Ivo Rosa – portanto, todos nós – vai mesmo ficar sem saber o que lhe andaram a fazer, porquê, para quê e por quem?
Começa a semana com isto
“O racismo e o crime perfeito. Quem o comete acha sempre que a culpa é da vítima” Francisca Van Dunem, 9 de julho de 2019. Aplausos de todos os Partidos. Conferência promovida pela primeira comissão. pic.twitter.com/iOcWxCYszo
— Isabel Moreira (@IsabelLMMoreira) February 19, 2026
Revolution through evolution
Scientists reveal how exercise protects the brain from Alzheimer’s
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Exercise may be one of the most powerful treatments for depression and anxiety
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Keeping Your Mind Active Throughout Life Associated with Lower Alzheimer’s Risk
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When it comes to heart health, food quality matters more than cutting carbs or fat
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New Findings Highlight Two Decades of Evidence Supporting Pecans in Heart-Healthy Diets
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Love: It’s All in Your Heart – and Head
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Scientists reveal why human language isn’t like computer code
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Dominguice
Alguém no Ministério Público, magistrado, voltou a cometer crimes. Crimes com exposição pública máxima, pois consistem em aliciar jornalistas para serem parceiros criminosos. Todos ganham, não correm risco algum. Mas se perguntarmos ao sindicato dos magistrados do Ministério Público se cometem crimes, a resposta é pronta e peremptória: “Nunca, jamais, são os outros, os advogados da malandragem!”. Claro que nos casos em que ainda não há advogados metidos ao barulho essa explicação fica uma beca ridiculamente grotesca, mas eles não se importam. Se encostados à parede, chutam para os arguidos, os jornalistas ou um amanuense anónimo. Felícia Cabrita e o ofuscante Sol foram o veículo para ficarmos a saber que Carlos Santos Silva tem algum dinheiro e que se julga livre de fazer com ele o que lhe der na gana. Isso, para quem produziu um julgamento político disfarçado de caça ao maior corrupto da história portuguesa, serve às mil maravilhas para continuar o linchamento público dos alvos e a pressão sobre os juízes. A indústria da calúnia rejubila com a nova fornada de munição e as pessoas boazinhas não carecem de ser convencidas porque estão desde 2014 encantadas com o circo montado.
Mesmo assim, era giro que algum jornalista, ou um académico esdrúxulo, ou mesmo um cidadão meramente curioso metido lá com os seus botões, começasse a mapear o calendário dos crimes cometidos pelo Ministério Público na Operação Marquês – ainda antes da detenção de Sócrates televisionada como execução à queima-roupa. É que há agenda e método na subversão da República pela mão escondida de quem jurou defender a Constituição, tem poderosíssimos e exclusivos poderes totalitários, e é pago para combater o crime e proteger os inocentes.
O caluniador profissional pago pelo Público tem bons leitores
Só verdades
Ao cuidado dos maluquinhos
Lapidar
«O facto de em Portugal, segundo dados do Conselho da Europa, existirem 14 procuradores do Ministério Público por cada 100 mil habitantes e nesses países terceiro-mundistas que são Espanha ou França, uma comparação admissível atendendo aos seus modelos judiciais e perfis de litigância, existirem 5 e 3 procuradores por 100 mil habitantes, parece não exercer nenhuma curiosidade entre nós (ou 4 por 100 mil, em Itália, já agora). Ou o facto de existirem 19 juízes por 100 mil habitantes, o que compara com 11 naqueles dois países contíguos. Admite-se, contudo, que o modelo idealizado nacional seja o de países como a Bulgária ou a Moldávia, onde o número de magistrados do Ministério Público atinge os 24 por 100 mil habitantes, com resultados na ação penal, aliás, que são bem notórios...
Em nada, contudo, estas diferenças gritantes obrigaram Parlamentos e governos a ponderar com seriedade alternativas a simplesmente adicionar pessoas, independentemente da variação no número de processos judiciais existentes, dos modelos de gestão ensaiados ou das ferramentas de trabalho usadas.»
