Blog em equipe

Meu amigo, Rodrigo Cacilhas, diante da idéia de juntar os esforços de amigos para compartilhar informação sobre programação, convidou-me a participar de um blog onde o assunto central são linguagens de programação. O nome do novo blog é Kodumaro. Visitem! O que significa esse nome? Perguntem ao Cacilhas, ele sabe melhor que eu esperanto.

Os autores atualmente no blog são Rodrigo Cacilhas, Wálter Cruz e eu.

Pelos convidados já se consegue vislumbrar as linguagens que se destacarão: Lua, Python, Ruby e PHP. Ademais, talvez Java, C e Perl.

É  possível que de minha parte  apareça alguma coisa de C++ focado em  jogos. Mas como ainda tenho muito a aprender, não sairá nada tão cedo nesse sentido. Assim, Python será dominante em meus posts.

Backup de Pacotes .Deb

Não era a intenção encontrar um programa como o APTonCD quando lia os blogs que eu assino, mas a necessidade de fazer um backup dos meus pacotes debian instalados na máquina sempre existiu. É muito chato ter de baixar os pacotes novamente. Ter ainda de lembrar quais eram, complica mais as coisas.

Para isso fizeram o APTOnCD. Ele é preterível para o Ubuntu mas é possível usá-los no pai Debian e seus outros filhos 🙂 Por enquanto já fiz backups dos pacotes do note como um teste. Daqui por diante vou usar o backup do PC por ter mais pacotes instalados.

Tantos Interesses e Tão Pouco Tempo

Devido ao fato de está integrado numa equipe envolvida com um projeto importante para a Secretaria onde trabalho, não tenho mais a tarde livre para meus próprios projetos. Pela manhã, ocupo meu tempo com a manutenção do Portal e coisas relacionadas e à tarde me dirijo ao outro prédio para compreender o sistema de acesso do sistema e também o Visual Basic.

Em casa, já faz um tempo estou fazendo um aplicação usando o framework TurboGears. Tanto é um caso de uso quanto deverá ir para frente e ser usado em produção. Até o fim do mês terei-o com todas as funcionalidades fundamentais. Assim, esse é um projeto que foi jogado em segundo plano por outro motivo: estou aprendendo a toca contra-baixo elétrico.

O contra-baixo é um instrumento interessante. Como alguns colegas falaram, o mundo do grave é fascinante. Agora consigo prestar mais atenção na sonoridade dele nas músicas que curto ou em quaisquer que ouço. Percebi inclusive que no forró o baixo tem uma importância devido à sua presença marcante.

Recentemente parei os estudos de baixo para me dedicar ao estudo intensivo para o concurso do MPU. Fiz a área de desenvolvimento de sistemas. Duas semanas. Nem ia fazer. Mas é interessante como a proximidade de um concurso aumentam os burbúrios e a vontade de fazer a prova. Afinal, já havia me inscrito. Mas era preguiça que não deixava eu estudar. Também havia passado num concurso recentemente. Como comentei em outro post, faz uns sete meses que estou aqui na SEFAZ.

Agora que o concurso passou ainda devo continuar a estudar para outros. Também tenho que dar aulas para minha irmã: Física, Matemática, Biologia e Química. É possível que por causa dessas aulas, no fim do ano, faça vestibular para Direito 🙂

Por esses dias, tenho pensado muito em entender como funciona uma equipe que desenvolve jogos. Assim, consegui um livro sobre esse assunto. O livro fala mesmo de projeto, processos de desenvolvimento, a parte organizacional da coisa. O que eu queria mesmo. Partindo daí queria ver códigos. O mais rico arsenal de código que conheço e mais facilmente disponível, são os jogos escritos em C++. Lá vai eu atrás de livros e tutoriais sobre a linguagem. Não vai ser muito difícil para mim entender a linguagem pois já admirava C faz tempo.

Por conta de tudo isso, será que consigo administrar todos os meus interesses? Ainda tenho de retomar minhas aulas de contra-baixo. Acho que vou deixar somente para o final de semana. A aplicação em TurboGears ficará para o início da noite. Depois ensino minha irmã. Depois das 23:00 vou ler os livros de Jogos e C++ 🙂 Poderia tá era assistindo Lost, não?

Sim … e que horas vou estudar para concursos???

Vou trabalhar no “lixão”

Faço parte da empresa pública Prodepi – Empresa de Processamento de Dados do Piauí. Ela e outras empresas do Estado estão chegando ao fim. No lugar delas serão criadas autarquias como parte de uma reforma administrativa do Estado.  Mas além delas será criada uma tal de ENGERPI e a ela seremos incorporados, os servidores de todas as empresas envolvidas. Não vão mexer na grande Agespisa – companhia de água – pois ela possui cerca de 2000 funcionários. Isso seria politicamente fatal.

Perderemos noção de classe, possivelmente perderemos os contratos selados em acordos coletivos na Prodepi, já que nada nos garante que iremos para a ATI, a agência de tecnologia da informação. Poderei continuar lotado aqui na SEFAZ, mas sempre na ameaça de voltar para o lixão que será a ENGERPI.

O projeto da reforma já está nas mãos dos congressistas, comissões estão lendo o material (um texto vago e que a única garantia é o salário), cada empresa envolvida e seus sindicatos fazem reuniões, juntam pontos negativos e isso será levado à CUT. Teremos uma resolução em breve. Será que haverá paralização? Greve? Não sabemos, mas estamos preocupados com essa instabilidade.

