo tan triste; es indispensable la concurrcncia.de las negaciones en c i e r tas frases y en ciertos giros. P o r e j e m p l o , si se p o s p o n e nada ningn al v e r b o , solo p u e d e d e c i r s e , No habremos hecho nada; No hai aqu ningn ladrn; ni cabe decir mas q u e , Sin que alguno en nada les aventaje, y sera s u m a m e n t e forzado i m i t a r A l e m n q u e p o n e en su Guzman de Aljdrache: Habremos hecho nada; No hai aqu algn ladrn; Sin que alguno en algo les aventaje. E s t o de q u e m u c h a s negaciones niegan con m a y o r eficacia, se e n t i e n d e , si a m b a s no se d e s t r u y e n r e c p r o c a m e n t e , segn se verifica en a q u e l pasaje de la Lei agraria de J o v e l l n o s : No sin gran razn se reclama, en favor de la agricultura una, libertad; q u e es t a n t o c o m o d e c i r , Con gran razn se reclama e t c . A s es c o m o se a n u l a n a m b a s negaciones en la frase no sino, bien q u e s i e m p r e i m p r i m e n la sentencia u n a fuerza q u e no tiene la p r o p o s i c i n afirm a t i v a . No pretendo sino verle, denota q u e pretendo verle, con la c i r c u n s t a n c i a de q u e esto se reduce mi p r e t e n s i n . N o o b s t a n t e en o t r o s casos se acerca mas la s i m p l e a f i r m a c i n : Es este su hijo? no, sino su

PARA

NEGAR.

'2'27

nielo; No faltaba sino que vinieras reprenderme; b i e n , Es este su hijo? es su nieto; Faltaba que vinieras reprenderme. C u a n d o las vozes nada, nadie, ninguno, nunca, sin, tampoco etc. p r i n c i p i a n la s e n t e n c i a , ya no puede t e n e r Jugar la p a r t c u l a no, ni antes ni despus del verb o . A s d e c i m o s , Nada ha ocurrido de nuevo; Nadie vino; Ninguno de ellos habl; Nunca disgustan los honores; Sin dejarle descansar; Tampoco ha habido esta tarde toros; y no p u e d e decirse, Nada no ha ocurrido; Nadie no vino; Ninguno de ellos no habl; Nunca no disgustan los honores; Sin no dejarle descansar; Tampoco no ha habido esta tarde toros; y m e n o s , Nada ha ocurrido no; Nadie vino no, etc. p o r q u , segn queda dicho p o c o h , Ja negacin no precede s i e m p r e al v e r b o . Me parece o p o r t u n o n o t a r a q u , q u e d e cir alguno no p o r ninguno nadie, como o c u r r e en el c a p t u l o 34 de la p a r t e p r i m e r a del Quijote, tambin no p o r tampoco, segn se halla en varios lugares de dicha o b r a , y s e a l a d a m e n t e en el c a p t u l o 40 de la 'misma p a r t e ; no se d i s i m u l a r a lioi ni al a u t o r m a s descuidado. P a r a las frases que p r i n c i p i a n p o r la p a r t c u l a no y levan despus los n o m b r e s nada nadie, tenemos tres sustantivos que los s u p l e n , s a b e r , gota y palabra nada, y persona nadie: No veo gota; No entiende palabra de medicina; No hable con persona que 7io me insultase. L o misino s u c e d e , si en lugar de no se usa de la preposicin sin, v. g. Estuve sin vagla; Sali de as escuelas sin aprender palabra de medicina; Se fu sin que persona le viese. E l uso de la p a l a b r a persona en estos y semejantes c a s o s , lejos de poderse t a c h a r de g a l i c i s m o , es m u i castizo, c o m o lo observa o p o r t u n a m e n t e Clemencin en la del t o m o p r i m e r o de su c o m e n t a r i o al Don Quijote. P e r o cuidado con estas frases que tienen s a b o r glicas , p o r q u m u i poco q u e nos s e p a r s e m o s del giro que canoniza el u s o , como si dijsemos, p o r ejem15 *

