Drops RuneQuest #3 – Magia Espiritual

Como aprendemos magia espiritual? Por meio dos cultos religiosos ou por meio dos xamãs. Os cultos rúnicos podem ensinar quaisquer feitiços mágicos espirituais conhecidos por seus mestres rúnicos. O aprendizado em geral precisa ser pago, principalmente a membros leigos do culto.

Os xamãs são especialistas na comunicação com o Mundo Espiritual e podem ensinar. Um xamã é capaz de aprender qualquer feitiço mágico espiritual, desde que ele viaje ao Mundo Espiritual e converse com um espírito e depois faça um focus para o feitiço. Ensinar feitiços é um fonte importante de renda para os xamãs.

Fonte: RuneQuest: Roleplaying in Glorantha Core Rulebook

Campanha de Forbidden Lands

Aquela campanha de FL que comentei em postagem anterior ainda continua, felizmente. O grupo ainda não saiu das regiões de floresta onde vivem orcs, goblins e lupinos. Atualmente estão numa cidade chamada Kali que estou desenvolvendo especialmente para esta campanha. Estou vendo como torná-la uma Área de Aventura. Mas já tenho pistas fortes, basta apenas desenvolver mais.

Depois de vários meses de jogo, em tempo de mundo de jogo são apenas seis dias! Começou no dia 37 e agora estamos no dia 43 de Minguaoutono de 1165 DM.

Drops RuneQuest #2 – Lançando Magia

Para lançar uma magia espiritual (tomando esse tipo de magia como exemplo), o lançador precisa ter sucesso num teste de Power (POW) x 5. Ou seja, esse atributo sendo igual a 15, teremos uma chance de 65% de sucesso. Rolamos d100 para esse teste.

O alvo pode se opor à magia, então precisamos fazer um tipo diferente de teste chamada de Rolagem de Resistência. Isso pode ser um POW x POW ou POW x Pontos de Magia. Sabemos o percentual mínimo para ter sucesso, usando a Tabela de Resistência.

A fórmula consolidada na tabela é

% of sucesso = 50% mais (ativo ×5%) menos (passivo ×5%)

Digamos que o personagem ativo tenha 65% e o personagem passivo tenha 50%. De acordo com a fórmula a chance de sucesso é 50 + 60 (POW 12 x 5) – 50 (POW 10 x 5), quer dizer 60% de chances de sucesso.

Os atributos são Strength (STR), Constitution (CON), Intelligence (INT), Size (SIZ), Dexterity (DEX), Power (POW) and Charisma (CHA).

Drops RuneQuest #1 – Pontos de Magia

Decidi escrever pequenos textos sobre leituras que faço. Vou estrear (ou reestrear) com RuneQuest que é um jogo que estou investindo tempo (e dinheiro) para no futuro montar um grupo para uma longa aventura (talvez uma Hero Quest). Como dizem, não vale investir o tempo nesse jogo para aventuras curtas.

Praticamente todos os adultos em Glorantha (cenário do jogo) sabem uma ou duas magias, principalmente magias espirituais. Além desse tipo de magia, temos a Rúnica (ligada ao culto aos deuses) e a Feitiçaria, menos comum e mais elitista.

Em termos de sistema, os personagens possuem o atributo Power (POW). Se temos POW 14, por exemplo, começamos o jogo com 14 pontos de magia. Gastamos esses pontos para lançar magias. Você os recupera com o passar das horas.

Os atributos são Strength (STR), Constitution (CON), Intelligence (INT), Size (SIZ), Dexterity (DEX), Power (POW) and Charisma (CHA).

RPG, VTES e Ciência de Dados

RPG

No início do ano tinha em mente algumas ideias de jogos para pôr na “mesa”. Gostaria de jogar presencial um de dois jogos: Forbidden Lands ou Mutante: Ano Zero. Até entrei no grupo de RPG da cidade para conseguir interessados. Não foram muitos e acabei desanimando da ideia. Outra coisa que me desanimava era a chance de uma mesa presencial falhar. Seria muito mais frustrante que uma mesa por texto, por texto.

Sendo assim, divulguei o interesse em jogar Forbidden Lands no meu servidor Discord. Não foi uma tarefa fácil conseguir dois jogadores mas quando tive sucesso, já quis começar logo. Não é segredo que gosto bem desse jogo, por isso a pressa em jogar. Outros jogadores foram entrando aos poucos, e hoje somos cinco na “mesa”.