Rogério Alves explica: o “enriquecimento ilícito” é bandeira da pulharia
Começa a semana com isto
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One simple daily change that could slash depression risk
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Just 5 weeks of brain training may protect against dementia for 20 years
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Caffeinated coffee and tea could help protect you against dementia. Even a few daily cups
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This kefir and fiber combo beat omega-3 in slashing inflammation
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New research reveals humans could have as many as 33 senses
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Scientists found a way to plant ideas in dreams to boost creativity
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Your cat’s purr says more than you think
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Dominguice
Sócrates cometeu algum crime de corrupção? Ninguém sabe, a começar pelos investigadores no Ministério Público do mais importante e mais complexo (mais caro?) processo judicial em Portugal. Porém, é tratado por magistrados, políticos, jornalistas, comentadeiros e pessoas simples e boazinhas como se tivesse sido condenado por isso, a sentença já tivesse transitado em julgado e, acima e antes de tudo, como se alguém desta gente de milhões conseguisse provar onde, e como e para quê ocorreu a tal corrupção. Entretanto, uma área do Estado onde há frequentes buscas das autoridades por suspeitas de corrupção dá pelo nome de Forças Armadas. Tancos pode ser convocado para esta conversa, dado o retrato de portas abertas com que ficámos a respeito das instalações militares em Portugal, e os submarinos do Portas também, pese o próprio ter garantido que fumo sem fogo é quanto basta para abrir o champanhe. Todavia, dá ideia que os militares, envolvendo altas patentes que chegam aos generais, têm maior apetência pelos contratos com fornecedores para irem conseguindo vencer a batalha da produção. No caso, da produção de subornos que esses militares amealham para conseguirem lidar com as vicissitudes de uma vida na linha da frente a dar o coiro pela defesa da Pátria.
Os especialistas em corrupção que ganham bom dinheiro com o Sócrates não têm interesse em falar destes casos de caserna. Percebe-se porquê: correm o risco de pisar nalguma mina.
Dia dos namorados
Isto de há 46 anos não termos uma mulher como chefe de Governo, e de não sabermos o que é uma mulher como chefe de Estado, tem a importância que cada um lhe quiser dar, claro. A questão nem sequer é pacífica entre as mulheres, por causa de tudo.
Ser mulher não é qualificação suficiente para chegar lá, óbvio. Mas, aqui para o pilas, é condição necessária para fazer a partir de lá o que ainda não foi feito nesta terra de gente muito pouco recomendável. Fazer aquilo que a testosterona não consegue fazer, porque a testosterona é bruta e tonta.
Do que falo? Do amor. O amor como resultado de se usarem os recursos do Estado de forma implacável, ferina, para cuidar dos que mais precisam. Sendo que qualquer cidadão, por inerência, rico ou pobre, novo ou velho, pertence ao grupo dos que mais precisam.
O amor existe para lidar com estes (e outros) paradoxos.
Adeus, ó vai-te embora!
Começou a campanha eleitoral para as próximas legislativas
Vamos lá a saber
Branquelas
Perto de 300 mil pessoas tiveram a trabalheira de sair de casa num dia que foi ficando chuvoso para ir votar em branco ou fazer caralhadas no boletim neste passado domingo. Por um lado, é fácil criticar o seu comportamento, por mil razões todas boas. Mas, por outro, há que ter empatia e simpatia.
No meu caso, é fácil. Votar em branco era o que faria, e recomendaria, calhando a segunda volta ser com Marques Mendes e Ventura. Assim, consigo imaginar uma situação análoga com quem ficou condenado a ter de optar entre Seguro e Ventura. Libertaram-se dessa condenação com o voto em branco, isso é certo, ou com o nulo, isso incerto.
Dito isto, acho que são um grupo de infelizes. Entre um proto-facho feirante e um tipo cuja mulher tem duas farmácias, votar em branco é passar um auto-atestado de derrelicção.
Mas, ó Ventura, seu aldrabão, a direita não votou em ti! E o que é isso do socialismo ter ganhado e precisar de ser derrotado?
Longe de mim estar a assumir a defesa da nossa direita democrática (muitas vezes tão inculta, mentirosa e agressiva), mas só o facto de ela, maioritariamente, ter rejeitado o Ventura merece o meu elogio. Não faz, por isso, qualquer sentido que o “taberneiro” papa-hóstias que é líder do Chega se autointitule o novo líder da direita. É que, por lá, pelos vistos ninguém o atura nem aturará. Mesmo alguns eleitores de direita que votaram agora nele fizeram-no (segundo disseram) para não dar demasiado “ufanismo” ao candidato de esquerda. Nem esses gramam o Ventura por aí além, muito menos votarão nele em próximas legislativas.