228

I)F. E A S

FRASES

p o , Persona no me ha visto, c o m e t e r a m o s ya u n grave francesismo. C u a n d o o c u r r e n en u n a sentencia dos sustantivos, dos adjetivos, dos v e r b o s dos a d v e r b i o s , sobre q u e recae la fuerza negativa , debe u n i r l o s Ja conjuncin ni, y n o la y: No era joven ni mui viejo; Muri sin haberse acreditado de valiente ni de pundonoroso; Pero no habl ni obr en aquella ocasin; Nadie le disput entonces ni mas adelante la palma. Q u i n t a n a olvid dos vezes esta circunstancia de la b u e n a locucin en el siguiente pasaje de la vida de l g e r de L a u r i a : Ningn marino, ningn guerrero le ha superado antes y despus en virtudes y prendas militares, en gloria ni en fortuna. E s t o espresa c a b a l m e n t e u n a cosa del todo diversa de la q u e quiso significar Q u i n t a n a , porq u Ja conjuncin y en casos semejantes hace q u e la negacin no sea ya a b s o l u t a , sino p a r c i a l , y hai n e cesidad de o t r o m i e m b r o adversativo que d e t e r m i n e los lmites de la negacin. No malgast su hacienda ni la ajena, b i e n , ni su hacienda ni a ajena, q u i e re d e c i r , q u e no se le puede i m p u t a r a b s o l u t a m e n t e el vicio de h a b e r sido un m a l g a s t a d o r . Uas si digo, No malgast su hacienda y la ajena, doi e n t e n d e r que malgast una o t r a , y es preciso c o m p l e t a r Ja oracin a a d i e n d o , pero si todo su. patrimonio, , aunque si lo mejor de su patrimonio. L a l o c u c i n , No poder no, equivalente , No poder menos que, , No poder dejar de, a u n q u e tomada del l a t i n , disuena un poco en castellano. La han usado con t o d o b u e n o s e s c r i t o r e s , y e n t r e ellos J o v e l l n o s , en cuya m e m o r i a yl sus compatriotas l e e m o s : MI honor no puede no respetar su voz; No podan no ser cmplices en la usurpacin de la autoridad; No puede no ser una relevante prueba de su fidelidad. Antes q u e l h a b a ya dicho C e r v a n t e s (Don Quijote, parte segunda , c a p t u l o 5 9 ) : Ni vuestro nombre puede no acreditar (esto e s , puede dejar de acreditar) vuestra pi esencia.

PARA

NEGAR.

'210

E n las c o m p a r a c i o n e s suele h a l l a r s e Ja p a r t c u l a no pleonstica r e d u n d a n t e : Me gusta mas el paseo de las Vistillas que no el Prado; Samanie go es poeta mas fcil y fluido que no Iriarte; La accin, dice M a r t n e z de la l l o s a , est mejor imaginada y dispuesta en a tragedla de Jovellnos que no en la de Moratin. D e m o d o que en todos estos ejemplos q u e d a r a igual el s e n t i d o , a u n q u e se q u i t a s e la negacin. E s i g u a l m e n t e pleonstica en m u c h a s oraciones de p r e g u n t a y a d m i r a c i n , c o m o luego d i r ; en Jas de tem o r d u d a , y en Jas que o c u r r e la frase a d v e r b i a l por poco en poco, la q u e le e q u i v a l e , fallar poco para que, pues p o d e m o s decir , Tema que lo declarasen, , Tema no lo declarasen; Dudaba que se le hubiese escapado alguna palabra indiscretamente, b i e n , Dudaba no se le hubiese escapado e t c . ; Por poco no cay en el pozo; Falt poco para que no cayera en el pozo; En poco estuvo que no le despe, , En poco estuvo que le despease; p e r o en el l t i m o giro ha de s u s t i t u i r el iudeiinido condicional al p r e t r i t o absoluto de i n d i c a t i v o , caso de c a l l a r s e la n e g a c i n , al modo q u e en Jos dos p r i m e r o s ejemplos es indispensable p o n e r la conjuncin que, c u a n d o falta el no. A. este lugar p e r t e n e c e n sin duda los modismos f a m i l i a r e s , Casi no me ha derribado; Apenas no hubo ledo la carta; a u n q u e en a m b o s casos o m i t i r la negacin c u a l q u i e r a q u e se precie de h a b l a r con m e d i a n a p r o p i e d a d . P o r el c o n t r a r i o en las frases en que e s p r e s a m o s u n t i e m p o calificado p o r el adjetivo todo, solemos s u p r i m i r la n e g a c i n , no o b s t a n t e que su sentido la requier a , v. g. En toda la noche he podido dormir; En todo el ao ha hecho tanto fri como hoi; En toda mi vida he visto semejante cosa. L o p r o p i o se verifica no estando espreso el adjetivo todo, si se s o b r e n t i e n d e , c o m o , Los versos, aunque'yo en mi vida los hice; p u e s llena la oracin d i r a , aunque yo en mi vida no los hice, que es la m a n e r a en q u e lo espres el P i n c i a n o en la pg. 108 de la Filosofa antigua.