Outro jogo que entrou no meu radar foi o RuneQuest. Acho que mais do que entrar no radar pois já sabia dele a mais tempo e já havia lido a respeito e conseguido alguns materiais. A questão foi a qualidade do que encontrei na última edição, as características no mundo de jogo e as sessões de jogo que comecei a ver no canal Por Um Punhado de Dados do mestre Tomate.

Tive o privilégio de comprar alguns livros do jogo no Rumble Bundle e foi encantamento. Depois fiquei namorando os livros impressos no site da Amazon. Tantos livros com capas bonitas! Agora os preços de fato não eram convidativos, tanto que demorei para tomar uma decisão se comprava ou não o livro básico. Não se sabem mas coleciono livros de RPG. E RuneQuest, por ser um jogo histórico, publicado em 1978, seria valioso na minha estante.

No momento, estou lendo as regras e também a história do cenário. Pretendo narrar no futuro no servidor To the Hills, inclusive avisei o povo.

VTES

Mudando um pouco de assunto, pretendo falar de VTES, ou Vampire: The Eternal Struggle, o meu card game favorito. Em fevereiro e março (principalmente março), dei uma desligada do jogo. Estava cansado. Jogava à noite e vinha cansado. Diria que o jogo está bem vivo. Não é daqueles jogos capazes de atrair tantas pessoas, sua faixa etária é restrita, a tal ponto de ser um jogo para adultos.

Tivemos novos decks sendo lançados recentemente, como Hecata e já surgiram decks personalizados bem interessantes. Pretendo jogar com eles um dia. Enquanto isso, escolhi jogar com um deck de bleed formado pelo clã anaquista Tzimisce. Atualmente ele é considerado tier one, ou seja, de primeira categoria. Comprei o deck básico desse clã e ainda estou esperando chegar, para jogar com ele no torneio de abril (acontece dia 27). Enquanto isso, venho jogando com ele no Lackey.

Participei da sexta etapa do torneio Rumo ao GP, que é um evento organizado pelo Joab de Campina Grande. O objetivo do evento é arrecadar fundos para que o vencedor possa viajar para o Grand Prix que acontecerá em Campina Grande ainda este ano. Ainda faltam 4 etapas.

Nesta etapa, tivemos a participação de jogadores fortes de fora do Brasil: Martin Weinmayer e Peitsa Suominen. Estive jogando com eles na primeira rodada. Foi uma experiência diferente, ter de interagir falando em inglês. Não tenho esse hábito, leio bem e faço isso com frequência. Agora conversar é algo raro. Pretendo fazer isso mais vezes.

Havia, na verdade, vários jogadores bem ranqueados online nesse torneio. Então é uma forma muito boa de aprendizado.

Ciência de Dados

Esse ano descobri outras possibilidades no uso de LLMs (Large Language Models) que me deixaram entusiasmado. Entre eles o conceito de agentes e RAG. Esses dois conceitos são uma forma de aumentar a capacidade dos modelos em nos auxiliar de forma geral. Sabemos, por exemplo, que uma vez o modelo treinado, ele não sabe de eventos que aconteceram a posteriori. Assim, fazemos uso de agentes para buscar informações mais recentes para o modelo.

Por meio da RAG (Geração Aumentada via Recuperação), é possível oferecer ao modelo uma base de conhecimento particular que lhe servirá de contexto para sua resposta. Isso é feito fragmentando um documento em pedaços menores que são então transformados em vetores para que sejam salvos em um banco de dados vetorial. Depois disso, com base na entrada, ela é transformada num vetor para que possamos fazer uma busca semântica no banco de dados vetorial que retornará alguns vetores. O conteúdo desses vetores será entregue ao modelo na forma de contexto.

Além de um curso de formação da Data Science Academy e de outro sobre LangChain na Udemy, venho fazendo pequenas experiências com RAG e agentes de IA. Uma delas foi usar agentes para pegar números de telefones de setores da instituição onde trabalho para que o chat retorne para o usuário esse tipo de informação.

Meu objetivo é fazer um chat pessoal para a família. Ele deve ser capaz de memorizar todas as conversas que já tivemos com ele, além de outras coisas que posso detalhar futuramente.

Bom, por enquanto é isso. Interaja comigo pelos comentários. Até a próxima.