Também, ao contrário do que diz o vendedor de banha da cobra, não foi o “socialismo” que ganhou, sendo que “socialismo”, pela insistência e o tom com que profere a palavra, soa a uma espécie de comunismo, igualitarismo esquerdista e corrupto. Ora, não. Também não. A direita que votou no Seguro não lhe atribui de todo esse perfil (nem os socialistas). Além disso, o partido socialista é, desde sempre, social-democrata. Correu com os comunistas na altura devida. Contribuiu de forma decisiva para a consolidação da democracia em Portugal e não tem de certeza, proporcionalmente, mais gente corrupta do que o Chega (que ainda nem chegou ao poder e os compadrios autárquicos e conflitos com a Justiça já vão longos). Democracia, ó Ventura, que é o sistema através do qual o poder vai alternando. Há regras de direito, há controlo político através do Parlamento e da liberdade de associação, expressão e opinião e há entidades independentes para evitar abusos. É o contrário do que parece ser o sistema favorito do Ventura, que é a ditadura – uma pessoa a mandar, de preferência para sempre, e todos a obedecer, sob pena de irem presos ou serem mortos. Impensável para a maioria dos portugueses.
A propósito da apregoada “mudança do sistema” de que o vendedor de banha da cobra fala a toda a hora, os senhores jornalistas importam-se de lhe perguntar um dia destes para que sistema é que ele quer mudar? E não vale aceitar a resposta de que será “um sistema sem corrupção e que defenda a honra de Portugal e de quem cá nasceu”. Não vale, porque o salazarismo ao triplo que o Ventura defende era supostamente isso e não deixava de ser o sistema mais corrupto de todos, em que apenas alguma famílias lambe-botas tinham acesso à riqueza, o que implicava uma máquina repressiva gigantesca para as restantes classes sociais e a fuga em massa de quem não aguentava a pobreza. Por isso, é imperativo que a pergunta aprofunde o tema.
O Ventura deve, pois, baixar a bolinha e a direita clássica tem que ir para a sala de estudo gizar uma estratégia. Que as democracias não são perfeitas, já o sabemos. Basta ver a facilidade com que permitem o surgimento e a popularização de demagogos como o Ventura. Só que o que o ex-seminarista com alucinações e gestos nazis promete é mil vezes pior do que o que temos. O exemplo da América, com a eleição de um criminoso e o pavão mais corrupto que o mundo já alguma vez viu em tal cargo, deve bastar para lhe cortar as vazas. Serás um episódio, ó Ventura.
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How You Feel About Your Partner’s Spending Habits May Affect Your Relationship
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Nearly 40% of new cancer cases worldwide are potentially preventable
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A 25-year study found an unexpected link between cheese and dementia
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That dry, bitter taste may be waking up your brain
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Quiet Fitness: Expert Explains Why Low-Intensity Movement Matters
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Economist Examines Why Inequality Keeps Growing as AI and COVID Reshape the Economy
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Entre o FSB e a Mossad, Trump patina face ao Irão? Considerações minhas, também elas mirabolantes como certas revelações nos States.
Ataca? Não ataca? Mudança de regime? Destruição do programa nuclear? Pois é. Por que razão se mandam os maiores porta-aviões para as imediações do Irão, se mobilizam as bases militares, se chegam a fechar aeroportos de vários países do Médio Oriente e depois… nada?
Tenho que chamar para a conversa o depravado Epstein. As suas ligações e de muitos do seu círculo de “amigos” à Rússia de Putin são agora mais do que evidentes. Diz-se que era um agente, pago a peso de outro. As fotos e os vídeos chocantes, os e-mails e os telefonemas mais do que comprometedores constantes dos ficheiros, apesar de todas as ocultações, tornam tudo bem claro. O FSB, através de Epstein, gizou um plano mirabolante de controlo dos políticos e empresários americanos (e não só) que vai ficar nos anais da História. Para já, pelo silêncio que suscita, mais tarde se verá se os efeitos da chantagem perduram e o mundo se torna num lugar sinistro e aterrador, controlado por uma seita de criaturas malévolas e dementes.