2 3 0

) ) K LAS

l'RASK.S

Suprmese Ja oracin Ja d o , v. g. A 1 r i a r t e en Ja

t a m b i n , si se h a l l a en el antecedente de p a l a b r a seguro alguna de su significaf ma que se llegue ello; y as dijo f b u l a El Lobo y el Pastor:

S e g u r o est Q u e la p i q u e n p u l g a s ni o t r o i n s e c t o v i l .

Cllase ademas la n e g a c i n , c u a n d o se h a l l a el a d j e t i v o alguno despus del s u s t a n t i v o , p o r revestirse entonces del significado de ninguno, c o m o ya se a d v i r t i en la pg. 1 3 1 ; y en las frases donde o c u r r e la p a r t c u la siquiera, segn lo c o m p r u e b a n Jos siguientes pasajes de Jas o b r a s de M a r t n e z de Ja Rosa (tomo c u a r t o , pg. 2 5 4 ) : Es ele advertir que La Motlc... siquiera ech de ver e t c . , y en su Edlpo (acto 1 1 , escena I V ) :
Y q u , E d i p o , siquiera le m c r e / . c o L a v o z (le c o n s u e l o , una p a l a b r a !

y en el acto f , esc. 3 de La nia en casa y la en la mscara:


a

madre

Yo s i q u i e r a t u v e a l i e n t o p a r a l e v a n t a r la v i s t a .

P e r o si agregsemos u n ni, y d i j r a m o s , /// siquiera ech de ver; ni siquiera te merezco una, voz de consuelo; Yo ni siquiera tuve aliento etc., c o b r a r a n m a y o r b r i o estas locuciones. especto de las p r e g u n t a s , hai q u e o b s e r v a r lo siguiente : i" C u a n d o va a c o m p a a d o el v e r b o de un ausiliar, se coloca el n o m i n a t i v o antes despus del p a r t i c i p i o p a s i v o , y nunca antes del a u s i l i a r : Habis vosotros do al Museo? , Habis ido vosotros al Musco:' Fu saqueada la, ciudad? , Fu la ciudad saqueada,:' Pero si el ausiliar es haber, y se halla en alguna de las p e r sonas del s i n g u l a r del p r e s e n t e de i n d i c a t i v o , se posp o n e el s u p u e s t o al p a r t i c i p i o p a s i v o : He jugado yo? Has dicho t cuanto yo te haba prevenido ? Ha comido Vd? E n el p l u r a l es menos i n s l i t o , Hemos nosotros sollado tal prenda? Habis vosotros pregan-

PARA

PREGUNTAR.

2 . ) !