2025 Chegou

Entre um ano e outro não muda muita coisa, principalmente sobre o que estávamos fazendo em dezembro para o que precisamos fazer ou continuar fazendo em janeiro.

Na minha última publicação, falei sobre bullet journal. Pois bem, continuo usando e estou satisfeito. Comprei um novo caderno para 2025 há alguns meses e iniciei algum preenchimento, principalmente em dezembro último. Saí de um caderno simples para um caderno da marca Cicero com folhas pontilhadas e uma fita marcadora.

Em dezembro tomei a decisão de aplicar a ideia de micro atividades que aparece nas propagandas do YouTube. Atualmente estou estudando a linguagem de programação Rust usando 15 minutos do meu dia diariamente. Sigo o tutorial que você encontra nesse link e a cada seção estudada, registro as modificações do código-fonte necessárias para o aprendizado no Git.

Agora em janeiro vou andar de bicicleta ergométrica diariamente durante 15 minutos. Creio que possa ser uma forma de eu criar uma rotina. Caso crie, vamos ver se mudo esse tempo.

Devido problemas com a minha VPN no Linux (atualmente usando o Ubuntu Linux), agora preciso usar o notebook com Windows da minha esposa para trabalhar. Quando eu voltar do recesso na próxima semana, analisarei a instalação da plataforma Anaconda para trabalhar com Python. Já havia instalado Python e seu ecossistema mas dizem que Anaconda é uma ótima opção para quem é da área de Ciência de Dados.

Este será um ano onde precisarei me dedicar mais à minha saúde, aos estudos de Ciência de Dados e inserir mais minhas filhas numa cultura mais rica do que o que vemos na Internet hoje em dia.

Boa sorte para todos nós.

Voltando à organização com bullet journal

Já tem um tempo que sentia que, dia a após dia, perdia o controle do que precisava fazer e do que havia feito.

Há muito tempo atrás, 10 anos talvez, usava o método GTD para organizar minha vida. É uma sigla para Getting Things Done, um “método de gerenciamento de ações que dá nome ao livro de David Allen”. Basicamente serve para você tirar as coisas da cabeça e passá-la para o papel para aliviar a mente e garantir que você não vai esquecer algo porque estaria apenas na memória.

Por algum motivo, eu parei de utilizar o método e fiquei apenas fazendo controles separados de certas coisas: controle financeiro pessoal e familiar, coleção e leitura de livros e coleção de cartas de VTES, entre outras. Além disso, anotava coisas do dia a dia no aplicativo Tarefas do Google e informações para ver posteriormente com mais calma, usava (e ainda uso) o Keep da mesma empresa.

Entendendo que o que eu fazia em termos de organização estava espalhado por vários meios e ainda assim estava perdendo a totalidade dos meus compromissos, meus projetos, minhas metas, meus sonhos, resolvi ir na internet atrás de algo que pudesse me ajudar.

Foi aí que dei de cara com o Bullet Journal (ou Bujo). Parei nele. Gostei da ideia de usar uma agenda para anotar as coisas. Voltar para o papel que era algo que fazia no GTD.

Comprei um caderninho barato (Tilibra 48 folhas, 142x208mm) e resisti em comprar cadernos mais caros próprios para a confecção do bujo. Tenho de pensar que estou iniciando uma experiência e pode não funcionar.

Organizamos o caderno do seguinte modo:

  • Uma página para o índice que atualizamos ao passo que usamos novas páginas
  • Uma página para a legenda pois usamos vários sinais e símbolos
  • Uma ou mais páginas para o Future Logs
    • Dividimos essas páginas em meses para anotarmos agendamentos futuros nesses meses que constam nesse future log
    • Por enquanto, só coloquei os seis próximos meses: maio a outubro
  • Log mensal. Uma ou mais páginas para o mês corrente. Nele você anota agendamentos para o mês, podendo inserir coleções.
  • Log diário: Você anota as tarefas e eventos do dia. Aqui você pode colocar também coleções a serem registradas diariamente e uma espaço para reflexão.
  • Na próxima página em branco, você pode aproveitar em qualquer momento para anotar algo de forma livre. Dê um título a isso e atualize o índice.

Depois que você escreve o último ou últimos logs diários de um mês, você escreve numa nova página o Log Mensal e o ciclo continua.