Penso que ninguém a não ser uns milhares de alheados ou fanáticos americanos duvida das ligações de Donald Trump a Epstein e deste, e dos dois, ao Kremlin. Todos os sinais estavam lá. Agora apenas se confirma. Portanto, o presidente dos EUA está nas mãos do presidente russo e foi eleito duas vezes graças à sua ajuda, no culminar de um plano urdido a longo prazo.
Falemos agora no Irão. Grande aliado da Rússia. Para a guerra na Ucrânia, os Ayatollahs fornecem milhares de drones e mísseis. O eixo Rússia-Irão-China-Coreia do Norte está sólido. Dir-se-ia que a Rússia jamais permitiria que Trump tentasse depor os Ayatollahs com o fim de instalar no poder um governo pró-ocidental (e sobretudo anti-russo). Não é? É… mas pode não ser. A conjuntura é mais complicada do que parece: neste momento, não podemos afirmar que os Estados Unidos façam parte do chamado “mundo ocidental”, que inclui democracias como o Japão, a Austrália ou a Coreia do Sul. Para Trump e o seu bando de poderosos malfeitores, tal não existe. É um conceito que não lhes diz nada, se é que entendem sequer a palavra “conceito”. O mundo ocidental, democrático, versus os regimes ditatoriais (chinês, russo, etc.) do resto do planeta é uma divisão sem sentido para os mentores do movimento MAGA e adeptos de ditaduras. Sendo assim, tal como na Venezuela se manteve o regime pró-russo do Maduro, agora sem Maduro, com certeza depois de negociações com o Kremlin, também no Irão talvez se possa fazer algum negócio com os russos de modo a tirar de lá os sinistros líderes para aliviar as tensões sociais. Como Trump hesita… quem sabe as negociações estão difíceis? É melhor talvez tratar da ameaça nuclear e o regime fica para um dia, quem sabe. No final de contas, também não deve interessar aos russos um Irão com armas nucleares e esse é um ponto comum. Tudo patina quanto à mudança de regime, portanto.
Mas e os israelitas? Não se livram do Hamas, do Hezbollah, dos Houthis?
Israel tem todo o interesse em que os Ayatollahs sejam corridos e que o regime respectivo deixe de financiar os movimentos islamistas terroristas seus vizinhos e inimigos. Israel tem todo o interesse em que os Estados Unidos ataquem o Irão com eficácia. Entretanto, corre a teoria também de que o Epstein agiria a soldo da Mossad (afinal o seu “sogro” e iniciador Robert Maxwell está sepultado no cemitério do Monte das Oliveiras em Jerusalém) e que o material comprometedor de que esta organização dispunha por via do Epstein implicava uma defesa incondicional do Estado de Israel por parte de Trump. Daí os recentes avanços da tropa. Depois da carnificina de civis aquando dos protestos no Irão, Trump declara que vai atacar. Monta o cenário para tal. Apesar disso, até agora, nada. Dá vontade de perguntar “qual é a dele afinal”?
Podem dizer que não é fácil, porque o regime iraniano está bem armado e pode causar danos graves em Israel. É verdade. Mas os trumpistas não sabem disso? Não sabem que não há alternativa viável para já aos Ayatollahs e que, da última vez que ripostaram, não foram meigos? Então porquê as movimentações? É só pela questão nuclear? E os milhares de iranianos assassinados? E o Nobel da Paz? (não vale rir)
Os interesses da Rússia e de Israel são neste momento incompatíveis no que toca ao Irão, actualmente um aliado da Rússia. Se Epstein trabalhava para o FSB e ao mesmo tempo para a Mossad e estas duas organizações têm Trump e a sua pandilha na mão, temos aqui um imbróglio. Aqui e no mar de Oman.
Faço conjecturas, sim, mas avisei que ia fazer. As relações internacionais estão a modos que caóticas desde que um desvairado ignorante e em declínio mental chegou ao poder nos States, sendo irresistíveis as especulações.
O Seguro já ganhou?