taclo eso? P e r o j a m a s omos en la tercera p e r s o n a , Han ellos venido, s i n o , Han venido ellos con el designio de incomodarnos? S N o es r a r o q u e empieze la p r e g u n t a en o t r o s casos p o r el n o m i n a t i v o , a u n q u e la e n t o n a c i n de int e r r o g a n t e p r i n c i p i a entonces i n m e d i a t a m e n t e antes del v e r b o , v. g. Su amo de Vd. est en casa? 3 Si la p r e g u n t a Jleva negacin , va antes del v e r b o , y aun del a u s i l i a r , c u a n d o lo h a i : Cmo es tue la nia no canta? No lo ha asegurado el pocos minutos hace? 4 E n ciertas p r e g u n t a s p a r e c e q u e est de s o b r a la p a r t c u l a n e g a t i v a ; lo m e n o s es p o s i t i v o que q u i t a d a , no v a r a m u c h o el sentido de ellas. Que no dira la Europa, al oir tal alentado? es casi igual , Qu dira la Europa, al oir tal atentado? No es cierto que lleg anlc^^r? solo se diferencia d e , Es cierto que lleg anteayer? en que Ja p r i m e r a p r e g u n t a s u p o ne que alguien lo c o n t r a d i c e , que lo r e p u g n a n de algn m o d o los antecedentes del d i s c u r s o ; y la segunda se dirige i n d a g a r s i m p l e m e n t e Ja JJegada del sugeto. 5 P e r o es indispensable la negacin en a q u e l l a s frases q u e p a s a r a n a f i r m a t i v a s , si no l l e v a r a n el t o n o i n t e r r o g a n t e , v. g. No los vencieron los romanos? si se q u i e r e significar, Eos vencieron los romanos. T a m bin en las q u e el no tiene la fuerza de Dejar de ser, de suceder de hacer algo. T a l es el sentido de estos pasajes del Elogio de la reina doa Isabel p o r C l e m e n e i n : Cmo pudiera ser que esos delitos n o ofendieran la rectitud de nuestra princesa? y un poco d e s p u s : Cmo no respetara a equidad y la razn en sus vasallos, quien asi la respetaba en el enemigo? E s d e c i r , Cmo pudiera ser que esos delitos dejaran de ofender la rectitud etc.? Cmo dejara de respetar la equidad etc.? C u i d e n m u c h o los p r i n c i p i a n t e s , al f o r m a r p e r o d o s largos en q u e se halle la negacin en este s e n t i d o , de n o equivocarse p o n i e n d o en el c o lon segundo un /'por u n y, segn ha sucedido los
o o

232

VK

LAS

vnBC.l'N'TAS

t r a d u c t o r e s del Boutenvek en el p r l o g o , p o r r e t e n e r aun el eco de Ja negacin q u e va al p r i n c i p i o : Quin 7io olvidar ridiculas y esclusivas pretensiones nacionales, al leer y meditar las escelenles obras de muchos escritores de aquellas ilustres naciones, ni (debe decir y) se atrever negar el copioso fruto (pie pudieran conseguir los espaoles del conocimiento y estudio de tan bellos modelos? H a i c i e r t a m e n t e o r a ciones en que ni hace Jas vezes de y; mas esto tiene solo Jugar , c u a n d o h a b i e n d o p r i n c i p i a d o el p e r o d o en t o n o a f i r m a t i v o , a r r a n c a el i n t e r r o g a n t e en el s e g u n d o m i e m b r o i n m e d i a t a m e n t e despus de la p a r t cula ni. Vese esto en el siguiente e j e m p l o : No pudo descubrirle; ni como juera posible encontrarle, estando cubierto por las matas? donde p u d i e r a m u i bien d e c i r s e , y como fuera posible etc. 6 C u a n d o son dos p r o n o m b r e s Jpfcjue constituyen Ja persona agente y la p a c i e n t e , va esta d e l a n t e , y la agente al fin: Me llamaba Vd? Os reportaris vosotros de insultar? Y si ademas de estas dos personas hai una tercera en d a t i v o , se coloca delante de t o d a s : Me lo dir Vd? Nos lo comunicar este? Mas si h u biese solo un p r o n o m b r e y estuviese en d a t i v o , va delante despus del v e r b o , segn se dijo al h a b l a r de Jos afijos: Me tocaba responder? , Tocbame responder? E n la sintaxis de las esclamacioncs son n o t a b l e s las tres p a r t i c u l a r i d a d e s que siguen. P r i m e r a . S i e m p r e que e n t r a n en ellas los v e r b o s ser estar, p r e c e d e n al s u p u e s t o , el cual cierra la a d m i r a c i n , v. g. Cuan rica provincia es Catalua. Qu graciosa es la nia! Qu fra estaba la maana! S e g u n d a . Si Ja persona agente y Ja paciente son dos p r o n o m b r e s , su colocacin es Ja m i s m a q u e en Jas p r e g u n t a s : Cmo me asust Vd! Cunto nos ha divertido ella con sus cuentos! P e r o si el acusativo es c u a l q u i e r o t r o n o m b r e , va el n o m i n a t i v o despus del v e r b o , y el caso objetivo c o n t i n u a c i n de este: / Cmo
o 1

ESCI.AMACIONES.