Coleções são registros agrupados por algum tema. Por exemplo, tenho uma coleção de hábitos que gostaria de manter um registro para eu tornar aquilo de fato um hábito. Como fazer caminhada, ler livros frequentemente, ter um tempo com as crianças, etc.

Entre as coleções que uso, tenho o registro diário de quantos livros de água bebi durante o dia; horário de despertei e dormi e os rastreio de hábitos (estes são mensais).

Até o momento a experiência está sendo positiva. Há muito conteúdo na internet sobre o Bujo. Comecei por esse post e vídeos diversos no YouTube. O Pinterest é um lugar muito legal para visualizar as ideias postas em prática.

Lendo obras de Filosofia

Tenho uma intuição de que quando mais jovem, os filósofos clássicos me chamaram a atenção, pois me foram ligeiramente apresentados em História, uma de minhas matérias favoritas. No entanto, o acesso aos livros eram bem restritos. Hoje, ao contrário está facilitado. O contra-censo é que pouca gente se mete na leitura dessas obras.

Meu interesse pela obra de Karl Marx, fez-me mergulhar na busca por uma compreensão mais profunda de seu pensamento. Para tanto, precisamos ler outros autores ou minimamente seus comentários mais sérios.

Assisti aulas introdutórias de Kant, passando pelos filósofos do Idealismo Alemão, até finalmente começar a ver aquelas sobre Marx (ainda não concluídas). Este curso está disponível no Núcleo de Formação Filosófica sob o nome de “Do Iluminismo aos Marxismos”.

Iniciei também o curso Introdução à filosofia: dos pré-socráticos a Sartre porém ainda não tive tempo para me dedicar à resolução dos exercícios propostos.

Quanto aos textos clássicos fui influenciado a realizar a leitura por meio de Pedro Ivo, do canal Ateu Informa no YouTube. Tenho encontrado conteúdos lá que me agradaram bastante e sigo acompanhando com afinco.

Atualmente estou lendo o texto Hípias menor presente num livrinho Platão: sobre a mentira. Após esta leitura, devo emendar O Banquete de Platão. As demais obras de Platão, devo ler por esse e-book.

Enriquecido por essas obras, devo me voltar novamente para os textos filosóficos de Marx e Engels e ver onde essas leituras me levarão a seguir.

Revivendo os tempos de blog

Passei uns bons anos de minha vida adulta escrevendo em blogs. Esse foi o mais longevo deles. O que está ativo mesmo atualmente é o Teresina by Night pois falo sobre o card game Vampire: the Eternal Struggle (VTES) porque estou jogando atualmente.

Vi algumas pessoas voltando a escrever em blogs e isso me despertou um saudosismo e eu sentia falta daquela sensação de permanência das coisas. As redes sociais são muito fluidas, tudo parece correr no ar como névoa ao vento. É como se a nossa mensagem não ficasse no mundo mais que a vida curta de um inseto.

Então, gostaria de começar simples. Apenas atualizando sobre o que estou lendo no momento. Há três livros que gostaria de destacar.

O primeiro é o que estou lendo com mais frequência porque peguei emprestado da biblioteca e é sobre ciência de dados. O título é Data Science do Zero de Joel Grus. Capítulo a capítulo ele avança sobre os conhecimentos que precisamos ter para ser um bom profissional nessa área de conhecimento usando como guia códigos na linguagem Python. Então, você vai ver um bocado de matemática e estatística.

O segundo é Os Homens Que Não Amavam as Mulheres de Stieg Larsson. Faz parte de uma lista dos melhores romances que já li, esse sendo, no caso, o primeiro volume de uma trilogia. Continua sendo gostoso de ler.

O terceiro é o Povo Brasileiro de Darcy Ribeiro que já estou perto de concluir. Gosto de entender os processos históricos e esse livro ajuda nisso.

Há outras leituras já em vista mas é papo para outro momento.

Fica o meu até breve.

A quantas anda o RPG como hobby

Esse blog parece uma casa que morei um dia, continua sendo da família mas nunca foi alugada e que de tempos em tempos, volto a ela para passar os olhos nas coisas que ficaram para trás.

Acho que não tenho a necessidade de escrever como antigamente. O tempo está mais curto e quando ordenamos as prioridades, escrever sobre qualquer coisa, ficou mais para baixo. Ultimamente quando quero ter voz, vou lá para o Twitter.