Diante de tudo isso só me resta estudar para outros concursos, quiça para a própria SEFAZ, ATI, o que vier e tiver uma boa remuneração pelo meio. Engraçado que só estou aqui a cerca de 7 meses.

Logo agora que estava gostando de programar em VB 😉

COMUnit: Testes de Unidade no VB

Ora, se temos de desenvolver num ambiente que não estamos acostumados e onde certas práticas adotas em nossa comunidade de origem não são usadas, o que temos a fazer?

A resposta: procurar incorporar nossa experiência e conhecimento de práticas que são muito importantes para nosso código. O código é a finalidade. E um código manutenível deveria ser uma busca constante entre os programadores.

O colega com quem trabalho resolveu aplicar algumas das várias técnicas populares no processo de desenvolvimento XP no sistema escrito em VB. Dentre elas, a refatoração. Pois é sabido que a melhor forma de entender código de outras pessoas é refatorar o código a medida que sua compreensão do mesmo vai enriquecendo. E para refatorar é muito importante termos testes de unidades. Assim, procuramos na internet ferramentas para isso. Encontramos algumas, testamos e algumas não funcionaram muito bem. A última que encontramos, chamada COMUnit, foi a melhor que vimos, além de ser licenciada pela GPL.

A ferramenta colaborou bastante e nos impulsionou a entender mais o Visual Basic, já que ele e principalmente eu não somos programadores VB. Mas já aprendemos um bocado. Fizemos somente uns testes experimentais que não ajudam tanto na refatoração do código. Certas coisas não podemos mexer porque ainda a equipe está a entender alguns módulos e se o fizermos aumentaremos a confusão. Esperamos aplicar somente nos formulários isoladamente para não refletir no código usado por outros desenvolvedores.

Para profissionais VB que desejem ganhar dos benefícios do uso de testes de unidade, seja para programar orientado a testes ou não, acessem o seguinte endereço: Site do COMUnit.

E boa sorte para todos nós!

Rope: Para Refatorar Código Python

Ainda estou por testar essa IDE e biblioteca para refatoração de código Python. Encontrei quando procurava por uma ferramenta de testes de unidade para Visual Basic 5! Pois é, imaginem … eu sou o mais novo programador VB do pedaço. Pelo menos estou tentando adotar boas práticas com um colega de trabalho, o Mendes 🙂

Depois que eu passar uns dias testando a ferramenta, comento aqui no blog o que achei dela. E acho uma boa oportunidade comentar sobre minha experiência com refatoração e testes de unidade com VB.

O leigo e o linux

Já vem com um tempo que quando perguntam-me sobre se pessoas leigas poderiam usar computadores com Linux sem se aborrecerem, eu respondo de forma rápida e tranquila: Linux já deixou de ser um bicho de sete cabeças.

Hoje, para usuários de Linux que costumam testar distribuições mais voltadas ao usuário comum percebe que elas estão bem amigáveis. Muitos vão dizer isso do Suse, Fedora, Ubuntu e Kurumin. Realmente estão amigáveis e isso é importante para a sua popularização.

Mas eu gosto de bater nas diferenças e não nas semelhanças. Porque há coisas que as pessoas que somente usam Windows nem imaginam existir. Como usuário do Ubuntu, vou citar o seu gerenciador de pacotes como uma maravilha para qualquer usuário. Imagine você não precisar fuçar a Internet atrás de um programa? Ter uma ferramenta em que você consulte pelo que quer, marque para baixar e instalar? O fato de não andar correndo atrás de crackers também é um boa, sem dúvidas. No Windows, por exemplo, os dois mais populares compactadores de arquivos são free e ficam nos incomodando pedindo que os registrem. Para nos livrarmos desse inconveniente muitas vezes vamos atrás de crackers. No meu linux eu já disponho de um compactador para diversos formatos, de forma bem transparente no meu gerenciador de arquivos.

Outra coisa importante de se falar: os vírus, spywares, etc. O computador pessoal hoje em dia é uma lixeira, uma bagunça, por mais que sejamos organizados. Entrou na Internet começou os problemas. Ouço muito isso. Você tem de ter um antívirus instalado. Alguns deles consomem bastante memória. Agora me perguntem: quantas vezes me aborreci com vírus em casa? Nem uma vez. Olha que acessamos muitas coisas. Minha irmã e eu acessamos o Orkut. Não me lembro de ver minha máquina enviando mensagem para outras pessoas sem que eu mesmo fizesse isso. Ter um programa malicioso na sua máquina que sabe suas senhas deve ser bem chato.

Aos usuários de computadores que somente usaram Windows e queiram uma alternativa, para se livrarem de certas coisas, eu recomendo que procurem um amigo para ele instalar um Linux na sua máquina. Esse idéia de ter um tutor é importante. Criar um rede de contatos que gire em torno da experimentação do Linux é uma forma criativa de conhecer novas pessoas e aprender mais sobre o sistema operacional. Há muitas coisas diferentes também entre os sistemas, mas isso é comum também. Quanto mais curioso for a pessoa mais rápido ela aprenderá e se divertirá.

A única coisa que faz uma pessoa não experimentar o Linux e gostar é não ter uma pessoa próxima para ajudá-lo. A outra é a resistência quanto a usar ferramentas similares às que estão acostumados. Resistência essa contornável, muitas vezes pela simples obrigação de usar. Pela boa vontade também funciona 🙂