233

buscaba ella su conveniencia! Cunto apetecais vosotros el descanso! T e r c e r a . C o m o en las c o m p a r a c i o n e s i n t e r r o g a c i o n e s , as t a m b i n en las esclamaciones suele usarse la negacin p l e o n s t i c a , segn lo hizo J o v e l l n o s en la m e m o r i a A sus compatriotas: Qu ejemplo tan nuevo y admirable de desgracia y resignacin no presentaron entonces nuestra afligida patria tantos fieles servidores suyos! y en la Lei agraria: Qu no ha costado de pleitos y disputas en el territorio de Sevilla e l e ! y mas a d e l a n t e : Qu de privilegios no fueron dispensados las artes etc.! CAPTULO
DEL ADVEItlIO Y

VI.
ADVERBIALES.

LAS FRASES

Los a d v e r b i o s se diferencian esencialmente de las p r e p o s i c i o n e s , c o m o se n o t en las pginas 105 y 1 0 6 ; lo que no i m p i d e que las p a r t c u l a s bajo, contra y sobre sean u n a cosa y o t r a , pues d a d a u n a frase, se conoce al instante la funcin q u e d e s e m p e a n . C u a l q u i e r a las calificar sin t i t u b e a r de a d v e r b i o s e n , Se lo esplicaba tan bajo, que apenas le entendi; Yo lo sostuve, y l habl contra; Sobre ser rnui larde, aun practiqu la diligencia. T a m b i n tienen un c a r c t e r e n t e r a m e n t e diverso de Jas conjunciones c interjecciones, y sin e m b a r g o hai alg u n o s , q u e p o r s u s t i t u i r l a s en ciertos casos, y p o r sus varios usos y significados, van m e r e c e r n o s un r e c u e r do m u i p a r t i c u l a r .
AC

E s a d v e r b i o de l u g a r , q u e significa aqu en esta parte, en c o n t r a p o s i c i n de all, q u e denota un l u g a r m a s r e m o t o , a u n q u e t a m b i n se designa con l a l g u n a s vezes un t i e m p o mas lejano. P o r eso dijo J o v e l l n o s :

All cuando nuestra, desgraciada y vieja. Constitucin ndala en decadencia,... se dispuso etc. Si lo precede ia p r e p o s i c i n de la desde con algo que d e n o t e u n t i e m p o d e t e r m i n a d o , sefiaia todo el t r a s c u r r i d o desde aquel hasta el p r e s e n t e , c o m o , De ayer ac, , Desde ayer ac; y lo p r o p i o sucede con, Despus ac.
AHORA,

m a s de significar el t i e m p o p r e s e n t e , sirve c o m o de conjuncin d i s t r i b u t i v a , q u e se escribe t a m b i n hora ora. A s i ' J o v e l l n o s : Ahora se considere la atrozidad de su naturaleza, ahora, el nmero y carcter de las personas quienes se imputa, ahora la indistinta, generalidad con que les fueron imputadas etc. Y en o t r a p a r t e : Entonces, ora seamos provocados, ora llamados, ora admitidos l, compareceremos tan serenamente ante nuestros juezes, como ante nuestros acusadores. E n este sentido se s u p l e p o r los a d v e r b i o s bien ya, segn luego d i r e m o s .
AQU

JNo solo d e n o t a en este lugar, sino en este tiempo, p a r t i c u l a r m e n t e en las frases, Cala aqu, l i aqu, , Veis aqu que entra nuestro hombre. A vezes e q u i v a l e en el otro caso en la otra parte, c o n t r a p u e s t o al a d v e r b i o all, c o m o en este p a saje de J o v e l l n o s : All se trataba de evitar peligros internos, aqu de rechazar el mas grande y inminente peligro; es d e c i r , En el un caso se trataba de evitar peligros internos, en el olio de rechazar etc.
AS

E n su acepcin general vale t a n t o c o m o De ese de este modo, y p o r ello se le e m p l e a p a r a a f i r m a r , v. g. Asi opino; As discurra yo; Asi es lo cierto.

DEL A l I V F R l l f O .