Mas ainda continuo escrevendo. Por exemplo, depois que jogo uma sessão de RPG, costumo escrever um relato de como foi, até para lermos depois para retomar uma aventura. Segue abaixo o link para os últimos relatos de sessão de jogo.

Bom, nem todas as sessões eu relatei, como a última que foi uma sessão de Pathfinder 2.

Esses relatos são de sessões presenciais. Nesse tempo aí o jogo online ficou escasso. Mantenho junto com uns poucos colegas um servidor Discord que não cresceu porque sua ideia não foi bem recebida na comunidade alvo.

Por motivos diversos, perdemos os mestres/narradores que ajudavam a movimentar melhor, me incluindo aí nesse rol. Entre dezembro e janeiro minhas noites ficaram bem curtas e cansativas. Coriolis: The Third Horizon e Dungeon World foi as últimas aventuras encerradas. Atualmente tento montar um grupo para jogar Coriolis novamente pois as noites estão mais tranquilas.

Há algum tempo, estou reservando pelo menos um final de semana no mês para jogar uma sessão presencial. Assim, conseguir jogar vários jogos diferentes com grupos diferentes, muito com a ajuda de um grupo de WhatsApp que recentemente sair. Saí porque era um grupo que fora esse aspecto positivo de conseguir jogadores, me desgastava bastante. Depois de umas semanas fiz uma avaliação e vi que foi bom mesmo sair. Não sinto falta e não me desgasto à toa.

Ainda tenho uma mesa de Pathfinder 2, onde jogamos uma sessão e ainda buscamos uma data para próxima. Os jogadores estão bem ocupados e ela não é a mesa principal deles. Digamos que meus jogadores são emprestados de outros mestres (risos).

Faz tempo não tenho um grupo e vejo poucas chances de vir até novamente. Quero ter a experiência de jogar um Adventure Path completo e pode ser uma oportunidade de passar um bom tempo jogando com um mesmo grupo de jogadores. Mas para isso, eles precisam ter paciência comigo até que eu domine o sistema e possa cuidar de outras facetas de uma sessão de jogo que, por está muito primário nas regras, as deixo desassistidas. As pessoas com quem jogo já são experientes e jogam com mestres que dominam seus jogos e eu sou um mestre que não domina nenhum com maestria porque joga e experimenta diversos jogos e não o faz com uma frequência muito boa.

Todas essas questões cansam. Marcar, se preparar e desmarcar, marcar, se preparar e desmarcar. Ainda assim, é meu hobby favorito, o que me dá mais prazer.

Aí vem o momento de falar de RPG solo. Enquanto antes, usei Telegram e Discord para poder jogar com mais frequência, atualmente adicionei o RPG solo no meu arsenal para desfrutar o RPG.

A minha melhor experiência até o momento é a campanha solo de Arkanun + 2d10solo que venho registrando num outro blog. Convido vocês a visitá-lo. Está muito gostoso. Jogo ao mesmo tempo que pesquiso a história de Constantinopla. Legal mesmo. Acho que essa faz ser bem longa.

No começo do ano, fiz planos do que jogar em 2020 e agora, em março, penso que não consigo cumprir nem metade desse plano/desejo. Até o momento, só conseguir as metas no jogo solo. A aventura O Forte de Altai para Dungeon World, que comecei no Discord, não rolou mais, alguns jogadores sumiram depois da pausa que dei. A trilha de aventura do Pathfinder 2 está um pouco comprometido. As aventuras de Rastro de Cthulhu e Lamentations of the Flame Princess depende de eu regularizar as sessões de Pathfinder, enfim. O resto das metas que faltam são online, pelo Discord. E é no Discord onde encontro a maior dificuldade para jogar por ironia. Até já considerei procurar jogar em outros servidores.

Outra coisa que penso bastante ao londo do tempo é no meu acervo de livros de RPG impressos. Sei que não vou conseguir jogar a grande maioria deles na minha vida. Dentre eles, tenho alguns que ainda quero jogar de verdade. Foi o caso do Arkanun. Comprei o livro há muitos anos e até tentei jogar uma vez mas não foi possível e o grupo foi desfeito. Graças aos emuladores de mestre, devo conseguir jogar alguns. A aventura introdutória de Werewolf: The Forsaken está na minha fila.

Bom, acho que isso serve de faxina em um dos ambientes dessa casa vazia que é este blog.