235

H a i ocasiones en q u e significa tan, lo mismo, igualmente, y suele estar c o r r e s p o n d i d o p o r el a d v e r b i o como: As aplicable las juntas como las Cortes, dice J o v e l l n o s . C o n el f u t u r o indefinidos del s u b j u n t i v o significa d e s e o , y es p r o p i a m e n t e interjeccin: As Dios me ayude! Asi se me nombrara! Asi hubiese hecho la solicitad, que no me hallara ahora sin la prebenda! INo pocas vezes es conjuncin c a u s a l , y s u p l e por esto, de suerte que, v. g. Asi no satisfecho con su respuesta e t c . ; y la m i s m a fuerza t i e n e , As es que no satisIecho con su respuesta. Vale vezes luego, v. g. As que se divulg la noticia, lo que es lo m i s m o , Luego que se divulg la noticia. A l g u n a s Jleva la fuerza de tanto de tal modo, v. g. Asi se defenda, que no judieron rendirle. R e p e t i d o , denota m e d i o c r i d a d ; p e r o p e r t e n e c e este i d i o t i s m o al estilo familiar e x c l u s i v a m e n t e : No era un actor ilistinguido, sino as as. Se une con o t r o s a d v e r b i o s , v. g. Asi corno, 6, bien asi como, (del m o d o que) as bien, ( t amb i n ) etc.
BIEN

Se c o n t r a p o n e en su sentido o r d i n a r i o al a d v e r b i o mal; p e r o varia n o t a b l e m e n t e en razn de los a n t e cedentes y consiguientes del discurso. E n unos casos vale lo m i s m o que las c o n j u n c i o nes como,ya, ora ahora, v. g. Bien venga solo, bien acompaado. E n o t r o s denota anuencia a p r o b a c i n : Bien, quedo enterado; y en algunos descontento amenaza: Bien eslii, , Bien, bien, ya nos veremos las caras. C u a n d o p r e c e d e al s u b j u n t i v o , manifiesta la p r o n t i t u d de n i m o p a r a , la conveniencia de h a c e r u n a c o s a , a u n q u e p e n d i e n t e s i e m p r e de alguna condicin que lo dificulta lo p e r s u a d e : Bien me decidiera

236

SINTAXIS

escribirle, pero temo que me haga un desaire; Bien pudiera haberle visitado, aunque no fuese mas que por cortesana. P e r o c u a n d o bien va con Jos t i e m p o s de i n d i c a t i v o , e q u i v a l e poco mas menos, probablemente ya, segn Jo confirman estos e j e m p l o s : Bien tendra diez aos cuando vino; Bien habr estado, puesto que me han dado su tarjeta; Bien sern cuatrocientos infantes los que se han presentado. U n i d o Jos adjetivos, verbos a d v e r b i o s , es lo mism o q u e mui mucho: Bien diligente ha andado en buscarle; Almorzaste bien; Corri bien; lino bien tarde. D o n d e se ve q u e a c o m p a a n d o n o m b r e s a d v e r b i o s , tiene que p r e c e d e r l o s ; y si v e r b o s , se p o s p o n e p o r lo r e g u l a r , a u n q u e t a m b i n puede ir d e l a n t e de e l l o s , v. g. Bien almorzaste; Bien corri. Se j u n t a a d e m a s con otros a d v e r b i o s p a r a formar las frases Bien como bien as, ( la m a n e r a q u e , , as como) no bien, (apenas) y bien, q u e vale t a n t o c o m o vamos, sigue, al cabo, segn las c i r c u n s t a n c i a s .
COMO

D e n o t a en general la m a n e r a c m o est se hace a l g u n a c o s a , bien la semejanza relacin q u e hai e n t r e dos objetos; y as es que sirve p a r a Jos t r m i n o s de toda c o m p a r a c i n , n o menos q u e p a r a c i t a r Jos a u t o r e s : Le dije cmo me hallaba; Jlepara cmo yo lo pronuncio; Es tan obstinado como su hermano; La educacin, como afirma Luis Vives etc. En consecuencia de esta acepcin p r i m a r i a , equivale en algunos casos semejante la manera de, v. g. Divisamos una como sombra de rbol. Como significa t a m b i n en ademan de, en tono de, fingiendo que etc. P o r e j e m p l o : Le hizo seas como exhortndole que se alejase; Se dej caer como si estuviese muerto. A vezes significa luego (pie, v. g. Como acab su discurso, lodos le aplaudieron. Dcb.0 sin e m b a r g o o b -

DEL

ADVERBIO.

237

s e r v a r , q u e el como en semejantes ocasiones tiene u n c i e r t o s a b o r de a n t i g e d a d . O t r a s vale lo m i s m o que cuanto, p a r t i c u l a r m e n t e si se le c o n t r a p o n e el a d v e r b i o tanto: Cmo me alegrara que esto sucediese! Era reparable tanto por su hermosura como por su modestia. E n algunos casos suple Ja conjuncin que, y en o t r o s por que'? v. g. Le avise' corno habamos naufragado; Cmo se ha lomado Vd. esa libertad? T a m b i n tiene Ja fuerza condicional del si, v. g. Te abrir, como vengas antes de las doce. P o s p u e s t a esta p a r t c u l a u n p a r t i c i p i o p a s i v o , estando seguida de algn a u s i l i a r , e q u i v a l e al g e r u n dio. Convencido como esli de la inutilidad de este paso, no quiero darlo, es lo m i s m o q u e , Estando convencido de la inutilidad etc. T a m b i n pueden resolverse p o r el g e r u n d i o las o r a ciones, si ejerce su uso mas f r e c u e n t e , que es el de r e g i r , en calidad de c o n j u n c i n , los verbos en el s u b j u n t i v o : Como no tuviese dinero mano, , No teniendo dinero i mano etc. Como que, u n i d o los v e r b o s de i n d i c a t i v o , d e n o ta unas vezes p r o b a b i l i d a d , v. g. Como que acierto por qu lo hace Vd., esto e s , Me parece que acertar por qu lo hace Vd. O t r a s supuesto que, a s : Como que le vi pasear con su hermano, pens que se habran reconciliado: No tardar en hablarle, como que ir esta misma, larde verle.
JAMAS

E s s i n n i m o de nunca, no h a b i e n d o e n t r e los dos a d v e r b i o s o t r a diferencia, sino que nunca p a r e c e d e s t i n a d o mas p a r t i c u l a r m e n t e p a r a las locuciones de p r e t r i t o , m i e n t r a s jamas e n t r a en estas, no menos q u e en las de presente y f u t u r o . De estos dos adverbios j u n t o s se forma nunca jamas, frase que niega con gran fuerza; y si p r e c e d e el adver-

238

SINTAXIS

bio siempre jamas, p i e r d e este su significado y toma el o p u e s t o . Nanea jamas le ver, q u i e r e d e c i r , que no es ya p o s i b l e q u e le v e a , q u e e v i t a r su vista p o r c u a n t o s medios estn mi alcau/.e. Por siempre jamas habr pleitos entre los hombres, a f i r m a , que los p l e i t o s d u r a r n t a n t o c o m o la especie h u m a n a . (*)
LUEGO

D e n o t a dos cosas h a r t o d i v e r s a s ; p o s t e r i o r i d a d de t i e m p o , l u g a r o r d e n , como a d v e r b i o , ilacin consecuencia de lo q u e se lleva d i c h o , c o m o c o n j u n c i n : No me reconvengas luego; Iban delante los gremios, seguan luego os individuos del ayuntamiento; Pienso, luego existo. E n razn de la p r i m e r a de Jas dos significaciones lleva vezes Ja de pronto, de all poco, al instante , v. g. Luego descubrirnos la villa; Luego que nos apartarnos del camino real etc.
MAS,

E n calidad de a d v e r b i o , incluye la idea de s u p e r i o r i d a d , m a y o r a , s o b r a , esceso e t c . : El mercurio pesa mas de lo que yo creta; Es mas astuto que su contrario. C o m o p a r t c u l a a d v e r s a t i v a , es sinnima fie pero: Lo dice Tcito , mas no convienen con l los otros historiadores. H a i locuciones en que significa otra cosa, v. g. Esto no es mas que una muestra del afecto que toda, mi vida te he profesado. Se une o t r a s m u c h a s p a r t c u l a s : masque signifi* Esta r a z n a l e g a e n l i ' e o l l a s J). Juan triarle j i a r a s o s t e n e r , q u e jamas n o e s adv orino de n e g a r i o n . E n c f c r I o e n n u e s Iros e s c r i t o r e s a n t i g u o s se halla a l g u n a v e z c o m o s i n n i m o de. siempre.

239 ca aunque sino, c u a n d o no enlaza los dos t r m i n o s de u n a c o m p a r a c i n , v. g. No lo admitira mas que me brindasen con ello; No quiero mas que darle un vistazo; No venan mas que dos; en cuyo l t i m o e j e m p l o , y en o t r o s de igual c l a s e , p u e d e usarse mas de en lugar de mas que.No mas que significa solamente, v. g. Lo hizo no mas que, , nada mas que por incomodarme. Cuanto mas cuanto y mas es en a l g u nos casos principalmente, mayormente mucho mas: No me descuide en darle parle, cuanto mas habindome prevenido que lo hiciese; Bastaba la, comida para diez personas, cuanto y mas para seis. E n o t r o s tiene la fuerza de ademas, fuera de esto, v. g. Le manifest que no haba sido mi animo ofenderle, cuanto mas que estaba pronto d. darle cualquiera especie de satisfaccin que desease.
NI

N0.

Q u e d a esplieado poco liacc el lugar q u e o c u p a n estos a d v e r b i o s en las liases de n e g a r , p r e g u n t a r y a d m i r a r se. Resta sealar Jas reglas peculiares cada u n o de ellos p a r a su construccin general. Ni se coloca en p r i m e r lugar delante de las p e r s o nas cosas que citamos c o m o l t i m o t r m i n o de p o n deracin para lo que nos p r o p o n e m o s decir, en las ( r a ses de la clase de esta , No podra, arrancarla de sus manos ni el mismo Hrcules, que vale lo m i s m o q u e d e c i r , No sera posible arrancarla de sus manos, aun cuando el mismo Hrcules lo intentara. Dudo que tuviera por justa semejante disposicin ni el mismo que la dict, esto es, J\l e parece que. nadie tendra por justa semejante disposicin, aun cuando lo preguntsemos al mismo que la. dict. P r e c e d e t a m b i n en las oraciones negativas la p a r t c u l a siquiera, con tal q u e le est i n m e d i a t a m e n te c o n e x a , c o m o , Lejos de dar toda la latitud debida i la defensa, ni s i q u i e r a dej hablar al abogado. M a s

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SINTAXIS

i n t e r p o n i n d o s e algo e n t r e el siguiera y Ja negacin, h a de espresarse esta p r e c i s a m e n t e con el no: N o dejo hablar s i q u i e r a al abogado. C u a n d o la negacin ha de r e p e t i r s e delante de todos los n o m b r e s v e r b o s q u e forman u n a s e r i e , es Jo mas u s u a l p o n e r el no en el p r i m e r o , y ni en los dems, s o b r e t o d o si lo que'sigue la n e g a c i n , es v e r b o . IN o fu el favor, (son p a l a b r a s de Jovellnos) ni la intriga, ni la amistad, ni el parentesco, ni el paisanaje; fu solo el amor la patria etc. S u e l e preferirse p o r el c o n t r a r i o el ni p a r a todos, si precede desde el p r i n c i p i o n o m b r e s : Angustiado, dice el m i s m o e s c r i t o r , por el continuo y amargo sentimiento de (pie ni la intencin mas pura, ni la aplicacin mas asidua, ni el zelo mas constante, bastaban etc.; y en o t r o Jugar: N i la templanza y benignidad del clima, ni la escelencia y fertilidad del suelo, ni su aptitud para las mas varias y ricas producciones, ni su ventajosa posicin para el comercio martimo, ni en fin tantos dones corno con larga mano ha derramado sobre ella la naturaleza, han sido poderosos vencer los estorbos que esta situacin opona sus progresos. Sin e m b a r g o ningn inconveniente hai en usar del no desde el p r i m e r o , y r e p e t i r l o delante de todos los dems n o m b r e s v e r b o s de la s e r i e , v. g. N o la gloria, no una ambicin noble, no el deseo de hacer feliz d la Francia, le decidieron